Virei a putinha do melhor amigo do meu filho

Meu nome é Beatriz Bustos Sandoval, mas todo mundo me conhece como Bety. Sou branca, tenho 1,60m, cabelo preto, peitos tamanho 36C, uma bunda bem apertada e uma buceta bem quente que aperta pra caralho, apesar da minha idade de 53 anos.

Donoban é um amigo do meu filho. Ele é branco, de cabelo preto. Desde que o conheci pelo Alberto, notei como ele me olhava com desejo, porque várias vezes vi ele olhando pra minha bunda, mas nunca falei nada. Nunca imaginei que chegaria o dia em que ele me comeria.

Enfim, essa é minha história:
Tudo começou quando, depois de chegar de uma festa por volta das 12:30 da manhã, eu vinha meio bebida, mas não a ponto de não lembrar o que aconteceu. Donoban estava do lado de fora do prédio onde eu moro, bebendo cerveja com uns caras — diria até que estavam drogados pelo cheiro. Senti ele me olhando, mas não falei nada, segui meu caminho e entrei no prédio. Donoban me alcançou na entrada e disse: "Bety, te ajudo". Eu disse "ok" e subimos as escadas. Ele ia passando a mão nas minhas pernas por baixo do meu vestido. Eu tentava me soltar, dizendo: "Eu subo sozinha, obrigada". Ele colocou o pé no meu caminho, me fazendo tropeçar, e meu vestido preto subiu, deixando ele ver toda a minha bunda. Isso deixou ele completamente louco de tesão. Ele desabotoou a calça, puxou o pau pra fora, que estava durasso e ereto, batendo uma punheta enquanto passava a mão na minha buceta. Eu tentava me levantar o mais rápido possível, mas Donoban me empinou, levantou minha bunda e disse: "E se eu te comer, Bety? Afinal, você tá bem bebida e não vai lembrar do que aconteceu." Consegui me levantar, mas ele puxou minha calcinha fio dental até os joelhos e colocou o pau entre minhas pernas, dizendo: "Sente o que você vai engolir essa noite, Bety." Ele passava a mão na minha buceta, me fazendo gemer: "Aaaaaaahhhhh", enquanto eu me segurava no corrimão. Assim, subimos todas as escadas até meu apartamento. O pau dele ficava cada vez mais duro e ereto, mandando vibrações pra minha buceta enquanto eu a molhava toda. Já no meu apartamento, tentei me soltar rápido, mas ele me agarrou pela calcinha fio dental. dizendo Bety, hoje à noite nós dois vamos passar gostoso pra caralho apalpando minha buceta, trancando a porta com chave, indo naquele momento pro meu quarto, entramos, tranquei a porta enquanto ela dizia não, por favor, tudo menos isso. Disse Bety, hoje à noite você vai ser minha putinha na cama, me deixando sem palavras.
Não sei se era por causa do álcool, mas fiquei bem cachorra, nos jogando na cama, ele ficando por cima de mim dizendo Bety, hoje à noite nós dois vamos fazer um filme pornô que vamos curtir do começo ao fim, beijando meu pescoço e apalpando meu corpo inteiro, tentando me soltar dizendo não, por favor, não, eu não podia acreditar que o melhor amigo do meu filho e eu estávamos prestes a foder na minha cama, tirando meu vestido junto com o sutiã, me deixando nua de fio dental e salto, ele se despiu completamente, fechou janelas e cortinas dizendo Bety, só eu vou ouvir você gritar de prazer, subindo na cama, tirando meu fio dental, me deixando completamente nua, me abraçando pela cintura, enfiando o pau no meu cu dizendo Bety, sente o que você vai comer hoje à noite, putinha, beijando meu pescoço e costas, colocou o celular gravando do lado da minha cama, acendeu minha luz de cabeceira dizendo essa luz vai ser a única que vai nos iluminar, tentando me soltar, nos cobrindo com meus lençóis, levantando minha bunda colocando ela na frente dele, começando a lamber minha buceta, enfiando a língua toda, por algum motivo eu comecei a puxar ele com meus pés, eu gritava aaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh mmmmm aaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhh apertando os lençóis, não podia acreditar que o melhor amigo do meu filho estava lambendo minha intimidade, sentia o pau dele ficando cada vez mais duro e ereto, ele batendo uma punheta pra mim mesma, depois de um tempo colocou minha bunda na altura do pau dele dizendo agora sim Bety, se prepara pra gritar, esfregando o pau dele entre minhas pernas, eu gritava forte aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh, ele deu umas palmadas com o pau dizendo Bety, desde que te conheço pelo Alberto você sempre foi uma gostosa, e hoje à noite Você vai ter o que merece. Eu tentava me cobrir com as mãos, mas ele as afastava, colocando o pau na entrada do meu cu, dizendo: "Bety, chegou a hora de você gritar de puro prazer. Esta noite vamos gozar como deuses, no pelo." Eu tinha esperança de que ele tivesse pena de mim por ser mãe do melhor amigo dele, implorando: "Não, no pelo, não, por favor!" Mas toda a confiança e amizade de tantos anos se perderam num segundo. Donoban penetrou bruscamente meu cu, dizendo: "Bety, como você é apertada, mesmo sendo uma coroa." Me deu um estirão danado, eu apertando os lençóis e gritando bem alto: "Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhh!" Apertando ele, tentando aguentar a dor. Donoban montou em cima de mim, se segurando nas minhas tetas quentes e suadas, me fazendo gritar: "Mmmmmmmmm aaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhh!" Se movendo devagar. Eu me sentia um lixo, tanto física quanto moralmente. Ele estava como se nada fosse, se pressionando contra meu cu, dizendo: "Grita, slutty, grita! Isso me excita pra caralho." Eu não queria nem imaginar o que o Alberto diria se chegasse e visse o melhor amigo dele e a mãe dele fazendo um filme pornô na minha cama. Tentava aguentar, mas meu corpo já estava mais que quente, esquentando cada vez mais com o pau dele se movendo dentro de mim, até que tive que ceder à tentação, dizendo: "Me perdoa, Alberto." Comecei a mexer minha bunda rapidamente pra cima e pra baixo, apertando ele, esfregando minha buceta, gritando muito alto: "Aaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhh mmmmmmmmmmm aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhh!" Me recostando na cama, ele disse: "Continua mexendo essa bunda quente, slutty, aaaaaayyyyy!" Donoban me colocou de quatro, mexendo minha bunda pra frente e pra trás rapidamente, esfregando minha buceta, puxando meu cabelo e me dando um tapa na bunda, dizendo: "Você só grita, slutty, que eu cuido do resto." Gritando muito forte: "Aaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhh mmmmmmmmmm aaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhh!" Apertando os lençóis. Depois de um tempo, ele terminou, descarregando todo o leite quente dele dentro de mim. Enquanto eu me esticava, ele enfiava o pau no meu cu pra não vazar nada, gritando bem alto aaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhh, até confesso que tive um pequeno orgasmo. Ele se deitou do meu lado pra curtir o orgasmo que eu tinha tido.

Sabia que já era tarde pra me arrepender, minha buceta já tava pedindo pelo pau dele, prestes a explodir. Então falei: Donoban, se prepara pra descobrir o quão foxy eu posso ser. Ele sorriu e disse: Mostra pra mim, Bety. Mesmo dolorida, me abaixei até a altura do pau dele, enfiando com a língua até a garganta, começando a chupar usando minhas tetas duras e suadas, de um jeito que o pau dele não demorou pra ficar duro e ereto de novo. Me segurando pelo cabelo, ele movia minha cabeça pra cima e pra baixo rápido, enquanto me dedava na buceta. Depois de um tempo, Donoban se levantou, me colocou de quatro e enfiou o pau na entrada da minha buceta, dizendo: Vamos continuar gozando, foxy. Ele me penetrou com força, segurando minhas tetas quentes e suadas pra meter até o fundo, se movendo rápido. Eu gritava bem alto: aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhh mmmmmmmmmmmmmmmmm aaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhh. Eu mexia minha bunda rápido pra cima e pra baixo. Ele virou, me deixando por cima, e disse: Bety, dá uns sentões, slutty. Eu mexia minha bunda rápido pra cima e pra baixo, dando sentões enormes, me apoiando no peito dele, gritando cada vez mais alto: aaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhh. Era difícil acreditar que eu tava sendo usada como uma foxy barata pelo melhor amigo do meu filho, que eu tava fazendo um filme pornô com o melhor amigo do meu filho e tava adorando, apertando cada vez mais forte, pensando que talvez eu seja mesmo uma foxy como ele diz. Gritando bem alto: aaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhh mmmmmmmmmmmmm aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhh. Ele sentou, me abraçando, colando nossas bundas suadas. e as tetas quentes no peito dela se movendo rapidamente enquanto ela gritava bem alto muito alto aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhh mmmmmmmmmmm aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhh arranhando as costas dele abraçando ele com as pernas e as mãos dando um puta beijo de língua enquanto ele acariciava minha bunda, a gente virando ficando ele por cima de mim colocando minhas pernas nos ombros dele, agarrando minhas tetas quentes e suadas enfiando fundo de uma vez só me fazendo gritar bem alto aaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhh beliscando os lençóis enquanto ele beijava meu pescoço apalpando meu corpo inteiro eu abraçava ele com as mãos e as pernas nos beijando gritando na boca dele, literalmente já até via luzinhas foi quando Donoban falou aguenta já quase gozo aaaaaaayyyyy slutty falando goza faz sua essa slutty, ele sorriu me dando uma enfiada violenta me fazendo gritar aaaaaaaaaaahhhhhhhh aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhh mmmmmmmmmm aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhh, já não aguentava mais tava a ponto de explodir, então me dando uma enfiada violenta gozei num mega orgasmo múltiplo fazendo ele descarregar todo o esperma dele super quente dentro de mim, sentia o esperma queimando por dentro todo meu ser, colando as pernas dele na minha bunda pra não vazar nada, gritando bem alto aaaaaaahhhhh deixando os lençóis molhados e grudentos, ele desligou o celular e saiu de cima de mim deitando do meu lado pra curtir o puta orgasmo que a gente teve, finalmente tirei os saltos suados e com um pouco de esperma, deitando em cima dele nos cobrindo com os lençóis olhando fixo pra ele falando por que você me comeu se sabe que sou a mãe do seu melhor amigo? Essa era uma linha que nunca devíamos ter cruzado, ele me abraçou colando minhas tetas suadas no peito dele falando Bety desde que te conheço pelo Alberto sempre te achei muito muito gostosa várias vezes até bati uma pra você, então sabia que essa noite era a única chance de foder essa sua buceta gostosa, me deixando meio vermelha falando Isso nunca deveria ter acontecido. Alberto é meu filho e seu melhor amigo, e nós traímos a confiança dele fodendo na minha cama. Ele me dá um beijo, dizendo "sim, mas no final nós dois quisemos tanto que curtimos pra caralho fazendo isso". E eu disse: "sim, eu sei. Mais do que curtir, eu gozei, amei, fiquei fascinada. Fazia tanto tempo que não me fodiam desse jeito". E ele disse: "então, Bety, por que você se nega? Merecemos continuar aproveitando enquanto fodemos. Além disso, Bety, você sempre foi uma mulher que se veste muito bem, mas se despe ainda melhor. Do jeito que você está, parece uma deusa toda suada, gozada e com meu leite escorrendo entre suas pernas."

Continuamos discutindo a madrugada inteira, até que eu disse: "ok, Donoban, aceito que continue me fodendo, mas com uma condição: toda vez que fodermos, que seja em outros lugares. Não estou disposta a deixar Alberto descobrir ou meus vizinhos pensarem que sou uma puta barata. Além disso, peço, imploro, suplico que aquele vídeo xxx nosso no seu celular só eu e você saibamos que existe, ok?" Ele aceitou, dizendo: "ok, Bety, esse vídeo pornô será nosso segredo. Mas eu também tenho uma condição: toda vez que fodermos, que seja natural, como esta noite. Além disso, nosso vídeo vai me ajudar a aguentar até a próxima vez que fodermos." Terminei aceitando ser a putinha do melhor amigo do meu filho para sempre que ele quiser foder. Nos beijando enquanto eu abraçava o pescoço dele, rolamos um tempo na cama nos beijando até dormirmos, ele me abraçando com o pau colado na minha bunda. Eu me sentia uma novinha que transou pela primeira vez com o namorado.

Lá pelas 9h da manhã, acordamos. Ainda doía pra andar. Tomamos banho juntos e, entre um beijo e outro, fiz outro boquete nele. Ele gozou tudo na minha cara e nos meus peitos. Nos trocamos e nos beijamos pela última vez enquanto ele apalpava minha bunda. Eu disse: "agora você já é um homem de verdade, capaz de montar qualquer mulher", beijando ele. E antes de sair do meu quarto, ele me deu um tapaão na bunda, dizendo: "a partir de ontem à noite, Bety, só eu posso encher essas pernas gostosas de leite." Enquanto íamos embora rindo, eu estava meio... Despenteada, com olheira, meio sem jeito de manhã, bocejando de sono.
Qualquer um diria que eu tava de puta barata trabalhando no quarto a noite inteira, tentava não mancar ao andar aguentando a dor. Na sala, ele fala: "E aí, vamos tomar café? Eu pago." Fomos no Liverpool do Parque Delta, ficamos conversando besteira a manhã toda. Lá pras 1h30 da tarde, ele me levou em casa, me acompanhou até o apartamento, nos despedimos com um beijo e ele fala: "Tchau, Bety, que noite deliciosa a gente passou." Falei putaria pra ele ver as maravilhas que minhas pernas fazem, e ele responde: "Já conferi, safada", me dando um tapa na bunda e rindo enquanto fechava a porta. Fui pro quarto, vesti meu camisola e robe, tomei um remédio pra dor, me deitei na cama me cobrindo com os cobertores, liguei a TV. Nessa hora, chegou o Alberto perguntando: "O que cê tá fazendo?" E eu falei: "Nada, aqui entediada", rindo sozinha lembrando da noite passada, até cair no sono de vez.

0 comentários - Virei a putinha do melhor amigo do meu filho