Gostosa do vizinho encanador: traí meu marido

Depois da visita ao meu sogro, fiquei mais tarada do que o normal. Me olhava no espelho pelada e adorava ver meu corpo, que deixa os homens loucos. Mesmo não sendo mais tão jovem, meus peitos grandes continuavam firmes, minhas cadeiras largas me faziam parecer gostosa em qualquer lugar, e minha bunda dura e empinada provocava olhares por onde eu passava. Além disso, meu rosto de mulher safada e fogosa era uma combinação mortal pra qualquer homem, e isso me fazia sentir uma autoestima lá em cima.

No banho, lembrava das minhas aventuras extraconjugais, que longe de me dar vergonha, me faziam sentir feliz, como se eu explodisse a mulher quente e fogosa que carrego dentro de mim, e que talvez muitas mulheres casadas nunca despertam por não se atreverem a fazer coisas novas ou experimentar fantasias eróticas.

Meu marido não era o pior na cama, mas os trecos repetitivos dele me entediavam. Ele simplesmente se jogava em cima de mim e me penetrava sem muita vitalidade. Talvez ele curtisse mais do que eu, por isso eu me mexia bem pra ele gozar rápido e assim lembrar daqueles garanhões pra quem eu tinha aberto as pernas com muito prazer.

Da noite pro dia, comecei a usar roupas mais justas, que mostrassem minha silhueta, parte das minhas pernas e dos meus peitos. Isso provocava uma enxurrada de cantadas ousadas por onde eu passava, o que me dava risada e satisfação. Nunca pensei que me comportar de forma tão liberal me daria tanto prazer; ser desejada era uma sensação incrível.

Tinha um vizinho que tinha se mudado fazia pouco, chamado Ramón, uns quarenta e três anos, gordo, barbudo, tudo que eu jamais imaginei como amante. De manhã, ele saía pra plantar flores, e aproveitava pra me espionar nos meus afazeres domésticos. Quando eu saía pra regar o jardim, o homem ficava me olhando com olhos de safadeza. Me dava nojo, porque ele não tinha nada de atraente.

Umas vizinhas fofoqueiras me contaram sobre ele: era encanador, viúvo, ninguém sabe por que veio se mudar. Mas ele acabava sendo bem útil pra algumas... Famílias que precisavam de um encanador pra resolver uns problemas em casa, uma delas disse que o cara era bem atrevido, porque deu em cima dela quando ela o chamou por causa de um cano estourado. Ela contou que ele disse que podia ajudar ela no que o marido não dava conta, que tinha uma ferramenta bem grande pra tirar ela do sufoco. Ela respondeu que não precisava daquilo, pagou o serviço e foi embora.
Isso me deixou alerta pra qualquer ousadia dele. Com o passar dos dias, percebi que entravam na casa dele umas mulheres da vida, que demoravam horas pra sair. Pelo que notei, o sujeito era bem tarado e tinha grana pra bancar esse vício que muitos homens adoram. Mas também não sou ninguém pra julgar, porque já fiz coisas nada decentes também.

Esse homem começou a bater na minha porta, perguntando se eu não precisava de alguma ajuda. Fiquei meio nervosa, porque não o conhecia direito e tinha medo que ele me estuprasse ou fizesse algo. Mas acho que eu mesma despertei esse desejo nele, por me vestir de um jeito tão provocante.

Aceitei conversar um pouco com ele e deixei ele entrar na sala. Ele se mostrou muito educado, contou que depois que ficou viúvo, ficou tão deprimido porque a mulher dele era muito atenciosa. Não aguentou viver de lembranças e se mudou, tentando aproveitar o que resta da vida. Eu falei: “E por isso você mete umas amigas na sua casa?” Ele riu e disse que a esposa era muito fogosa e ele já estava acostumado a transar todo dia. Disse que a esposa se parecia fisicamente comigo, com um corpo feito pra dar prazer sexual.

Eu soltei uma risada e falei: “Então quer dizer que eu também sou feita pra dar prazer sexual?” Ele respondeu que eu não ficasse brava, mas que era sincero e sentia que uma mulher como eu precisava de um bom macho que fizesse ela gozar gostoso. Pelo que ele disse, dava pra expulsar ele de casa, mas não sei por que fiquei excitada ouvindo ele falar tão safado. Eu disse que pra isso tinha meu marido, e ele respondeu que eu passava quase o dia inteiro sozinha. Sozinha e me vestir tão sexy denotava que me faltava homem, respondi: “Então quer dizer que sou uma mulher no cio?” e ele disse que talvez sim, mas que se eu botasse chifre no meu marido, devia fazer com um que tivesse uma grande pra eu lembrar das investidas.
Eu ri na cara dele e falei que ele dizia cada loucura, ao rir percebi que ele olhava o movimento dos meus peitos, e falei: “Por favor, olhe nos meus olhos e não nos meus peitos, porque eles são de outro”, ele, entrando mais na confiança, disse: “Esses peitos são de quem você quiser oferecê-los”, na hora respondi: “Bom, são do meu marido, acho que não vou dar pra mais ninguém” (obviamente já tinha dado pra outros antes).
Ofereci um café e a colherinha caiu no chão, ele muito educado disse que pegava, eu sentei e quando ele se abaixou, olhou minhas pernas grossas, eu sabia que ele tava me olhando e minha mente louca disse: “abre as pernas”, e assim fiz, dando um belo show da minha calcinha, perguntei: “Ainda não achou a colherinha?” e ele disse que já ia pegar, que tava debaixo da mesa, abri mais as pernas pra ele se deliciar com minha calcinha, tava usando uma fio dental, semi transparente, branca, que mal cobria meus lábios da buceta, sentir que ele me espiava por debaixo da mesa me fez ficar molhada, o que ele com certeza descobriu, ele se levantou com a colherinha e foi limpar, quando voltou tomou o café e se despediu de mim com um beijo na bochecha, disse: “Pra qualquer coisa que precisar, me procura” e eu falei que tudo bem.
Naquela noite pensei naquele homem, tanto que odiei ele, e só de se insinuar fiquei com vontade de ver o tamanho da ferramenta dele, tentei esquecer aquilo pensando nos meus outros amiguinhos, mas aquele nojento tava na minha cabeça.
No dia seguinte acordei com um tesão danado, precisava aliviar e meu marido já tinha ido trabalhar, lembrei do recado que o encanador me deu e com uma chave inglesa que meu marido tinha, afrouxei parte do cano onde lavo a Pratos, chamei meu vizinho e ele, rápido e ligeiro, bateu na porta. Recebi ele com um roupão de dormir meio transparente, o que fez o pacote dele ficar bem evidente. Falei do problema com o cano e ele se apressou pra resolver.

Rapidamente ele percebeu que o estrago não era nada demais, mas demorou pra consertar o cano. Eu me aproximei enquanto ele estava deitado no chão da cozinha e comecei a conversar com ele. Nem lento nem preguiçoso, ele começou a olhar minhas coxas grossas que apareciam por baixo do roupão, que batia acima do joelho. Ele tinha um ângulo bem aberto da minha calcinha, e aproveitei pra me insinuar o máximo que podia. Aquele homem me deixava com tesão. Percebi como o pacote dele crescia por estar tão perto dele. Falei:

Eu: Vizinho, quanto vai me cobrar pelo conserto?
Vizinho: Por isso não se preocupa, vou cobrar bem baratinho.
Eu: Que bom, vizinho, porque meu marido não me deixou dinheiro.
Vizinho: Fica tranquila, vizinha, tem outros jeitos de pagar.
Eu: Que tipo, vizinho?
Vizinho: Bom, pra começar, pode parar de me provocar e começar a chupar minha pica como a puta que você é.
Eu: Vizinho, não seja atrevido, não sou puta.
Vizinho: Claro que é, sim. Ontem vi como você se molhou toda quando me abaixei perto da mesa. Você tá com vontade de pica (ele desabotoou a calça e tirou um pau descomunal, grosso, cabeçudo e cheio de veias, com um saco que parecia mais de um animal garanhão do que de um homem).
Eu: Vizinho atrevido, como pode me mostrar isso?
Vizinho: Para de falar tanto e se abaixa pra chupar.

Como se uma força misteriosa tomasse conta de mim, me abaixei e comecei a chupar ele. Tinha um cheiro forte de macho suado que me deixava ainda mais alvoroçada. Engoli ele inteiro.
Vizinho: Aaaaah, vizinha, que puta que seu marido tem em casa. Imagino que já botou chifre nele com outro. Tá chupando melhor que as putas que eu pago pra me visitar.
Eu: Sim, vizinho, sou puta. Sua pica é uma delícia, quero enfiar ela em todo lugar. Vizinho: vem foxy, senta nela e aproveita.
Eu me levantei e tirei o roupão, tava decidida a foder com aquele nojento, ele me fazia sentir suja e a adrenalina de comer uma pica nova do jeito que eu gosto me deixava excitada. Tirei a calcinha, mostrando meus peitões e minha buceta depilada, ele não tirava os olhos do meu corpo e disse: “vem puta, senta na minha pica”.
Devagar fui sentando na pica dele, que se cravava na minha buceta com dificuldade de tão grossa que era, eu sentia até o fundo do meu útero e já com a pica toda dentro de mim comecei a rebolar devagar pra aproveitar, jorros de lubrificação escorriam entre minhas pernas, deixando a penetração mais fácil e gostosa. O homem com as mãos sujas acariciava minhas nádegas, me dava tapas duros e isso me fazia gritar de prazer, ele percebeu que eu curtia os maus-tratos e ordenou: “fica de quatro na mesa da cozinha”. Levantei e fiz o que ele mandou, ele se levantou e começou a lamber minha bunda, enfiava a língua na minha buceta até chegar no meu cu, que ele notou que tava aberto, disse: “que puta você é, dá pra ver que já te arrombaram pelo cu”. Respondi: “para de falar e enfia onde você mais gostar”.
Feito uma fera, ele enfiou de uma vez dentro do meu buraco anal, eu gritei de tesão e ele começou a me comer com violência, as bolas dele batendo feroz nas minhas nádegas, pra ser gordo ele sabia se mexer bem e não cansava.
Eu: ai vizinho, que grande que ele tem, tá me matando.
Vizinho: e você vizinha tem uma bunda deliciosa, feita pra foder, cê gosta de sentir no cu?
Eu: sim vizinho, adoro, não para de enfiar, ahhh que gostoso, mmm (não parava de gemer porque enquanto metia, me dava tapas na bunda).
Vizinho: me leva pro quarto onde você dorme com seu marido, quero te encher de porra na cama dele e deixar os lençóis cheirando a sexo.
Ele tirou do meu cu e eu andei na frente dele guiando até meu quarto de casada, enquanto andava rebolava. minhas grandes nádegas, o que o deixava mais excitado e ele me dava tapas enquanto fazia, chegamos ao quarto e eu me abri o máximo que pude, ele se jogou em cima de mim e começou a lamber minha pussy até me provocar orgasmos fortes, ele subiu e começou a chupar com força meus peitos, isso me deixava mais fogosa, eu tinha um touro inteiro na minha cama, comecei a beijar ele, metendo nossas línguas um no outro, minhas pernas abraçaram a cintura dele e senti o enorme cock dele na minha buceta.
Ele estava me matando na base da pica, eu não parava de gemer e gozar, assim como ele, nessa trepada do caralho, ele tirou o pau e colocou entre meus peitos, começou a foder meus peitos, a cabeça do cock dele entrava na minha boca com muita facilidade, do lado da cama tinha um espelho grande e eu me via sendo fodida por aquele cara, me senti tão slut e suja, mas eu curtia.
Ele me virou de costas e enfiou com força, puxando meu cabelo, eu não parava de gemer e veio um orgasmo forte enquanto ele me dava tapas na bunda, o suor dele escorria pelas minhas costas, molhando a cama e deixando cheiro de sexo, eu sentei em cima dele e comecei a cavalgar, não me importava se me rasgava por dentro, o cock dele entrava e saía com muita facilidade.
Eu: ohhh vizinho, seu cock é muito yummy.
Vizinho: e sua racha é mais gostosa, já não aguento mais, vou gozar dentro de você.
Eu: ah sim vizinho, me enche de cum (mudamos de posição e ele colocou minhas pernas nos ombros dele pra me penetrar mais fundo).
Eu: ohhh vizinho, me dá seu cum ahhhhh, ayyyy, ufffff, me fode com força, deixa seu cum dentro, me enche toda…
Vizinho: sim, slut, vou te encher de cum, que delícia de foda, slut, sua pussy é minha, ahhh, vou gozaaaar (rios de sêmen jorraram dentro da minha buceta, me causando um orgasmo forte, nossos fluidos se misturaram, era tanto cum que deixou a cama cheia de porra, quando ele tirou, saía cum da minha pussy, que eu provava enfiando o dedo e passando na língua.
Vizinho: vejo que você gosta de engolir cum, chupa ele que ainda tenho mais pra Sua boquinha.
Comecei a chupar ele, o gosto de pau com porra me deixava louca, passava a língua na cabeça, cuspia e engolia de novo. Ele pediu pra gente fazer sessenta e nove pra eu também sentir a língua dele, e a gente se chupou mutuamente. Enquanto ele chupava minha buceta (não ligava se tinha porra dele dentro dela), ele enfiava dois dedos no meu cu, me dando tapas na bunda. Não aguentei e gozei na boca dele, chupei ele mais forte e ele gozou dentro da minha boca. Engoli toda a porra dele, surpreendentemente a segunda gozada era igual à primeira, quase me afoguei em sêmen.
Abracei ele e a gente se beijou de língua, dormimos um pouco e continuamos transando. Dessa vez era pelo cu, já que ele queria me fazer o serviço completo. A cama estava muito molhada de suor, fluidos vaginais e porra. Ele gozou no meu cu, deixando ele cheio de porra, puta merda, ele tinha bastante. Ele se levantou e se despediu com um beijo, me disse a mesma frase de antes: “quando precisar de mim, tô à disposição pra qualquer coisa”. Eu, nua, mostrei minha buceta pra ele e falei: “sim, papai, quando eu tiver com vontade, te chamo pra me comer e acalmar meu tesão”.
Ele foi embora e eu fiquei deitada, satisfeita com a dose de pau que provei. Fiquei tirando porra do meu cu e saboreando, foi uma boa sessão de sexo, e espero chamar ele logo.

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