Muito boa tarde a todos os meus leitores, continuamos com minhas experiências que fascinam todo mundo, pelo tesão.
Hoje vou contar um causo curto. Era uma terça-feira à tarde, a gente tinha almoçado com o David num restaurante que fica na rua 37 com 13, tínhamos hora na embaixada americana, que na época ficava na rua 13. A gente planejava ir pras Bahamas de férias, mas infelizmente meu marido foi chamado no escritório pra pegar uns projetos e fazer umas modificações urgentes. Então ele teve que ir pro escritório na marra. Foi embora e eu fiquei esperando ele, sentada no restaurante, pensando que se não tivesse trânsito dava pra chegar a tempo. Já tava quase duas horas esperando e a hora do compromisso chegando, comecei a ficar desesperada de não dar tempo, os minutos passavam e nada, liguei pro celular dele e parecia que tava desligado, soltei um puta palavrão. Não tinha reparado que na mesa do lado tinha um cara que percebeu meu desespero, bom, e também me ouvia falando sozinha, a mesa dele tava cheia de papéis que ele revisava.
– Parece que te deram um bolo, hein?
Virei pra olhar ele, aquela voz me deu uma sensação gostosa, fiquei olhando pra ele em silêncio por uns segundos.
– Pois é, caralho, a gente tinha hora na embaixada americana com meu marido e parece que já perdemos.
Olhei o relógio, cocei a cabeça com o lápis, ele sorriu pra mim e piscou o olho.
– Mas fica tranquila, outro dia tem, outra hora, vocês vão viajar logo?
– Não, só daqui a dois meses.
– Ah, então tem tempo pra isso, princesa.
– É, até lá dá tempo, espero que nossos compromissos deixem a gente arrumar um tempinho pra voltar.
A gente continuou conversando e eu falei:
– Vem cá, bonitão, senta aqui do meu lado.
Ele levantou, pegou as coisas e colocou nas cadeiras na minha frente, naquela hora vi meu marido vindo e fiz sinal pra ele com a mão de cortar e se afastar. Mas ele não fez isso e sentou atrás de mim. onde estava aquele cavalheiro sentado.
–Bom, primeiro de tudo, muito prazer, meu nome é Miguel.
Ele apertou minha mão e senti um choque que já me prometia uma boa foda, suspirei enquanto respondo.
–Muito prazer, boneco, Diana pra você.
Comecei a recolher os papéis que estavam sobre a mesa, organizando-os.
–Mas parece que no fim seu marido não vai vir?
–Não, já tenho cem por cento de certeza que ele não vem, e o melhor é que ele nem apareça, né?
–Acho que seria o melhor, assim posso te conhecer. E o que você faz, gostosa?
–Sou advogada criminal.
–Pô, que legal, já imaginava.
–É? Tenho cara de advogada?
–Bom, pela sua cara linda, até que não, porque deixa eu te dizer que você está maravilhosa. Mas pelos papéis que você mexe, não é em todo lugar que usam esse tamanho ofício, só nos tribunais mesmo.
Naquele dia eu não estava de terno de tecido, tinha vestido um macacão de malha preta que cobria o corpo todo, pés e braços, não estava de sutiã nem calcinha, uma saia preta de couro, um casaco de lã preto e saltos altos de tiras.
–A única coisa boa de seu marido não ter vindo foi poder te conhecer.
–É, você tem toda razão, boneco.
–Gostaria de te convidar pra um drink, será que você pode? Tem algo pra fazer agora?
Me virei pra olhar pra ele, me aproximei do rosto dele esticando o pescoço.
–Então sim, te conto que adoraria, de verdade, e como não tenho nada pra fazer, aproveitamos que meu marido não veio e não sei se você quer passar a tarde comigo, assim eu me distraio da raiva que tô do meu marido por ter me deixado na mão.
–Beleza, claro que sim, espera, vou fazer uma ligação.
Pegou o celular dele e começou a ligar pro amigo, mas parecia que tava desligado.
Eu ri…
–hahaha não sei pra que esses caras têm um celular do caralho se deixam desligado.
–Pois é, que saco. E aonde você quer ir, gostosa? Você que conhece a cidade, podemos ir pra Zona Rosa ou pra Galerias?
–Eu tenho um lugar onde a gente pode ir.
Passei a mão no cabelo dele enquanto falava.
–É aqui perto, em Teusaquillo, é bem reservado e onde a gente pode passar a tarde toda.
Ele fica me olhando meio surpreso, praticamente eu tava convidando ele pra me comer.
— Claro, sim, aonde você quiser.
A gente tava tão perto um do outro que eu cravei um beijo na boca dele.
— Então anda, vamos saindo. E o que você tá fazendo por essas bandas?
— A gente não tava no I.C.A., que fica a meia quadra daqui, solicitando uns documentos de uma pesquisa agropecuária. Eu sou agrônomo e a gente precisa deles pra trabalhar nesse projeto.
— Mas você tá com alguém?
— Tô, com meu colega que tá lá nos escritórios.
A gente saiu do restaurante, tinha uns degraus e o cavalheiro me deu a mão pra descer, não me soltou quando começamos a andar e eu também não, pelo contrário, entrelacei os dedos dele com os meus. Quando chegamos na esquina, ele viu o cara saindo do prédio com uma pasta na mão, a gente se aproximou e ele ficou me olhando.
— Pronto, velho, aqui tá o projeto.
— Muito prazer. Ele estende a mão.
— Ah, me desculpa, olha, te apresento o Pedro, meu colega de trabalho.
— Encantada em conhecê-lo.
Dou a mão pra ele e sinto de novo aquela faísca que me pega, me dá um tesão no corpo. O Miguel fica me olhando quando eu dou aquele pulinho.
— Hehe, esse mesmo pulinho que você deu quando me apresentei.
Eu tapei o rosto de vergonha.
— Não tô sentindo nada.
Ele deu uma olhada no projeto e conversou com o Pedro.
— Beleza, velho, com isso a gente já pode começar o trampo e receber a grana.
— É, irmão, já não falta nada.
— A gente vai pro escritório ou você vai pra algum lugar?
— Vamos com a Diana tomar um drink e a gente se vê amanhã.
Aí eu tive que meter a colher.
— Mas Pedrinho, se você quiser, pode vir com a gente. Eu adoraria ficar com vocês dois.
O Miguel me olha e olha pro Pedro.
— Bom, eu tava pensando em ir comemorar que a gente já começou o trampo, mas não esperava uma companhia tão gostosa.
— Ah, então anda, Pedrinho, vamos pra um lugar que eu sei que vocês vão amar. Vocês têm carro?
— Sim, sim, tá estacionado na frente do restaurante.
A gente foi andando, eu no meio dos dois. Era o No carro do Pedro a gente entrou, eles dois na frente e eu atrás. Guiei eles descendo pela 37 até a 19, viramos à direita, chegamos na 39 e de novo à direita. Chegamos, abri o estacionamento com o controle, entramos no escritório, fechamos o portão e depois fomos pro local. A luz tava baixa, então aumentei um pouco. Aqueles dois ficaram meio pensativos com o lugar, imagino eu: uma cama extra grande, um bar, cortinas grossas vermelhas, uma jacuzzi. Com um chuveiro transparente.
– Vocês moram aqui?
– Não, esse é um lugar onde venho com amigos pra transar.
Os dois se olharam espantados. Me aproximei do bar e ofereci:
– Querem beber algo? Tenho de tudo.
Pediram uísque e eu, meu costumeiro rum. Tirei a jaqueta, sentamos nos bancos do bar.
– E seu marido sabe desse lugar?
– Sim, meu marido adaptou esse lugar pra mim.
Começamos a falar do projeto que iam fazer, por um bom tempo. Os copos esvaziavam rápido, a música tocava, eu já tava altinha e com vontade de pica. Aí tocou um reggaeton e comecei a dançar pra eles na barra, mexendo meu corpo bem sensual. Soltei devagar os botões do blazer, sem tirar, continuei dançando. Com meus movimentos, dava pra ver meus peitos através da malha.
Depois fui soltando um botão da saia, depois o zíper. Continuei dançando e mexendo minha cintura pra frente e pra trás, abaixei a saia. Suspiros e olhos arregalados ao me ver sem calcinha, com minha bucetinha recém-depilada. Me segurei no tubo, me agachei mostrando minha bunda e tirei a calcinha que tava usando. Continuei dançando e tirei o blazer, ficando só com a malha, que cobria meu corpo todo e tinha uma abertura entre as pernas.
Os dois se aproximaram de mim. Miguel, que é mais alto, ficou atrás de mim e começou a beijar meu pescoço. Pedro pegou meus peitos, abaixei o macacão pra ele poder chupar. Com a mão esquerda, agarrei a pica do Miguel por cima da calça, e com a direita, a do Pedro. Confirmando o que já sabia, que eram bem dotados. Eles desabotoam as camisas e eu solto o cinto, os botões e abaixo o zíper, eles terminam de tirar a camisa e eu abaixo as calças deles, eles tiram os sapatos, levantam os pés para tirar as calças e eu meto minha mão dentro da cueca deles e agarro a pica deles.
Beijo eles metendo minha língua na boca deles, masturbo eles, eles me acariciam dedando minha bucetinha e minha bunda, eles tiram as cuecas e eu abaixo minha cabeça e vejo as picas deles, ambas do mesmo comprimento mas a do Miguel muito mais grossa, coberta pela pele, não tinha sido circuncidado. A gente se beijava, eles acariciavam meu corpo todo, o Miguel me dedava com força arrancando vários gemidos de prazer, o Pedro se ajoelha e eu me abaixo um pouco, ele lambe minha bunda abrindo minhas nádegas com as mãos. O Miguel termina de tirar a calça e a cueca, desabotoa a camisa tirando ela e continua me beijando, eu masturbo ele, acaricio as bolas dele, ele beija meus peitos, eu abro as pernas e o Pedro lambe desde o cu até a buceta.
O Miguel me levanta e me leva pra cama, me deita, senta do meu lado e eu deito ele nos beijando e masturbando ele, depois eu levanto me colocando em cima dele fazendo um sessenta e nove, os pés dele no chão.
O Pedro termina de se despir e se aproxima se colocando na minha frente, eu agarro as duas picas e começo a chupar elas, me deliciando com a textura, sentindo como a pele do Miguel recolhia a glande, o Pedro não era que tivesse bolas grandes mas o saco dele era bem comprido e caído, cobrindo perfeitamente a pica dele ao colocar, envolvendo ela.
Eu agarrava as picas deles esfregando elas no meu rosto ao sentir sensações prazerosas com a lambida do Miguel, até que eu gozei. A gente trocou de pose, montamos os três na cama, o Miguel de barriga pra cima e eu feito uma puta agarro pra chupar a pica dele e o Pedro por trás me penetra a bucetinha, tira e volta a me penetrar, tira de novo e outra vez pra dentro várias vezes até que ele começa a me foder com força. Ritmo por quase vinte minutos, gozei tremendo toda, agarrada na pica do Miguel, que eu adorava chupar.
Trocamos de posição e montei no Miguel, coloquei a pica dele na entrada da minha bucetinha e deixei ela deslizar, sentindo entrar roçando minhas paredes vaginais. Pedro serviu uns tragos de rum pra gente e continuamos transando até eu gozar de novo, e trocamos de posição outra vez.
Me abaixei pra chupar a pica do Miguel por uns segundos, virei deixando ele atrás de mim e coloquei a pica dele na entrada do meu cu e devagar fui enfiando, mexia minha cintura de um lado pro outro me dilatando, sentindo a carne dele nas minhas paredes anais, até sentir ela toda dentro. Suspiro, abro os olhos, mordo os lábios, me mexo em círculo, levanto tirando um pouco e enfio de novo suavemente, repito aumentando o ritmo e meus gemidos, me apoio nas pernas dele e pulo sem parar sentindo meu corpo tremer a cada uma. Sensações deliciosas me tomavam, descansei um pouco me levantando, deixando o Miguel me comer. Pedro me beijava e, me inclinando, fiz ele parar na cama e chupei a pica dele, enquanto o Miguel arrebentava meu cu metendo com tudo.
Gozei de novo e descansamos um pouco, tomamos um rumzinho e logo voltamos à ação. Dessa vez deitei o Pedro de barriga pra cima e montei nele, e ele penetrou meu cu. Miguel tinha lavado a pica, ficou na minha frente e eu chupei ela. Daí pedi pra ele meter na minha bucetinha. Ele se ajoelhou, levantou minhas pernas colocando no peito dele e me penetrou, parando com o Pedro pra deixar ele me penetrar também e comecei a sentir essas duas picas dentro de mim entrando e saindo sem parar. Sensações gostosas inundavam meu corpo, minha voz entrecortada pedia mais fogo, mais prazer.
Até eu gozar em espasmos intermitentes que ecoavam pelo meu corpo todo. Miguel levantou e o Pedro me fez gozar de novo com os movimentos dele. Descansamos uns minutos e voltamos à faina. De pé, Se abraçam e o Miguel me levanta na cintura dele, eu enrosco minhas pernas nele e ele mete na minha bucetinha, o Pedro por trás mete no meu rabo e a gente fode por uns 20 minutos, me seguro nos ombros deles e curto os dois paus entrando e saindo do meu corpo até eu gozar. A gente para e eu me ajoelho pra chupar os paus deles, depois sento o Miguel no sofá e monto nele de costas, pego o pau dele e enfio no meu rabo, o Pedro chega perto e eu levanto meus pés apoiando no peito dele, ele mete na minha bucetinha por uns dez minutos até todo mundo gozar e derramar o leite dentro de mim, ficamos todos conectados por uns segundos, eles tiram os paus melados de porra e eu me ajoelho pra chupar até deixar limpinho, sem nenhum vestígio de líquido.
– Ave Maria, dona Diana, a senhora é uma puta deliciosa mesmo.
– Seu marido não sabe o quanto a gente vai agradecer ele não ter ido ao restaurante.
– Não, querido, ele foi sim, eu vi ele entrar e fiz sinal pra gente parar e me deixar com você, foi ele quem sentou atrás de mim e ouviu a gente conversar.
– Olha só, você me surpreende, mulher, vocês formam um casal bem peculiar.
– Sim, a gente é uma espécie rara, eu adoro transar com outros homens e ele adora me ver ou imaginar tudo que eu gozo.
– Só me resta te parabenizar, linda, me passa seu número de telefone porque adoraria te ver de novo.
– Anota aí, 311... ... ...
Naquele exato momento o telefone tocou. Pensei que era o Miguel me ligando, mas quando vi era minha filha.
– Oi, filha, como cê tá?
– Oi, Mami, bem, e você, onde cê tá?
– Tô no local, filha, me divertindo com dois cavalheiros que acabei de conhecer.
– Ah, tá, e vocês vão demorar ou já vão sair? Não, acho que a gente já vai sair, tenho que ir na casa de um cliente entregar uns papéis. Puta merda, já são seis horas.
– Ah, tá, é que a gente vai com duas amigas que querem botar chifre nos maridos, então a gente já vai pro local. Mami, você vai pra casa ou pra casa do Gerardo? É que estamos com ele.
–Ah, seus malditos, tão se acabando de prazer e não me chamam?
–Mamãe, em casa te conto, já estamos indo pro local.
–Beleza, filha, hoje vou pra casa, aproveito e arrumo umas roupas pra esses dias.
Desliguei e me levantei.
–Bom, queridos, foi um prazer, mas a gente precisa ir, minha filha vem com os amigos dela pra transar.
Os dois se olham e sorriem. Combinando de repetir a dose, se despedem e vão embora. Eu organizo, dou uma limpada, deixo os aromatizadores ligados e vou.
Hoje vou contar um causo curto. Era uma terça-feira à tarde, a gente tinha almoçado com o David num restaurante que fica na rua 37 com 13, tínhamos hora na embaixada americana, que na época ficava na rua 13. A gente planejava ir pras Bahamas de férias, mas infelizmente meu marido foi chamado no escritório pra pegar uns projetos e fazer umas modificações urgentes. Então ele teve que ir pro escritório na marra. Foi embora e eu fiquei esperando ele, sentada no restaurante, pensando que se não tivesse trânsito dava pra chegar a tempo. Já tava quase duas horas esperando e a hora do compromisso chegando, comecei a ficar desesperada de não dar tempo, os minutos passavam e nada, liguei pro celular dele e parecia que tava desligado, soltei um puta palavrão. Não tinha reparado que na mesa do lado tinha um cara que percebeu meu desespero, bom, e também me ouvia falando sozinha, a mesa dele tava cheia de papéis que ele revisava.
– Parece que te deram um bolo, hein?
Virei pra olhar ele, aquela voz me deu uma sensação gostosa, fiquei olhando pra ele em silêncio por uns segundos.
– Pois é, caralho, a gente tinha hora na embaixada americana com meu marido e parece que já perdemos.
Olhei o relógio, cocei a cabeça com o lápis, ele sorriu pra mim e piscou o olho.
– Mas fica tranquila, outro dia tem, outra hora, vocês vão viajar logo?
– Não, só daqui a dois meses.
– Ah, então tem tempo pra isso, princesa.
– É, até lá dá tempo, espero que nossos compromissos deixem a gente arrumar um tempinho pra voltar.
A gente continuou conversando e eu falei:
– Vem cá, bonitão, senta aqui do meu lado.
Ele levantou, pegou as coisas e colocou nas cadeiras na minha frente, naquela hora vi meu marido vindo e fiz sinal pra ele com a mão de cortar e se afastar. Mas ele não fez isso e sentou atrás de mim. onde estava aquele cavalheiro sentado.
–Bom, primeiro de tudo, muito prazer, meu nome é Miguel.
Ele apertou minha mão e senti um choque que já me prometia uma boa foda, suspirei enquanto respondo.
–Muito prazer, boneco, Diana pra você.
Comecei a recolher os papéis que estavam sobre a mesa, organizando-os.
–Mas parece que no fim seu marido não vai vir?
–Não, já tenho cem por cento de certeza que ele não vem, e o melhor é que ele nem apareça, né?
–Acho que seria o melhor, assim posso te conhecer. E o que você faz, gostosa?
–Sou advogada criminal.
–Pô, que legal, já imaginava.
–É? Tenho cara de advogada?
–Bom, pela sua cara linda, até que não, porque deixa eu te dizer que você está maravilhosa. Mas pelos papéis que você mexe, não é em todo lugar que usam esse tamanho ofício, só nos tribunais mesmo.
Naquele dia eu não estava de terno de tecido, tinha vestido um macacão de malha preta que cobria o corpo todo, pés e braços, não estava de sutiã nem calcinha, uma saia preta de couro, um casaco de lã preto e saltos altos de tiras.
–A única coisa boa de seu marido não ter vindo foi poder te conhecer.
–É, você tem toda razão, boneco.
–Gostaria de te convidar pra um drink, será que você pode? Tem algo pra fazer agora?
Me virei pra olhar pra ele, me aproximei do rosto dele esticando o pescoço.
–Então sim, te conto que adoraria, de verdade, e como não tenho nada pra fazer, aproveitamos que meu marido não veio e não sei se você quer passar a tarde comigo, assim eu me distraio da raiva que tô do meu marido por ter me deixado na mão.
–Beleza, claro que sim, espera, vou fazer uma ligação.
Pegou o celular dele e começou a ligar pro amigo, mas parecia que tava desligado.
Eu ri…
–hahaha não sei pra que esses caras têm um celular do caralho se deixam desligado.
–Pois é, que saco. E aonde você quer ir, gostosa? Você que conhece a cidade, podemos ir pra Zona Rosa ou pra Galerias?
–Eu tenho um lugar onde a gente pode ir.
Passei a mão no cabelo dele enquanto falava.
–É aqui perto, em Teusaquillo, é bem reservado e onde a gente pode passar a tarde toda.
Ele fica me olhando meio surpreso, praticamente eu tava convidando ele pra me comer.
— Claro, sim, aonde você quiser.
A gente tava tão perto um do outro que eu cravei um beijo na boca dele.
— Então anda, vamos saindo. E o que você tá fazendo por essas bandas?
— A gente não tava no I.C.A., que fica a meia quadra daqui, solicitando uns documentos de uma pesquisa agropecuária. Eu sou agrônomo e a gente precisa deles pra trabalhar nesse projeto.
— Mas você tá com alguém?
— Tô, com meu colega que tá lá nos escritórios.
A gente saiu do restaurante, tinha uns degraus e o cavalheiro me deu a mão pra descer, não me soltou quando começamos a andar e eu também não, pelo contrário, entrelacei os dedos dele com os meus. Quando chegamos na esquina, ele viu o cara saindo do prédio com uma pasta na mão, a gente se aproximou e ele ficou me olhando.
— Pronto, velho, aqui tá o projeto.
— Muito prazer. Ele estende a mão.
— Ah, me desculpa, olha, te apresento o Pedro, meu colega de trabalho.
— Encantada em conhecê-lo.
Dou a mão pra ele e sinto de novo aquela faísca que me pega, me dá um tesão no corpo. O Miguel fica me olhando quando eu dou aquele pulinho.
— Hehe, esse mesmo pulinho que você deu quando me apresentei.
Eu tapei o rosto de vergonha.
— Não tô sentindo nada.
Ele deu uma olhada no projeto e conversou com o Pedro.
— Beleza, velho, com isso a gente já pode começar o trampo e receber a grana.
— É, irmão, já não falta nada.
— A gente vai pro escritório ou você vai pra algum lugar?
— Vamos com a Diana tomar um drink e a gente se vê amanhã.
Aí eu tive que meter a colher.
— Mas Pedrinho, se você quiser, pode vir com a gente. Eu adoraria ficar com vocês dois.
O Miguel me olha e olha pro Pedro.
— Bom, eu tava pensando em ir comemorar que a gente já começou o trampo, mas não esperava uma companhia tão gostosa.
— Ah, então anda, Pedrinho, vamos pra um lugar que eu sei que vocês vão amar. Vocês têm carro?
— Sim, sim, tá estacionado na frente do restaurante.
A gente foi andando, eu no meio dos dois. Era o No carro do Pedro a gente entrou, eles dois na frente e eu atrás. Guiei eles descendo pela 37 até a 19, viramos à direita, chegamos na 39 e de novo à direita. Chegamos, abri o estacionamento com o controle, entramos no escritório, fechamos o portão e depois fomos pro local. A luz tava baixa, então aumentei um pouco. Aqueles dois ficaram meio pensativos com o lugar, imagino eu: uma cama extra grande, um bar, cortinas grossas vermelhas, uma jacuzzi. Com um chuveiro transparente.
– Vocês moram aqui?
– Não, esse é um lugar onde venho com amigos pra transar.
Os dois se olharam espantados. Me aproximei do bar e ofereci:
– Querem beber algo? Tenho de tudo.
Pediram uísque e eu, meu costumeiro rum. Tirei a jaqueta, sentamos nos bancos do bar.
– E seu marido sabe desse lugar?
– Sim, meu marido adaptou esse lugar pra mim.
Começamos a falar do projeto que iam fazer, por um bom tempo. Os copos esvaziavam rápido, a música tocava, eu já tava altinha e com vontade de pica. Aí tocou um reggaeton e comecei a dançar pra eles na barra, mexendo meu corpo bem sensual. Soltei devagar os botões do blazer, sem tirar, continuei dançando. Com meus movimentos, dava pra ver meus peitos através da malha.
Depois fui soltando um botão da saia, depois o zíper. Continuei dançando e mexendo minha cintura pra frente e pra trás, abaixei a saia. Suspiros e olhos arregalados ao me ver sem calcinha, com minha bucetinha recém-depilada. Me segurei no tubo, me agachei mostrando minha bunda e tirei a calcinha que tava usando. Continuei dançando e tirei o blazer, ficando só com a malha, que cobria meu corpo todo e tinha uma abertura entre as pernas.
Os dois se aproximaram de mim. Miguel, que é mais alto, ficou atrás de mim e começou a beijar meu pescoço. Pedro pegou meus peitos, abaixei o macacão pra ele poder chupar. Com a mão esquerda, agarrei a pica do Miguel por cima da calça, e com a direita, a do Pedro. Confirmando o que já sabia, que eram bem dotados. Eles desabotoam as camisas e eu solto o cinto, os botões e abaixo o zíper, eles terminam de tirar a camisa e eu abaixo as calças deles, eles tiram os sapatos, levantam os pés para tirar as calças e eu meto minha mão dentro da cueca deles e agarro a pica deles.
Beijo eles metendo minha língua na boca deles, masturbo eles, eles me acariciam dedando minha bucetinha e minha bunda, eles tiram as cuecas e eu abaixo minha cabeça e vejo as picas deles, ambas do mesmo comprimento mas a do Miguel muito mais grossa, coberta pela pele, não tinha sido circuncidado. A gente se beijava, eles acariciavam meu corpo todo, o Miguel me dedava com força arrancando vários gemidos de prazer, o Pedro se ajoelha e eu me abaixo um pouco, ele lambe minha bunda abrindo minhas nádegas com as mãos. O Miguel termina de tirar a calça e a cueca, desabotoa a camisa tirando ela e continua me beijando, eu masturbo ele, acaricio as bolas dele, ele beija meus peitos, eu abro as pernas e o Pedro lambe desde o cu até a buceta.
O Miguel me levanta e me leva pra cama, me deita, senta do meu lado e eu deito ele nos beijando e masturbando ele, depois eu levanto me colocando em cima dele fazendo um sessenta e nove, os pés dele no chão.
O Pedro termina de se despir e se aproxima se colocando na minha frente, eu agarro as duas picas e começo a chupar elas, me deliciando com a textura, sentindo como a pele do Miguel recolhia a glande, o Pedro não era que tivesse bolas grandes mas o saco dele era bem comprido e caído, cobrindo perfeitamente a pica dele ao colocar, envolvendo ela.
Eu agarrava as picas deles esfregando elas no meu rosto ao sentir sensações prazerosas com a lambida do Miguel, até que eu gozei. A gente trocou de pose, montamos os três na cama, o Miguel de barriga pra cima e eu feito uma puta agarro pra chupar a pica dele e o Pedro por trás me penetra a bucetinha, tira e volta a me penetrar, tira de novo e outra vez pra dentro várias vezes até que ele começa a me foder com força. Ritmo por quase vinte minutos, gozei tremendo toda, agarrada na pica do Miguel, que eu adorava chupar.
Trocamos de posição e montei no Miguel, coloquei a pica dele na entrada da minha bucetinha e deixei ela deslizar, sentindo entrar roçando minhas paredes vaginais. Pedro serviu uns tragos de rum pra gente e continuamos transando até eu gozar de novo, e trocamos de posição outra vez.
Me abaixei pra chupar a pica do Miguel por uns segundos, virei deixando ele atrás de mim e coloquei a pica dele na entrada do meu cu e devagar fui enfiando, mexia minha cintura de um lado pro outro me dilatando, sentindo a carne dele nas minhas paredes anais, até sentir ela toda dentro. Suspiro, abro os olhos, mordo os lábios, me mexo em círculo, levanto tirando um pouco e enfio de novo suavemente, repito aumentando o ritmo e meus gemidos, me apoio nas pernas dele e pulo sem parar sentindo meu corpo tremer a cada uma. Sensações deliciosas me tomavam, descansei um pouco me levantando, deixando o Miguel me comer. Pedro me beijava e, me inclinando, fiz ele parar na cama e chupei a pica dele, enquanto o Miguel arrebentava meu cu metendo com tudo.
Gozei de novo e descansamos um pouco, tomamos um rumzinho e logo voltamos à ação. Dessa vez deitei o Pedro de barriga pra cima e montei nele, e ele penetrou meu cu. Miguel tinha lavado a pica, ficou na minha frente e eu chupei ela. Daí pedi pra ele meter na minha bucetinha. Ele se ajoelhou, levantou minhas pernas colocando no peito dele e me penetrou, parando com o Pedro pra deixar ele me penetrar também e comecei a sentir essas duas picas dentro de mim entrando e saindo sem parar. Sensações gostosas inundavam meu corpo, minha voz entrecortada pedia mais fogo, mais prazer.
Até eu gozar em espasmos intermitentes que ecoavam pelo meu corpo todo. Miguel levantou e o Pedro me fez gozar de novo com os movimentos dele. Descansamos uns minutos e voltamos à faina. De pé, Se abraçam e o Miguel me levanta na cintura dele, eu enrosco minhas pernas nele e ele mete na minha bucetinha, o Pedro por trás mete no meu rabo e a gente fode por uns 20 minutos, me seguro nos ombros deles e curto os dois paus entrando e saindo do meu corpo até eu gozar. A gente para e eu me ajoelho pra chupar os paus deles, depois sento o Miguel no sofá e monto nele de costas, pego o pau dele e enfio no meu rabo, o Pedro chega perto e eu levanto meus pés apoiando no peito dele, ele mete na minha bucetinha por uns dez minutos até todo mundo gozar e derramar o leite dentro de mim, ficamos todos conectados por uns segundos, eles tiram os paus melados de porra e eu me ajoelho pra chupar até deixar limpinho, sem nenhum vestígio de líquido.
– Ave Maria, dona Diana, a senhora é uma puta deliciosa mesmo.
– Seu marido não sabe o quanto a gente vai agradecer ele não ter ido ao restaurante.
– Não, querido, ele foi sim, eu vi ele entrar e fiz sinal pra gente parar e me deixar com você, foi ele quem sentou atrás de mim e ouviu a gente conversar.
– Olha só, você me surpreende, mulher, vocês formam um casal bem peculiar.
– Sim, a gente é uma espécie rara, eu adoro transar com outros homens e ele adora me ver ou imaginar tudo que eu gozo.
– Só me resta te parabenizar, linda, me passa seu número de telefone porque adoraria te ver de novo.
– Anota aí, 311... ... ...
Naquele exato momento o telefone tocou. Pensei que era o Miguel me ligando, mas quando vi era minha filha.
– Oi, filha, como cê tá?
– Oi, Mami, bem, e você, onde cê tá?
– Tô no local, filha, me divertindo com dois cavalheiros que acabei de conhecer.
– Ah, tá, e vocês vão demorar ou já vão sair? Não, acho que a gente já vai sair, tenho que ir na casa de um cliente entregar uns papéis. Puta merda, já são seis horas.
– Ah, tá, é que a gente vai com duas amigas que querem botar chifre nos maridos, então a gente já vai pro local. Mami, você vai pra casa ou pra casa do Gerardo? É que estamos com ele.
–Ah, seus malditos, tão se acabando de prazer e não me chamam?
–Mamãe, em casa te conto, já estamos indo pro local.
–Beleza, filha, hoje vou pra casa, aproveito e arrumo umas roupas pra esses dias.
Desliguei e me levantei.
–Bom, queridos, foi um prazer, mas a gente precisa ir, minha filha vem com os amigos dela pra transar.
Os dois se olham e sorriem. Combinando de repetir a dose, se despedem e vão embora. Eu organizo, dou uma limpada, deixo os aromatizadores ligados e vou.
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