Muito boa tarde a todos os meus leitores. Hoje, continuamos com o relato anterior, onde fui com meu amado marido a um clube de swing, para comemorar que ele tinha conseguido um contrato para construir um sistema de irrigação com uns pecuaristas do Huila, e onde eu aproveitei três cavalheiros que estavam nos banhos turcos transando com os três ao mesmo tempo.
Os dias passaram e viajamos para o Huila, aceitando o convite do seu Gustavo.
Chegamos na sexta à noite, jantamos, tomamos uns drinks e, como no campo se acorda cedo, fomos dormir logo depois. No outro dia, acordei por volta das 7 da manhã, David já tinha levantado. Me levantei, abri as janelas, deixando o sol entrar e o canto de uns pássaros lindos.
Entrei no banheiro, me vesti com um shorts de cintura média, sem botão, e um top que deixava ver a redondeza dos meus peitos, e uma blusa que amarrei nas pontas.
Seu Gustavo não estava; meu marido estava tomando um café e fumando um cigarro.
— Oi, dorminhoca, como amanheceu?
— Dormi que nem um bebê.
A moça da cozinha me trouxe um café, e agradeci.
— Bom dia, seu Gustavo vem tomar café daqui a uma hora.
Tomamos o café e depois caminhamos pelos arredores da fazenda, pegamos tangerinas dos pés.
Seu Gustavo chegou com outro pecuarista da região, um vaqueiro de uns 45 anos, bem apessoado, moreno, com uma barba por fazer. Olhos pretos penetrantes que não paravam de me olhar e que me provocaram sensações gostosas que molhavam minha buceta, sinal claro de que eu ia passar um bom tempo.
A fazenda não tinha piscina de verdade, só um tanque pequeno feito de pedra e cimento, construído no leito de um riacho. Infelizmente, só dava pra entrar e ficar parada.
Eles se prepararam para ir ao local da obra.
Eu não me animei a ir.
— Dona Diana, vem com a gente?
— Não, seu Gustavo, melhor ficar. Pena que o tanque seja tão... pequena, eu teria adorado nadar um pouco.
- Ah, não, se você quer nadar, pode ir pro poço, é um lugar delicioso, tem uma cachoeira rodeada de carvalhos, e só a gente vai lá. Lá você pode nadar à vontade.
- Parece um lugar delicioso.
- Um paraíso. Os passeios de olla são os que a gente curte toda hora. Vou mandar eles selarem um cavalo pra você.
- Pronto, muito obrigada, seu Gustavo.
Dom Victorino se aproxima de mim com a intenção de me avisar que vai me acompanhar assim que deixarem meu marido na obra. Seu Gustavo me olha.
- Bom, eu adoraria ter vocês e curtir a companhia de vocês.
- Pronto, dona Diana, a gente chega aí.
O Victor se despede me dando um beijo na bochecha.
- Que vontade de te ver de biquíni. Se assim, do jeito que você tá, você tá divina, imagina de biquíni.
- Se o lugar é tão reservado como dizem, muito provavelmente não vou usar essa peça.
- Você vai ficar pelada?
Eu concordei com a cabeça que sim.
- Humm, delicioso, linda.
- Espero vocês, não demorem, que eu adoraria passar um tempo gostoso.
Me despeço do Victor segurando a cabeça dele e dando um beijo na boca.
- Boneco, não demora.
- Não se preocupa, mamacita.
Nós nos abraçamos e demos outro beijo mais demorado.
- Uau, você beija muito gostoso, boneco.
Nos beijamos de novo, trocando selinhos de desejo. David e Gustavo se aproximaram para se despedir.
- Mami, a gente se vê às duas.
Victor me solta me dando um último beijo. Dou um beijo no meu marido.
- Tchau, pai, a gente se vê à tarde.
- Dona Diana, a gente se vê no poço então.
Abraço ele por trás e caminhamos até os cavalos, onde também beijo ele na boca.
- Espero vocês, seu Gustavo, não demorem.
Beijo ele de novo por alguns segundos.
- Que gostoso que a gente vai passar os três.
Eles foram embora, eu fiz várias ligações que me atrasaram. Me preparei pra ir pro poço, segui as instruções e cheguei fácil. Amei o lugar, um verdadeiro paraíso, a água cristalina rodeada de árvores e plantas, com aquele sol incrível. Me despi e me Acendi um baseado grosso de maconha, fumei ele inteirinho, aumentando a sensação de paz e harmonia. Passei protetor solar, coloquei a toalha no chão e me deitei de barriga pra cima, um momento lindo de quase uma hora.
Levantei, entrei no poço, a água estava meio fria, deliciosa com aquele calor que faz na região. Mergulhei e fui até a outra margem, voltei e depois nadei em direção à cachoeira, e fiquei nadando de um lado pro outro por vários minutos.
Esperando aqueles dois chegarem, já tava com vontade de me perder entre as carícias deles, vontade de pica.
Finalmente vejo eles vindo e continuo nadando, me viro e nado de costas, deixando eles verem que tô pelada. Os cavalos deles contornam a praia e eles deixam os bichos do lado do meu.
Parei de nadar, saí da água e tomei um gole da cerveja. Eles descem dos cavalos, o Víctor, do jeito que dá, tira as botas e desabotoa a camisa, vem na minha direção.
— Oi, cavalheiros, que saudade de ver vocês.
Com o Víctor, nos abraçamos e nos beijamos, unindo nossos lábios apaixonadamente.
— Ah, mamacita, que saudade de te ver, sabendo que ia estar pelada, sozinha nesse paraíso.
Ele sorriu pra mim e minhas mãos acariciam a calça dele.
— Pois é, boneco, eu também tava aqui com vontade de aproveitar esse paraíso.
Apertei o pau dele por cima da calça. Dom Gustavo, já pelado, se aproxima por trás, eu vejo ele nu e sorrio surpresa.
— Uau, dom Gustavo, você tá uma delícia.
Solto o Víctor e abraço o Gustavo com o braço esquerdo, enquanto a mão direita pega no pau dele, masturbando, beijando ele apaixonadamente.
— Que gostosa, mamacita, que vontade de te foder desde que te conheci.
— Eu também, boneco, eu também tô com uma vontade do caralho de chupar essa delícia de pau.
Víctor também tirou a roupa, deixando eu ver o pau bem dotado dele.
Com uma risada nervosa, pego nos paus deles e levo os dois pra água, onde lavo eles, tirando o suor no meio de carícias e beijos. Mergulhando na água, começo a chupar os paus deles, trocando de pau a cada vez que saio da água. Víctor me levanta e me leva pra praia, eu me agarro no pescoço dele e ele me coloca bem devagar na toalha de barriga pra cima, abre minhas pernas e enfia a cabeça, lambe minha buceta e o Gustavo acaricia meus peitos. Eu me ajeito pra chupar a pica dele e aproveitar as sensações gostosas que correm pelo meu corpo ao sentir a língua do Víctor na minha bucetinha e a pica do Gustavo na minha boca. Fico toda arrepiada de felicidade sabendo da liberdade que tenho de transar com quem eu bem entender e que são poucos os que já recusaram foder comigo.
Foram quase cinco horas em que aqueles dois cavalheiros me deram pica, me fazendo sentir uma mulher completa, feliz. Continuo chupando a pica do Gustavo e o Víctor mete a pica dele na minha bucetinha, me fazendo gemer de prazer até gozar, e a gente se beija, eu e o Víctor.
— Isso sim é vida, que gostoso que foi, não, quero mais.
Me virei, deitei o Gustavo de barriga pra cima, montei nele, acariciando o rosto dele, beijei ele na boca e deixei ele meter na minha bucetinha. Começo a rebolar, sentindo de novo aquela sensação deliciosa da pica dele entrando e saindo do meu corpo, me enchendo de prazer, aquele roçar da carne dele nas minhas partes íntimas, que termina num êxtase subliminar que é o motivo principal pelo qual, pra mulheres como eu, o sexo é essencial e eu não hesito em fazer, coisa que não me enche de orgulho, mas sim de momentos de muito prazer, e é isso que importa pra mim. Pra muitos homens, sou só uma putinha, uma vagabunda, uma degenerada, uma biscate, e eu tô pouco me lixando. São eles que me dão de comer? São eles que me dão moradia? NÃO! Então.
Continuo cavalgando o Gustavo e chupando a pica do Víctor, gemendo, sentindo a carne deles, as veias pulsando, passei a pica no meu rosto e até um espanhol eu consegui fazer.
Que momento tão gostoso, pra lembrar pra sempre.
O barulho da cachoeira, o canto dos passarinhos... se complementavam pra recriar o paraíso na terra, o lugar ideal pra sexo, amor, paixão, luxúria. Nem comemos nada porque a gente tava era focado no prazer sexual. Lá pelas cinco da tarde bateu a fome, uns mangas serviram pra matar.
Gozei num jato só em cima do Victor, deito em cima dele, nos beijamos com uma paixão descontrolada.
- Ah, que delícia, bonecos, adoro isso, isso é uma cock.
Deslizo pelo peito dele e chego na cock, que chupo segurando com as duas mãos, masturbando, esfregando no meu rosto, chupando com força, mimando, dando beijinhos.
- Adoro sua cock, que linda e yummy que é, um verdadeiro manjar pro meu deleite.
Volto a meter na boca, chupo com força fazendo estalar quando solto. A gente se olha e eu sorrio roçando ela nos meus lábios.
Gustavo me pega pela cintura, penetra minha bucetinha e começa a me foder por vários minutos.
Me levanto, fico de joelhos e acariciando a cintura do Gustavo, deixo ele beijar minha nuca.
- Boneco, mete no meu cu, quer?
- Ah, com gosto, mamacita.
Volto a me abaixar de quatro e o Gustavo tira da bucetinha e começa a arrombar meu cu devagar, dilatando enquanto vai entrando até bater na parede, mexo a cintura em círculos sentindo ele tocar minhas paredes, o Gustavo volta e penetra de novo suavemente, aumentando a velocidade a cada entrada enquanto continuo chupando a cock do Victor. Quinze minutos de penetração anal e eu gozo, aumentando a velocidade da punheta no Victor pra ele gozar na minha boca, consigo, bebo todo o semen dele, oleoso e grosso.
Gustavo volta a penetrar meu cu, me fodendo com força nova, destruindo meu rabo, me dando tanto prazer que meus gemidos viram gritos.
O Victor entra no poço, nada um pouco enquanto se recupera.
Gozo de novo e coloco o Victor de barriga pra cima, chupo a cock dele por uns minutos, monto em cima de costas pra ele. Coloco o pau dele na entrada do meu rabo e me deixo penetrar.
Gustavo também vai, entra no poço pra se refrescar, limpa o pau e sai se aproximando enquanto o Victor fode meu rabo. Gustavo lambe minha buceta, me deda, aumentando o prazer.
— Gustavo, me penetra com teu pau na minha buceta.
— Isso aí, mamacita, isso é uma fantasia minha.
Ele se levanta e me penetra a buceta, começando um dos mais deliciosos prazeres sexuais: uma dupla fodida, um prazer duplo.
Meu corpo se desmonta todo,
sensações gostosas invadem meu ser, me fodem em investidas intermináveis que me enlouquecem, pedindo mais e mais, desejando que nunca acabasse e continuar fodendo até cansar.
Os minutos passaram e eu gozo de novo, abraço o Gustavo com força e termino me levantando abraçada nele, e ele me deita em cima dele sem tirar o pau. O Victor se coloca por trás e fode meu rabo de novo.
Quase 20 minutos de prazer duplo até me fazer gozar em convulsões seguidas que me enlouquecem, me levam ao paraíso.
Victor se levanta e Gustavo acelera a fodida, me fazendo gozar de novo, e nos encontramos no limbo subliminal, acesos de prazer, abraçados e nos beijando com uma paixão descontrolada.
— Ahhh! Que delícia, papacito, adorei.
Me sento ao lado dele e masturbo o pau dele sem parar de olhar, dizendo:
— Adoro teu pau, é a maior delícia do sexo, que gostoso.
Entramos no poço pra nos refrescar e nadar um pouco, coisa de uns 10 minutos. Victor me abraça por trás, pegando meus peitos. Viro a cabeça pra nos beijar e sinto o pau dele endurecer de novo contra minha bunda, minhas mãos seguram ele. Me levanto um pouco, coloco ele na entrada do meu rabo e me deixo deslizar pelo tronco dele. Gustavo nos observa e nada ao nosso redor. Victor começa a me foder sem piedade, me envestindo brutalmente até me fazer gozar. Meus gritos espantam os pássaros que estavam na moita, eles voam e pousam de novo nas árvores com seu canto lindo. Victor cede a vez pro Gustavo. pois quem também me penetra meu rabo e me fode como um animal selvagem, e eu gozo de novo. Ele me solta, e o Victor volta e me penetra, me dando duro e sem piedade, fazendo eu gozar de novo. O Gustavo me levanta e penetra minha bucetinha, e os dois me comem juntos.
A loucura, eu respondia na mesma intensidade às investidas deles, a água ajudava pra caralho pra uma penetração melhor e mais gostosa.
Nessa posição, foram quase 30 minutos, com duas pausas, e nós três fomos embora gemendo e gozando ao mesmo tempo, num turbilhão de tesão.
— Não, dona Diana, isso foi incrível, não me cansou não. A senhora é uma deusa do prazer.
— Nunca tinha passado por uma situação assim, e é uma loucura mesmo. E igual ao seu Gustavo, mamacita, a senhora é uma deusa do sexo. Seu corpo, sua pele macia e a experiência que dá pra ver que a senhora tem, nos proporcionaram um dia inesquecível.
E agora eu não sei o que a senhora vai fazer com a gente, porque depois disso, vamos querer repetir.
— Por mim, adoraria. Não vejo problema nenhum em repetir, seria um imenso prazer satisfazer vocês.
Terminamos de tomar banho, nos vestimos, montamos nos cavalos e fomos pra fazenda almoçar, já eram quase cinco da tarde. Que fome que eu tava.
Chegamos, na fazenda já tinham chegado os dois filhos dela com os maridos e um primo do seu Gustavo, que era bem do jeito que eu gosto: todo fortão e bem apessoado. Almoçamos. O David não tinha chegado, o Victor foi embora e o Gustavo foi pro estábulo, voltando quando meu marido chegou.
— Oi, mamãe.
Nos abraçamos e nos beijamos.
— Oi, meu amor, como foi?
— Muito bem, tirando medidas, preparando o terreno. E você, como foi?
— Ah, meu love, se eu te contar... foi delicioso... me diverti, pra te falar a verdade, demais. O Gustavo e o Victor são dois garanhões do caralho, ambos bem dotados, e você sabe que eu adoro homem com uma boa cock. Eles me fizeram passar uma tarde inesquecível.
— Como eu fico feliz em te ouvir, minha menina. E já imaginei tudo de gostoso que você deve ter aprontado. Passado.
Nós nos beijamos apaixonadamente. Sentimos os passos de Dom Gustavo, que chegava para falar com meu marido sobre a obra.
Enquanto eu tomava uns golinhos de rum com os filhos do Gustavo, suas parceiras e o primo Santiago, com quem tive uma boa vibe, a noite chegou e eles jantaram. Com o Gustavo, a gente acompanhou tomando rum, já que eu ainda me sentia cheia, tínhamos almoçado tarde.
Passamos para a sala e, com uma conversa agradável acompanhada de música boa, uns tomando cerveja, outros tomando rum — minha bebida favorita. Dom Gustavo muito atencioso comigo. Saí na sacada para fumar um cigarro e ele me acompanhou, aproveitando aquele momento em que ninguém nos veria, nos abraçamos nos beijando apaixonadamente, lembrando o gostoso que foi no poço. De repente, lá de dentro vejo o primo dele saindo. Gustavo beijava meu pescoço, eu estava sentada no parapeito, minhas pernas abraçavam as dele. Ele nos olha surpreso, eu acaricio o cabelo dele, cruzo olhar com Santiago, coloco meu dedo na boca sinalizando para não dizer nada, abro minha blusa e deixo o Gustavo chupar meus peitos, aperto a cabeça dele entre minhas tetas. Santiago continua nos observando.
— Vem, gatinho, chega mais.
Gustavo se assusta todo, se afasta um pouco de mim, mas ao ver que é Santiago, sorri.
— Pô, priminho, vocês vêm comer escondido e não chamam.
— Não, primo, que pena a senhora nos pegar nessa.
— Relaxa, primo, eu já estava desconfiando que entre vocês dois rolava algo e como fico feliz com isso, porque deixa eu te dizer uma coisa, Dianita. Você é uma mulher deliciosamente gostosa.
— Ah, muito obrigada, Santiago, e deixa eu esclarecer uma coisa. Você não precisa de convite para ficar comigo, quando quiser pode me ter.
Ele olha meus peitos e a mão direita dele os acaricia. Minha mão direita pousa nas costas dele, acariciando, permitindo que ele continue me acariciando.
— Que pele macia você tem.
Nós nos beijamos bem suavemente, os gritos das crianças que brincam nos corredores nos param, e exatamente dois saem e eu me viro para tampar meus peitos, abotoando a blusa. a blusa. A gente riu.
— Gente, por que a gente não vai pro teu quarto e termina passando um tempo gostoso?
— Pois é, Dianita, pra mim não tem problema. Eu tô super a fim de ficar contigo.
— Tem alguém no corredor? — pergunto.
Gustavo espiou e são as crianças que continuam brincando.
— Vocês vão que eu fico cuidando dos meus filhos, faz tempo que não vinham.
— Gustavo, me faz um favor e conta pro meu marido que vou ficar com o Santiago hoje à noite, pode ser?
Gustavo me olha surpreso.
— Tem certeza que quer isso?
— Sim, claro, sem problema, me faz o favor e pronto.
— Então como quiser, teus desejos são ordens.
Abraço ele e dou um beijo.
— Valeu, boneco.
Santiago pula a grade e me ajuda a fazer o mesmo, a gente caminha rápido, quase trotando, contorna a casa e entra, indo direto pro quarto sem ninguém notar. Fechei a porta, tava toda sorridente e nervosa.
— Ninguém nos viu?
— Acho que não, preciosa.
Santiago se aproxima de mim, a gente se abraça e se beija devagar, ele me aperta contra ele e eu acaricio o pau dele por cima da calça.
— Ah, Dianita, desde que te vi, eu sabia que ia te ter pra mim, alguma coisa me dizia.
— É mesmo, boneco? E por quê?
— Sei lá, teus olhares, como você falava comigo, e eu já desconfiava que entre meu primo e você tinha algo estranho, um caso.
— Amantes, só amantes e nada mais. Sexo sem compromisso, se divertir gostoso igual você e eu agora.
Apertei o pau dele e a gente se beijou, soltei o cinto dele, o botão da calça e abaixei o zíper, me agachei, puxei a calça dele pra baixo e coloquei numa cadeira, ele tira a camisa, desabotoa minha blusa, pega meus peitos e chupa como um bebê faminto, tira minha calça, a gente se beija de novo, as mãos dele percorrem minhas costas, ele pega minha bunda. Enfio a mão direita na cueca dele, tiro o pau dele pra fora, masturbo ele, pego e levo ele pro banheiro, entramos no chuveiro, abro a torneira, ensaboo ele e dou o sabão pra ele me ensaboar, me ajoelho, pego o pau dele, lambo ele. chupou as bolas dele, coloquei o pau dele na minha boca e chupei por quase 10 minutos, a água serviu pra refrescar. Levantei, toquei minha buceta com meus dedos, abri meus lábios vaginais, com meu olhar pedi pra ele lamber, ele se abaixou com a língua e lambeu e chupou, agarrou minhas nádegas.
- Mulher, que gostosa, sabe que prazer excitante é te comer toda? Eu ia mesmo me propor a conseguir isso, te desejo e até fazer isso não ia te deixar em paz.
Ele continuou lambendo minha bucetinha. Meu cabelo molhado cobria meu rosto, ele acariciava meus peitos, uma sensação de prazer invadia meu corpo, lembrava que a metros meu amado marido, que já devia saber que eu estava transando com Santiago, estava partindo com Gustavo e os filhos dele, e eu curtia as carícias de Santiago, que ia transar com ele, coisa que me deixava muito ansiosa.
Santiago se levanta, nos beijamos, peguei no pau dele e esfreguei na minha buceta, ele empurrou meu corpo enfiando em mim.
- Ah, que gostoso ter você dentro de mim, adoro essa sensação tão prazerosa.
- Isso dá pra perceber bem, você é uma puta deliciosa, adora pau.
- Sim, você tem toda razão, não tem nada mais excitante do que transar.
Santiago começa a me foder, a respiração dele expande o peito dele, abraço ele com força, sinto o pau dele entrando e saindo do meu corpo, curto essa deliciosa sensação que me faz gemer como um motor acelerado, nos beijamos apaixonadamente, ele me levanta colocando minhas pernas na cintura dele, apoiando minhas costas na parede, até eu gozar, ficando mole, minhas pernas tremem, me molho e saímos do chuveiro, nos secamos e vamos pra cama, montei em cima dele fazendo um 69 que me deixou curtir a carnosidade dele, chupar a glande e as bolas dele, esfregar na minha cara e até fazer um siririca nele.
Mudei de posição, virei colocando o pau dele nos meus lábios vaginais, esfreguei a glande dele e deixei rolar pelo tronco dele até o fundo, me movo em círculos sentindo ele em toda a grossura, começo a Foder ele entrando e saindo de mim, as sensações gostosas invadem meu corpo, começo a gemer, me deito no peito dele, nos beijamos apaixonadamente, passo minha língua pelas bochechas dele, pela nuca, pela orelha esquerda, levanto um pouco meu quadril e é ele quem me fode por uns minutos, volto a sentar, coloco meus pés nas pernas dele, começando um mete e taca delicioso.
Passaram quase 20 minutos, gozei em jorros intermitentes que me fazem tremer.
Me deixo rolar pelo peito dele até a altura do pau dele, chupo e masturbo ele, limpando com minha língua meus próprios fluidos.
- Gostou, boneco? Eu amei.
Volto e chupo ele por vários minutos, me deliciando com a grossura, abrindo minha boca pra enfiar tudo, me deito de barriga pra cima, Santiago monta em cima de mim, levanta minhas pernas pro lado, coloca o pau dele na minha bucetinha, esfrega ele, passando pelo meu cu.
- Aí, boneco, vai, enfia no meu cu.
Ele cuspiu no meu cu e me penetrou bem devagar, se dilatando a cada centímetro que entrava até sentir tudo lá dentro, tira de novo e me penetra outra vez, repete devagar várias vezes e aos poucos vai acelerando, cuspiu dentro do meu cu, volta a me penetrar e me foder como uma fera, foram mais de 30 minutos onde Santiago me arrancou dois orgasmos deliciosos.
Trocamos de posição e deitamos de lado, ele atrás de mim, levantou minha perna e penetrou meu cu, nós dois nos movendo juntos, deixando mais gostoso.
Terminando depois de 20 minutos, onde nós dois aceleramos num orgasmo excitante que sacudiu nossos corpos, um beijo longo e suave acalmou a excitação, levantamos e voltamos pro chuveiro pra nos refrescar, nos secamos e fomos pra cama, Santiago estava cansado, tinha tido um dia agitado, e dormimos enrolados nos braços dele.
No outro dia acordei, me vesti e fui pro quarto. David dormia tranquilamente, me despi, deitei pra ler um pouco, enquanto esperava alguém. acordasse.
Daí um tempo fui pegar um cafezinho, na cozinha a cozinheira me serviu um, saí pro corredor da casa, sentei numa cadeira de balanço, acendi um cigarro. Daí um tempo quem saiu pra brincar na piscina foram os netos do Gustavo, que apareceu com cara de sono, pedindo um café bem preto.
— Bom dia, seu Gustavo, ave maria, que ressaca braba que o senhor pegou.
— Dianita, minha preciosa, ficamos até tarde conversando com todo mundo e eu não tô acostumado com isso, não bebi muito, mas acho que capotei e me levaram ou levantei sonâmbulo, kkkkk. E você, curtiu com o primo?
— Siiiim... pra que vou mentir, seu primo é uma delícia de homem, lamento que você não tenha ido com a gente.
— Eu também, mas fazia tempo que não via minha filha, ela mora nos EUA e tá de férias.
— Bom, essa eu te perdoo por ser sua filha, mas na próxima eu te amarro e te violento. Kkkkkk.
— Kkkkkk Dianita, você tem minha permissão. Dianita, vamos todo mundo pro poço, passeio de panela, carminha assada, cerveja gelada.
— Aí sim, que delícia, adoro esse plano.
Eugênia, a filha do Gustavo, aparece.
— Bom dia, dona Diana. Pai, como cê amanheceu?
— Tô aí, filha, ainda com os olhos empijamados.
— Dianita, melhorou da dor de cabeça?
Olhei pro Gustavo, imaginando que ele tinha inventado essa desculpa pra me justificar.
— Tô aí, preciosa, é que umas dores terríveis tão me pegando.
— Os comprimidos que te dei adiantaram?
— Sim, muito obrigada, seu Gustavo.
Trouxeram mais cafezinho com biscoito huilense.
Santiago saiu de bermuda, entrou na piscina e brincou um pouco com as crianças.
Aos poucos, todo mundo foi saindo pra tomar cafezinho antes do café da manhã. Quem me cumprimentou com muito carinho foi a nora do Gustavo.
Ela se aproximou de mim.
— Bom dia, querida, como cê amanheceu? Passou a dor de cabeça?
— Ufa, sim, ainda bem, o calor me sufoca e me bate na cabeça.
— Bom, você perdeu a conversa de ontem, ficamos até tarde. nos divertindo.
Tomamos café da manhã todos juntos, dom Gustavo preparou o que levar pro poço e mandou os outros na frente pra preparar o almoço lá.
Pouco depois, a gente se arrumou e selaram vários cavalos. Santiago me ajudou a montar na sexy girl que me deram, e a Susana, nora do Gustavo, aproveitou pra se aproximar e comentar.
— Que dia tão ensolarado, espero que não te dê outra dor de cabeça.
— Ah, não acho que não.
— Santiago, tem que levar remédio pra dor de cabeça, não vai que ela precise se acalmar.
Como ontem à noite.
A gente se olhou com o Santiago e rimos, meio que se perguntando.
Chegamos suando, os empregados já estavam preparando o almoço, receberam os cavalos e os desselaram, deixando eles num cercado, e a gente foi aproveitar aquele paraíso.
Entramos no poço, nadei um bom tempo, tomamos uma cervejinha gelada, e o que eu não esperava era a nora do Gustavo, que veio nadando até mim.
— Ah, isso é uma delícia.
— Com certeza, com esse calor, essa água fria é maravilhosa.
— Dianita, você é um perigo pra nós, mulheres.
Olhei pra ela, sem entender.
— Ué, por que você diz isso?
— Mana, é que com esse corpaço, você tem todos os homens enfeitiçados.
— Hum, Susana, você também é bem gostosa.
— É, mas difícil eles me olharem como olham pra você, sou a nora, você é a mulher de um desconhecido.
— E por isso você não deixa os maus pensamentos de lado.
Susana me olhou e riu.
— Ontem à noite eu te vi transando com o Santiago.
Arregalei os olhos, surpresa.
— Você nos viu? E daí?
— Então, te contar que adorei te ver ali, aproveitando aquele momento tão excitante, e o fato do seu marido estar lá com a gente e você lá, se divertindo gostoso.
— E o que você achou de me ver aproveitando aquele homem?
— Sim, e você fez despertar em mim uma sensação que eu achava que já tinha superado.
— É? E o que foi?
Peguei ela pelos ombros, me estiquei e brinquei com minhas pernas.
— Uma vontade do caralho de estar com você! Com uma mulher.
E de transar de novo com Santiago.
- Ah, caralho, dona Susana, essa eu não esperava. Você já comeu o Santiago?
- Um mês depois de casar com o Júnior, ele veio visitar e a gente tomou uns vinhos. Uma coisa levou à outra e acabamos no apartamento dele transando.
- E vocês se viram de novo depois disso?
- Claro que sim, a gente dava uns escapes umas quatro ou cinco vezes.
- Só isso???
- Por mês, hahaha, até quase um ano atrás, e isso porque ele me pegou saindo com um amigo dele, com quem agora tenho um caso delicioso.
- E o Júnior ficou sabendo de algo?
- Não, nem ideia, ele nem desconfia. A gente sempre fez nossos encontros na maior discrição.
- E você não topava fazer um menage com o Santiago?
- Ah, sonho, seria uma delícia, mas acho que o Gustavo não toparia.
- Como não? Deixa comigo que eu realizo isso e com sobra.
- Hahaha, Dianita, você é demais, hein.
- Não perco chance de me divertir, ainda mais com uma mulher tão gostosa.
- Olha aqui minhas mãos todas trêmulas, como fiquei, kkkkk.
A conversa acabou porque as filhas dela se aproximaram e tivemos que mudar de assunto.
A tarde foi só curtição na piscina, o almoço uma delícia, o Júnior trouxe o violão e nos encantou com música colombiana, cumbias e até um joropo llanero. Acabei conhecendo o Santiago, trocamos números de telefone e combinamos de nos ver em Bogotá.
Os dias passaram e viajamos para o Huila, aceitando o convite do seu Gustavo.
Chegamos na sexta à noite, jantamos, tomamos uns drinks e, como no campo se acorda cedo, fomos dormir logo depois. No outro dia, acordei por volta das 7 da manhã, David já tinha levantado. Me levantei, abri as janelas, deixando o sol entrar e o canto de uns pássaros lindos.
Entrei no banheiro, me vesti com um shorts de cintura média, sem botão, e um top que deixava ver a redondeza dos meus peitos, e uma blusa que amarrei nas pontas.
Seu Gustavo não estava; meu marido estava tomando um café e fumando um cigarro.
— Oi, dorminhoca, como amanheceu?
— Dormi que nem um bebê.
A moça da cozinha me trouxe um café, e agradeci.
— Bom dia, seu Gustavo vem tomar café daqui a uma hora.
Tomamos o café e depois caminhamos pelos arredores da fazenda, pegamos tangerinas dos pés.
Seu Gustavo chegou com outro pecuarista da região, um vaqueiro de uns 45 anos, bem apessoado, moreno, com uma barba por fazer. Olhos pretos penetrantes que não paravam de me olhar e que me provocaram sensações gostosas que molhavam minha buceta, sinal claro de que eu ia passar um bom tempo.
A fazenda não tinha piscina de verdade, só um tanque pequeno feito de pedra e cimento, construído no leito de um riacho. Infelizmente, só dava pra entrar e ficar parada.
Eles se prepararam para ir ao local da obra.
Eu não me animei a ir.
— Dona Diana, vem com a gente?
— Não, seu Gustavo, melhor ficar. Pena que o tanque seja tão... pequena, eu teria adorado nadar um pouco.
- Ah, não, se você quer nadar, pode ir pro poço, é um lugar delicioso, tem uma cachoeira rodeada de carvalhos, e só a gente vai lá. Lá você pode nadar à vontade.
- Parece um lugar delicioso.
- Um paraíso. Os passeios de olla são os que a gente curte toda hora. Vou mandar eles selarem um cavalo pra você.
- Pronto, muito obrigada, seu Gustavo.
Dom Victorino se aproxima de mim com a intenção de me avisar que vai me acompanhar assim que deixarem meu marido na obra. Seu Gustavo me olha.
- Bom, eu adoraria ter vocês e curtir a companhia de vocês.
- Pronto, dona Diana, a gente chega aí.
O Victor se despede me dando um beijo na bochecha.
- Que vontade de te ver de biquíni. Se assim, do jeito que você tá, você tá divina, imagina de biquíni.
- Se o lugar é tão reservado como dizem, muito provavelmente não vou usar essa peça.
- Você vai ficar pelada?
Eu concordei com a cabeça que sim.
- Humm, delicioso, linda.
- Espero vocês, não demorem, que eu adoraria passar um tempo gostoso.
Me despeço do Victor segurando a cabeça dele e dando um beijo na boca.
- Boneco, não demora.
- Não se preocupa, mamacita.
Nós nos abraçamos e demos outro beijo mais demorado.
- Uau, você beija muito gostoso, boneco.
Nos beijamos de novo, trocando selinhos de desejo. David e Gustavo se aproximaram para se despedir.
- Mami, a gente se vê às duas.
Victor me solta me dando um último beijo. Dou um beijo no meu marido.
- Tchau, pai, a gente se vê à tarde.
- Dona Diana, a gente se vê no poço então.
Abraço ele por trás e caminhamos até os cavalos, onde também beijo ele na boca.
- Espero vocês, seu Gustavo, não demorem.
Beijo ele de novo por alguns segundos.
- Que gostoso que a gente vai passar os três.
Eles foram embora, eu fiz várias ligações que me atrasaram. Me preparei pra ir pro poço, segui as instruções e cheguei fácil. Amei o lugar, um verdadeiro paraíso, a água cristalina rodeada de árvores e plantas, com aquele sol incrível. Me despi e me Acendi um baseado grosso de maconha, fumei ele inteirinho, aumentando a sensação de paz e harmonia. Passei protetor solar, coloquei a toalha no chão e me deitei de barriga pra cima, um momento lindo de quase uma hora.
Levantei, entrei no poço, a água estava meio fria, deliciosa com aquele calor que faz na região. Mergulhei e fui até a outra margem, voltei e depois nadei em direção à cachoeira, e fiquei nadando de um lado pro outro por vários minutos.
Esperando aqueles dois chegarem, já tava com vontade de me perder entre as carícias deles, vontade de pica.
Finalmente vejo eles vindo e continuo nadando, me viro e nado de costas, deixando eles verem que tô pelada. Os cavalos deles contornam a praia e eles deixam os bichos do lado do meu.
Parei de nadar, saí da água e tomei um gole da cerveja. Eles descem dos cavalos, o Víctor, do jeito que dá, tira as botas e desabotoa a camisa, vem na minha direção.
— Oi, cavalheiros, que saudade de ver vocês.
Com o Víctor, nos abraçamos e nos beijamos, unindo nossos lábios apaixonadamente.
— Ah, mamacita, que saudade de te ver, sabendo que ia estar pelada, sozinha nesse paraíso.
Ele sorriu pra mim e minhas mãos acariciam a calça dele.
— Pois é, boneco, eu também tava aqui com vontade de aproveitar esse paraíso.
Apertei o pau dele por cima da calça. Dom Gustavo, já pelado, se aproxima por trás, eu vejo ele nu e sorrio surpresa.
— Uau, dom Gustavo, você tá uma delícia.
Solto o Víctor e abraço o Gustavo com o braço esquerdo, enquanto a mão direita pega no pau dele, masturbando, beijando ele apaixonadamente.
— Que gostosa, mamacita, que vontade de te foder desde que te conheci.
— Eu também, boneco, eu também tô com uma vontade do caralho de chupar essa delícia de pau.
Víctor também tirou a roupa, deixando eu ver o pau bem dotado dele.
Com uma risada nervosa, pego nos paus deles e levo os dois pra água, onde lavo eles, tirando o suor no meio de carícias e beijos. Mergulhando na água, começo a chupar os paus deles, trocando de pau a cada vez que saio da água. Víctor me levanta e me leva pra praia, eu me agarro no pescoço dele e ele me coloca bem devagar na toalha de barriga pra cima, abre minhas pernas e enfia a cabeça, lambe minha buceta e o Gustavo acaricia meus peitos. Eu me ajeito pra chupar a pica dele e aproveitar as sensações gostosas que correm pelo meu corpo ao sentir a língua do Víctor na minha bucetinha e a pica do Gustavo na minha boca. Fico toda arrepiada de felicidade sabendo da liberdade que tenho de transar com quem eu bem entender e que são poucos os que já recusaram foder comigo.
Foram quase cinco horas em que aqueles dois cavalheiros me deram pica, me fazendo sentir uma mulher completa, feliz. Continuo chupando a pica do Gustavo e o Víctor mete a pica dele na minha bucetinha, me fazendo gemer de prazer até gozar, e a gente se beija, eu e o Víctor.
— Isso sim é vida, que gostoso que foi, não, quero mais.
Me virei, deitei o Gustavo de barriga pra cima, montei nele, acariciando o rosto dele, beijei ele na boca e deixei ele meter na minha bucetinha. Começo a rebolar, sentindo de novo aquela sensação deliciosa da pica dele entrando e saindo do meu corpo, me enchendo de prazer, aquele roçar da carne dele nas minhas partes íntimas, que termina num êxtase subliminar que é o motivo principal pelo qual, pra mulheres como eu, o sexo é essencial e eu não hesito em fazer, coisa que não me enche de orgulho, mas sim de momentos de muito prazer, e é isso que importa pra mim. Pra muitos homens, sou só uma putinha, uma vagabunda, uma degenerada, uma biscate, e eu tô pouco me lixando. São eles que me dão de comer? São eles que me dão moradia? NÃO! Então.
Continuo cavalgando o Gustavo e chupando a pica do Víctor, gemendo, sentindo a carne deles, as veias pulsando, passei a pica no meu rosto e até um espanhol eu consegui fazer.
Que momento tão gostoso, pra lembrar pra sempre.
O barulho da cachoeira, o canto dos passarinhos... se complementavam pra recriar o paraíso na terra, o lugar ideal pra sexo, amor, paixão, luxúria. Nem comemos nada porque a gente tava era focado no prazer sexual. Lá pelas cinco da tarde bateu a fome, uns mangas serviram pra matar.
Gozei num jato só em cima do Victor, deito em cima dele, nos beijamos com uma paixão descontrolada.
- Ah, que delícia, bonecos, adoro isso, isso é uma cock.
Deslizo pelo peito dele e chego na cock, que chupo segurando com as duas mãos, masturbando, esfregando no meu rosto, chupando com força, mimando, dando beijinhos.
- Adoro sua cock, que linda e yummy que é, um verdadeiro manjar pro meu deleite.
Volto a meter na boca, chupo com força fazendo estalar quando solto. A gente se olha e eu sorrio roçando ela nos meus lábios.
Gustavo me pega pela cintura, penetra minha bucetinha e começa a me foder por vários minutos.
Me levanto, fico de joelhos e acariciando a cintura do Gustavo, deixo ele beijar minha nuca.
- Boneco, mete no meu cu, quer?
- Ah, com gosto, mamacita.
Volto a me abaixar de quatro e o Gustavo tira da bucetinha e começa a arrombar meu cu devagar, dilatando enquanto vai entrando até bater na parede, mexo a cintura em círculos sentindo ele tocar minhas paredes, o Gustavo volta e penetra de novo suavemente, aumentando a velocidade a cada entrada enquanto continuo chupando a cock do Victor. Quinze minutos de penetração anal e eu gozo, aumentando a velocidade da punheta no Victor pra ele gozar na minha boca, consigo, bebo todo o semen dele, oleoso e grosso.
Gustavo volta a penetrar meu cu, me fodendo com força nova, destruindo meu rabo, me dando tanto prazer que meus gemidos viram gritos.
O Victor entra no poço, nada um pouco enquanto se recupera.
Gozo de novo e coloco o Victor de barriga pra cima, chupo a cock dele por uns minutos, monto em cima de costas pra ele. Coloco o pau dele na entrada do meu rabo e me deixo penetrar.
Gustavo também vai, entra no poço pra se refrescar, limpa o pau e sai se aproximando enquanto o Victor fode meu rabo. Gustavo lambe minha buceta, me deda, aumentando o prazer.
— Gustavo, me penetra com teu pau na minha buceta.
— Isso aí, mamacita, isso é uma fantasia minha.
Ele se levanta e me penetra a buceta, começando um dos mais deliciosos prazeres sexuais: uma dupla fodida, um prazer duplo.
Meu corpo se desmonta todo,
sensações gostosas invadem meu ser, me fodem em investidas intermináveis que me enlouquecem, pedindo mais e mais, desejando que nunca acabasse e continuar fodendo até cansar.
Os minutos passaram e eu gozo de novo, abraço o Gustavo com força e termino me levantando abraçada nele, e ele me deita em cima dele sem tirar o pau. O Victor se coloca por trás e fode meu rabo de novo.
Quase 20 minutos de prazer duplo até me fazer gozar em convulsões seguidas que me enlouquecem, me levam ao paraíso.
Victor se levanta e Gustavo acelera a fodida, me fazendo gozar de novo, e nos encontramos no limbo subliminal, acesos de prazer, abraçados e nos beijando com uma paixão descontrolada.
— Ahhh! Que delícia, papacito, adorei.
Me sento ao lado dele e masturbo o pau dele sem parar de olhar, dizendo:
— Adoro teu pau, é a maior delícia do sexo, que gostoso.
Entramos no poço pra nos refrescar e nadar um pouco, coisa de uns 10 minutos. Victor me abraça por trás, pegando meus peitos. Viro a cabeça pra nos beijar e sinto o pau dele endurecer de novo contra minha bunda, minhas mãos seguram ele. Me levanto um pouco, coloco ele na entrada do meu rabo e me deixo deslizar pelo tronco dele. Gustavo nos observa e nada ao nosso redor. Victor começa a me foder sem piedade, me envestindo brutalmente até me fazer gozar. Meus gritos espantam os pássaros que estavam na moita, eles voam e pousam de novo nas árvores com seu canto lindo. Victor cede a vez pro Gustavo. pois quem também me penetra meu rabo e me fode como um animal selvagem, e eu gozo de novo. Ele me solta, e o Victor volta e me penetra, me dando duro e sem piedade, fazendo eu gozar de novo. O Gustavo me levanta e penetra minha bucetinha, e os dois me comem juntos.
A loucura, eu respondia na mesma intensidade às investidas deles, a água ajudava pra caralho pra uma penetração melhor e mais gostosa.
Nessa posição, foram quase 30 minutos, com duas pausas, e nós três fomos embora gemendo e gozando ao mesmo tempo, num turbilhão de tesão.
— Não, dona Diana, isso foi incrível, não me cansou não. A senhora é uma deusa do prazer.
— Nunca tinha passado por uma situação assim, e é uma loucura mesmo. E igual ao seu Gustavo, mamacita, a senhora é uma deusa do sexo. Seu corpo, sua pele macia e a experiência que dá pra ver que a senhora tem, nos proporcionaram um dia inesquecível.
E agora eu não sei o que a senhora vai fazer com a gente, porque depois disso, vamos querer repetir.
— Por mim, adoraria. Não vejo problema nenhum em repetir, seria um imenso prazer satisfazer vocês.
Terminamos de tomar banho, nos vestimos, montamos nos cavalos e fomos pra fazenda almoçar, já eram quase cinco da tarde. Que fome que eu tava.
Chegamos, na fazenda já tinham chegado os dois filhos dela com os maridos e um primo do seu Gustavo, que era bem do jeito que eu gosto: todo fortão e bem apessoado. Almoçamos. O David não tinha chegado, o Victor foi embora e o Gustavo foi pro estábulo, voltando quando meu marido chegou.
— Oi, mamãe.
Nos abraçamos e nos beijamos.
— Oi, meu amor, como foi?
— Muito bem, tirando medidas, preparando o terreno. E você, como foi?
— Ah, meu love, se eu te contar... foi delicioso... me diverti, pra te falar a verdade, demais. O Gustavo e o Victor são dois garanhões do caralho, ambos bem dotados, e você sabe que eu adoro homem com uma boa cock. Eles me fizeram passar uma tarde inesquecível.
— Como eu fico feliz em te ouvir, minha menina. E já imaginei tudo de gostoso que você deve ter aprontado. Passado.
Nós nos beijamos apaixonadamente. Sentimos os passos de Dom Gustavo, que chegava para falar com meu marido sobre a obra.
Enquanto eu tomava uns golinhos de rum com os filhos do Gustavo, suas parceiras e o primo Santiago, com quem tive uma boa vibe, a noite chegou e eles jantaram. Com o Gustavo, a gente acompanhou tomando rum, já que eu ainda me sentia cheia, tínhamos almoçado tarde.
Passamos para a sala e, com uma conversa agradável acompanhada de música boa, uns tomando cerveja, outros tomando rum — minha bebida favorita. Dom Gustavo muito atencioso comigo. Saí na sacada para fumar um cigarro e ele me acompanhou, aproveitando aquele momento em que ninguém nos veria, nos abraçamos nos beijando apaixonadamente, lembrando o gostoso que foi no poço. De repente, lá de dentro vejo o primo dele saindo. Gustavo beijava meu pescoço, eu estava sentada no parapeito, minhas pernas abraçavam as dele. Ele nos olha surpreso, eu acaricio o cabelo dele, cruzo olhar com Santiago, coloco meu dedo na boca sinalizando para não dizer nada, abro minha blusa e deixo o Gustavo chupar meus peitos, aperto a cabeça dele entre minhas tetas. Santiago continua nos observando.
— Vem, gatinho, chega mais.
Gustavo se assusta todo, se afasta um pouco de mim, mas ao ver que é Santiago, sorri.
— Pô, priminho, vocês vêm comer escondido e não chamam.
— Não, primo, que pena a senhora nos pegar nessa.
— Relaxa, primo, eu já estava desconfiando que entre vocês dois rolava algo e como fico feliz com isso, porque deixa eu te dizer uma coisa, Dianita. Você é uma mulher deliciosamente gostosa.
— Ah, muito obrigada, Santiago, e deixa eu esclarecer uma coisa. Você não precisa de convite para ficar comigo, quando quiser pode me ter.
Ele olha meus peitos e a mão direita dele os acaricia. Minha mão direita pousa nas costas dele, acariciando, permitindo que ele continue me acariciando.
— Que pele macia você tem.
Nós nos beijamos bem suavemente, os gritos das crianças que brincam nos corredores nos param, e exatamente dois saem e eu me viro para tampar meus peitos, abotoando a blusa. a blusa. A gente riu.
— Gente, por que a gente não vai pro teu quarto e termina passando um tempo gostoso?
— Pois é, Dianita, pra mim não tem problema. Eu tô super a fim de ficar contigo.
— Tem alguém no corredor? — pergunto.
Gustavo espiou e são as crianças que continuam brincando.
— Vocês vão que eu fico cuidando dos meus filhos, faz tempo que não vinham.
— Gustavo, me faz um favor e conta pro meu marido que vou ficar com o Santiago hoje à noite, pode ser?
Gustavo me olha surpreso.
— Tem certeza que quer isso?
— Sim, claro, sem problema, me faz o favor e pronto.
— Então como quiser, teus desejos são ordens.
Abraço ele e dou um beijo.
— Valeu, boneco.
Santiago pula a grade e me ajuda a fazer o mesmo, a gente caminha rápido, quase trotando, contorna a casa e entra, indo direto pro quarto sem ninguém notar. Fechei a porta, tava toda sorridente e nervosa.
— Ninguém nos viu?
— Acho que não, preciosa.
Santiago se aproxima de mim, a gente se abraça e se beija devagar, ele me aperta contra ele e eu acaricio o pau dele por cima da calça.
— Ah, Dianita, desde que te vi, eu sabia que ia te ter pra mim, alguma coisa me dizia.
— É mesmo, boneco? E por quê?
— Sei lá, teus olhares, como você falava comigo, e eu já desconfiava que entre meu primo e você tinha algo estranho, um caso.
— Amantes, só amantes e nada mais. Sexo sem compromisso, se divertir gostoso igual você e eu agora.
Apertei o pau dele e a gente se beijou, soltei o cinto dele, o botão da calça e abaixei o zíper, me agachei, puxei a calça dele pra baixo e coloquei numa cadeira, ele tira a camisa, desabotoa minha blusa, pega meus peitos e chupa como um bebê faminto, tira minha calça, a gente se beija de novo, as mãos dele percorrem minhas costas, ele pega minha bunda. Enfio a mão direita na cueca dele, tiro o pau dele pra fora, masturbo ele, pego e levo ele pro banheiro, entramos no chuveiro, abro a torneira, ensaboo ele e dou o sabão pra ele me ensaboar, me ajoelho, pego o pau dele, lambo ele. chupou as bolas dele, coloquei o pau dele na minha boca e chupei por quase 10 minutos, a água serviu pra refrescar. Levantei, toquei minha buceta com meus dedos, abri meus lábios vaginais, com meu olhar pedi pra ele lamber, ele se abaixou com a língua e lambeu e chupou, agarrou minhas nádegas.
- Mulher, que gostosa, sabe que prazer excitante é te comer toda? Eu ia mesmo me propor a conseguir isso, te desejo e até fazer isso não ia te deixar em paz.
Ele continuou lambendo minha bucetinha. Meu cabelo molhado cobria meu rosto, ele acariciava meus peitos, uma sensação de prazer invadia meu corpo, lembrava que a metros meu amado marido, que já devia saber que eu estava transando com Santiago, estava partindo com Gustavo e os filhos dele, e eu curtia as carícias de Santiago, que ia transar com ele, coisa que me deixava muito ansiosa.
Santiago se levanta, nos beijamos, peguei no pau dele e esfreguei na minha buceta, ele empurrou meu corpo enfiando em mim.
- Ah, que gostoso ter você dentro de mim, adoro essa sensação tão prazerosa.
- Isso dá pra perceber bem, você é uma puta deliciosa, adora pau.
- Sim, você tem toda razão, não tem nada mais excitante do que transar.
Santiago começa a me foder, a respiração dele expande o peito dele, abraço ele com força, sinto o pau dele entrando e saindo do meu corpo, curto essa deliciosa sensação que me faz gemer como um motor acelerado, nos beijamos apaixonadamente, ele me levanta colocando minhas pernas na cintura dele, apoiando minhas costas na parede, até eu gozar, ficando mole, minhas pernas tremem, me molho e saímos do chuveiro, nos secamos e vamos pra cama, montei em cima dele fazendo um 69 que me deixou curtir a carnosidade dele, chupar a glande e as bolas dele, esfregar na minha cara e até fazer um siririca nele.
Mudei de posição, virei colocando o pau dele nos meus lábios vaginais, esfreguei a glande dele e deixei rolar pelo tronco dele até o fundo, me movo em círculos sentindo ele em toda a grossura, começo a Foder ele entrando e saindo de mim, as sensações gostosas invadem meu corpo, começo a gemer, me deito no peito dele, nos beijamos apaixonadamente, passo minha língua pelas bochechas dele, pela nuca, pela orelha esquerda, levanto um pouco meu quadril e é ele quem me fode por uns minutos, volto a sentar, coloco meus pés nas pernas dele, começando um mete e taca delicioso.
Passaram quase 20 minutos, gozei em jorros intermitentes que me fazem tremer.
Me deixo rolar pelo peito dele até a altura do pau dele, chupo e masturbo ele, limpando com minha língua meus próprios fluidos.
- Gostou, boneco? Eu amei.
Volto e chupo ele por vários minutos, me deliciando com a grossura, abrindo minha boca pra enfiar tudo, me deito de barriga pra cima, Santiago monta em cima de mim, levanta minhas pernas pro lado, coloca o pau dele na minha bucetinha, esfrega ele, passando pelo meu cu.
- Aí, boneco, vai, enfia no meu cu.
Ele cuspiu no meu cu e me penetrou bem devagar, se dilatando a cada centímetro que entrava até sentir tudo lá dentro, tira de novo e me penetra outra vez, repete devagar várias vezes e aos poucos vai acelerando, cuspiu dentro do meu cu, volta a me penetrar e me foder como uma fera, foram mais de 30 minutos onde Santiago me arrancou dois orgasmos deliciosos.
Trocamos de posição e deitamos de lado, ele atrás de mim, levantou minha perna e penetrou meu cu, nós dois nos movendo juntos, deixando mais gostoso.
Terminando depois de 20 minutos, onde nós dois aceleramos num orgasmo excitante que sacudiu nossos corpos, um beijo longo e suave acalmou a excitação, levantamos e voltamos pro chuveiro pra nos refrescar, nos secamos e fomos pra cama, Santiago estava cansado, tinha tido um dia agitado, e dormimos enrolados nos braços dele.
No outro dia acordei, me vesti e fui pro quarto. David dormia tranquilamente, me despi, deitei pra ler um pouco, enquanto esperava alguém. acordasse.
Daí um tempo fui pegar um cafezinho, na cozinha a cozinheira me serviu um, saí pro corredor da casa, sentei numa cadeira de balanço, acendi um cigarro. Daí um tempo quem saiu pra brincar na piscina foram os netos do Gustavo, que apareceu com cara de sono, pedindo um café bem preto.
— Bom dia, seu Gustavo, ave maria, que ressaca braba que o senhor pegou.
— Dianita, minha preciosa, ficamos até tarde conversando com todo mundo e eu não tô acostumado com isso, não bebi muito, mas acho que capotei e me levaram ou levantei sonâmbulo, kkkkk. E você, curtiu com o primo?
— Siiiim... pra que vou mentir, seu primo é uma delícia de homem, lamento que você não tenha ido com a gente.
— Eu também, mas fazia tempo que não via minha filha, ela mora nos EUA e tá de férias.
— Bom, essa eu te perdoo por ser sua filha, mas na próxima eu te amarro e te violento. Kkkkkk.
— Kkkkkk Dianita, você tem minha permissão. Dianita, vamos todo mundo pro poço, passeio de panela, carminha assada, cerveja gelada.
— Aí sim, que delícia, adoro esse plano.
Eugênia, a filha do Gustavo, aparece.
— Bom dia, dona Diana. Pai, como cê amanheceu?
— Tô aí, filha, ainda com os olhos empijamados.
— Dianita, melhorou da dor de cabeça?
Olhei pro Gustavo, imaginando que ele tinha inventado essa desculpa pra me justificar.
— Tô aí, preciosa, é que umas dores terríveis tão me pegando.
— Os comprimidos que te dei adiantaram?
— Sim, muito obrigada, seu Gustavo.
Trouxeram mais cafezinho com biscoito huilense.
Santiago saiu de bermuda, entrou na piscina e brincou um pouco com as crianças.
Aos poucos, todo mundo foi saindo pra tomar cafezinho antes do café da manhã. Quem me cumprimentou com muito carinho foi a nora do Gustavo.
Ela se aproximou de mim.
— Bom dia, querida, como cê amanheceu? Passou a dor de cabeça?
— Ufa, sim, ainda bem, o calor me sufoca e me bate na cabeça.
— Bom, você perdeu a conversa de ontem, ficamos até tarde. nos divertindo.
Tomamos café da manhã todos juntos, dom Gustavo preparou o que levar pro poço e mandou os outros na frente pra preparar o almoço lá.
Pouco depois, a gente se arrumou e selaram vários cavalos. Santiago me ajudou a montar na sexy girl que me deram, e a Susana, nora do Gustavo, aproveitou pra se aproximar e comentar.
— Que dia tão ensolarado, espero que não te dê outra dor de cabeça.
— Ah, não acho que não.
— Santiago, tem que levar remédio pra dor de cabeça, não vai que ela precise se acalmar.
Como ontem à noite.
A gente se olhou com o Santiago e rimos, meio que se perguntando.
Chegamos suando, os empregados já estavam preparando o almoço, receberam os cavalos e os desselaram, deixando eles num cercado, e a gente foi aproveitar aquele paraíso.
Entramos no poço, nadei um bom tempo, tomamos uma cervejinha gelada, e o que eu não esperava era a nora do Gustavo, que veio nadando até mim.
— Ah, isso é uma delícia.
— Com certeza, com esse calor, essa água fria é maravilhosa.
— Dianita, você é um perigo pra nós, mulheres.
Olhei pra ela, sem entender.
— Ué, por que você diz isso?
— Mana, é que com esse corpaço, você tem todos os homens enfeitiçados.
— Hum, Susana, você também é bem gostosa.
— É, mas difícil eles me olharem como olham pra você, sou a nora, você é a mulher de um desconhecido.
— E por isso você não deixa os maus pensamentos de lado.
Susana me olhou e riu.
— Ontem à noite eu te vi transando com o Santiago.
Arregalei os olhos, surpresa.
— Você nos viu? E daí?
— Então, te contar que adorei te ver ali, aproveitando aquele momento tão excitante, e o fato do seu marido estar lá com a gente e você lá, se divertindo gostoso.
— E o que você achou de me ver aproveitando aquele homem?
— Sim, e você fez despertar em mim uma sensação que eu achava que já tinha superado.
— É? E o que foi?
Peguei ela pelos ombros, me estiquei e brinquei com minhas pernas.
— Uma vontade do caralho de estar com você! Com uma mulher.
E de transar de novo com Santiago.
- Ah, caralho, dona Susana, essa eu não esperava. Você já comeu o Santiago?
- Um mês depois de casar com o Júnior, ele veio visitar e a gente tomou uns vinhos. Uma coisa levou à outra e acabamos no apartamento dele transando.
- E vocês se viram de novo depois disso?
- Claro que sim, a gente dava uns escapes umas quatro ou cinco vezes.
- Só isso???
- Por mês, hahaha, até quase um ano atrás, e isso porque ele me pegou saindo com um amigo dele, com quem agora tenho um caso delicioso.
- E o Júnior ficou sabendo de algo?
- Não, nem ideia, ele nem desconfia. A gente sempre fez nossos encontros na maior discrição.
- E você não topava fazer um menage com o Santiago?
- Ah, sonho, seria uma delícia, mas acho que o Gustavo não toparia.
- Como não? Deixa comigo que eu realizo isso e com sobra.
- Hahaha, Dianita, você é demais, hein.
- Não perco chance de me divertir, ainda mais com uma mulher tão gostosa.
- Olha aqui minhas mãos todas trêmulas, como fiquei, kkkkk.
A conversa acabou porque as filhas dela se aproximaram e tivemos que mudar de assunto.
A tarde foi só curtição na piscina, o almoço uma delícia, o Júnior trouxe o violão e nos encantou com música colombiana, cumbias e até um joropo llanero. Acabei conhecendo o Santiago, trocamos números de telefone e combinamos de nos ver em Bogotá.
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