Pra hoje, a gente volta no tempo uns 20 anos. Começamos a semana, são 5 da manhã, eu acordo, tenho preocupações que não me deixaram dormir direito, busco alguma estratégia pra resolver elas, esquento um café, entro no escritório e pego meus livros pra revisar casos anteriores. Eu tinha um pressentimento de algo e, de fato, lá pelas 7 da manhã, meu telefone tocou.
O filho de um cliente tinha sido preso, acusado de assassinato na cidade de Santa Marta.
David, meu marido, entra na cozinha e eu conto:
— Amor, tenho que viajar pra Santa Marta, o filho de um cliente foi preso por assassinato.
— Ah, perfeito, queria ir ver como tá a casa, vou com você.
David tinha comprado uma casa antiga pra reformar e vender em Santa Marta.
Não conseguimos viajar cedo porque eu tinha uma audiência às 8 da manhã nos tribunais de Paloquemado, que me toma umas boas duas horas.
Ana María e David me pegaram e me deixaram no aeroporto, chegamos em Santa Marta e de lá fomos pra delegacia, onde já estavam nos esperando. Falei com o inspetor e o promotor do caso, e depois com meu cliente, com quem ficamos uma hora esperando se nos designavam um juiz. Até que finalmente marcaram pra amanhã às 8 da manhã.
David aproveitou pra ir ver a casa e voltou bem na hora que a gente tava saindo da delegacia.
Nos convidaram pra almoçar porque nem eles nem a gente tinha comido. Meu cliente estava com a esposa, a sogra e um irmão. Depois de fechada a audiência de imputação de acusação, fomos descansar, eu tava cansada, e passamos no supermercado pra comprar mantimentos. Um amigo alugou um apartamento pra gente em Pozos Colorados, não era temporada de verão, então o prédio tava meio vazio.
Fazia uma brisa gostosa, refrescando um pouco o entardecer. Na cobertura do prédio tem uma piscina, o que nos dá a chance de subir. Colocamos os biquínis, pegamos quatro cervejas, toalhas e subimos pra dar uma olhada também. O pôr do sol.
David quis que a gente fosse caminhar na praia, mas eu tava muito cansada.
Subimos e na piscina tava, acho que era o único morador do prédio, um moreno de 1,70 de altura, uns 35 anos, bem troncudo, na companhia de duas meninas novas que estavam de topless, deixando a gente ver os peitos lindos delas, e ele de sunga, onde dava pra ver uma ereção da porra. Tavam aprontando alguma, porque ele mergulhou e deu pra ver que tava ajeitando a sunga, e as meninas caíram na risada. O sol no auge, nem uma nuvem no céu, prometendo um pôr do sol perfeito.
Cumprimentamos com um "boa tarde" de longe, arrumamos as cadeiras de sol, peguei o protetor solar e entreguei pro David passar nas minhas costas, abri as cervejas e acendi um cigarro. Aproveitando que as meninas tavam de topless, eu também tirei o meu, até porque não cobria quase nada, só os biquinhos.
David terminou de passar o protetor, deu dois goles na cerveja e entrou na piscina, nadou um pouco. As meninas, apesar de terem peitões, o moreno não parava de me olhar, o que deixou elas meio incomodadas. Além disso, provavelmente estragamos o momento de putaria deles. Isso fez com que fossem embora pro apartamento, deixando a piscina só pra gente. Eu sorri pro meu marido.
— Parece que a gente atrapalhou a trepada deles, hehehe.
— É, que bobas, podiam ter continuado na brincadeira.
— Papi... você viu o volume do moreno? Nossa, que paquete gostoso.
— Claro que vi, difícil não ver com esse tipo de sunga.
— Pois é, mas o cara é do jeito que eu gosto, gostoso e bem servido.
— Bom, já vai ter hora pra você conhecer ele e se divertir.
— Pois é, nem tudo é trabalho, também tem que se divertir de verdade e com uma boa rola.
A gente se beijou com paixão, nossas mãos acariciavam nossos corpos, acendendo nossas sensações. Eu puxei a bermuda dele pra baixo e chupei a rola dele por vários minutos, depois ele puxou a minha... calcinha e chupa e lambe minha bucetinha, continuamos sentados nas cadeiras, eu montei nele e ele penetra minha bucetinha, sensações deliciosas brotam me fazendo gemer, pulo sem parar nos beijando e acariciando desenfreadamente, nos provocando. Sensações excitantes que subiam nossa adrenalina nos deixando absortos no fogo incandescente da paixão, gozando em intermitentes choques elétricos, terminando num beijo longo e prazeroso. Ficamos até o entardecer passar, nos presenteando com uma paisagem linda de cores. Fomos pro apartamento, tomamos banho, preparamos a comida e fomos dormir, porque no dia seguinte tinha que madrugar pro fórum e o David ir comprar umas coisas pra casa. No outro dia, a audiência durou uma hora e meia e conseguimos prisão domiciliar pra ele, ajudou muito que várias provas eram circunstanciais. Agora era começar a desqualificar as provas e procurar as testemunhas pro julgamento. Teve que viajar pra encontrar uma senhora que estava com meu cliente no dia do crime num motel, o problema é que ela era casada com um cara dono de uma empresa de caminhões de carvão, um caminhoneiro arriscado e perigoso. Meio difícil que ela servisse de testemunha, mas mesmo assim tinha que tentar, a versão dela era crucial. Fomos na casa dela e conseguimos que ela nos atendesse, não garantiu que seria testemunha, mas também não negou essa possibilidade. Era muito prejudicial pra ela, porque tinha quatro filhos, o lar dela, uma zona de conforto que corria perigo. Almoçamos na estrada e chegamos em Santa Marta umas 3h30 da tarde, nos deixam no apto e eu deito um pouco. Dormi meia hora e lembro do moreno de ontem, levanto pra me trocar e ir pra piscina. David já tinha chegado e esquentou um cafezinho revigorante, conversamos sobre meu dia e o dele enquanto eu me trocava e tomava meu café. Ele também trocou de roupa, mas eu o segurei quando falei: + Papi, vou subir pra piscina, mas sem você. Ele me olha e sorri. - Ah, verdade que a senhora tá com vontade. de cock.
Ok, gostosa, vai se divertir com aquela negra que deve estar te esperando.
- Papi, a gente se vê mais tarde.
A gente se despediu com um beijo apaixonado e eu saí em direção ao elevador e subi.
O desgraçado não estava. Tirei o roupão, abri uma cerveja e acendi um cigarro. Senti que alguém vinha, olhei pra entrada e não, era a senhora da limpeza vindo pegar uns baldes e vassouras pra levar pra baixo. A gente se cumprimentou e perguntei pelo vizinho, e com cara de suspeita ela me disse que ele não demora a chegar.
Ela foi embora e eu fiquei esperando sei lá o quê, sem saber se ele vinha ou não. Mas, por sorte, quando eu tava pensando em descer, me espichei e consegui ver ele saindo do apartamento quatro andares abaixo. Voltei na hora e até tirei o sutiã do biquíni, fiquei de topless, me deitei na cadeira fingindo que tava tomando sol e dormindo. Coloquei meus óculos pra vê-lo, fiquei parada. Vejo ele me olhando e enfiando a mão dentro da bermuda, ajeitando a cock que tava dura pra baixo. Meu corpo tremia, sentia mil faíscas no estômago. Ele entrou na piscina e eu me mexi, tirei os óculos e cumprimentei ele.
- Oi, vizinho.
- Minha querida senhora, boa tarde, muito prazer, me chamo Asdrúbal. Fico feliz em te encontrar, me disseram que você tava me esperando.
- Sim, claro, gato, queria te conhecer. Você me deixou muito curiosa ontem. Quer uma cerveja?
- Desculpa, gostosa, mas eu trouxe um vinho delicioso que quero compartilhar com você.
Ele pegou uma cestinha que trouxe, tirou a garrafa e duas taças.
- Humm... Adoro, gato, um ponto a favor.
Ele abriu a garrafa e serviu, sentando na outra cadeira de sol. Admirando meus peitos, fez o brinde.
- Pelas mulheres lindas como você, que nos inspiram e nos acompanham, nos presenteando com seus encantos.
Tomei o primeiro gole, deixando escapar umas gotas nos meus peitos, que limpei com os dedos e depois chupei.
Ele se sentou, esticando os pés na cadeira, me deixando apreciar aquele volume que praticamente saltava da bermuda dele. Olhei pra ele e voltei a olhar pra ele. aos olhos sorrindo e piscando o olho pra ele, tomo outro gole de vinho.
- Mora aqui em Santa Marta?
- Sim, senhora. E você, gostosa, de onde é?
- Meu lindo, orgulhosamente tolimense, nasci em Flandres.
E moro na geladeira, Bogotá.
- E você, de onde é?
- Sucrenho de Sampues, aqui na divisa com Bolívar. E seu marido não vem?
- Não falei pra ele que queria ficar com você, a sós.
Meu celular tocou, era minha filha ligando.
- Oi, filha, como você está?
- Oi, mãe, tô bem aqui estudando pra amanhã, tenho prova e estamos sem luz, só na vela. Apagou faz tempo e nada de instalarem. E como vocês estão?
- Bom, eu tô super bem, tô tomando sol de topless acompanhada de um moreno lindo com quem vou passar um tempo delicioso.
Asdrúbal me olha e coloca a mão acariciando minha perna direita. Minha mão direita acaricia o cotovelo dele, peço mais vinho.
- Ah, pensei que você tivesse trabalhando. E meu pai?
- Não, filha, trabalhando eu estive, mas você sabe que quando um homem me agrada, não hesito em levá-lo pra cama.
Tomei um gole e me levanto, solto os cordões da calcinha e tiro ela, já completamente nua. Pego meu bronzeador e peço o favor pro Asdrúbal passar em mim. Ele, sem hesitar, se levantou e pegou o bronzeador, passando no meu corpo todo, embora tenha demorado quando foi passar nos meus peitos, porque primeiro chupou eles. Me despeço da minha filha e, quando ele terminou, tirou a bermuda que tava atrapalhando pra caralho, me deixando ver como a pica dele tava bem grossa. Ele se aproximou, segurou minha cintura, nos beijamos, abracei ele pelos ombros, sinto a pica dele no meu púbis. Cai um balde no chão, não vemos ninguém, e tiro da bolsa uma câmera fotográfica com a qual tiramos várias fotos usando o timer, e onde conseguimos sair nos beijando e acariciando a pica dele. Ele serviu mais vinho e me deu minha taça, tomando um gole longo. Nos beijamos de novo por um bom tempo enquanto eu acariciava a pica dele.
Sento na frente da pica dele, que observo e... masturbo.
- Ontem as duas meninas que estavam com você estavam te fazendo sexo oral?
- Sim, a gente não esperava que ninguém subisse, já que não tinha ninguém no prédio.
- Eu sabia, desconfiava mesmo, lamento muito ter estragado o trio de vocês.
- Não, de jeito nenhum, gostosa, por isso a gente desceu pro apartamento e ficou um tempão lá.
- E como foi?
- Hmm, foi delicioso, fantástico.
Continuei falando com ele, beijando e lambendo a pica, enfiando na boca sentindo como ela é grossa.
- Adoro sua pica, tem um gosto delicioso.
- Toda sua, gostosa. Isso aí, que língua gostosa, mami, adoro putas como você. Aquela de falar pro seu marido não subir pra gente foder me deixou a mil.
- Jejejeje, sim, tão lindo meu marido, por isso amo tanto ele. E você esperava por isso?
- Pra ser sincero, sim. Depois de ver como você olhava pra minha bermuda e me provocava, soube que a gente ia acabar fodendo.
Eu continuei chupando a pica dele.
- Ah, que gostoso, boneco, eu também fiquei com uma vontade do caralho de foder com você. Ontem fiz amor com meu marido aqui e fiquei imaginando o trio de vocês, genial.
- Sim, foi realmente delicioso, umas meninas do caralho, adoram pica.
- E quem não, boneco, com uma pica tão gostosa que nem a sua.
Continuei chupando, me deliciando com a grossura, molhando, babando, esfregando no meu rosto, nos meus peitos, até fiz um boquete russo.
Quase dez minutos sentindo ela na minha boca, depois montei na cadeira e levantei as pernas. Asdrúbal começou a chupar e lamber minha bucetinha, me dando sensações deliciosas. Com a cabeça apoiada no encosto, vi uma figura: era a mulher da limpeza tentando entrar na área e, ao nos ver, parou uns 10 segundos nos olhando, devagar deu ré sem se virar, como se diz, saiu de novo e nos deixou sozinhos.
Asdrúbal continuou me devorando, a boca dele me deixou louca de tesão, gozei em jatos que espirraram no rosto dele, deixando tudo lambuzado. Me levantei e nos beijamos. apaixonadamente, eu masturbo ele.
- Haaa que gostoso, não como eu amo sexo.
- Eu também, linda, e ainda mais quando são casadas, me dão um tesão.
Ela volta e me deita, se coloca entre minhas pernas roçando o pau na minha bucetinha, me penetra devagar, sinto o tronco grosso deslizar pelas minhas paredes até tocar o fundo, abro as pernas abraçando ele e empurrando ele pra dentro de mim, ele começa a tirar e entrar suavemente, aumentando a cada penetrada, eu começo a gemer, a sentir o pau grosso nas minhas paredes vaginais me levando ao paraíso, meu corpo tremia de tesão.
- Que delícia pelo amor de Deus, continua, continua assim, me dá, me dá mais, anda, me dá mais que eu tô morrendo de prazer. Eu sabia que você ia me fazer gozar como uma puta presa em visita íntima, anda, me come, boneco lindo, me faz gozar.
Ele me penetrava como um pistão acelerado até eu gozar, ele tira e eu jorro meus líquidos me dedando, espremendo até a última gota, eu levanto e chupo o pau dele.
- Ha, que gostoso, você me fez gozar, boneco lindo, definitivamente que delícia de pau que você tem.
- Ah, Dianita, a verdade é que você é a mulher mais gostosa que eu já comi, que puta você é, eu te amo, sua puta gostosa.
Eu monto nele, coloco o pau na entrada da minha bucetinha e me deixo descer, me mexo em círculos e depois começo a foder o mais rápido que minhas pernas permitem, descanso e ele começa a me foder me dando um prazer indescritível, minha cara desfigurada de tanto tesão, eu gozo de novo, tiro o pau dele e gozo na cadeira, e coloco ele de novo e em menos de um minuto eu jorro outra vez.
- Haaaa, eu amo, eu amo, porra, que prazer poder aproveitar quem eu quiser, sim, eu tava com saudade de você, ver aquele volume na sua bermuda ontem me deixou com o cuzinho ardendo, se não tivessem aquelas duas menininhas, com certeza a gente teria transado, até me foderia se o corno do meu marido estivesse ali.
Asdrúbal se levanta e eu fico de quatro.
- Linda, vamos ter que Agradece ao corno do teu marido por ter deixado você vir sozinha, ah, e também à menina da limpeza por me avisar que você tava me esperando, porque eu não ia subir.
Pego a pica dele e coloco na entrada do meu cu.
– Devagar, boneco, enfia devagar, meu amor.
Ele começou a penetrar meu cu suavemente, me dilatando enquanto ia entrando, aos poucos foi fodendo, aumentando o ritmo por uns 15 minutos, me fazendo gozar duas vezes e ele uma, bem na hora da minha segunda gozada, enchendo meu cu com o leite dele. Terminamos nos beijando, Asdrúbal se levantou e foi tomar banho, lavando a pica, tirando o suor.
E eu fico olhando o pôr do sol, ele vem por trás, me abraça, beija minhas costas, coloca a pica entre minhas pernas, eu arqueio, levanto a bunda e ele enfia na minha buceta, me fodendo por mais 15 minutos. Gozo de novo, tiro a pica dele e me abaixo pra chupar por uns minutos, levanto, de frente pra ele, pego a pica e meto de novo na minha buceta, e a gente fode gostoso de novo, nos beijando com uma paixão que transborda, nossas bocas se unindo selvagemente, safados e sem nada que nos parasse de aproveitar as delícias do sexo. Que prazer do caralho. Pena daquelas que nunca fizeram com um negro, a maioria é bem dotada, e eu já tive várias experiências que me satisfizeram pra caralho, adoro esses homens bem dotados.
A gente continuou fodendo por mais alguns minutos, acompanhados pela brisa do mar, gozamos em espasmos e gemidos de prazer, nos envolvendo num abraço forte. Já era noite, descemos pro apartamento dele e comemos um peixe que ele preparou delicioso. Aquela noite fiquei pra dormir com ele.
No outro dia acordo, eram 7 da manhã, Asdrúbal tava tomando banho, eu coloquei meu biquíni e me despedi, combinando de ver ele à tarde.
Cheguei no apartamento, o David tava preparando café.
– Bom dia, princesa, como amanheceram os pombinhos?
– Oi, pai, delicioso, você não imagina. Que delícia que a gente passou, Asdrúbal é um verdadeiro garanhão, amei aquele homem.
A gente se beijou e abraçou com o David.
- Fico muito feliz, meu amor, é realmente excitante te ver tão contente.
- Isso aí, papai, é que depois de aproveitar aquela pica, não dava pra pedir mais.
Tomei banho e me arrumei pra gente ir. A gente tava tomando café quando minha secretária ligou avisando que seu Jacinto, outro cliente meu, tava em Barranquilla e precisava de mim. Liguei pra ele e ele nos convidou pra almoçar. Fui resolver umas coisas, passar no motel onde meu cliente esteve com a velha pra servir de álibi. Ir no instituto médico legal pegar o laudo forense, fazer minha secretária transcrever pra apresentar os documentos no tribunal. Saímos pra Barranquilla quase meio-dia, seu Samuel emprestou um dos carros dele.
Passamos a tarde toda e depois saímos pra dar uma volta pela cidade. Voltando pra Santa Marta às nove, cansada e dormir.
No dia seguinte, esperar a documentação que minha secretária ia mandar de avião e levar pra assinar com meus clientes. Chegou a tarde e eu tava com vontade de ir pra praia, caminhar um pouco, entrar no mar, relaxar e meditar sobre o caso de Barranquilla, já que era um caso complicado com paramilitares, tinha que pensar bem se encarava ou não. Chegamos no apartamento, vestimos nossos biquínis, empacotamos as coisas pra levar: bronzeador, toalhas.
Saí com meu marido pra procurar um lugar que não fosse tão vazio, e a gente ficou na frente de um dos hotéis. O sol tava no auge. Passou um menino vendendo cerveja gelada, a gente comprou duas. Passei bronzeador e me deitei na toalha na areia, com meus óculos de sol, observando o mar que batia na praia com as ondas.
Dois caras morenos brincavam com uma prancha deslizando.
Do hotel, vi sair quem eu pensei que era o pai de um dos meninos, uns 45 anos, moreno, corpado, careca, altura média, bem comestível, uma delícia de homem. Cara, e não, não era o papa.
Ele se aproxima, cumprimenta a gente, fica um tempão, volta a entrar no hotel e a gente se olha enquanto ele caminhava. Depois de 10 minutos ele voltou, mas dessa vez de sunga apertada, colocou uma toalha na areia e os chinelos e foi entrar no mar. Levantei e fui atrás, entrei no mar também, a gente nadou um pouco, me aproximei pra cumprimentar ele.
— Oi, boa tarde.
— Oi, gostosa, como cê tá?
— Tô bem, lindão, prazer. E como cê chama?
— Victor, e você?
— Diana.
— Diana, adoro esse nome. Cê tá hospedada no hotel?
— Não, a gente tá no prédio de tijolos à vista.
— E cê tá com seu marido?
— Tô, com ele. E você, onde cê tá hospedado?
— Não, eu trabalho no hotel.
— Ah, entendi. E cê é o quê, salva-vidas?
— Não, mas adoraria ser.
O mar tava ficando muito agitado, as ondas me arrastavam fácil, me derrubando até a areia. O Victor me ajudou a levantar, eu tava rindo da situação, e a gente saiu do mar abraçados, rindo e comentando. Sentamos na areia e ele massageou um pouco meu tornozelo que eu acabei machucando.
— Valeu, Victor. E o que cê faz no hotel?
— Trabalho na administração, sou o tesoureiro.
— Ah, o cara que cuida da grana, o carteiro.
— Pensei que cê tava hospedada no hotel.
— Não, a gente alugou um apartamento de um cliente de Bogotá ali no prédio de tijolos.
Apontei pra ele, e quando ele virou pra olhar, falou:
— Ali mora um amigo meu, chama Asdrúbal.
— Ah, cê conhece o Asdrúbal?
— Sim, ele é bem conhecido aqui no hotel, principalmente com as mulheres casadas, ele adora.
— Hehehe, sim, disso eu percebi.
— Pelo que vejo, cê já conhece ele.
— Sim, com esse gostoso eu passei um tempo muito gostoso anteontem, dormi lá aquela noite com ele, ele é divino.
— Ah, esse cara não perde uma oportunidade, mas ele é sortudo, onde põe o olho, acerta.
— Kkkkk, ah, é que ele tem o que a gente mulher adora. E você também, pelo que vi.
E eu desci os olhos pra sunga dele, onde já dava pra ver um belo volume. A virilha dela, ela sorriu pra mim, me acaricia as pernas
- E já terminou de trabalhar?
- Sim, senhora, por hoje não trabalho mais.
- Perfeito, boneco, e o que você pretende fazer?
- Bem, por enquanto, ficar com você, desde que seu marido não se incomode.
Deito ele e coloco minha perna direita sobre as dele. E parte do meu corpo sobre o peito dele
- Pode ficar tranquilo com meu marido, ele não vai nos incomodar, e eu também adoraria passar a tarde com você.
Acaricio o queixo dele e nos beijamos apaixonadamente por quase dois minutos, nos acariciando sem freio.
Na praia, só tinha umas poucas pessoas, o que me deu liberdade pra acariciar a rola dele, enfiando minha mão direita dentro da bermuda dele.
- Anda, boneco, que tô morrendo de vontade de chupar você.
- Mamãe, nem precisa falar mais, podemos ir pro apartamento dela.
- Não, vamos melhor pro apartamento do Asdrúbal, adoraria fazer um menage com vocês dois.
- Anda, lindo, seus desejos são ordens.
A gente se beijou de novo, eu continuei acariciando a rola dele, levantei, esperei o Víctor pagar a conta e abracei ele, caminhamos até onde meu marido estava, nos beijando.
- Oi, papai, vamos pro apartamento do Asdrúbal, vou pegar minhas coisas e te dou um beijo.
- Papai, acho que não volto essa noite, a gente se vê amanhã.
- Ah, ok, não se preocupa, te espero amanhã pra tomar café.
Ele me abraçou junto com o Víctor e a gente seguiu, meu corpo começou a tremer, meus nervos me deixam toda animada. Chegamos no prédio, encontramos a moça da limpeza, que cumprimentou o Víctor.
- Mamãe, o Asdrúbal tá no apartamento dele?
- Sim, senhora, ele deve estar esperando. Caminhamos rápido até o elevador, entramos e nos beijamos de novo com o Víctor, deixando a moça nos ver. Subimos pro apto do Asdrúbal.
- Oi, boneco.
- Mamacita, o que houve ontem? Fiquei te esperando. Olá, estimado colega.
- Seu Asdrúbal, muito boa tarde.
- Entrem, entrem, por favor.
Abraço e beijo o Asdrúbal.
- Ah, nem me fala, boneco, ontem a gente tava em Barranquilla e cheguei manada.
Tirei o jaleco e o sutiã, fiquei só de topless.
- Vocês querem uma cerveja?
- Sim, boneco, eu quero.
Víctor também.
Asdrúbal estava só de bermuda.
Tomei minha cerveja em dois goles e pedi outra, Asdrúbal me alcançou, eu estava abraçada no Víctor sentados no sofá da sala quando Asdrúbal chegou com a cerveja, minhas mãos agarraram o pau dele e puxaram a cueca pra baixo, virei pra olhar o Víctor, ele sorriu pra mim.
- Adoro.
O Víctor se levanta, tira a bermuda e me pergunta.
- E isso também te agrada?
Vejo o pau dele duro.
- Delícia, Víctor, essa noite promete grandes emoções.
Pego no pau dele e começo a masturbar, mordo meus lábios, meu corpo treme de tesão, respiro fundo e dou um gole na cerveja.
- Ah, essa puta só quer pau.
Eles batem palma um pro outro rindo.
- Vim pra isso, bonecos, e porção dobrada, do jeito que eu adoro.
Víctor beija meus peitos, Asdrúbal me deita e levanta minhas pernas tirando minha calcinha, me chupa e lambe minha bucetinha, o Víctor coloca o pau dele na minha cara, eu chupo ele por um bom tempo.
Continuamos por mais cinco minutos e aí o Víctor se deita de barriga pra cima, eu monto em cima dele e com a mão direita pego o pau dele e esfrego minha buceta nele e enfio pra dentro.
- Ah, que delícia, adoro sentir isso, que prazer do caralho, vem Asdrúbal, deixa eu chupar o seu.
- Toda sua, putinha gostosa.
Ele fica do meu lado e eu enfio na minha boca, lambo e chupo as bolas dele, enquanto o Víctor me fode selvagemente, meus gemidos de tesão devem estar ouvindo até no corredor do andar, foda-se, também não tem ninguém pra ouvir.
Continuo aproveitando esses dois paus até gozar. Trocamos, fico de quatro e passo a vez pro Víctor, e Asdrúbal mete na minha bucetinha por mais 15 minutos de loucura infernal, tesão excitante.
Fora do normal, fora do que é estabelecido como regra. A gente para e toma cerveja, eles sentam no sofá, eu me ajoelho entre os dois e fico chupando o pau deles, trocando de um pro outro. tanto fazendo um boquete duplo em cada um e chega o momento ápice, montei no Victor e falei pro Asdrúbal meter no meu cu, vou deslizando pela pica do Victor na minha bucetinha, Asdrúbal se posiciona atrás de mim e bem devagar me penetra o rabo como em câmera lenta, me segurando pela cintura.
Começando um dos prazeres mais excitantes que eu amo: duas picas entrando e saindo, me fodendo sem piedade, destruindo todo o meu ser até minha cabeça, que ao sentir tanta excitação sexual não reage, se deixando levar por um momento tão gostoso. Minutos de loucura até eu gozar em espasmos intermitentes, choques elétricos percorrendo todo o meu corpo.
Descanso uns minutos, me viro e peço pro Asdrúbal ir lavar a pica e voltar. Agora é o Victor quem me penetra no cu, me dando sensações, metendo com tudo até o Asdrúbal voltar e meter na minha bucetinha, e de novo as sensações excitantes tomam conta do meu corpo. Gritos e gemidos ecoam pelo apartamento, não queria que isso acabasse, queria dar por horas nesse prazer suculento. Muitos vão me chamar de puta e sim, têm toda razão, e foi pra esse mundo que vim viver intensamente, igual minhas irmãs, sobrinhas, minha mãezinha, minha filha e todas as minhas tias, primas e parentes distantes.
Gozei duas vezes, sendo que na segunda foi a mistura do esperma deles com meus fluidos, deixando todos nós lambuzados, extasiados e cansados por essa foda fabulosa.
— Que foda deliciosa, rapazes, uau, que barbaridade, sim, porra, isso tem que repetir, não me canso, meus amores.
— Um verdadeiro banquete, gostosa, de longe você é a melhor que já comi. Que delícia de mulher.
— Jejeje, sim senhor, definitivamente mulheres casadas são as melhores, por isso o Asdrúbal adora elas, eu já vi ele pegar várias mulheres casadas e todas lindas, não sei como ele consegue porque os maridos nem percebem, ele é um expert no assunto.
— Ah, é que ele tem seu charme e usar aquela bermuda justa dá seus frutos, já imagino que você deixa o pau ficar duro quando está com alguma.
- Exatamente, Dianita, sempre funciona, deixa elas louquinhas de pau.
Hahaha, a gente ri.
- Ah, não é que depois de ver esse volume todo, a imaginação fica safada, igual aconteceu comigo quando te vi naquele dia e você estava bem durinho, fico maluca pensando no gostoso que seria chupar ele.
- Um luxo, linda, como você já comprovou. Acariciou o rosto dela e dei um beijo.
- Delicioso, boneco, um manjar de deusa.
Pouco depois, a gente recomeçou com carícias e beijos a segunda transa da tarde: uma hora e meia de sexo, dupla penetração, duplo prazer, até esvaziar as bolas do esperma grosso e oleoso — o do Victor na minha boca e o do Asdrúbal no meu cu.
Terminando uma tarde esplêndida, melhor não dava pra pedir. Não pude ficar aquela noite, a secretária me ligou pra avisar que eu tinha uma audiência no outro dia bem cedo, então tive que acordar de madrugada e pegar o primeiro voo. Por hoje é só, e espero seus comentários tarados.
O filho de um cliente tinha sido preso, acusado de assassinato na cidade de Santa Marta.
David, meu marido, entra na cozinha e eu conto:
— Amor, tenho que viajar pra Santa Marta, o filho de um cliente foi preso por assassinato.
— Ah, perfeito, queria ir ver como tá a casa, vou com você.
David tinha comprado uma casa antiga pra reformar e vender em Santa Marta.
Não conseguimos viajar cedo porque eu tinha uma audiência às 8 da manhã nos tribunais de Paloquemado, que me toma umas boas duas horas.
Ana María e David me pegaram e me deixaram no aeroporto, chegamos em Santa Marta e de lá fomos pra delegacia, onde já estavam nos esperando. Falei com o inspetor e o promotor do caso, e depois com meu cliente, com quem ficamos uma hora esperando se nos designavam um juiz. Até que finalmente marcaram pra amanhã às 8 da manhã.
David aproveitou pra ir ver a casa e voltou bem na hora que a gente tava saindo da delegacia.
Nos convidaram pra almoçar porque nem eles nem a gente tinha comido. Meu cliente estava com a esposa, a sogra e um irmão. Depois de fechada a audiência de imputação de acusação, fomos descansar, eu tava cansada, e passamos no supermercado pra comprar mantimentos. Um amigo alugou um apartamento pra gente em Pozos Colorados, não era temporada de verão, então o prédio tava meio vazio.
Fazia uma brisa gostosa, refrescando um pouco o entardecer. Na cobertura do prédio tem uma piscina, o que nos dá a chance de subir. Colocamos os biquínis, pegamos quatro cervejas, toalhas e subimos pra dar uma olhada também. O pôr do sol.
David quis que a gente fosse caminhar na praia, mas eu tava muito cansada.
Subimos e na piscina tava, acho que era o único morador do prédio, um moreno de 1,70 de altura, uns 35 anos, bem troncudo, na companhia de duas meninas novas que estavam de topless, deixando a gente ver os peitos lindos delas, e ele de sunga, onde dava pra ver uma ereção da porra. Tavam aprontando alguma, porque ele mergulhou e deu pra ver que tava ajeitando a sunga, e as meninas caíram na risada. O sol no auge, nem uma nuvem no céu, prometendo um pôr do sol perfeito.
Cumprimentamos com um "boa tarde" de longe, arrumamos as cadeiras de sol, peguei o protetor solar e entreguei pro David passar nas minhas costas, abri as cervejas e acendi um cigarro. Aproveitando que as meninas tavam de topless, eu também tirei o meu, até porque não cobria quase nada, só os biquinhos.
David terminou de passar o protetor, deu dois goles na cerveja e entrou na piscina, nadou um pouco. As meninas, apesar de terem peitões, o moreno não parava de me olhar, o que deixou elas meio incomodadas. Além disso, provavelmente estragamos o momento de putaria deles. Isso fez com que fossem embora pro apartamento, deixando a piscina só pra gente. Eu sorri pro meu marido.
— Parece que a gente atrapalhou a trepada deles, hehehe.
— É, que bobas, podiam ter continuado na brincadeira.
— Papi... você viu o volume do moreno? Nossa, que paquete gostoso.
— Claro que vi, difícil não ver com esse tipo de sunga.
— Pois é, mas o cara é do jeito que eu gosto, gostoso e bem servido.
— Bom, já vai ter hora pra você conhecer ele e se divertir.
— Pois é, nem tudo é trabalho, também tem que se divertir de verdade e com uma boa rola.
A gente se beijou com paixão, nossas mãos acariciavam nossos corpos, acendendo nossas sensações. Eu puxei a bermuda dele pra baixo e chupei a rola dele por vários minutos, depois ele puxou a minha... calcinha e chupa e lambe minha bucetinha, continuamos sentados nas cadeiras, eu montei nele e ele penetra minha bucetinha, sensações deliciosas brotam me fazendo gemer, pulo sem parar nos beijando e acariciando desenfreadamente, nos provocando. Sensações excitantes que subiam nossa adrenalina nos deixando absortos no fogo incandescente da paixão, gozando em intermitentes choques elétricos, terminando num beijo longo e prazeroso. Ficamos até o entardecer passar, nos presenteando com uma paisagem linda de cores. Fomos pro apartamento, tomamos banho, preparamos a comida e fomos dormir, porque no dia seguinte tinha que madrugar pro fórum e o David ir comprar umas coisas pra casa. No outro dia, a audiência durou uma hora e meia e conseguimos prisão domiciliar pra ele, ajudou muito que várias provas eram circunstanciais. Agora era começar a desqualificar as provas e procurar as testemunhas pro julgamento. Teve que viajar pra encontrar uma senhora que estava com meu cliente no dia do crime num motel, o problema é que ela era casada com um cara dono de uma empresa de caminhões de carvão, um caminhoneiro arriscado e perigoso. Meio difícil que ela servisse de testemunha, mas mesmo assim tinha que tentar, a versão dela era crucial. Fomos na casa dela e conseguimos que ela nos atendesse, não garantiu que seria testemunha, mas também não negou essa possibilidade. Era muito prejudicial pra ela, porque tinha quatro filhos, o lar dela, uma zona de conforto que corria perigo. Almoçamos na estrada e chegamos em Santa Marta umas 3h30 da tarde, nos deixam no apto e eu deito um pouco. Dormi meia hora e lembro do moreno de ontem, levanto pra me trocar e ir pra piscina. David já tinha chegado e esquentou um cafezinho revigorante, conversamos sobre meu dia e o dele enquanto eu me trocava e tomava meu café. Ele também trocou de roupa, mas eu o segurei quando falei: + Papi, vou subir pra piscina, mas sem você. Ele me olha e sorri. - Ah, verdade que a senhora tá com vontade. de cock.
Ok, gostosa, vai se divertir com aquela negra que deve estar te esperando.
- Papi, a gente se vê mais tarde.
A gente se despediu com um beijo apaixonado e eu saí em direção ao elevador e subi.
O desgraçado não estava. Tirei o roupão, abri uma cerveja e acendi um cigarro. Senti que alguém vinha, olhei pra entrada e não, era a senhora da limpeza vindo pegar uns baldes e vassouras pra levar pra baixo. A gente se cumprimentou e perguntei pelo vizinho, e com cara de suspeita ela me disse que ele não demora a chegar.
Ela foi embora e eu fiquei esperando sei lá o quê, sem saber se ele vinha ou não. Mas, por sorte, quando eu tava pensando em descer, me espichei e consegui ver ele saindo do apartamento quatro andares abaixo. Voltei na hora e até tirei o sutiã do biquíni, fiquei de topless, me deitei na cadeira fingindo que tava tomando sol e dormindo. Coloquei meus óculos pra vê-lo, fiquei parada. Vejo ele me olhando e enfiando a mão dentro da bermuda, ajeitando a cock que tava dura pra baixo. Meu corpo tremia, sentia mil faíscas no estômago. Ele entrou na piscina e eu me mexi, tirei os óculos e cumprimentei ele.
- Oi, vizinho.
- Minha querida senhora, boa tarde, muito prazer, me chamo Asdrúbal. Fico feliz em te encontrar, me disseram que você tava me esperando.
- Sim, claro, gato, queria te conhecer. Você me deixou muito curiosa ontem. Quer uma cerveja?
- Desculpa, gostosa, mas eu trouxe um vinho delicioso que quero compartilhar com você.
Ele pegou uma cestinha que trouxe, tirou a garrafa e duas taças.
- Humm... Adoro, gato, um ponto a favor.
Ele abriu a garrafa e serviu, sentando na outra cadeira de sol. Admirando meus peitos, fez o brinde.
- Pelas mulheres lindas como você, que nos inspiram e nos acompanham, nos presenteando com seus encantos.
Tomei o primeiro gole, deixando escapar umas gotas nos meus peitos, que limpei com os dedos e depois chupei.
Ele se sentou, esticando os pés na cadeira, me deixando apreciar aquele volume que praticamente saltava da bermuda dele. Olhei pra ele e voltei a olhar pra ele. aos olhos sorrindo e piscando o olho pra ele, tomo outro gole de vinho.
- Mora aqui em Santa Marta?
- Sim, senhora. E você, gostosa, de onde é?
- Meu lindo, orgulhosamente tolimense, nasci em Flandres.
E moro na geladeira, Bogotá.
- E você, de onde é?
- Sucrenho de Sampues, aqui na divisa com Bolívar. E seu marido não vem?
- Não falei pra ele que queria ficar com você, a sós.
Meu celular tocou, era minha filha ligando.
- Oi, filha, como você está?
- Oi, mãe, tô bem aqui estudando pra amanhã, tenho prova e estamos sem luz, só na vela. Apagou faz tempo e nada de instalarem. E como vocês estão?
- Bom, eu tô super bem, tô tomando sol de topless acompanhada de um moreno lindo com quem vou passar um tempo delicioso.
Asdrúbal me olha e coloca a mão acariciando minha perna direita. Minha mão direita acaricia o cotovelo dele, peço mais vinho.
- Ah, pensei que você tivesse trabalhando. E meu pai?
- Não, filha, trabalhando eu estive, mas você sabe que quando um homem me agrada, não hesito em levá-lo pra cama.
Tomei um gole e me levanto, solto os cordões da calcinha e tiro ela, já completamente nua. Pego meu bronzeador e peço o favor pro Asdrúbal passar em mim. Ele, sem hesitar, se levantou e pegou o bronzeador, passando no meu corpo todo, embora tenha demorado quando foi passar nos meus peitos, porque primeiro chupou eles. Me despeço da minha filha e, quando ele terminou, tirou a bermuda que tava atrapalhando pra caralho, me deixando ver como a pica dele tava bem grossa. Ele se aproximou, segurou minha cintura, nos beijamos, abracei ele pelos ombros, sinto a pica dele no meu púbis. Cai um balde no chão, não vemos ninguém, e tiro da bolsa uma câmera fotográfica com a qual tiramos várias fotos usando o timer, e onde conseguimos sair nos beijando e acariciando a pica dele. Ele serviu mais vinho e me deu minha taça, tomando um gole longo. Nos beijamos de novo por um bom tempo enquanto eu acariciava a pica dele.
Sento na frente da pica dele, que observo e... masturbo.
- Ontem as duas meninas que estavam com você estavam te fazendo sexo oral?
- Sim, a gente não esperava que ninguém subisse, já que não tinha ninguém no prédio.
- Eu sabia, desconfiava mesmo, lamento muito ter estragado o trio de vocês.
- Não, de jeito nenhum, gostosa, por isso a gente desceu pro apartamento e ficou um tempão lá.
- E como foi?
- Hmm, foi delicioso, fantástico.
Continuei falando com ele, beijando e lambendo a pica, enfiando na boca sentindo como ela é grossa.
- Adoro sua pica, tem um gosto delicioso.
- Toda sua, gostosa. Isso aí, que língua gostosa, mami, adoro putas como você. Aquela de falar pro seu marido não subir pra gente foder me deixou a mil.
- Jejejeje, sim, tão lindo meu marido, por isso amo tanto ele. E você esperava por isso?
- Pra ser sincero, sim. Depois de ver como você olhava pra minha bermuda e me provocava, soube que a gente ia acabar fodendo.
Eu continuei chupando a pica dele.
- Ah, que gostoso, boneco, eu também fiquei com uma vontade do caralho de foder com você. Ontem fiz amor com meu marido aqui e fiquei imaginando o trio de vocês, genial.
- Sim, foi realmente delicioso, umas meninas do caralho, adoram pica.
- E quem não, boneco, com uma pica tão gostosa que nem a sua.
Continuei chupando, me deliciando com a grossura, molhando, babando, esfregando no meu rosto, nos meus peitos, até fiz um boquete russo.
Quase dez minutos sentindo ela na minha boca, depois montei na cadeira e levantei as pernas. Asdrúbal começou a chupar e lamber minha bucetinha, me dando sensações deliciosas. Com a cabeça apoiada no encosto, vi uma figura: era a mulher da limpeza tentando entrar na área e, ao nos ver, parou uns 10 segundos nos olhando, devagar deu ré sem se virar, como se diz, saiu de novo e nos deixou sozinhos.
Asdrúbal continuou me devorando, a boca dele me deixou louca de tesão, gozei em jatos que espirraram no rosto dele, deixando tudo lambuzado. Me levantei e nos beijamos. apaixonadamente, eu masturbo ele.
- Haaa que gostoso, não como eu amo sexo.
- Eu também, linda, e ainda mais quando são casadas, me dão um tesão.
Ela volta e me deita, se coloca entre minhas pernas roçando o pau na minha bucetinha, me penetra devagar, sinto o tronco grosso deslizar pelas minhas paredes até tocar o fundo, abro as pernas abraçando ele e empurrando ele pra dentro de mim, ele começa a tirar e entrar suavemente, aumentando a cada penetrada, eu começo a gemer, a sentir o pau grosso nas minhas paredes vaginais me levando ao paraíso, meu corpo tremia de tesão.
- Que delícia pelo amor de Deus, continua, continua assim, me dá, me dá mais, anda, me dá mais que eu tô morrendo de prazer. Eu sabia que você ia me fazer gozar como uma puta presa em visita íntima, anda, me come, boneco lindo, me faz gozar.
Ele me penetrava como um pistão acelerado até eu gozar, ele tira e eu jorro meus líquidos me dedando, espremendo até a última gota, eu levanto e chupo o pau dele.
- Ha, que gostoso, você me fez gozar, boneco lindo, definitivamente que delícia de pau que você tem.
- Ah, Dianita, a verdade é que você é a mulher mais gostosa que eu já comi, que puta você é, eu te amo, sua puta gostosa.
Eu monto nele, coloco o pau na entrada da minha bucetinha e me deixo descer, me mexo em círculos e depois começo a foder o mais rápido que minhas pernas permitem, descanso e ele começa a me foder me dando um prazer indescritível, minha cara desfigurada de tanto tesão, eu gozo de novo, tiro o pau dele e gozo na cadeira, e coloco ele de novo e em menos de um minuto eu jorro outra vez.
- Haaaa, eu amo, eu amo, porra, que prazer poder aproveitar quem eu quiser, sim, eu tava com saudade de você, ver aquele volume na sua bermuda ontem me deixou com o cuzinho ardendo, se não tivessem aquelas duas menininhas, com certeza a gente teria transado, até me foderia se o corno do meu marido estivesse ali.
Asdrúbal se levanta e eu fico de quatro.
- Linda, vamos ter que Agradece ao corno do teu marido por ter deixado você vir sozinha, ah, e também à menina da limpeza por me avisar que você tava me esperando, porque eu não ia subir.
Pego a pica dele e coloco na entrada do meu cu.
– Devagar, boneco, enfia devagar, meu amor.
Ele começou a penetrar meu cu suavemente, me dilatando enquanto ia entrando, aos poucos foi fodendo, aumentando o ritmo por uns 15 minutos, me fazendo gozar duas vezes e ele uma, bem na hora da minha segunda gozada, enchendo meu cu com o leite dele. Terminamos nos beijando, Asdrúbal se levantou e foi tomar banho, lavando a pica, tirando o suor.
E eu fico olhando o pôr do sol, ele vem por trás, me abraça, beija minhas costas, coloca a pica entre minhas pernas, eu arqueio, levanto a bunda e ele enfia na minha buceta, me fodendo por mais 15 minutos. Gozo de novo, tiro a pica dele e me abaixo pra chupar por uns minutos, levanto, de frente pra ele, pego a pica e meto de novo na minha buceta, e a gente fode gostoso de novo, nos beijando com uma paixão que transborda, nossas bocas se unindo selvagemente, safados e sem nada que nos parasse de aproveitar as delícias do sexo. Que prazer do caralho. Pena daquelas que nunca fizeram com um negro, a maioria é bem dotada, e eu já tive várias experiências que me satisfizeram pra caralho, adoro esses homens bem dotados.
A gente continuou fodendo por mais alguns minutos, acompanhados pela brisa do mar, gozamos em espasmos e gemidos de prazer, nos envolvendo num abraço forte. Já era noite, descemos pro apartamento dele e comemos um peixe que ele preparou delicioso. Aquela noite fiquei pra dormir com ele.
No outro dia acordo, eram 7 da manhã, Asdrúbal tava tomando banho, eu coloquei meu biquíni e me despedi, combinando de ver ele à tarde.
Cheguei no apartamento, o David tava preparando café.
– Bom dia, princesa, como amanheceram os pombinhos?
– Oi, pai, delicioso, você não imagina. Que delícia que a gente passou, Asdrúbal é um verdadeiro garanhão, amei aquele homem.
A gente se beijou e abraçou com o David.
- Fico muito feliz, meu amor, é realmente excitante te ver tão contente.
- Isso aí, papai, é que depois de aproveitar aquela pica, não dava pra pedir mais.
Tomei banho e me arrumei pra gente ir. A gente tava tomando café quando minha secretária ligou avisando que seu Jacinto, outro cliente meu, tava em Barranquilla e precisava de mim. Liguei pra ele e ele nos convidou pra almoçar. Fui resolver umas coisas, passar no motel onde meu cliente esteve com a velha pra servir de álibi. Ir no instituto médico legal pegar o laudo forense, fazer minha secretária transcrever pra apresentar os documentos no tribunal. Saímos pra Barranquilla quase meio-dia, seu Samuel emprestou um dos carros dele.
Passamos a tarde toda e depois saímos pra dar uma volta pela cidade. Voltando pra Santa Marta às nove, cansada e dormir.
No dia seguinte, esperar a documentação que minha secretária ia mandar de avião e levar pra assinar com meus clientes. Chegou a tarde e eu tava com vontade de ir pra praia, caminhar um pouco, entrar no mar, relaxar e meditar sobre o caso de Barranquilla, já que era um caso complicado com paramilitares, tinha que pensar bem se encarava ou não. Chegamos no apartamento, vestimos nossos biquínis, empacotamos as coisas pra levar: bronzeador, toalhas.
Saí com meu marido pra procurar um lugar que não fosse tão vazio, e a gente ficou na frente de um dos hotéis. O sol tava no auge. Passou um menino vendendo cerveja gelada, a gente comprou duas. Passei bronzeador e me deitei na toalha na areia, com meus óculos de sol, observando o mar que batia na praia com as ondas.
Dois caras morenos brincavam com uma prancha deslizando.
Do hotel, vi sair quem eu pensei que era o pai de um dos meninos, uns 45 anos, moreno, corpado, careca, altura média, bem comestível, uma delícia de homem. Cara, e não, não era o papa.
Ele se aproxima, cumprimenta a gente, fica um tempão, volta a entrar no hotel e a gente se olha enquanto ele caminhava. Depois de 10 minutos ele voltou, mas dessa vez de sunga apertada, colocou uma toalha na areia e os chinelos e foi entrar no mar. Levantei e fui atrás, entrei no mar também, a gente nadou um pouco, me aproximei pra cumprimentar ele.
— Oi, boa tarde.
— Oi, gostosa, como cê tá?
— Tô bem, lindão, prazer. E como cê chama?
— Victor, e você?
— Diana.
— Diana, adoro esse nome. Cê tá hospedada no hotel?
— Não, a gente tá no prédio de tijolos à vista.
— E cê tá com seu marido?
— Tô, com ele. E você, onde cê tá hospedado?
— Não, eu trabalho no hotel.
— Ah, entendi. E cê é o quê, salva-vidas?
— Não, mas adoraria ser.
O mar tava ficando muito agitado, as ondas me arrastavam fácil, me derrubando até a areia. O Victor me ajudou a levantar, eu tava rindo da situação, e a gente saiu do mar abraçados, rindo e comentando. Sentamos na areia e ele massageou um pouco meu tornozelo que eu acabei machucando.
— Valeu, Victor. E o que cê faz no hotel?
— Trabalho na administração, sou o tesoureiro.
— Ah, o cara que cuida da grana, o carteiro.
— Pensei que cê tava hospedada no hotel.
— Não, a gente alugou um apartamento de um cliente de Bogotá ali no prédio de tijolos.
Apontei pra ele, e quando ele virou pra olhar, falou:
— Ali mora um amigo meu, chama Asdrúbal.
— Ah, cê conhece o Asdrúbal?
— Sim, ele é bem conhecido aqui no hotel, principalmente com as mulheres casadas, ele adora.
— Hehehe, sim, disso eu percebi.
— Pelo que vejo, cê já conhece ele.
— Sim, com esse gostoso eu passei um tempo muito gostoso anteontem, dormi lá aquela noite com ele, ele é divino.
— Ah, esse cara não perde uma oportunidade, mas ele é sortudo, onde põe o olho, acerta.
— Kkkkk, ah, é que ele tem o que a gente mulher adora. E você também, pelo que vi.
E eu desci os olhos pra sunga dele, onde já dava pra ver um belo volume. A virilha dela, ela sorriu pra mim, me acaricia as pernas
- E já terminou de trabalhar?
- Sim, senhora, por hoje não trabalho mais.
- Perfeito, boneco, e o que você pretende fazer?
- Bem, por enquanto, ficar com você, desde que seu marido não se incomode.
Deito ele e coloco minha perna direita sobre as dele. E parte do meu corpo sobre o peito dele
- Pode ficar tranquilo com meu marido, ele não vai nos incomodar, e eu também adoraria passar a tarde com você.
Acaricio o queixo dele e nos beijamos apaixonadamente por quase dois minutos, nos acariciando sem freio.
Na praia, só tinha umas poucas pessoas, o que me deu liberdade pra acariciar a rola dele, enfiando minha mão direita dentro da bermuda dele.
- Anda, boneco, que tô morrendo de vontade de chupar você.
- Mamãe, nem precisa falar mais, podemos ir pro apartamento dela.
- Não, vamos melhor pro apartamento do Asdrúbal, adoraria fazer um menage com vocês dois.
- Anda, lindo, seus desejos são ordens.
A gente se beijou de novo, eu continuei acariciando a rola dele, levantei, esperei o Víctor pagar a conta e abracei ele, caminhamos até onde meu marido estava, nos beijando.
- Oi, papai, vamos pro apartamento do Asdrúbal, vou pegar minhas coisas e te dou um beijo.
- Papai, acho que não volto essa noite, a gente se vê amanhã.
- Ah, ok, não se preocupa, te espero amanhã pra tomar café.
Ele me abraçou junto com o Víctor e a gente seguiu, meu corpo começou a tremer, meus nervos me deixam toda animada. Chegamos no prédio, encontramos a moça da limpeza, que cumprimentou o Víctor.
- Mamãe, o Asdrúbal tá no apartamento dele?
- Sim, senhora, ele deve estar esperando. Caminhamos rápido até o elevador, entramos e nos beijamos de novo com o Víctor, deixando a moça nos ver. Subimos pro apto do Asdrúbal.
- Oi, boneco.
- Mamacita, o que houve ontem? Fiquei te esperando. Olá, estimado colega.
- Seu Asdrúbal, muito boa tarde.
- Entrem, entrem, por favor.
Abraço e beijo o Asdrúbal.
- Ah, nem me fala, boneco, ontem a gente tava em Barranquilla e cheguei manada.
Tirei o jaleco e o sutiã, fiquei só de topless.
- Vocês querem uma cerveja?
- Sim, boneco, eu quero.
Víctor também.
Asdrúbal estava só de bermuda.
Tomei minha cerveja em dois goles e pedi outra, Asdrúbal me alcançou, eu estava abraçada no Víctor sentados no sofá da sala quando Asdrúbal chegou com a cerveja, minhas mãos agarraram o pau dele e puxaram a cueca pra baixo, virei pra olhar o Víctor, ele sorriu pra mim.
- Adoro.
O Víctor se levanta, tira a bermuda e me pergunta.
- E isso também te agrada?
Vejo o pau dele duro.
- Delícia, Víctor, essa noite promete grandes emoções.
Pego no pau dele e começo a masturbar, mordo meus lábios, meu corpo treme de tesão, respiro fundo e dou um gole na cerveja.
- Ah, essa puta só quer pau.
Eles batem palma um pro outro rindo.
- Vim pra isso, bonecos, e porção dobrada, do jeito que eu adoro.
Víctor beija meus peitos, Asdrúbal me deita e levanta minhas pernas tirando minha calcinha, me chupa e lambe minha bucetinha, o Víctor coloca o pau dele na minha cara, eu chupo ele por um bom tempo.
Continuamos por mais cinco minutos e aí o Víctor se deita de barriga pra cima, eu monto em cima dele e com a mão direita pego o pau dele e esfrego minha buceta nele e enfio pra dentro.
- Ah, que delícia, adoro sentir isso, que prazer do caralho, vem Asdrúbal, deixa eu chupar o seu.
- Toda sua, putinha gostosa.
Ele fica do meu lado e eu enfio na minha boca, lambo e chupo as bolas dele, enquanto o Víctor me fode selvagemente, meus gemidos de tesão devem estar ouvindo até no corredor do andar, foda-se, também não tem ninguém pra ouvir.
Continuo aproveitando esses dois paus até gozar. Trocamos, fico de quatro e passo a vez pro Víctor, e Asdrúbal mete na minha bucetinha por mais 15 minutos de loucura infernal, tesão excitante.
Fora do normal, fora do que é estabelecido como regra. A gente para e toma cerveja, eles sentam no sofá, eu me ajoelho entre os dois e fico chupando o pau deles, trocando de um pro outro. tanto fazendo um boquete duplo em cada um e chega o momento ápice, montei no Victor e falei pro Asdrúbal meter no meu cu, vou deslizando pela pica do Victor na minha bucetinha, Asdrúbal se posiciona atrás de mim e bem devagar me penetra o rabo como em câmera lenta, me segurando pela cintura.
Começando um dos prazeres mais excitantes que eu amo: duas picas entrando e saindo, me fodendo sem piedade, destruindo todo o meu ser até minha cabeça, que ao sentir tanta excitação sexual não reage, se deixando levar por um momento tão gostoso. Minutos de loucura até eu gozar em espasmos intermitentes, choques elétricos percorrendo todo o meu corpo.
Descanso uns minutos, me viro e peço pro Asdrúbal ir lavar a pica e voltar. Agora é o Victor quem me penetra no cu, me dando sensações, metendo com tudo até o Asdrúbal voltar e meter na minha bucetinha, e de novo as sensações excitantes tomam conta do meu corpo. Gritos e gemidos ecoam pelo apartamento, não queria que isso acabasse, queria dar por horas nesse prazer suculento. Muitos vão me chamar de puta e sim, têm toda razão, e foi pra esse mundo que vim viver intensamente, igual minhas irmãs, sobrinhas, minha mãezinha, minha filha e todas as minhas tias, primas e parentes distantes.
Gozei duas vezes, sendo que na segunda foi a mistura do esperma deles com meus fluidos, deixando todos nós lambuzados, extasiados e cansados por essa foda fabulosa.
— Que foda deliciosa, rapazes, uau, que barbaridade, sim, porra, isso tem que repetir, não me canso, meus amores.
— Um verdadeiro banquete, gostosa, de longe você é a melhor que já comi. Que delícia de mulher.
— Jejeje, sim senhor, definitivamente mulheres casadas são as melhores, por isso o Asdrúbal adora elas, eu já vi ele pegar várias mulheres casadas e todas lindas, não sei como ele consegue porque os maridos nem percebem, ele é um expert no assunto.
— Ah, é que ele tem seu charme e usar aquela bermuda justa dá seus frutos, já imagino que você deixa o pau ficar duro quando está com alguma.
- Exatamente, Dianita, sempre funciona, deixa elas louquinhas de pau.
Hahaha, a gente ri.
- Ah, não é que depois de ver esse volume todo, a imaginação fica safada, igual aconteceu comigo quando te vi naquele dia e você estava bem durinho, fico maluca pensando no gostoso que seria chupar ele.
- Um luxo, linda, como você já comprovou. Acariciou o rosto dela e dei um beijo.
- Delicioso, boneco, um manjar de deusa.
Pouco depois, a gente recomeçou com carícias e beijos a segunda transa da tarde: uma hora e meia de sexo, dupla penetração, duplo prazer, até esvaziar as bolas do esperma grosso e oleoso — o do Victor na minha boca e o do Asdrúbal no meu cu.
Terminando uma tarde esplêndida, melhor não dava pra pedir. Não pude ficar aquela noite, a secretária me ligou pra avisar que eu tinha uma audiência no outro dia bem cedo, então tive que acordar de madrugada e pegar o primeiro voo. Por hoje é só, e espero seus comentários tarados.
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