Aconteceu que fomos viajar com meu marido David para um congresso em Cartagena.
Chegamos na terça-feira à tarde, nos instalamos no hotel e decidimos sair para caminhar pela cidade heroica. O clima é lindo, o povo alegre. Entrávamos em bares e pedíamos cerveja gelada, ficávamos um tempo, seguíamos para outro bar até que, em um deles, dois cavalheiros me chamaram para dançar, e não tive problema em aceitar, já que os dois eram deliciosos.
Dançamos várias músicas, tudo que era dançante: cumbias, porros, salsa. Até um vallenato que foi o motivo de eu perceber o quão bem dotado o Fernando era, quando o apertei contra mim pela cintura. Coloquei minha cabeça no peito dele e acariciei suas costas, o que fez com que ele me apertasse, fazendo eu sentir o pau dele totalmente ereto, soltando um suspiro:
— Ah, papacito, isso que você tem aí é uma delícia.
E disfarçando, toquei nele por cima da calça por vários segundos, acariciando. Levantei o rosto e, com a outra mão, peguei a cabeça dele, puxando-o para um beijo de quase um minuto.
A música continuava tocando e trocaram o disco, mas o ritmo continuou: outro vallenato. Íamos continuar, mas o amigo dele, Diego, se aproximou pedindo a vez, e eu aceitei, deixando Fernando meio contrariado, porque ele queria continuar esquentando os motores.
Com Diego, aconteceu exatamente a mesma coisa, só que, ao dançar coladinhos, senti o pau dele crescendo. Ele era quase da minha altura, então foi fácil abraçá-lo pela cabeça. Quando já sentia ele totalmente duro, peguei a cabeça dele e coloquei os lábios dele no meu ombro, que ele beijou, enquanto minha mão direita descia para a calça dele e pegava o pau dele.
— Uau, pelo visto a noite vai ser deliciosa. Que pau gostoso você tem.
— Gostou?
— Sim, amei.
— É todo seu, mamita.
— Eu sei que é. Então vai lá falar com o Fernando que a gente vai os três para o hotel dele.
Me aproximei da mesa, peguei minha bolsa, tirei meus cosméticos e, dando um beijo na boca do Fernando, Fui pro banheiro piscando o olho pro meu marido, que me mandou um beijo com os dedos. Quando voltei, o Diego já tava de pé me esperando, e a gente se abraçou e se beijou.
— Já cancelaram a conta?
— Sim, senhora, já tá tudo pago.
Cheguei perto pra me despedir do meu marido.
— Papi, a gente se vê amanhã, descansa.
A gente se beijou e ele sussurrou no meu ouvido:
— Boneca linda, se diverte como uma grande slut.
— Essa é a ideia, meu love, só imagina que, além de ambos serem bem dotados, sua mulherzinha vai ser penetrada por duas deliciosas cocks. A gente se vê amanhã e eu conto como foi.
A gente se beijou de novo e saí com o Diego e o Fernando pro hotel.
— Então, cavalheiros, vamos curtir bem tasty.
Meu corpo todo tremia, minha ansiedade era evidente pra chegar. Entramos no quarto e mal fechamos a porta pra que os dois me despissem, puxando as cocks pra fora dos zíperes, e só de ver, me ajoelhei e agarrei elas, maravilhada com a grossura.
— QUE DELÍCIA, PAPACITOS GOSTOSOS, AS DUAS cocks TÃO DO JEITO QUE EU GOSTO!
Juntei as glandes deles e passei a língua, lambendo e chupando intermitentemente, depois metendo uma de cada vez na boca, mamando por quase vinte minutos.
Nesse tempo, os dois se pelaram.
Levantei, peguei eles pelas cocks e levei pra cama. Sentei o Fernando contra a cabeceira e deitei o Diego de barriga pra cima, colocando minha bucetinha na boca dele pra ele chupar enquanto eu mamava a cock do Fernando de quatro. Ficamos uns 10 minutos trocando de posição.
— Aí, filho da puta, que tasty, adoro, papacito tasty.
E montei no Fernando, colocando a cock dele na minha bucetinha, deslizando pelo tronco dele, vibrando de tesão.
— Haaa, isso é vida, meu love.
A gente se beijou com paixão.
O Diego chegou perto e eu beijei ele também.
— Vem, boneco, levanta e deixa eu mamar tua cock.
Ele fez isso e eu curti um tempão até gozar, jorrando meus líquidos em cima do Fernando, descendo pra mamar a cock dele.
— Não, não, que tasty, foi foda, tu tem uma cock deliciosa.
E enfiei na boca de novo. a boca de novo
—Mamacita, você adora a pica, é uma deusa do sexo, com esse corpaço seu, acho que não tem homem que resista aos seus encantos.
—Sim, senhor, adoro homens bem dotados. Diego, sua vez, boneco, vem pra cima de mim.
Deito de barriga pra cima e levanto minhas pernas pros lados. Diego monta em cima de mim e me penetra de uma vez até o fundo, sentindo ela toda lá dentro. Começa a me foder, o vai e vem que me faz gemer de prazer.
—Vai, papacito lindo, me dá mais, mais, não para, filho da puta, me dá mais, isso assim com gosto, aí sim, continua.
Meus líquidos jorraram de novo.
Tirei o Diego e deitei o Fernando de barriga pra cima, montei em cima das pernas dele pra chupar a pica dele, deixar ela molhada. Me mexi até encaixar a pica dele na minha bunda e enfiar bem devagar, sentindo a grossura dela no meu cu todo, e comecei a foder, aumentando o ritmo aos poucos. Foram dez minutos de prazer imenso até eu gozar.
Descendo, me aproximo do Diego pra chupar a pica dele, depois me coloco na frente dele, de costas, levanto minha perna, pego a pica dele e enfio no meu cu, enquanto o Fernando foi lavar a pica dele.
Daí a pouco, deitei o Fernando e montei em cima dele, dizendo pro Diego continuar fodendo pelo cu enquanto o Fernando me penetrava pela bucetinha, dando início a um dos prazeres mais extraordinários da vida: sentir duas picas rasgando minhas entranhas, enchendo meu corpo com seus instrumentos de prazer, que me transportam pro paraíso, me enchendo de sensações inexplicavelmente lindas, um prazer que só nós mulheres podemos aproveitar e, no meu caso, eu com a permissão do meu amado marido, que naquele momento deve estar imaginando o delicioso que eu tô passando depois de ter contado como os dois eram bem dotados e o tesão que me dá ter uma pica grossa e comprida dentro de mim, e mais ainda se são duas em dupla penetração, gemendo que nem uma louca, sentindo meu coração explodir de alegria, geralmente lágrimas escorrem. meus olhos com tanta emoção sentindo seus membros entrando e saindo, eu abraço eles, beijo com paixão, com luxúria desenfreada até culminarmos os três numa baita gozada de líquidos seminais foram quase 30 minutos de dupla penetração anal e vaginal.
Exaustos, deitamos na cama.
— Ah, mamacita, que puta gostosa você é, isso foi do outro mundo, nunca estive com uma mulher como você, dá pra ver que você é toda uma expert.
— Eu adoro sexo e sim, sou toda uma expert, ou melhor, toda uma puta.
— Eu também digo o mesmo, boneca, você é um ser espetacular e espero te ver de novo em Bogotá.
— Claro que sim, papacitos, temos que repetir, eu ligo pra vocês assim que chegar e a gente se vê na minha casa.
— Pena que amanhã temos que ir pra Cúcuta. — É, que pena, mas podemos mandar mais um agora, adoraria sentir vocês dentro de mim de novo.
— Claro que sim, Dianita, essa noite vai ser inesquecível, não só mais um, mas mais.
E assim foi, no total foram 6 horas e quatro gozadas de prazer, cansados, totalmente esgotados mas satisfeitos, e eu satisfeita com tanta rola que recebi. Acordei lá pelas 11 da manhã, eles já tinham ido embora, me vesti, encontrei a camareira ao sair, caminhei até o hotel, espiando o salão do congresso onde projetavam plantas. Subi pro quarto pra tomar banho e me arrumar, no chuveiro pensava no delicioso que foi a noite e com vontade de contar pro meu corno o quão gostosa sua mulherzinha passou a noite. Já imaginava a punheta que ele devia ter batido pensando no tesão que eu tava sentindo, coisa que também me excitou e, me dedando no chuveiro, acabei gozando.
Saí do chuveiro, sentei numa cadeira, escovei o cabelo, David chegou no quarto e se jogou em mim tirando a camisa, nos beijamos apaixonadamente.
— Meu amor divina, não consegui prestar atenção no congresso de tanto imaginar toda a rola que você curtiu ontem à noite.
Continuávamos nos beijando.
— Aí, papi, te conto que foi espetacular, divino, sublime, que rolas tão Exquisitas, ainda sinto o gosto, o sêmen deles na minha boca, me deram pica até as três da manhã, podia ter sido mais, mas estávamos exaustos e caímos no sono. Já estava precisando de uma parada tão gostosa assim, fazia tempo que não fazia com dois homens.
David termina de se despir e a gente entra na cama, e enquanto eu contava, a gente transava como loucos, com uma paixão imensa, cheia de luxúria e tesão. Foram 30 minutos de loucura, meu marido não parava de me foder e de dizer o quanto me ama. Nós dois gozamos num mar de fluidos, abraçados, jurando amor eterno.
A gente se arrumou e desceu pra almoçar. No restaurante, pedi uma cazuela de frutos do mar, David arroz com camarões.
— Mami, sabe de uma coisa?
— O que é?
Olhando nos olhos.
— Linda, hoje você está radiante, dá pra ver, felicidade, uma alegria imensa que ilumina seu jeito de andar.
— Sério que dá pra ver como estou feliz? Papi, é que depois de uma noite dessas...
— E o que você pretende fazer hoje?
— Não sei, talvez vestir o biquíni que trouxe e desfilar na piscina, assim com certeza vão cair que nem otários.
— E se eu te dissesse que não precisa esperar tanto e que já pode se divertir?
— Como assim, papi, onde tenho que ir? Porque eu fiquei com vontade de pica.
— Não, boneca linda, por acaso você não percebeu que à sua direita tem três cavalheiros que não tiram os olhos de você?
Discretamente, virei pra olhar, e os três estavam nos encarando naquele momento. Continuei olhando, me virei e, sem querer querendo, pisquei o olho pra eles e voltei a encarar meu amado marido.
— Uau, papi, eles são divinos.
— Então, boneca, aí está sua diversão, espero que se divirta.
E, chegando perto do ouvido dele, sussurrei:
— Pronto, meu corno lindo, só espero que eles não tenham nada planejado. Vamos esperar eles se levantarem da mesa e a gente segue.
— Não, mamãe, vou deixar você. A sessão já deve ter começado, eu vou ver, meu amor, se diverte pra valer.
— Ah, é o que espero.
David se levantou e, depois de nos beijarmos, nos despedimos.
Nisso, virei pra olhar os Os cavalheiros, que não perdiam um detalhe, eu sorri pra eles, fiquei encarando eles fixamente, o que me deu a certeza de que a tarde ia ser de curtir três homens só pra mim, além de sentir meu corpo tremer com os choques que meu estômago produzia. Levantei e fui direto pra mesa deles pra cumprimentar, enquanto meu marido observava se retirando do salão.
— Muito boa tarde, cavalheiros.
Os três se levantaram pra me cumprimentar com um beijo na bochecha.
— Muito prazer, linda, meu nome é Arturo, o meu é Luis Fernando, e eu, Gabriel.
Oferecendo a cadeira, me sentei.
— Muito prazer, meu nome é Diana.
— Dianita, tão de passeio ou a trabalho?
— As duas coisas, meu marido tá na convenção que tem no hotel e eu de passeio. E vocês?
— A trabalho, tamos instalando uns equipamentos no hospital de Cartagena.
— Ah, e vão continuar trabalhando agora?
— Não, não, amanhã de manhã a gente termina e só vamos esperar tudo funcionar direitinho. E eu vou até a tarde pra revisar.
— Ah, que bom, porque eu adoraria passar a tarde com vocês, se não tiverem outro plano.
Os três se olharam e ao mesmo tempo responderam:
— Não, não temos nada planejado e seria um prazer você nos acompanhar.
— Bom, que ótimo, agora vocês têm um plano pra tarde.
— Kkkkk sim, senhora, agora temos, e que prazer ao lado de uma mulher tão gostosa.
Luis Fernando pergunta:
— E aí, Dianita, onde você quer ir? Aqui no hotel tem um bar muito bom.
Gabriel comenta:
— Ou você prefere dar uma volta pela cidade velha?
Fiquei olhando pra eles, meus peitos se expandiram.
— Bom, vamos pro bar.
Saímos do restaurante abraçada com Luis Fernando, entramos no bar, sentamos no balcão, pedimos rum, água e cigarros, serviram o primeiro gole e brindamos.
— Bom, cavalheiros, hoje quero brindar a vocês e à sorte de conhecer vocês, porque são homens do tipo que eu adoro, uns pausudos gostosos.
Tomei meu rum sentindo o sabor e a textura, acendi um cigarro e fiquei cantarolando um vallenato que tava tocando.
— Dianita, meu amor, e você, o que faz? Além de... embelezar o mundo com a sua presença
- Ah, que lindo, pois eu sou advogada criminal, moro em Bogotá
Agora era o Gabriel quem quis fazer outro brinde
- Quero brindar pra gente ter uma tarde maravilhosa e você se tornar uma amiga encantadora, pela amizade, e aí a gente toma o segundo gole. Naquele momento, uma voz feminina chamou meu nome e virei pra ver quem era.
- Claudia Cano, mulher e voz, o que você tá fazendo por esses lugares?
- Te procurando, gostosa. Ontem à noite te vi com o David na cidade murada. E os senhores, quem são?
- Ah, sim, olha, te apresento o Arturo, o Gabriel e o Luis F, acabei de conhecê-los.
- Muito prazer, gostosa
- Muito prazer, cavalheiros.
- Vai ficar com a gente, gostosa?
Sirvo uma taça pra ela e ela vira de uma vez.
- Claro, pra isso mesmo que tava te procurando, passar um tempo gostoso com você, ainda mais te vendo tão bem acompanhada.
Colocaram música pra dançar e eu puxei o Gabriel pra dançar, deixando a Claudia com o Luis F. E o Arturo, nem preciso dizer, é um baita dançarino, me entreteve por duas músicas.
- Então, boneca, me conta o que você tá fazendo em Cartagena.
- Trabalho, Dianita. Tô defendendo um pecuarista que tá sendo acusado de abigeato. Já tivemos sessão de manhã e só voltamos na sexta, então essa tarde tô livre. E a Dianita, o David, imagino que esteja no congresso que tem por aí.
- Sim, meu amor, ele adora esses eventos, e eu adoro esses aqui.
E com as mãos eu espalho, mostrando o que a gente faz. Rindo.
- Então, minha filha, você veio pro lugar certo se quer diversão.
Tomando um gole, sento e continuamos conversando, bebendo e dançando uma ou outra música. Entre minha amiga Claudia e o Gabriel rolou um clima. E pedi pra ela me acompanhar ao banheiro.
- E aí, mamãe, cê gostou do Gabriel? Esse boneco é divino.
- Ah, sim, Dianita, pra quê? Ele é lindo demais.
- Comestível, você quer dizer, minha filha. Mas ouve, você não tá com seu marido aqui?
- Não, Dianita, ele tá em Cali, também trabalhando.
- Ah, tá bom. Boneca.
Passo um pouco de batom nos lábios.
- Sim, Dianita, você ia me falar alguma coisa.
- Sim, sim, é que eu quero Subir pro quarto com eles e continuar, não sei se você quer ir com a gente.
Claudia fica me olhando estranha.
—E pro quarto?
—Sim, mamita, pro quarto.
—E com qual deles você vai subir?
—Com os três, ué.
—Ah, pensei que você fosse transar com um deles, mas beleza, vamos subir.
—Olha, minha filha, eu vou pro quarto com eles não só pra transar com um, vou dar pra todos os três. Vem, anda, vamos levá-los, porque já tô com vontade de pica.
Claudia ficou muda e, como ela tava perto da saída, eu a levei até o bar onde os cavalheiros nos esperavam. Paramos na frente deles e eu falei:
—Então, papacitos, a gente quer que vocês vão pro quarto de vocês e a gente continua a festa.
Em outro nível.
—Em outro nível, isso soa bem interessante.
Fala Arturo.
—Bom, espero que seja no sexual.
Fala Luis F.
Olho pra ele e digo:
—Luis F., só isso já te satisfaria.
E também Gabriel.
—Pronto, Dianita, vamos subir.
Eles levantam das cadeiras. Gabriel oferece o braço pra Claudia se segurar, mas como ela demora um pouco, meio pensativa, pergunto:
—O que foi, minha filha?
—Não, Dianita, melhor eu não ir com vocês.
—Nãão, como assim, minha filha! Vem, que a gente vai se divertir pra caralho.
—Diana, eu sou casada, se meu marido descobre, acaba meu casamento.
—E quem vai contar? Só se você der muito azar. E por ser fiel pro seu maridinho, você vai desperdiçar um papacito desses? Você gostou do Gabriel, sim. E então? Anda, mulher, que seu marido não vai ficar sabendo. Ou como é que você tá com o Ernesto, seu caso, hein?
Ela fica me olhando estranha.
—Ernesto?
—Sim, senhora, seu Ernesto. Eu te vi toda agarradinha com ele um dia.
Gabriel se aproximou pra convencê-la e, com minha insistência, ela topou.
Mesmo sem muita animação, a gente já imaginava o que podia rolar.
Chegamos no quarto, pegamos o rum que tinha na geladeira e servimos. Arturo ligou o som, pequenininho mas com um som foda, tava tocando um reggaeton que eu dancei com Luis F e Arturo, o que esquentou o clima. Pelo erótico que o Gabriel fez, ele ficou nos olhando enquanto a Claudia entrava no banheiro. A gente tomou e dançou várias músicas até que eu e o Luis dançamos um vallenato romântico bem agarradinhos, ou melhor, num amasso daqueles, nos beijando e nos acariciando. O disco acabou e a gente se separou pra tomar mais um gole. Outro vallenato tocou e eu puxei o Arturo pra dançar, abracei ele pela cabeça e beijei, com a mão direita acariciei o pau dele por cima da calça, sentindo ele crescer, o que me fez gemer. A gente continuou dançando e se acariciando até o disco acabar. Tirei a camisa dele, sentindo o peito bem torneado contra meu rosto e minhas mãos nas costas dele. Tomamos mais um gole e eu falei:
— Então, cavalheiros, eu queria aproveitar que meu marido tá enfiado naquele salão e passar um tempo gostoso. Tenho uma pequena fantasia que queria realizar.
— Preciosa, fala qual é essa fantasia que a gente te atende com prazer — disse o Arturo.
— Somos todos ouvidos — comentou o Luis F.
— Não sei se vocês tão dispostos a me satisfazer.
— Vamos, preciosa, deixa a gente decidir isso.
— Tá bom, então. Eu queria transar com vocês três.
Todos arregalaram os olhos, se olharam e responderam:
Arturo: — Aceito.
Luis F: — Na hora.
E Gabriel: — Uau, que loucura.
E sem mais, soltei a blusa, tirei ela, tirei o sutiã e me ajoelhei na cadeira entre o Arturo e o Luis F, que começaram a chupar meus peitos como bebês famintos. Arturo e Luis desabotoaram as calças e baixaram os zíperes. O Luis F se levantou, baixou a calça e a cueca, deixando eu ver o pau dele já duro. Peguei com a mão direita e acariciei. Levantei, fiquei do lado dele, segurei a cabeça dele e nos beijamos, enquanto minhas mãos acariciavam os paus deles por cima da calça. Claudia e Gabriel estavam dançando bem amassados, pararam quando nos viram. Claudia virou de costas, deixando Gabriel pegar nos peitos dela. Com as mãos, ele baixou o zíper dela e enfiou a direita pra puxar o pau dela pra fora, acariciando ele enquanto se beijavam. apaixonadamente.
Curto por vários minutos, me levanto entre os dois que esfregam os paus em mim, nos beijando apaixonadamente. Arturo, que está atrás de mim com as mãos, me empurra me inclinando, se ajoelha e enfiando a cabeça na minha bunda começa a percorrer desde minha bucetinha até meu cu. Enquanto isso, com o braço esquerdo abraço a cintura do Luis F. e chupo o pau dele segurando com a mão direita. Me ajoelho aproximando os paus deles, totalmente eretos, dos meus lábios, e começo a dar beijos nas cabeças. A do Arturo, bem cabeçuda, se destacava bastante do tronco, coisa que adoro, principalmente na hora de chupar. Tento enfiar os dois paus na boca, mas não dá.
Observo o Gabriel metido entre as pernas da Claudia e ela arqueada pra trás gemendo de prazer, com as mãos segurando a cabeça dele.
Arturo coloca o pau dele no meu cu, esfregando, percorre desde minha buceta até o ânus. Paro de chupar o Luis e pego o pau do Arturo, cuspo nele deixando bem molhado, me viro e ele penetra minha bucetinha, me fazendo gemer ao sentir o tronco dele tocando as paredes vaginais.
Luis sobe na cama e eu vou atrás sem parar de chupar o pau dele, fico de quatro. Arturo volta e me penetra, me dando um prazer delicioso. Ele investe com força, batendo a bacia nas minhas nádegas, as mãos apertam minha cintura aumentando a fodida. Minhas mãos e boca trabalham chupando o pau do Luis F., masturbando ele e chupando gostoso. Meu corpo treme de emoção até eu gozar em líquidos e gemidos barulhentos, incontroláveis, que entregavam o quanto eu tava adorando aquilo.
Me levantei e montei no Luis, sentando no colo dele. Peguei o pau dele e fiquei roçando na minha bucetinha, e depois deixei deslizar pelo tronco venoso dele, sentindo ele todo lá dentro.
— Ah, delicioso, como eu amo isso, adoro, papacito gostoso. Arturo, vem pra cá e deixa eu chupar o teu.
Arturo se aproximou e, segurando o pau dele com a mão direita, enfiei na boca.
Olho pro Arturo e pergunto:
— Papacito... Hermoso, você quer meter no meu cu?
- Claro que sim, sua grande puta, mãe, você gosta de pica. Com esse corpaço que você tem, difícil não te agradar, mamacita divina.
Arturo se posicionou atrás de mim, eu levantei um pouco a bunda e ele, com a pica na entrada do meu cu, me penetrou devagar.
- Aí, filho da puta, que delícia, tô morrendo, vai, lindo, me come. Arturo, você também.
Meus gemidos aumentaram, cinco minutos de dupla penetração.
- Gabriel, meu amor, vem, papacito.
Gabriel se aproximou e, se colocando ao meu lado, me deixou ver a pica dele, que ao olhar me surpreendeu o quanto era grossa.
- Nossa, Gabrielzinho, olha que DELÍCIA de pica que você tem, meu amor.
Enfiei na boca de uma vez, acariciando ela, apertando os ovos dele, esfregando no meu rosto e voltando a chupar. Fiquei sem palavras, tinha três picas dentro de mim e tudo graças ao meu marido, que me incentivou a fazer isso.
Foram quinze minutos de sensações prazerosas. Exausta e sem sentidos, me deixei levar por aquele momento de prazer requintado, prazer que meu corpo curtia depois de uma seca de quase um mês sem ter relações sexuais com vários homens ao mesmo tempo.
Arturo não aguentou mais e gozou, derramando o sêmen nas minhas costas. Seguimos com Luis e Gabriel, que sem dizer nada me penetrou pelo cu com a pica grossa dele, terminando de me arrombar.
- Ah, filho da puta... O que é isso, pai, que gostosoo... Não, não, tô morrendo, me fode, Gabriel, vamos, Pai, me come.
Gabriel se movia, aumentando devagar o ritmo. Arturo tomou banho e, se aproximando de Claudia, se abraçaram e se beijaram; ela pegou na pica dele, acariciando com as duas mãos, masturbando ele.
Depois, ela se ajoelhou, esticou a língua e começou a lamber a pica dele, desde os ovos, subindo pelo tronco venoso até chegar na glande, e voltou para repetir a lambida várias vezes, até finalmente enfiar na boca, no meio de gemidos barulhentos dos dois.
Gabriel estava me matando de prazer, a pica dele entrava e saía como um pistão em aceleração total, o que me fez gozar várias vezes, completamente desnorteada. Completamente entregada pra aquelas duas picas. Luis Fernando. Gozou dentro de mim e continuou me fodendo.
Até que Gabriel também gozou dentro de mim, terminando a trepada suados e cansados de tanto trabalho e eu gozei. Ficamos eu e Luis deitados, e Gabriel foi no banheiro limpar a pica. Enquanto isso, Claudia e Arturo continuavam transando, ela deitada de barriga pra cima e Arturo por cima dela, metendo com frenesi, até que vi o Arturo gozar, fechando os olhos e gemendo em espasmos longos e gostosos.
Desabando em cima da cama de bruços.
Exaustos e com sede, abrimos cervejas e tomamos de um gole só.
Meu celular tocou, era meu marido ligando pra saber como eu estava.
— Oi, linda. Como foi?
— Excelente, meu amor, tô aqui com os três cavalheiros no quarto deles, me divertindo do jeito que eu gosto.
— Bom, fico feliz em saber disso, mamacita gostosa. Também tô ligando pra você se arrumar, porque vamos jantar com um dos palestrantes, ele é daqui de Cartagena e sei que você vai gostar de conhecer.
— Sim, beleza, meu amor, vou me arrumar então e te espero no quarto.
Nós nos vestimos com a Claudia e saímos. Cheguei no meu quarto, me despi e entrei no chuveiro, me refrescando depois de uma tarde gostosa. Em apenas um dia, já tinha transado com cinco homens, isso sim é aproveitar meu corpo.
Chegamos na terça-feira à tarde, nos instalamos no hotel e decidimos sair para caminhar pela cidade heroica. O clima é lindo, o povo alegre. Entrávamos em bares e pedíamos cerveja gelada, ficávamos um tempo, seguíamos para outro bar até que, em um deles, dois cavalheiros me chamaram para dançar, e não tive problema em aceitar, já que os dois eram deliciosos.
Dançamos várias músicas, tudo que era dançante: cumbias, porros, salsa. Até um vallenato que foi o motivo de eu perceber o quão bem dotado o Fernando era, quando o apertei contra mim pela cintura. Coloquei minha cabeça no peito dele e acariciei suas costas, o que fez com que ele me apertasse, fazendo eu sentir o pau dele totalmente ereto, soltando um suspiro:
— Ah, papacito, isso que você tem aí é uma delícia.
E disfarçando, toquei nele por cima da calça por vários segundos, acariciando. Levantei o rosto e, com a outra mão, peguei a cabeça dele, puxando-o para um beijo de quase um minuto.
A música continuava tocando e trocaram o disco, mas o ritmo continuou: outro vallenato. Íamos continuar, mas o amigo dele, Diego, se aproximou pedindo a vez, e eu aceitei, deixando Fernando meio contrariado, porque ele queria continuar esquentando os motores.
Com Diego, aconteceu exatamente a mesma coisa, só que, ao dançar coladinhos, senti o pau dele crescendo. Ele era quase da minha altura, então foi fácil abraçá-lo pela cabeça. Quando já sentia ele totalmente duro, peguei a cabeça dele e coloquei os lábios dele no meu ombro, que ele beijou, enquanto minha mão direita descia para a calça dele e pegava o pau dele.
— Uau, pelo visto a noite vai ser deliciosa. Que pau gostoso você tem.
— Gostou?
— Sim, amei.
— É todo seu, mamita.
— Eu sei que é. Então vai lá falar com o Fernando que a gente vai os três para o hotel dele.
Me aproximei da mesa, peguei minha bolsa, tirei meus cosméticos e, dando um beijo na boca do Fernando, Fui pro banheiro piscando o olho pro meu marido, que me mandou um beijo com os dedos. Quando voltei, o Diego já tava de pé me esperando, e a gente se abraçou e se beijou.
— Já cancelaram a conta?
— Sim, senhora, já tá tudo pago.
Cheguei perto pra me despedir do meu marido.
— Papi, a gente se vê amanhã, descansa.
A gente se beijou e ele sussurrou no meu ouvido:
— Boneca linda, se diverte como uma grande slut.
— Essa é a ideia, meu love, só imagina que, além de ambos serem bem dotados, sua mulherzinha vai ser penetrada por duas deliciosas cocks. A gente se vê amanhã e eu conto como foi.
A gente se beijou de novo e saí com o Diego e o Fernando pro hotel.
— Então, cavalheiros, vamos curtir bem tasty.
Meu corpo todo tremia, minha ansiedade era evidente pra chegar. Entramos no quarto e mal fechamos a porta pra que os dois me despissem, puxando as cocks pra fora dos zíperes, e só de ver, me ajoelhei e agarrei elas, maravilhada com a grossura.
— QUE DELÍCIA, PAPACITOS GOSTOSOS, AS DUAS cocks TÃO DO JEITO QUE EU GOSTO!
Juntei as glandes deles e passei a língua, lambendo e chupando intermitentemente, depois metendo uma de cada vez na boca, mamando por quase vinte minutos.
Nesse tempo, os dois se pelaram.
Levantei, peguei eles pelas cocks e levei pra cama. Sentei o Fernando contra a cabeceira e deitei o Diego de barriga pra cima, colocando minha bucetinha na boca dele pra ele chupar enquanto eu mamava a cock do Fernando de quatro. Ficamos uns 10 minutos trocando de posição.
— Aí, filho da puta, que tasty, adoro, papacito tasty.
E montei no Fernando, colocando a cock dele na minha bucetinha, deslizando pelo tronco dele, vibrando de tesão.
— Haaa, isso é vida, meu love.
A gente se beijou com paixão.
O Diego chegou perto e eu beijei ele também.
— Vem, boneco, levanta e deixa eu mamar tua cock.
Ele fez isso e eu curti um tempão até gozar, jorrando meus líquidos em cima do Fernando, descendo pra mamar a cock dele.
— Não, não, que tasty, foi foda, tu tem uma cock deliciosa.
E enfiei na boca de novo. a boca de novo
—Mamacita, você adora a pica, é uma deusa do sexo, com esse corpaço seu, acho que não tem homem que resista aos seus encantos.
—Sim, senhor, adoro homens bem dotados. Diego, sua vez, boneco, vem pra cima de mim.
Deito de barriga pra cima e levanto minhas pernas pros lados. Diego monta em cima de mim e me penetra de uma vez até o fundo, sentindo ela toda lá dentro. Começa a me foder, o vai e vem que me faz gemer de prazer.
—Vai, papacito lindo, me dá mais, mais, não para, filho da puta, me dá mais, isso assim com gosto, aí sim, continua.
Meus líquidos jorraram de novo.
Tirei o Diego e deitei o Fernando de barriga pra cima, montei em cima das pernas dele pra chupar a pica dele, deixar ela molhada. Me mexi até encaixar a pica dele na minha bunda e enfiar bem devagar, sentindo a grossura dela no meu cu todo, e comecei a foder, aumentando o ritmo aos poucos. Foram dez minutos de prazer imenso até eu gozar.
Descendo, me aproximo do Diego pra chupar a pica dele, depois me coloco na frente dele, de costas, levanto minha perna, pego a pica dele e enfio no meu cu, enquanto o Fernando foi lavar a pica dele.
Daí a pouco, deitei o Fernando e montei em cima dele, dizendo pro Diego continuar fodendo pelo cu enquanto o Fernando me penetrava pela bucetinha, dando início a um dos prazeres mais extraordinários da vida: sentir duas picas rasgando minhas entranhas, enchendo meu corpo com seus instrumentos de prazer, que me transportam pro paraíso, me enchendo de sensações inexplicavelmente lindas, um prazer que só nós mulheres podemos aproveitar e, no meu caso, eu com a permissão do meu amado marido, que naquele momento deve estar imaginando o delicioso que eu tô passando depois de ter contado como os dois eram bem dotados e o tesão que me dá ter uma pica grossa e comprida dentro de mim, e mais ainda se são duas em dupla penetração, gemendo que nem uma louca, sentindo meu coração explodir de alegria, geralmente lágrimas escorrem. meus olhos com tanta emoção sentindo seus membros entrando e saindo, eu abraço eles, beijo com paixão, com luxúria desenfreada até culminarmos os três numa baita gozada de líquidos seminais foram quase 30 minutos de dupla penetração anal e vaginal.
Exaustos, deitamos na cama.
— Ah, mamacita, que puta gostosa você é, isso foi do outro mundo, nunca estive com uma mulher como você, dá pra ver que você é toda uma expert.
— Eu adoro sexo e sim, sou toda uma expert, ou melhor, toda uma puta.
— Eu também digo o mesmo, boneca, você é um ser espetacular e espero te ver de novo em Bogotá.
— Claro que sim, papacitos, temos que repetir, eu ligo pra vocês assim que chegar e a gente se vê na minha casa.
— Pena que amanhã temos que ir pra Cúcuta. — É, que pena, mas podemos mandar mais um agora, adoraria sentir vocês dentro de mim de novo.
— Claro que sim, Dianita, essa noite vai ser inesquecível, não só mais um, mas mais.
E assim foi, no total foram 6 horas e quatro gozadas de prazer, cansados, totalmente esgotados mas satisfeitos, e eu satisfeita com tanta rola que recebi. Acordei lá pelas 11 da manhã, eles já tinham ido embora, me vesti, encontrei a camareira ao sair, caminhei até o hotel, espiando o salão do congresso onde projetavam plantas. Subi pro quarto pra tomar banho e me arrumar, no chuveiro pensava no delicioso que foi a noite e com vontade de contar pro meu corno o quão gostosa sua mulherzinha passou a noite. Já imaginava a punheta que ele devia ter batido pensando no tesão que eu tava sentindo, coisa que também me excitou e, me dedando no chuveiro, acabei gozando.
Saí do chuveiro, sentei numa cadeira, escovei o cabelo, David chegou no quarto e se jogou em mim tirando a camisa, nos beijamos apaixonadamente.
— Meu amor divina, não consegui prestar atenção no congresso de tanto imaginar toda a rola que você curtiu ontem à noite.
Continuávamos nos beijando.
— Aí, papi, te conto que foi espetacular, divino, sublime, que rolas tão Exquisitas, ainda sinto o gosto, o sêmen deles na minha boca, me deram pica até as três da manhã, podia ter sido mais, mas estávamos exaustos e caímos no sono. Já estava precisando de uma parada tão gostosa assim, fazia tempo que não fazia com dois homens.
David termina de se despir e a gente entra na cama, e enquanto eu contava, a gente transava como loucos, com uma paixão imensa, cheia de luxúria e tesão. Foram 30 minutos de loucura, meu marido não parava de me foder e de dizer o quanto me ama. Nós dois gozamos num mar de fluidos, abraçados, jurando amor eterno.
A gente se arrumou e desceu pra almoçar. No restaurante, pedi uma cazuela de frutos do mar, David arroz com camarões.
— Mami, sabe de uma coisa?
— O que é?
Olhando nos olhos.
— Linda, hoje você está radiante, dá pra ver, felicidade, uma alegria imensa que ilumina seu jeito de andar.
— Sério que dá pra ver como estou feliz? Papi, é que depois de uma noite dessas...
— E o que você pretende fazer hoje?
— Não sei, talvez vestir o biquíni que trouxe e desfilar na piscina, assim com certeza vão cair que nem otários.
— E se eu te dissesse que não precisa esperar tanto e que já pode se divertir?
— Como assim, papi, onde tenho que ir? Porque eu fiquei com vontade de pica.
— Não, boneca linda, por acaso você não percebeu que à sua direita tem três cavalheiros que não tiram os olhos de você?
Discretamente, virei pra olhar, e os três estavam nos encarando naquele momento. Continuei olhando, me virei e, sem querer querendo, pisquei o olho pra eles e voltei a encarar meu amado marido.
— Uau, papi, eles são divinos.
— Então, boneca, aí está sua diversão, espero que se divirta.
E, chegando perto do ouvido dele, sussurrei:
— Pronto, meu corno lindo, só espero que eles não tenham nada planejado. Vamos esperar eles se levantarem da mesa e a gente segue.
— Não, mamãe, vou deixar você. A sessão já deve ter começado, eu vou ver, meu amor, se diverte pra valer.
— Ah, é o que espero.
David se levantou e, depois de nos beijarmos, nos despedimos.
Nisso, virei pra olhar os Os cavalheiros, que não perdiam um detalhe, eu sorri pra eles, fiquei encarando eles fixamente, o que me deu a certeza de que a tarde ia ser de curtir três homens só pra mim, além de sentir meu corpo tremer com os choques que meu estômago produzia. Levantei e fui direto pra mesa deles pra cumprimentar, enquanto meu marido observava se retirando do salão.
— Muito boa tarde, cavalheiros.
Os três se levantaram pra me cumprimentar com um beijo na bochecha.
— Muito prazer, linda, meu nome é Arturo, o meu é Luis Fernando, e eu, Gabriel.
Oferecendo a cadeira, me sentei.
— Muito prazer, meu nome é Diana.
— Dianita, tão de passeio ou a trabalho?
— As duas coisas, meu marido tá na convenção que tem no hotel e eu de passeio. E vocês?
— A trabalho, tamos instalando uns equipamentos no hospital de Cartagena.
— Ah, e vão continuar trabalhando agora?
— Não, não, amanhã de manhã a gente termina e só vamos esperar tudo funcionar direitinho. E eu vou até a tarde pra revisar.
— Ah, que bom, porque eu adoraria passar a tarde com vocês, se não tiverem outro plano.
Os três se olharam e ao mesmo tempo responderam:
— Não, não temos nada planejado e seria um prazer você nos acompanhar.
— Bom, que ótimo, agora vocês têm um plano pra tarde.
— Kkkkk sim, senhora, agora temos, e que prazer ao lado de uma mulher tão gostosa.
Luis Fernando pergunta:
— E aí, Dianita, onde você quer ir? Aqui no hotel tem um bar muito bom.
Gabriel comenta:
— Ou você prefere dar uma volta pela cidade velha?
Fiquei olhando pra eles, meus peitos se expandiram.
— Bom, vamos pro bar.
Saímos do restaurante abraçada com Luis Fernando, entramos no bar, sentamos no balcão, pedimos rum, água e cigarros, serviram o primeiro gole e brindamos.
— Bom, cavalheiros, hoje quero brindar a vocês e à sorte de conhecer vocês, porque são homens do tipo que eu adoro, uns pausudos gostosos.
Tomei meu rum sentindo o sabor e a textura, acendi um cigarro e fiquei cantarolando um vallenato que tava tocando.
— Dianita, meu amor, e você, o que faz? Além de... embelezar o mundo com a sua presença
- Ah, que lindo, pois eu sou advogada criminal, moro em Bogotá
Agora era o Gabriel quem quis fazer outro brinde
- Quero brindar pra gente ter uma tarde maravilhosa e você se tornar uma amiga encantadora, pela amizade, e aí a gente toma o segundo gole. Naquele momento, uma voz feminina chamou meu nome e virei pra ver quem era.
- Claudia Cano, mulher e voz, o que você tá fazendo por esses lugares?
- Te procurando, gostosa. Ontem à noite te vi com o David na cidade murada. E os senhores, quem são?
- Ah, sim, olha, te apresento o Arturo, o Gabriel e o Luis F, acabei de conhecê-los.
- Muito prazer, gostosa
- Muito prazer, cavalheiros.
- Vai ficar com a gente, gostosa?
Sirvo uma taça pra ela e ela vira de uma vez.
- Claro, pra isso mesmo que tava te procurando, passar um tempo gostoso com você, ainda mais te vendo tão bem acompanhada.
Colocaram música pra dançar e eu puxei o Gabriel pra dançar, deixando a Claudia com o Luis F. E o Arturo, nem preciso dizer, é um baita dançarino, me entreteve por duas músicas.
- Então, boneca, me conta o que você tá fazendo em Cartagena.
- Trabalho, Dianita. Tô defendendo um pecuarista que tá sendo acusado de abigeato. Já tivemos sessão de manhã e só voltamos na sexta, então essa tarde tô livre. E a Dianita, o David, imagino que esteja no congresso que tem por aí.
- Sim, meu amor, ele adora esses eventos, e eu adoro esses aqui.
E com as mãos eu espalho, mostrando o que a gente faz. Rindo.
- Então, minha filha, você veio pro lugar certo se quer diversão.
Tomando um gole, sento e continuamos conversando, bebendo e dançando uma ou outra música. Entre minha amiga Claudia e o Gabriel rolou um clima. E pedi pra ela me acompanhar ao banheiro.
- E aí, mamãe, cê gostou do Gabriel? Esse boneco é divino.
- Ah, sim, Dianita, pra quê? Ele é lindo demais.
- Comestível, você quer dizer, minha filha. Mas ouve, você não tá com seu marido aqui?
- Não, Dianita, ele tá em Cali, também trabalhando.
- Ah, tá bom. Boneca.
Passo um pouco de batom nos lábios.
- Sim, Dianita, você ia me falar alguma coisa.
- Sim, sim, é que eu quero Subir pro quarto com eles e continuar, não sei se você quer ir com a gente.
Claudia fica me olhando estranha.
—E pro quarto?
—Sim, mamita, pro quarto.
—E com qual deles você vai subir?
—Com os três, ué.
—Ah, pensei que você fosse transar com um deles, mas beleza, vamos subir.
—Olha, minha filha, eu vou pro quarto com eles não só pra transar com um, vou dar pra todos os três. Vem, anda, vamos levá-los, porque já tô com vontade de pica.
Claudia ficou muda e, como ela tava perto da saída, eu a levei até o bar onde os cavalheiros nos esperavam. Paramos na frente deles e eu falei:
—Então, papacitos, a gente quer que vocês vão pro quarto de vocês e a gente continua a festa.
Em outro nível.
—Em outro nível, isso soa bem interessante.
Fala Arturo.
—Bom, espero que seja no sexual.
Fala Luis F.
Olho pra ele e digo:
—Luis F., só isso já te satisfaria.
E também Gabriel.
—Pronto, Dianita, vamos subir.
Eles levantam das cadeiras. Gabriel oferece o braço pra Claudia se segurar, mas como ela demora um pouco, meio pensativa, pergunto:
—O que foi, minha filha?
—Não, Dianita, melhor eu não ir com vocês.
—Nãão, como assim, minha filha! Vem, que a gente vai se divertir pra caralho.
—Diana, eu sou casada, se meu marido descobre, acaba meu casamento.
—E quem vai contar? Só se você der muito azar. E por ser fiel pro seu maridinho, você vai desperdiçar um papacito desses? Você gostou do Gabriel, sim. E então? Anda, mulher, que seu marido não vai ficar sabendo. Ou como é que você tá com o Ernesto, seu caso, hein?
Ela fica me olhando estranha.
—Ernesto?
—Sim, senhora, seu Ernesto. Eu te vi toda agarradinha com ele um dia.
Gabriel se aproximou pra convencê-la e, com minha insistência, ela topou.
Mesmo sem muita animação, a gente já imaginava o que podia rolar.
Chegamos no quarto, pegamos o rum que tinha na geladeira e servimos. Arturo ligou o som, pequenininho mas com um som foda, tava tocando um reggaeton que eu dancei com Luis F e Arturo, o que esquentou o clima. Pelo erótico que o Gabriel fez, ele ficou nos olhando enquanto a Claudia entrava no banheiro. A gente tomou e dançou várias músicas até que eu e o Luis dançamos um vallenato romântico bem agarradinhos, ou melhor, num amasso daqueles, nos beijando e nos acariciando. O disco acabou e a gente se separou pra tomar mais um gole. Outro vallenato tocou e eu puxei o Arturo pra dançar, abracei ele pela cabeça e beijei, com a mão direita acariciei o pau dele por cima da calça, sentindo ele crescer, o que me fez gemer. A gente continuou dançando e se acariciando até o disco acabar. Tirei a camisa dele, sentindo o peito bem torneado contra meu rosto e minhas mãos nas costas dele. Tomamos mais um gole e eu falei:
— Então, cavalheiros, eu queria aproveitar que meu marido tá enfiado naquele salão e passar um tempo gostoso. Tenho uma pequena fantasia que queria realizar.
— Preciosa, fala qual é essa fantasia que a gente te atende com prazer — disse o Arturo.
— Somos todos ouvidos — comentou o Luis F.
— Não sei se vocês tão dispostos a me satisfazer.
— Vamos, preciosa, deixa a gente decidir isso.
— Tá bom, então. Eu queria transar com vocês três.
Todos arregalaram os olhos, se olharam e responderam:
Arturo: — Aceito.
Luis F: — Na hora.
E Gabriel: — Uau, que loucura.
E sem mais, soltei a blusa, tirei ela, tirei o sutiã e me ajoelhei na cadeira entre o Arturo e o Luis F, que começaram a chupar meus peitos como bebês famintos. Arturo e Luis desabotoaram as calças e baixaram os zíperes. O Luis F se levantou, baixou a calça e a cueca, deixando eu ver o pau dele já duro. Peguei com a mão direita e acariciei. Levantei, fiquei do lado dele, segurei a cabeça dele e nos beijamos, enquanto minhas mãos acariciavam os paus deles por cima da calça. Claudia e Gabriel estavam dançando bem amassados, pararam quando nos viram. Claudia virou de costas, deixando Gabriel pegar nos peitos dela. Com as mãos, ele baixou o zíper dela e enfiou a direita pra puxar o pau dela pra fora, acariciando ele enquanto se beijavam. apaixonadamente.
Curto por vários minutos, me levanto entre os dois que esfregam os paus em mim, nos beijando apaixonadamente. Arturo, que está atrás de mim com as mãos, me empurra me inclinando, se ajoelha e enfiando a cabeça na minha bunda começa a percorrer desde minha bucetinha até meu cu. Enquanto isso, com o braço esquerdo abraço a cintura do Luis F. e chupo o pau dele segurando com a mão direita. Me ajoelho aproximando os paus deles, totalmente eretos, dos meus lábios, e começo a dar beijos nas cabeças. A do Arturo, bem cabeçuda, se destacava bastante do tronco, coisa que adoro, principalmente na hora de chupar. Tento enfiar os dois paus na boca, mas não dá.
Observo o Gabriel metido entre as pernas da Claudia e ela arqueada pra trás gemendo de prazer, com as mãos segurando a cabeça dele.
Arturo coloca o pau dele no meu cu, esfregando, percorre desde minha buceta até o ânus. Paro de chupar o Luis e pego o pau do Arturo, cuspo nele deixando bem molhado, me viro e ele penetra minha bucetinha, me fazendo gemer ao sentir o tronco dele tocando as paredes vaginais.
Luis sobe na cama e eu vou atrás sem parar de chupar o pau dele, fico de quatro. Arturo volta e me penetra, me dando um prazer delicioso. Ele investe com força, batendo a bacia nas minhas nádegas, as mãos apertam minha cintura aumentando a fodida. Minhas mãos e boca trabalham chupando o pau do Luis F., masturbando ele e chupando gostoso. Meu corpo treme de emoção até eu gozar em líquidos e gemidos barulhentos, incontroláveis, que entregavam o quanto eu tava adorando aquilo.
Me levantei e montei no Luis, sentando no colo dele. Peguei o pau dele e fiquei roçando na minha bucetinha, e depois deixei deslizar pelo tronco venoso dele, sentindo ele todo lá dentro.
— Ah, delicioso, como eu amo isso, adoro, papacito gostoso. Arturo, vem pra cá e deixa eu chupar o teu.
Arturo se aproximou e, segurando o pau dele com a mão direita, enfiei na boca.
Olho pro Arturo e pergunto:
— Papacito... Hermoso, você quer meter no meu cu?
- Claro que sim, sua grande puta, mãe, você gosta de pica. Com esse corpaço que você tem, difícil não te agradar, mamacita divina.
Arturo se posicionou atrás de mim, eu levantei um pouco a bunda e ele, com a pica na entrada do meu cu, me penetrou devagar.
- Aí, filho da puta, que delícia, tô morrendo, vai, lindo, me come. Arturo, você também.
Meus gemidos aumentaram, cinco minutos de dupla penetração.
- Gabriel, meu amor, vem, papacito.
Gabriel se aproximou e, se colocando ao meu lado, me deixou ver a pica dele, que ao olhar me surpreendeu o quanto era grossa.
- Nossa, Gabrielzinho, olha que DELÍCIA de pica que você tem, meu amor.
Enfiei na boca de uma vez, acariciando ela, apertando os ovos dele, esfregando no meu rosto e voltando a chupar. Fiquei sem palavras, tinha três picas dentro de mim e tudo graças ao meu marido, que me incentivou a fazer isso.
Foram quinze minutos de sensações prazerosas. Exausta e sem sentidos, me deixei levar por aquele momento de prazer requintado, prazer que meu corpo curtia depois de uma seca de quase um mês sem ter relações sexuais com vários homens ao mesmo tempo.
Arturo não aguentou mais e gozou, derramando o sêmen nas minhas costas. Seguimos com Luis e Gabriel, que sem dizer nada me penetrou pelo cu com a pica grossa dele, terminando de me arrombar.
- Ah, filho da puta... O que é isso, pai, que gostosoo... Não, não, tô morrendo, me fode, Gabriel, vamos, Pai, me come.
Gabriel se movia, aumentando devagar o ritmo. Arturo tomou banho e, se aproximando de Claudia, se abraçaram e se beijaram; ela pegou na pica dele, acariciando com as duas mãos, masturbando ele.
Depois, ela se ajoelhou, esticou a língua e começou a lamber a pica dele, desde os ovos, subindo pelo tronco venoso até chegar na glande, e voltou para repetir a lambida várias vezes, até finalmente enfiar na boca, no meio de gemidos barulhentos dos dois.
Gabriel estava me matando de prazer, a pica dele entrava e saía como um pistão em aceleração total, o que me fez gozar várias vezes, completamente desnorteada. Completamente entregada pra aquelas duas picas. Luis Fernando. Gozou dentro de mim e continuou me fodendo.
Até que Gabriel também gozou dentro de mim, terminando a trepada suados e cansados de tanto trabalho e eu gozei. Ficamos eu e Luis deitados, e Gabriel foi no banheiro limpar a pica. Enquanto isso, Claudia e Arturo continuavam transando, ela deitada de barriga pra cima e Arturo por cima dela, metendo com frenesi, até que vi o Arturo gozar, fechando os olhos e gemendo em espasmos longos e gostosos.
Desabando em cima da cama de bruços.
Exaustos e com sede, abrimos cervejas e tomamos de um gole só.
Meu celular tocou, era meu marido ligando pra saber como eu estava.
— Oi, linda. Como foi?
— Excelente, meu amor, tô aqui com os três cavalheiros no quarto deles, me divertindo do jeito que eu gosto.
— Bom, fico feliz em saber disso, mamacita gostosa. Também tô ligando pra você se arrumar, porque vamos jantar com um dos palestrantes, ele é daqui de Cartagena e sei que você vai gostar de conhecer.
— Sim, beleza, meu amor, vou me arrumar então e te espero no quarto.
Nós nos vestimos com a Claudia e saímos. Cheguei no meu quarto, me despi e entrei no chuveiro, me refrescando depois de uma tarde gostosa. Em apenas um dia, já tinha transado com cinco homens, isso sim é aproveitar meu corpo.
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