EO tempo passou e eu continuei trabalhando como garota de programa e alternando com a faculdade. Ficou pesado pra caralho e tive que dar uma segurada no trabalho, recusava metade dos programas porque se eu quisesse tocar minha carreira pra frente, tinha que me dedicar aos livros, que são bem volumosos, e não sobrava tempo. Meu marido era realmente ciumento e isso também me deixava desconfortável. Uma vez cheguei em casa com o cabelo lavado, porque tive que lavar por causa da quantidade de porra que caiu em mim, e tive que dizer que tinha ido conhecer uma academia e tinha tomado banho lá depois de malhar. Ele não acreditou muito e ficou puto. Com um ano e meio de casados, ele precisava ir a um congresso, o patrocinador dele mandava pra Cartagena. Então arrumamos as malas, fomos aproveitando o hotel e as passagens, e como não tivemos lua de mel, essa viagem veio no lugar. Ficamos no Hilton. Chegamos numa quarta-feira à noite, bem tarde. Ficamos no bar por duas horas ouvindo música e tomando margaritas. A noite estava limpa, sem nuvens, deixando ver o mar. Fomos pro quarto, fizemos amor das poucas vezes que fiz como em câmera lenta, primeiro tivemos uma sessão que na época não conhecíamos o nome, tântrica. Nos tocamos o corpo inteiro, beijando cada poro, nossas mãos percorriam palmo a palmo. Nos masturbávamos mutuamente. Não teve penetração e mesmo assim os dois gozaram ao mesmo tempo. Descansamos uns minutos tomando cerveja, debruçados na sacada. Eu com um roupão, ele de bermuda. Terminamos a noite afogados em paixão e sexo, nos amando, unindo nossos corpos, curtindo prazeres excitantes, até o cansaço, foi quase uma hora sentindo nossos corpos fundidos, unidos em um só. Terminamos abraçados e assim acordamos no dia seguinte. Nos arrumamos e fomos pro centro de convenções, tinha um café da manhã pra todo mundo e a inauguração do evento. Durou até meio-dia, quando almoçamos, e às duas já começavam as palestras. eles. Ficando sozinha, fui conhecer o hotel, depois saí pra caminhar por Bocagrande. As praias de El Laguito e depois fui pra cidade amuralhada, fiquei olhando vitrines, tomando cerveja. Nesse dia eu tava de calça boca de sino, blusa solta, tênis baixinho e uns óculos de sol grandes e quadrados. A tarde passou e eu tava ficando tarde pra chegar, eles já tinham saído do congresso e quando cheguei o David tava me procurando pelo hotel. Ao me ver chegando toda carregada de sacolas, ele se aproximou me dando um beijo, recebeu vários, subimos pro quarto. A gente se banhou, vestimos roupas mais frescas, eu uma saia, uma blusa solta e sandálias rasteiras. Saímos do hotel pra caminhar. Chegamos na cidade amuralhada, entramos, e comemos num restaurante chinês que tinha lá e não era muito caro. Depois saímos pra caminhar pelas muralhas, já eram umas 9 da noite e não tinha muita gente. Numa das torres onde tem uns canhões da época da colônia, paramos pra descansar um pouco. Num deles a gente sentou e, doidos, começamos a nos beijar apaixonadamente, fazendo crescer a vontade de transar. Eu me levanto, colocando-me por cima dele, ele desabotoa a calça e tira o pau dele ereto, eu encaixei na minha buceta e deslizei por entre ela. Guua, esse foi um orgasmo que nunca vou esquecer, também não duramos tanto fazendo ali, a gente tava muito tarado os dois, eu fiquei toda melada de porra dele que escorria perna abaixo. Seguimos caminhando pelas ruas apaixonados, nos beijando, e brincando como dois loucos. Às 11 a gente voltou pro hotel, no outro dia continuava a convenção. Acordamos, descemos pra tomar café, depois ele foi. Vi várias minas passando pra piscina. Ah, gostoso, subi pra vestir um biquíni e descer depois pra piscina. O céu tava limpo, pouquíssimas nuvens no horizonte. Sentei numa das espreguiçadeiras e passei protetor solar. Tinha que dar cor à minha pele branca. O garçom me trouxe uma cerveja gelada. Ele ficou me olhando. olhando de cima a baixo. Eu apenas sorri pra ele agradecendo. Me deitei e fiquei um tempo ao sol. O calor me fez suar e entrei na piscina, nadei um bom tempo fazendo exercício. Ao sair, chamei o garçom, um rapaz de olhos verdes, cabelo loiro, com seu terno impecável. – Pode me fazer o favor de me trazer uma cerveja bem gelada? – Com muito prazer, minha senhora. Ao voltar, ele a deixou em cima da mesinha. – Você pode me fazer outro favor? – Pode falar. – Pode me passar bronzeador nas costas? – Não, me desculpe, esse serviço não é permitido no hotel. – Ah, tudo bem, muito obrigada. O rapaz foi embora e de repente ouvi uma voz melodiosa me dizendo: – Senhora, se quiser, eu posso fazer esse favor pra você. Ao virar pra ver quem era. Nossa, fiquei olhando pra ele. Um moreno bem forte, com uns 1,75 de altura, mais ou menos, e uns olhos pretos encantadores.
- E você não trabalha aqui, né? - Não, princesa, tô hospedado aqui. – Ah, que bom.
E levantando o bronzeador, eu disse pra ela:
– Você vai me fazer o favor. – Será um prazer.
Deitei de bruços e soltei o cordão da fio dental. Deixando todas as minhas costas à disposição dele. Que ele acariciou enquanto passava o bronzeador.
- Você quer que eu goze nas suas pernas também? - Sim, claro, me faz esse favor.
Passei bronzeador nas mãos dele e ele começou a espalhar pelas minhas coxas. Descendo devagar, passando pelos joelhos e voltando a subir pela minha entreperna, eu abri as pernas pra ele me deixar bem. As mãos dele fizeram menção de seguir pras minhas nádegas e, vendo que eu não me importava, ele continuou espalhando na minha bunda. Isso fez ele ficar com uma ereção que dava pra ver pelo short de banho, e eu fiquei olhando, e ele nem se incomodou em disfarçar, já que viu que eu tava reparando.
– Muito obrigado, cavalheiro, mas você está me tapando o sol. – Ah, sim, desculpa, gostosa. Ele se sentou ao meu lado, e a gente continuou conversando. Ele queria saber o que eu fazia sozinha em Cartagena, contei tudo. A convenção, a lua de mel, de Bogotá, estudante de direito. E ao mesmo tempo, eu também perguntava pra ele. Caleño, viajava a negócios, vendedor de uma farmacêutica. Pedi o favor de ele amarrar o sutiã do vestido, pra eu me levantar, já fazia quase dez minutos. Já era hora do almoço e combinamos de nos ver à tarde. Fui procurar o David, que encontrei muito bem acompanhado, duas mulheres lindas estavam com ele.
– Oi, gostoso, como você tá? Tá bem, pelo que vejo. Me apresentei, eram duas das escreventes que trabalhavam lá. Fomos almoçar no terraço do restaurante, já que não podia entrar de biquíni no salão principal. Pedi o que eu gosto: cazuela de frutos do mar, arroz de coco e patacones verdes. O David pediu um arroz de camarão, uma delícia também. – Mami, e o que você pretende fazer à tarde? – Sei lá, talvez sair pra caminhar um pouco, tomar uma cerveja ou comer algum petisco por aí. E na minha cabeça, eu pensava no moreno daquela manhã. – Lembra que amanhã a gente vai visitar o castelo, e hoje à noite, quem sabe, a gente vai pras ilhas. Dizem que a festa por lá é pesada. – E quão pesada? Fiquei curiosa. – Costumam fazer fogueiras, tocar vallenato, muito álcool, um ou outro casal transando e até droga.
As duas horinhas do almoço passaram e o David voltou pro evento. E eu subi pro quarto, precisava entrar no banheiro e tomar um banhão, mas deu sono e eu deitei um pouquinho. Quando levantei, terminei de me arrumar e desci de novo pra piscina. Caminhando, eu olhava de canto pra ver se via meu amigo, disfarçando a situação. Cheguei onde fiquei de manhã, sentei e decidi primeiro dar um mergulho. Nadei um bom tempo, saí e passei o bronzeador. E aquele cavalheiro não apareceu a tarde inteira. Fiquei chocada por não encontrá-lo. Subi às 5 pro quarto, já mais bronzeadinha, cor de caramelo, assim gostosa, me arrumei de saia de novo e, vendo que o David não chegava, desci umas 7 da noite. Passando pela entrada do evento, vi que ainda tinha várias mesas cheias. E todo mundo que estava lá estava tomando uísque. Entrei e, bem na minha cara, numa das mesas o David conversava com dois colegas dele. "Oi, mamãe, cadê você? Saiu pra caminhar?" - "Não, não saí, fiquei no hotel." - "É que fiquei te procurando no quarto umas 5 e depois desci pra piscina e não te achei." - "Eu subi às 5 pro quarto, a gente deve ter se cruzado por caminhos diferentes." - O David já tava com os tragos na cabeça. "Mamãe, a gente combinou de entrar na discoteca do hotel e, se você quiser, a gente pode acompanhar eles." - "Claro, gostoso." Eu tava a fim de tomar uns tragos e dançar um pouco. Então subimos pro quarto pra trocar de roupa, vestir algo mais esporte. Quando descemos, a discoteca tava cheia, entramos, a música tocava num volume alto, mas dava pra conversar e ouvir. Pedi meia de rum, eles continuaram no uísque, começaram a me apresentar pras esposas e pros colegas. Uma delas eu tinha visto na piscina hoje de manhã, quando conheci o moreno. A noite começava e o trago fazia o trabalho dele, dançamos bastante. E de repente, num andar de cima, meu moreno estava me olhando dançar. Nossos olhares se cruzaram, sorri pra ele e, levantando a mão, acenei. Em 5 minutos ele desceu e se aproximou da gente, cumprimentou todos como se os conhecesse. Todos eles acharam que ele era do congresso e o cumprimentaram, isso serviu pra ele poder ficar com a gente. A gente dançou várias vezes. Não perguntei sobre a tarde dele. Mas ele me contou que tinha tido que ir ao hospital revisar um equipamento do laboratório.
– Na verdade, eu não estive no hotel à tarde.
Contei pra ela, (que mentirosa) pensei. A festa tava muito boa e já eram quase meia-noite e justo o Daniel já tava bem bêbado, como vários na mesa. Os que começaram a se dirigir pros seus quartos. Eu mal tinha tomado metade da meia de rum que pedi, ainda tava sóbria. E enquanto dançava com o Ricardo, que finalmente descobri o nome dele, ao olhar pra mesa vi o David cochilando.
– Você pode me fazer um último favor esta noite. – Claro, o que você quer? – Você pode me ajudar a levar o David pro quarto.
Acordei o David e falei: "Vem, papai, bora deitar logo." E no meio da bebedeira dele, ele se levantou e, cambaleando, a gente levou ele pro quarto, deitamos ele na cama, tirando os sapatos e a camisa. — "Bom, tá pronto. Valeu por ter me ajudado.
Nos aproximamos da porta. E nós dois saímos, eu fechei e disse, me aproximando dela e tocando o peito dela com meus dedos.
– Bem, a noite ainda é jovem, vamos pra algum lugar? Peguei na mão dele e a gente foi andando até o elevador.
– Pra onde você gostaria de ir? – Me falaram das ilhas que a rumba é forte e vai até o amanhecer. – Se são demais. Vamos então para as ilhas. Chegamos no embarcadouro e saímos num barco que levava outros dois casais. Sentei ao lado dele, a mão dele acariciava minha perna e eu olhava o percurso. Coloquei uma manta porque a água respingava muito forte. E eu estava me molhando. Ao chegar, ele me levantou pra me deixar na areia. Vi várias fogueiras e nos aproximamos de uma onde se ouvia ares vallenatos, e o povo cantava e outros dançavam. Um cara nos ofereceu bebida e pedimos rum. A música tocava num compasso gostoso, a algazarra do povo era contagiante e nos animava a dançar. Um dos ritmos era romântico e nos abraçamos dançando bem coladinhos. Vi casalzinhos se afastando na escuridão da praia. Olhando pra mim de frente, ele me beijou e tirou a boca. Eu agarrei a nuca dele e virei meu rosto uns graus e o beijei. Juntamos nossas bocas num beijo apaixonado, as mãos dele percorriam minhas costas e chegaram na minha bunda, me encostando no corpo dele. Nos soltamos e, segurando a mão dele, eu disse.
- Vem, vamos procurar um lugar mais privado.
Caminamos nos afastando do grupo de dança e começamos a ver casalzinho transando na escuridão. Eu soltei a blusa e seguimos andando, nos aproximamos de onde tinham dois casais – Vem, vamos fazer companhia pra eles.
Eu soltei minha saia, deixando ela cair no chão, e a blusa, não tava de sutiã. A gente sentou e eles olharam pra gente, as minas tavam montadas em cima dos caras, completamente peladas, transando. Dava pra ver que os caras eram da região, morenos e bem dotados, as minas eram gringas turistando atrás de um bom prazer. Minha mão percorreu uma das pernas de um dos caras até chegar a tocar nas bolas dele, as minas não paravam de gemer de prazer. O Ricardo também tinha se pelado, e chegou perto de mim colocando o pau dele na frente da minha cara. Eu olhei pra ele, agarrei e fiquei esfregando na minha cara pra depois meter na minha boca, me segurando nas pernas dele, deixei ele me comer pela boca. O cara que eu acariciei mandou a mão pra minha buceta e eu abri as pernas deixando ele me acariciar, me dedando, o outro casal parou e a mina levantou e, chegando perto do Ricardo, passou a mão na bunda dele. Ele agarrou ela e colocou no pau dele. O parceiro dele chegou perto de mim e meteu a mão na minha buceta e a outra mão num peito. Eu continuei chupando o Ricardo enquanto a mina segurava ele e se beijava com o Ricardo. O outro casal também parou e o cara também chegou perto de mim e, entre os dois caras, me agarraram e me jogaram no chão, um me pegou por trás e me abraçou com os braços fortes dele e colocou o pau na entrada da minha buceta me penetrando de uma vez, e o outro colocou o pau na minha cara, que eu meti na boca, enquanto as minas ficaram com o Ricardo, deitando ele na areia, uma chupava ele e a outra colocou a buceta na boca dele pra ele chupar. Eu continuei sendo comida deliciosamente e me deliciava chupando o pau do parceiro dele. Depois de um orgasmo gostoso, troquei de posição com o outro. Depois de outro orgasmo, falei pro cara que tava me chupando pra meter no meu cu.
Ele logo se posicionou, me deixando aproveitar uma dupla penetração espetacular, lasciva. Tudo aconteceu muito rápido, sem pararmos para pensar no que tinha rolado. Só curtimos o momento. Os corpos deles se uniam ao meu numa sinfonia excitante, completamente entregues ao prazer, à luxúria de ter os dois dentro de mim, e os dois caras gozaram dentro de mim, me deixando toda lambuzada, com o esperma escorrendo pelas minhas pernas. Me levantei procurando minhas roupas. Enquanto me vestia, o Ricardo terminava com as garotas, derramando-se por fora num dos corpos delas, se beijando com as duas. Saímos de lá com o Ricardo, subimos num barco que nos trouxe de volta à cidade. No caminho, fiquei olhando para o Ricardo.
- Ricardo, o que foi aquilo, o que aconteceu com a gente? - Não, sinceramente não sei o que aconteceu, foi uma loucura. E nos abraçando, nos apertamos e seguimos a viagem. Chegamos no hotel, ele me deixou no meu quarto.
- A gente se vê amanhã? - Sei lá, talvez não.
Ricardo foi embora e eu entrei. David, profundo, me banhei e me deitei pensativa sobre o que tinha acontecido. Foi estranho. No dia seguinte, com David, acordamos tarde e fomos ao castelo. Almoçamos tarde pra caralho, umas 4 da tarde. Depois, à noite, fomos conhecer um clube de iates, tomamos umas cervejas e voltamos pro hotel. No outro dia, acordamos e ficamos na piscina de manhã, e já à tarde voltamos pra Bogotá.
Já se passavam dois anos desde que eu tinha me casado, era o mês de novembro e meu marido estava terminando a faculdade, se formando com uma boa nota. Fomos convidados para uma reunião que a empresa onde ele fazia o estágio organizou. Estavam comemorando um contrato grande que tinham ganho numa das licitações que apresentaram ao governo. Eu já estava com dois meses de gravidez. Minha barriguinha ainda não aparecia, então meu corpo provocava os olhares dos homens. Naquela época, estavam na moda os vestidos de minissaia bem colados ao corpo. Então vesti um de fundo creme com florzinhas coloridas pintadas, com um decote que deixava ver a redondeza das minhas tetas, e sandálias de salto alto com meia-calça de véu. Naquela época, eu usava o cabelo cacheado.
Ao me ver, meu marido só conseguiu dizer: – Uau, meu amor, tá divina. Ele estava de terno sem gravata, já que quase não gosta de usar. Chegamos na reunião e já tinha bastante gente. E mais de um dos cavalheiros reparava em mim. Sentamos na mesa onde tinha só três casais, me apresentaram e esperamos a reunião começar com um discurso dos chefes agradecendo a colaboração dos funcionários.
A empresa é filial de uma empresa brasileira. Que nesses tempos atuais anda com graves problemas fiscais. No país dela. Além de ter escritórios em outros países como México e Costa Rica. O lance todo foi que depois do discurso, que foi de quase uma hora, porque foram três que falaram. Passamos para o buffet pra servir a comida, que aliás, tava uma delícia. Comi um baita prato de cordeiro ao molho de champignon.
Depois nos serviram uísque, eu não bebia, mas dava pro David. Tinha uns rapazes tocando. Não era uma orquestra, não, era um quinteto que nos deleitava com a música deles. Na reunião tinha não só engenheiros colombianos, mas também brasileiros, mexicanos e um panamenho. Muito simpático, e que me tirou pra dançar uma música. Muito respeitoso. E que me fez rir com as piadas dele, sentou com a gente por um bom tempo. De repente, um dos mexicanos se aproximou com a desculpa de falar com ele. E nos apresentaram, meu marido estava meio desconfortável, já que o mexicano não disfarçava nada nos galanteios comigo, o que me deixava encantada, tanto que meu marido veio me tirar pra dançar, e eu vendo a cara de desgosto que ele fazia, que eu disse.
– Ai, papai, me desculpa, mas essa aqui o engenheiro já tinha reservado.
E olhando para o engenheiro e abrindo os olhos, ele entendeu e na hora disse que sim, me apoiando. O David já tava meio ligado e sem graça, porque tava com o ciúme à flor da pele. Naquela época, meu marido não fazia nem ideia das minhas aventuras com outros homens, e como ele viajava muito, eu aproveitava e ficava com amigos na nossa cama. Não tinha pista de dança, então a gente dançava nos corredores do salão, entre as mesas. Tocou um ritmo mais animado e ele me mostrou as habilidades dele como dançarino, aproveitando várias voltas pra roçar as mãos na minha bunda e eu só sorria pra ele. A próxima música já era mais lenta, ele colocou os braços na minha cintura e eu no pescoço dele, cheguei a sentir o pau dele crescendo enquanto ele se encostava em mim, e os olhos dele não paravam de olhar pros meus peitos, enquanto a gente continuava conversando e se conhecendo. A reunião continuou e conheci outros engenheiros que vinham me cumprimentar, entre eles outro mexicano que também tava fascinado por mim.
Na mesa estava o David acompanhado por uma das funcionárias que dava pra ver de longe que gostava do meu marido. Mas era meio feinha a coitada, e eu deixava pra lá ao ver que o David não dava muita bola pra ela. O David foi ao banheiro enquanto eu voltei a dançar com o Rodrigo, que tentou se aproximar um pouco mais, mas por respeito eu não deixei, não ia deixar que virasse assunto de conversa na empresa dele. O David voltou já com uma cara mais transtornada e tomando uma garrafa de água. Ao passar do meu lado, ele se aproximou e, me pegando pela cintura, me roubou do meu parceiro de dança. A gente dançou várias músicas juntos e voltamos pra mesa. A gente se refrescou com água, sentando por um tempinho, já que o Samuel, o outro engenheiro, me tirou pra dançar. A gente conversou, perguntando a ele o que ele tinha gostado do meu país.
– Eu gosto muito de Cartagena, Medellín e agora tava apaixonado por Bogotá por causa das mulheres e que entre elas eu. As cidades de Armênia, Pereira e Cali.
- Ah, muito obrigada. E o que mais você gostou do meu país? - A comida, eu amo a bandeja paisa, o ajiaco, o sancocho de galinha e o peixe, eu amo peixe. – Um dia desses eu te convido pra comer, eu preparo um viudo de capaz delicioso pra você aproveitar.
– Com todo prazer, linda, adoraria provar do seu tempero.
Claro que ela disse com um certo ar de safadeza.
– De certeza que você vai adorar. – Não duvido, gostosa. Eu sorri olhando para as caras deles. Voltamos para a mesa, a reunião continuava e aos poucos o pessoal foi indo embora para suas casas, e o David já estava caindo de sono. Ao ver isso, decidi que já era hora de irmos para casa. Então nos despedimos dos engenheiros sem avisar nada sobre o convite para comer peixe. Eu fui dirigindo, porque o David mal conseguia ficar de pé, muito menos dirigir.
Acordamos ao meio-dia, o David meio maluco, na real com gripe que o deixou de cama o Sábado e o Domingo inteiros. Ele nem foi jogar futebol, o que achei estranho.
Almoçamos na cama e veio à tona a festa e os elogios dos engenheiros mexicanos.
- Seus colegas não respeitam e são meio folgados. - É, percebi que são uns arrombados e assim mesmo com todas as funcionárias da empresa. Além do mais, você estava uma deusa.
Ele se aproximou de mim me dando um beijo na boca. Eu o beijei, mas me lembrei do mal-estar dele e disse.
- Quieto, Satanás, que eu não quero o seu mal. E será que fui eu que dei brecha pra eles se passarem? Acho que não. – Eu só espero que isso não vire fofoca de escritório, que saco, quando me virem já vão imaginar Deus sabe o quê.
Na segunda-feira, o David conseguiu ir trabalhar, já se sentia melhor. Felizmente, não teve nada de vergonhoso na festa, então os comentários foram bons. Mas, apesar de tudo, meu marido notou um certo clima com os colegas mexicanos dele, que desde aquele dia viraram amigos dele.
Na quarta-feira eu precisei dar uma volta perto do escritório e decidi passar no meio-dia pra almoçar com o David. A gente encontrou eles saindo também pra almoçar e eles foram com a gente. Mas dessa vez eles se comportaram como dois cavalheiros, até dividiram um abacate gigante que compraram pra completar o almoço. A diligência que eu tinha demorou a tarde inteira. Liguei pro David pra ele me esperar e a gente ir junto pra casa. Ele me pediu pra acompanhá-lo numa visita a uma tia dele que tava no hospital e de quebra a gente deixava os novos amiguinhos na casa deles, já que ficava no caminho, e eles, ao saberem que eu ia pra aquela região, se grudaram. A gente deixou eles e os dois vieram até a janela do carro se despedir com beijo na bochecha.
Chegamos no hospital, visitamos a tia que já estava no quarto, ligada a um respirador, só isso. Já estavam esperando o falecimento dela, que aconteceu no dia seguinte à tarde. O corpo dela ia ser levado pra Rivera, uma cidade que fica no sul do país. Eu não tava muito a fim de ir por causa da minha gravidez e porque não sou muito chegada a esses eventos. E como tinha outras pessoas que queriam viajar, cedi meu lugar pra uma delas, viajaram na tarde de sexta. Uma viagem que durou seis horas longas. Naquela noite cheguei em casa, fiquei vendo o noticiário, tomei banho, vesti um roupão e fui pra cozinha preparar algo pra comer e depois deitar. No dia seguinte, sábado, fui pra universidade, tinha aula cedo naquele dia, como sempre nos fins de semana eu tava de jeans cinza, tênis rosa, blusa vermelha e um cardigã preto aberto. Terminei a aula e de repente, quando tava no ônibus, me veio uma ideia ótima. Desci perto de um supermercado e comprei três bocachicos, aipim, batata, tomate, cebola, banana, limão e temperos. E peguei um táxi que me levasse, cheguei e toquei a campainha na porta.
– Oi Rodrigo, como você tá? – Dona Diana, que surpresa é essa? Pode entrar. E a que devemos essa visita? E o David. – Vim cumprir um compromisso com o Samuel, soube que ele adorava peixe e vim preparar um delicioso bocachico do jeito da minha terra. Ou vocês já têm outro plano? – Não, Dianinha, eu ia fazer o almoço. Em que posso te ajudar? – Fechou, você vai me ajudar a descascar a batata e a mandioca. E o Samuel?
- Ela tá correndo na academia, não demora.
Nós dois fomos pra cozinha. E um tempo depois o Samuel chegou. Eu tinha tirado o casaco, arregaçado as mangas e amarrado a blusa. Tava temperando o peixe. E preparando a frigideira, esperando as batatas e a mandioca pra botar pra cozinhar. – Dona Diana, mas que surpresa. A cara de felicidade dele entregava tudo.
– Então vim te pagar aquela promessa do peixe que você tanto gosta. – Então te conto, Dianita, que adoro ter você aqui. E se me der um minuto, vou tomar um banho e desço pra ajudar vocês.
– Pronto, pode ficar tranquilo que aqui a gente te espera.
Voltou dez minutos depois, todo banhado, de bermuda, camisa polo e mãos à obra. Não precisava beber, e os cavalheiros é que iam ter que buscar, então pediram delivery uma garrafa de vinho seco e, depois, cervejas. – E o David? – Na quinta morreu uma tia dele, e ele foi levar a família até Rivera, no Huila. – Ah, é? E por que você não foi? – Tenho preguiça de velório, tô grávida e a viagem é longa demais, 6 horas. Pra passear até que vou, mas pra enterro não me animo.
Coloquei o Samuel pra preparar o arroz. Enquanto eu arrumava todo o resto pra começar a esquentar, me aproximei do Rodrigo e o abracei com meu braço direito.
– E aí, quando é que você vai ter as batatas descascadas? - Jejeje já tô quase, mamãe.
Tomei um gole da cerveja dela e, dando uma palmada, voltei ao meu trabalho. Isso serviu para descontraí-las e dar confiança, depois disso as mãos delas ficaram mais ousadas. E notei uma certa brincadeira de ver quem me pegava primeiro.
- Ô meninada, já podem parar de brigar, tem que dar pra os dois. Qualquer instante eles aproveitavam pra se aproximar e me abraçar pela cintura. Até o Samuel, bem na cara de pau, numa dessas deixou a mão dele na minha bunda, ficando ali por quase um minuto enquanto eu preparava o guisado. Quando ele se afastou, deixei ele me dar um beijo na bochecha. Ele ficou me encarando por um instante, eu virei pra olhar pra ele, agarrei ele pela camiseta e puxei pra perto - E isso? Eu esperava algo assim! Dei dois beijos seguidos na boca dele. - Agora me deixa terminar o almoço. O Samuel ficou em choque, só conseguiu obedecer o que eu falei, se afastou e continuou com o trabalho dele. Depois disso, os abraços dele ficaram bem mais sem vergonha.
Lá pelas três da tarde o almoço estava pronto, servimos, os dois me deram um beijo na bochecha, sentamos à mesa pra degustar um peixe suculento que ficou uma delícia, os dois cavalheiros ficaram encantados, não economizaram elogios. Eu fiquei cheia, fazia tempo que não comia tanto, mas tava uma delícia, o mesmo pros meus convidados, o que fez a gente demorar pra levantar da mesa. Depois um tinto que o Samuel preparou, me ajudou a baixar a barriga cheia. Fomos pra salinha e notei no som um bolerinho que aproveitei pra dançar com o Samuel, ele aproveitou pra me agarrar, eu notei como o pau dele ficou duro, eu abracei ele colocando minhas mãos nas costas dele e as dele em volta da minha cintura, o que fazia a gente se juntar mais. Ao ver que eu deixava ele esfregar o pau em mim, as mãos dele começaram a percorrer meu corpo. Me abraçando, a gente se beijou por quase 10 segundos, fui me virando, ficando de costas, com movimentos da minha bunda contra o pau dele. Minhas mãos puxavam a bunda dele pra perto da minha e eu me mexia, fazendo ele aumentar a respiração. O Rodrigo que vinha da cozinha, ao ver, fiz sinal com os dedos pra ele se aproximar e, deixando o Samuel abraçado na minha cintura, meus braços alcançaram os ombros do Rodrigo, atraindo ele pra mais perto enquanto o Samuel beijava meus ombros, o Rodrigo soltou o nó da blusa, eu olhava pra ele em sinal de aceitação, dizendo:
– Continua soltando os botões.
Eu falei. E ele, todo solícito, fez o que eu pedi. O Samuel tirou minha blusa, deixando meus peitos de fora. Eu já tinha tirado o sutiã numa das minhas idas ao banheiro, então continuei dançando, rebolando a cintura e me agachando. Minhas mãos acariciaram as pernas dele por cima da calça, subindo enquanto eu me levantava de novo, até chegar nos paus dele, que eu acariciei, beijando a boca de cada um, enfiando minha língua em cada uma. Depois ele se inclinou pra beijar meus peitos, minhas mãos acariciavam as cabeças deles, e as dele, a minha buceta por cima do jeans, que já estava bem molhado.
A música tocava sem parar e meus gemidos contavam minha aceitação aos seus carinhos. Soltando o botão da calça, eu a desci, o que fez com que os dois tirassem suas camisetas. Continuei com minhas calcinhas, ficando completamente nua.
– Mamacita, sem brincadeira, você tá se comendo sozinha. Me fala o Samuel.
– hum, gostosa, mas que prazer te ver assim, você provoca até defunto se levantar. Rodrigo.
Ambos me olhavam envilecidos, atordoados, minhas mãos buscaram seus peitos, Samuel não estava de cueca, o que deixava ver o pau dele através do shorts em completa ereção. Meti minha mão dentro, agarrei e masturbei ele suavemente. Rodrigo estava de moletom, o que facilitou também meter minha mão, e ao sentir, me surpreendi com o tamanho da cabeça, fazendo-me tirar a mão do shorts do Samuel e, com as duas mãos, abaixar a calça e a cueca dele ao mesmo tempo, deixando-me ver o quão bem dotado ele era. Me ajoelhei e, segurando com as duas mãos, fiquei admirando.
-Uauuu papacito, se o que você tem vai me matar de prazer. - Sim, boneca gostosa, é todo seu, quero que você chupe ele inteirinho.
Me atirei na glande dele, dando beijinhos, e devagarzinho fui colocando na boca, sentindo a cabecinha dele quando meus lábios passavam por ela. Continuei engolindo igual cobra devora a comida, até sentir bem lá dentro, enchendo minha boca com a carne do prazer dele. Repeti o movimento umas dez vezes e depois me virei pro Samuel, que pedia aos gritos o mesmo tratamento, e segurei as bolas dele com a mão e meti na boca, saboreando os sucos. Voltei a chupar a pica do Rodrigo, e de novo com o Samuel, vários minutos de boquete.
Depois fiz o Rodrigo sentar no sofá pra continuar chupando a pica dele na posição de puta, e o Samuel colocou a pica dele nos meus lábios da buceta, esfregando desde o meu cu até a minha xereca, pra depois me penetrar. A pica do Rodrigo me esquentava ao sentir a cabecinha dela entrando na minha boca, eu amo assim, minha língua percorria o tronco dele, e descia pra chupar as bolas, depois voltava esfregando na minha cara até a glande e devorava ela, enfiando tudo. O Samuel começou a me foder a todo vapor, a pica dele entrava e saía sem parar, o que me levou ao primeiro orgasmo rapidinho, fazendo ele parar pra eu jorrar meus fluidos em jato. Parei de chupar o Rodrigo e montei em cima dele, enfiando a pica dele de uma só vez na minha buceta.
– hooo que putinha, você é a dianita, gosta de pau, né? – Sim, adoro ser desejada e admirada, vocês dois me deixaram muito excitada no dia da festa e a semana toda fiquei imaginando vocês dois me comendo com esses paus. Hehehe, a gente vai ter que agradecer seu maridinho por ter viajado e poder te aproveitar.
Voltei pra olhar o Samuel, que sentado atrás se masturbava, e falei pra ele. – David? Ele não devia tá com a família dele e eu aqui me divertindo kkkkkkkk coitadinho, né? Vem cá, gostoso, me enfia por trás.
Sem pensar, ele se levantou e colocou na entrada do meu cu, a gente parou com o Rodrigo e ele enfiou devagar, uma dorzinha me invadiu, deixando ele lá dentro. Ele se mexeu em círculos pra depois tirar e meter de novo, aumentando o ritmo conforme eu ia dilatando. Já era prazer o que eu sentia, e entre os dois me levantaram, ficando de joelhos, os dois mexiam as picas dentro de mim, me enchendo de prazer. Foram uns 20 minutos onde dois orgasmos deliciosos me deleitaram, me fazendo tremer em espasmos orgásmicos.
Samuel tirou pra fora, foi ao banheiro se limpar, e eu me deixei escorregar pelo corpo do Rodrigo até chegar na pica dele e chupar de novo. Cinco minutos sentindo a carnuda, a cabeça, até me montar de novo por cima e, de costas, colocar na entrada do meu cu, me deixando deslizar pelo tronco, sentindo meu cu dilatar mais. — Hummm, que gostosa, pai, adoro sua pica, tá deliciosa, haaa.
Comecei a me mover em círculos sentindo toda a grossura nas minhas paredes. Samuel voltou com duas cervejas na mão. Tomei um gole de uma, estava sedenta, ele parou na minha frente e eu me dispus a chupá-lo por um bom tempo.
Enquanto eu cavalgava o Rodrigo.
- Vem agora, enfia em mim por aqui.
Se eu montar em cima, a mão direita dele agarra minha teta e eu chupo ela, a outra mão dele guia o pau dele na minha buceta, metendo logo em seguida. Eu gozei naquele momento, curtindo dois orgasmos que vieram em mim enquanto meus cavalheiros me penetravam com seus ferros, instrumentos de prazer. 20 minutos de prazer extremo, uma felicidade envolvente, meu corpo imerso no infinito do gozo.
Samuel estava gozando em cima das minhas tetas, algumas gotas caem no meu rosto, e eu as tiro com os dedos, lambendo-os. Rodrigo continua me comendo pelo cu, me levando a um terceiro orgasmo em poucos minutos, e ele à sua primeira gozada, deixando minha bunda toda pegajosa.
Nós levantamos, ele foi se limpar enquanto eu me secava com papel higiênico.
– Hum, isso foi genial, bonecos, adorei. – A gente também, preciosa, que momento foi. Inimaginável ter você aqui, e eu que estava com inveja do seu maridinho, e é que naquele dia você estava de dar água na boca, mamacita, me deixou muito arrepiado. – Ah, Samuelito, de verdade eu te deixei assim? – Sim, minha vida, e na quarta-feira que você esteve lá, meu coração quase saiu pela boca de ver como você estava linda. A gente sentou no sofá, eu fiquei de costas para ele, os braços dele me abraçavam e apalpavam meus peitos, me virei para olhar ele, a gente se beijou longamente, a boca dele chupava minha língua, Rodrigo tinha tirado o moletom de novo, Samuel a bermuda, e eu só a minha blusa.
Enquanto os três conversavam, ouvi a porta bater, alguém estava chegando. Era o chefe dele, que estava almoçando fora de casa. Ele foi até a sala ao nos ver reunidos, eu estava sentada entre Samuel, que estava me envolvendo com a perna dele de um lado do sofá, minhas pernas esticadas, e Rodrigo estava na cozinha trazendo pra mim um refrigerante e duas cervejas. – Boa tarde, como vocês estão… Dona Diana….
Ficou em silêncio por uns momentos ao ver que eu estava nua, só com a blusa sem abotoar. O Samuel cumprimenta ele. Chefe, como vai. Eu fiquei parada, esperei eles se cumprimentarem e depois estendi a minha mão.
– Jose, como você tá. – Não que eu ficasse surpreso em te ver… e assim, mulher. – Isso eu vejo, Josecito. Você também mora aqui? – Sim… sim, senhora. – E mais alguém mora com vocês? – Ah, sim, também mora o engenheiro Martínez. – E onde ele tá? – Ele tá viajando.
José se sentou na nossa frente no mesmo sofá, os olhos dele não paravam de olhar meu corpo, minha buceta era o que ele mais olhava. Eu estava com as pernas recolhidas, abria elas pra ele continuar se deliciando. Daí a pouco ele já tava me acariciando a coxa e os pés. Estiquei eles, deixando em cima das pernas dele, e com a ponta dos dedos do meu pé direito toquei por cima do volume dele, que já tava duro.
– hahaha mas olha como você ficou, José, que isso. – Não, Dianita, mãezinha, isso é culpa sua. – Ué, eu? Por quê? – Você é uma deusa, mulher, e te ver assim nua, você não acha que eu não ia ter uma reação. – E o que você tá fazendo por aqui, cadê seu marido, preciosa? – Não, David tá num velório em Rivera Huila. E eu não quis ir, tô com preguiça da viagem, então vim hoje fazer o almoço. – Sim, chefe, a gente acabou de comer o peixe mais gostoso que já comi, ela é uma cozinheira tremenda. – E eu adoro fazer isso, é um hobby que minha mãe me ensinou. – Não... se eu soubesse, teria ficado pra almoçar, você devia ter avisado, Dianita. – Não, só me veio na cabeça quando saí da faculdade, da próxima vez te aviso. – Fechou, preciosa, adoraria te provar. A gente riu. – Ah, isso quando você quiser, Josecito. Meus dedos voltaram a acariciar a calça dele. Samuel levantou pra ir ao banheiro e eu sentei do lado do José, cruzando as pernas, e a gente continuou conversando, conversa que durou pouco. Eu tava virada pra ele, meu braço direito apoiado no encosto do sofá e minha mão esquerda safada solta, que pousou na calça dele sentindo o pau dele duro e falando.
– Parece que esse menino quer sair daí. Minha mão subiu até o rosto dele e, me aproximando, dei um beijo suave e me afastei. Ele me agarrou pela cintura e me montou no colo dele. Tirei a camisa polo que ele vestia e ficamos nos beijando, metendo a língua na boca um do outro. Minhas mãos desceram para soltar a calça dele. Mas ele me parou.
– Espera, melhor a gente ir pro quarto.
Eu disse pra ele que se caminha. A gente se encontra subindo pro Samuel. Que fica olhando pra gente. Entramos no quarto dele, ele tirou os sapatos e rapidinho soltou a calça, descendo ela junto com a cueca, me deixando admirar a pica dele dura. A gente subiu na cama. Ele de barriga pra cima e eu por cima, colocando minha buceta na cara dele. Me ajoelhei sentindo a língua dele em mim, acariciava a pica dele masturbando, me inclinei pra lamber ela por todos os lados, esfregando na minha cara. Enfiei só a cabeça dela, chupando sem parar, e depois fui rolando meus lábios e minha língua pelo tronco venoso dele. Foram quase 20 minutos de puro prazer pros dois, eu com um orgasmo que encharcou a cara dele, deixando ele cego por uns instantes, e ele quase gozando, tendo que parar pra não deixar ele vir. Me levantei e, deitada de barriga pra cima, levantei minhas pernas e ele montou em mim, apontando a pica pra minha buceta e cravando de uma vez, ficando parado assim por um momento.
- Gostosa, mamita yummy, que deliciosa você está, que prazer do caralho é sentir você, pedaço de mulher linda. – Vamos, boneco, mexe esse pau, quero sentir entrando e saindo, me faz gozar como uma puta, vamos, fode mais, seu safado. – Já, mami, só quero sentir que tenho você toda dentro de mim. Ele começou a me foder devagar, aumentando as investidas, me levando a sensações prazerosas que só se sente quando se transa de verdade.
- Eu amo, eu amo como você é gostosa, continua assim José, vamos, continua, continua, buceta, me fode que você tá me matando de tão gostoso. Hummm... – E aí, puta, Dianita, você gosta dessa pica, não? – Sim, eu amo demais. – E o corno do seu marido sabe que você gosta de chupar pica? – Sabe que eu gosto, o que ele não sabe é que eu faço com outros homens, que eu sou infiel. – Ah, mamacita, delícia, eu te amo, mulher. – E como você vai fazer quando ele já estiver aqui em Bogotá e eu quiser te ver? – Ué, você me liga e eu venho te ver. Mudamos de posição e ele deitou de lado, eu na frente, e ele meteu a pica de novo na minha bucetinha, me fodendo de novo, me levando a outro orgasmo molhado, vibrando meu corpo inteiro. Mudamos de novo e eu sentei em cima dele, enfiando de novo. Mais 30 minutos de prazer até eu sentir o corpo dele vibrar e se esticar, e o esperma dele inundou minha bucetinha enquanto eu também comecei a gozar, sentindo ele. Escorreguei pelas pernas dele pra chupar com paixão a pica molhada, lambuzada com nossos fluidos. Ficamos exaustos, suados, mas felizes, me deitei ao lado dele e o beijei na boca.
– José, me encantei! Você é um verdadeiro garanhão.
Voltei a beijá-lo.
- Que prazer, gostosa, eu também gostei de você. E agora, o que a gente vai fazer, hein? - Por quê? - Porque eu quero te ver de novo. Todo dia eu vou me encontrar com seu marido e não sei como lidar com essa parte. – Cuidado pra não deixar escapar nada com ele, é melhor ele não saber o que a gente faz, ele é muito ciumento e não quero que aconteça algo ou que ele me deixe. – Você ama seu marido? - Com todo meu coração, ele foi muito importante na minha vida. - Humm, mas que probleminha você tem, mulher, vai ter que andar na linha. – Sim, eu sei disso e espero nunca me arrepender do que faço porque eu gosto.
Depois saímos do quarto, o José vestiu uma bermuda e fomos pra cozinha, ele me serviu um refrigerante e pegou uma cerveja da geladeira. O Samuel tava vendo TV na sala e o Rodrigo no quarto dele, a gente sentou na sala. – E aí, Samuelzinho, como cê tá? – Ah, tô aqui te esperando, e me puxando, me sentou do lado dele. – Tô com vontade de você. A gente se beijou por quase 5 minutos, se acariciando. A pica dele levantava a bermuda, que eu agarrei por cima do tecido.
- Você quer mais, Samuelito? - Quero, quero te comer inteira.
Ele se levantou e fomos pro quarto dele. Me deitou de bruços, abriu minhas pernas e a boca dele desceu pra me chupar. Por quase 15 minutos, ele tava muito tarado, os gemidos dele me diziam isso.
- Haaa mamacita, que delícia é a sua coisinha, adoro chupar ela.
Eu segurava a cabeça dela, acariciando os cabelos e enrolando-os nos meus dedos. A língua dela fazia estragos em mim, me levando a outro orgasmo delicioso, e levantando a cintura, gozei em jatos na cara dela, que eu via mordendo os lábios, fechando os olhos e recebendo meus fluidos. Ela se levantou pra mijar e fui atrás dela, puxando-a pro chuveiro, e me ajoelhei no chão.
– Solta aí, deixa o xixi sair, vai, mijá em mim.
Pego no pau dele e me mijei toda, abri minha boca e uma quantidade enorme da urina dele encheu ela, me levantei e abracei ele e abrindo o chuveiro tomamos uma ducha juntos. Depois voltamos pra cama, ele deitou de barriga pra cima e eu montei em cima dele enfiando o pau dele na minha buceta. Transando por 20 minutos até quando um orgasmo me pegou de novo, meu corpo vibrando em espasmos seguidos, mudamos de posição, eu deitei de barriga pra cima e levantando minhas pernas ele se meteu entre elas enfiando a língua na minha buceta saboreando meus sucos. Senti outro orgasmo que mexeu minhas entranhas em espasmos sem controle, depois ele colocou o pau na entrada da minha buceta roçando de cima pra baixo. Enfiando até o fundo começou a me foder sem parar me levando ao prazer máximo rapidinho eu gozei, tirando ele um jato de líquidos saiu de mim, ele enfiou de novo e continuou me fodendo por mais 15 minutos me deliciando. Mudamos de posição, descemos da cama e me ajoelhando no chão chupei ele de novo, esfreguei o pau dele entre meus peitos chupando a cabeça dele. Me levantei e ficando de quatro ele me penetrou, fodendo por outros 15 minutos, até que gozamos ao mesmo tempo sentindo o orgasmo dele e o meu se unirem em correntes alternadas. Fomos pro banheiro e uma ducha refrescante apagou nosso tesão. Fomos pra cama e deitamos pra descansar por uns minutos, me levantei e fui procurar o Rodrigo indo até o quarto dele, encontrei ele deitado na cama assistindo TV, fechei a porta e me aproximei subindo na cama dele, nos beijamos deitando em cima dele, fui descendo pelo peito dele beijando, mordiscando os mamilos dele. Minhas mãos procuraram o pau dele enfiando por entre as cobertas e a moletom. Ele levanta as pernas e eu tiro, continuei descendo até encontrar ele na frente da minha boca e lambendo ele como um delicioso sorvete de morango que eu amo, por um bom tempo chupei ele, esfregando na minha cara enfiando até o fundo, chupando aquela cabecinha gostosa, macia, sedosa. Depois deitamos de frente e levantando minha perna, coloquei o pau dele na minha entrada vaginal, deixando a glande por uns instantes, tirando e colocando de novo, depois ele meteu tudo até o fundo, eu sentia o tronco dele entrando e saindo de mim, me dando um prazer gostoso que durou quase 20 minutos. Mudamos de posição, me deitei de bruços, ele ficou por cima de mim, abrindo minhas pernas e metendo no meu cu, que já estava meio levantado. Já estava mais disposta a receber o pau dele e entrou sem dor, me dando prazer na hora, me levando ao êxtase depois de um tempo me fodendo o rabo, me perfurando com bastante força. Assim, nessa posição, eu conseguia apertar minha bunda, fazendo ele gozar em 10 minutos, me enchendo de porra. Eu estava exausta, mas dichosa, feliz, depois de ter uma tarde espetacular e excitante. A noite chegou e fiquei pra dormir com José, o chefe dele. No dia seguinte acordamos. Ele, José, começou a me beijar por todo o corpo, me saboreando, a língua dele me lambia por todos os lados e eu, excitada, me deixava. Ele desceu pra lamber minha buceta por um bom tempo, enchendo a boca dele com meus sucos. Depois se levantou e, levantando minha perna esquerda, colocou o pau na minha buceta e, mexendo a cintura, me penetrou. Me fodendo como um pistão, na máquina dele, aumentando a velocidade e meu prazer, me levando a um orgasmo. Mudamos de posição, deitei ele de costas, montei em cima dele, chupei por uns segundos e depois coloquei na entrada do meu cu e, arrombando meu rabo, ele me penetrou, me deixando deslizar no tronco dele, fodendo por quase 20 minutos cheios de prazer e boas sensações que me levaram a um orgasmo explosivo. Terminando, nós dois levantamos pra nos limpar. Já eram 10 da manhã e David voltava da viagem ao meio-dia. Tomei banho, me vesti e fui pra casa. Naquela semana, receberam a ordem de viajar pra Costa Rica. Samuel e Rodrigo. Então nos vimos no sábado seguinte na casa dele, organizei a despedida deles, levando também minhas duas irmãs, Carolina e Alicia. Também tinha dito para duas colegas da agência com quem estive na quinta com uma e na quarta com a outra trabalhando.
Naquele dia conheci o outro colega dele e, entre todos, íamos curtir uma noite de sexo sem limites. A Alicia e a Carola levaram dois amigos com quem já tinham combinado de sair. E pra mim, sejam bem-vindos quem quiser se divertir. Com muita bebida, sexo e um pouco de erva. Pra aquele fim de semana, o David ia participar de uma das corridas de ciclismo dele com um clube que ele tinha entrado, e fui eu que insisti pra ele ir. Vi a oportunidade de, nesses dias, ir tranquila curtir depois de uma semana agitada, tenho direito, né? Nos encontramos com minhas irmãs pra ir ao salão de beleza e depois pra casa nos arrumar. Eu tinha mandado fazer uns vestidos de minissaia bem colados no corpo e com losangos pequenos que deixavam nossa carne aparecendo nas aberturas, e usamos sem calcinha. Dava pra ver meus mamilos, que se destacavam por esses buracos. O meu era branco, o da Alicia rosado e o da Carola azul. Fizemos um penteado todas com coques, eu deixei um topete, maquiagem com cílios postiços pretos e sapatilhas de plataforma bem altas.
Andrés e Iván chegaram no salão e fomos pra casa dos homenageados. Ao chegar, os elogios e cantadas não demoraram. Tinham preparado uma tábua de frios, bebida e no som música sertaneja raiz, puro modão. Comemos, dançamos, contaram piadas, conversamos um bom tempo, as garrafas de tequila foram esvaziando e o clima foi esquentando, os caras estavam cada vez mais mão-boba, pegavam nas nossas tetas e bundas, eu tava com a saia levantada na cintura, a Alicia e a Carola já estavam com as tetas de fora, e os caras agradeciam chupando os bicos delas. O José foi o primeiro a tirar a calça, deixando a gente ver a vara dele dura. Depois o Samuel e o Rodrigo tiraram as camisetas. A música já tava mais variada, tocava vallenato, reggae, umas dançantes. E até música americana.
Naquele momento, a campainha tocou. O Rodrigo abriu a porta e eu vi a Samanta e a Antonia entrarem, minhas amigas da agência. Poxa, fiquei surpresa, não esperava que elas viessem. Os caras soltaram uns assobios, a algazarra era estridente. Elas tiraram os casacos. A Samanta veio com um vestido preto justo, minissaia, de alças que se seguravam no pescoço, um decote que chegava no umbigo e umas botas altas. A Antonia com uma saia godê preta bem rodada também e uma blusinha amarela de botões. Elas se juntaram à festa tomando a primeira dose de tequila, com sal, limão e pra dentro. Continuamos dançando por mais um tempo, eu já estava pelada, assim como a Samanta, uma morena mais alta que eu, com uma bunda linda e umas tetas naturais grandes. A Antonia, uma morena com cara de vietnamita, baixinha, cabelo longo e liso, especialista em massagem erótica, com quem eu aprendi bastante. Chamavam ela de "a asiática", mas ela era do Cauca, de descendência indígena, e por causa da aparência virou uma das massagistas sexuais mais cobiçadas da área. A Carola, deitada de bruços, estava em cima das pernas do Rodrigo, chupando a pica dele. A Alicia, pelada, sentada de lado no colo do Samuel. Os outros, meio nus, dançavam, tomavam tequila e fumavam maconha. Eu, pelo meu estado, não bebia, mas dançava. Eu fiquei com os amigos das minhas irmãs, o Andrés e o Iván, o José ficou com a Samanta e o Pelusa com a Antonia. Até que chegou o momento em que todas estávamos chupando as picas dos nossos parceiros, nos deliciando com aqueles troncos eretos, eu com dois, com ainda mais vontade. Depois, deitei o Andrés de costas no tapete, sentei em cima dele, encaixando a pica dele na minha buceta, me deixando deslizar pelo tronco dele, e o Iván do meu lado, de pé na frente da minha cara, pra eu chupar a pica dele. Tentando deixar bem molhada pra ele me comer por trás. Num duplo boquete, sendo a única que fazia essa pose. E com todos os caras. Porque eu sempre fiquei com dois naquela noite. Depois troquei e fiquei com o Rodrigo e o Pelusa. A Samanta com o Andrés. Antonia com Iván, Carola com Samuel e Alicia com José. Nos revezando, o que deixou a festa muito mais excitante. Num momento em que estávamos todas montadas por cima, cavalgando nossos amantes, gemendo e gritando, nossos corpos gozavam como putas as delícias da carne. 30 minutos de sexo sem limites, paixão sem freio que nos levava a sensações incríveis, impossíveis de sentir em qualquer outra coisa. Culminando numa orgia de gritos das minas gozando. A gente trocou de novo e fiquei com José e Samuel, os dois me penetraram ao mesmo tempo. Minhas irmãs trocaram de amante e foram se deitar com quem podia se dizer cunhado. Embora as duas também fossem casadas com outros caras naquela época. Assim como eu, os maridos delas não faziam ideia do que suas mulheres aprontavam escondido. A festa acabou e cada uma voltou pra sua casinha. Samuel e Rodrigo viajaram no dia seguinte e nunca mais voltaram pra Colômbia. Com o José, a gente ficou se vendo por vários meses. E é isso, esse é o relato, espero que tenham gostado, agora quero os comentários de vocês e pro mais tarado eu mando uma foto pelada.
- E você não trabalha aqui, né? - Não, princesa, tô hospedado aqui. – Ah, que bom.
E levantando o bronzeador, eu disse pra ela:
– Você vai me fazer o favor. – Será um prazer.
Deitei de bruços e soltei o cordão da fio dental. Deixando todas as minhas costas à disposição dele. Que ele acariciou enquanto passava o bronzeador.
- Você quer que eu goze nas suas pernas também? - Sim, claro, me faz esse favor.
Passei bronzeador nas mãos dele e ele começou a espalhar pelas minhas coxas. Descendo devagar, passando pelos joelhos e voltando a subir pela minha entreperna, eu abri as pernas pra ele me deixar bem. As mãos dele fizeram menção de seguir pras minhas nádegas e, vendo que eu não me importava, ele continuou espalhando na minha bunda. Isso fez ele ficar com uma ereção que dava pra ver pelo short de banho, e eu fiquei olhando, e ele nem se incomodou em disfarçar, já que viu que eu tava reparando.
– Muito obrigado, cavalheiro, mas você está me tapando o sol. – Ah, sim, desculpa, gostosa. Ele se sentou ao meu lado, e a gente continuou conversando. Ele queria saber o que eu fazia sozinha em Cartagena, contei tudo. A convenção, a lua de mel, de Bogotá, estudante de direito. E ao mesmo tempo, eu também perguntava pra ele. Caleño, viajava a negócios, vendedor de uma farmacêutica. Pedi o favor de ele amarrar o sutiã do vestido, pra eu me levantar, já fazia quase dez minutos. Já era hora do almoço e combinamos de nos ver à tarde. Fui procurar o David, que encontrei muito bem acompanhado, duas mulheres lindas estavam com ele.
– Oi, gostoso, como você tá? Tá bem, pelo que vejo. Me apresentei, eram duas das escreventes que trabalhavam lá. Fomos almoçar no terraço do restaurante, já que não podia entrar de biquíni no salão principal. Pedi o que eu gosto: cazuela de frutos do mar, arroz de coco e patacones verdes. O David pediu um arroz de camarão, uma delícia também. – Mami, e o que você pretende fazer à tarde? – Sei lá, talvez sair pra caminhar um pouco, tomar uma cerveja ou comer algum petisco por aí. E na minha cabeça, eu pensava no moreno daquela manhã. – Lembra que amanhã a gente vai visitar o castelo, e hoje à noite, quem sabe, a gente vai pras ilhas. Dizem que a festa por lá é pesada. – E quão pesada? Fiquei curiosa. – Costumam fazer fogueiras, tocar vallenato, muito álcool, um ou outro casal transando e até droga.
As duas horinhas do almoço passaram e o David voltou pro evento. E eu subi pro quarto, precisava entrar no banheiro e tomar um banhão, mas deu sono e eu deitei um pouquinho. Quando levantei, terminei de me arrumar e desci de novo pra piscina. Caminhando, eu olhava de canto pra ver se via meu amigo, disfarçando a situação. Cheguei onde fiquei de manhã, sentei e decidi primeiro dar um mergulho. Nadei um bom tempo, saí e passei o bronzeador. E aquele cavalheiro não apareceu a tarde inteira. Fiquei chocada por não encontrá-lo. Subi às 5 pro quarto, já mais bronzeadinha, cor de caramelo, assim gostosa, me arrumei de saia de novo e, vendo que o David não chegava, desci umas 7 da noite. Passando pela entrada do evento, vi que ainda tinha várias mesas cheias. E todo mundo que estava lá estava tomando uísque. Entrei e, bem na minha cara, numa das mesas o David conversava com dois colegas dele. "Oi, mamãe, cadê você? Saiu pra caminhar?" - "Não, não saí, fiquei no hotel." - "É que fiquei te procurando no quarto umas 5 e depois desci pra piscina e não te achei." - "Eu subi às 5 pro quarto, a gente deve ter se cruzado por caminhos diferentes." - O David já tava com os tragos na cabeça. "Mamãe, a gente combinou de entrar na discoteca do hotel e, se você quiser, a gente pode acompanhar eles." - "Claro, gostoso." Eu tava a fim de tomar uns tragos e dançar um pouco. Então subimos pro quarto pra trocar de roupa, vestir algo mais esporte. Quando descemos, a discoteca tava cheia, entramos, a música tocava num volume alto, mas dava pra conversar e ouvir. Pedi meia de rum, eles continuaram no uísque, começaram a me apresentar pras esposas e pros colegas. Uma delas eu tinha visto na piscina hoje de manhã, quando conheci o moreno. A noite começava e o trago fazia o trabalho dele, dançamos bastante. E de repente, num andar de cima, meu moreno estava me olhando dançar. Nossos olhares se cruzaram, sorri pra ele e, levantando a mão, acenei. Em 5 minutos ele desceu e se aproximou da gente, cumprimentou todos como se os conhecesse. Todos eles acharam que ele era do congresso e o cumprimentaram, isso serviu pra ele poder ficar com a gente. A gente dançou várias vezes. Não perguntei sobre a tarde dele. Mas ele me contou que tinha tido que ir ao hospital revisar um equipamento do laboratório.
– Na verdade, eu não estive no hotel à tarde.
Contei pra ela, (que mentirosa) pensei. A festa tava muito boa e já eram quase meia-noite e justo o Daniel já tava bem bêbado, como vários na mesa. Os que começaram a se dirigir pros seus quartos. Eu mal tinha tomado metade da meia de rum que pedi, ainda tava sóbria. E enquanto dançava com o Ricardo, que finalmente descobri o nome dele, ao olhar pra mesa vi o David cochilando.
– Você pode me fazer um último favor esta noite. – Claro, o que você quer? – Você pode me ajudar a levar o David pro quarto.
Acordei o David e falei: "Vem, papai, bora deitar logo." E no meio da bebedeira dele, ele se levantou e, cambaleando, a gente levou ele pro quarto, deitamos ele na cama, tirando os sapatos e a camisa. — "Bom, tá pronto. Valeu por ter me ajudado.
Nos aproximamos da porta. E nós dois saímos, eu fechei e disse, me aproximando dela e tocando o peito dela com meus dedos.
– Bem, a noite ainda é jovem, vamos pra algum lugar? Peguei na mão dele e a gente foi andando até o elevador.
– Pra onde você gostaria de ir? – Me falaram das ilhas que a rumba é forte e vai até o amanhecer. – Se são demais. Vamos então para as ilhas. Chegamos no embarcadouro e saímos num barco que levava outros dois casais. Sentei ao lado dele, a mão dele acariciava minha perna e eu olhava o percurso. Coloquei uma manta porque a água respingava muito forte. E eu estava me molhando. Ao chegar, ele me levantou pra me deixar na areia. Vi várias fogueiras e nos aproximamos de uma onde se ouvia ares vallenatos, e o povo cantava e outros dançavam. Um cara nos ofereceu bebida e pedimos rum. A música tocava num compasso gostoso, a algazarra do povo era contagiante e nos animava a dançar. Um dos ritmos era romântico e nos abraçamos dançando bem coladinhos. Vi casalzinhos se afastando na escuridão da praia. Olhando pra mim de frente, ele me beijou e tirou a boca. Eu agarrei a nuca dele e virei meu rosto uns graus e o beijei. Juntamos nossas bocas num beijo apaixonado, as mãos dele percorriam minhas costas e chegaram na minha bunda, me encostando no corpo dele. Nos soltamos e, segurando a mão dele, eu disse.
- Vem, vamos procurar um lugar mais privado.
Caminamos nos afastando do grupo de dança e começamos a ver casalzinho transando na escuridão. Eu soltei a blusa e seguimos andando, nos aproximamos de onde tinham dois casais – Vem, vamos fazer companhia pra eles.
Eu soltei minha saia, deixando ela cair no chão, e a blusa, não tava de sutiã. A gente sentou e eles olharam pra gente, as minas tavam montadas em cima dos caras, completamente peladas, transando. Dava pra ver que os caras eram da região, morenos e bem dotados, as minas eram gringas turistando atrás de um bom prazer. Minha mão percorreu uma das pernas de um dos caras até chegar a tocar nas bolas dele, as minas não paravam de gemer de prazer. O Ricardo também tinha se pelado, e chegou perto de mim colocando o pau dele na frente da minha cara. Eu olhei pra ele, agarrei e fiquei esfregando na minha cara pra depois meter na minha boca, me segurando nas pernas dele, deixei ele me comer pela boca. O cara que eu acariciei mandou a mão pra minha buceta e eu abri as pernas deixando ele me acariciar, me dedando, o outro casal parou e a mina levantou e, chegando perto do Ricardo, passou a mão na bunda dele. Ele agarrou ela e colocou no pau dele. O parceiro dele chegou perto de mim e meteu a mão na minha buceta e a outra mão num peito. Eu continuei chupando o Ricardo enquanto a mina segurava ele e se beijava com o Ricardo. O outro casal também parou e o cara também chegou perto de mim e, entre os dois caras, me agarraram e me jogaram no chão, um me pegou por trás e me abraçou com os braços fortes dele e colocou o pau na entrada da minha buceta me penetrando de uma vez, e o outro colocou o pau na minha cara, que eu meti na boca, enquanto as minas ficaram com o Ricardo, deitando ele na areia, uma chupava ele e a outra colocou a buceta na boca dele pra ele chupar. Eu continuei sendo comida deliciosamente e me deliciava chupando o pau do parceiro dele. Depois de um orgasmo gostoso, troquei de posição com o outro. Depois de outro orgasmo, falei pro cara que tava me chupando pra meter no meu cu.
Ele logo se posicionou, me deixando aproveitar uma dupla penetração espetacular, lasciva. Tudo aconteceu muito rápido, sem pararmos para pensar no que tinha rolado. Só curtimos o momento. Os corpos deles se uniam ao meu numa sinfonia excitante, completamente entregues ao prazer, à luxúria de ter os dois dentro de mim, e os dois caras gozaram dentro de mim, me deixando toda lambuzada, com o esperma escorrendo pelas minhas pernas. Me levantei procurando minhas roupas. Enquanto me vestia, o Ricardo terminava com as garotas, derramando-se por fora num dos corpos delas, se beijando com as duas. Saímos de lá com o Ricardo, subimos num barco que nos trouxe de volta à cidade. No caminho, fiquei olhando para o Ricardo.
- Ricardo, o que foi aquilo, o que aconteceu com a gente? - Não, sinceramente não sei o que aconteceu, foi uma loucura. E nos abraçando, nos apertamos e seguimos a viagem. Chegamos no hotel, ele me deixou no meu quarto.
- A gente se vê amanhã? - Sei lá, talvez não.
Ricardo foi embora e eu entrei. David, profundo, me banhei e me deitei pensativa sobre o que tinha acontecido. Foi estranho. No dia seguinte, com David, acordamos tarde e fomos ao castelo. Almoçamos tarde pra caralho, umas 4 da tarde. Depois, à noite, fomos conhecer um clube de iates, tomamos umas cervejas e voltamos pro hotel. No outro dia, acordamos e ficamos na piscina de manhã, e já à tarde voltamos pra Bogotá.
Já se passavam dois anos desde que eu tinha me casado, era o mês de novembro e meu marido estava terminando a faculdade, se formando com uma boa nota. Fomos convidados para uma reunião que a empresa onde ele fazia o estágio organizou. Estavam comemorando um contrato grande que tinham ganho numa das licitações que apresentaram ao governo. Eu já estava com dois meses de gravidez. Minha barriguinha ainda não aparecia, então meu corpo provocava os olhares dos homens. Naquela época, estavam na moda os vestidos de minissaia bem colados ao corpo. Então vesti um de fundo creme com florzinhas coloridas pintadas, com um decote que deixava ver a redondeza das minhas tetas, e sandálias de salto alto com meia-calça de véu. Naquela época, eu usava o cabelo cacheado.
Ao me ver, meu marido só conseguiu dizer: – Uau, meu amor, tá divina. Ele estava de terno sem gravata, já que quase não gosta de usar. Chegamos na reunião e já tinha bastante gente. E mais de um dos cavalheiros reparava em mim. Sentamos na mesa onde tinha só três casais, me apresentaram e esperamos a reunião começar com um discurso dos chefes agradecendo a colaboração dos funcionários.
A empresa é filial de uma empresa brasileira. Que nesses tempos atuais anda com graves problemas fiscais. No país dela. Além de ter escritórios em outros países como México e Costa Rica. O lance todo foi que depois do discurso, que foi de quase uma hora, porque foram três que falaram. Passamos para o buffet pra servir a comida, que aliás, tava uma delícia. Comi um baita prato de cordeiro ao molho de champignon.
Depois nos serviram uísque, eu não bebia, mas dava pro David. Tinha uns rapazes tocando. Não era uma orquestra, não, era um quinteto que nos deleitava com a música deles. Na reunião tinha não só engenheiros colombianos, mas também brasileiros, mexicanos e um panamenho. Muito simpático, e que me tirou pra dançar uma música. Muito respeitoso. E que me fez rir com as piadas dele, sentou com a gente por um bom tempo. De repente, um dos mexicanos se aproximou com a desculpa de falar com ele. E nos apresentaram, meu marido estava meio desconfortável, já que o mexicano não disfarçava nada nos galanteios comigo, o que me deixava encantada, tanto que meu marido veio me tirar pra dançar, e eu vendo a cara de desgosto que ele fazia, que eu disse.
– Ai, papai, me desculpa, mas essa aqui o engenheiro já tinha reservado.
E olhando para o engenheiro e abrindo os olhos, ele entendeu e na hora disse que sim, me apoiando. O David já tava meio ligado e sem graça, porque tava com o ciúme à flor da pele. Naquela época, meu marido não fazia nem ideia das minhas aventuras com outros homens, e como ele viajava muito, eu aproveitava e ficava com amigos na nossa cama. Não tinha pista de dança, então a gente dançava nos corredores do salão, entre as mesas. Tocou um ritmo mais animado e ele me mostrou as habilidades dele como dançarino, aproveitando várias voltas pra roçar as mãos na minha bunda e eu só sorria pra ele. A próxima música já era mais lenta, ele colocou os braços na minha cintura e eu no pescoço dele, cheguei a sentir o pau dele crescendo enquanto ele se encostava em mim, e os olhos dele não paravam de olhar pros meus peitos, enquanto a gente continuava conversando e se conhecendo. A reunião continuou e conheci outros engenheiros que vinham me cumprimentar, entre eles outro mexicano que também tava fascinado por mim.
Na mesa estava o David acompanhado por uma das funcionárias que dava pra ver de longe que gostava do meu marido. Mas era meio feinha a coitada, e eu deixava pra lá ao ver que o David não dava muita bola pra ela. O David foi ao banheiro enquanto eu voltei a dançar com o Rodrigo, que tentou se aproximar um pouco mais, mas por respeito eu não deixei, não ia deixar que virasse assunto de conversa na empresa dele. O David voltou já com uma cara mais transtornada e tomando uma garrafa de água. Ao passar do meu lado, ele se aproximou e, me pegando pela cintura, me roubou do meu parceiro de dança. A gente dançou várias músicas juntos e voltamos pra mesa. A gente se refrescou com água, sentando por um tempinho, já que o Samuel, o outro engenheiro, me tirou pra dançar. A gente conversou, perguntando a ele o que ele tinha gostado do meu país.
– Eu gosto muito de Cartagena, Medellín e agora tava apaixonado por Bogotá por causa das mulheres e que entre elas eu. As cidades de Armênia, Pereira e Cali.
- Ah, muito obrigada. E o que mais você gostou do meu país? - A comida, eu amo a bandeja paisa, o ajiaco, o sancocho de galinha e o peixe, eu amo peixe. – Um dia desses eu te convido pra comer, eu preparo um viudo de capaz delicioso pra você aproveitar.
– Com todo prazer, linda, adoraria provar do seu tempero.
Claro que ela disse com um certo ar de safadeza.
– De certeza que você vai adorar. – Não duvido, gostosa. Eu sorri olhando para as caras deles. Voltamos para a mesa, a reunião continuava e aos poucos o pessoal foi indo embora para suas casas, e o David já estava caindo de sono. Ao ver isso, decidi que já era hora de irmos para casa. Então nos despedimos dos engenheiros sem avisar nada sobre o convite para comer peixe. Eu fui dirigindo, porque o David mal conseguia ficar de pé, muito menos dirigir.
Acordamos ao meio-dia, o David meio maluco, na real com gripe que o deixou de cama o Sábado e o Domingo inteiros. Ele nem foi jogar futebol, o que achei estranho.
Almoçamos na cama e veio à tona a festa e os elogios dos engenheiros mexicanos.
- Seus colegas não respeitam e são meio folgados. - É, percebi que são uns arrombados e assim mesmo com todas as funcionárias da empresa. Além do mais, você estava uma deusa.
Ele se aproximou de mim me dando um beijo na boca. Eu o beijei, mas me lembrei do mal-estar dele e disse.
- Quieto, Satanás, que eu não quero o seu mal. E será que fui eu que dei brecha pra eles se passarem? Acho que não. – Eu só espero que isso não vire fofoca de escritório, que saco, quando me virem já vão imaginar Deus sabe o quê.
Na segunda-feira, o David conseguiu ir trabalhar, já se sentia melhor. Felizmente, não teve nada de vergonhoso na festa, então os comentários foram bons. Mas, apesar de tudo, meu marido notou um certo clima com os colegas mexicanos dele, que desde aquele dia viraram amigos dele.
Na quarta-feira eu precisei dar uma volta perto do escritório e decidi passar no meio-dia pra almoçar com o David. A gente encontrou eles saindo também pra almoçar e eles foram com a gente. Mas dessa vez eles se comportaram como dois cavalheiros, até dividiram um abacate gigante que compraram pra completar o almoço. A diligência que eu tinha demorou a tarde inteira. Liguei pro David pra ele me esperar e a gente ir junto pra casa. Ele me pediu pra acompanhá-lo numa visita a uma tia dele que tava no hospital e de quebra a gente deixava os novos amiguinhos na casa deles, já que ficava no caminho, e eles, ao saberem que eu ia pra aquela região, se grudaram. A gente deixou eles e os dois vieram até a janela do carro se despedir com beijo na bochecha.
Chegamos no hospital, visitamos a tia que já estava no quarto, ligada a um respirador, só isso. Já estavam esperando o falecimento dela, que aconteceu no dia seguinte à tarde. O corpo dela ia ser levado pra Rivera, uma cidade que fica no sul do país. Eu não tava muito a fim de ir por causa da minha gravidez e porque não sou muito chegada a esses eventos. E como tinha outras pessoas que queriam viajar, cedi meu lugar pra uma delas, viajaram na tarde de sexta. Uma viagem que durou seis horas longas. Naquela noite cheguei em casa, fiquei vendo o noticiário, tomei banho, vesti um roupão e fui pra cozinha preparar algo pra comer e depois deitar. No dia seguinte, sábado, fui pra universidade, tinha aula cedo naquele dia, como sempre nos fins de semana eu tava de jeans cinza, tênis rosa, blusa vermelha e um cardigã preto aberto. Terminei a aula e de repente, quando tava no ônibus, me veio uma ideia ótima. Desci perto de um supermercado e comprei três bocachicos, aipim, batata, tomate, cebola, banana, limão e temperos. E peguei um táxi que me levasse, cheguei e toquei a campainha na porta.
– Oi Rodrigo, como você tá? – Dona Diana, que surpresa é essa? Pode entrar. E a que devemos essa visita? E o David. – Vim cumprir um compromisso com o Samuel, soube que ele adorava peixe e vim preparar um delicioso bocachico do jeito da minha terra. Ou vocês já têm outro plano? – Não, Dianinha, eu ia fazer o almoço. Em que posso te ajudar? – Fechou, você vai me ajudar a descascar a batata e a mandioca. E o Samuel?
- Ela tá correndo na academia, não demora.
Nós dois fomos pra cozinha. E um tempo depois o Samuel chegou. Eu tinha tirado o casaco, arregaçado as mangas e amarrado a blusa. Tava temperando o peixe. E preparando a frigideira, esperando as batatas e a mandioca pra botar pra cozinhar. – Dona Diana, mas que surpresa. A cara de felicidade dele entregava tudo.
– Então vim te pagar aquela promessa do peixe que você tanto gosta. – Então te conto, Dianita, que adoro ter você aqui. E se me der um minuto, vou tomar um banho e desço pra ajudar vocês.
– Pronto, pode ficar tranquilo que aqui a gente te espera.
Voltou dez minutos depois, todo banhado, de bermuda, camisa polo e mãos à obra. Não precisava beber, e os cavalheiros é que iam ter que buscar, então pediram delivery uma garrafa de vinho seco e, depois, cervejas. – E o David? – Na quinta morreu uma tia dele, e ele foi levar a família até Rivera, no Huila. – Ah, é? E por que você não foi? – Tenho preguiça de velório, tô grávida e a viagem é longa demais, 6 horas. Pra passear até que vou, mas pra enterro não me animo.
Coloquei o Samuel pra preparar o arroz. Enquanto eu arrumava todo o resto pra começar a esquentar, me aproximei do Rodrigo e o abracei com meu braço direito.
– E aí, quando é que você vai ter as batatas descascadas? - Jejeje já tô quase, mamãe.
Tomei um gole da cerveja dela e, dando uma palmada, voltei ao meu trabalho. Isso serviu para descontraí-las e dar confiança, depois disso as mãos delas ficaram mais ousadas. E notei uma certa brincadeira de ver quem me pegava primeiro.
- Ô meninada, já podem parar de brigar, tem que dar pra os dois. Qualquer instante eles aproveitavam pra se aproximar e me abraçar pela cintura. Até o Samuel, bem na cara de pau, numa dessas deixou a mão dele na minha bunda, ficando ali por quase um minuto enquanto eu preparava o guisado. Quando ele se afastou, deixei ele me dar um beijo na bochecha. Ele ficou me encarando por um instante, eu virei pra olhar pra ele, agarrei ele pela camiseta e puxei pra perto - E isso? Eu esperava algo assim! Dei dois beijos seguidos na boca dele. - Agora me deixa terminar o almoço. O Samuel ficou em choque, só conseguiu obedecer o que eu falei, se afastou e continuou com o trabalho dele. Depois disso, os abraços dele ficaram bem mais sem vergonha.
Lá pelas três da tarde o almoço estava pronto, servimos, os dois me deram um beijo na bochecha, sentamos à mesa pra degustar um peixe suculento que ficou uma delícia, os dois cavalheiros ficaram encantados, não economizaram elogios. Eu fiquei cheia, fazia tempo que não comia tanto, mas tava uma delícia, o mesmo pros meus convidados, o que fez a gente demorar pra levantar da mesa. Depois um tinto que o Samuel preparou, me ajudou a baixar a barriga cheia. Fomos pra salinha e notei no som um bolerinho que aproveitei pra dançar com o Samuel, ele aproveitou pra me agarrar, eu notei como o pau dele ficou duro, eu abracei ele colocando minhas mãos nas costas dele e as dele em volta da minha cintura, o que fazia a gente se juntar mais. Ao ver que eu deixava ele esfregar o pau em mim, as mãos dele começaram a percorrer meu corpo. Me abraçando, a gente se beijou por quase 10 segundos, fui me virando, ficando de costas, com movimentos da minha bunda contra o pau dele. Minhas mãos puxavam a bunda dele pra perto da minha e eu me mexia, fazendo ele aumentar a respiração. O Rodrigo que vinha da cozinha, ao ver, fiz sinal com os dedos pra ele se aproximar e, deixando o Samuel abraçado na minha cintura, meus braços alcançaram os ombros do Rodrigo, atraindo ele pra mais perto enquanto o Samuel beijava meus ombros, o Rodrigo soltou o nó da blusa, eu olhava pra ele em sinal de aceitação, dizendo:
– Continua soltando os botões.
Eu falei. E ele, todo solícito, fez o que eu pedi. O Samuel tirou minha blusa, deixando meus peitos de fora. Eu já tinha tirado o sutiã numa das minhas idas ao banheiro, então continuei dançando, rebolando a cintura e me agachando. Minhas mãos acariciaram as pernas dele por cima da calça, subindo enquanto eu me levantava de novo, até chegar nos paus dele, que eu acariciei, beijando a boca de cada um, enfiando minha língua em cada uma. Depois ele se inclinou pra beijar meus peitos, minhas mãos acariciavam as cabeças deles, e as dele, a minha buceta por cima do jeans, que já estava bem molhado.
A música tocava sem parar e meus gemidos contavam minha aceitação aos seus carinhos. Soltando o botão da calça, eu a desci, o que fez com que os dois tirassem suas camisetas. Continuei com minhas calcinhas, ficando completamente nua.
– Mamacita, sem brincadeira, você tá se comendo sozinha. Me fala o Samuel.
– hum, gostosa, mas que prazer te ver assim, você provoca até defunto se levantar. Rodrigo.
Ambos me olhavam envilecidos, atordoados, minhas mãos buscaram seus peitos, Samuel não estava de cueca, o que deixava ver o pau dele através do shorts em completa ereção. Meti minha mão dentro, agarrei e masturbei ele suavemente. Rodrigo estava de moletom, o que facilitou também meter minha mão, e ao sentir, me surpreendi com o tamanho da cabeça, fazendo-me tirar a mão do shorts do Samuel e, com as duas mãos, abaixar a calça e a cueca dele ao mesmo tempo, deixando-me ver o quão bem dotado ele era. Me ajoelhei e, segurando com as duas mãos, fiquei admirando.
-Uauuu papacito, se o que você tem vai me matar de prazer. - Sim, boneca gostosa, é todo seu, quero que você chupe ele inteirinho.
Me atirei na glande dele, dando beijinhos, e devagarzinho fui colocando na boca, sentindo a cabecinha dele quando meus lábios passavam por ela. Continuei engolindo igual cobra devora a comida, até sentir bem lá dentro, enchendo minha boca com a carne do prazer dele. Repeti o movimento umas dez vezes e depois me virei pro Samuel, que pedia aos gritos o mesmo tratamento, e segurei as bolas dele com a mão e meti na boca, saboreando os sucos. Voltei a chupar a pica do Rodrigo, e de novo com o Samuel, vários minutos de boquete.
Depois fiz o Rodrigo sentar no sofá pra continuar chupando a pica dele na posição de puta, e o Samuel colocou a pica dele nos meus lábios da buceta, esfregando desde o meu cu até a minha xereca, pra depois me penetrar. A pica do Rodrigo me esquentava ao sentir a cabecinha dela entrando na minha boca, eu amo assim, minha língua percorria o tronco dele, e descia pra chupar as bolas, depois voltava esfregando na minha cara até a glande e devorava ela, enfiando tudo. O Samuel começou a me foder a todo vapor, a pica dele entrava e saía sem parar, o que me levou ao primeiro orgasmo rapidinho, fazendo ele parar pra eu jorrar meus fluidos em jato. Parei de chupar o Rodrigo e montei em cima dele, enfiando a pica dele de uma só vez na minha buceta.
– hooo que putinha, você é a dianita, gosta de pau, né? – Sim, adoro ser desejada e admirada, vocês dois me deixaram muito excitada no dia da festa e a semana toda fiquei imaginando vocês dois me comendo com esses paus. Hehehe, a gente vai ter que agradecer seu maridinho por ter viajado e poder te aproveitar.
Voltei pra olhar o Samuel, que sentado atrás se masturbava, e falei pra ele. – David? Ele não devia tá com a família dele e eu aqui me divertindo kkkkkkkk coitadinho, né? Vem cá, gostoso, me enfia por trás.
Sem pensar, ele se levantou e colocou na entrada do meu cu, a gente parou com o Rodrigo e ele enfiou devagar, uma dorzinha me invadiu, deixando ele lá dentro. Ele se mexeu em círculos pra depois tirar e meter de novo, aumentando o ritmo conforme eu ia dilatando. Já era prazer o que eu sentia, e entre os dois me levantaram, ficando de joelhos, os dois mexiam as picas dentro de mim, me enchendo de prazer. Foram uns 20 minutos onde dois orgasmos deliciosos me deleitaram, me fazendo tremer em espasmos orgásmicos.
Samuel tirou pra fora, foi ao banheiro se limpar, e eu me deixei escorregar pelo corpo do Rodrigo até chegar na pica dele e chupar de novo. Cinco minutos sentindo a carnuda, a cabeça, até me montar de novo por cima e, de costas, colocar na entrada do meu cu, me deixando deslizar pelo tronco, sentindo meu cu dilatar mais. — Hummm, que gostosa, pai, adoro sua pica, tá deliciosa, haaa.
Comecei a me mover em círculos sentindo toda a grossura nas minhas paredes. Samuel voltou com duas cervejas na mão. Tomei um gole de uma, estava sedenta, ele parou na minha frente e eu me dispus a chupá-lo por um bom tempo.
Enquanto eu cavalgava o Rodrigo.
- Vem agora, enfia em mim por aqui.
Se eu montar em cima, a mão direita dele agarra minha teta e eu chupo ela, a outra mão dele guia o pau dele na minha buceta, metendo logo em seguida. Eu gozei naquele momento, curtindo dois orgasmos que vieram em mim enquanto meus cavalheiros me penetravam com seus ferros, instrumentos de prazer. 20 minutos de prazer extremo, uma felicidade envolvente, meu corpo imerso no infinito do gozo.
Samuel estava gozando em cima das minhas tetas, algumas gotas caem no meu rosto, e eu as tiro com os dedos, lambendo-os. Rodrigo continua me comendo pelo cu, me levando a um terceiro orgasmo em poucos minutos, e ele à sua primeira gozada, deixando minha bunda toda pegajosa.
Nós levantamos, ele foi se limpar enquanto eu me secava com papel higiênico.
– Hum, isso foi genial, bonecos, adorei. – A gente também, preciosa, que momento foi. Inimaginável ter você aqui, e eu que estava com inveja do seu maridinho, e é que naquele dia você estava de dar água na boca, mamacita, me deixou muito arrepiado. – Ah, Samuelito, de verdade eu te deixei assim? – Sim, minha vida, e na quarta-feira que você esteve lá, meu coração quase saiu pela boca de ver como você estava linda. A gente sentou no sofá, eu fiquei de costas para ele, os braços dele me abraçavam e apalpavam meus peitos, me virei para olhar ele, a gente se beijou longamente, a boca dele chupava minha língua, Rodrigo tinha tirado o moletom de novo, Samuel a bermuda, e eu só a minha blusa.
Enquanto os três conversavam, ouvi a porta bater, alguém estava chegando. Era o chefe dele, que estava almoçando fora de casa. Ele foi até a sala ao nos ver reunidos, eu estava sentada entre Samuel, que estava me envolvendo com a perna dele de um lado do sofá, minhas pernas esticadas, e Rodrigo estava na cozinha trazendo pra mim um refrigerante e duas cervejas. – Boa tarde, como vocês estão… Dona Diana….
Ficou em silêncio por uns momentos ao ver que eu estava nua, só com a blusa sem abotoar. O Samuel cumprimenta ele. Chefe, como vai. Eu fiquei parada, esperei eles se cumprimentarem e depois estendi a minha mão.
– Jose, como você tá. – Não que eu ficasse surpreso em te ver… e assim, mulher. – Isso eu vejo, Josecito. Você também mora aqui? – Sim… sim, senhora. – E mais alguém mora com vocês? – Ah, sim, também mora o engenheiro Martínez. – E onde ele tá? – Ele tá viajando.
José se sentou na nossa frente no mesmo sofá, os olhos dele não paravam de olhar meu corpo, minha buceta era o que ele mais olhava. Eu estava com as pernas recolhidas, abria elas pra ele continuar se deliciando. Daí a pouco ele já tava me acariciando a coxa e os pés. Estiquei eles, deixando em cima das pernas dele, e com a ponta dos dedos do meu pé direito toquei por cima do volume dele, que já tava duro.
– hahaha mas olha como você ficou, José, que isso. – Não, Dianita, mãezinha, isso é culpa sua. – Ué, eu? Por quê? – Você é uma deusa, mulher, e te ver assim nua, você não acha que eu não ia ter uma reação. – E o que você tá fazendo por aqui, cadê seu marido, preciosa? – Não, David tá num velório em Rivera Huila. E eu não quis ir, tô com preguiça da viagem, então vim hoje fazer o almoço. – Sim, chefe, a gente acabou de comer o peixe mais gostoso que já comi, ela é uma cozinheira tremenda. – E eu adoro fazer isso, é um hobby que minha mãe me ensinou. – Não... se eu soubesse, teria ficado pra almoçar, você devia ter avisado, Dianita. – Não, só me veio na cabeça quando saí da faculdade, da próxima vez te aviso. – Fechou, preciosa, adoraria te provar. A gente riu. – Ah, isso quando você quiser, Josecito. Meus dedos voltaram a acariciar a calça dele. Samuel levantou pra ir ao banheiro e eu sentei do lado do José, cruzando as pernas, e a gente continuou conversando, conversa que durou pouco. Eu tava virada pra ele, meu braço direito apoiado no encosto do sofá e minha mão esquerda safada solta, que pousou na calça dele sentindo o pau dele duro e falando.
– Parece que esse menino quer sair daí. Minha mão subiu até o rosto dele e, me aproximando, dei um beijo suave e me afastei. Ele me agarrou pela cintura e me montou no colo dele. Tirei a camisa polo que ele vestia e ficamos nos beijando, metendo a língua na boca um do outro. Minhas mãos desceram para soltar a calça dele. Mas ele me parou.
– Espera, melhor a gente ir pro quarto.
Eu disse pra ele que se caminha. A gente se encontra subindo pro Samuel. Que fica olhando pra gente. Entramos no quarto dele, ele tirou os sapatos e rapidinho soltou a calça, descendo ela junto com a cueca, me deixando admirar a pica dele dura. A gente subiu na cama. Ele de barriga pra cima e eu por cima, colocando minha buceta na cara dele. Me ajoelhei sentindo a língua dele em mim, acariciava a pica dele masturbando, me inclinei pra lamber ela por todos os lados, esfregando na minha cara. Enfiei só a cabeça dela, chupando sem parar, e depois fui rolando meus lábios e minha língua pelo tronco venoso dele. Foram quase 20 minutos de puro prazer pros dois, eu com um orgasmo que encharcou a cara dele, deixando ele cego por uns instantes, e ele quase gozando, tendo que parar pra não deixar ele vir. Me levantei e, deitada de barriga pra cima, levantei minhas pernas e ele montou em mim, apontando a pica pra minha buceta e cravando de uma vez, ficando parado assim por um momento.
- Gostosa, mamita yummy, que deliciosa você está, que prazer do caralho é sentir você, pedaço de mulher linda. – Vamos, boneco, mexe esse pau, quero sentir entrando e saindo, me faz gozar como uma puta, vamos, fode mais, seu safado. – Já, mami, só quero sentir que tenho você toda dentro de mim. Ele começou a me foder devagar, aumentando as investidas, me levando a sensações prazerosas que só se sente quando se transa de verdade.
- Eu amo, eu amo como você é gostosa, continua assim José, vamos, continua, continua, buceta, me fode que você tá me matando de tão gostoso. Hummm... – E aí, puta, Dianita, você gosta dessa pica, não? – Sim, eu amo demais. – E o corno do seu marido sabe que você gosta de chupar pica? – Sabe que eu gosto, o que ele não sabe é que eu faço com outros homens, que eu sou infiel. – Ah, mamacita, delícia, eu te amo, mulher. – E como você vai fazer quando ele já estiver aqui em Bogotá e eu quiser te ver? – Ué, você me liga e eu venho te ver. Mudamos de posição e ele deitou de lado, eu na frente, e ele meteu a pica de novo na minha bucetinha, me fodendo de novo, me levando a outro orgasmo molhado, vibrando meu corpo inteiro. Mudamos de novo e eu sentei em cima dele, enfiando de novo. Mais 30 minutos de prazer até eu sentir o corpo dele vibrar e se esticar, e o esperma dele inundou minha bucetinha enquanto eu também comecei a gozar, sentindo ele. Escorreguei pelas pernas dele pra chupar com paixão a pica molhada, lambuzada com nossos fluidos. Ficamos exaustos, suados, mas felizes, me deitei ao lado dele e o beijei na boca.
– José, me encantei! Você é um verdadeiro garanhão.
Voltei a beijá-lo.
- Que prazer, gostosa, eu também gostei de você. E agora, o que a gente vai fazer, hein? - Por quê? - Porque eu quero te ver de novo. Todo dia eu vou me encontrar com seu marido e não sei como lidar com essa parte. – Cuidado pra não deixar escapar nada com ele, é melhor ele não saber o que a gente faz, ele é muito ciumento e não quero que aconteça algo ou que ele me deixe. – Você ama seu marido? - Com todo meu coração, ele foi muito importante na minha vida. - Humm, mas que probleminha você tem, mulher, vai ter que andar na linha. – Sim, eu sei disso e espero nunca me arrepender do que faço porque eu gosto.
Depois saímos do quarto, o José vestiu uma bermuda e fomos pra cozinha, ele me serviu um refrigerante e pegou uma cerveja da geladeira. O Samuel tava vendo TV na sala e o Rodrigo no quarto dele, a gente sentou na sala. – E aí, Samuelzinho, como cê tá? – Ah, tô aqui te esperando, e me puxando, me sentou do lado dele. – Tô com vontade de você. A gente se beijou por quase 5 minutos, se acariciando. A pica dele levantava a bermuda, que eu agarrei por cima do tecido.
- Você quer mais, Samuelito? - Quero, quero te comer inteira.
Ele se levantou e fomos pro quarto dele. Me deitou de bruços, abriu minhas pernas e a boca dele desceu pra me chupar. Por quase 15 minutos, ele tava muito tarado, os gemidos dele me diziam isso.
- Haaa mamacita, que delícia é a sua coisinha, adoro chupar ela.
Eu segurava a cabeça dela, acariciando os cabelos e enrolando-os nos meus dedos. A língua dela fazia estragos em mim, me levando a outro orgasmo delicioso, e levantando a cintura, gozei em jatos na cara dela, que eu via mordendo os lábios, fechando os olhos e recebendo meus fluidos. Ela se levantou pra mijar e fui atrás dela, puxando-a pro chuveiro, e me ajoelhei no chão.
– Solta aí, deixa o xixi sair, vai, mijá em mim.
Pego no pau dele e me mijei toda, abri minha boca e uma quantidade enorme da urina dele encheu ela, me levantei e abracei ele e abrindo o chuveiro tomamos uma ducha juntos. Depois voltamos pra cama, ele deitou de barriga pra cima e eu montei em cima dele enfiando o pau dele na minha buceta. Transando por 20 minutos até quando um orgasmo me pegou de novo, meu corpo vibrando em espasmos seguidos, mudamos de posição, eu deitei de barriga pra cima e levantando minhas pernas ele se meteu entre elas enfiando a língua na minha buceta saboreando meus sucos. Senti outro orgasmo que mexeu minhas entranhas em espasmos sem controle, depois ele colocou o pau na entrada da minha buceta roçando de cima pra baixo. Enfiando até o fundo começou a me foder sem parar me levando ao prazer máximo rapidinho eu gozei, tirando ele um jato de líquidos saiu de mim, ele enfiou de novo e continuou me fodendo por mais 15 minutos me deliciando. Mudamos de posição, descemos da cama e me ajoelhando no chão chupei ele de novo, esfreguei o pau dele entre meus peitos chupando a cabeça dele. Me levantei e ficando de quatro ele me penetrou, fodendo por outros 15 minutos, até que gozamos ao mesmo tempo sentindo o orgasmo dele e o meu se unirem em correntes alternadas. Fomos pro banheiro e uma ducha refrescante apagou nosso tesão. Fomos pra cama e deitamos pra descansar por uns minutos, me levantei e fui procurar o Rodrigo indo até o quarto dele, encontrei ele deitado na cama assistindo TV, fechei a porta e me aproximei subindo na cama dele, nos beijamos deitando em cima dele, fui descendo pelo peito dele beijando, mordiscando os mamilos dele. Minhas mãos procuraram o pau dele enfiando por entre as cobertas e a moletom. Ele levanta as pernas e eu tiro, continuei descendo até encontrar ele na frente da minha boca e lambendo ele como um delicioso sorvete de morango que eu amo, por um bom tempo chupei ele, esfregando na minha cara enfiando até o fundo, chupando aquela cabecinha gostosa, macia, sedosa. Depois deitamos de frente e levantando minha perna, coloquei o pau dele na minha entrada vaginal, deixando a glande por uns instantes, tirando e colocando de novo, depois ele meteu tudo até o fundo, eu sentia o tronco dele entrando e saindo de mim, me dando um prazer gostoso que durou quase 20 minutos. Mudamos de posição, me deitei de bruços, ele ficou por cima de mim, abrindo minhas pernas e metendo no meu cu, que já estava meio levantado. Já estava mais disposta a receber o pau dele e entrou sem dor, me dando prazer na hora, me levando ao êxtase depois de um tempo me fodendo o rabo, me perfurando com bastante força. Assim, nessa posição, eu conseguia apertar minha bunda, fazendo ele gozar em 10 minutos, me enchendo de porra. Eu estava exausta, mas dichosa, feliz, depois de ter uma tarde espetacular e excitante. A noite chegou e fiquei pra dormir com José, o chefe dele. No dia seguinte acordamos. Ele, José, começou a me beijar por todo o corpo, me saboreando, a língua dele me lambia por todos os lados e eu, excitada, me deixava. Ele desceu pra lamber minha buceta por um bom tempo, enchendo a boca dele com meus sucos. Depois se levantou e, levantando minha perna esquerda, colocou o pau na minha buceta e, mexendo a cintura, me penetrou. Me fodendo como um pistão, na máquina dele, aumentando a velocidade e meu prazer, me levando a um orgasmo. Mudamos de posição, deitei ele de costas, montei em cima dele, chupei por uns segundos e depois coloquei na entrada do meu cu e, arrombando meu rabo, ele me penetrou, me deixando deslizar no tronco dele, fodendo por quase 20 minutos cheios de prazer e boas sensações que me levaram a um orgasmo explosivo. Terminando, nós dois levantamos pra nos limpar. Já eram 10 da manhã e David voltava da viagem ao meio-dia. Tomei banho, me vesti e fui pra casa. Naquela semana, receberam a ordem de viajar pra Costa Rica. Samuel e Rodrigo. Então nos vimos no sábado seguinte na casa dele, organizei a despedida deles, levando também minhas duas irmãs, Carolina e Alicia. Também tinha dito para duas colegas da agência com quem estive na quinta com uma e na quarta com a outra trabalhando.
Naquele dia conheci o outro colega dele e, entre todos, íamos curtir uma noite de sexo sem limites. A Alicia e a Carola levaram dois amigos com quem já tinham combinado de sair. E pra mim, sejam bem-vindos quem quiser se divertir. Com muita bebida, sexo e um pouco de erva. Pra aquele fim de semana, o David ia participar de uma das corridas de ciclismo dele com um clube que ele tinha entrado, e fui eu que insisti pra ele ir. Vi a oportunidade de, nesses dias, ir tranquila curtir depois de uma semana agitada, tenho direito, né? Nos encontramos com minhas irmãs pra ir ao salão de beleza e depois pra casa nos arrumar. Eu tinha mandado fazer uns vestidos de minissaia bem colados no corpo e com losangos pequenos que deixavam nossa carne aparecendo nas aberturas, e usamos sem calcinha. Dava pra ver meus mamilos, que se destacavam por esses buracos. O meu era branco, o da Alicia rosado e o da Carola azul. Fizemos um penteado todas com coques, eu deixei um topete, maquiagem com cílios postiços pretos e sapatilhas de plataforma bem altas.
Andrés e Iván chegaram no salão e fomos pra casa dos homenageados. Ao chegar, os elogios e cantadas não demoraram. Tinham preparado uma tábua de frios, bebida e no som música sertaneja raiz, puro modão. Comemos, dançamos, contaram piadas, conversamos um bom tempo, as garrafas de tequila foram esvaziando e o clima foi esquentando, os caras estavam cada vez mais mão-boba, pegavam nas nossas tetas e bundas, eu tava com a saia levantada na cintura, a Alicia e a Carola já estavam com as tetas de fora, e os caras agradeciam chupando os bicos delas. O José foi o primeiro a tirar a calça, deixando a gente ver a vara dele dura. Depois o Samuel e o Rodrigo tiraram as camisetas. A música já tava mais variada, tocava vallenato, reggae, umas dançantes. E até música americana.
Naquele momento, a campainha tocou. O Rodrigo abriu a porta e eu vi a Samanta e a Antonia entrarem, minhas amigas da agência. Poxa, fiquei surpresa, não esperava que elas viessem. Os caras soltaram uns assobios, a algazarra era estridente. Elas tiraram os casacos. A Samanta veio com um vestido preto justo, minissaia, de alças que se seguravam no pescoço, um decote que chegava no umbigo e umas botas altas. A Antonia com uma saia godê preta bem rodada também e uma blusinha amarela de botões. Elas se juntaram à festa tomando a primeira dose de tequila, com sal, limão e pra dentro. Continuamos dançando por mais um tempo, eu já estava pelada, assim como a Samanta, uma morena mais alta que eu, com uma bunda linda e umas tetas naturais grandes. A Antonia, uma morena com cara de vietnamita, baixinha, cabelo longo e liso, especialista em massagem erótica, com quem eu aprendi bastante. Chamavam ela de "a asiática", mas ela era do Cauca, de descendência indígena, e por causa da aparência virou uma das massagistas sexuais mais cobiçadas da área. A Carola, deitada de bruços, estava em cima das pernas do Rodrigo, chupando a pica dele. A Alicia, pelada, sentada de lado no colo do Samuel. Os outros, meio nus, dançavam, tomavam tequila e fumavam maconha. Eu, pelo meu estado, não bebia, mas dançava. Eu fiquei com os amigos das minhas irmãs, o Andrés e o Iván, o José ficou com a Samanta e o Pelusa com a Antonia. Até que chegou o momento em que todas estávamos chupando as picas dos nossos parceiros, nos deliciando com aqueles troncos eretos, eu com dois, com ainda mais vontade. Depois, deitei o Andrés de costas no tapete, sentei em cima dele, encaixando a pica dele na minha buceta, me deixando deslizar pelo tronco dele, e o Iván do meu lado, de pé na frente da minha cara, pra eu chupar a pica dele. Tentando deixar bem molhada pra ele me comer por trás. Num duplo boquete, sendo a única que fazia essa pose. E com todos os caras. Porque eu sempre fiquei com dois naquela noite. Depois troquei e fiquei com o Rodrigo e o Pelusa. A Samanta com o Andrés. Antonia com Iván, Carola com Samuel e Alicia com José. Nos revezando, o que deixou a festa muito mais excitante. Num momento em que estávamos todas montadas por cima, cavalgando nossos amantes, gemendo e gritando, nossos corpos gozavam como putas as delícias da carne. 30 minutos de sexo sem limites, paixão sem freio que nos levava a sensações incríveis, impossíveis de sentir em qualquer outra coisa. Culminando numa orgia de gritos das minas gozando. A gente trocou de novo e fiquei com José e Samuel, os dois me penetraram ao mesmo tempo. Minhas irmãs trocaram de amante e foram se deitar com quem podia se dizer cunhado. Embora as duas também fossem casadas com outros caras naquela época. Assim como eu, os maridos delas não faziam ideia do que suas mulheres aprontavam escondido. A festa acabou e cada uma voltou pra sua casinha. Samuel e Rodrigo viajaram no dia seguinte e nunca mais voltaram pra Colômbia. Com o José, a gente ficou se vendo por vários meses. E é isso, esse é o relato, espero que tenham gostado, agora quero os comentários de vocês e pro mais tarado eu mando uma foto pelada.
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