Primeiro, um preâmbulo dos fatos.
Como contei há alguns meses no meu primeiro relato, tive com minha esposa nossa primeira experiência a três com um amigo em comum. Já se passaram dois meses e pouco daquele dia, e esta semana a experiência se repetiu. A seguir, vou contar como as coisas rolaram e como acabou sendo uma experiência extremamente prazerosa.
No meu relato anterior, descrevi como é minha esposa, mas me pediram para ser mais explícito nos detalhes, então vou tentar aprofundar neles.
Minha mulher tem uma figura muito sensual, atraente, 1,60 m, pernas torneadas, latina, pele levemente morena, uns peitos deliciosos, que não são enormes, mas você mal consegue cobrir metade de um com a mão, uma bunda de campeonato. Ela é magra, mas não é frango, então saias e shorts sempre ficam apertados demais nela. No geral, uma silhueta gostosa pra caralho, e não é porque é minha esposa, mas ela sempre chama uns olhares.
Depois da nossa primeira experiência a três, nossa vida sexual deu uma animada boa. Confesso que, antes de acontecer, eu tinha medo de que as coisas fossem pro saco, mas posso dizer com prazer que até agora estamos num momento foda. Mesmo que a experiência não tivesse se repetido, acho que nós dois, em segredo, curtíamos lembrar dela. Várias vezes me masturbei lembrando daqueles momentos, e outras vezes, só de lembrar, já me dava uma excitação imensa, e a gente acabava transando com minha mulher com muito tesão.
Em algumas ocasiões, a gente comentava o que tinha vivido e concordava que foi realmente excitante. Tanto que, uma vez, minha esposa chegou do trabalho, eu estava deitado no nosso quarto, e assim que me viu, começou a me beijar sem controle, pegou minha mão e levou até a buceta dela — estava encharcada. Ela disse que, no caminho, reviveu como as coisas rolaram na cabeça dela, e me pediu pra usar minhas mãos o tempo todo, que ela queria. sentindo como elas percorriam todo o corpo dela quando eu a penetrasse, enquanto fantasiava o que já tinha vivido.
Isso me deixou doido, sabia que minha esposa queria de novo estar com dois homens, e minha mente começou a alucinar com mil e um planos pra isso acontecer de novo. Eu também queria. Minha mente fantasiava com as imagens dela brincando com dois membros, vendo ela chupar um pau enquanto eu a penetro, ou ver como ela me chupava enquanto meu amigo metia nela.
Decidido que a experiência tinha que se repetir.
Como por obra do destino, meu compadre me ligou esses dias, mais ou menos na segunda semana de dezembro, a gente tinha mantido contato, mas sem mencionar o que tinha acontecido, e na maioria conversas curtas, algum comentário em algum status que um ou outro postava no Whatsapp. Ele me perguntou se eu estava evitando ele, por que a gente não tinha saído pra beber ou conversar de novo desde aquele dia. Respondi que entre uma coisa e outra estava ocupado, mas que não tinha problema nenhum. Depois disso ele me disse que se era assim, que tal a gente tomar umas cervejas naquele fim de semana, pra conversar e colocar o papo em dia, e combinamos que seria assim.
Depois dessa ligação, não hesitei mais. A gente tinha que compartilhar minha mulher de novo. Era hora de começar a colocar as peças no lugar.
Contei pra minha esposa que ele tinha me ligado, justamente uns dias antes ela tinha me perguntado se a gente ainda se falava, então contei que a gente ia sair pra beber. Não falamos mais sobre isso, nem mencionamos nada do que aconteceu antes. Chegou o dia e ela só disse pra eu tomar cuidado pra ele não me apresentar alguém, e que esse era o motivo da saída. Só ri, achei bem engraçado, falei pra ela não pensar nisso, que não tava querendo igualar as coisas.
Conversando com meu compadre sobre várias coisas, contei que eu e minha esposa tínhamos ido passear num lugar campestre, que tem pequenas lagoas e cachoeiras. Ele me perguntou se eu tinha fotos do lugar, que ele... queria ver, e mostrei as que tinha no celular. Tava tão concentrado explicando sobre o lugar, que esqueci que a gente tinha tirado umas fotos na água. Não estávamos pelados, mas como originalmente nunca pensamos em nadar, naquele dia entramos na água de roupa íntima. Passei umas fotos e entre elas apareceram umas que a gente tava assim, outra que tirei um close, outra de corpo inteiro, e mais algumas — minha esposa gosta de brincar com a câmera de vez em quando. Ele ficou vermelho, achei engraçado, dessa vez tava vendo minha esposa de novo, mas agora semi-nua, e ele disse sorrindo, com um sorriso safado:
— Não dá pra negar que ela tem um corpo gostoso.
Eu só ri e respondi:
— Acho que isso você já conhece muito bem.
Ele me olhou fixo, como se tivesse sacando na hora minhas intenções. E depois disso, sem mais rodeios, fiz a proposta.
Perguntei o que ele ia fazer no réveillon. No meu país, colocaram restrições de circulação, então pra virada tinha toque de recolher das 22h até as 4h do dia seguinte. Ele disse que não tinha nada especial em mente, que ia visitar a família cedo, e depois pensava em beber em algum lugar com alguém. Na hora fiz a oferta:
— Que tal vir passar o réveillon com a gente, e a gente recebe o ano novo com uns drinks?
Ele respondeu: — Claro, como vou recusar, compadre, valeu mesmo.
Tava feito, o plano tinha tomado seu rumo.
Naquela noite, quando voltei pra casa, contei pra minha esposa alguns detalhes da conversa, e falei que tinha convidado ele pra passar o réveillon com a gente, perguntando se não tinha problema. Ela só sorriu e disse que não tinha problema nenhum, se pra mim tava tudo bem.
No fundo, pensei e confirmei que era isso que ela e eu queríamos. Naquela noite a gente transou, foi uma delícia, e acabamos dormindo.
Chegou o dia 31 de dezembro, cedo fomos visitar nossos parentes, e pedimos pros meus sogros ficarem com minha filha, já que a gente ia ter uma reuniãozinha em casa com amigos, e não ia ter outras crianças pra ela se distrair. Eles toparam sem complicação, sendo cúmplices do que estava pra rolar.
O dia do encontro.
31 de dezembro, 9:30 da noite
Voltamos pra casa pra nos arrumar, tomar um banho e vestir pra chegada do meu amigo. Dessa vez não dei nenhuma instrução pra minha esposa sobre o que esperava que ela vestisse, só deixei tudo fluir como cada um quisesse. Minha esposa vestiu um macacão cor de rosa, bem justo, nada vulgar, com um zíper único nas costas e um decote largo com botões na altura dos peitos.
31 de dezembro, umas 10:40
Meu amigo chega, se desculpou pelo atraso, e a gente se cumprimentou. Nada demais, mas também nada que deixasse a situação estranha. Falei pra ele me acompanhar pra preparar uns coquetéis pra animar a noite.
Já entrando na meia-noite, depois de conversar sobre tudo por um bom tempo, decidimos jogar uns jogos pra deixar a noite mais divertida.
Jogos de desafios, prendas, perguntas picantes, tudo pra ir esquentando o clima.
Num momento, a gente começou a dançar, dancei com minha esposa, e depois ela dançou com ele. Não nos alongamos nisso, acho que porque era meio estranho dois dançarem e um só ficar olhando. Mas no meio disso, enquanto dançávamos um reggaeton, minha esposa se agachou completamente, de costas pra mim, mostrando os peitos pelo decote e roçando a bunda no meu pau, que já tava começando a ficar duro. Seguimos com os jogos.
31 de dezembro, umas 11:15 da noite (já não tava mais controlando o tempo)
Continuávamos com as prendas. Caiu pra ela uma em que tinha que dar uma dança sensual pra ele, enquanto ele tava sentado no sofá. Observei com tesão toda a situação, ela mostrou que tava curtindo, subia e descia pelas pernas dele, deu vários sentões. enquanto se colocava na frente dele, pediu que ele ficasse de pé, e continuou dançando de cima pra baixo, até que descendo enquanto dançava, na altura do pau dele, parou por alguns segundos, e de forma bem lenta e quase parando o tempo, passou a língua por cima do zíper da calça dele. Meu amigo imediatamente me olhou, e balançando a cabeça, dei a entender que ele continuasse como quisesse.
Ele pegou ela pelos ombros e puxou pra perto da calça, ela brincou com a boca, e assumo que ele já tava duro, porque ela deu o que parecia ser uma mordida no membro dele, mas por cima da roupa. Eu tava doido pra naquela hora me aproximar, tirar meu pau da calça, e colocar na boca dela também, mas resolvi esperar.
Os dois brincaram com as mãos, minha esposa me olhou rapidamente, e entendeu que eu também não ia reclamar do que tava rolando, ele passou a mão nela toda, se beijavam na minha frente com tesão, lembro como sentia que meu pau não tinha mais pra onde ir, tava apertado demais dentro de mim e da calça. Meu compadre pegou ela de costas, e na hora se preparou pra abaixar o zíper do macacão que ela tava usando. Que surpresa que nós dois tivemos naquele momento.
Quando meu compadre abaixou o zíper, nós dois descobrimos o que minha esposa usava por baixo da roupa, uma pijama nova, extremamente sensual, tipo lycra, preta, semi transparente, sem nada além de um fio na parte de baixo. Realmente me pegou de surpresa, nunca imaginei o que ela tava vestindo, sabia que não tava nua, porque dava pra ver os bojos da pijama, mas pensei que era um sutiã qualquer. Quando ele tirou a roupa dela, senti que só precisava dar umas apertadas no meu pau, e com certeza teria gozado. Mas tirei força de vontade de onde ainda me restava, e aguentei olhando um pouco mais.
Chegou a hora do ato em si.
Me aproximei, não aguentava mais. Beijei ela com fervor, pouco ou nada me importava que houvesse tendo a boca dela no pau do meu amigo, mesmo que por cima da roupa. Sentamos ela no móvel, direto de pernas abertas, tava morrendo de vontade de provar aquela buceta, e como era de esperar, tinha uma lagoa entre as pernas dela. Chupei como se não houvesse amanhã, brincava com os lábios da buceta dela, passava minha língua por todo o comprimento, quase do cu até o topo do clitóris, queria me enfiar inteiro, mas só entrava meu nariz e minha língua, caralho, só de lembrar já não consigo evitar ficar duro, queria chegar o mais fundo possível com minha língua; enquanto isso, meu compadre já tinha tirado o pau dele, e tinha ficado de pé ao lado da minha esposa pra ela chupar ele.
Ficamos nessa por uns dez minutos antes de qualquer um dos três querer se mexer. Tirei minha língua, abaixei minha calça, e tava pronto pra meter nela, ela me olhou enquanto continuava chupando ele, mal enfiei, soube que não ia durar nem dois minutos, tava quente demais, molhada demais, era uma buceta pulsando, e meu pau já não aguentava mais. Tive que me afastar à força, porque ela agarrou com as pernas na altura da cintura, com uma cara que parecia que ia desmaiar. Mas eu não queria gozar tão cedo, não podia, me levantei dela.
Falei pra eles que voltava na hora, que ia pegar algo na cozinha, minha esposa me olhou, disse pra eu não demorar, e na mesma hora se virou, ficou de quatro, enquanto chupava meu amigo, que tava de pé junto dela no móvel. Foi minha fuga, me mentalizei que precisava me acalmar um pouco, ou não ia aproveitar tudo que tava rolando. Fui pegar umas cervejas, tomei uma inteira de uma vez, respirei fundo umas duas vezes, e voltei pra eles, pra minha surpresa meu compadre tava com ela em cima dele, ele tinha sentado, e ela tava de costas pra ele, quicando no pau dele, que excitante foi ver ela quicando, caralho, senti que não tinha adiantado nada meu momento de calma. Derramei cerveja por cima. do corpo dela, e o que fiz em seguida, até agora ainda não acredito.
Me ajoelhei e comecei a lamber a buceta exposta dela, banhada de cerveja, com o pau do meu amigo entrando e saindo. Ela ficou surpresa, vi na hora no rosto dela. Deve ter me achado bisexual, e talvez naquele momento eu realmente fosse. Não posso negar que em algum momento minha língua roçou o pau dele também, por mais que tentasse evitar, simplesmente entre a penetrada dela e minha lambida, em algum momento a gente se esbarrava. Mas não era minha intenção provar o pau dele, embora a essa altura nós dois já tivéssemos provado um do outro indiretamente, e isso não era mentira (risos).
Minha esposa não aguentou mais, deu um gemido forte e se entregou pra ele. Se deitou sobre o peito dele, de costas, enquanto ele ainda a penetrava, bem mais devagar, e eu continuava lambendo a buceta dela, que tinha explodido em sucos há poucos instantes.
Minha esposa se levantou e disse pra gente ficar mais confortável. Nos levou pela mão até o quarto, eu e meu compadre nos olhamos com cara de doentes por sexo, enquanto no caminho a gente terminava as cervejas.
Chegamos na cama, minha esposa se deitou e disse, bem segura e confiante, que queria ser bem atendida, com carinho, que a gente fosse educado. Começamos os dois a beijar ela toda, ele de um lado, eu começando pelos pés, passando a língua e os lábios por todas as pernas dela, até chegar na bunda. Dei uma boa lambida, não posso negar que tinha um gosto estranho, os sucos vaginais e o pré-gozo já tinham se misturado, mas isso era o que menos me importava.
Ele beijava o lado dos peitos dela, vi que de vez em quando eles se beijavam, e de vez em quando ele chupava o que alcançava dos mamilos dela. Levantei minha esposa devagar, coloquei ela de joelhos, penetrei ela por trás, e ele aproveitou pra pegar os peitos dela, enquanto eu a penetrava, depois ele ficou completamente de pé e novamente Colocou na boca dela pra ela chupar, dessa vez enquanto eu metia nela de costas. Depois disso, começamos a variar um pouco entre as posições.
Quisemos fazer dupla penetração, mas com minha esposa não praticamos sexo anal com frequência, então o cu dela tava muito apertado, a última coisa que eu queria era causar dor nela e cortar a excitação do momento. No entanto, em algum momento meu compadre se deitou na cama, e com ela montada em cima dele, eu roçava o cu dela com meu pau, enquanto fazia uma tentativa vaga de enfiar, mas pelo menos roçava e roçava a bunda dela, esfregando meu pênis entre as bandas da bunda dela.
Ficamos nessa por um bom tempo, tantas mudanças de posição, e me mentalizar fez com que eu durasse o que esperava. Nós três já estávamos com vontade de gozar, vínhamos mencionando isso várias vezes, então chegou a hora, falei pra minha esposa se ajoelhar na nossa frente, que gozaríamos na boca dela, ela soltou uma risada e me disse que nem louca engoliria tanta porra. Mesmo assim, ela começou a chupar a gente, em turnos, ou tentando ter os dois na boca ao mesmo tempo, com as mãos fazendo uma punheta pra um, enquanto chupava o outro.
Eu tava decidido a entregar minha porra assim que saísse, então me dediquei a aproveitar tudo que sentia, e finalmente aconteceu, meu compadre gozou, com um gemido forte, bem fora da boca dela, lambuzou o rosto todo dela, o cabelo, e um pouco do peito, eu não quis segurar mais, fiz justiça com as próprias mãos, enquanto ela nos deliciava com uma expressão de êxtase total, tava adorando sentir o sêmen escorrendo pelo corpo dela, me masturbei e gozei do mesmo jeito no rosto todo dela, mas terminei derramando minha porra sobre os peitos dela. Pô, que cara que ela fez, parecia que com a pele dela podia sentir o sêmen que a gente tinha dado. Que gozada boa dos dois. Ficou bem banhada de porra, exatamente como o título dessa história.
Depois disso, levantamos, e minha esposa, sendo bem descarada e mostrando domínio naquele momento, se aproximou de nós dois e nos deu um baita beijo de língua, eu ri por dentro, capaz que queria nos dar uma provinha do nosso próprio esperma.
O encerramento da noite
Bom, diferente da vez anterior, dessa vez eu mesmo falei pro meu amigo ficar, mas, de qualquer forma, ele não podia ir embora mesmo, porque tinha restrições de circulação como eu já mencionei. Deixamos ela tomar um banho, enquanto eu disse pro meu compadre irmos pegar umas cervejas. Perguntei rindo se ele tava gostando de curtir minha esposa, ele respondeu que não fazia ideia do quanto, que amou ter sido incluído, mas falou que se eu quisesse que ele fosse embora era só pedir, que ele dava um jeito, que não queria incomodar nem estragar nossa amizade. Falei pra ele não se preocupar, que eu tinha algo em mente e que com certeza íamos aproveitar.
Todos nos vestimos, bem mais à vontade, nós dois só de cueca e camisa, ela colocou um pijama novo. Continuamos bebendo até umas 4 da manhã, conversando e rindo das loucuras que fizemos, e já falando em ir dormir, foi aí que eu surpreendi os dois. Perguntei se não tinha problema, já que nós três dormiríamos na mesma cama, minha esposa riu e só disse: — Ha ha, você só pode ter cada ideia.
Pulando alguns detalhes, vou contar que fomos pra cama, deitamos, nos beijamos mais um pouco, brincamos com as mãos, percorrendo os corpos, e numa tentativa forçada, tentamos dormir. Não dava.
Continuamos nos beijando mais, eu já tava duro de novo, meu amigo também. E naquele momento eu decidi, falei que tinha uma última fantasia em mente. E que nela minha única participação seria deixar os dois sozinhos, que entregaria aquela noite pra eles curtirem o que mais quisessem, e que a única coisa que eu queria era que não guardassem nenhum gemido, que fizessem tudo o que quisessem, porque eu estaria no quarto ao lado ouvindo, meu O compadre ficou com uma cara de espanto, e minha esposa, para minha surpresa, só respondeu: "amor, vou te esperar com o café da manhã amanhã." Fim.
Despedida
Vou deixar essa história por aqui, amigos. Ficou longa demais, e o que minha esposa me contou depois é um material bom pra outra história, que vou compartilhar com vocês de boa se quiserem. Sei que não só dividi minha mulher num ménage, como também me fiz de corno manso. Mas posso dizer que desde aquele dia até hoje, tudo tem ido muito bem, e a gente tá num astral ótimo, transando gostoso. Até a próxima!
Como contei há alguns meses no meu primeiro relato, tive com minha esposa nossa primeira experiência a três com um amigo em comum. Já se passaram dois meses e pouco daquele dia, e esta semana a experiência se repetiu. A seguir, vou contar como as coisas rolaram e como acabou sendo uma experiência extremamente prazerosa.
No meu relato anterior, descrevi como é minha esposa, mas me pediram para ser mais explícito nos detalhes, então vou tentar aprofundar neles.
Minha mulher tem uma figura muito sensual, atraente, 1,60 m, pernas torneadas, latina, pele levemente morena, uns peitos deliciosos, que não são enormes, mas você mal consegue cobrir metade de um com a mão, uma bunda de campeonato. Ela é magra, mas não é frango, então saias e shorts sempre ficam apertados demais nela. No geral, uma silhueta gostosa pra caralho, e não é porque é minha esposa, mas ela sempre chama uns olhares.
Depois da nossa primeira experiência a três, nossa vida sexual deu uma animada boa. Confesso que, antes de acontecer, eu tinha medo de que as coisas fossem pro saco, mas posso dizer com prazer que até agora estamos num momento foda. Mesmo que a experiência não tivesse se repetido, acho que nós dois, em segredo, curtíamos lembrar dela. Várias vezes me masturbei lembrando daqueles momentos, e outras vezes, só de lembrar, já me dava uma excitação imensa, e a gente acabava transando com minha mulher com muito tesão.
Em algumas ocasiões, a gente comentava o que tinha vivido e concordava que foi realmente excitante. Tanto que, uma vez, minha esposa chegou do trabalho, eu estava deitado no nosso quarto, e assim que me viu, começou a me beijar sem controle, pegou minha mão e levou até a buceta dela — estava encharcada. Ela disse que, no caminho, reviveu como as coisas rolaram na cabeça dela, e me pediu pra usar minhas mãos o tempo todo, que ela queria. sentindo como elas percorriam todo o corpo dela quando eu a penetrasse, enquanto fantasiava o que já tinha vivido.
Isso me deixou doido, sabia que minha esposa queria de novo estar com dois homens, e minha mente começou a alucinar com mil e um planos pra isso acontecer de novo. Eu também queria. Minha mente fantasiava com as imagens dela brincando com dois membros, vendo ela chupar um pau enquanto eu a penetro, ou ver como ela me chupava enquanto meu amigo metia nela.
Decidido que a experiência tinha que se repetir.
Como por obra do destino, meu compadre me ligou esses dias, mais ou menos na segunda semana de dezembro, a gente tinha mantido contato, mas sem mencionar o que tinha acontecido, e na maioria conversas curtas, algum comentário em algum status que um ou outro postava no Whatsapp. Ele me perguntou se eu estava evitando ele, por que a gente não tinha saído pra beber ou conversar de novo desde aquele dia. Respondi que entre uma coisa e outra estava ocupado, mas que não tinha problema nenhum. Depois disso ele me disse que se era assim, que tal a gente tomar umas cervejas naquele fim de semana, pra conversar e colocar o papo em dia, e combinamos que seria assim.
Depois dessa ligação, não hesitei mais. A gente tinha que compartilhar minha mulher de novo. Era hora de começar a colocar as peças no lugar.
Contei pra minha esposa que ele tinha me ligado, justamente uns dias antes ela tinha me perguntado se a gente ainda se falava, então contei que a gente ia sair pra beber. Não falamos mais sobre isso, nem mencionamos nada do que aconteceu antes. Chegou o dia e ela só disse pra eu tomar cuidado pra ele não me apresentar alguém, e que esse era o motivo da saída. Só ri, achei bem engraçado, falei pra ela não pensar nisso, que não tava querendo igualar as coisas.
Conversando com meu compadre sobre várias coisas, contei que eu e minha esposa tínhamos ido passear num lugar campestre, que tem pequenas lagoas e cachoeiras. Ele me perguntou se eu tinha fotos do lugar, que ele... queria ver, e mostrei as que tinha no celular. Tava tão concentrado explicando sobre o lugar, que esqueci que a gente tinha tirado umas fotos na água. Não estávamos pelados, mas como originalmente nunca pensamos em nadar, naquele dia entramos na água de roupa íntima. Passei umas fotos e entre elas apareceram umas que a gente tava assim, outra que tirei um close, outra de corpo inteiro, e mais algumas — minha esposa gosta de brincar com a câmera de vez em quando. Ele ficou vermelho, achei engraçado, dessa vez tava vendo minha esposa de novo, mas agora semi-nua, e ele disse sorrindo, com um sorriso safado:
— Não dá pra negar que ela tem um corpo gostoso.
Eu só ri e respondi:
— Acho que isso você já conhece muito bem.
Ele me olhou fixo, como se tivesse sacando na hora minhas intenções. E depois disso, sem mais rodeios, fiz a proposta.
Perguntei o que ele ia fazer no réveillon. No meu país, colocaram restrições de circulação, então pra virada tinha toque de recolher das 22h até as 4h do dia seguinte. Ele disse que não tinha nada especial em mente, que ia visitar a família cedo, e depois pensava em beber em algum lugar com alguém. Na hora fiz a oferta:
— Que tal vir passar o réveillon com a gente, e a gente recebe o ano novo com uns drinks?
Ele respondeu: — Claro, como vou recusar, compadre, valeu mesmo.
Tava feito, o plano tinha tomado seu rumo.
Naquela noite, quando voltei pra casa, contei pra minha esposa alguns detalhes da conversa, e falei que tinha convidado ele pra passar o réveillon com a gente, perguntando se não tinha problema. Ela só sorriu e disse que não tinha problema nenhum, se pra mim tava tudo bem.
No fundo, pensei e confirmei que era isso que ela e eu queríamos. Naquela noite a gente transou, foi uma delícia, e acabamos dormindo.
Chegou o dia 31 de dezembro, cedo fomos visitar nossos parentes, e pedimos pros meus sogros ficarem com minha filha, já que a gente ia ter uma reuniãozinha em casa com amigos, e não ia ter outras crianças pra ela se distrair. Eles toparam sem complicação, sendo cúmplices do que estava pra rolar.
O dia do encontro.
31 de dezembro, 9:30 da noite
Voltamos pra casa pra nos arrumar, tomar um banho e vestir pra chegada do meu amigo. Dessa vez não dei nenhuma instrução pra minha esposa sobre o que esperava que ela vestisse, só deixei tudo fluir como cada um quisesse. Minha esposa vestiu um macacão cor de rosa, bem justo, nada vulgar, com um zíper único nas costas e um decote largo com botões na altura dos peitos.
31 de dezembro, umas 10:40
Meu amigo chega, se desculpou pelo atraso, e a gente se cumprimentou. Nada demais, mas também nada que deixasse a situação estranha. Falei pra ele me acompanhar pra preparar uns coquetéis pra animar a noite.
Já entrando na meia-noite, depois de conversar sobre tudo por um bom tempo, decidimos jogar uns jogos pra deixar a noite mais divertida.
Jogos de desafios, prendas, perguntas picantes, tudo pra ir esquentando o clima.
Num momento, a gente começou a dançar, dancei com minha esposa, e depois ela dançou com ele. Não nos alongamos nisso, acho que porque era meio estranho dois dançarem e um só ficar olhando. Mas no meio disso, enquanto dançávamos um reggaeton, minha esposa se agachou completamente, de costas pra mim, mostrando os peitos pelo decote e roçando a bunda no meu pau, que já tava começando a ficar duro. Seguimos com os jogos.
31 de dezembro, umas 11:15 da noite (já não tava mais controlando o tempo)
Continuávamos com as prendas. Caiu pra ela uma em que tinha que dar uma dança sensual pra ele, enquanto ele tava sentado no sofá. Observei com tesão toda a situação, ela mostrou que tava curtindo, subia e descia pelas pernas dele, deu vários sentões. enquanto se colocava na frente dele, pediu que ele ficasse de pé, e continuou dançando de cima pra baixo, até que descendo enquanto dançava, na altura do pau dele, parou por alguns segundos, e de forma bem lenta e quase parando o tempo, passou a língua por cima do zíper da calça dele. Meu amigo imediatamente me olhou, e balançando a cabeça, dei a entender que ele continuasse como quisesse.
Ele pegou ela pelos ombros e puxou pra perto da calça, ela brincou com a boca, e assumo que ele já tava duro, porque ela deu o que parecia ser uma mordida no membro dele, mas por cima da roupa. Eu tava doido pra naquela hora me aproximar, tirar meu pau da calça, e colocar na boca dela também, mas resolvi esperar.
Os dois brincaram com as mãos, minha esposa me olhou rapidamente, e entendeu que eu também não ia reclamar do que tava rolando, ele passou a mão nela toda, se beijavam na minha frente com tesão, lembro como sentia que meu pau não tinha mais pra onde ir, tava apertado demais dentro de mim e da calça. Meu compadre pegou ela de costas, e na hora se preparou pra abaixar o zíper do macacão que ela tava usando. Que surpresa que nós dois tivemos naquele momento.
Quando meu compadre abaixou o zíper, nós dois descobrimos o que minha esposa usava por baixo da roupa, uma pijama nova, extremamente sensual, tipo lycra, preta, semi transparente, sem nada além de um fio na parte de baixo. Realmente me pegou de surpresa, nunca imaginei o que ela tava vestindo, sabia que não tava nua, porque dava pra ver os bojos da pijama, mas pensei que era um sutiã qualquer. Quando ele tirou a roupa dela, senti que só precisava dar umas apertadas no meu pau, e com certeza teria gozado. Mas tirei força de vontade de onde ainda me restava, e aguentei olhando um pouco mais.
Chegou a hora do ato em si.
Me aproximei, não aguentava mais. Beijei ela com fervor, pouco ou nada me importava que houvesse tendo a boca dela no pau do meu amigo, mesmo que por cima da roupa. Sentamos ela no móvel, direto de pernas abertas, tava morrendo de vontade de provar aquela buceta, e como era de esperar, tinha uma lagoa entre as pernas dela. Chupei como se não houvesse amanhã, brincava com os lábios da buceta dela, passava minha língua por todo o comprimento, quase do cu até o topo do clitóris, queria me enfiar inteiro, mas só entrava meu nariz e minha língua, caralho, só de lembrar já não consigo evitar ficar duro, queria chegar o mais fundo possível com minha língua; enquanto isso, meu compadre já tinha tirado o pau dele, e tinha ficado de pé ao lado da minha esposa pra ela chupar ele.
Ficamos nessa por uns dez minutos antes de qualquer um dos três querer se mexer. Tirei minha língua, abaixei minha calça, e tava pronto pra meter nela, ela me olhou enquanto continuava chupando ele, mal enfiei, soube que não ia durar nem dois minutos, tava quente demais, molhada demais, era uma buceta pulsando, e meu pau já não aguentava mais. Tive que me afastar à força, porque ela agarrou com as pernas na altura da cintura, com uma cara que parecia que ia desmaiar. Mas eu não queria gozar tão cedo, não podia, me levantei dela.
Falei pra eles que voltava na hora, que ia pegar algo na cozinha, minha esposa me olhou, disse pra eu não demorar, e na mesma hora se virou, ficou de quatro, enquanto chupava meu amigo, que tava de pé junto dela no móvel. Foi minha fuga, me mentalizei que precisava me acalmar um pouco, ou não ia aproveitar tudo que tava rolando. Fui pegar umas cervejas, tomei uma inteira de uma vez, respirei fundo umas duas vezes, e voltei pra eles, pra minha surpresa meu compadre tava com ela em cima dele, ele tinha sentado, e ela tava de costas pra ele, quicando no pau dele, que excitante foi ver ela quicando, caralho, senti que não tinha adiantado nada meu momento de calma. Derramei cerveja por cima. do corpo dela, e o que fiz em seguida, até agora ainda não acredito.
Me ajoelhei e comecei a lamber a buceta exposta dela, banhada de cerveja, com o pau do meu amigo entrando e saindo. Ela ficou surpresa, vi na hora no rosto dela. Deve ter me achado bisexual, e talvez naquele momento eu realmente fosse. Não posso negar que em algum momento minha língua roçou o pau dele também, por mais que tentasse evitar, simplesmente entre a penetrada dela e minha lambida, em algum momento a gente se esbarrava. Mas não era minha intenção provar o pau dele, embora a essa altura nós dois já tivéssemos provado um do outro indiretamente, e isso não era mentira (risos).
Minha esposa não aguentou mais, deu um gemido forte e se entregou pra ele. Se deitou sobre o peito dele, de costas, enquanto ele ainda a penetrava, bem mais devagar, e eu continuava lambendo a buceta dela, que tinha explodido em sucos há poucos instantes.
Minha esposa se levantou e disse pra gente ficar mais confortável. Nos levou pela mão até o quarto, eu e meu compadre nos olhamos com cara de doentes por sexo, enquanto no caminho a gente terminava as cervejas.
Chegamos na cama, minha esposa se deitou e disse, bem segura e confiante, que queria ser bem atendida, com carinho, que a gente fosse educado. Começamos os dois a beijar ela toda, ele de um lado, eu começando pelos pés, passando a língua e os lábios por todas as pernas dela, até chegar na bunda. Dei uma boa lambida, não posso negar que tinha um gosto estranho, os sucos vaginais e o pré-gozo já tinham se misturado, mas isso era o que menos me importava.
Ele beijava o lado dos peitos dela, vi que de vez em quando eles se beijavam, e de vez em quando ele chupava o que alcançava dos mamilos dela. Levantei minha esposa devagar, coloquei ela de joelhos, penetrei ela por trás, e ele aproveitou pra pegar os peitos dela, enquanto eu a penetrava, depois ele ficou completamente de pé e novamente Colocou na boca dela pra ela chupar, dessa vez enquanto eu metia nela de costas. Depois disso, começamos a variar um pouco entre as posições.
Quisemos fazer dupla penetração, mas com minha esposa não praticamos sexo anal com frequência, então o cu dela tava muito apertado, a última coisa que eu queria era causar dor nela e cortar a excitação do momento. No entanto, em algum momento meu compadre se deitou na cama, e com ela montada em cima dele, eu roçava o cu dela com meu pau, enquanto fazia uma tentativa vaga de enfiar, mas pelo menos roçava e roçava a bunda dela, esfregando meu pênis entre as bandas da bunda dela.
Ficamos nessa por um bom tempo, tantas mudanças de posição, e me mentalizar fez com que eu durasse o que esperava. Nós três já estávamos com vontade de gozar, vínhamos mencionando isso várias vezes, então chegou a hora, falei pra minha esposa se ajoelhar na nossa frente, que gozaríamos na boca dela, ela soltou uma risada e me disse que nem louca engoliria tanta porra. Mesmo assim, ela começou a chupar a gente, em turnos, ou tentando ter os dois na boca ao mesmo tempo, com as mãos fazendo uma punheta pra um, enquanto chupava o outro.
Eu tava decidido a entregar minha porra assim que saísse, então me dediquei a aproveitar tudo que sentia, e finalmente aconteceu, meu compadre gozou, com um gemido forte, bem fora da boca dela, lambuzou o rosto todo dela, o cabelo, e um pouco do peito, eu não quis segurar mais, fiz justiça com as próprias mãos, enquanto ela nos deliciava com uma expressão de êxtase total, tava adorando sentir o sêmen escorrendo pelo corpo dela, me masturbei e gozei do mesmo jeito no rosto todo dela, mas terminei derramando minha porra sobre os peitos dela. Pô, que cara que ela fez, parecia que com a pele dela podia sentir o sêmen que a gente tinha dado. Que gozada boa dos dois. Ficou bem banhada de porra, exatamente como o título dessa história.
Depois disso, levantamos, e minha esposa, sendo bem descarada e mostrando domínio naquele momento, se aproximou de nós dois e nos deu um baita beijo de língua, eu ri por dentro, capaz que queria nos dar uma provinha do nosso próprio esperma.
O encerramento da noite
Bom, diferente da vez anterior, dessa vez eu mesmo falei pro meu amigo ficar, mas, de qualquer forma, ele não podia ir embora mesmo, porque tinha restrições de circulação como eu já mencionei. Deixamos ela tomar um banho, enquanto eu disse pro meu compadre irmos pegar umas cervejas. Perguntei rindo se ele tava gostando de curtir minha esposa, ele respondeu que não fazia ideia do quanto, que amou ter sido incluído, mas falou que se eu quisesse que ele fosse embora era só pedir, que ele dava um jeito, que não queria incomodar nem estragar nossa amizade. Falei pra ele não se preocupar, que eu tinha algo em mente e que com certeza íamos aproveitar.
Todos nos vestimos, bem mais à vontade, nós dois só de cueca e camisa, ela colocou um pijama novo. Continuamos bebendo até umas 4 da manhã, conversando e rindo das loucuras que fizemos, e já falando em ir dormir, foi aí que eu surpreendi os dois. Perguntei se não tinha problema, já que nós três dormiríamos na mesma cama, minha esposa riu e só disse: — Ha ha, você só pode ter cada ideia.
Pulando alguns detalhes, vou contar que fomos pra cama, deitamos, nos beijamos mais um pouco, brincamos com as mãos, percorrendo os corpos, e numa tentativa forçada, tentamos dormir. Não dava.
Continuamos nos beijando mais, eu já tava duro de novo, meu amigo também. E naquele momento eu decidi, falei que tinha uma última fantasia em mente. E que nela minha única participação seria deixar os dois sozinhos, que entregaria aquela noite pra eles curtirem o que mais quisessem, e que a única coisa que eu queria era que não guardassem nenhum gemido, que fizessem tudo o que quisessem, porque eu estaria no quarto ao lado ouvindo, meu O compadre ficou com uma cara de espanto, e minha esposa, para minha surpresa, só respondeu: "amor, vou te esperar com o café da manhã amanhã." Fim.
Despedida
Vou deixar essa história por aqui, amigos. Ficou longa demais, e o que minha esposa me contou depois é um material bom pra outra história, que vou compartilhar com vocês de boa se quiserem. Sei que não só dividi minha mulher num ménage, como também me fiz de corno manso. Mas posso dizer que desde aquele dia até hoje, tudo tem ido muito bem, e a gente tá num astral ótimo, transando gostoso. Até a próxima!
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