Depois da loucura sexual em que a minha vida e a da minha esposa tinham se transformado, teve um intervalo surpreendentemente longo em que a rotina bateu forte no nosso casamento. Passaram vários meses em que as coisas ficaram estranhas, a gente não estava bem, nos distanciamos muito e, embora não me faltassem motivos pra atribuir, a verdade é que eu não sabia o que realmente estava acontecendo. A Lan (Laura) estava distante na maior parte do tempo, distraída, irritada às vezes e em outras bem sensível, falava muito pouco comigo e eram raros os momentos em que a gente se divertia junto. Esse comportamento não era exclusivo comigo, embora fosse mais perceptível, mas no geral era assim com todo mundo. Não era por causa de um estado emocional de TPM ou até mesmo uma gravidez (ela não pode mais engravidar), e fui descartando opções uma a uma até que na minha cabeça só restava a dúvida se minha esposa tinha se apaixonado pelo vizinho, que já fazia muito tempo que eu não sabia nada dele (isso eu tenho certeza), e talvez fosse essa a causa do comportamento dela.
As coisas pioravam a cada dia, ela se jogou de cabeça no trabalho, em casa dormia o tempo todo, começou a sair mais com as amigas, bebia demais e chegava muito tarde. Por mais que eu quisesse pensar que ela tinha um amante, eu tinha certeza de que não era assim, porque sempre sabia onde ela estava e com quem. Apesar disso, houve algumas surpresas, por exemplo aquela vez em que, saindo do trabalho, ela foi almoçar com as colegas de escritório e voltou pra casa de madrugada, quase ao amanhecer, caindo de bêbada, a ponto de eu ter que sair pra buscá-la porque ela não conseguia abrir a porta. A gente não tinha tido contato desde umas 11:30 da noite, depois daquela hora as ligações não entravam mais e eu imaginei que o celular dela tinha ficado sem bateria, então tive que esperar ela chegar. O ponto é que eu a peguei pela cintura e passei o braço dela pelo meu pescoço, deixei a bolsa dela no sofá da sala e a levei praticamente carregada até o quarto, deitei ela na cama e tirei os sapatos, voltei para a sala para inspecionar a bolsa dela e checar o celular, que até tinha bateria, mas ela tinha desligado de propósito. De qualquer forma, não achei nada. Voltei pro quarto e, antes de deitar, pensei em tirar a roupa dela pra ela dormir confortável.
Naquele dia, ela tava usando um vestido cor de capuccino que batia no meio da coxa, meio justo, de manga comprida, reto na parte de cima, deixando os ombros, o colo e o pescoço à mostra, obviamente sem alças. Quando levantei o vestido dela, levei um susto: ela não tava usando nada por baixo (ela sempre usa fio dental ou calcinha, sem exceção). Mesmo sabendo que algo podia rolar a qualquer momento depois de tudo que a gente já viveu, sinceramente, me surpreendi pra caralho. Terminei de tirar o vestido inteiro pra confirmar minhas suspeitas e, sim, também não tava de sutiã. Comecei a imaginar um monte de coisa vendo ela ali pelada e não consegui evitar uma ereção. Eu sabia que ela não tinha escondido a calcinha na bolsa, porque eu tinha acabado de revistar, então era óbvio o que tinha acontecido. Aproximei meu rosto do corpo dela pra sentir o cheiro e logo enfiei meu nariz entre as pernas dela. Senti como se uma brasa acendesse dentro de mim, arrepiando minha pele toda. O cheiro de sexo subiu direto pro meu cérebro, alimentando as fantasias que tomavam conta da minha cabeça. Devagarzinho, fui enfiando um dedo até o fundo da buceta molhada dela e senti que ia gozar quando toquei no semen dentro dela. Tirei o dedo e continuei cheirando o aroma do corpo inteiro dela até os peitos, enquanto esfregava meu pau duro na perna dela. Depois, acomodei ela de lado, peguei uma toalha e coloquei por baixo, e em seguida me posicionei de um jeito que consegui encaixar meu pau entre as tetas deliciosas dela e comecei a deslizar devagar, aproveitando o calor e a maciez. Enquanto isso, não parava de pensar em quem e como tinha comido ela a noite inteira. Pelo que eu já tinha visto dela até então, dava pra imaginar ela bem safada, se contorcendo de prazer em... qualquer posição enfiada na pica de alguém, gemendo enquanto gozavam dentro dela uma e outra vez, finalmente e depois de um tempo eu me esporrei entre os peitos dela, pescoço, cara e cabelo deixando ela bem cheia de porra… depois de me aliviar, limpei ela com a mesma toalha que coloquei debaixo de nós e tive que vestir ela de novo, não queria que ela soubesse que eu percebi que ela chegou bem comida e assim nenhum de nós dois teria que fazer perguntas nem responder, não queria piorar as coisas por mais que aquela situação me deixasse deprimido. Depois disso os dias seguiram normais, em várias ocasiões tentei mudar minha atitude com ela pensando que talvez esse fosse o problema, não vou entrar em detalhes porque isso seria interminável mas tentei muitas coisas que no final não funcionaram, nossa relação continuava se deteriorando, fazia meses que eu não transava com minha esposa porque ela sempre tinha desculpas ou simplesmente me mandava pro inferno e isso me deixava muito confuso e deprimido até irritado, a Lucy eu não vi mais, da Mony não dava pra esperar nada porque apesar de a gente conversar regularmente e nos vermos por acaso algumas vezes ela agora tinha um novo parceiro e estava muito feliz no relacionamento dela, eu já estava de férias já que meu trabalho não exigia minha presença, a Lan continuava trabalhando mas de qualquer forma não poderíamos viajar por causa da reforma da casa que nos deixou sem dinheiro e a gente só se recuperaria talvez em dois anos, então eu não esperava muito. A Lan chegou uma tarde depois do trabalho como de costume, o resto do dia passou sem detalhes importantes mas já de noite na cama ela me comentou quase por acaso que a festa de fim de ano do trabalho dela já tinha data e estava a apenas 2 semanas, que ela não estava muito a fim de ir porque seria em outra cidade a umas 3 horas da nossa mas exigiram a presença dela, normalmente eu não a acompanho nessas festas mas dessa vez ela me pediu pra ir com ela, eu sabia que é por que odeia dirigir em estrada e não porque quisesse minha companhia, mas mesmo assim poderia ser uma boa oportunidade para mudar as coisas.
Eu tinha muitas expectativas e a firme convicção de que tudo se resolveria; para ser bem honesto, vou dizer que, não importa todas as loucuras morbosas e degeneradas que eu já tinha presenciado, nunca esperei o que vinha e que contarei na segunda parte deste relato.
Chegou o dia, deixamos nosso pequeno com meus pais e fomos para a festa; ela dormiu o caminho todo, chegamos ao hotel onde a empresa reservou um quarto para nós e que também seria sede do jantar de fim de ano; era bem grande e, embora não fosse cinco estrelas, era bem elegante. Subimos para o nosso quarto e começaram as ligações e mensagens com as colegas de trabalho dela para saber quem já estava lá e essas coisas. Ela mudou um pouco naquele ambiente, parecia bem animada, e isso me agradou, pois já fazia tempo que não a via assim. Eu me limitei a passar despercebido, liguei a TV e naquele momento fui só mais um móvel no quarto durante todo o tempo que ela usou para se arrumar, e assim as horas passaram sem que ela notasse minha presença.
Quando a hora de descer para o salão se aproximava, foi minha vez de me preparar. Saí do banho bem na hora de vê-la com seu lindo conjunto de fio dental e sutiã de renda cinza Oxford; imediatamente fiquei de pau duro, não sei se ela percebeu que eu a olhava com luxúria, mas ela começou a se vestir na hora, sem me dar chance de nada. Vestiu um vestido preto sem mangas que, da cintura para cima, se ajustava ao corpo dela como se fosse uma cinta, fazendo com que seu lindo par de peitos se projetasse para frente num decote em V sugestivo que os fazia parecer maiores do que já são, e da cintura para baixo a saia era solta.
Embora tirasse muita vista do seu rabo delicioso, pelo menos permitia aproveitar suas pernas bem torneadas, que se definiam ainda mais com os saltos pretos de Saltos altos formados por tiras finas de couro que só cobriam parte do peito do pé e do calcanhar, presos acima do tornozelo. Ela vestia um casaco preto que no fim nem usou, porque não fazia frio e o hotel tinha aquecimento. Terminou de retocar a maquiagem que tinha passado antes e ficou pronta ao mesmo tempo que eu.
Descemos para o salão do hotel e, ao entrar, não tinha tanta gente. Muitos olhares se viraram na nossa direção, embora só alguns parassem na Lan, tanto de mulheres quanto de homens. Alguém nos fez um sinal numa mesa próxima, um pouco afastada do centro, onde havia espaço para servir de pista de dança.
Chegamos à mesa onde estavam quatro mulheres, duas já meio milf, por volta dos 50 anos, assim como seus maridos, que aproveitavam qualquer oportunidade para cravar os olhos no decote da minha esposa. As outras duas mulheres eram mais novas, mas não tão bonitas, solteiras e meio entediadas, a ponto de eu nem me dar ao trabalho de lembrar os nomes delas.
As mulheres ficaram conversando sobre trabalho, e os homens também. Eu, de vez em quando, soltava algum comentário, mas na real a noite estava um saco. Queria sair correndo dali, nem a tequila vagabunda que a gente bebia aliviava meu tédio.
Minhas esperanças de reconquistar minha esposa aos poucos iam se dissipando, então me levantei pra ir ao banheiro e aproveitei pra dar uma volta por ali, pra me entreter com qualquer coisa, porque qualquer coisa era melhor do que morrer lentamente naquela mesa. Tinha muitas gatas lindas e apetitosas no nível da minha esposa, e um par até melhor, mas obviamente acompanhadas. Como já fazia tempo que eu não pegava ninguém por causa do estado emocional da minha esposa, senti que fiquei de pau duro e me apressei pro banheiro antes de ficar exposto diante de tanta gente.
Tomei meu tempo e, talvez, já tivessem se passado uns 30 ou 35 minutos quando decidi voltar. De longe, notei que perto da mesa onde estávamos tinha três caras jovens, uns 35 a 40 anos, um deles sentado. perto de Laura, ela falava com ele do lugar dela, conforme eu me aproximava da mesa percebi que ela não dava muita atenção, era bem seca, como fazia tempo que era a atitude dela, ela só me viu quando cheguei na mesa, porque estava de costas pra mim, mas o cara entendeu que eu estava com ela e bem sutilmente parou de falar e se acomodou no lugar dele, os 3 caras estavam na mesa sozinhos bebendo a mesma coisa que a gente e em várias ocasiões peguei eles olhando com cara de safado pra minha esposa e não podia culpá-los, ela tava uma delícia naquela noite.
Depois de jantar e tomar vários drinks, a Lan foi ao banheiro e um momento depois eu fui também, ao chegar lá vi o mesmo cara que tentava falar com a Lan na mesa, não percebi em que momento ele levantou do lugar, então não saberia dizer se foi atrás da Lan ou se já estava lá antes dela chegar no banheiro, de qualquer forma não dei importância até eu sair do banheiro e ele continuava lá fingindo que falava no telefone e sei que fingia porque naquele momento entrou uma chamada pra ele, então ele inventou alguma desculpa pra não ficar no flagra, não prestei atenção porque naquele momento minha esposa saiu do banheiro (agora tenho certeza que ele estava esperando ela), depois de lavarmos as mãos voltamos juntos, já na mesa alguns minutos depois o cara voltou também (obviamente decepcionado).
A noite foi extremamente chata, de mil formas tentei cortejá-la, reconquistá-la e recuperar o que nosso casamento perdeu em algum lugar, mas tudo foi em vão, Laura só me sorria com condescendência em cada tentativa e na hora me ignorava de novo, ela nem quis dançar, então a gente passou o tempo bebendo, na nossa mesa já só restavam os dois casais de senhores, os caras da mesa ao lado já não estavam mais, não sei desde que momento, e aos poucos o pessoal ia embora.
Decidi me levantar com a desculpa de ir de novo ao banheiro e dar uma última volta, não sei quanto tempo demorei, mas quando voltei a Laura não estava na mesa, uma das senhoras me contou que ela foi ao banheiro, então tive que esperar ela pra poder subir pro quarto, mas passou muito tempo e ela não voltava, então me desesperei e fui procurar ela. Fiquei esperando até os banheiros ficarem vazios, obviamente ela não tava lá. Fiquei ligando pro celular dela, mas tava desligado. Subi pro quarto achando que ela já tinha ido, mas também não tava lá. Desci de novo pro salão e de longe vi que ela não tava na mesa, então fui procurar fora do hotel, mas nada. Já tava preocupado porque ela não é de sumir assim sem avisar, ainda mais numa cidade que ela não conhece, além de já ser tarde e ela tava meio bêbada. Aí me veio a ideia de voltar pro quarto, mas dessa vez pelas escadas, e de novo me decepcionei. Fiquei andando pelo hotel por vários corredores, fui até o estacionamento por um corredor que passa por uma espécie de porão que serve de depósito do hotel, cheio de caixas, sacos e mais um monte de coisa, e nada de achar ela em lugar nenhum. Voltei pelo mesmo caminho e ouvi algo como um baque, embora não soubesse bem o que foi. Não sabia de onde vinha, porque já era tarde e a maioria das luzes do hotel tava apagada. Depois de procurar um tempo, vi uma pequena abertura perto do teto do depósito que não era muito alta. Só precisei encostar uma caixinha de uns 25 ou 30 centímetros pra alcançar, já que eu tava numa espécie de porão e do outro lado a abertura ficava no nível do chão. Quando olhei pra cima, pude ver através dessa abertura minha esposa pelada, de quatro em cima de um sofá. Embora não pudesse ver ela completamente, porque a abertura era pequena demais, reconheci o vestido dela no chão junto com a calcinha, que horas antes tinha me deixado tão excitado quando vi ela usando aquelas roupas. Não sabia o que tinha acontecido nem em que momento, mas de novo alguém que não era eu tava metendo a pica na minha mulher, que de quatro se mexia gozando a foda que ela não tinha me deixado dar nela há muito tempo. tempo.
Pensei em procurar o lugar onde estavam, pois queria saber quem estava comendo minha esposa, mas quando reagi, minha mão já massageava freneticamente meu pau. Mais uma vez eu tinha ficado como espectador — já que — disse resignado e continuei me masturbando.
Mas algo estranho acontecia, embora tudo estivesse em silêncio, além do som produzido pelas nádegas da minha mulher batendo contra o corpo daquele cara cada vez que ele enfiava e os ocasionais suspiros murmurantes de prazer dele. Por que não se ouvia nem um gemido fraco dela? Será que ela tinha dormido? Ou será que estava tão bebida que nem sabia o que estava acontecendo?...
Sinceramente, fiquei um pouco preocupado, então procurei outra caixa igual e a coloquei ao lado da que já estava no chão, de modo que pudesse me mover e ter outro ângulo. Voltei a espiar pela abertura para ver em que condições Lan estava enquanto era comida e, na hora, fiquei chocado vendo como ela chupava o pau de outro cara que, segurando a cabeça dela, penetrava sua boca enquanto o companheiro a empurrava ao enfiar a vara na bucetinha quente dela.
Trêmulo, senti um sentimento já meio familiar percorrer lentamente meu peito, da boca do estômago até chegar à garganta, culminando com meu pau ejaculando jatos de porra, motivado pelas convulsões daquele cara que, ao mesmo tempo, gozava na boca da minha esposa, que, incapaz de conter a porra abundante, deixava escorrer pelos cantos da boca caindo no apoio de braço do sofá. Quando o cara terminou, ele se afastou e ela abaixou a cabeça para limpar com a língua o que tinha escapado. Não percebi o que aconteceu com o cara que a comia, mas ambos tinham parado. Só quando ele levantou minha esposa do sofá para sentar e montá-la em cima dele entendi que ainda não tinha acabado. Satisfeito, o outro cara pegou suas roupas e, depois de vestir as calças, foi embora.
Do meu lugar na primeira fila, eu podia ver tão de perto e claramente O enorme falo entrando e saindo da bucetinha molhada da minha mulher, que rebolava a bunda deliciosamente gemendo de prazer. Tão concentrado eu estava em como ela estava sendo comida que quase não percebi que, do nada, outro cara saiu nu e se aproximou deles, e de novo fiquei chocado com a surpresa (confirmado, então eram os 3 caras da mesa ao lado no jantar que estavam se esbaldando com ela)… Sentia meu corpo queimar e a sensação no meu peito não parava, eu tremia ainda mais do que antes pensando no que vinha pela frente. Uma parte de mim não queria que acontecesse, mas conforme o cara se posicionou atrás dela e abriu a bunda dela, todo o meu ser começou a desejar aquilo e, sem conseguir me segurar, gozei de novo quando o terceiro cara afundou a pica no cu da minha esposa. Mesmo já tendo gozado duas vezes, continuei me masturbando rapidamente, não conseguia parar, parecia que tudo tinha sido meticulosamente planejado. O ângulo de onde eu estava me permitia ver perfeitamente como aquela puta era penetrada pelos dois, fazendo ela gemer e gritar como eu nunca consegui, vê-la se contorcendo espetada nas duas picas, ver como entravam e saíam dela era delicioso. Só mais alguns segundos e eles começaram a se sacudir violentamente, comendo ela o mais rápido que podiam, ela berrava descontrolada –Assim, assim, assim, assim, oh sim, assim, haa, haa, haaaa. A Laura tinha levado a melhor foda da vida dela, os dois caras gozaram dentro dela, inundando-a com o esperma deles, ficando parados aos poucos. O cara que tinha ido embora e que eu suponho que também comeu ela à vontade (cheguei tarde, então não sabia) tinha gozado dentro da boca carnuda e molhada da minha mulher, e eu (parecia que estava virando costume) terminei pela terceira vez naquela noite na parede do depósito frio e escuro do hotel. Quando terminaram, só ficou a Laura no sofá, desfalecida, ofegante e satisfeita, suponho. Os caras pegaram as roupas deles e foram embora, o último saiu afundando a língua na boca da minha mulher até que ela o empurrou levemente indicando que era suficiente, quando ela começou a pegar as roupas dela me arrumei o melhor que pude e fui até a mesa que ocupávamos para esperá-la, nervoso pensava no que diria a ela, como ela reagiria e o que diriam nossos acompanhantes na mesa, que aliás já só restava um casal de senhores que 5 minutos depois que voltei foram para o quarto deles.
Passaram muitos minutos mais, talvez 15 ou 20, e Laura não voltava, quis esperar mais um pouco mas me desesperei e fui procurá-la pensando que talvez o último cara tivesse ficado com vontade e fosse ele quem a segurava, custou um pouco mas finalmente achei o lugar onde agora só restava o sofá, queria ficar inspecionando mas estava preocupado com minha esposa.
Fui até o estacionamento de novo e, não a encontrando, voltei ao salão, não sem antes passar pelos banheiros, já desesperado subi ao quarto e finalmente a encontrei metida na cama, ela já tinha tomado banho, disse que fiquei preocupado e perguntei onde ela tinha estado e não lembro o que mais, mas ela só se limitou a dizer que se sentiu mal e voltou pro quarto, que não me disse nada porque não me encontrou e o celular dela ficou sem bateria, além de que ela acabou dormindo, não falamos mais nada e fui tomar banho esperando ter sorte, mas quando saí do banheiro ela já estava dormindo, só me deitei ao lado dela e a deixei dormir.
Não conseguia tirar da cabeça os três caras que tinham desejado minha esposa desde que a viram na mesa durante o jantar e que ela, tão altiva e indiferente, tinha recusado, de algum jeito conseguiram tirar a puta que ela carrega dentro e comer ela à vontade, lembrava de cada vez que presenciei eles metendo a pica nela fazendo ela berrar como a puta que ela é e fiquei muito puto, não por ver e saber no que ela tinha se tornado, mas pelo fato de que a última vez que pude tocar minha mulher foi naquela madrugada quando o máximo que consegui foi gozar nos peitos dela enquanto ela estava inconsciente por tanto álcool, eu estava puto com ela e comigo porque queria mais que tudo comer aquela delícia de vagabunda e não tive coragem, ou porque minha taradice foi maior e agora via a oportunidade cada dia mais distante.
Depois daquela noite, o que ainda restava do nosso casamento desmoronou, ela simplesmente perdeu todo o interesse na nossa relação, não havia contato verbal, visual e muito menos físico, e quando trocávamos palavras sempre terminava em briga, o pior é que nem sei por que ela estava tão na defensiva, no fim a situação ficou tão insuportável que tivemos que dar um tempo.
Embora pareça, e até eu mesmo cheguei a pensar isso, este não é o fim dessa história ridiculamente estranha, às vezes me pergunto se todo mundo passa pelo mesmo ou por coisas parecidas, mas a gente não fica sabendo porque tem que guardar segredo ou algo assim, ou simplesmente nascemos por engano num mundo normal.
De qualquer forma, a vida segue assim como essa história, só que isso fica para outro dia.
As coisas pioravam a cada dia, ela se jogou de cabeça no trabalho, em casa dormia o tempo todo, começou a sair mais com as amigas, bebia demais e chegava muito tarde. Por mais que eu quisesse pensar que ela tinha um amante, eu tinha certeza de que não era assim, porque sempre sabia onde ela estava e com quem. Apesar disso, houve algumas surpresas, por exemplo aquela vez em que, saindo do trabalho, ela foi almoçar com as colegas de escritório e voltou pra casa de madrugada, quase ao amanhecer, caindo de bêbada, a ponto de eu ter que sair pra buscá-la porque ela não conseguia abrir a porta. A gente não tinha tido contato desde umas 11:30 da noite, depois daquela hora as ligações não entravam mais e eu imaginei que o celular dela tinha ficado sem bateria, então tive que esperar ela chegar. O ponto é que eu a peguei pela cintura e passei o braço dela pelo meu pescoço, deixei a bolsa dela no sofá da sala e a levei praticamente carregada até o quarto, deitei ela na cama e tirei os sapatos, voltei para a sala para inspecionar a bolsa dela e checar o celular, que até tinha bateria, mas ela tinha desligado de propósito. De qualquer forma, não achei nada. Voltei pro quarto e, antes de deitar, pensei em tirar a roupa dela pra ela dormir confortável.
Naquele dia, ela tava usando um vestido cor de capuccino que batia no meio da coxa, meio justo, de manga comprida, reto na parte de cima, deixando os ombros, o colo e o pescoço à mostra, obviamente sem alças. Quando levantei o vestido dela, levei um susto: ela não tava usando nada por baixo (ela sempre usa fio dental ou calcinha, sem exceção). Mesmo sabendo que algo podia rolar a qualquer momento depois de tudo que a gente já viveu, sinceramente, me surpreendi pra caralho. Terminei de tirar o vestido inteiro pra confirmar minhas suspeitas e, sim, também não tava de sutiã. Comecei a imaginar um monte de coisa vendo ela ali pelada e não consegui evitar uma ereção. Eu sabia que ela não tinha escondido a calcinha na bolsa, porque eu tinha acabado de revistar, então era óbvio o que tinha acontecido. Aproximei meu rosto do corpo dela pra sentir o cheiro e logo enfiei meu nariz entre as pernas dela. Senti como se uma brasa acendesse dentro de mim, arrepiando minha pele toda. O cheiro de sexo subiu direto pro meu cérebro, alimentando as fantasias que tomavam conta da minha cabeça. Devagarzinho, fui enfiando um dedo até o fundo da buceta molhada dela e senti que ia gozar quando toquei no semen dentro dela. Tirei o dedo e continuei cheirando o aroma do corpo inteiro dela até os peitos, enquanto esfregava meu pau duro na perna dela. Depois, acomodei ela de lado, peguei uma toalha e coloquei por baixo, e em seguida me posicionei de um jeito que consegui encaixar meu pau entre as tetas deliciosas dela e comecei a deslizar devagar, aproveitando o calor e a maciez. Enquanto isso, não parava de pensar em quem e como tinha comido ela a noite inteira. Pelo que eu já tinha visto dela até então, dava pra imaginar ela bem safada, se contorcendo de prazer em... qualquer posição enfiada na pica de alguém, gemendo enquanto gozavam dentro dela uma e outra vez, finalmente e depois de um tempo eu me esporrei entre os peitos dela, pescoço, cara e cabelo deixando ela bem cheia de porra… depois de me aliviar, limpei ela com a mesma toalha que coloquei debaixo de nós e tive que vestir ela de novo, não queria que ela soubesse que eu percebi que ela chegou bem comida e assim nenhum de nós dois teria que fazer perguntas nem responder, não queria piorar as coisas por mais que aquela situação me deixasse deprimido. Depois disso os dias seguiram normais, em várias ocasiões tentei mudar minha atitude com ela pensando que talvez esse fosse o problema, não vou entrar em detalhes porque isso seria interminável mas tentei muitas coisas que no final não funcionaram, nossa relação continuava se deteriorando, fazia meses que eu não transava com minha esposa porque ela sempre tinha desculpas ou simplesmente me mandava pro inferno e isso me deixava muito confuso e deprimido até irritado, a Lucy eu não vi mais, da Mony não dava pra esperar nada porque apesar de a gente conversar regularmente e nos vermos por acaso algumas vezes ela agora tinha um novo parceiro e estava muito feliz no relacionamento dela, eu já estava de férias já que meu trabalho não exigia minha presença, a Lan continuava trabalhando mas de qualquer forma não poderíamos viajar por causa da reforma da casa que nos deixou sem dinheiro e a gente só se recuperaria talvez em dois anos, então eu não esperava muito. A Lan chegou uma tarde depois do trabalho como de costume, o resto do dia passou sem detalhes importantes mas já de noite na cama ela me comentou quase por acaso que a festa de fim de ano do trabalho dela já tinha data e estava a apenas 2 semanas, que ela não estava muito a fim de ir porque seria em outra cidade a umas 3 horas da nossa mas exigiram a presença dela, normalmente eu não a acompanho nessas festas mas dessa vez ela me pediu pra ir com ela, eu sabia que é por que odeia dirigir em estrada e não porque quisesse minha companhia, mas mesmo assim poderia ser uma boa oportunidade para mudar as coisas.
Eu tinha muitas expectativas e a firme convicção de que tudo se resolveria; para ser bem honesto, vou dizer que, não importa todas as loucuras morbosas e degeneradas que eu já tinha presenciado, nunca esperei o que vinha e que contarei na segunda parte deste relato.
Chegou o dia, deixamos nosso pequeno com meus pais e fomos para a festa; ela dormiu o caminho todo, chegamos ao hotel onde a empresa reservou um quarto para nós e que também seria sede do jantar de fim de ano; era bem grande e, embora não fosse cinco estrelas, era bem elegante. Subimos para o nosso quarto e começaram as ligações e mensagens com as colegas de trabalho dela para saber quem já estava lá e essas coisas. Ela mudou um pouco naquele ambiente, parecia bem animada, e isso me agradou, pois já fazia tempo que não a via assim. Eu me limitei a passar despercebido, liguei a TV e naquele momento fui só mais um móvel no quarto durante todo o tempo que ela usou para se arrumar, e assim as horas passaram sem que ela notasse minha presença.
Quando a hora de descer para o salão se aproximava, foi minha vez de me preparar. Saí do banho bem na hora de vê-la com seu lindo conjunto de fio dental e sutiã de renda cinza Oxford; imediatamente fiquei de pau duro, não sei se ela percebeu que eu a olhava com luxúria, mas ela começou a se vestir na hora, sem me dar chance de nada. Vestiu um vestido preto sem mangas que, da cintura para cima, se ajustava ao corpo dela como se fosse uma cinta, fazendo com que seu lindo par de peitos se projetasse para frente num decote em V sugestivo que os fazia parecer maiores do que já são, e da cintura para baixo a saia era solta.
Embora tirasse muita vista do seu rabo delicioso, pelo menos permitia aproveitar suas pernas bem torneadas, que se definiam ainda mais com os saltos pretos de Saltos altos formados por tiras finas de couro que só cobriam parte do peito do pé e do calcanhar, presos acima do tornozelo. Ela vestia um casaco preto que no fim nem usou, porque não fazia frio e o hotel tinha aquecimento. Terminou de retocar a maquiagem que tinha passado antes e ficou pronta ao mesmo tempo que eu.
Descemos para o salão do hotel e, ao entrar, não tinha tanta gente. Muitos olhares se viraram na nossa direção, embora só alguns parassem na Lan, tanto de mulheres quanto de homens. Alguém nos fez um sinal numa mesa próxima, um pouco afastada do centro, onde havia espaço para servir de pista de dança.
Chegamos à mesa onde estavam quatro mulheres, duas já meio milf, por volta dos 50 anos, assim como seus maridos, que aproveitavam qualquer oportunidade para cravar os olhos no decote da minha esposa. As outras duas mulheres eram mais novas, mas não tão bonitas, solteiras e meio entediadas, a ponto de eu nem me dar ao trabalho de lembrar os nomes delas.
As mulheres ficaram conversando sobre trabalho, e os homens também. Eu, de vez em quando, soltava algum comentário, mas na real a noite estava um saco. Queria sair correndo dali, nem a tequila vagabunda que a gente bebia aliviava meu tédio.
Minhas esperanças de reconquistar minha esposa aos poucos iam se dissipando, então me levantei pra ir ao banheiro e aproveitei pra dar uma volta por ali, pra me entreter com qualquer coisa, porque qualquer coisa era melhor do que morrer lentamente naquela mesa. Tinha muitas gatas lindas e apetitosas no nível da minha esposa, e um par até melhor, mas obviamente acompanhadas. Como já fazia tempo que eu não pegava ninguém por causa do estado emocional da minha esposa, senti que fiquei de pau duro e me apressei pro banheiro antes de ficar exposto diante de tanta gente.
Tomei meu tempo e, talvez, já tivessem se passado uns 30 ou 35 minutos quando decidi voltar. De longe, notei que perto da mesa onde estávamos tinha três caras jovens, uns 35 a 40 anos, um deles sentado. perto de Laura, ela falava com ele do lugar dela, conforme eu me aproximava da mesa percebi que ela não dava muita atenção, era bem seca, como fazia tempo que era a atitude dela, ela só me viu quando cheguei na mesa, porque estava de costas pra mim, mas o cara entendeu que eu estava com ela e bem sutilmente parou de falar e se acomodou no lugar dele, os 3 caras estavam na mesa sozinhos bebendo a mesma coisa que a gente e em várias ocasiões peguei eles olhando com cara de safado pra minha esposa e não podia culpá-los, ela tava uma delícia naquela noite.
Depois de jantar e tomar vários drinks, a Lan foi ao banheiro e um momento depois eu fui também, ao chegar lá vi o mesmo cara que tentava falar com a Lan na mesa, não percebi em que momento ele levantou do lugar, então não saberia dizer se foi atrás da Lan ou se já estava lá antes dela chegar no banheiro, de qualquer forma não dei importância até eu sair do banheiro e ele continuava lá fingindo que falava no telefone e sei que fingia porque naquele momento entrou uma chamada pra ele, então ele inventou alguma desculpa pra não ficar no flagra, não prestei atenção porque naquele momento minha esposa saiu do banheiro (agora tenho certeza que ele estava esperando ela), depois de lavarmos as mãos voltamos juntos, já na mesa alguns minutos depois o cara voltou também (obviamente decepcionado).
A noite foi extremamente chata, de mil formas tentei cortejá-la, reconquistá-la e recuperar o que nosso casamento perdeu em algum lugar, mas tudo foi em vão, Laura só me sorria com condescendência em cada tentativa e na hora me ignorava de novo, ela nem quis dançar, então a gente passou o tempo bebendo, na nossa mesa já só restavam os dois casais de senhores, os caras da mesa ao lado já não estavam mais, não sei desde que momento, e aos poucos o pessoal ia embora.
Decidi me levantar com a desculpa de ir de novo ao banheiro e dar uma última volta, não sei quanto tempo demorei, mas quando voltei a Laura não estava na mesa, uma das senhoras me contou que ela foi ao banheiro, então tive que esperar ela pra poder subir pro quarto, mas passou muito tempo e ela não voltava, então me desesperei e fui procurar ela. Fiquei esperando até os banheiros ficarem vazios, obviamente ela não tava lá. Fiquei ligando pro celular dela, mas tava desligado. Subi pro quarto achando que ela já tinha ido, mas também não tava lá. Desci de novo pro salão e de longe vi que ela não tava na mesa, então fui procurar fora do hotel, mas nada. Já tava preocupado porque ela não é de sumir assim sem avisar, ainda mais numa cidade que ela não conhece, além de já ser tarde e ela tava meio bêbada. Aí me veio a ideia de voltar pro quarto, mas dessa vez pelas escadas, e de novo me decepcionei. Fiquei andando pelo hotel por vários corredores, fui até o estacionamento por um corredor que passa por uma espécie de porão que serve de depósito do hotel, cheio de caixas, sacos e mais um monte de coisa, e nada de achar ela em lugar nenhum. Voltei pelo mesmo caminho e ouvi algo como um baque, embora não soubesse bem o que foi. Não sabia de onde vinha, porque já era tarde e a maioria das luzes do hotel tava apagada. Depois de procurar um tempo, vi uma pequena abertura perto do teto do depósito que não era muito alta. Só precisei encostar uma caixinha de uns 25 ou 30 centímetros pra alcançar, já que eu tava numa espécie de porão e do outro lado a abertura ficava no nível do chão. Quando olhei pra cima, pude ver através dessa abertura minha esposa pelada, de quatro em cima de um sofá. Embora não pudesse ver ela completamente, porque a abertura era pequena demais, reconheci o vestido dela no chão junto com a calcinha, que horas antes tinha me deixado tão excitado quando vi ela usando aquelas roupas. Não sabia o que tinha acontecido nem em que momento, mas de novo alguém que não era eu tava metendo a pica na minha mulher, que de quatro se mexia gozando a foda que ela não tinha me deixado dar nela há muito tempo. tempo.
Pensei em procurar o lugar onde estavam, pois queria saber quem estava comendo minha esposa, mas quando reagi, minha mão já massageava freneticamente meu pau. Mais uma vez eu tinha ficado como espectador — já que — disse resignado e continuei me masturbando.
Mas algo estranho acontecia, embora tudo estivesse em silêncio, além do som produzido pelas nádegas da minha mulher batendo contra o corpo daquele cara cada vez que ele enfiava e os ocasionais suspiros murmurantes de prazer dele. Por que não se ouvia nem um gemido fraco dela? Será que ela tinha dormido? Ou será que estava tão bebida que nem sabia o que estava acontecendo?...
Sinceramente, fiquei um pouco preocupado, então procurei outra caixa igual e a coloquei ao lado da que já estava no chão, de modo que pudesse me mover e ter outro ângulo. Voltei a espiar pela abertura para ver em que condições Lan estava enquanto era comida e, na hora, fiquei chocado vendo como ela chupava o pau de outro cara que, segurando a cabeça dela, penetrava sua boca enquanto o companheiro a empurrava ao enfiar a vara na bucetinha quente dela.
Trêmulo, senti um sentimento já meio familiar percorrer lentamente meu peito, da boca do estômago até chegar à garganta, culminando com meu pau ejaculando jatos de porra, motivado pelas convulsões daquele cara que, ao mesmo tempo, gozava na boca da minha esposa, que, incapaz de conter a porra abundante, deixava escorrer pelos cantos da boca caindo no apoio de braço do sofá. Quando o cara terminou, ele se afastou e ela abaixou a cabeça para limpar com a língua o que tinha escapado. Não percebi o que aconteceu com o cara que a comia, mas ambos tinham parado. Só quando ele levantou minha esposa do sofá para sentar e montá-la em cima dele entendi que ainda não tinha acabado. Satisfeito, o outro cara pegou suas roupas e, depois de vestir as calças, foi embora.
Do meu lugar na primeira fila, eu podia ver tão de perto e claramente O enorme falo entrando e saindo da bucetinha molhada da minha mulher, que rebolava a bunda deliciosamente gemendo de prazer. Tão concentrado eu estava em como ela estava sendo comida que quase não percebi que, do nada, outro cara saiu nu e se aproximou deles, e de novo fiquei chocado com a surpresa (confirmado, então eram os 3 caras da mesa ao lado no jantar que estavam se esbaldando com ela)… Sentia meu corpo queimar e a sensação no meu peito não parava, eu tremia ainda mais do que antes pensando no que vinha pela frente. Uma parte de mim não queria que acontecesse, mas conforme o cara se posicionou atrás dela e abriu a bunda dela, todo o meu ser começou a desejar aquilo e, sem conseguir me segurar, gozei de novo quando o terceiro cara afundou a pica no cu da minha esposa. Mesmo já tendo gozado duas vezes, continuei me masturbando rapidamente, não conseguia parar, parecia que tudo tinha sido meticulosamente planejado. O ângulo de onde eu estava me permitia ver perfeitamente como aquela puta era penetrada pelos dois, fazendo ela gemer e gritar como eu nunca consegui, vê-la se contorcendo espetada nas duas picas, ver como entravam e saíam dela era delicioso. Só mais alguns segundos e eles começaram a se sacudir violentamente, comendo ela o mais rápido que podiam, ela berrava descontrolada –Assim, assim, assim, assim, oh sim, assim, haa, haa, haaaa. A Laura tinha levado a melhor foda da vida dela, os dois caras gozaram dentro dela, inundando-a com o esperma deles, ficando parados aos poucos. O cara que tinha ido embora e que eu suponho que também comeu ela à vontade (cheguei tarde, então não sabia) tinha gozado dentro da boca carnuda e molhada da minha mulher, e eu (parecia que estava virando costume) terminei pela terceira vez naquela noite na parede do depósito frio e escuro do hotel. Quando terminaram, só ficou a Laura no sofá, desfalecida, ofegante e satisfeita, suponho. Os caras pegaram as roupas deles e foram embora, o último saiu afundando a língua na boca da minha mulher até que ela o empurrou levemente indicando que era suficiente, quando ela começou a pegar as roupas dela me arrumei o melhor que pude e fui até a mesa que ocupávamos para esperá-la, nervoso pensava no que diria a ela, como ela reagiria e o que diriam nossos acompanhantes na mesa, que aliás já só restava um casal de senhores que 5 minutos depois que voltei foram para o quarto deles.
Passaram muitos minutos mais, talvez 15 ou 20, e Laura não voltava, quis esperar mais um pouco mas me desesperei e fui procurá-la pensando que talvez o último cara tivesse ficado com vontade e fosse ele quem a segurava, custou um pouco mas finalmente achei o lugar onde agora só restava o sofá, queria ficar inspecionando mas estava preocupado com minha esposa.
Fui até o estacionamento de novo e, não a encontrando, voltei ao salão, não sem antes passar pelos banheiros, já desesperado subi ao quarto e finalmente a encontrei metida na cama, ela já tinha tomado banho, disse que fiquei preocupado e perguntei onde ela tinha estado e não lembro o que mais, mas ela só se limitou a dizer que se sentiu mal e voltou pro quarto, que não me disse nada porque não me encontrou e o celular dela ficou sem bateria, além de que ela acabou dormindo, não falamos mais nada e fui tomar banho esperando ter sorte, mas quando saí do banheiro ela já estava dormindo, só me deitei ao lado dela e a deixei dormir.
Não conseguia tirar da cabeça os três caras que tinham desejado minha esposa desde que a viram na mesa durante o jantar e que ela, tão altiva e indiferente, tinha recusado, de algum jeito conseguiram tirar a puta que ela carrega dentro e comer ela à vontade, lembrava de cada vez que presenciei eles metendo a pica nela fazendo ela berrar como a puta que ela é e fiquei muito puto, não por ver e saber no que ela tinha se tornado, mas pelo fato de que a última vez que pude tocar minha mulher foi naquela madrugada quando o máximo que consegui foi gozar nos peitos dela enquanto ela estava inconsciente por tanto álcool, eu estava puto com ela e comigo porque queria mais que tudo comer aquela delícia de vagabunda e não tive coragem, ou porque minha taradice foi maior e agora via a oportunidade cada dia mais distante.
Depois daquela noite, o que ainda restava do nosso casamento desmoronou, ela simplesmente perdeu todo o interesse na nossa relação, não havia contato verbal, visual e muito menos físico, e quando trocávamos palavras sempre terminava em briga, o pior é que nem sei por que ela estava tão na defensiva, no fim a situação ficou tão insuportável que tivemos que dar um tempo.
Embora pareça, e até eu mesmo cheguei a pensar isso, este não é o fim dessa história ridiculamente estranha, às vezes me pergunto se todo mundo passa pelo mesmo ou por coisas parecidas, mas a gente não fica sabendo porque tem que guardar segredo ou algo assim, ou simplesmente nascemos por engano num mundo normal.
De qualquer forma, a vida segue assim como essa história, só que isso fica para outro dia.
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