Puta surpresa safada 7

Depois da primeira rodada de sexo proibido entre minha esposa e o amante dela, os dois se levantaram, Maurício vestiu a calça, largou os sapatos de lado e se jogou no sofá. Laura se levantou e, como tinha combinado, foi pro banheiro se lavar. Eu tentava encontrar o momento e a desculpa perfeita pra acordar, já não aguentava mais a dureza do meu pau que queria se aliviar, mas tive que segurar. Vi minha chance quando, uns minutos depois, minha esposa voltava do banheiro e tropeçou em alguma coisa, talvez uma cadeira (a verdade é que não sei). O ponto é que ela derrubou umas coisas, fazendo muito barulho e criando a desculpa perfeita. Tanto o convidado quanto eu (que "acordei" assustado) corremos pra ver o que tinha acontecido.

Ao me ver, Maurício ficou parado no corredor e só perguntou se tava tudo bem. Eu me aproximei, fingindo confusão, e perguntei o que houve. Laura tava juntando uns talheres do chão, e eu fui ajudar. Enquanto fazia isso, desviava discretamente o olhar pro decote dela, procurando algum vestígio do encontro molhado anterior, mas a única coisa que vi foram os mamilos dela durinhos, pressionando contra o vestido justo que mal conseguia conter as deliciosas tetas dela soltas.

Escondi como pude o volume na minha calça e fui pro banheiro, tentando não parecer ansioso. Assim que fechei a porta, liberei meu pau e, me masturbando, comecei a procurar o sutiã da minha esposa. Achei que estivesse pendurado no chuveiro depois de lavado, mas não tava lá nem nos móveis perto. Já desesperado, abri o armário embaixo da pia e, no fundo, encontrei um rolinho de pano. A primeira coisa que desenrolei foi a calcinha dela, molhada com os sucos vaginais. Não consegui evitar de cheirar e pensar que ela tinha tirado pra ficar pronta e à disposição. Depois, desenrolei o sutiã molhado e me deparei com a porra ainda grossa do vizinho. Me envergonha admitir, mas imediatamente levei ele até o rosto pra cheirar. Senti um choque pelo corpo todo e fiquei a um passo de... Um pouco de gozo escorrendo, a combinação do aroma da minha esposa com o cheiro da gozada do Maurício me pareceu deliciosa naquele momento. Instantaneamente, enrolei meu pau no sutiã da minha esposa para me masturbar e gozei na hora.
Já mais calmo, enrolei as roupas de novo e as deixei onde tinha encontrado. Me certifiquei de me limpar bem e, fazendo barulho suficiente, anunciei minha saída do banheiro. Eles estavam sentados no sofá “conversando”. Me servi uma dose e me juntei à conversa. Aos poucos, meu drink foi acabando e, fingindo uma embriaguez pesada, tentei me servir mais um, garantindo ser tão desastrado que até o vizinho teve que me ajudar. Uns minutos depois, me levantei do sofá — “já volto” — foi a única coisa que falei.
Cambaleando, fui até o quarto onde nosso pequeno dormia e me deitei na cama. Umas dez minutos devem ter passado, e a silhueta da minha mulher apareceu na porta. Ela estava ali pra ver como eu estava e, ao ser recebida por uma orquestra de roncos profundos, me chamou pelo nome várias vezes só pra ter certeza. Saiu do quarto fechando a porta atrás de si.
Deixei passar um tempo e, quando julguei seguro, me levantei pra espiar pelo buraco ao redor da maçaneta. Minha esposa cavalgava o vizinho, rebolando a bunda deliciosamente em círculos e depois pra frente e pra trás, alternando. Ao mesmo tempo, segurava a cabeça do Maurício, que afundava o rosto entre os peitos dela, enquanto ele massageava e apertava as bundas firmes dela com as duas mãos. Me surpreendeu a resistência do vizinho, que depois de uns 15 minutos ainda aguentava aquela sentada incrível da minha mulher sem gozar. Nessa hora, eu já estava gozando atrás da porta onde me escondia.
De repente, lembrei onde estava e procurei algo pra limpar a bagunça que tinha feito. Por sorte, tinha um monte de roupa que íamos jogar fora. Peguei qualquer peça e, assim que consegui limpar a área, Aflito, fui até o buraco na porta esperando não ter perdido o final. Foi uma surpresa incrível ver minha esposa deitada de bruços no sofá, com o vestido apenas na cintura, enquanto Maurício, por cima dela, enfiava o pau nela igual da primeira vez, o que me trouxe lembranças…

Não demorou muito até Maurício começar a meter desesperadamente entre as contrações dela e os gemidos gostosos da Laura, quase abafados pela música que ainda tocava. Enquanto ele gozava dentro da minha mulher, eu me masturbava de novo atrás da porta, mas dessa vez consegui me segurar, esperando que mais tarde Laura entrasse no quarto e me deixasse aliviar. Deitei na cama pra evitar surpresas e, depois de um bom tempo, ouvi a porta da rua abrir e fechar. Obviamente era o vizinho indo embora satisfeito por enquanto.

Esperei muito tempo, mas nada acontecia. Achei que Laura estivesse tomando banho, mas não ouvia barulho nenhum. Cautelosamente, levantei pra espiar de novo pelo buraco da porta e vi ela ainda deitada de bruços no sofá. Estranhei, esperei mais um pouco, mas acabei me desesperando. Saí e me aproximei pra confirmar minhas suspeitas: ela estava profundamente dormindo ou inconsciente pela quantidade de álcool que tinha bebido. Só a cobria um lençol velho que estava por ali, que eu tirei na hora. Fiquei surpreso que ela ainda estava tão nua como Maurício tinha deixado depois de se acabar nela.

Sem esperar, me despi e me preparei pra aliviar meu tesão. Passei o rosto pelo corpo dela, sentindo o cheiro de suor e sexo impregnado. Acariciei ela suavemente de cima a baixo até chegar na buceta dela, toda molhada de fluidos. Abri as pernas dela pra realizar minhas intenções. Um pequeno jato translúcido escorreu entre as nádegas dela. Imediatamente, afastei elas e senti um estranho baque dentro de mim: Maurício tinha arrombado o cu da minha esposa à vontade até esvaziar toda a porra dele. Dentro, fiquei de boca aberta por um momento, mas quando consegui reagir, decidi aproveitar a situação.
Tremendo de tesão, fui enfiando a pica no cu cheio de porra do vizinho, minha surpresa só aumentou quando consegui meter até o fundo sem esforço, a pica enorme de outro homem abriu o cu da minha esposa tão fundo que me poupou qualquer trabalho, não parava de imaginar aquela tranca enorme entrando e saindo, abrindo minha mulher que gemia de prazer sem se importar com quem ouvia, não aguentei mais e meti com tanta força e rapidez que pude, sem me importar se ela acordava (o que, surpreendentemente, não aconteceu), a sensação do cu quente dela lubrificado pela porra do vizinho e a imagem da minha mulher empalada naquela pica enorme me excitaram tanto que não durei muito, quando comecei a gozar não quis fazer dentro, tirei e gozei nas nádegas dela, entre elas, nas costas, tinha uma vontade imensa de banhá-la no meu sêmen, obviamente não teria o suficiente, mas me contentei com o que consegui, que sem me gabar, foi bastante.
Sem tirar os olhos dela, me levantei exausto e fiquei ali olhando por um tempo até lembrar que meu filho estava em casa, voltei para o quarto e me certifiquei de fechar a porta de um jeito que ele não pudesse sair se acordasse antes da gente, porque deixei a Lan exatamente como estava, sem cobri-la com nada, queria ver como ela reagiria no dia seguinte, esperando que ela percebesse e me questionasse sobre aquilo, queria contar tudo o que sabia, que aquilo me deixava inexplicavelmente excitado e que longe de ser um problema, queria comê-la junto com o vizinho, mas não tive coragem na hora, mas adorei ver como ela foi comida e conhecer a puta que ela carrega por dentro, que eu também queria aproveitar aquela puta na próxima vez.
Mas não aconteceu nada, no dia seguinte fui o último a acordar, o café da manhã estava pronto, meu filho já estava comendo e a Lan estava fresca, limpa e Feliz, embora de ressaca igual a mim, o dia inteiro fiquei de olho nela pra descobrir qualquer pista que me desse um motivo pra abrir o jogo com ela, mas no fim foi um dia normal, da minha competição imaginar... bom, o que posso dizer.

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