Depois da primeira rodada de sexo ilícito entre minha esposa e seu amante, ambos se levantaram. Maurício vestiu a calça e deixou os sapatos de lado, deitando-se no sofá. Laura levantou-se e, como havia ficado, dirigiu-se ao banheiro para se higienizar. Eu tentava encontrar o momento e a desculpa perfeita para "acordar" – já não aguentava a firmeza do meu membro, que queria alívio, mas tive que segurar. Vi minha chance quando, alguns minutos depois, minha esposa voltava do banheiro e tropeçou em algo, talvez uma cadeira (na verdade não sei). O ponto é que derrubou algumas coisas fazendo muito barulho e criando a desculpa perfeita. Tanto o convidado quanto eu (que "acordei" surpreso) nos apressamos para ver o que havia acontecido.
Ao me ver, Maurício ficou parado no corredor e limitou-se a perguntar se estava tudo bem. Eu me aproximei fingindo confusão e perguntando o que havia acontecido. Laura estava recolhendo alguns talheres do chão e eu me aproximei para ajudá-la. Enquanto fazia isso, dirigia discretamente meu olhar ao seu decote, buscando algum vestígio de seu encontro úmido anterior, mas a única coisa que vi foram seus mamilos eretos pressionando contra o vestido justo, que mal conseguia conter seus deliciosos peitos em liberdade.
Escondi como pude o volume na minha calça e dirigi-me ao banheiro, tentando não parecer ansioso. Assim que fechei a porta, liberei meu pau e, me masturbando, comecei a procurar o sutiã da minha esposa. Supus que estivesse pendurado no box depois de lavado, mas não estava lá nem nos móveis próximos. Já desesperado, abri o armário embaixo da pia e, no fundo, encontrei um rolinho de tecido. A primeira coisa a desenrolar foram suas calcinhas úmidas com seus fluidos vaginais. Não pude evitar cheirá-las e pensar que ela as tirou para ficar pronta e à disposição. Depois, desenrolei o sutiã úmido e me deparei com o leite ainda grosso do vizinho. Tenho vergonha de admitir, mas imediatamente aproximei-o do rosto para sentir o cheiro. Senti um choque por todo o corpo e estive a... Um pouco de me lambuzar, a combinação do aroma da minha esposa e o cheiro da gozada do Maurício me pareceu deliciosa naquele momento. Instantaneamente, envolvi meu pau com o sutiã da minha esposa para me masturbar e gozei imediatamente.
Já mais tranquilo, enrolei as roupas novamente e as deixei onde as havia encontrado, certifiquei-me de me limpar bem e, fazendo barulho suficiente, anunciei minha saída do banheiro. Eles estavam sentados no sofá "conversando", servi-me uma dose e me juntei à conversa. Pouco a pouco, meu drink foi acabando e, fingindo uma embriaguez severa, tentei servir-me mais um drink, certificando-me de ser tão desajeitado que até o vizinho teve que me ajudar. Alguns minutos depois, levantei-me do sofá. "Agora volto" foi a única coisa que disse.
Cambaleando, dirigi-me ao quarto onde nosso pequeno dormia e deitei na cama. Talvez uns 10 minutos se passaram e a figura da minha mulher apareceu na porta. Ela estava lá para verificar meu estado e, ao ser recebida por uma orquestra de roncos profundos, me chamou pelo nome várias vezes só para ter certeza. Saiu do quarto fechando a porta atrás de si.
Deixei passar um tempo e, quando julguei seguro, levantei para espiar pelo buraco ao redor da maçaneta da porta. Minha esposa cavalgava o vizinho, movendo os quadris deliciosamente em círculos e depois para frente e para trás alternadamente. Ao mesmo tempo, segurava a cabeça do Maurício, que afundava o rosto entre os peitos da minha esposa, e ele, com ambas as mãos, massageava e apertava suas nádegas firmes. Me surpreendeu a resistência do vizinho que, depois de uns 15 minutos, ainda estava recebendo uma foda tão incrível da minha mulher sem gozar. Até então, eu já estava gozando atrás da porta onde me refugiava.
De repente, lembrei onde estava e procurei algo para limpar a bagunça que havia feito. Por sorte, havia muita roupa que iríamos descartar. Peguei qualquer peça e, depois de conseguir limpar a área Afetado, me dirigi ao buraco na porta, esperando não ter perdido o final. Foi uma surpresa incrível ver minha esposa deitada de bruços no sofá, com o vestido apenas na cintura, enquanto Maurício, por cima dela, enfiava seu pau da mesma forma que da primeira vez, o que me trouxe memórias...
Não demorou muito para que Maurício começasse a penetrá-la desesperadamente entre suas contrações e os deliciosos gemidos de Laura, quase abafados pela música que ainda tocava. Enquanto ele gozava dentro da minha mulher, eu me masturbava novamente atrás da porta, mas desta vez consegui me segurar, esperando que mais tarde Laura entrasse no quarto e me permitisse aliviar a tensão. Deitei na cama para evitar surpresas e, depois de um bom tempo, ouvi a porta da rua abrir e fechar — obviamente era o vizinho indo embora, satisfeito por enquanto.
Esperei muito, mas nada acontecia. Imaginei que Laura estivesse tomando banho, mas não havia barulho algum. Cautelosamente, levantei para espiar novamente pelo buraco da porta e a vi ainda deitada de bruços no sofá. Estranhando, esperei mais um pouco, mas acabei ficando desesperado. Saí e me aproximei para confirmar minhas suspeitas: ela estava profundamente dormida ou inconsciente pela grande quantidade de álcool que havia bebido. Só a cobria um lençol velho que estava por perto, que tirei imediatamente. Fiquei surpreso ao vê-la ainda tão nua como Maurício a havia aproveitado.
Sem esperar, me despi e me preparei para aliviar minha tesão. Passei meu rosto por seu corpo, sentindo o cheiro de suor e sexo impregnado nela. Suavemente, a acariciei de cima a baixo até chegar à sua virilha encharcada de mel. Abri suas pernas para concretizar minhas intenções, e um pequeno filete translúcido escorreu de entre suas nádegas. Imediatamente as separei e senti uma estranha reviravolta dentro de mim: Maurício tinha arrombado o cu da minha esposa à vontade, até esvaziar toda a sua porra lá dentro. Dentro, fiquei de boca aberta por um momento, mas quando consegui reagir, decidi aproveitar a situação. Tremendo de excitação, fui enfiando devagar o pau no cu cheio de porra do vizinho da minha esposa. Minha surpresa só aumentou quando consegui enfiar até o fundo sem problema nenhum. O pauzão do outro homem já tinha aberto o cu dela tão profundamente que não precisei fazer nenhum esforço. Não conseguia parar de imaginar aquela tranca enorme entrando e saindo, abrindo a minha mulher, que gemía de prazer sem se importar quem ouvisse. Não aguentei mais e enfiei com toda a força e velocidade que pude, sem me importar se ela ia acordar (o que, surpreendentemente, não aconteceu). A sensação do cu quente dela, lubrificado pela porra do vizinho, e a imagem da minha mulher enfiada naquele pauzão me excitaram tanto que não durou muito. Quando comecei a gozar, não quis gozar dentro. Tirei e jorrei nas nádegas dela, entre elas, nas costas... Tive uma vontade imensa de banhá-la no meu sêmen, obviamente não teria o suficiente, mas fiquei satisfeito com o que consegui — e, sem querer me gabar, foi bastante.
Sem parar de olhar para ela, levantei-me exausto e fiquei ali vendo-a por um tempo, até que lembrei que meu filho estava em casa. Voltei ao quarto e me certifiquei de trancar a porta, para que meu filho não pudesse sair se acordasse antes de nós. Deixei a Lan exatamente como estava, sem cobri-la com nada, porque queria ver como ela reagiria no dia seguinte, esperando que ela dissesse que percebeu e me questionasse a respeito. Queria contar tudo que sabia, que aquilo me deixou inexplicavelmente excitado e que, longe de ser um problema, eu queria transar com ela junto com o vizinho — mas não tive coragem na hora. Só que adorei ver como ele a comeu e conhecer a puta que ela esconde por dentro. Eu também queria aproveitar essa puta da próxima vez.
Mas nada aconteceu. No dia seguinte, fui o último a acordar. O café da manhã estava pronto, meu filho já estava comendo, e a Lan estava fresca, limpa e... feliz, mas com ressaca igual a mim, passei o dia todo focado nela tentando descobrir qualquer sinal que me desse a deixa para me abrir com ela, mas no fim foi um dia normal, da minha imaginação… bem, o que posso dizer.
Ao me ver, Maurício ficou parado no corredor e limitou-se a perguntar se estava tudo bem. Eu me aproximei fingindo confusão e perguntando o que havia acontecido. Laura estava recolhendo alguns talheres do chão e eu me aproximei para ajudá-la. Enquanto fazia isso, dirigia discretamente meu olhar ao seu decote, buscando algum vestígio de seu encontro úmido anterior, mas a única coisa que vi foram seus mamilos eretos pressionando contra o vestido justo, que mal conseguia conter seus deliciosos peitos em liberdade.
Escondi como pude o volume na minha calça e dirigi-me ao banheiro, tentando não parecer ansioso. Assim que fechei a porta, liberei meu pau e, me masturbando, comecei a procurar o sutiã da minha esposa. Supus que estivesse pendurado no box depois de lavado, mas não estava lá nem nos móveis próximos. Já desesperado, abri o armário embaixo da pia e, no fundo, encontrei um rolinho de tecido. A primeira coisa a desenrolar foram suas calcinhas úmidas com seus fluidos vaginais. Não pude evitar cheirá-las e pensar que ela as tirou para ficar pronta e à disposição. Depois, desenrolei o sutiã úmido e me deparei com o leite ainda grosso do vizinho. Tenho vergonha de admitir, mas imediatamente aproximei-o do rosto para sentir o cheiro. Senti um choque por todo o corpo e estive a... Um pouco de me lambuzar, a combinação do aroma da minha esposa e o cheiro da gozada do Maurício me pareceu deliciosa naquele momento. Instantaneamente, envolvi meu pau com o sutiã da minha esposa para me masturbar e gozei imediatamente.
Já mais tranquilo, enrolei as roupas novamente e as deixei onde as havia encontrado, certifiquei-me de me limpar bem e, fazendo barulho suficiente, anunciei minha saída do banheiro. Eles estavam sentados no sofá "conversando", servi-me uma dose e me juntei à conversa. Pouco a pouco, meu drink foi acabando e, fingindo uma embriaguez severa, tentei servir-me mais um drink, certificando-me de ser tão desajeitado que até o vizinho teve que me ajudar. Alguns minutos depois, levantei-me do sofá. "Agora volto" foi a única coisa que disse.
Cambaleando, dirigi-me ao quarto onde nosso pequeno dormia e deitei na cama. Talvez uns 10 minutos se passaram e a figura da minha mulher apareceu na porta. Ela estava lá para verificar meu estado e, ao ser recebida por uma orquestra de roncos profundos, me chamou pelo nome várias vezes só para ter certeza. Saiu do quarto fechando a porta atrás de si.
Deixei passar um tempo e, quando julguei seguro, levantei para espiar pelo buraco ao redor da maçaneta da porta. Minha esposa cavalgava o vizinho, movendo os quadris deliciosamente em círculos e depois para frente e para trás alternadamente. Ao mesmo tempo, segurava a cabeça do Maurício, que afundava o rosto entre os peitos da minha esposa, e ele, com ambas as mãos, massageava e apertava suas nádegas firmes. Me surpreendeu a resistência do vizinho que, depois de uns 15 minutos, ainda estava recebendo uma foda tão incrível da minha mulher sem gozar. Até então, eu já estava gozando atrás da porta onde me refugiava.
De repente, lembrei onde estava e procurei algo para limpar a bagunça que havia feito. Por sorte, havia muita roupa que iríamos descartar. Peguei qualquer peça e, depois de conseguir limpar a área Afetado, me dirigi ao buraco na porta, esperando não ter perdido o final. Foi uma surpresa incrível ver minha esposa deitada de bruços no sofá, com o vestido apenas na cintura, enquanto Maurício, por cima dela, enfiava seu pau da mesma forma que da primeira vez, o que me trouxe memórias...
Não demorou muito para que Maurício começasse a penetrá-la desesperadamente entre suas contrações e os deliciosos gemidos de Laura, quase abafados pela música que ainda tocava. Enquanto ele gozava dentro da minha mulher, eu me masturbava novamente atrás da porta, mas desta vez consegui me segurar, esperando que mais tarde Laura entrasse no quarto e me permitisse aliviar a tensão. Deitei na cama para evitar surpresas e, depois de um bom tempo, ouvi a porta da rua abrir e fechar — obviamente era o vizinho indo embora, satisfeito por enquanto.
Esperei muito, mas nada acontecia. Imaginei que Laura estivesse tomando banho, mas não havia barulho algum. Cautelosamente, levantei para espiar novamente pelo buraco da porta e a vi ainda deitada de bruços no sofá. Estranhando, esperei mais um pouco, mas acabei ficando desesperado. Saí e me aproximei para confirmar minhas suspeitas: ela estava profundamente dormida ou inconsciente pela grande quantidade de álcool que havia bebido. Só a cobria um lençol velho que estava por perto, que tirei imediatamente. Fiquei surpreso ao vê-la ainda tão nua como Maurício a havia aproveitado.
Sem esperar, me despi e me preparei para aliviar minha tesão. Passei meu rosto por seu corpo, sentindo o cheiro de suor e sexo impregnado nela. Suavemente, a acariciei de cima a baixo até chegar à sua virilha encharcada de mel. Abri suas pernas para concretizar minhas intenções, e um pequeno filete translúcido escorreu de entre suas nádegas. Imediatamente as separei e senti uma estranha reviravolta dentro de mim: Maurício tinha arrombado o cu da minha esposa à vontade, até esvaziar toda a sua porra lá dentro. Dentro, fiquei de boca aberta por um momento, mas quando consegui reagir, decidi aproveitar a situação. Tremendo de excitação, fui enfiando devagar o pau no cu cheio de porra do vizinho da minha esposa. Minha surpresa só aumentou quando consegui enfiar até o fundo sem problema nenhum. O pauzão do outro homem já tinha aberto o cu dela tão profundamente que não precisei fazer nenhum esforço. Não conseguia parar de imaginar aquela tranca enorme entrando e saindo, abrindo a minha mulher, que gemía de prazer sem se importar quem ouvisse. Não aguentei mais e enfiei com toda a força e velocidade que pude, sem me importar se ela ia acordar (o que, surpreendentemente, não aconteceu). A sensação do cu quente dela, lubrificado pela porra do vizinho, e a imagem da minha mulher enfiada naquele pauzão me excitaram tanto que não durou muito. Quando comecei a gozar, não quis gozar dentro. Tirei e jorrei nas nádegas dela, entre elas, nas costas... Tive uma vontade imensa de banhá-la no meu sêmen, obviamente não teria o suficiente, mas fiquei satisfeito com o que consegui — e, sem querer me gabar, foi bastante.
Sem parar de olhar para ela, levantei-me exausto e fiquei ali vendo-a por um tempo, até que lembrei que meu filho estava em casa. Voltei ao quarto e me certifiquei de trancar a porta, para que meu filho não pudesse sair se acordasse antes de nós. Deixei a Lan exatamente como estava, sem cobri-la com nada, porque queria ver como ela reagiria no dia seguinte, esperando que ela dissesse que percebeu e me questionasse a respeito. Queria contar tudo que sabia, que aquilo me deixou inexplicavelmente excitado e que, longe de ser um problema, eu queria transar com ela junto com o vizinho — mas não tive coragem na hora. Só que adorei ver como ele a comeu e conhecer a puta que ela esconde por dentro. Eu também queria aproveitar essa puta da próxima vez.
Mas nada aconteceu. No dia seguinte, fui o último a acordar. O café da manhã estava pronto, meu filho já estava comendo, e a Lan estava fresca, limpa e... feliz, mas com ressaca igual a mim, passei o dia todo focado nela tentando descobrir qualquer sinal que me desse a deixa para me abrir com ela, mas no fim foi um dia normal, da minha imaginação… bem, o que posso dizer.
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