Lynda Angélica 7 - Eu sou a Lynda

Certo dia de fim de semana, meu marido me pediu pra acompanhá-lo no corte de cabelo. Ele me contou que há muito tempo frequentava uma barbearia que ficava a 15 minutos de casa, disse que sempre tinha uma vibe boa no lugar e que se dava super bem com os caras de lá. Eu pensei que nesse lugar trabalhavam uns senhores e fiquei com preguiça de ir. Não tava muito afim de sair, mas meu marido insistiu e só falou pra eu me arrumar bem gostosa, que depois de lá ele me levaria num shopping pra fazer compras. No fim, meu filho ficaria com minha sogra, então combinamos de ir meio-dia. A gente atrasou esperando minha sogra chegar em casa e já tava tarde.

Era um dia quente pra caralho, então entrei no banho pra me aprontar. Quando saí, resolvi vestir uma saia curta preta, rodada, acima do joelho, com um top branco curtinho, de costas nuas, daqueles que só seguram com um cordão fino atrás. Dessa vez, preferi não usar sutiã porque o top segurava bem meus peitos. Coloquei uma calcinha fio dental rosa de renda que sumia no meio da minha bunda e, pra completar o look, um sapato marrom de plataforma. Meu marido, como sempre, babava todo só de me ver, e dessa vez não foi diferente — ele me elogiava o tempo todo.

Saímos rumo à barbearia. No caminho, meu marido disse que tinha uma surpresa pra mim: que tinha alguém que queria me apresentar e que, se eu gostasse, podia dar pra ele. Semanas antes, meu marido já tinha me pedido pra transar com meu chefe — na verdade, já tinha rolado várias vezes de eu ficar com ele, com o consentimento do meu marido. Mas o que ele acabou de me falar me deixou perplexa.

Meu marido adorava ouvir as histórias que eu contava sobre as coisas que fazia com meu chefe, como ele me comia no escritório dele ou na casa de praia em Puerto Progreso. Teve até uma vez que ele ligou pro meu marido e deixou o celular... perto pra ele ouvir como meu chefe me dava uma trepada daquelas, tanto ele quanto eu tínhamos aproveitado muito. Nós dois curtíamos, eu por motivos óbvios, descobria mais minha sexualidade e comia meu chefe com toda liberdade, e meu marido ficava com tesão sabendo que sua esposinha fazia ele de corno e ele adorava. Eu amo muito meu marido, e cada aventura que tenho é pra manter a chama da paixão no nosso relacionamento.

Sem me contar mais nada da surpresa, chegamos num lugar que ficava numa pracinha. O salão era no andar de cima do prédio, com algumas lojas, a maioria já fechada por causa do horário, tenho que dizer que a gente se atrasou esperando minha sogra chegar pra cuidar do meu filho. Dentro do salão só tinha um cara moreno, uns 29 anos, muito gostoso, cabelo preto, barba e tatuagens nos braços, era dominicano, com um sotaque sexy quando falava, magro e um pouco mais alto que eu. Quando vi ele, falei: "Meu Deus, que delícia de homem!" Kkkk. Era um puta gostosão em todos os sentidos, tava de camiseta e moletom, mas dava pra ver que era um corpinho de dar água na boca, fiquei apaixonada naquele bombom desde que vi.

Pelo visto ele se dava super bem com meu marido, percebi pelo jeito que se cumprimentaram — "Bem-vindo, Bro, que bom que você chegou, tava te esperando, os outros caras foram embora, então vou atender só você" — disse Joel, o barbeiro. — "Que bom que só você tá, Bro, olha, te apresento minha esposa, ela é a Angie" — falou meu marido. Ele respondeu — "Bem-vinda, Angie, a esposa do meu bro é muito bem-vinda e com todo respeito, Angie, você é muito gata, hein!" — rimos os três enquanto entrávamos no salão. — "Valeu, Joel, acredita que o prazer é todo meu? Você também é bem gostoso, hein, pena que vim com meu marido..." — falei na hora que nos cumprimentamos com um beijo no rosto, pude segurar no braço dele enquanto ele me cumprimentava, ele tinha uns braços fortes e cheirava gostoso.
Aquele homem tava me deixando louca, eu tava fascinada por ele. Joel fechou a porta por dentro e a gente entrou no salão onde ficavam as cadeiras de barbeiro, três cadeironas posicionadas a uns dois metros uma da outra. Joel insistiu pra eu ir com eles e falou que, se eu quisesse, podia sentar numa das cadeiras de barbeiro enquanto ele atendia meu marido. Fiz isso, fui com eles pro salão, meu marido sentou na cadeira, Joel começou a cortar o cabelo dele.
Eu me sentei, girando a cadeira pra ficar de frente pra eles, cruzei as pernas. Minha saia, por ser tão curta, subiu até o meio da coxa, e pela lateral dela eu tinha certeza que dava pra ver minhas coxas. Eu tava com tesão, e aquele homem me deixava nervosa. Toda a experiência que eu tinha ganhado manipulando e seduzindo os homens sumiu, não acreditava que aquele cara, mais novo que eu, me deixava nervosa e com muito tesão.
Meu marido tava de perfil, e Joel andava em volta dele tentando cortar o cabelo. Quando Joel ficava de frente pra mim, o olhar dele se perdia entre minhas pernas, ele me encarava de um jeito descarado, eu via ele morder o lábio toda vez que fazia isso, e se tocava na parte do pau dele. Mesmo com a calça de moletão que ele usava, dava pra ver a ereção crescendo.
Numa vez que ele virou pra me olhar, eu abaixei minha perna e abri um pouco pra aquele moreno poder se deliciar. Eu sentia minha buceta molhadinha de tesão e de tão excitada que tava, meus bicos começaram a endurecer, desenhando dois pontinhos, um de cada lado do meu top. Queria provocar ainda mais aquele homem, então levantei minha saia, erguendo minhas duas pernas pra colocar em cima do apoio de braço da cadeira, quase deitada nela.
Isso fez minha saia abrir por baixo e dar pra ver parte das minhas nádegas. Como eu tava usando uma calcinha fio dental rosa, deixei à vista do meu marido e do dominicano uma visão da minha bunda. O dominicano ficou nervoso e olhou pro meu marido. Meu marido já tava me Ele tinha visto e, pela expressão dele, tava gostando do que eu tava fazendo. Sabia o que eu tava tramando e ele topou participar:
Meu marido: "Fica tranquilo, Joel. Se quiser olhar, fica à vontade, pra isso que os olhos foram feitos."
Dominicano: "Ô, brother… com todo respeito… que gostosa que é tua esposa, hein, cara! Me desculpa, mas é impossível desviar o olhar. Ô… e ela faz isso quando tá entediada ou por que faz isso?"
Meu marido: "Não… o que acontece é que minha esposa gostou de você. É o jeito dela de dizer que quer algo contigo, hahaha."
Dominicano: "Não tô entendendo, como assim ela gostou de mim… Mas, irmão, é tua esposa, como você fala isso? Não acredito…" — Dava pra ver na cara dele que tava confuso.
Meu marido: "Calma, Joel. A gente tá numa vibe cuckold."
Dominicano: "Que porra é cuckold?"
Meu marido: "Bom, eu gosto que minha esposa transe com outros caras."
O dominicano ficou pensando um momento e virou pra me olhar.
Dominicano: "Cê acha que eu sou um bom candidato pra isso? Ia adorar." — Os dois viraram pra me encarar.
Eu desci da cadeira e me aproximei deles. Coloquei minha mão no braço do dominicano e falei: — "É isso mesmo, Joel. Gostei muito de você, desde que entrei por aquela porta já te notei. Cê é um gostosão, meu amor. Você não sabia, mas meu marido tinha uma surpresa pra mim e no final a surpresa é você." — Desci minha mão pelo torso dele, que era duro e trabalhado de academia. Joel ficou mais relaxado, então eu falei: — "Então, o que cê diz, Joel? A última palavra é sua, meu amor."
O dominicano pegou minha mão e me convidou pra dar uma volta. Eu girei enquanto aquele homem me comia com os olhos de cima a baixo. — "Angie, pelo amor de Deus! Cê tá um tesão, mamitaaa…"
Meu marido se levantou. Naquele momento, Joel me segurou pela cintura, acariciando minhas costas e levando as mãos até meus quadris, bem onde começavam minhas duas bundas. Aproveitei pra chegar mais perto dele. Ele cheirava delicioso e era lindo com aquela barba aparada. Ele se inclinou um pouco na direção do meu rosto e a gente se beijou. Eu Aproveitei pra acariciar o torso dele mais uma vez, sentindo como os peitorais e o abdômen estavam duros. Ele baixou a mão pra acariciar minha bunda, e eu aproveitei pra descer a minha até a virilha dele, que já tava dura e marcando no pants. — "Caralho, que rabão que você tem, Angie, você é uma gostosa" — ele disse, apertando minhas nádegas.

Meu marido se aproximou, pegou minha saia e levantou pra mostrar minha bunda pra aquele homem. Minha nádega apareceu, e só dava pra ver a tirinha da minha calcinha fio-dental na parte de cima, porque o fio se perdia no meio da minha bunda. — "Tá gostando, Joel? Toca, meu amigo. Você não pode perder a chance de foder minha esposa, não vai se arrepender, irmão" — meu marido falou.

Sem mais, meu marido se acomodou de novo na cadeira, girando ela pra ficar de frente pra nós, como um espectador. Joel se posicionou de costas pro toucador, e eu cruzei minhas mãos no pescoço dele de novo. Joel me segurou pela cintura mais uma vez, e a gente se afundou num beijo.

Nem preciso dizer que eu tava mais do que tesuda naquele momento. Já tinha aquele homem nos meus braços, e tava ficando louca por ele. Não via a hora de ter ele dentro das minhas pernas e saborear ele.

A gente continuava se beijando, abraçados como se fôssemos dois namorados. Joel enfiava a língua dentro da minha boca e me beijava de um jeito delicioso. Ele sussurrou no meu ouvido: — "Angie, você me deixa louco, você é uma delícia, quero te foder aqui e agora."

Joel desfez o nó do pants e baixou ele junto com a cueca até os joelhos. Só saiu um "omg" da minha boca quando vi o tamanho do bagulho daquele dominicano. Era grande, com uma cabeça redonda e preta, e mal dava pra fechar o punho da minha mão em volta.

O mais curioso é que eu nunca tinha visto um pau como o daquele dominicano. Era um pau que tava torto, não conseguia ficar reto numa direção, tava literalmente dobrado. Eu me ajoelhei na frente dele, peguei o pau dele com as mãos, cobri com as palmas, e mesmo assim faltava pra conseguir cobrir tudo. completamente aquela cock preta, sem mais delongas, aproximei minha língua e passei pela glande daquele homem, ele tinha líquido pré-seminal que não hesitei em lamber na hora, tudo parecia delicioso vindo daquele homem.
O pau dele tinha um cheiro peculiar que eu amava e o gosto do sêmen era um pouco salgado, mas era uma delícia, coloquei na minha boca e chupei como se fosse um doce, o pau dele percorria todo o interior da minha boca, eu tenho boca pequena e o pau dele cobria todo o comprimento dos meus lábios, me sentia sendo penetrada por aquele homem pela minha boca.
Joel segurava meu cabelo, olhou pro meu marido e disse - "Que gostoso sua mulher chupa meu pau, hein! Dá pra ver que tem experiência, olha como ela chupa".
Olhei pro meu marido e dava pra ver que ele estava excitado, tinha as mãos na virilha por cima da calça e estava se tocando, isso me excitou ainda mais, peguei o pau do meu negão e enfiei ainda mais fundo na minha boca, estava adorando, minha mão brincava com as bolas dele acariciando "Chupa gostoso, putinha, você gosta, né? Gosta de fazer seu marido de corno, você é uma puta".
Joel segurou meu cabelo, enroscou na mão dele e puxou pra perto. Ele assumiu o ritmo naquele momento, segurou minha cabeça e começou um movimento de quadril como se estivesse me penetrando, se movia e o pau dele saía e entrava dentro da minha boca, já estava completamente duro, eu gozava extasiada com aqueles movimentos, com o pau na minha boca ele se inclinou pra frente pra alcançar minhas nádegas, que começou a acariciar e apertar, eu levantei minha saia e esse homem me dava tapas na bunda, se inclinou mais e o pau dele saiu da minha boca, coloquei as mãos no chão como se estivesse de quatro, meu novo homem.
Esse dominicano aproveitou pra passar a mão na minha bunda, apertava minhas nádegas e levava os dedos pro meu cuzinho por cima da minha calcinha rosa, me dava tapas na bunda, então molhou os dedos com a saliva dele, puxou minha calcinha pro lado e começou a estimular minha buceta que já estava tava molhadíssima, brincou um pouco com o buraco do meu cu e se levantou.
Aproveitei pra pegar o pau dele de volta e enfiar na minha boca de novo, meu homem tava curtindo o boquete que eu tava dando, enfiava o pau na minha boca e dessa vez fazia rápido, querendo que aquele homem gozasse em cima de mim, tirei o pau da boca e passei meus lábios por toda a glória dele, ia até a base e subia até a ponta da glande, tava curtindo como nunca aquele pau.

Joel aproveitou pra tirar meu top e deixou meus peitos nus, eu continuei chupando o pau dele com a boca, meu marido já tinha o pau pra fora da calça e tava se masturbando, ele também tava adorando ver a esposa enfiar a rola daquele dominicano na boca. Fiquei assim um tempo chupando aquela rola gostosa, até que Joel me fez levantar e pediu pra gente se mover mais pro fundo, caso alguém pudesse nos ver.

Meu marido me pegou pela cintura e me acompanhou atrás do Joel, beijei meu marido e subimos uma escada, no fim chegamos num quarto que tinha uma porta preta. Joel abriu e entramos.

Tinha um monte de caixas com produtos do local e num canto uma cama pequena com lençóis brancos. Joel tirou o resto da roupa que ainda tinha, eu tirei a saia e tirei a calcinha fio dental, que meu marido pegou. Joel deitou de barriga pra cima na cama e eu segui ele, me inclinando pra continuar chupando aquela rola gostosa, tava de quatro na cama com o pau do Joel na minha boca.

A mão dele percorria minhas nádegas e de vez em quando me dava tapas na bunda que me faziam soltar gemidos que enchiam o quartinho.

Meu marido já tava sem roupa, sentado num sofá no canto do quarto sem falar nada, parecia extasiado se masturbando. Joel me puxou pra perto dele, eu aproximei minha bunda na cara dele, cruzei minha perna por cima do rosto dele, ficando na posição 69, a língua dele tava percorrendo minha buceta e meu clitóris, só consegui me concentrar na pica do Joel na minha boca com tanta boquete gostosa que esse homem tava me dando, não aguentei mais e já queria sentir aquele pedaço de carne dentro de mim.
Me virei, me afastei dele e subi de novo em cima pra enfiar aquela pica gostosa na minha buceta, só de esperar aquela pica entrar na minha buceta, Joel pegou minhas nádegas com as mãos e começou a me penetrar bem rápido, mexia os quadris pra cima e pra baixo pra me penetrar mais, eu fiquei parada aproveitando as investidas daquele homem.
Ele tinha uma pica bem gostosa que enchia todo o interior da minha buceta, nessa hora meu marido se levantou em cima da cama, aproximou o pau da minha boca e pediu pra eu chupar.
Eu tinha a pica do meu marido na boca e na minha buceta a pica do dominicano, era minha primeira experiência num ménage e eu tava dividindo com meu marido.
Meu marido não durou muito e gozou, o sêmen caiu no chão, meu marido desceu da cama e se acomodou de novo no sofá enquanto o dominicano continuava me penetrando, Meu Deus! Ele tinha tão grande que eu sentia que tocava meu útero quando enfiava tudo, eu não parava de gemer e gritar de tão extasiada que tava, me perdia no meu prazer com as investidas daquele homem.
Ele apalpava meus peitos, subia e chupava eles naquela posição. Eu coloquei minhas mãos no peito dele e comecei a me mexer em cima dele, mexia todo meu quadril pra enfiar aquele pau gostoso, fiquei um tempão assim aproveitando aquela pica deliciosa, sentia toda minha cavidade vaginal se encher com aquele membro preto e gostoso, continuei me mexendo de forma acelerada, enterrando ainda mais aquele pedaço de carne que não aguentei e tive um orgasmo gostoso, meus gritos inundaram o quartinho, nossos corpos banhados em suor, o orgasmo demorou uns segundos a mais que o normal, tava completamente extasiada, me separei do dominicano e fiquei de putinha.
Joel se ajoelhou atrás de mim, juntou minhas pernas e enfiou a pica dele na minha buceta de novo, puxava meu cabelo Para ele, eu era sua puta, sua mulher, a escrava sexual daquele homem, só existíamos ele e eu naquele momento. Joel me dava estocadas, batia as pernas na minha bunda quando enfiava tudo, me dava tapas na bunda e eu não parava de gritar gemendo sem parar.
O dominicano aproveitou pra estimular meu cu, com o polegar dele tentava enfiar no meu cu até que entrou, me penetrava com o pau dele na minha buceta e com os dedos me enfiava no rabo. — “Joel, meu amor, que gostoso, bebê, enche meu cu com teu pau, meu amor. Quero que você me coma o cu, meu amor, vai, mete mais, mais, não tira, meu amor.”.
Joel tirou o pau dele e levou a língua ao meu cu, enfiou dois dedos na minha buceta e começou a estimular meu cu com a língua, tava me dando umas chupadas de cu tão boas que eu não parava de gemer, ele se levantou e no meu ombro eu vi ele pegar o pau dele e levar a cabeça até a porta do meu cu, pensei que não ia entrar, mas sem mais o pau dele entrou no meu buraco anal sem muito esforço, Joel com cuidado começou a enfiar aos poucos o pau dele até que conseguiu enfiar tudo e com isso começou a bombear todo meu interior com o pau gostoso dele, enfiava e tirava tudo e de novo enterrava tudo lá dentro, eu tava gozando igual uma puta no cio.
Joel não só tinha um pau enorme, mas quando tava completamente duro, ele entortava pra um lado, era torto, e quando tava dentro de mim, estimulava a parte da minha cavidade me dando mais prazer do que qualquer outro pau que eu já tinha provado.
Ele me penetrava às vezes devagar, enfiava o pau devagar e tirava de novo e assim por diante, mas outras vezes enfiava tudo de uma vez e tirava tudo de uma vez me dando tapas na bunda. Eu sentia minha respiração sufocar com uma penetração tão bestial.
Depois de uns minutos, o dominicano me apertou pelas cadeiras e eu senti um líquido quente que inundou meu cu, meu homem dominicano gozou me dando uma carga de Uma porra enorme que encheu meu interior. Eu tive um segundo orgasmo nessa posição, ao mesmo tempo que meu homem Joel depositava o sêmen dentro do meu cu. Nós dois caímos deitados na cama.
Meu marido se aproximou e me beijou na boca — "Te amo, Angie, você é o amor da minha vida, obrigado por esse prazer que você me dá" — meu marido disse, satisfeito por ter visto a esposa dele trepando com o dominicano.

O pau do dominicano ainda estava meio duro, eu levei minha boca pra limpar os restos de porra que sobraram, subi em cima dele e o beijei como agradecimento por aquela trepada monstruosa que ele acabava de me dar. E eu sentia o sêmen do meu novo homem escorrendo pelas minhas coxas, jorrando tanto da minha buceta quanto do meu cu.

Nós três nos vestimos, me aproximei e disse pro dominicano que queria continuar dando pra ele. Ele virou pra olhar meu marido e, com um gesto, nos deu a aprovação dele. A partir daquele momento, eu ia visitar o dominicano, pegava ele na saída do trabalho pra levar pra casa dele e me foder. Ele é meu namorado desde então e, claro, meu marido sabe e me consente, permitindo que eu tenha o dominicano como namorado.

Eu gozo tanto com esse homem que sinto que estou me apaixonando por ele.

Espero que vocês curtam esse relato, é totalmente real e é uma história da minha vida...

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