Como comentei antes, quero compartilhar com vocês umas experiências explosivas que vivi com minha ex-parceira, que rolaram por acaso depois de uma briga, mas que me fizeram perceber que, se eu quisesse continuar com ela, precisava mudar as regras do nosso relacionamento e entender que amor não é posse.
Continuando na ordem cronológica dos acontecimentos, eu tinha comentado que Helena, minha namorada na época, agora tava trabalhando num outsourcing de gerenciamento de informação e dados para empresas como bancos e alguns órgãos estatais, e que nesse lugar ela tinha começado uma aventura com o contador, um cara casado de uns 60 anos, e que tinha outro colega, mais próximo da idade dela, que tava dando em cima dela. Claro, tudo rolou no maior sigilo pra evitar problemas na empresa e ninguém ficar sabendo das aventuras dela.
Helena era muito nova e ainda tava formando a personalidade dela, mas já dava pra ver que ia ser daquelas de mente aberta, que curtem sexo como uma diversão a mais, igual tomar umas cervejas, ouvir música, ver um filme, ir pra uma festa, sair com os amigos, etc. Sem precisar complicar com sentimentos.
Sexo é uma necessidade humana, igual comer, dormir ou ir ao banheiro, que também precisa ser satisfeita pra ter um prazer específico.
O que rola na nossa sociedade é que tem uns estereótipos criados onde o povo acha que só pode satisfazer essa necessidade com o parceiro, mas e se você tá longe de casa e precisa jantar num restaurante? Ou se, por causa do trabalho, você tem que viajar direto e dormir em hotéis?
A mesma coisa com o sexo: se você tá numa situação onde seu parceiro não tá por perto e sente essa necessidade, seu subconsciente vai te mandar buscar satisfazer com alguém que, no mínimo, te agrade um pouco. Reforço: uma coisa é prazer sexual, outra é Sentimentos são uma coisa, mas se dá pra fazer com a pessoa amada, muito melhor, é algo que eu concordo.
Entrando no assunto, pouco tempo depois de começar a trabalhar lá, um colega reparou nela e começou a puxar conversa pra ganhar a amizade dela.
O nome dele era Vladimir, tinha 25 anos, media 1,70m e trabalhava como motoboy da empresa, usando a própria moto pra fazer as entregas.
Aos poucos, falando de trabalho, ele foi puxando assunto e conquistando a confiança dela, até que começaram a falar de coisas pessoais. Às vezes almoçavam juntos no refeitório da empresa quando ele estava no escritório ao meio-dia.
Assim foram se conhecendo devagar. Ela contou que tinha um relacionamento comigo há alguns anos, que morava com os pais e estudava na universidade perto dali, e ele também disse que morava com os pais, não tinha namorada e não estudava.
Durante todo esse tempo, ela continuava tendo umas aventuras de vez em quando com o contador, saindo mais ou menos uma vez por semana ou às vezes a cada duas semanas, mas como eu disse, ninguém na empresa ficou sabendo.
Com o tempo, eles se tornaram bons amigos, mas aos poucos Vladimir foi se apaixonando por ela, porque aquela atração inicial virou sentimentos de amor e desejo.
Naturalmente, Helena me contava tudo o que rolava o tempo todo, porque era assim que a gente tinha combinado. Qualquer experiência que ela tivesse, do começo ao fim, ela me explicava em detalhes.
Um belo dia, Vladimir declarou os sentimentos dele. Não foi surpresa pra Helena, porque ela já desconfiava pelas atitudes que ele tinha com ela, e naquele dia ela lembrou ele de que já tinha um relacionamento comigo, mas ele insistiu que queria ela, que queria ter algo com ela, que topava qualquer coisa pra ficar com ela.
Helena na hora não disse nada, por razões óbvias, guardou Silêncio e tudo ficou suspenso, mas ele prometeu dar uma resposta pra ela.
Naquele fim de semana, eu e ela conversamos sobre o assunto e, embora ela tenha deixado claro que não estava exatamente apaixonada pelo Vladimir, sentia um carinho diferente e especial por ele, já que além de ter sido muito atencioso com ela, tinha se mostrado sincero e leal, e não sabia o que fazer pra não magoá-lo.
Era a primeira vez que algo assim acontecia com a gente e, depois de discutir e analisar os prós e contras da situação — porque havia riscos —, decidimos de comum acordo que eles podiam ter uma espécie de relação além da amizade, mas sem chegar a ser um namoro oficial, uma relação secundária e que estaria sempre condicionada ao que eu e ela decidíssemos conforme as coisas fossem se desenrolando, e que ela, como sempre, continuaria sendo completamente honesta comigo sobre os sentimentos dela.
Na segunda-feira da semana seguinte, ela pediu pra conversarem depois do trabalho, e num café a poucas quadras dali começou uma relação curta, mas estranha. Vladimir ficou felizão, abraçou ela e deu um beijo longo e apaixonado.
Como era de se esperar, na sexta-feira da mesma semana eles saíram juntos depois do expediente. Iam pra um bar perto da casa dele, depois de guardar a moto.
Ficaram bebendo uns vinhos, ouvindo música e falando de tudo e de todos, e depois disso, lá pelas 9 da noite, foram pra casa.
O Vladimir morava num apartamento pequeno no terceiro andar da casa onde vivia, e os pais dele moravam no segundo. Entraram em silêncio pra eles não perceberem que ele tinha companhia.
Já sozinhos no quarto, ele trancou a porta, ligou a TV pra ter um barulho de fundo e começou a beijar ela enquanto iam se tocando um ao outro e a excitação aumentava. Vladimir tirou a jaqueta e abriu a camisa. Minha namorada também tirou a jaqueta e os sapatos e sentou na beira da cama, fazendo sinal pra ele ficar de frente pra ela.
E assim Enquanto ela acariciava o pau dele, que já tava duríssimo por cima da calça, foi devagar desabotoando e abaixando o zíper, se preparando pra dar um boquete daqueles que ela sabe fazer, porque pra isso ela é uma expert. Quando comecei a sair com ela, ela ainda não sabia fazer assim, mas foi aprendendo aos poucos, praticando comigo e com outros amigos até ficar uma verdadeira mestra. O que ela não sabia é que logo ia levar uma surpresa enorme, literalmente...
Com a calça dele já abaixada e assim que ela puxou a cueca, pulou na frente dos olhos dela um pau como ela nunca tinha visto antes. Mesmo já tendo tido experiências sexuais com vários caras aos 21 anos, nunca tinha provado um pau tipo cogumelo, e o que ela tava prestes a chupar tinha uns 17 cm de comprimento, era circuncidado, de grossura média, pelos pubianos bem cheios mas arrumados, só as bolas estavam raspadas, e uma cabeça enorme e rosada do tamanho de um ovo grande de galinha.
Helena não conseguiu disfarçar a surpresa ao ver aquele pau tão diferente e estranho, e ele, claro, percebeu. Ela disse que era a primeira vez que via um pau daquele jeito, e ele garantiu que, pelo tamanho da cabeça, podia fazer ela sentir coisas que nunca tinha sentido antes, o que despertou ainda mais a curiosidade dela.
Depois da surpresa inicial, mais levada pela curiosidade do que pelo desejo, eles se ajeitaram pra viver o que seria, na verdade, uma experiência deliciosa pros dois. Vladimir se deitou na cama, já completamente nu da cintura pra baixo, e ela se posicionou entre as pernas dele. Enquanto ele segurava a cabeça dela suavemente com as duas mãos, acariciando os cabelos pretos e lisos, ela começou a fazer um oral bem gostoso por uns dez minutos, passando a língua em tudo, começando pelas bolas, que era a única parte raspada, subindo depois pelo tronco e pela base peluda até a cabeçona, lambendo tudo desde a coroa e brincando com a língua na abertura da uretra até conseguir fazer ele gozar.
No dia seguinte, quando a gente se viu, ela me contou os detalhes daquela noite. Ela me disse que aquela cabeça, pelo tamanho, ocupava praticamente a boca inteira dela e que, quando sentiu ele gozar, o jato de porra caiu direto no fundo da garganta, sem nem dar chance de saborear como ela gosta de fazer quando sai com um cara pela primeira vez, porque, segundo ela, pela experiência dela, o gosto da porra não é igual em todos os homens. A maioria dos que ela provou são doces e suaves, tem uns que não têm gosto nenhum e outros que são amargos. Mas, em algumas vezes antes de a gente se conhecer, tipo em festas com os amiguinhos do colégio ou com uns caras que ela conhecia em algum bar quando saía com as amigas, também apareceram uns meio salgados e outros entre azedos e ácidos.
Segundo ela, por exemplo, minha porra e a do Andrés são meio amargas, a do Jonathan e a do Giovanni é meio sem gosto, mas a do contador do escritório com quem ela saía às vezes, o senhor de 60 anos, assim como a do José, que foi o primeiro namorado dela, era meio doce. Pra quem não sabe quem são esses caras, pode ler meus relatos anteriores, porque tudo isso é a mesma história que venho contando conforme as coisas foram acontecendo.
A Helena sempre adorou fazer oral, provar porra e comer tudo, ela ama isso. Ela deixou claro desde o começo do relacionamento, e eu nunca tive problema nenhum com ela fazer isso. Ela fez antes de a gente se conhecer, fez durante todo esse tempo e vai continuar fazendo. Pra mim, minha parceira fazer coisas como mandar e receber fotos pelada no WhatsApp, flertar com amigos, os beijos e até o oral sempre foram parte de um jogo de atração e sedução bem típico dos seres humanos. Pra mim, a traição rola quando tem sexo com penetração sem estar eu sabendo do que acontece.
Fazer boquete sempre foi tipo um fetiche pra ela. Ao longo da vida, ela conheceu vários homens em diferentes situações que queriam ficar com ela e, embora não tenha chegado a transar com eles, deu uns boquetes sim. Uma vez perguntei com quantos caras ela tinha estado e, segundo ela, aos 21 anos, contando com o Vladimir, iam 12, incluindo eu, mas que tinha feito sexo oral mais ou menos uns 25.
Enfim, quando ela me disse que tinha engolido a gozada do Vladimir sem nem sentir o gosto, eu achei muita graça, porque ela falou num tom de tragédia, hahaha…
Eu disse pra ela: bom, da próxima vez que estiver com ele, toma cuidado pra não enfiar tudo na boca, pra não acontecer de novo.
Uns dias depois, ela confirmou que o Vladimir também é meio amargo, igual eu e o Andrés.
Naquela primeira noite juntos, eles transaram quatro vezes, e na manhã seguinte, mais duas vezes: quando acordaram e no chuveiro. O Vladimir meteu nela em várias posições: papai e mamãe, de quatro na beirada da cama, ela montando nele, de ladinho e até sentados numa cadeira. Foram dormir lá pelas 4 da manhã e acordaram depois das 10.
Como eu já tinha dito, naquele sábado à noite a gente se encontrou pra jantar, e ela me contou todos esses detalhes. Nas palavras dela, me explicou que com uma cabeça daquele tamanho era verdade que a penetração era mais intensa, e que a roçada daquela porra enorme nas paredes da buceta dela, entrando e saindo, dava mais prazer do que um pau normal, mesmo que desse um trabalhinho pra enfiar no buraco da vagina.
Assim, o tempo foi passando, e nas semanas seguintes, sempre que dava, minha mulher, que tinha ficado toda feliz e encantada com o brinquedo novo e estranho dela, escapava com o Vladimir na moto na hora do almoço ou às 6 da tarde, depois de sair do trabalho, iam para um motel perto (o mesmo onde ela ia às vezes com o contador e que uma vez foi comigo, e onde os funcionários já a reconheciam) para se dar um pouco de prazer extremo. Normalmente iam 3 ou 4 dias por semana, de segunda a sexta, porque nos fins de semana ela geralmente estava comigo, e assim todo mundo se divertia.
Certa ocasião, levado também pela curiosidade das maravilhas que ela dizia do novo brinquedo, pedi que da próxima vez que estivesse com ele tirasse algumas fotos para eu ver como era e por que a deixava tão animada, mas que não dissesse que eram para mim, e sim para enviar para umas amigas e guardar no celular.
Helena comentou com Vladimir, e ele topou sem problemas. Naquela tarde, depois de sair do trabalho, estando no motel, ela tirou algumas fotos e mandou para o meu celular.
Na primeira, dava para ver ele deitado na cama, da barriga até quase os joelhos, num close nos genitais e no pau ereto. Dava para notar que ele tinha uma cabeça bem grande, enorme e rosada, que até dava vontade de chupar.
Na foto seguinte, ela estava olhando para a câmera e beijando a cabeça enorme, e na próxima já tinha engolido ele inteiro.
A quarta foto foi tirada com temporizador, colocando o celular aos pés da cama, enquanto ela montava nele de costas para o celular, cavalgando, com o pau tocando a buceta dela, pronto para entrar. Na última foto, ela já estava sentada totalmente em cima dele, de modo que só dava para ver os ovos dele encostando na bunda dela.
Confesso que foi bem emocionante e excitante para mim vê-la assim, e tive que me masturbar.
Um belo dia, um grupo de colegas da empresa onde eles trabalhavam organizou uma saída para uma balada numa sexta-feira de outubro, depois do expediente, e ela, claro, estava convidada. O grupo era de umas 20 pessoas de áreas diferentes. A empresa e o Vladimir também iam ir.
Naquela noite, tudo estava indo muito bem, eles estavam dançando, cantando e bebendo. O Vladimir estava de moto e não podia beber, mas mesmo assim ficou junto com o grupo.
Já tinha passado um bom tempo e a galera estava meio tonta e sem vergonha na cara, a pista de dança continuava cheia e o clima bem animado quando o Vladimir, da mesa onde estavam todos, conseguiu ver quase do outro lado da pista a Helena dançando e se beijando com outro colega de trabalho, um cara da área de operações, e na hora ficou puto.
A música que tava tocando era uma mistura e demorou uns 15 minutos pra acabar, enquanto o Vladimir só conseguia olhar pra eles da mesa e tentava se segurar pra não perder a cabeça e fazer um escândalo na frente de todo mundo, porque eles estavam dançando muito colados e, enquanto se beijavam, ele descia as mãos até pegar na bunda dela e acariciar suavemente o rabo dela. Quando a mistura acabou e eles voltaram pra mesa, ele pegou as coisas dela, segurou a mão dela disfarçadamente e saíram do lugar.
O Vladimir, tomado pelo ciúme, reclamou com ela por ter ficado se beijando com o outro cara. Na hora, ligou a moto e levou ela pra casa. Ela ficou meio chateada, mas não deu muita bola. No dia seguinte, ela me contou que naquela noite tinha se deixado levar pela bebida, porque tinha tomado um pouco mais do que devia, e que aquele cara com quem ela tava se beijando estava muito excitado, porque ao dançar tão colados ela sentia a ereção dele, e que se o Vladimir não tivesse ido naquela noite, com toda certeza ela teria amanhecido com ele no motel, porque ele já tinha proposto.
O caminho até a casa era mais ou menos meia hora. Quando chegaram em casa, eram quase 11 da noite e, apesar da situação chata, discutiram um pouco, mas as coisas logo se acalmaram, resolveram tudo com um beijo e, obviamente, transaram umas duas vezes naquela noite antes de dormir. Na manhã seguinte, ele a voltou a penetrar algumas vezes antes de se levantar primeiro e depois no chuveiro enquanto tomavam banho juntos.
Já fazia um tempo que Vladimir sentia e assumia que Helena era sua mulher e que ele era o dono dela, e por isso agia como tal, às vezes até sentindo ciúmes dela de mim mesmo.
Tempo depois desse incidente, quando as coisas tinham voltado ao normal entre eles, Vladimir se atreveu a propor a Helena que tivessem sexo anal e perguntou se ela toparia, sabendo que o pau dele era tão cabeçudo. Essa ideia começou a martelar na cabeça dela.
Eu disse a ela que, se na vez que a gente tentou eu e ela não conseguimos, com ele seria quase impossível e que ela precisaria de muitos preparativos para conseguir uma boa dilatação, para que não doesse tanto e evitar uma experiência ruim, já que praticamente seria ele quem tiraria a virgindade anal dela.
Eles decidiram tentar num sábado à tarde, porque teriam tempo suficiente para os preparativos que tinham visto na internet. Ela mesma comprou um lubrificante em gel que viu numa farmácia. Até se sentiu um pouco safada e brincou com o vendedor, um rapaz novo, perguntando se aquele gel servia para sexo anal e pedindo que ele explicasse como usar. O rapaz explicou como pôde, e ela fingiu prestar muita atenção.
Naquele dia, ele passou para buscá-la na casa dela às 2 da tarde, deram uma volta, almoçaram e depois foram para a casa dele, se trancaram no quarto do Vladimir. Primeiro, segundo ela, teve penetração vaginal normal por um tempo, mas sem gozar, só para esquentar os ânimos. E logo em seguida ela se deitou de bruços, abrindo um pouco as pernas e colocando um travesseiro debaixo da barriga, deixando a bunda bem exposta. Assim ele podia começar a estimular, acariciando as nádegas primeiro e depois passando a língua no cu dela, partindo para a estimulação com os dedos e o lubrificante. Aos poucos, à medida que Ela deixava ele ir introduzindo devagar, primeiro um e depois dois dedos, o indicador e o médio, pra fazer ela dilatar, enfiando e tirando devagar, de um jeito que ela conseguisse aguentar.
Quando acharam que ela já tava pronta, mais ou menos uma hora depois de ficar estimulando ela, ele mandou ela ficar de quatro, abrindo bem as pernas na beirada da cama e baixando a cabeça pra morder o travesseiro caso fosse gritar. Passou bastante lubrificante no pau todo, colocou a cabeçona enorme na entrada do cu dela, agarrou ela com as duas mãos na cintura e, bem devagar, começou a empurrar.
Aos poucos, a cabeçona dele foi sumindo nas entranhas da minha amada Helena, enquanto ela segurava um travesseiro pra abafar alguns gritos, porque, apesar da preparação, dava pra sentir que tava doendo e incomodando um pouco — já que, na primeira vez, realmente não costuma ser tão gostoso.
Mesmo assim, Vladimir continuou penetrando ela devagar até o fundo, enfiando e tirando os 17 cm dele sempre bem devagar e sem parar, tomando cuidado pra não tirar a cabeça do reto dela, pra não deixar a experiência mais dolorosa, porque o que mais tinha doído nela, obviamente, foi a dilatação extrema do esfíncter na passagem daquele capaço inchado.
Assim se passaram uns eternos 15 minutos, até que ele não aguentou mais: agarrou ela firme pela cintura, enterrou tudo até o fundo e soltou a carga dele entre gemidos e espasmos.
Naquela noite, não fizeram mais nada. Os dois tomaram um banho pra se limpar e deitaram pelados pra ver TV enquanto iam pegando no sono.
Foi assim que minha querida namoradinha perdeu a virgindade anal — e de que jeito! — com o outro homem que também dizia que amava ela e queria fazer dela só dele.
No dia seguinte, domingo de manhã, ela ainda tava meio dolorida e, mesmo sem vontade de mais nada, deixou ele penetrar ela pela via vaginal, porque ele tinha acordado com vontade. Então ela abriu as pernas e deixou ele. entrar.
Ela ficou com dificuldade pra andar e pra ficar sentada por muito tempo até a quarta-feira daquela semana, claro que naquela semana ela deu uma descansada de tanta vida louca.
Mesmo assim, ela gostou da experiência porque me disse que queria repetir quando se sentisse melhor, e com o tempo, aos poucos, foram incorporando o sexo anal na rotina deles.
Devagar, ela foi se acostumando e dilatando cada vez melhor, e o Vladimir pedia cada vez mais pra fazer daquele jeito.
Mas como nada dura pra sempre e tudo tem um fim, essa história de amor também tinha que acabar, e tudo aconteceu num sábado de manhã, pouco depois de acordar, quando depois de terem comido juntos desde sexta à noite, como vinham fazendo semana após semana já fazia 6 meses, e enquanto ela tava de quatro e o Vladimir metia por trás em cima da cama, aconteceu um acidente inesperado que costuma rolar nesses casos quando a mulher não foi ao banheiro esvaziar o intestino.
Depois daquela cena constrangedora, a chama da paixão se apagou, ela ficou cheia de vergonha, correu pra se lavar e saiu o mais rápido possível daquela casa.
Ele cuidou de limpar o quarto e lavar os lençóis, mas ela ficou com tanta vergonha que não conseguiu superar, e esse foi o fim daquela relação.
Mesmo assim, ela lembra daqueles 6 meses de um jeito especial, porque aproveitou ao máximo aquela sensação de prazer imenso que aquele pauzão enorme causava percorrendo as entranhas dela.
No ano seguinte, organizamos uma viagem terrestre pro Caribe com o objetivo de visitar uns amigos meus por uns dias e depois continuar o trajeto até Cartagena, mas isso vai ser material da próxima história.
Até logo!
Continuando na ordem cronológica dos acontecimentos, eu tinha comentado que Helena, minha namorada na época, agora tava trabalhando num outsourcing de gerenciamento de informação e dados para empresas como bancos e alguns órgãos estatais, e que nesse lugar ela tinha começado uma aventura com o contador, um cara casado de uns 60 anos, e que tinha outro colega, mais próximo da idade dela, que tava dando em cima dela. Claro, tudo rolou no maior sigilo pra evitar problemas na empresa e ninguém ficar sabendo das aventuras dela.
Helena era muito nova e ainda tava formando a personalidade dela, mas já dava pra ver que ia ser daquelas de mente aberta, que curtem sexo como uma diversão a mais, igual tomar umas cervejas, ouvir música, ver um filme, ir pra uma festa, sair com os amigos, etc. Sem precisar complicar com sentimentos.
Sexo é uma necessidade humana, igual comer, dormir ou ir ao banheiro, que também precisa ser satisfeita pra ter um prazer específico.
O que rola na nossa sociedade é que tem uns estereótipos criados onde o povo acha que só pode satisfazer essa necessidade com o parceiro, mas e se você tá longe de casa e precisa jantar num restaurante? Ou se, por causa do trabalho, você tem que viajar direto e dormir em hotéis?
A mesma coisa com o sexo: se você tá numa situação onde seu parceiro não tá por perto e sente essa necessidade, seu subconsciente vai te mandar buscar satisfazer com alguém que, no mínimo, te agrade um pouco. Reforço: uma coisa é prazer sexual, outra é Sentimentos são uma coisa, mas se dá pra fazer com a pessoa amada, muito melhor, é algo que eu concordo.
Entrando no assunto, pouco tempo depois de começar a trabalhar lá, um colega reparou nela e começou a puxar conversa pra ganhar a amizade dela.
O nome dele era Vladimir, tinha 25 anos, media 1,70m e trabalhava como motoboy da empresa, usando a própria moto pra fazer as entregas.
Aos poucos, falando de trabalho, ele foi puxando assunto e conquistando a confiança dela, até que começaram a falar de coisas pessoais. Às vezes almoçavam juntos no refeitório da empresa quando ele estava no escritório ao meio-dia.
Assim foram se conhecendo devagar. Ela contou que tinha um relacionamento comigo há alguns anos, que morava com os pais e estudava na universidade perto dali, e ele também disse que morava com os pais, não tinha namorada e não estudava.
Durante todo esse tempo, ela continuava tendo umas aventuras de vez em quando com o contador, saindo mais ou menos uma vez por semana ou às vezes a cada duas semanas, mas como eu disse, ninguém na empresa ficou sabendo.
Com o tempo, eles se tornaram bons amigos, mas aos poucos Vladimir foi se apaixonando por ela, porque aquela atração inicial virou sentimentos de amor e desejo.
Naturalmente, Helena me contava tudo o que rolava o tempo todo, porque era assim que a gente tinha combinado. Qualquer experiência que ela tivesse, do começo ao fim, ela me explicava em detalhes.
Um belo dia, Vladimir declarou os sentimentos dele. Não foi surpresa pra Helena, porque ela já desconfiava pelas atitudes que ele tinha com ela, e naquele dia ela lembrou ele de que já tinha um relacionamento comigo, mas ele insistiu que queria ela, que queria ter algo com ela, que topava qualquer coisa pra ficar com ela.
Helena na hora não disse nada, por razões óbvias, guardou Silêncio e tudo ficou suspenso, mas ele prometeu dar uma resposta pra ela.
Naquele fim de semana, eu e ela conversamos sobre o assunto e, embora ela tenha deixado claro que não estava exatamente apaixonada pelo Vladimir, sentia um carinho diferente e especial por ele, já que além de ter sido muito atencioso com ela, tinha se mostrado sincero e leal, e não sabia o que fazer pra não magoá-lo.
Era a primeira vez que algo assim acontecia com a gente e, depois de discutir e analisar os prós e contras da situação — porque havia riscos —, decidimos de comum acordo que eles podiam ter uma espécie de relação além da amizade, mas sem chegar a ser um namoro oficial, uma relação secundária e que estaria sempre condicionada ao que eu e ela decidíssemos conforme as coisas fossem se desenrolando, e que ela, como sempre, continuaria sendo completamente honesta comigo sobre os sentimentos dela.
Na segunda-feira da semana seguinte, ela pediu pra conversarem depois do trabalho, e num café a poucas quadras dali começou uma relação curta, mas estranha. Vladimir ficou felizão, abraçou ela e deu um beijo longo e apaixonado.
Como era de se esperar, na sexta-feira da mesma semana eles saíram juntos depois do expediente. Iam pra um bar perto da casa dele, depois de guardar a moto.
Ficaram bebendo uns vinhos, ouvindo música e falando de tudo e de todos, e depois disso, lá pelas 9 da noite, foram pra casa.
O Vladimir morava num apartamento pequeno no terceiro andar da casa onde vivia, e os pais dele moravam no segundo. Entraram em silêncio pra eles não perceberem que ele tinha companhia.
Já sozinhos no quarto, ele trancou a porta, ligou a TV pra ter um barulho de fundo e começou a beijar ela enquanto iam se tocando um ao outro e a excitação aumentava. Vladimir tirou a jaqueta e abriu a camisa. Minha namorada também tirou a jaqueta e os sapatos e sentou na beira da cama, fazendo sinal pra ele ficar de frente pra ela.
E assim Enquanto ela acariciava o pau dele, que já tava duríssimo por cima da calça, foi devagar desabotoando e abaixando o zíper, se preparando pra dar um boquete daqueles que ela sabe fazer, porque pra isso ela é uma expert. Quando comecei a sair com ela, ela ainda não sabia fazer assim, mas foi aprendendo aos poucos, praticando comigo e com outros amigos até ficar uma verdadeira mestra. O que ela não sabia é que logo ia levar uma surpresa enorme, literalmente...
Com a calça dele já abaixada e assim que ela puxou a cueca, pulou na frente dos olhos dela um pau como ela nunca tinha visto antes. Mesmo já tendo tido experiências sexuais com vários caras aos 21 anos, nunca tinha provado um pau tipo cogumelo, e o que ela tava prestes a chupar tinha uns 17 cm de comprimento, era circuncidado, de grossura média, pelos pubianos bem cheios mas arrumados, só as bolas estavam raspadas, e uma cabeça enorme e rosada do tamanho de um ovo grande de galinha.
Helena não conseguiu disfarçar a surpresa ao ver aquele pau tão diferente e estranho, e ele, claro, percebeu. Ela disse que era a primeira vez que via um pau daquele jeito, e ele garantiu que, pelo tamanho da cabeça, podia fazer ela sentir coisas que nunca tinha sentido antes, o que despertou ainda mais a curiosidade dela.
Depois da surpresa inicial, mais levada pela curiosidade do que pelo desejo, eles se ajeitaram pra viver o que seria, na verdade, uma experiência deliciosa pros dois. Vladimir se deitou na cama, já completamente nu da cintura pra baixo, e ela se posicionou entre as pernas dele. Enquanto ele segurava a cabeça dela suavemente com as duas mãos, acariciando os cabelos pretos e lisos, ela começou a fazer um oral bem gostoso por uns dez minutos, passando a língua em tudo, começando pelas bolas, que era a única parte raspada, subindo depois pelo tronco e pela base peluda até a cabeçona, lambendo tudo desde a coroa e brincando com a língua na abertura da uretra até conseguir fazer ele gozar.
No dia seguinte, quando a gente se viu, ela me contou os detalhes daquela noite. Ela me disse que aquela cabeça, pelo tamanho, ocupava praticamente a boca inteira dela e que, quando sentiu ele gozar, o jato de porra caiu direto no fundo da garganta, sem nem dar chance de saborear como ela gosta de fazer quando sai com um cara pela primeira vez, porque, segundo ela, pela experiência dela, o gosto da porra não é igual em todos os homens. A maioria dos que ela provou são doces e suaves, tem uns que não têm gosto nenhum e outros que são amargos. Mas, em algumas vezes antes de a gente se conhecer, tipo em festas com os amiguinhos do colégio ou com uns caras que ela conhecia em algum bar quando saía com as amigas, também apareceram uns meio salgados e outros entre azedos e ácidos.
Segundo ela, por exemplo, minha porra e a do Andrés são meio amargas, a do Jonathan e a do Giovanni é meio sem gosto, mas a do contador do escritório com quem ela saía às vezes, o senhor de 60 anos, assim como a do José, que foi o primeiro namorado dela, era meio doce. Pra quem não sabe quem são esses caras, pode ler meus relatos anteriores, porque tudo isso é a mesma história que venho contando conforme as coisas foram acontecendo.
A Helena sempre adorou fazer oral, provar porra e comer tudo, ela ama isso. Ela deixou claro desde o começo do relacionamento, e eu nunca tive problema nenhum com ela fazer isso. Ela fez antes de a gente se conhecer, fez durante todo esse tempo e vai continuar fazendo. Pra mim, minha parceira fazer coisas como mandar e receber fotos pelada no WhatsApp, flertar com amigos, os beijos e até o oral sempre foram parte de um jogo de atração e sedução bem típico dos seres humanos. Pra mim, a traição rola quando tem sexo com penetração sem estar eu sabendo do que acontece.
Fazer boquete sempre foi tipo um fetiche pra ela. Ao longo da vida, ela conheceu vários homens em diferentes situações que queriam ficar com ela e, embora não tenha chegado a transar com eles, deu uns boquetes sim. Uma vez perguntei com quantos caras ela tinha estado e, segundo ela, aos 21 anos, contando com o Vladimir, iam 12, incluindo eu, mas que tinha feito sexo oral mais ou menos uns 25.
Enfim, quando ela me disse que tinha engolido a gozada do Vladimir sem nem sentir o gosto, eu achei muita graça, porque ela falou num tom de tragédia, hahaha…
Eu disse pra ela: bom, da próxima vez que estiver com ele, toma cuidado pra não enfiar tudo na boca, pra não acontecer de novo.
Uns dias depois, ela confirmou que o Vladimir também é meio amargo, igual eu e o Andrés.
Naquela primeira noite juntos, eles transaram quatro vezes, e na manhã seguinte, mais duas vezes: quando acordaram e no chuveiro. O Vladimir meteu nela em várias posições: papai e mamãe, de quatro na beirada da cama, ela montando nele, de ladinho e até sentados numa cadeira. Foram dormir lá pelas 4 da manhã e acordaram depois das 10.
Como eu já tinha dito, naquele sábado à noite a gente se encontrou pra jantar, e ela me contou todos esses detalhes. Nas palavras dela, me explicou que com uma cabeça daquele tamanho era verdade que a penetração era mais intensa, e que a roçada daquela porra enorme nas paredes da buceta dela, entrando e saindo, dava mais prazer do que um pau normal, mesmo que desse um trabalhinho pra enfiar no buraco da vagina.
Assim, o tempo foi passando, e nas semanas seguintes, sempre que dava, minha mulher, que tinha ficado toda feliz e encantada com o brinquedo novo e estranho dela, escapava com o Vladimir na moto na hora do almoço ou às 6 da tarde, depois de sair do trabalho, iam para um motel perto (o mesmo onde ela ia às vezes com o contador e que uma vez foi comigo, e onde os funcionários já a reconheciam) para se dar um pouco de prazer extremo. Normalmente iam 3 ou 4 dias por semana, de segunda a sexta, porque nos fins de semana ela geralmente estava comigo, e assim todo mundo se divertia.
Certa ocasião, levado também pela curiosidade das maravilhas que ela dizia do novo brinquedo, pedi que da próxima vez que estivesse com ele tirasse algumas fotos para eu ver como era e por que a deixava tão animada, mas que não dissesse que eram para mim, e sim para enviar para umas amigas e guardar no celular.
Helena comentou com Vladimir, e ele topou sem problemas. Naquela tarde, depois de sair do trabalho, estando no motel, ela tirou algumas fotos e mandou para o meu celular.
Na primeira, dava para ver ele deitado na cama, da barriga até quase os joelhos, num close nos genitais e no pau ereto. Dava para notar que ele tinha uma cabeça bem grande, enorme e rosada, que até dava vontade de chupar.
Na foto seguinte, ela estava olhando para a câmera e beijando a cabeça enorme, e na próxima já tinha engolido ele inteiro.
A quarta foto foi tirada com temporizador, colocando o celular aos pés da cama, enquanto ela montava nele de costas para o celular, cavalgando, com o pau tocando a buceta dela, pronto para entrar. Na última foto, ela já estava sentada totalmente em cima dele, de modo que só dava para ver os ovos dele encostando na bunda dela.
Confesso que foi bem emocionante e excitante para mim vê-la assim, e tive que me masturbar.
Um belo dia, um grupo de colegas da empresa onde eles trabalhavam organizou uma saída para uma balada numa sexta-feira de outubro, depois do expediente, e ela, claro, estava convidada. O grupo era de umas 20 pessoas de áreas diferentes. A empresa e o Vladimir também iam ir.
Naquela noite, tudo estava indo muito bem, eles estavam dançando, cantando e bebendo. O Vladimir estava de moto e não podia beber, mas mesmo assim ficou junto com o grupo.
Já tinha passado um bom tempo e a galera estava meio tonta e sem vergonha na cara, a pista de dança continuava cheia e o clima bem animado quando o Vladimir, da mesa onde estavam todos, conseguiu ver quase do outro lado da pista a Helena dançando e se beijando com outro colega de trabalho, um cara da área de operações, e na hora ficou puto.
A música que tava tocando era uma mistura e demorou uns 15 minutos pra acabar, enquanto o Vladimir só conseguia olhar pra eles da mesa e tentava se segurar pra não perder a cabeça e fazer um escândalo na frente de todo mundo, porque eles estavam dançando muito colados e, enquanto se beijavam, ele descia as mãos até pegar na bunda dela e acariciar suavemente o rabo dela. Quando a mistura acabou e eles voltaram pra mesa, ele pegou as coisas dela, segurou a mão dela disfarçadamente e saíram do lugar.
O Vladimir, tomado pelo ciúme, reclamou com ela por ter ficado se beijando com o outro cara. Na hora, ligou a moto e levou ela pra casa. Ela ficou meio chateada, mas não deu muita bola. No dia seguinte, ela me contou que naquela noite tinha se deixado levar pela bebida, porque tinha tomado um pouco mais do que devia, e que aquele cara com quem ela tava se beijando estava muito excitado, porque ao dançar tão colados ela sentia a ereção dele, e que se o Vladimir não tivesse ido naquela noite, com toda certeza ela teria amanhecido com ele no motel, porque ele já tinha proposto.
O caminho até a casa era mais ou menos meia hora. Quando chegaram em casa, eram quase 11 da noite e, apesar da situação chata, discutiram um pouco, mas as coisas logo se acalmaram, resolveram tudo com um beijo e, obviamente, transaram umas duas vezes naquela noite antes de dormir. Na manhã seguinte, ele a voltou a penetrar algumas vezes antes de se levantar primeiro e depois no chuveiro enquanto tomavam banho juntos.
Já fazia um tempo que Vladimir sentia e assumia que Helena era sua mulher e que ele era o dono dela, e por isso agia como tal, às vezes até sentindo ciúmes dela de mim mesmo.
Tempo depois desse incidente, quando as coisas tinham voltado ao normal entre eles, Vladimir se atreveu a propor a Helena que tivessem sexo anal e perguntou se ela toparia, sabendo que o pau dele era tão cabeçudo. Essa ideia começou a martelar na cabeça dela.
Eu disse a ela que, se na vez que a gente tentou eu e ela não conseguimos, com ele seria quase impossível e que ela precisaria de muitos preparativos para conseguir uma boa dilatação, para que não doesse tanto e evitar uma experiência ruim, já que praticamente seria ele quem tiraria a virgindade anal dela.
Eles decidiram tentar num sábado à tarde, porque teriam tempo suficiente para os preparativos que tinham visto na internet. Ela mesma comprou um lubrificante em gel que viu numa farmácia. Até se sentiu um pouco safada e brincou com o vendedor, um rapaz novo, perguntando se aquele gel servia para sexo anal e pedindo que ele explicasse como usar. O rapaz explicou como pôde, e ela fingiu prestar muita atenção.
Naquele dia, ele passou para buscá-la na casa dela às 2 da tarde, deram uma volta, almoçaram e depois foram para a casa dele, se trancaram no quarto do Vladimir. Primeiro, segundo ela, teve penetração vaginal normal por um tempo, mas sem gozar, só para esquentar os ânimos. E logo em seguida ela se deitou de bruços, abrindo um pouco as pernas e colocando um travesseiro debaixo da barriga, deixando a bunda bem exposta. Assim ele podia começar a estimular, acariciando as nádegas primeiro e depois passando a língua no cu dela, partindo para a estimulação com os dedos e o lubrificante. Aos poucos, à medida que Ela deixava ele ir introduzindo devagar, primeiro um e depois dois dedos, o indicador e o médio, pra fazer ela dilatar, enfiando e tirando devagar, de um jeito que ela conseguisse aguentar.
Quando acharam que ela já tava pronta, mais ou menos uma hora depois de ficar estimulando ela, ele mandou ela ficar de quatro, abrindo bem as pernas na beirada da cama e baixando a cabeça pra morder o travesseiro caso fosse gritar. Passou bastante lubrificante no pau todo, colocou a cabeçona enorme na entrada do cu dela, agarrou ela com as duas mãos na cintura e, bem devagar, começou a empurrar.
Aos poucos, a cabeçona dele foi sumindo nas entranhas da minha amada Helena, enquanto ela segurava um travesseiro pra abafar alguns gritos, porque, apesar da preparação, dava pra sentir que tava doendo e incomodando um pouco — já que, na primeira vez, realmente não costuma ser tão gostoso.
Mesmo assim, Vladimir continuou penetrando ela devagar até o fundo, enfiando e tirando os 17 cm dele sempre bem devagar e sem parar, tomando cuidado pra não tirar a cabeça do reto dela, pra não deixar a experiência mais dolorosa, porque o que mais tinha doído nela, obviamente, foi a dilatação extrema do esfíncter na passagem daquele capaço inchado.
Assim se passaram uns eternos 15 minutos, até que ele não aguentou mais: agarrou ela firme pela cintura, enterrou tudo até o fundo e soltou a carga dele entre gemidos e espasmos.
Naquela noite, não fizeram mais nada. Os dois tomaram um banho pra se limpar e deitaram pelados pra ver TV enquanto iam pegando no sono.
Foi assim que minha querida namoradinha perdeu a virgindade anal — e de que jeito! — com o outro homem que também dizia que amava ela e queria fazer dela só dele.
No dia seguinte, domingo de manhã, ela ainda tava meio dolorida e, mesmo sem vontade de mais nada, deixou ele penetrar ela pela via vaginal, porque ele tinha acordado com vontade. Então ela abriu as pernas e deixou ele. entrar.
Ela ficou com dificuldade pra andar e pra ficar sentada por muito tempo até a quarta-feira daquela semana, claro que naquela semana ela deu uma descansada de tanta vida louca.
Mesmo assim, ela gostou da experiência porque me disse que queria repetir quando se sentisse melhor, e com o tempo, aos poucos, foram incorporando o sexo anal na rotina deles.
Devagar, ela foi se acostumando e dilatando cada vez melhor, e o Vladimir pedia cada vez mais pra fazer daquele jeito.
Mas como nada dura pra sempre e tudo tem um fim, essa história de amor também tinha que acabar, e tudo aconteceu num sábado de manhã, pouco depois de acordar, quando depois de terem comido juntos desde sexta à noite, como vinham fazendo semana após semana já fazia 6 meses, e enquanto ela tava de quatro e o Vladimir metia por trás em cima da cama, aconteceu um acidente inesperado que costuma rolar nesses casos quando a mulher não foi ao banheiro esvaziar o intestino.
Depois daquela cena constrangedora, a chama da paixão se apagou, ela ficou cheia de vergonha, correu pra se lavar e saiu o mais rápido possível daquela casa.
Ele cuidou de limpar o quarto e lavar os lençóis, mas ela ficou com tanta vergonha que não conseguiu superar, e esse foi o fim daquela relação.
Mesmo assim, ela lembra daqueles 6 meses de um jeito especial, porque aproveitou ao máximo aquela sensação de prazer imenso que aquele pauzão enorme causava percorrendo as entranhas dela.
No ano seguinte, organizamos uma viagem terrestre pro Caribe com o objetivo de visitar uns amigos meus por uns dias e depois continuar o trajeto até Cartagena, mas isso vai ser material da próxima história.
Até logo!
0 comentários - Me apaixonei por uma ninfomaníaca e nem sabia (Parte III)