Conto erótico

Meu nome é Héctor. Minha mãe chama Sheyla. A gente mora numa casa humilde na Cidade do México. Sou filho único e vivo com minha mãe e meu pai. Tenho 16 anos. Minha mãe tem 30 e meu pai 34. Meu pai trabalha pra caralho e quase nunca tá em casa, e quando tá, não me dá muita bola. Já com minha mãe eu convivo mais e sou muito apegado a ela, por isso nunca esperava o que aconteceu. Vou contar um pouco sobre isso.

Meus pais sempre foram muito rígidos com festa e bebida, quase nunca me deixam sair pra farrear e muito menos tomar uma cerveja. Um dia, meu pai fez um churrasco e vieram os compadres dele, parentes e amigos. Todo mundo tava bebendo e dançando, e eu tive que me contentar em cuidar das crianças pequenas (meus primos) pra todo mundo poder se divertir. Lá pelas 10:30 da noite, todo mundo começou a ir embora. Ficou um tio, o compadre do meu pai, e outro amigo do trabalho dele, e obviamente minha mãe também tava bebendo com eles. Pedi se podia tomar uma cerveja e jogar pôquer com eles. Me falaram que eu era muito novo e que beber faz mal, e me mandaram dormir no meu quarto.

Depois de passar o dia todo de babá, me senti muito puto, mas obedeci e subi pro meu quarto. Saí pra ir ao banheiro lá pela 1 da manhã e eles ainda tavam com música e bebendo, mas já tavam todos muito bêbados, e minha mãe já tava entre dançar e cair de sono, na real todo mundo tava na mesma. Falei pra eles se podiam baixar o volume, porque no dia seguinte eu tinha aula de inglês cedo. Meu pai falou pros amigos continuarem a festa num puteiro. Os amigos toparam. Mas o compadre dele disse: "Compadre, sua esposa não vai deixar o senhor ir." Eu fiquei esperando pra ver se eles iam embora e eu podia tomar o álcool que sobraram e finalmente provar, já que era algo que nunca tinha feito nem ficado bêbado na vida. Meu pai começou a dar doses de vários licores pra minha mãe, que já nem fazia careta mais, na real acho que ela já nem... Abriu os olhos. Num momento meu pai disse: — Essa lista, meu amor, Jasmim, vamos dormir. Já foram meus amigos. Ela nem respondeu. Já tava com a cabeça deitada na mesa. Eu vi quando meu pai foi no banheiro, o compadre dele aproveitou pra pegar nos peitos dela e falar algo no ouvido. Eu não escutei e não liguei. Já bem morta de álcool, minha mãe tava roncando, meu pai ajudou ela a ir pro quarto. Eu fiquei esperando com o amigo dele e o compadre, que me perguntaram se eu queria fumar. Já tinha fumado cigarro e não tinha acontecido nada de ruim, então aceitei. Mas quando percebi, o cigarro deles era diferente (era de maconha). Saímos pra entrada principal e eles estavam fumando. Pedi pra me dar, e o compadre disse: — Não, você é muito pequeno e se seu pai descobrir que te dei maconha, vai me matar. O amigo dele fala: — Dá um pouquinho, é melhor ele experimentar em casa e além disso a gente já vai. Compadre, ele vai ficar bem dormindo. — Tá bom, fuma rápido antes do seu pai chegar. Eu, inexperiente, fumei como se fosse cigarro e puxei muito (já tava me engasgando). Comecei a tossir e os amigos do meu pai riram. Fumei umas 5 ou 6 vezes. Depois entramos em casa e eles serviram uma bebida e me serviram uma porque meu pai ainda não tinha descido. Colocaram uma música e começamos a conversar. Me perguntaram se eu bebia muito. Respondi que não, que era minha 3ª vez e nunca tinha ficado bêbado. Eles riram e disseram que quando eu crescesse ia ser tão bebum quanto meu pai, e riram. Tomamos mais dois copos de tequila. Eu já tava me sentindo meio tonto e o compadre disse: — Seu pai já demorou, com certeza ficou de aproveitador (eu não entendi, mas ri porque já tava tonto). Depois ele disse: — Já foi. Enquanto ele não desce, você vai ter sua primeira bebedeira com a gente, mas quando ele descer você tem que se esconder rápido ou ele vai ficar puto. Eu aceitei e não se falou mais nisso. A gente se preparou pra beber. Antes do meu pai descer, o compadre me deu um baseado e disse que pra amanhã não doer a cabeça, eu fumasse antes de... dormir
Lá pras 2:30 ou 3 da manhã, meu pai desceu e eu corri pra cozinha, caí, mas ele nem percebeu. Ouvi os amigos dele rindo e meu pai perguntando do que estavam rindo, aí eles responderam que de nada e perguntaram:
— Vamo ou já cagou pro pau?
Meu pai: — hahaha já, xD só assim bêbada mesmo pra eu tratar ela do jeito que eu quiser e meter no cu dela.
Eu não entendia porra nenhuma do que eles tavam falando.
Vale dizer que nessa hora eu já tava me sentindo muito tonto.
Nunca tinha me sentido tão tonto assim, mas ainda não achava que tava bêbado.
Esperei meu pai sair com os amigos, fui pra sala, coloquei música e comecei a beber.
Quase terminei a garrafa de Bacardi Sun, mas as bebidas não tavam tão boas quanto as do compadre.
Depois descobri que não ficaram boas porque eu tava bebendo outro tipo de licor hahaha a inexperiência xD
Vamo continuar.
Eu já tava na sala cantando a plenos pulmões com um copo na mão.
Agora sim, já tava bêbado.
A missão foi um sucesso.
Já não sabia que horas eram, mas pensei em fumar o baseado.
Fui na cozinha acender ele no fogão, sem sucesso.
Tentei com fósforos e consegui, mas dessa vez, quando fumei, me senti diferente.
Mais calmo, mais feliz e cheio de riso.
Tava andando, cantando, bebendo e fumando maconha na minha sala, sem me importar se meu pai voltasse e me visse bem doidão xD
Quando percebi que tava gritando muito enquanto cantava, me assustei com medo de acordar minha mãe.
Ia fumar mais um pouco pra relaxar de novo e não pensar na bronca que ia levar, mas aí vi que o baseado apagou e não tinha mais fósforo.
Lembrei que meus pais às vezes acendiam velas e tinham um isqueiro, mas tava com medo de entrar e minha mãe acordar e me ver bêbado e chapado.
Então não fumei mais, só fiquei bebendo.
Mas queria muito fumar, então decidi arriscar (acho que o copo que tomei me deu coragem).
Fiquei descalço, subi pro quarto, bati na porta e ninguém respondeu.
Abri devagar e passei bem de fininho. Calada. Vi o isqueiro e peguei. Vi que minha mãe tava bem dormindo e me aproximei e falei pra ela:
— Cê tá vendo seu filhinho? Tá bêbado e chapado na sua frente e você não pode fazer nada porque cê tá bem bebada. Que exemplo bosta você me dá, mãe.

Ela só soltou um ronco e eu ri, hahaha. Fiz bem alto e depois tampei a boca com a mão porque percebi que podia acordar ela, mas ela nem se mexeu. Dei uns empurrões nela, virei o rosto e o braço dela, mas ela não reagiu.

Lembrei que meu pai guarda cerveja no frigobar pra quando ele tá com minha mãe vendo filme e não quer descer até a cozinha. Se vocês lembram do começo da história, o que eu queria mesmo era tomar uma cerveja porque o sabor eu gosto e não é tão forte quanto tequila ou outras bebidas.

Peguei uma caguama, abri e comecei a beber na frente da minha mãe dormindo. Tomei uma caguama inteira e já tava me sentindo bem doidão e queria cantar, então coloquei música no quarto da minha mãe. Como vi que ela nem se mexia, preferi ficar no quarto, porque se meu pai chegasse, dava tempo de correr pro meu quarto. Se eu tivesse na sala, não daria tempo. Então fiquei no quarto dos meus pais bebendo e ouvindo música.

Notei que minha mãe tava com os olhos vendados, mas não liguei e nem imaginei o porquê — só fui descobrir depois. Já tinha tomado mais duas caguamas, além de tudo que já tinha bebido antes. Já tava muito doidão.

Aí desliguei a música, deitei em cima do cobertor do lado da minha mãe e liguei a TV enquanto terminava a última cerveja. Tentei acordar ela, mas não consegui.

Então acendi um baseado e comecei a fumar enquanto falava pra ela:
— Tô fumando e bebendo do seu lado e você não pode fazer nada.

Até soprei a fumaça do baseado no nariz dela várias vezes. Apaguei o baseado e terminei a cerveja. Levantei da cama, mas quando me apoiei com a mão, puxei o cobertor e descobri minha mãe da barriga até o pescoço. Quando virei a cabeça, fiquei chocado ao perceber que ela não tava de camisa nem de nada. sutiã e que ela ficou assim o tempo todo. Fiquei paralisado. Não conseguia nem me mexer nem parar de olhar os peitos dela. Involuntariamente, falei: Mãe??... E mexi ela com força, mas ela não reagiu. Levantei da cama sem cobri-la e fui pegar outra cerveja e acender o baseado. Fiquei do lado dela e apoiei o cigarro e a cerveja no criado-mudo. Tava tremendo. Sabia que devia cobri-la e sair, mas não conseguia. Nunca tinha visto ou pensado na minha mãe daquele jeito, mas naquela noite só queria lamber os peitos dela. Até aquele momento, eu nunca tinha tido nenhuma relação sexual. Já tinha pegado uma mina e apalpado os peitos dela, mas nunca vi ela nua, não rolou mais nada. Naquela noite, a luxúria me dominou. Tentei acordá-la mexendo nela e falando alto, mas ela não reagia. Fumei maconha e soprei a fumaça nos lábios dela, e quando roçou os lábios dela, me arrepiei demais, como nunca antes, e ela nem se mexeu. Olhei de novo pros peitos dela e descobri um pouco mais. Não sem antes dar um bom gole na cerveja. Vi que ela tava usando uma calcinha fio dental linda, onde dava pra ver de leve a buceta dela. Como ela tava de olhos vendados, acendi a luz pra capturar melhor esse espetáculo. Me aproximei dela e soprei a fumaça agora no peito dela, lambendo de leve o mamilo. Ao ver que ela não reagia, fui lambendo mais forte, enquanto com uma mão eu apertava o outro peito dela e com a outra eu me tocava por cima da calça. Eu já tava super excitado, então tirei a roupa. Tava com o pau bem duro e já muito tarado, e por causa do álcool, já tava me deixando levar. Primeiro, fiquei roçando meu pau nos peitos dela, depois criei coragem e comecei a passar ele na boca dela. Ela não reagia e eu não conseguia fazer ela me chupar. Até aquele momento, era o mais perto que eu tinha chegado de uma mulher nua, mas eu via muito pornô, então só fazia o que via nos vídeos. Tentei abrir a boca dela e, como se fosse um reflexo, ela abriu e começou a lamber. Eu fiquei gelado, porque significava que ela tava acordada. Não falei nada e tirei ele. Fiquei olhando pra ela, mas ela nem se mexia. Falei: — Mãe? — e tentei balançar ela. De novo: — Mãe, o pai já chegou, quer que a gente seja pego assim? — e sacudi ela com força. Mas ela não reagia. Percebi que era só um reflexo instintivo, mas na real ela continuava bem bêbada e dormindo. Fiquei muito feliz. Peguei a mão dela e comecei a me masturbar com ela. Pensei que ela ia começar a mexer a mão, igual fez com a língua, mas não foi assim. Então tive que mover a mão dela com a minha, mesmo assim era uma delícia. Enquanto isso, tava bebendo e fumando. Depois, destapei ela completamente e, sem nenhum cuidado, já bem seguro de que tava bem apagada, tirei a calcinha dela e comecei a acariciar. Passava os dedos ao redor dos lábios dela e depois deslizava um dedo no meio, assim sem parar, até perceber que ela começou a ficar molhada. Tava masturbando minha mãe, e ela tava gostando, sem nem perceber. Parei e fui até o rosto dela, abri a boca dela e fui enfiando meu pau devagar. Não senti a língua dela mexer, até acho que ouvi ela roncar. Fiquei triste quando, de repente, ela fez. Começou a mexer a língua e os lábios enquanto eu enfiava e tirava meu pau. Era incrível. Comecei a sentir um arrepio dos pés até a cabeça, meu pau ficou bem duro e começou a jorrar muito leite. Me assustei com medo de acordar ela e tentei tirar, mas só consegui espirrar uma parte no queixo e no lábio dela, e me afastei. Fiquei paralisado do lado dela. Mas ela nem reagiu. Como se nada tivesse acontecido. E falei: — Mãe, gozei na sua cara, não liga? — e ela não respondeu. Aí lembrei do que meu pai falou com os amigos, que só assim podia fazer o que quisesse com ela, e por isso tinha demorado tanto pra descer. Abri as pernas dela com cuidado e, ao separar a buceta dela com os dedos e olhar bem, vi vestígios de leite na buceta dela e notei que tinha papel no criado-mudo. Abri e também tinha leite, o que significava que meu pai tinha comido ela naquele estado, limpou e foi pra uma casa de stripper sem que Ao confirmar minha teoria e ligar todos os pontos, um sorriso se estampou no meu rosto. Agora eu sabia que minha mãe não ia reagir. Não limpei o sêmen do rosto dela. Na verdade, peguei o que sobrou no meu pau e passei nos lábios dela. Já me sentia mais seguro e não tinha mais cuidado nenhum. Queria que ela me chupasse de novo, e eu já estava duro. Enfiei sem nenhum cuidado, e ela não mexeu a língua, então comecei a massagear um peito dela e esfregar meu pau na cara dela, medindo com o rosto dela. Enfiei de novo na boca dela e falei: — Vai, mamãe, chupa igual antes. Ela começou a se mexer, e eu falei: — Assim, que gostoso você chupa. Tirei pra não gozar rápido e, enquanto tentava não enfiar de novo pra não gozar, passava na cara dela, junto com minhas bolas. E ela esticou a língua e começou a lamber minhas bolas. Isso eu não esperava. Era muito bom. Minhas bolas quase encostavam nos olhos dela, e ela tava lambendo meu cu e as bolas enquanto eu me masturbava com uma mão. Eu não aguentava mais. Sabia que ia gozar. Então tirei o pau da cara dela pra gozar em parte do rosto e nos peitos dela. Eu ainda tava com o pau bem duro. Então comecei a dedar ela. Queria ver a bunda dela. Com ajuda de uns travesseiros, virei ela. Ela não resistiu. Coloquei uma camisinha do meu pai. Já tava por cima dela na posição de quatro. Tava muito tesuda. Comecei a rodar a ponta do meu pau no cu e na buceta dela. Ela já tava bem molhada. Me preparei pra meter. Não acertava de primeira, inexperiente, fiquei lutando um bom tempo. Quando senti que a pontinha entrou e ela soltou um gemido leve, falei: — É aqui, xD. Tava metendo devagar. Já tinha a cabeça dentro e tava apertadinho, mas gostoso. Ela soltou outro gemido. Agora um pouco mais forte, mas ainda bem leve. Não dava pra imaginar. Ainda não tinha metido tudo e já ia gozar. Era tão quente, molhado e apertado que ainda me arrepio ao lembrar. Já tava na metade, quando... Ouço a porta da entrada. Merda... Era o meu pai. Já nem lembrava mais dele. Tirei ela de dentro na hora e corri pra janela. Espiei e vi que era ele mesmo, descendo do carro. Tô em pânico. Super nervoso, e ainda por cima tava bem bebado e chapado. Não sabia o que fazer. Corri pro meu quarto, me cobri com os lençóis e desliguei tudo. Lembrei que não trouxe nada, nem minha roupa. A camisinha deixei largada. Minha mãe tava toda coberta de porra. Levantei e coloquei uma cueca. Corri, mas quando cheguei na porta do meu quarto, ouvi a da entrada abrindo pra sala. E pensei: — Já era. Comecei a arrumar minhas coisas. Tava bebado e chapado, e chorando. Depois ouvi a televisão da sala. E me perguntei: Que estranho. Meu pai não foi direto dormir. Desci minha mochila com as três peças de roupa que tinha enfiado hahaha. E parei de chorar. Desci sem fazer nenhum barulho. Vi meu pai sentado na sala, com o braço apoiado na base do sofá, com um copo na mão. Eu só tava de cueca, mas não liguei. Falei: — Pai, a TV me acordou. Tá muito alta (tava alta porque eu deixei assim xD). Fingi que tava com sono e esfregava os olhos. Mas quando olhei pra ele de frente, notei que ele tava dormindo sentado. Sacudi ele com força e falei: — Pai, cê tá bem? ... Vai deixar o copo cair. Apoiei ele na mesinha de centro, ele meio que deitou e começou a roncar. Peguei um cobertor, um travesseiro, tirei os sapatos e a calça dele. Ele nem reagia. Cheirava a álcool e vômito, e acho que até a xixi. Nosso sofá é sofá-cama, então estiquei ele e arrumei pra ele não acordar enquanto eu limpava o que fiz. Já tava amanhecendo. Entrei no quarto dos meus pais e comecei a catar tudo, e olhei pela última vez pra minha mãe daquele jeito. Virei ela pra limpar, e ela continuava sem reagir. Limpei ela como se fosse nada, sem cuidado nenhum. Peguei nos peitos dela pela última vez e saí. Já tava tudo limpo. E não deixei nenhum vestígio de cerveja ou maconha, ou de que eu tinha estado ali. Já tinha jogado a camisinha fora também. Já tava. contentei. Desci e falei pro meu pai se queria ajuda pra subir pro quarto, mas ele não reagiu. Levantei ele e deixei a cabeça cair no travesseiro, nada xD. Joguei uma aguinha na cara dele e nada. Aí peguei o copo dele e falei: "À sua saúde, bêbado, que quase me fodi com seu marido", e tomei de uma vez. Tava bem forte, foi uma péssima ideia. Queria vomitar, mas no final não consegui. Apaguei todas as luzes e a TV. Subi e, já no meu quarto, tomei a cerveja que não tinha terminado e terminei de fumar o baseado pra não deixar evidência. Mas me senti doidão de novo e já nem andava direito. Desci pro banheiro e, ao sair, falei pro meu pai: "E aí, enquanto você tá aqui, será que eu como a sua mulher?" Ele não respondeu. Falei: "Quem cala, consente", e ri. Fui pro meu quarto, mas passou pela minha cabeça o que tinha acabado de acontecer e fiquei de pau duro. Eu só tava de cueca e dava pra ver que tava bem ereto. Abri o quarto dos meus pais e minha mãe virou a cabeça na minha direção e tentou se cobrir, mas ainda tinha um peito dela de fora. Ela disse: "Quem é?" Eu fiquei paralisado. Lembrei que diziam que minha voz era parecida com a do compadre e que a gente tinha mais ou menos a mesma altura. Então decidi fingir e tentar imitar a voz e o jeito dele de falar. Falei: "Sou eu, comadre, ia passar no banheiro porque seu marido vomitou lá embaixo. Desculpa, não sabia que a senhora tava aqui, já sabe que com a bebida a gente perde a noção." Ela respondeu: "Pode entrar, passa. Já voltaram? E meu marido? Pra onde foram?" Fui na direção do banheiro e notei que ela me olhava, mas quando falava ainda tava muito bêbada, tropeçava nas palavras e ainda tava com os olhos vendados, então não conseguia me ver. Entrei no banheiro e fiz xixi. Eu tava com a cerveja na mão, então terminei de tomar de uma vez. E respondi: "Fomos num puteiro, comadre, e nos divertimos muito, especialmente seu marido. Ele bebeu pra caralho. Tá lá embaixo, bem bêbado, já falamos pra subir ele, mas ele tá perdido. Já vomitou e mijou. Tá bem doidão o desgraçado. E a senhora, como — Cumpadi, ela tentou falar algo, mas não entendi. Aí eu falei:
— Tá saindo uma teta sua, cumpadi, deixa eu tampar.
Mas na real eu destampei e tirei a calcinha dela. Passei a mão nos peitos dela e aproximei minha pica do rosto dela.
Ela disse:
— Cumpadi, espera aí.
Eu falei:
— Já foi, cumpadi, deixa pra lá. O cumpadi tá bem morto. Agora ele não vai te atender mais.

Quero deixar claro que quando ela falava, ou quando digo que ela falava, a voz dela tava muito bêbada e quase incompreensível.

Aproximei minha pica da boca dela e ela começou a lamber, balançando a cabeça. Ela já tava acordada, mas ainda muito bebada. Eu tava me sentindo ótimo, embora pensasse:
— Pô, minha mãe dá pra qualquer um, até pro feio do cumpadi.

Ela não oferecia resistência. Depois começou a me masturbar e perguntou algo que me deixou confuso. Disse:
— Quem é você?
Eu fiquei calado enquanto ela chupava e me masturbava.
Ela perguntou de novo:
— Quem é você?? Héctor?? (Héctor é meu pai)

Sabia que ela tava muito bêbada e não lembrava da conversa que a gente tinha acabado de ter, onde eu fingia ser o cumpadi. E pensei: ah, tá, minha mãe não é uma puta, só tá muito bêbada e não sabe pra quem tá chupando.

Decidi arriscar e imitar a voz do meu pai:
— Sim, querida, já voltei. Mas não se segura.

Ela se animou mais e começou a chupar como uma deusa e a me masturbar. Eu já não ia aguentar mais. Ia gozar quando ela disse:
— Tá bem dura, fazia tempo que não tava assim, não cabe nem na minha boca.

E isso me ajudou a recuperar as forças enquanto eu falava e decidi tirar a calcinha dela. Já sabia que agora ela pensava que eu era meu pai, então tocava nela sem vergonha e com confiança.

Comecei a dedar ela e aproximei meu pau do rosto dela. Notei que ela queria tirar o que cobria os olhos dela, então intervim. Peguei ela pelos pulsos e direcionei as mãos dela pro meu pau.

Ela pegou e disse:
— Assim você gosta? Não quer que eu veja, papai? Quer me ter assim?
— Bom, enquanto você continuar com ele assim duro pra mim, tá bom. Mal cabe na minha boca, olha.

E começou a chupar. Disse:
— Tá diferente? Maior, papai?

Eu fiquei nervoso e já fazia um tempo que não falava nada. nada, então eu falei – sim mamãe, é por sua causa que ele tá assim. Você gostou? Ela disse – amei, papai, e você me toca delicioso enquanto gemia. Eu já tava que não me aguentava mais e ela falou – me come, papai, come a sua putinha. Eu assumi que elas gostavam de falar sujo na hora do sexo, então falei – vou te comer, putinha. Fica de quatro enquanto eu coloco a camisinha, putinha. Era uma delícia falar assim com a minha mãe. Ela parecia uma gata no cio. Tava bem quente e molhada. Imediatamente se colocou de quatro e com uma mão abriu as nádegas e começou a se dedilhar. Eu, vendo aquilo, fiquei super excitado. Já queria comer ela. Mas não tinha camisinhas. Usei a última e falei – mamãe, não tem camisinhas – mas vou te comer assim mesmo, putinha. Mas ela falou na hora – não, sem camisinha não, papai, mas vem que eu chupo você. Eu queria comer ela e depois de ver ela como uma gata no cio. Meu pau já tava durasso e empinado. Queria comer ela. Então falei – achei uma, mamãe – extrafina, ótima. Ela disse – sim, papai, pra sentir mais o seu pau. Coloca e me come. Eu só me aproximei porque não tinha camisinha. Coloquei as mãos nas costas dela e abaixei pra ela não tocar em mim e perceber que eu era mais fino ou que não tava com camisinha. Ela me disse – assim, de putinha, eu gosto. Falei – sim, putinha, assim que eu gosto enquanto dava um tapa na bunda dela e ela gemeu. Enfiei a ponta e ela disse – ai, ai, ai!! Devagar, papai, agora parece maior que o normal. Falei – cala a boca, putinha, é assim que você me deixa. Enfiei até a metade e ela se contorcia e dizia – papai, mais devagar, tá doendo, seu pau tá muito grande. Tirei ele todo e passei saliva e esfreguei na buceta dela que tava muito molhada. Ela me disse – papai, você tá com camisinha, né? Dá pra sentir muito o seu pau e você sabe que assim não pode, papai. Eu falei – cala a boca, putinha, sim, eu tô com a camisinha, mas é daquelas novas extrafinas, agora cala a boca e deixa eu meter. Ela não disse nada. E comecei a enfiar devagar, sentindo como ela era apertada e como meu pau, enquanto entrava, deslizava toda a minha pele com o interior da buceta dela. Era uma delícia. Ela disse – ai, papai, que grandona. Nunca tinha sentido você assim, ah sim, me dá, me fode. Enfiei tudo e comecei a bombar devagar. Ela dizia: "Ah sim, papai, você tá diferente, nunca me comeu assim." Já tava metendo bem forte, dando tapas na bunda e puxando o cabelo dela, apertando os peitos enquanto ela rebolava e deixava eu comer ela. Tava tudo bem até que ela falou: "Vira, papai, mamãe quer te beijar." Achei que já era, xD porque meu pai tem barba e eu não, além de ser gordo, mais alto que eu e careca. Eu sou magro, baixinho, sem barba e com cabelo xD, ou seja, já tava tudo perdido. Tirei na hora e ela virou. Ficou de barriga pra cima e eu na beirada da cama. Já tava bêbado, então pensei: "Foda-se, vou arriscar." Enfiei e ela gemeu. Me puxou e me beijou. Eu sei que na hora ela percebeu que não era meu pai. Me puxou pelo cabelo, separou o beijo e disse: "Quem é você? Por que tá me comendo?" Fiquei paralisado. Mas isso me excitou ainda mais, enfiei tudo e meti mais forte e rápido, e ela gemia e falava: "Quem é você?" Falei: "Abre mais as pernas, puta, pra eu te comer melhor." Ela gemeu e abriu mais as pernas, e começou a me beijar enquanto dizia: "Me fode com esse pauzão, me fode, aaaah sim." Do nada, ela mordeu meu lábio e disse: "Vou gozar." E molhou minha barriga e meu pau inteiro, parecia xixi, mas não era, até hoje não sei como chama. Falei: "E o Héctor?" E enfiei tudo de uma vez. Ela arranhou minhas costas e gemia enquanto eu aumentava a velocidade. Ela disse: "Foda-se, Héctor não importa, que pauzão, me fode, sou sua puta." Fiquei comendo ela em várias posições, e quando eu ia gozar, ela também ia gozar de novo. Aí aproveitei que ela gozou pra gozar dentro dela, tirei. Me limpei e fiquei por cima dela, colocando meus joelhos do lado dos braços dela pra ela não usar as mãos, e coloquei meu pau na cara dela. Ela, toda sedenta, chupou e lambeu. Eu já ia gozar e queria que ela engolisse tudo. Aumentei a velocidade e ela disse: "Espera, é muito grande." E eu falei: "Cala a boca. vadia e chupa ela -agora você é minha vadia, né? Ela disse -sim, que meu marido não descubra e sempre serei sua vadia. Eu disse -não importa quem seja, você vai ser minha vadia, mãe? Ela disse -sim, não importa. Que pica enorme você tem, papai, você come bem gostoso. Eu disse -bem, mãe, agora chupa como uma verdadeira vadia e come meu ranho. Ela disse -papai, essa parte de comer eu não gosto. Eu disse -não te perguntei, vadia, chupa e come. Ela disse -sim, papai. Ela começou a chupar como uma verdadeira deusa. As bolas, a punheta, as lambidas, tudo era perfeito, ela era minha vadia. Já ia gozar e falei -já tá quase, não para de chupar e mais rápido, vadia. Ela fez isso, mas eu queria que ela chupasse tudo. Peguei ela pela cabeça e enfiei a pica toda. Ela tentava se afastar, mas eu me mexia mais rápido porque já ia gozar. Começou a sair muita saliva e ela engasgava. Eu falei -assim, vadia, você gosta, já tá quase. E ao terminar de falar isso e ver como minha mãe se engasgava e saía baba do rosto todo batendo no meu torso, com a pica toda dentro, gozei na boca dela. Quando terminei, larguei ela, saí do quarto e fui dormir.

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