Nesta quarta parte, vou contar como foi o dia seguinte, entre o chat e as mulheres que me pegaram no meio do caminho, bem na hora do rala e rola.
Acordei lá pras 8 da manhã, fiz um café e fui pra varanda fumar um cigarro e tomar o café, aproveitando o frescor da manhã. Ficava remoendo o dia anterior e pensando no que ia rolar hoje, mandei uma mensagem no chat perguntando se tinha alguma ordem pra hoje e que tinha que cumprir com as mulheres à tarde, senão iam compartilhar minha foto.
Fiz outro café e peguei uma torrada, não tava com muita fome, mas tinha que botar alguma coisa no estômago. Sabia que não iam responder tão cedo, então relaxei como dava. Daí a pouco chegou uma mensagem no celular.
X: Fala, cachorro. Hoje vai ter um dia bem cheio. A gente vai te dar ordens até você ver aquelas duas mulheres, e nesse momento você vai ficar às ordens delas até elas falarem que pode ir. Pra começar, toma um banho completo, fica bem limpinho e coloca de novo a gaiola e o plug pequeno pra começar.
Fui direto pro chuveiro, me lavei inteiro e ensaboei bem o corpo todo. Me enxuguei inteiro com cuidado e coloquei a gaiola, depois passei um pouco de lubrificante no plug e entrei sem problemas. Assim que terminei, avisei pelo chat e esperei por novas ordens. Tava com vontade de começar a cumprir, o dia inteiro livre e disposto a fazer o que pedissem.
Pouco tempo depois, recebo outra mensagem:
X: Por enquanto você vai obedecer em casa, vai sair na varanda, só de fio dental e sem mais roupa por baixo, também com o dildo e o lubrificante. Você vai se colocar na beira da varanda e, aos poucos, vai meter o dildo em você até ele caber inteiro.
Saí na varanda e comecei a seguir as ordens. Tirei o plug e lubrifiquei bem o consolo, apoiei ele na mesinha e, com as mãos no parapeito da varanda, fui descendo e subindo bem devagar, primeiro só a ponta entrava. Só pra deixar claro: o parapeito é de pedra, então só dava pra ver meu tronco e a cabeça. Fiquei assim uns minutos, curtindo a sensação que a cabeça do consolo causava, abrindo e fechando meu cu. Aos poucos, fui descendo cada vez mais. Adoro quando você sente que entra sem dificuldade, que te parte ao meio.
Enquanto eu tava nessa, uma das vizinhas saiu na varanda. Ela não conseguia me ver direito, mas se eu me levantasse, ia me ver de fio dental. Meu coração acelerou e, sem pensar muito, desci mais rápido até conseguir sentar em cima do dildo. Quando ela olhou pra mim, eu a cumprimentei, a gente conversou uns minutinhos perguntando como é que tava tudo e ela voltou pra dentro, porque só tinha saído pra estender umas roupas.
Eu tava escorrendo líquido, só pelo tesão de quase ter sido pego e de ter 20cm enfiados inteiros no meu cu, me sentia muito cheio.
Subi até tirar a pica de borracha e desci de novo até o fundo sem parar, tava num transe. Subia e descia percorrendo os 20cm, cada vez me sentia mais aberto. Desci até empalar e, enquanto tava assim, mandei uma mensagem pra ver quais eram minhas instruções.
X: Você vai continuar com o dildo por mais 10 minutos, depois vai colocar o plug grande direto pra manter o cu bem aberto. Quando estiver assim, veste um moletom e dá uma volta pelas ruas. Leva o dildo numa bolsa, só por precaução.
Por enquanto, tava aguentando bem as ordens. Continuei por mais dez minutos e depois tirei o dildo. Dava pra sentir que meu cu tava bem aberto. Entrei em casa pra pegar o plug e limpar o consolo pra poder usar de novo. Depois de meter o plug sem problema nenhum, guardei o dildo e o lubrificante numa bolsa, vesti o moletom e saí de casa. Tava bem aberto, mas mesmo assim aquele pedaço de plug se mexendo junto comigo enquanto eu andava era bom demais. A calcinha fio dental já tava encharcada.
Já ia uns 15 minutos de caminhada quando chegou a próxima mensagem.
X: Quero que você encontre um lugar onde possa ficar sentado, que não tenha muita gente te vendo. Quando chegar lá, você vai tirar o plug e guardar. Depois de guardar, pega o dildo, lubrifica ele e ali mesmo onde estiver, coloca no banco ou onde estiver e começa a meter nele até ele entrar. Aguarde novas ordens.
Fiquei doido procurando um lugar onde ninguém me visse, já que tava na minha cidade. Não queria problema e muito menos ser conhecido como o tarado, porque em cidade pequena todo mundo sabe como as notícias se espalham rápido. Então fui pros arredores, onde tem um caminho com bancos e cheio de arbustos, que não passa muita gente e, se alguém vier, dá pra ver de longe.
Sentei num banco, baixei o moletom até os joelhos, tirei o plug e guardei, sempre limpo, claro, nunca esqueço de levar um lenço umedecido. E na sequência peguei o dildo, lubrifiquei bem e coloquei ele no banco. Subi em cima e comecei a descer devagar. De novo aquela sensação de penetração, tava adorando, dessa vez entrou bem mais fácil porque eu ainda tava bem aberta.
Vi alguém no fundo do caminho, então tive que disfarçar. Enfiei ele inteiro tentando não gemer e coloquei o moletom no lugar. Parecia que eu estava tranquilo sentado ali, mas na real tava do jeito que a gente sabe.
Cada vez tava mais perto, era a Raquel, uma mina da cidade mais ou menos da minha idade, que trabalhava no supermercado, tinha saído pra correr. A mina não era nada feia, meio cheinha, mas com uma bunda e uns peitos que dava vontade de devorar. Passou do meu lado e me cumprimentou. Respondi o saludo e fiquei besta olhando aquela bunda quicando enquanto ela corria.
Quando ela sumiu, baixei a calça de novo e comecei a foder o dildo. Sentia como minha buceta cada vez engolia ele com menos esforço, até que tentei tirar e meter de uma vez, me deixando cair em cima. A sensação foi incrível, quase gozei só do tesão que me dava. Repeti a ação várias vezes, às vezes soltava uns gemidos de prazer.
Me tirando do prazer e de um gozo violento, o telefone tocou.
X: esperamos que você já tenha cumprido a tarefa, manda foto de que fez isso e agora com o dildo dentro, vai andando pra casa. E cuidado pra não cair, seu cachorro. Avisa a gente quando chegar.
Levantei, coloquei a tanga segurando o dildo e subi o moletom. Se já era estranho andar com o plug, com aquele pedaço de dildo enfiado até o fundo era pior ainda, andava devagar pra não dar muito na cara que tava difícil. Quando vinha gente, fingia que tava respondendo no celular ou no WhatsApp pra ficar parado até eles passarem. Demorou uma eternidade, mas consegui chegar na minha porta. Entrei em casa e avisei no chat.
X: Beleza, cachorro. Agora tira ele e coloca o plug grande de novo. Você vai ficar com ele até sua aventura com suas novas amigas. Daqui até você encontrar com elas, vai ficar de jaula e plug. Não vai gozar a menos que elas deixem, mesma coisa com a jaula. Quando for vê-las, vai ter que ir com as pinças colocadas, moletom sem camiseta por baixo, uma fio dental nova — não essa que já vai estar encharcada — e na mochila o resto das coisas.
O dia passou muito devagar até chegar a hora de ir embora, eu tava com a buceta cheia e muita vontade de gozar, os ovos já tavam incomodando de tão inchados. Então, sem pensar duas vezes, coloquei os grampos, tirei a camiseta e vesti um moletom com zíper pra poder abrir fácil. Peguei a mochila com as coisas e fui direto pro carro.
Eu tava muito nervoso no caminho, não sabia o que ia rolar, e se aparecessem com a polícia ou algo assim?
Duvidava que algo assim acontecesse, mas nunca se sabe.
Estacionei no mesmo lugar e comecei a andar, já que eram só uns metros até onde elas me viram. Encontrei o ponto e fiquei por ali esperando. Como vi que ninguém vinha, acendi um cigarro e fumei, pensando no que podia rolar em alguns minutos.
Depois de um tempo esperando, ouvi umas vozes e lá no fundo do caminho vi duas minas vindo, eram elas. O nervosismo começou a me consumir e eu não sabia como reagir, fiquei paralisado igual uma estátua até que chegaram perto de mim. A que mais falou da última vez, que parecia ser a que mandava, tava com um short de esporte, um top rosa decotado bem apertado e um tênis. A amiga dela tava parecida, mas em vez de short, tava com uma saia com short por baixo, igual a das tenistas. Os corpos delas eram parecidos e bem gostosos. A mandona tinha uns peitões muito bons, pareciam grandes e naturais, talvez um pouco caídos, mas é isso que é bonito. Já a amiga tinha os peitos um pouco menores, mas compensava com aquele rabão que marcava, ao contrário da mandona, que tinha uma bunda boa, mas de tamanho normal.
Dava pra ver que elas tinham vindo andando de algum povoado da região, ou pelo menos de uma boa distância.
-Olá, porquinho.
-Oi.- Me atrevi a falar.
—Oi, gostosa, a partir de agora, não vou repetir isso de novo. —A amiga dela ria.
—Tá bom, patroa.
- Muito bem, porquinho. Então, ontem te pegamos no teu melhor momento, parece. Então, a partir de agora, você vai nos divertir até a gente cansar. Primeiro de tudo, você tem que ficar igual um porquinho, então tira essa roupa.
Comecei pelo moletom, deixando meus mamilos arrepiados no ar, o que chamou a atenção dele. Abaixei o moletom e fiquei só de fio dental.
A amiga se aproximou e, pegando a presilha do mamilo, apertou sem dó. Só consegui soltar um grito.
- Já falamos tudo, tira essa fio dental, porca.
-Desculpa, patroa.
-Porra, o bico do peito tava ardendo.
—Assim que se aprende.
Fiquei pelado, com os grampos, a gaiola e o plug.
- Muito bem, agora dá uma voltinha pra gente te ver direitinho.
Girei em mim mesmo e eles repararam no brilho que saía da minha buceta.
- Anda, se ela tiver um plug desses. Vamos ver, porquinho, quero ver ele inteiro. Fica de quatro e mostra pra gente.
No meio do caminho, me abaixei e fiquei de quatro. Segurei o plug com a mão e, aos poucos, tirei ele, deixando meu cu aberto e as duas amas alucinando.
Porra, que pedaço de brinquedo que ela tem enfiado. Você trouxe mais brinquedos?
—Sim, na mochila.
—Tá bom então, agora enfia esse plug aí e vamos dar uma volta.
Comecei a aproximar ele da minha bunda, mesmo com o plug aberto, o bagulho era grande e tava difícil de enfiar. Quando finalmente tinha quase a metade lá dentro, senti a mão dele pegar na minha e empurrar tudo de uma vez pra dentro. Só consegui soltar um gemido de tanto prazer que me deu.
Porra, porquinho, você é um viciado. Vamos, levanta e segue a gente.
Seguimos andando pra frente pelo caminho, de vez em quando elas iam me dando palmadas, beliscando mais forte com as pinças, dando toques na gaiola ou dando tapas no plug. A verdade é que eu tava muito envergonhado, mas tava curtindo pra caralho.
Ao passar por uma curva na estrada, encontramos uma clareira. Tinha umas pedras e algumas árvores, em vez de tanto arbusto. Fomos para trás das pedras e me mandaram sentar.
—Vale, porco, agora você vai ter que nos agradar. Quanto melhor fizer, melhor vamos te tratar e mais você vai curtir.
Depois da frase, as duas tiraram os shorts e ficaram sem nada por baixo. A mais mandona tinha a buceta toda depilada, e a outra tinha uma risquinha de pelo bem sexy. Assim que a primeira se colocou na minha frente, eu me joguei pra lamber ela toda, comecei a lamber em volta dos lábios dela, passando por cima do clitóris. Aos poucos fui abrindo mais, percorrendo os lábios, canto por canto, até chegar no centro. Daí subia até o clitóris e descia pra meter a língua o mais fundo que dava. A putinha estava encharcada e cada vez mais, continuei brincando até focar no clitóris dela e, com dois dedos, fui introduzindo dentro da buceta dela. Em poucos minutos, ela se contraiu e soltou uns jatos que eu engoli todo feliz, as pernas tremeram um pouco e ela se segurou na minha cabeça. Quando ela me soltou, fui saindo devagar e me virei pra amiga. Pra minha surpresa, ela virou de costas e se abaixou, deixando a bunda na altura do meu rosto. Demorei uns dois minutos pra reagir, e ela disse:
—Acho que não preciso te explicar nada. É melhor você me deixar satisfeita.
Ela tinha uma bunda bem grande e, assim inclinada, parecia ainda maior. Peguei os dois glúteos com cada mão e abri bem pra enfiar a cara no meio e começar a chupar da buceta até o cu. Ela gemia mais que a amiga. Fui passando minha língua devagar, até focar mais no cu dela, fazendo círculos em volta do inevitável e, quando já estava tudo bem babado, enfiei dois dedos na buceta e a língua no cu até o fundo. Ela gemeu de prazer e ficou muito mais molhada. Continuei brincando com a língua e, ao mesmo tempo, com os dedos, até que, sem muito esforço, ela gozou toda no meu braço.
Me afastei um pouco e continuei de joelhos. Com a cara cheia de sucos e a mão também. Fiquei esperando novas ordens.
— Você se comportou muito bem, porquinho. Manda bem com a língua. O que mais você tem na mochila?
Em seguida, peguei a mochila e tirei o lubrificante e o dildo.
—Olha só, será que a gente vai conseguir brincar mais ainda, mas guarda o lubrificante que não vai precisar dele.
Vem cá, porquinho, fica de quatro na pedra.
A mandona pegou o plug com cuidado e foi tirando ele aos poucos, foi muito gostoso sentir ele saindo.
-Tá bem aberta hein, acho que vai entrar sem problemas.
A amiga com o dildo na mão começou a cuspir nele, e entre as duas deixaram ele todo babado. Ela encostou no meu cu e eu senti a ponta entrando sem dificuldade, foi entrando e entrando até um pouco mais da metade, aí já custava um pouco mais. Senti ele abrindo aquela parte do meu cu, mas como a mina era meio bruta, conseguiu meter até o fundo, fazendo eu soltar um gemido — bom, mais que gemido, um grunhido. Entre prazer e dor.
A partir daí começou um movimento de meter e tirar que tava me deixando louco, já que sempre fui eu quem controlava. Mas perceber que você não pode fazer nada e são elas quem controlam a velocidade é uma pira. Às vezes metiam de uma vez até o fundo, fazendo meu pau soltar mais líquido pré-gozo, outras iam devagar ou tiravam de repente pra meter de novo. Ficaram assim por um tempo, curtindo e rindo de vez em quando de como minha buceta engolia o dildo, ou pelo menos era o que elas diziam.
Eu já tava precisando gozar, aquela situação tava me matando. E implorei pra elas me deixarem gozar, por favor.
-Não sei, hein, tão fácil assim?
-Por favor, patroa, o porquinho precisa gozar, já faz dois dias que não descarrega.
-Então você tá bem carregadinho, bom, talvez a gente te deixe, mas do nosso jeito.
Agora você vai fazer o que a gente mandar e aí a gente vê se você consegue gozar depois.
A amiga, a quietinha que na verdade era a mais bruta, me mandou fazer algo que eu conseguia de boa, já tava acostumado. Mas mesmo assim, tinha risco de alguém me ver.
—maduro, assim como você está no meio da clareira, enfia no seu próprio cu. Se vier alguém, nem se mexe.
Foi assim que fiz, fui pro meio da clareira que tinha e comecei a meter no meu próprio buraco. Fiquei uns 10 minutos e, por sorte, não vinha ninguém, minha bunda já tava bem soltinha, o dildo entrava e saía sozinho.
Me avisaram pra voltar pras pedras e me fizeram sentar no dildo, isso eu adoro, porque você sente de verdade o quanto tá cheio e meu pau sempre quer ficar durão quando tô nessa posição, então a gaiola começou a incomodar pra caralho.
- Beleza porquinho, me dá a chave da gaiola. Vamos ver o que você tem aí trancado.
Tirei da mochila uma chavezinha minúscula pro cadeadinho, destranquei ele com calma e puxei a gaiola encharcada de porra.
—Vamos limpá-la já!
Comecei a lamber ela enquanto meu pau despertava e ficava duro feito pedra, igual a rocha que tinha debaixo de mim. Terminei de chupar a gaiola e deixei ela de lado na mochila.
-Então você quer gozar... Não sei se vai conseguir. Mas é verdade que você tem uma bela pica, uma pena que esteja presa, no próximo dia tenho outros planos para ela. Mas hoje está ficando tarde e temos um tempinho de volta.
-É, vamos gozar rápido nessa porra que já tá escurecendo.
A amiga colocou a bunda na minha cara de novo, parecia que tava com vontade, o dildo enfiado no meu cu e a mandona esfregando o pé no meu pau. Tava me deixando doido.
Percebi que tava perto de gozar, tentei falar, mas quando me joguei pra trás a amiga me derrubou e sentou a bunda dela na minha cara sem me deixar mexer nem falar, só podia comer aquela buceta que eu tanto gostava.
Em poucos minutos eu não aguentava mais com o roçar do pé dela, subia e descia, esmagava minha pica de vez em quando, cada vez mais molhado tudo por minha pica jorrando e sem poder evitar comecei a gozar jorrando, elas começaram a rir mas a safada não parou de mexer o pé apesar de eu estar sensível e eu tentava me debater da sensação que tinha mas era impossível com a bunda na minha cara, o dildo no meu cu e o pé dela apertando minha pica e minhas bolas. Assim não sei quanto tempo durou mas pareceu uma eternidade e quase gozei duas vezes.
-Bom porquinho, já satisfeitos por hoje, vamos pegar o rumo de casa.
—Se vocês quiserem, dou uma carona, minhas gostosas.
—Olha só o porco, até que é grato e tal. Vem então, não leva você.
Fui pegar a roupa na mochila, iludido que nem um besta, e quando me abaixei, ela agarrou minhas bolas por trás.
— O que você tá fazendo, idiota? Sem roupa, vai sair assim com a pica no cu até o carro e lá a gente vê.
-Desculpa, patroa. -Consegui falar, mas quase não dava, dessa vez ela tinha me agarrado com força.
Me levantei e fomos andando até o carro, no caminho cruzamos com um casal, tentei me esconder mas a mandona agarrou minha piroca e não consegui me mexer, só segui do lado dela. Eles passaram nos olhando com cara de quem tava vendo uma miragem, eu tava vermelho mas passou mais rápido do que eu pensava.
Chegamos no carro sem muito mais problema.
—Coloca o moletom e vai pro carro, não coloca mais nada.
Obedeci como um bom porquinho e entrei no carro assim. A mandona sentou atrás e a amiga na frente. Com o cu tão aberto, o dildo entrou ainda mais, só ficou pra fora a ventosa, como se fosse um plug de 20cm. Eu sentia que estava preenchido e, a cada lombada e buraco, a sensação aumentava.
Me guiaram até a casa delas sem muitos problemas, elas moravam a 3 cidades da minha. Antes de descer, cada uma me deu um beijo, não sem antes beliscar mais meus mamilos e passar a mão um pouco na minha rola até ela ficar dura de novo.
- Então, porquinho, me passa teu número que a gente vai se ver muito mais.
-Perfeito, curtimos esse primeiro contato, vamos pedir mais coisas pra próxima.
—Se você ama, e posso perguntar seus nomes, mesmo que não possa usá-los?
Arranquei a presilha do meu mamilo de uma vez só e soltei um gritinho que não consegui segurar.
-Isso já é pergunta de porco. Aprende pra próxima. E nunca ouse nos chamar pelos nossos nomes. Eu sou a Lucía (a mandona) e ela é a Carmen.
-Valeu, donas.
—Agora vai pra tua casa, vai, vê se ninguém te vê, tarado.
Sem muito problema, fui pra casa. Queria gozar de novo e tirar logo o dildo do cu, mas até chegar lá ia ser foda. Na entrada da minha cidade tinha três semáforos juntos, saía muito trator, então tiveram que colocar eles porque já tinham acontecido vários acidentes. Só que de noite não saía ninguém e você ficava lá esperando uns minutos.
Parado no sinal, não vi ninguém, e minha mão foi pro meu pau inconscientemente. Comecei a bater uma pensando no dia todo que tinha passado e em como eu tinha curtido pra caralho.
Não demorei muito pra saber que ia gozar, então acelerei o ritmo antes de ficar verde. E em poucos segundos meu leite jorrou, batendo na minha barriga e no peito. Assim que ficou verde, consegui meter a primeira e seguir até minha garagem.
Cheguei em casa pensando em como seria tudo a partir de agora e, sem falta, mandei uma mensagem no chat pra eles saberem como tinha sido tudo.
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Vou continuar a história no próximo relato, porque me alonguei bastante nessa parte. Valeu mesmo pelo apoio que recebi, sério, agradeço demais pra continuar escrevendo.
Um salve,
Relcredom.
Acordei lá pras 8 da manhã, fiz um café e fui pra varanda fumar um cigarro e tomar o café, aproveitando o frescor da manhã. Ficava remoendo o dia anterior e pensando no que ia rolar hoje, mandei uma mensagem no chat perguntando se tinha alguma ordem pra hoje e que tinha que cumprir com as mulheres à tarde, senão iam compartilhar minha foto.
Fiz outro café e peguei uma torrada, não tava com muita fome, mas tinha que botar alguma coisa no estômago. Sabia que não iam responder tão cedo, então relaxei como dava. Daí a pouco chegou uma mensagem no celular.
X: Fala, cachorro. Hoje vai ter um dia bem cheio. A gente vai te dar ordens até você ver aquelas duas mulheres, e nesse momento você vai ficar às ordens delas até elas falarem que pode ir. Pra começar, toma um banho completo, fica bem limpinho e coloca de novo a gaiola e o plug pequeno pra começar.
Fui direto pro chuveiro, me lavei inteiro e ensaboei bem o corpo todo. Me enxuguei inteiro com cuidado e coloquei a gaiola, depois passei um pouco de lubrificante no plug e entrei sem problemas. Assim que terminei, avisei pelo chat e esperei por novas ordens. Tava com vontade de começar a cumprir, o dia inteiro livre e disposto a fazer o que pedissem.
Pouco tempo depois, recebo outra mensagem:
X: Por enquanto você vai obedecer em casa, vai sair na varanda, só de fio dental e sem mais roupa por baixo, também com o dildo e o lubrificante. Você vai se colocar na beira da varanda e, aos poucos, vai meter o dildo em você até ele caber inteiro.
Saí na varanda e comecei a seguir as ordens. Tirei o plug e lubrifiquei bem o consolo, apoiei ele na mesinha e, com as mãos no parapeito da varanda, fui descendo e subindo bem devagar, primeiro só a ponta entrava. Só pra deixar claro: o parapeito é de pedra, então só dava pra ver meu tronco e a cabeça. Fiquei assim uns minutos, curtindo a sensação que a cabeça do consolo causava, abrindo e fechando meu cu. Aos poucos, fui descendo cada vez mais. Adoro quando você sente que entra sem dificuldade, que te parte ao meio.
Enquanto eu tava nessa, uma das vizinhas saiu na varanda. Ela não conseguia me ver direito, mas se eu me levantasse, ia me ver de fio dental. Meu coração acelerou e, sem pensar muito, desci mais rápido até conseguir sentar em cima do dildo. Quando ela olhou pra mim, eu a cumprimentei, a gente conversou uns minutinhos perguntando como é que tava tudo e ela voltou pra dentro, porque só tinha saído pra estender umas roupas.
Eu tava escorrendo líquido, só pelo tesão de quase ter sido pego e de ter 20cm enfiados inteiros no meu cu, me sentia muito cheio.
Subi até tirar a pica de borracha e desci de novo até o fundo sem parar, tava num transe. Subia e descia percorrendo os 20cm, cada vez me sentia mais aberto. Desci até empalar e, enquanto tava assim, mandei uma mensagem pra ver quais eram minhas instruções.
X: Você vai continuar com o dildo por mais 10 minutos, depois vai colocar o plug grande direto pra manter o cu bem aberto. Quando estiver assim, veste um moletom e dá uma volta pelas ruas. Leva o dildo numa bolsa, só por precaução.
Por enquanto, tava aguentando bem as ordens. Continuei por mais dez minutos e depois tirei o dildo. Dava pra sentir que meu cu tava bem aberto. Entrei em casa pra pegar o plug e limpar o consolo pra poder usar de novo. Depois de meter o plug sem problema nenhum, guardei o dildo e o lubrificante numa bolsa, vesti o moletom e saí de casa. Tava bem aberto, mas mesmo assim aquele pedaço de plug se mexendo junto comigo enquanto eu andava era bom demais. A calcinha fio dental já tava encharcada.
Já ia uns 15 minutos de caminhada quando chegou a próxima mensagem.
X: Quero que você encontre um lugar onde possa ficar sentado, que não tenha muita gente te vendo. Quando chegar lá, você vai tirar o plug e guardar. Depois de guardar, pega o dildo, lubrifica ele e ali mesmo onde estiver, coloca no banco ou onde estiver e começa a meter nele até ele entrar. Aguarde novas ordens.
Fiquei doido procurando um lugar onde ninguém me visse, já que tava na minha cidade. Não queria problema e muito menos ser conhecido como o tarado, porque em cidade pequena todo mundo sabe como as notícias se espalham rápido. Então fui pros arredores, onde tem um caminho com bancos e cheio de arbustos, que não passa muita gente e, se alguém vier, dá pra ver de longe.
Sentei num banco, baixei o moletom até os joelhos, tirei o plug e guardei, sempre limpo, claro, nunca esqueço de levar um lenço umedecido. E na sequência peguei o dildo, lubrifiquei bem e coloquei ele no banco. Subi em cima e comecei a descer devagar. De novo aquela sensação de penetração, tava adorando, dessa vez entrou bem mais fácil porque eu ainda tava bem aberta.
Vi alguém no fundo do caminho, então tive que disfarçar. Enfiei ele inteiro tentando não gemer e coloquei o moletom no lugar. Parecia que eu estava tranquilo sentado ali, mas na real tava do jeito que a gente sabe.
Cada vez tava mais perto, era a Raquel, uma mina da cidade mais ou menos da minha idade, que trabalhava no supermercado, tinha saído pra correr. A mina não era nada feia, meio cheinha, mas com uma bunda e uns peitos que dava vontade de devorar. Passou do meu lado e me cumprimentou. Respondi o saludo e fiquei besta olhando aquela bunda quicando enquanto ela corria.
Quando ela sumiu, baixei a calça de novo e comecei a foder o dildo. Sentia como minha buceta cada vez engolia ele com menos esforço, até que tentei tirar e meter de uma vez, me deixando cair em cima. A sensação foi incrível, quase gozei só do tesão que me dava. Repeti a ação várias vezes, às vezes soltava uns gemidos de prazer.
Me tirando do prazer e de um gozo violento, o telefone tocou.
X: esperamos que você já tenha cumprido a tarefa, manda foto de que fez isso e agora com o dildo dentro, vai andando pra casa. E cuidado pra não cair, seu cachorro. Avisa a gente quando chegar.
Levantei, coloquei a tanga segurando o dildo e subi o moletom. Se já era estranho andar com o plug, com aquele pedaço de dildo enfiado até o fundo era pior ainda, andava devagar pra não dar muito na cara que tava difícil. Quando vinha gente, fingia que tava respondendo no celular ou no WhatsApp pra ficar parado até eles passarem. Demorou uma eternidade, mas consegui chegar na minha porta. Entrei em casa e avisei no chat.
X: Beleza, cachorro. Agora tira ele e coloca o plug grande de novo. Você vai ficar com ele até sua aventura com suas novas amigas. Daqui até você encontrar com elas, vai ficar de jaula e plug. Não vai gozar a menos que elas deixem, mesma coisa com a jaula. Quando for vê-las, vai ter que ir com as pinças colocadas, moletom sem camiseta por baixo, uma fio dental nova — não essa que já vai estar encharcada — e na mochila o resto das coisas.
O dia passou muito devagar até chegar a hora de ir embora, eu tava com a buceta cheia e muita vontade de gozar, os ovos já tavam incomodando de tão inchados. Então, sem pensar duas vezes, coloquei os grampos, tirei a camiseta e vesti um moletom com zíper pra poder abrir fácil. Peguei a mochila com as coisas e fui direto pro carro.
Eu tava muito nervoso no caminho, não sabia o que ia rolar, e se aparecessem com a polícia ou algo assim?
Duvidava que algo assim acontecesse, mas nunca se sabe.
Estacionei no mesmo lugar e comecei a andar, já que eram só uns metros até onde elas me viram. Encontrei o ponto e fiquei por ali esperando. Como vi que ninguém vinha, acendi um cigarro e fumei, pensando no que podia rolar em alguns minutos.
Depois de um tempo esperando, ouvi umas vozes e lá no fundo do caminho vi duas minas vindo, eram elas. O nervosismo começou a me consumir e eu não sabia como reagir, fiquei paralisado igual uma estátua até que chegaram perto de mim. A que mais falou da última vez, que parecia ser a que mandava, tava com um short de esporte, um top rosa decotado bem apertado e um tênis. A amiga dela tava parecida, mas em vez de short, tava com uma saia com short por baixo, igual a das tenistas. Os corpos delas eram parecidos e bem gostosos. A mandona tinha uns peitões muito bons, pareciam grandes e naturais, talvez um pouco caídos, mas é isso que é bonito. Já a amiga tinha os peitos um pouco menores, mas compensava com aquele rabão que marcava, ao contrário da mandona, que tinha uma bunda boa, mas de tamanho normal.
Dava pra ver que elas tinham vindo andando de algum povoado da região, ou pelo menos de uma boa distância.
-Olá, porquinho.
-Oi.- Me atrevi a falar.
—Oi, gostosa, a partir de agora, não vou repetir isso de novo. —A amiga dela ria.
—Tá bom, patroa.
- Muito bem, porquinho. Então, ontem te pegamos no teu melhor momento, parece. Então, a partir de agora, você vai nos divertir até a gente cansar. Primeiro de tudo, você tem que ficar igual um porquinho, então tira essa roupa.
Comecei pelo moletom, deixando meus mamilos arrepiados no ar, o que chamou a atenção dele. Abaixei o moletom e fiquei só de fio dental.
A amiga se aproximou e, pegando a presilha do mamilo, apertou sem dó. Só consegui soltar um grito.
- Já falamos tudo, tira essa fio dental, porca.
-Desculpa, patroa.
-Porra, o bico do peito tava ardendo.
—Assim que se aprende.
Fiquei pelado, com os grampos, a gaiola e o plug.
- Muito bem, agora dá uma voltinha pra gente te ver direitinho.
Girei em mim mesmo e eles repararam no brilho que saía da minha buceta.
- Anda, se ela tiver um plug desses. Vamos ver, porquinho, quero ver ele inteiro. Fica de quatro e mostra pra gente.
No meio do caminho, me abaixei e fiquei de quatro. Segurei o plug com a mão e, aos poucos, tirei ele, deixando meu cu aberto e as duas amas alucinando.
Porra, que pedaço de brinquedo que ela tem enfiado. Você trouxe mais brinquedos?
—Sim, na mochila.
—Tá bom então, agora enfia esse plug aí e vamos dar uma volta.
Comecei a aproximar ele da minha bunda, mesmo com o plug aberto, o bagulho era grande e tava difícil de enfiar. Quando finalmente tinha quase a metade lá dentro, senti a mão dele pegar na minha e empurrar tudo de uma vez pra dentro. Só consegui soltar um gemido de tanto prazer que me deu.
Porra, porquinho, você é um viciado. Vamos, levanta e segue a gente.
Seguimos andando pra frente pelo caminho, de vez em quando elas iam me dando palmadas, beliscando mais forte com as pinças, dando toques na gaiola ou dando tapas no plug. A verdade é que eu tava muito envergonhado, mas tava curtindo pra caralho.
Ao passar por uma curva na estrada, encontramos uma clareira. Tinha umas pedras e algumas árvores, em vez de tanto arbusto. Fomos para trás das pedras e me mandaram sentar.
—Vale, porco, agora você vai ter que nos agradar. Quanto melhor fizer, melhor vamos te tratar e mais você vai curtir.
Depois da frase, as duas tiraram os shorts e ficaram sem nada por baixo. A mais mandona tinha a buceta toda depilada, e a outra tinha uma risquinha de pelo bem sexy. Assim que a primeira se colocou na minha frente, eu me joguei pra lamber ela toda, comecei a lamber em volta dos lábios dela, passando por cima do clitóris. Aos poucos fui abrindo mais, percorrendo os lábios, canto por canto, até chegar no centro. Daí subia até o clitóris e descia pra meter a língua o mais fundo que dava. A putinha estava encharcada e cada vez mais, continuei brincando até focar no clitóris dela e, com dois dedos, fui introduzindo dentro da buceta dela. Em poucos minutos, ela se contraiu e soltou uns jatos que eu engoli todo feliz, as pernas tremeram um pouco e ela se segurou na minha cabeça. Quando ela me soltou, fui saindo devagar e me virei pra amiga. Pra minha surpresa, ela virou de costas e se abaixou, deixando a bunda na altura do meu rosto. Demorei uns dois minutos pra reagir, e ela disse:
—Acho que não preciso te explicar nada. É melhor você me deixar satisfeita.
Ela tinha uma bunda bem grande e, assim inclinada, parecia ainda maior. Peguei os dois glúteos com cada mão e abri bem pra enfiar a cara no meio e começar a chupar da buceta até o cu. Ela gemia mais que a amiga. Fui passando minha língua devagar, até focar mais no cu dela, fazendo círculos em volta do inevitável e, quando já estava tudo bem babado, enfiei dois dedos na buceta e a língua no cu até o fundo. Ela gemeu de prazer e ficou muito mais molhada. Continuei brincando com a língua e, ao mesmo tempo, com os dedos, até que, sem muito esforço, ela gozou toda no meu braço.
Me afastei um pouco e continuei de joelhos. Com a cara cheia de sucos e a mão também. Fiquei esperando novas ordens.
— Você se comportou muito bem, porquinho. Manda bem com a língua. O que mais você tem na mochila?
Em seguida, peguei a mochila e tirei o lubrificante e o dildo.
—Olha só, será que a gente vai conseguir brincar mais ainda, mas guarda o lubrificante que não vai precisar dele.
Vem cá, porquinho, fica de quatro na pedra.
A mandona pegou o plug com cuidado e foi tirando ele aos poucos, foi muito gostoso sentir ele saindo.
-Tá bem aberta hein, acho que vai entrar sem problemas.
A amiga com o dildo na mão começou a cuspir nele, e entre as duas deixaram ele todo babado. Ela encostou no meu cu e eu senti a ponta entrando sem dificuldade, foi entrando e entrando até um pouco mais da metade, aí já custava um pouco mais. Senti ele abrindo aquela parte do meu cu, mas como a mina era meio bruta, conseguiu meter até o fundo, fazendo eu soltar um gemido — bom, mais que gemido, um grunhido. Entre prazer e dor.
A partir daí começou um movimento de meter e tirar que tava me deixando louco, já que sempre fui eu quem controlava. Mas perceber que você não pode fazer nada e são elas quem controlam a velocidade é uma pira. Às vezes metiam de uma vez até o fundo, fazendo meu pau soltar mais líquido pré-gozo, outras iam devagar ou tiravam de repente pra meter de novo. Ficaram assim por um tempo, curtindo e rindo de vez em quando de como minha buceta engolia o dildo, ou pelo menos era o que elas diziam.
Eu já tava precisando gozar, aquela situação tava me matando. E implorei pra elas me deixarem gozar, por favor.
-Não sei, hein, tão fácil assim?
-Por favor, patroa, o porquinho precisa gozar, já faz dois dias que não descarrega.
-Então você tá bem carregadinho, bom, talvez a gente te deixe, mas do nosso jeito.
Agora você vai fazer o que a gente mandar e aí a gente vê se você consegue gozar depois.
A amiga, a quietinha que na verdade era a mais bruta, me mandou fazer algo que eu conseguia de boa, já tava acostumado. Mas mesmo assim, tinha risco de alguém me ver.
—maduro, assim como você está no meio da clareira, enfia no seu próprio cu. Se vier alguém, nem se mexe.
Foi assim que fiz, fui pro meio da clareira que tinha e comecei a meter no meu próprio buraco. Fiquei uns 10 minutos e, por sorte, não vinha ninguém, minha bunda já tava bem soltinha, o dildo entrava e saía sozinho.
Me avisaram pra voltar pras pedras e me fizeram sentar no dildo, isso eu adoro, porque você sente de verdade o quanto tá cheio e meu pau sempre quer ficar durão quando tô nessa posição, então a gaiola começou a incomodar pra caralho.
- Beleza porquinho, me dá a chave da gaiola. Vamos ver o que você tem aí trancado.
Tirei da mochila uma chavezinha minúscula pro cadeadinho, destranquei ele com calma e puxei a gaiola encharcada de porra.
—Vamos limpá-la já!
Comecei a lamber ela enquanto meu pau despertava e ficava duro feito pedra, igual a rocha que tinha debaixo de mim. Terminei de chupar a gaiola e deixei ela de lado na mochila.
-Então você quer gozar... Não sei se vai conseguir. Mas é verdade que você tem uma bela pica, uma pena que esteja presa, no próximo dia tenho outros planos para ela. Mas hoje está ficando tarde e temos um tempinho de volta.
-É, vamos gozar rápido nessa porra que já tá escurecendo.
A amiga colocou a bunda na minha cara de novo, parecia que tava com vontade, o dildo enfiado no meu cu e a mandona esfregando o pé no meu pau. Tava me deixando doido.
Percebi que tava perto de gozar, tentei falar, mas quando me joguei pra trás a amiga me derrubou e sentou a bunda dela na minha cara sem me deixar mexer nem falar, só podia comer aquela buceta que eu tanto gostava.
Em poucos minutos eu não aguentava mais com o roçar do pé dela, subia e descia, esmagava minha pica de vez em quando, cada vez mais molhado tudo por minha pica jorrando e sem poder evitar comecei a gozar jorrando, elas começaram a rir mas a safada não parou de mexer o pé apesar de eu estar sensível e eu tentava me debater da sensação que tinha mas era impossível com a bunda na minha cara, o dildo no meu cu e o pé dela apertando minha pica e minhas bolas. Assim não sei quanto tempo durou mas pareceu uma eternidade e quase gozei duas vezes.
-Bom porquinho, já satisfeitos por hoje, vamos pegar o rumo de casa.
—Se vocês quiserem, dou uma carona, minhas gostosas.
—Olha só o porco, até que é grato e tal. Vem então, não leva você.
Fui pegar a roupa na mochila, iludido que nem um besta, e quando me abaixei, ela agarrou minhas bolas por trás.
— O que você tá fazendo, idiota? Sem roupa, vai sair assim com a pica no cu até o carro e lá a gente vê.
-Desculpa, patroa. -Consegui falar, mas quase não dava, dessa vez ela tinha me agarrado com força.
Me levantei e fomos andando até o carro, no caminho cruzamos com um casal, tentei me esconder mas a mandona agarrou minha piroca e não consegui me mexer, só segui do lado dela. Eles passaram nos olhando com cara de quem tava vendo uma miragem, eu tava vermelho mas passou mais rápido do que eu pensava.
Chegamos no carro sem muito mais problema.
—Coloca o moletom e vai pro carro, não coloca mais nada.
Obedeci como um bom porquinho e entrei no carro assim. A mandona sentou atrás e a amiga na frente. Com o cu tão aberto, o dildo entrou ainda mais, só ficou pra fora a ventosa, como se fosse um plug de 20cm. Eu sentia que estava preenchido e, a cada lombada e buraco, a sensação aumentava.
Me guiaram até a casa delas sem muitos problemas, elas moravam a 3 cidades da minha. Antes de descer, cada uma me deu um beijo, não sem antes beliscar mais meus mamilos e passar a mão um pouco na minha rola até ela ficar dura de novo.
- Então, porquinho, me passa teu número que a gente vai se ver muito mais.
-Perfeito, curtimos esse primeiro contato, vamos pedir mais coisas pra próxima.
—Se você ama, e posso perguntar seus nomes, mesmo que não possa usá-los?
Arranquei a presilha do meu mamilo de uma vez só e soltei um gritinho que não consegui segurar.
-Isso já é pergunta de porco. Aprende pra próxima. E nunca ouse nos chamar pelos nossos nomes. Eu sou a Lucía (a mandona) e ela é a Carmen.
-Valeu, donas.
—Agora vai pra tua casa, vai, vê se ninguém te vê, tarado.
Sem muito problema, fui pra casa. Queria gozar de novo e tirar logo o dildo do cu, mas até chegar lá ia ser foda. Na entrada da minha cidade tinha três semáforos juntos, saía muito trator, então tiveram que colocar eles porque já tinham acontecido vários acidentes. Só que de noite não saía ninguém e você ficava lá esperando uns minutos.
Parado no sinal, não vi ninguém, e minha mão foi pro meu pau inconscientemente. Comecei a bater uma pensando no dia todo que tinha passado e em como eu tinha curtido pra caralho.
Não demorei muito pra saber que ia gozar, então acelerei o ritmo antes de ficar verde. E em poucos segundos meu leite jorrou, batendo na minha barriga e no peito. Assim que ficou verde, consegui meter a primeira e seguir até minha garagem.
Cheguei em casa pensando em como seria tudo a partir de agora e, sem falta, mandei uma mensagem no chat pra eles saberem como tinha sido tudo.
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Vou continuar a história no próximo relato, porque me alonguei bastante nessa parte. Valeu mesmo pelo apoio que recebi, sério, agradeço demais pra continuar escrevendo.
Um salve,
Relcredom.
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