Mara estava na piscina quando ouviu alguém chegando, saiu e antes de pegar a toalha apareceu Joaquim, que deu um beijo na boca dela.
— Essa é a Marla — disse Joaquim pro Fede
— A irmãzinha da Gabi
Joaquim e Fede eram amigos da Gabi, a irmã mais velha da Mara. Ela já tinha visto o Joaquim várias vezes e na noite anterior, numa balada onde foram todos juntos (Gabi, a irmã dela e os amigos da Gabi), Mara e Joaquim tinham se pegado escondido dos outros.
— Oi — disse Fede, dando um beijo estalado bem perto da boca da Mara, enquanto segurava a cintura dela, nua e molhada.
Mara tinha 18 anos, tava começando a sair e, como não tinha muitas amigas, ia com a irmã e os amigos dela. Tinha 1,70m, pernas longas e lindas, uma bunda volumosa, mas firme por causa do hóquei, era magrinha e, por isso, tinha pouco peito (segundo ela), e o rostinho de menina linda era decorado com uns olhos verdes maravilhosos.
A irmã dela, Gabi, era mais cheinha e baixinha, e, embora Mara não soubesse, era bem avançadinha, saía e costumava ficar com mais de um, às vezes com os próprios amigos. Curtia muito sexo, mas Mara tava só começando a se sentir atraída por homens.
Joaquim e Fede tinham 20 anos, eram atletas e em ótima forma física. Mara gostava dos dois, e o beijo do Joaquim, seguido do cumprimento do Fede, tinham feito cócegas na barriga dela.
— Viu, é uma gostosa — disse Joaquim pro Fede
— Contei pro Fede que ontem à noite a gente tava se pegando e ele não acreditava como você é boa — disse dessa vez pra Mara, enquanto se aproximava e pegava a mão dela pra fazê-la dar uma voltinha, como se mostrasse o prêmio pro amigo.
— Viu que bunda linda? — falou, passando a mão no quadril dela. Mara não sabia o que dizer e ficou vermelha. Não sabia por quê, mas se sentia muito estranha, igual ontem à noite, quando tinha se esfregado no Joaquim.
— Você é um tesão — disse Fede, se aproximando um pouco.
Ela estava de biquíni. Joaquim tinha parado atrás dela. Ela deu dois beijos no ombro dele e sussurrou no ouvido: "você teria vontade de beijar o Fede?"
Mara olhou de canto e depois olhou pro Fede, não falou nada. A ideia até que era boa, mas ela não sabia o que fazer. Fede foi se aproximando devagar, até quase encostar em Mara.
"Se não quiser, tudo bem" — disse Fede, enquanto segurava a cintura dela e aproximava a boca da de Mara, até beijá-la.
Primeiro foi um beijo suave, depois Fede enfiou a língua na boca de Mara, e ela demorou uns 3 segundos, mas respondeu.
"Achei que você não ia querer" — disse Joaquim, enquanto dava beijos na nuca e nas costas dela e apalpava a bunda.
Mara quase tremia com as sensações que o corpo dela tava mandando, tinha um formigamento na entreperna e sentia que tava ficando molhada. Ela se deixou levar e segurou Fede pela cintura.
Vendo isso, Joaquim agarrou o ombro dela e, com um movimento firme, fez ela girar e começou a beijá-la também.
Depois, girou ela de novo pra ficar de frente pro Fede, que aproveitou e puxou ela pela cintura, colando o corpo dela no dele e beijando com tudo.
Mara respondia a todos os beijos e, enquanto beijava o Fede, sentia uma mão apertando a bunda dela, outra na cintura — que ela achava que era do Fede — e depois as mãos do Joaco começaram a subir pelas laterais e chegaram nos peitos dela. Ontem ele tinha dado uns beijos nos peitos dela no rolê, mas ninguém tava vendo. Joaco beijava as costas dela e, com um carinho, tirou um dos peitos de Mara da blusa de malha e ficava fazendo círculos em volta do mamilo com os dedos.
Fede parou de beijar ela, olhou nos olhos dela e disse:
"Com licença" —
E desceu pra chupar o mamilo que tava de fora, primeiro deu um beijo, depois um chupão e passou a língua fazendo desenhos.
Joaquim teve que tirar a mão, e pegou a mão de Mara e colocou em cima do volume dele.
Os dois caras estavam de blusa de malha e camiseta, então Mara sentiu o volume do Joaquim na hora, não sabia direito como tocar, mas começou a tentar percorrer ele todo. superfície. Ela não tinha muita experiência, mas achou grande. Olhou pra baixo e viu o Fede entretido no mamilo dela, dando umas ondas de cócegas que iam até a virilha. De repente, uma das mãos do Joaquín prendeu o mamilo esquerdo dela e apertou, enquanto a outra mão começou a descer pela barriguinha dela até sumir dentro da parte de baixo do biquíni. Quando sentiu o toque dos dedos do Joaquín na bucetinha dela, as pernas dela bambearam e escapou um gemido. Ouvindo isso, o Fede soltou o mamilo e viu que o Joaco tava tocando a Mara, e ela retribuía o favor. Ele atacou a boca dela, deu um beijo de língua e com uma mão desamarrou a parte de cima do biquíni. Tirou e jogou numa espreguiçadeira que tinha perto da piscina, depois arrancou a camiseta dele e partiu pra cima da boca da Mara, que tava com a cabeça jogada pra trás, apoiada no ombro do Joaco, tocando ele por cima da sunga enquanto ele masturbava ela com movimentos rápidos por baixo do biquíni dela.
O Fede segurou o rosto dela e beijou com língua, depois pegou a mão livre da Mara e enfiou debaixo da sunga dele. A Mara tava tocando dois paus, coisa que nunca tinha imaginado, e tava quase gozando. O pau do Fede era um pouco mais curto, mas grosso, e ela começou a descer e subir a mão por toda a superfície dele. Os dedos do Joaco acariciavam o clitóris dela e depois entravam na buraquinha dela, que já tava toda molhada naquela hora. Quando sentiu a boca do Fede e a mão dele nos mamilos dela, ela explodiu. Sentiu as pernas bambiarem, começou a jorrar e sentir ondas de prazer que percorriam o corpo inteiro. Teve que se segurar no Fede pra não cair e gemia que nem uma louca. Depois de um tempinho, conseguiu se levantar de novo, e os dois amigos olhavam pra ela com um sorriso no rosto.
— Tá bem? — perguntaram em uníssono.
— Tô — ela disse quase num sussurro, morrendo de vergonha, mas tinha adorado aquilo. Tava com As tetas dela, a parte de baixo do biquíni meio corrida e dois caras muito gostosos olhando pra ela.
Joaquín tirou a camiseta, jogou onde estava o resto da roupa e depois, num movimento só, puxou o pau pra fora e apontou pra Mara.
— Vão nos deixar assim? — falou, fazendo cara de coitadinho.
Mara não sabia o que fazer nem o que dizer, então Fede pegou na mão dela e puxou pra perto deles, e depois também puxou o pau dele e colocou na mão de Mara, que começou a masturbar os dois, olhando pra baixo sem perder nenhum detalhe. Joaco deu um beijo nela e sussurrou:
— E se der uns beijos aqui?
Mara ouviu e explodiu de vergonha, deu outro beijo no Joaco e depois passou pro Fede, que a recebeu de boca aberta.
Depois de um tempinho, ela começou a se abaixar. Por sorte, estavam na grama e não incomodou se ajoelhar. Não sabia o que fazer, então deu uns beijos de língua na vara do Joaco, que apontava pro céu. Depois sentiu uma mão guiando ela pro pau do Fede, que também ganhou uns beijos. Tudo isso enquanto continuava masturbando os dois. Depois de uns minutos de beijos, uma mão empurrou a cabeça dela pra baixo quando ela tava beijando a vara do Joaco, e enfiou o máximo que deu na boca dela. Tinha um gosto diferente, mas não achou ruim. Começou a tirar e meter de novo o mais fundo que conseguia. Depois de alguns segundos e umas boas chupadas, ouviu o Fede falar:
— Agora eu, agora eu — então passou pro pau do Fede. Teve mais trabalho pra enfiar na boca, mas também deu umas boas chupadas. Numa das vezes que tava tirando a rola da boca, Fede segurou a nuca dela e enfiou quase tudo de uma vez, e Mara sentiu ele jorrar todo o leite na boca dela. Engasgou um pouco e se afastou, engoliu a maior parte, mas o resto escorreu pelo peito e pelo rosto dela. Com a cara meio molhada de lágrimas, olhou pro Fede, que piscou o olho pra ela, e depois olhou pro Joaco, que apontou pro pau duro dele, que tava pulsando. Ela se aproximou e começou a chupar ele, e depois de um tempinho ouviu Joaco disse pra ela: "aí vem", então ela se preparou e recebeu a descarga de porra mais preparada, mas mesmo assim ficou toda banhada, engoliu um pouco, mas Joaco tirou da boca dela e apontou pra ela.
— Essa é a Marla — disse Joaquim pro Fede
— A irmãzinha da Gabi
Joaquim e Fede eram amigos da Gabi, a irmã mais velha da Mara. Ela já tinha visto o Joaquim várias vezes e na noite anterior, numa balada onde foram todos juntos (Gabi, a irmã dela e os amigos da Gabi), Mara e Joaquim tinham se pegado escondido dos outros.
— Oi — disse Fede, dando um beijo estalado bem perto da boca da Mara, enquanto segurava a cintura dela, nua e molhada.
Mara tinha 18 anos, tava começando a sair e, como não tinha muitas amigas, ia com a irmã e os amigos dela. Tinha 1,70m, pernas longas e lindas, uma bunda volumosa, mas firme por causa do hóquei, era magrinha e, por isso, tinha pouco peito (segundo ela), e o rostinho de menina linda era decorado com uns olhos verdes maravilhosos.
A irmã dela, Gabi, era mais cheinha e baixinha, e, embora Mara não soubesse, era bem avançadinha, saía e costumava ficar com mais de um, às vezes com os próprios amigos. Curtia muito sexo, mas Mara tava só começando a se sentir atraída por homens.
Joaquim e Fede tinham 20 anos, eram atletas e em ótima forma física. Mara gostava dos dois, e o beijo do Joaquim, seguido do cumprimento do Fede, tinham feito cócegas na barriga dela.
— Viu, é uma gostosa — disse Joaquim pro Fede
— Contei pro Fede que ontem à noite a gente tava se pegando e ele não acreditava como você é boa — disse dessa vez pra Mara, enquanto se aproximava e pegava a mão dela pra fazê-la dar uma voltinha, como se mostrasse o prêmio pro amigo.
— Viu que bunda linda? — falou, passando a mão no quadril dela. Mara não sabia o que dizer e ficou vermelha. Não sabia por quê, mas se sentia muito estranha, igual ontem à noite, quando tinha se esfregado no Joaquim.
— Você é um tesão — disse Fede, se aproximando um pouco.
Ela estava de biquíni. Joaquim tinha parado atrás dela. Ela deu dois beijos no ombro dele e sussurrou no ouvido: "você teria vontade de beijar o Fede?"
Mara olhou de canto e depois olhou pro Fede, não falou nada. A ideia até que era boa, mas ela não sabia o que fazer. Fede foi se aproximando devagar, até quase encostar em Mara.
"Se não quiser, tudo bem" — disse Fede, enquanto segurava a cintura dela e aproximava a boca da de Mara, até beijá-la.
Primeiro foi um beijo suave, depois Fede enfiou a língua na boca de Mara, e ela demorou uns 3 segundos, mas respondeu.
"Achei que você não ia querer" — disse Joaquim, enquanto dava beijos na nuca e nas costas dela e apalpava a bunda.
Mara quase tremia com as sensações que o corpo dela tava mandando, tinha um formigamento na entreperna e sentia que tava ficando molhada. Ela se deixou levar e segurou Fede pela cintura.
Vendo isso, Joaquim agarrou o ombro dela e, com um movimento firme, fez ela girar e começou a beijá-la também.
Depois, girou ela de novo pra ficar de frente pro Fede, que aproveitou e puxou ela pela cintura, colando o corpo dela no dele e beijando com tudo.
Mara respondia a todos os beijos e, enquanto beijava o Fede, sentia uma mão apertando a bunda dela, outra na cintura — que ela achava que era do Fede — e depois as mãos do Joaco começaram a subir pelas laterais e chegaram nos peitos dela. Ontem ele tinha dado uns beijos nos peitos dela no rolê, mas ninguém tava vendo. Joaco beijava as costas dela e, com um carinho, tirou um dos peitos de Mara da blusa de malha e ficava fazendo círculos em volta do mamilo com os dedos.
Fede parou de beijar ela, olhou nos olhos dela e disse:
"Com licença" —
E desceu pra chupar o mamilo que tava de fora, primeiro deu um beijo, depois um chupão e passou a língua fazendo desenhos.
Joaquim teve que tirar a mão, e pegou a mão de Mara e colocou em cima do volume dele.
Os dois caras estavam de blusa de malha e camiseta, então Mara sentiu o volume do Joaquim na hora, não sabia direito como tocar, mas começou a tentar percorrer ele todo. superfície. Ela não tinha muita experiência, mas achou grande. Olhou pra baixo e viu o Fede entretido no mamilo dela, dando umas ondas de cócegas que iam até a virilha. De repente, uma das mãos do Joaquín prendeu o mamilo esquerdo dela e apertou, enquanto a outra mão começou a descer pela barriguinha dela até sumir dentro da parte de baixo do biquíni. Quando sentiu o toque dos dedos do Joaquín na bucetinha dela, as pernas dela bambearam e escapou um gemido. Ouvindo isso, o Fede soltou o mamilo e viu que o Joaco tava tocando a Mara, e ela retribuía o favor. Ele atacou a boca dela, deu um beijo de língua e com uma mão desamarrou a parte de cima do biquíni. Tirou e jogou numa espreguiçadeira que tinha perto da piscina, depois arrancou a camiseta dele e partiu pra cima da boca da Mara, que tava com a cabeça jogada pra trás, apoiada no ombro do Joaco, tocando ele por cima da sunga enquanto ele masturbava ela com movimentos rápidos por baixo do biquíni dela.
O Fede segurou o rosto dela e beijou com língua, depois pegou a mão livre da Mara e enfiou debaixo da sunga dele. A Mara tava tocando dois paus, coisa que nunca tinha imaginado, e tava quase gozando. O pau do Fede era um pouco mais curto, mas grosso, e ela começou a descer e subir a mão por toda a superfície dele. Os dedos do Joaco acariciavam o clitóris dela e depois entravam na buraquinha dela, que já tava toda molhada naquela hora. Quando sentiu a boca do Fede e a mão dele nos mamilos dela, ela explodiu. Sentiu as pernas bambiarem, começou a jorrar e sentir ondas de prazer que percorriam o corpo inteiro. Teve que se segurar no Fede pra não cair e gemia que nem uma louca. Depois de um tempinho, conseguiu se levantar de novo, e os dois amigos olhavam pra ela com um sorriso no rosto.
— Tá bem? — perguntaram em uníssono.
— Tô — ela disse quase num sussurro, morrendo de vergonha, mas tinha adorado aquilo. Tava com As tetas dela, a parte de baixo do biquíni meio corrida e dois caras muito gostosos olhando pra ela.
Joaquín tirou a camiseta, jogou onde estava o resto da roupa e depois, num movimento só, puxou o pau pra fora e apontou pra Mara.
— Vão nos deixar assim? — falou, fazendo cara de coitadinho.
Mara não sabia o que fazer nem o que dizer, então Fede pegou na mão dela e puxou pra perto deles, e depois também puxou o pau dele e colocou na mão de Mara, que começou a masturbar os dois, olhando pra baixo sem perder nenhum detalhe. Joaco deu um beijo nela e sussurrou:
— E se der uns beijos aqui?
Mara ouviu e explodiu de vergonha, deu outro beijo no Joaco e depois passou pro Fede, que a recebeu de boca aberta.
Depois de um tempinho, ela começou a se abaixar. Por sorte, estavam na grama e não incomodou se ajoelhar. Não sabia o que fazer, então deu uns beijos de língua na vara do Joaco, que apontava pro céu. Depois sentiu uma mão guiando ela pro pau do Fede, que também ganhou uns beijos. Tudo isso enquanto continuava masturbando os dois. Depois de uns minutos de beijos, uma mão empurrou a cabeça dela pra baixo quando ela tava beijando a vara do Joaco, e enfiou o máximo que deu na boca dela. Tinha um gosto diferente, mas não achou ruim. Começou a tirar e meter de novo o mais fundo que conseguia. Depois de alguns segundos e umas boas chupadas, ouviu o Fede falar:
— Agora eu, agora eu — então passou pro pau do Fede. Teve mais trabalho pra enfiar na boca, mas também deu umas boas chupadas. Numa das vezes que tava tirando a rola da boca, Fede segurou a nuca dela e enfiou quase tudo de uma vez, e Mara sentiu ele jorrar todo o leite na boca dela. Engasgou um pouco e se afastou, engoliu a maior parte, mas o resto escorreu pelo peito e pelo rosto dela. Com a cara meio molhada de lágrimas, olhou pro Fede, que piscou o olho pra ela, e depois olhou pro Joaco, que apontou pro pau duro dele, que tava pulsando. Ela se aproximou e começou a chupar ele, e depois de um tempinho ouviu Joaco disse pra ela: "aí vem", então ela se preparou e recebeu a descarga de porra mais preparada, mas mesmo assim ficou toda banhada, engoliu um pouco, mas Joaco tirou da boca dela e apontou pra ela.
0 comentários - Relato da Mara na Pele - Parte 1