Olá, a verdade é que meu nome não importa, mas vou contar pra vocês como descobri que meu melhor amigo tava comendo minha mãe e minha irmã. Na maioria das sextas-feiras, eu tenho um rolê com uns amigos, e de vez em quando meu melhor amigo aparece, a gente bebe e fala sobre a vida. Só que dessa vez, o cara que ia ceder a casa teve que sair de emergência e a gente cancelou o encontro de última hora. Eu fiquei no meu quarto jogando Xbox, e depois de um tempo, ouvi minha mãe rindo enquanto entrava em casa, ela tava felizona. Pra ser sincero, tava com preguiça de sair e continuei jogando. Aí comecei a ouvir a voz do meu amigo e uns gemidos. Saí do quarto e, enquanto andava, percebi que os sons vinham do quarto da minha mãe. Cheguei na porta e pensei em abrir de uma vez e pegar ela no flagra, mas a curiosidade falou mais alto e abri devagar. Vi minha mãe de quatro e meu melhor amigo metendo nela e dando tapas na bunda.
Amigo: Adoro te comer como se fosse uma putinha.
Mãe: É? Então sou só sua putinha, ninguém me faz sentir assim igual você.
Amigo: Sempre quis te ver de quatro, e quando finalmente consegui, me senti um sortudo. O que será que seu filho pensaria disso?
Mãe: Ele é idiota demais pra perceber.
Amigo: Pois é, na verdade é por sua causa que a gente é tão amigo.
Mãe: Então espero que essa amizade dure muitos anos mais. A verdade é que quero você sempre dentro de mim, quero que me engravide e saber que é por causa do melhor homem que já tive.
Amigo: É só me falar quando, que eu faço o filho em você, hahaha.
Naquela hora, me senti tão humilhado que preferi voltar pro meu quarto e continuar jogando Xbox.
Agora vou contar como descobri que ele tava comendo minha irmã. É uma história curta, mas vamos lá. Depois do rolê com a mãe, eu continuei agindo normal, embora meio "assustado". Às vezes, eu inventava encontros com os amigos e saía, mas depois voltava pela janela do meu quarto pra ver se acontecia de novo. Um dia, aconteceu: ouvi gemidos de novo. Me preparei pra ir, mas pra minha surpresa, era no quarto da minha irmã. Tentei abrir a porta... Mas ela tinha a chave, então encostei o ouvido na porta e dava pra ouvir tudo. Aqui não falavam, mas eu escutava como faziam, e fiquei lá umas horas ouvindo tudo. No começo, achei que era algum namorado que ela arrumou, mas aí, num descuido dela, comecei a fuçar o celular e vi que ela tinha um chat com meu melhor amigo, onde falavam de como tinham se divertido naquele dia e que tavam loucos pra repetir.
Amigo: Adoro te comer como se fosse uma putinha.
Mãe: É? Então sou só sua putinha, ninguém me faz sentir assim igual você.
Amigo: Sempre quis te ver de quatro, e quando finalmente consegui, me senti um sortudo. O que será que seu filho pensaria disso?
Mãe: Ele é idiota demais pra perceber.
Amigo: Pois é, na verdade é por sua causa que a gente é tão amigo.
Mãe: Então espero que essa amizade dure muitos anos mais. A verdade é que quero você sempre dentro de mim, quero que me engravide e saber que é por causa do melhor homem que já tive.
Amigo: É só me falar quando, que eu faço o filho em você, hahaha.
Naquela hora, me senti tão humilhado que preferi voltar pro meu quarto e continuar jogando Xbox.
Agora vou contar como descobri que ele tava comendo minha irmã. É uma história curta, mas vamos lá. Depois do rolê com a mãe, eu continuei agindo normal, embora meio "assustado". Às vezes, eu inventava encontros com os amigos e saía, mas depois voltava pela janela do meu quarto pra ver se acontecia de novo. Um dia, aconteceu: ouvi gemidos de novo. Me preparei pra ir, mas pra minha surpresa, era no quarto da minha irmã. Tentei abrir a porta... Mas ela tinha a chave, então encostei o ouvido na porta e dava pra ouvir tudo. Aqui não falavam, mas eu escutava como faziam, e fiquei lá umas horas ouvindo tudo. No começo, achei que era algum namorado que ela arrumou, mas aí, num descuido dela, comecei a fuçar o celular e vi que ela tinha um chat com meu melhor amigo, onde falavam de como tinham se divertido naquele dia e que tavam loucos pra repetir.
1 comentários - Meu amigo comeu minha mãe e minha irmã (História real)