Tudo por umas fotos da mamãe na praia! 5

Ela saiu do esconderijo, deu um beijinho em cada uma de nós e atravessou o portão do jardim rebolando a bunda. Que perigo que era a minha mãe! Durante a comida, os olhos da minha mãe viviam grudados nos peitos da minha amiga e ela aproveitava qualquer desculpa pra passar a mão na coxa dela ou, como quem não quer nada, contornar o formato de um peito. Comer peladas não é o melhor pra manter a libido sob controle. Aproveitamos a sobremesa pra falar dos planos que tínhamos pros dias que passaríamos juntas. Eu tinha muito claro que com a mamãe pressionando pra circular nua pela casa o dia todo e a Reme procurando ela a qualquer hora com intenções duvidosas, ou melhor, bem claras, a coitada não ia cumprir o artigo nem querendo. Então propus pra Reme irmos pra praia naquela tarde e explorar o mundo nos dois dias que restavam. Pra mamãe, sugeri que financiasse a expedição. Uma achou ótimo, a outra nem tanto. A primeira me passou um cartão dourado e o número pra que servisse pra algo além de um pedaço de plástico, e a segunda arrancou de mim a promessa de que as noites eram da minha mãe e as manhãs minhas. Naquela noite consegui cumprir, mas na seguinte não. Parece que ela e minha mãe passaram do ponto. Em vez de dedicar uma hora à trepada, acabaram sendo três bem longas. Na manhã seguinte, a Reme estava acabada e quando me meti na cama com ela, ela ronronou como uma gatinha e me disse: hoje não, gostosa. Não consigo, sério. Sua mãe... Deixei ela se recuperando nos braços de Morfeu e desci pra tomar café. Encontrei a mamãe com olheiras e cara de quem dormiu pouco. Tinha um café na mesa, tentando colocar ordem nos papéis e nas ideias. O discurso dela foi diferente, mas as razões, as mesmas: Filha, leva a Reme. Ela é uma puta deliciosa, mas se ela continuar aqui, não vou conseguir trabalhar. Essa garota me perde. Você deve gozar muito com ela, querida. Depois da orgia de ontem à noite, até consigo começar a entender a história do seu pai com as novinhas dele. Quando ela acordar, vão pra onde queiram, mas caiam fora daqui. Você me devolve o cartão em Madri.
Lá pela manhã, a puta apareceu. Peguei algo pra comer pra ela e a levei pra piscina. A gente se banhou, deitou e conversou. Dez minutos depois, já estávamos nos vestindo e fazendo as malas. Carregamos tudo no carro. Me despedi da minha mãe com um beijo, ela me devolveu e me agradeceu por “tudo”. Com a Reme não foi tão fácil. A gente estava vestida, mas a mamãe não, e ela aproveitou: mais que beijos, ela apalpou a Reme à vontade, até tentou meter uns dedos por baixo. Minha mãe a parou, afastou ela e disse algo tipo:
- Agora não posso, gata. A gente se vê depois. Esses dias, você tem a minha filha e sabe que ela é tão ou mais puta que eu. Vamos, caiam fora de uma vez e aproveitem pra foder muito, gostosas.
A gente tinha dois dias e uma noite, se quiséssemos chegar em Madri na terça à noite, como tínhamos planejado. Decidimos dedicar a tarde a visitar Sevilha e na terça, ir subindo devagar pela A4, visitando a Mesquita em Córdoba, e desviando pra almoçar em Toledo com um amigo da Reme. As visitas e a viagem, tudo bem. O amigo de Toledo, uma armadilha da Reme em toda regra, embora seja justo dizer, o cara era de dar água na boca.
A noite… intensa. Não me ocorreu outra coisa senão ligar pro motel que meu pai conhecia e perguntar quanto custava passar a noite, de meia-noite às oito da manhã. Se a recepcionista achou estranho uma garota ligar, não demonstrou. Como o preço da noite inteira não era exorbitante e eu não pagava, reservei a suíte “Decamerão”. Ao dizer onde passaríamos a noite, a primeira coisa que ela me perguntou foi como eu conhecia aquele lugar. Eu expliquei:
- Meu pai me trouxe no verão.
Ao me ouvir, ela freou de repente e por pouco o carro de trás não bate na gente. Depois de aguentar as reclamações do motorista prejudicado, ela parou no acostamento.
- Suponho que é uma piada, Julia.
- De jeito nenhum, Reme.
- Você é um monstro, tia. E seu pai. Seu pai…
- Ha, Sim. Você é tão ingênua e suscetível, que com você eu sempre me acabo. Adoro te provocar. A gente procurava um lugar onde o papai pudesse tomar banho e trocar de roupa, ficar apresentável, né, e como precisávamos só de meia hora, fomos a esse motel de esquina que cobra por hora. O filho da puta, dava pra ver que conhecia o lugar porque já tinha levado algum lance por ali antes.
- Vai tomar no cu, Julia!
- Faço isso sempre, gata, e curto, como você nem imagina.
Aquela noite foi uma puta bagunça. Em vez de sentar num restaurante pra jantar, a gente foi entrando num bar atrás do outro em Triana. Petisco aqui e cervejinha ou vinho ali, chegamos alegres no "hotel". Quando ele viu a discrição com que te atendiam, caiu na risada. A mulher da recepção era a mesma da outra vez e tenho certeza de que me reconheceu, embora não tenha dito nada. Deve ter me achado uma puta ambidestra porque, discretamente, me chamou num canto e disse pra ligar outro dia pra falar das comissões. A mamãe pagou o programa que ela mesma queria ter curtido e o rapaz do estacionamento abriu a porta do Decamerón pra gente.
Já contei pra vocês que, pra mim, aquela decoração exagerada, com espelhinhos por todo lado, pinturas pseudoeróticas, camas com dossel de quinta e tudo mais, não me desce. Mas descobri que na Reme aquilo dava um tesão do caralho. Foi só largar as sacolas, se despir e se agarrar. Ela tomou a frente. Não sei no que ela tava pensando, mas tava muito acelerada. A gente se deitou na cama e por mais de uma hora, fizemos quase tudo que duas mulheres podem fazer. Depois de uns minutos de relax, entramos na banheira de bolhas que as suítes tinham e enquanto curtíamos a massagem dos jatos d'água, ela disse que queria mais e deixou bem claro o que desejava.
Pedimos o dildo realista mais grosso do cardápio e um pote de lubrificante. Passei o cartão de crédito na maquininha que deixaram no balcão e quando virei, a gente se deparou com um pauzão de plástico roxo lacrado e um pote preto que dizia "Eros Fisting Gel". Ultrax 500 ml”. Acho que, quando viu, o cu dela até apertou. Mas naquela noite a tia tava solta, perguntei uma última vez:
- Tem certeza?
- Tenho.
- Olha que você não tá acostumada e vai doer.
- Aconteça o que acontecer, quero que meta até o talo.
- A gente vê. Você tá é doida, tia.
Acho que vocês tão ligados no que ela tinha me pedido. Ainda não sei como, mas depois de meia hora de dilatação devagar e com cuidado, acabei enfiando aquela tranca no cu dela. Até o talo, como ela exigiu. Não era de uma grossura exagerada, mas pra um cu inexperiente, foi um baita desafio. Apesar do lubrificante especial com efeito sedativo e relaxante, sei que no começo doeu. Quando a cabeçona passou pelos anéis do esfíncter, a coisa melhorou e a Reme começou a se esfregar na xota como se não houvesse amanhã. Pouco depois, ela só ficou se dedando no clitóris e me pediu pra enfiar uns dois ou três dedos na rachadinha, o mais fundo que desse. Fiz, embora conciliar o vai-e-vem daquela tranca por trás com o trabalho dos dedos na buceta não fosse fácil.
A Reme não é daquelas que quando gozam de verdade soltam um rio de fluido, mas naquela noite, ela teve um orgasmo tão forte que jorrou uma cascata de mel. Deixou os lençóis encharcados com o que saiu da buceta dela. A tia gozou de um jeito que parecia que tava tendo um ataque epiléptico. O corpo vibrava com espasmos fortes, enquanto ela gritava o prazer dela pros quatro ventos. Nunca tinha vivido nada igual. Acho que, vendo ela, eu me aliviei sem perceber.
Deixei ela descansar um pouco e levei de volta pra banheira de hidromassagem. Ela ainda tava fora de si e eu tive que ser eu a lavar ela e passar generosamente creme hidratante nas mucosas sofridas dela. Liguei as bolhas e ficamos relaxando na banheira. Pouco depois, eu saí pra arrumar a cama, porque naquele chiqueiro não dava pra dormir. Deixei ela de molho, sonolenta e com uma cara de felicidade que perdoava tudo. O lençol estava mais que úmido e tinha manchas de merda e restos de lubrificante por todo lado. É o que acontece quando você não prepara a porta de trás direito, não usa um protetor e ainda leva com força.
Pus a fronha de baixo e peguei um edredom que tinha no armário pra nos cobrir. Ajudei a Reme a sair do jacuzzi, sequei ela com carinho e fomos pra cama. Ela me olhou com afeto e, mesmo sem aguentar mais nada, não teve outra ideia senão me dizer:
- Você me fez tocar o céu, amor. Quer que eu te coma?
- São quase quatro da madrugada, doida. Você tá acabada e a gente tem que sair às oito. Você me mostra o que sabe outro dia. Além disso, com o que rolou antes, eu já fiquei muito satisfeito, vagabunda.
- Como quiser, mas essa noite a gente tem que repetir. Ei, posso levar o brinquedinho e o que sobrou daquela poção?
Respondi que era tudo dela, porque essas coisas não podiam ser devolvidas, mas ela não me ouviu: tava dormindo profundamente. Pus o alarme do celular pra oito menos quinze e também caí nos braços de Morfeu. Que noitezinha!
Na manhã seguinte, acordamos com o som do celular. Lavamos o rosto rapidinho, nos vestimos e ligamos pra avisar que íamos embora. Quando estávamos indo pegar o elevador pro estacionamento, apareceu a onipresente mulher da recepção. Ela me afastou da Reme sutilmente e sussurrou: "Ontem ouvi do meu quarto como sua cliente gritava. Se você é capaz de satisfazer um homem em vinte minutos e matar de prazer uma mulher desse jeito, deve ser muito boa. Vem me ver e não vai se arrepender. Tem casais muito ricos que pagariam qualquer coisa pra dividir a cama com alguém como você." Ela colocou na minha mão um papelzinho com o telefone pessoal dela, agradeci e o manobrista nos acompanhou até o carro. Olha só, já tinha uma oferta de trampo antes de terminar o curso.
Deixei a Reme na casa dela e dirigi até o estacionamento dos meus pais. Subi pra casa, jantei o que a Jaira tinha deixado pronto na geladeira e fui deitar. Custei a pegar no sono naquela cama enorme sem o papai. Ficava remoendo o que conversei com minha mãe, o que vivi esses dias com ela e a Reme, minha relação com o papai, a do Carlos com a mamãe e até se eu queria ou não ver meu ex de novo, apesar do que ele me fez. Finalmente consegui dormir, mas uma hora antes do despertador tocar, acordei toda suada, sonhando que minha mãe enfiava um pau enorme de silicone no meu cu e eu gozava como uma porca, uma vez atrás da outra.
Saí da cama, tomei banho e aproveitei o jato do chuveiro pra me dedar e relaxar um pouco, mas não teve jeito. Em vez de me dar prazer, por mais que eu esfregasse meu clitóris, a única coisa que conseguia era uma dor chata. Putz da vida comigo mesma, tomei café da manhã com o que achei e fugi pra estação de metrô que eu pegava todo dia pra ir pra faculdade. As aulas passaram como se eu nem estivesse sentada no banco da sala. Se me perguntarem que matérias tive naquela quarta, não sei responder. Fiquei a manhã inteira remoendo, pensando em como minha família ia se foder depois das cagadas de um e de outro e, principalmente, no que minha vida viraria se eu desse ouvido ao que meu subconsciente pedia.
Voltei pra casa como uma zumbi. Preparei umas fajitas e sentei na frente da TV. Coloquei um episódio da série Peaky Blinders no original. Tenho um inglês excelente, mas tinha que prestar toda a atenção pra entender a gíria torta que eles usam. Assim, não sobrava espaço no meu cérebro pra continuar obcecada com o que eu tava vivendo. Acabei vendo dois. Ao levantar do sofá, lembrei que ainda tinha o cartão da minha mãe. Liguei pra ela pra marcar de encontrar e devolver. A conversa foi meio surreal:
- Oi, Julia, tudo bem? Escuta, o que vocês duas, Reme e você, fizeram nesses dois dias? Aposto que tua buceta tá feliz, diferente da minha.
- Ah, nem tanto, mãe.
- O que te digo, nena. Ontem cheguei muito tarde, por causa dos engarrafamentos na ponte, e encontrei o Carlos todo ferrado. Ele tinha aproveitado aqueles quatro dias pra fazer um trecho do Caminho de Santiago com uns amigos e chegou destruído. Então fiquei sem aquele sexo de boas-vindas. Pra piorar, quando acordei de manhã, o idiota tinha ido embora sem nem me acordar pra uma rapidinha de emergência. Tô subindo pelas paredes, filha.
- Com certeza você já deu uma polida na xereca, então não vem chorar. Te liguei pra ver como a gente fica de devolver o cartão. Fui boazinha e não deixei ele muito gasto.
- Já vi, mas não sei que porra você comprou, porque aparece o nome de uma empresa muito estranha. Depois você me conta. Se você quiser, eu vou aí na sua casa amanhã no meio da tarde, você me devolve e a gente aproveita pra falar das nossas coisas enquanto lancha. Eu levo uns churros e você põe o chocolate.
- Beleza. Às cinco te serve?
- Perfeito, querida. Aliás, você pode me passar o telefone da Reme?
- Você é foda, mãe! Amanhã a gente fala e eu te passo. Tchau e tenta fazer o Carlos te deixar a buceta satisfeita hoje. E já que tá nisso, também o cu, porque você é muita mulher.
- Essa é a minha menina! Um beijo, gostosa.
Passei outra noite de sonhos oníricos, no meio do caminho entre o erotismo transgressor e o delírio exacerbado. Ao acordar, agradeci que meu pai chegava no sábado e eu poderia compartilhar com ele minhas neuras e o medo que eu tinha de aflorar meus desejos mais íntimos.
Às quintas não tenho aula de manhã cedo e esperei a Jaira. Essa é pior que minha mãe e me submeteu a um interrogatório de terceiro grau. Fiquei nas minhas angústias com a Reme e pouco mais, embora eu ache que quando comentei que encontramos minha mãe em Mazagón, ela suspeitou que tinha algo a mais ou, pelo menos, algo rondava minha cabecinha. A Jaira é uma mina muito intuitiva, às vezes até parece que sabe coisas que vão além do que a gente vê. Talvez seja porque ela é a sobrinha de um santero caribenho da Regla de Ocha. O caso é que, quando terminamos a conversa, ela me olhou nos olhos e, com um olhar penetrante, quase hipnótico, me disse:
- Minha menina, só se vive uma vez. Você tem um dom. Deve usá-lo para fazer felizes as pessoas que mais ama e receberá multiplicado por dez tudo o que lhes der. Seja você mesma e esqueça o que os outros possam pensar. Seu coração vai te mostrar o caminho.
Fiquei tão impactada que só consegui me despedir com um triste "adeus". Saí voando pra faculdade e passei mais uma manhã em branco, com o corpo sentado no banco de uma sala de aula e a mente girando num labirinto, do qual era incapaz de achar a saída. Quando as aulas acabaram, fui comer no bar da faculdade com uns colegas. Não queria ficar sozinha em casa remoendo aquilo. Cheguei em casa pouco antes das cinco, tirei o que estava vestindo e coloquei uma camiseta longa, com dois símbolos de Vênus entrelaçados, que minha mãe tinha me dado uns dois anos atrás. Um quarto de hora depois, ela entrou com a própria chave.
- Oi, Júlia. Já cheguei. Olha o que trouxe. São do churros do mercado de São Miguel. Deliciosos!
- Podia ter batido na porta, mãe.
- Na nossa casa? Anda, vem me dar um beijo, meu amor.
Veja só, agora já era a nossa casa. Eu a beijei como uma boa filha, mas ela me devolveu um beijo intenso e não consegui me segurar sem devolver, corrigido e aumentado. Trouxe dois pratos e uma jarra com chocolate fumegante, junto com uma bandejinha para as porras "deliciosas", e nos instalamos no sofá da sala.
Fomos comendo as porras molhadas no chocolate, enquanto comentávamos besteiras sem importância sobre alguma celebridade, como era gostoso aquele ou aquele outro, ou as trocas de parceiros interesseiras de algum famosinho ou famosinha nacional. Quando cansamos de detonar gente que não conhecíamos, passamos pra algo mais próximo. Ela pegou minhas mãos e começou a falar:
- Meu amor, preciso te confessar que, além de escrever o artigo, esses dias no chalé me serviram pra perceber que preciso do papai. Não é só a vontade de dar uma trepada, te juro.
- Eu sei, mamãe. Você já me disse na noite em que te emprestei a Reme, lembra?. Mas e o Carlos?.
- Não me fala dessa noite, me dá muita vergonha. Eu tava muito safada e não sei se fiz aquilo porque tava com uma tesão do caralho ou por despeito. Embora sua amiga transe maravilhosamente. Me deixou como nova. Não sei com você, mas ela tem uma língua…
- Mamãe!. Foda-se o telefone dele e vocês se ajeitam, ela também fala maravilhas de você. Mas e o Carlos?.
- Carlos, Carlos…
- Não me vejo tendo nada com meu ex, mas também não quero que ele acabe como um pano amassado nas suas mãos, mamãe.
- Tem certeza, filha?. Olha que eu te conheço como se tivesse te parido e quando você fala dele… Pra mim, como amante, ou ficante, como vocês chamam agora, serviria. Desde que você achasse tudo bem, claro.
- Não acho nem bem, nem mal. Tenho sentimentos confusos em relação ao Carlos. O que eu sei é que saber que você tá dando pra ele me excita. Devo ser muito pervertida, mamãe.
- Pois imagina eu… E seu pai…
- É sobre ele que quero falar. Se vocês se reconciliarem, o que vai ser de mim?, porque se ele topar, eu quero continuar com ele como casal, pelo menos casal de cama. Como você vê isso?.
- Bem, muito bem. A gente divide ele como amante e, além disso, eu fico com ele de marido e você de pai. Acho que agora chamam de poliamor, embora no nosso caso seja um pouco mais torcido do que já é por si só. Ainda por cima, você e eu, sapatonas em tempo parcial. Que família hein!.
- Mamãe!, vem cá.
Peguei ela pela cintura, puxei pra perto de mim e beijei ela como naquela noite em Mazagón. Foi um beijo longo, cheio de luxúria, buscando algo mais. E encontrei. Minha mãe tirou minha camiseta e passou a mão na minha pele nua, devagar, pegando nos meus peitos, acariciando minhas laterais, minhas nádegas, sem tirar os lábios dos meus. Ela desceu pelas minhas costas, foi até as coxas e quando levou as mãos ao meu rosto interna, parou, me olhou e disse umas palavras que serviram para me mostrar o caminho até a solução do nosso quebra-cabeça impudico:
- Vamos para a cama de cima, minha menina.

O que vivemos naquela noite, eu e minha mãe, foi maravilhoso. Sexo, sim, muito e do bom, mas amor e confiança sem concessões também. Aconteceu comigo algo que eu nunca imaginei que fosse possível: eu a via como mãe e como a melhor das amantes. Não consigo explicar, e menos ainda se adicionarmos minha relação com o papai. Que loucura, meu Deus! Mas, apesar disso, pela primeira vez desde o dia em que meu pai e eu chegamos de Sevilha ao chalé e encontramos a treta de Carlos e mamãe, eu me sentia em paz comigo mesma e com o mundo, e via papai, mamãe e eu de novo como uma família. Bem pouco convencional, mas eu intuía que feliz.

Passadas as nove, mamãe me disse que era hora de ir. Não queria fazer Carlos esperar mais do que o necessário e, além disso, precisava dele. Entendam: ela estava a fim de dar uma foda com ele pra fechar a noite com chave de ouro. Não sei nem como, nem por quê, mas isso, em vez de me deixar com ciúmes ou me irritar, me deixou feliz. Ela tomou banho, se vestiu, me comeu a boca e foi em direção à porta. Eu ia tomar um banho pra tirar o suor e o resto, vocês já me entendem, mas antes tive que correr pra chamá-la:
- Mamãe, mamãe, você esqueceu o cartão de crédito.

Nossa vida familiar voltou ao seu ritmo com a chegada do papai, se é que o que acontecia em casa podia ser entendido como tal. Meu pai e eu continuávamos nos comportando na cama como um casal fogoso, mas uma ou duas vezes por semana ele e minha mãe ficavam em casa quando eu não estava, ou na casa de algum amigo ou amiga discreta. Quem cedia a cama pensava que ele ou ela, dependendo de quem fosse o amigo, estava com um caso. Porque, pra dar mais tempero à história, não tinham contado a ninguém que tinham se separado.

No meio dessa bagunça toda, comecei a me entender esporadicamente com minha mãe. O sexo com ela, além de um prazer diferente e brutal, me trazia paz espiritual, não sei como dizer, era o elo que fechava o círculo. Como não queria esconder nada do meu pai, tinha contado a ele o que vivi com ela na quinta antes da chegada dele e acrescentei que achava que a gente continuaria se pegando de vez em quando. Ao me ouvir, ele caiu na risada e me disse para aproveitar bastante com ela e cuidar dela, porque era uma grande mulher. A cereja do bolo veio no final: a mamãe tinha explicado tudo por telefone naquela mesma noite.
Carlos era o otário da história. Minha mãe não tinha contado nada a ele: nem que voltava a transar com o marido, nem que também fazia isso com a ex-namorada e filha dele. Eu sentia um pouco de pena, mas que buceta, ele merecia.
Nosso triângulo filio-sexual continuou estável durante todo outubro. Era algo incomum, fora de qualquer norma social, lascivo, alguns dirão que degenerado, mas nós três nos sentíamos muito confortáveis e unidos, em paz com a humanidade e com nós mesmos. Esse equilíbrio durou até eu esbarrar com Carlos num evento profissional, na terça depois do feriadão de Finados. Nos cumprimentamos, conversamos, marcamos um almoço, cancelamos os compromissos da tarde e acabamos transando num hotel. O sexo com ele foi muito melhor do que antes, dava pra ver o que minha mãe tinha ensinado. Depois da primeira gozada, ele deu uma murchada, mas em cinco minutos o pau voltava duro como ferro. Que maravilha! Ele começou a me explicar como a mamãe tinha ensinado a técnica de... Parei ele na hora. Isso ele podia me explicar outro dia, mas ele me comer por trás não podia esperar.
Fiquei com meu ex mais uns dois dias. Transamos pra caralho. Gozei pra cacete, porque se antes ele já se virava bem, minha mãe tinha transformado ele num amante excelso. Mas ele também falou. Me pediu perdão pelo roubo vergonhoso de informação e por se aproveitar da sogra num momento de fraqueza. Avaliou o futuro do nosso relacionamento e do dele com minha mãe. Naquele dia, eu não falei nada pra ele sobre a relação, digamos atípica, pra não dizer incestuosa, que mantinha com meus pais, nem que a parceira dele voltasse a transar com o marido, mas ficou bem claro pra mim que era hora de botar as cartas na mesa no que dizia respeito ao Carlos e a nós três.
Eu tinha certeza de que devia contar aos meus pais no primeiro dia em que nos víssemos os três juntos. Não precisei esperar muito. Mamãe me ligou na manhã seguinte, antes de eu sair pra faculdade. Me perguntou se eu ia estar em casa à tarde. Devia estar com a buceta coçando e o tesão marital batendo forte, então queria encontrar o papai pra acabar com a nossa cama. Eu disse que viria almoçar, mas que às seis já estaria fora porque tinha um compromisso. Ela se despediu com um "obrigada, meu amor, te amo muito" e desligou.
Enquanto falava com ela, eu já tinha decidido que aquela tarde apareceria em casa antes de eles entrarem na foda e contaria o que tinha rolado entre meu ex e eu. Também queria discutir como lidar com isso dentro da nossa visão especial de família. Aquele dia fui pra aula feliz, sabendo que à tarde compartilharia com meus pais o último segredinho que ainda pairava entre nós.
Depois do almoço, esperei o papai chegar e me despedi dele com carinho, como sempre. Não consegui ir embora sem lembrá-lo de que, embora tivesse que deixar a mamãe satisfeita, guardasse um pouco pra mim e, principalmente, que não trocasse os lençóis depois da maratona de sexo. Me meter na nossa cama impregnada com aquele cheirinho de sexo e, mais ainda, com o cheiro do corpo da mamãe, vocês já sabem que me deixa louca de tesão. Eu tinha marcado uma horinha com o Alfonso, um colega de classe, pra revisar num barzinho perto uns temas de macroeconomia cheios de matemática que eu travava. Calculei que às cinco e meia a gente teria terminado e, voltando a passo de tartaruga, chegaria às seis em casa, bem na hora que a mamãe tinha marcado.
Entrei em casa com pontualidade britânica. Não encontrei ninguém na sala, mas do nosso quarto, o grande que dava pra rua, saíam bufadas e gemidos inconfundíveis. Eu Me aproximei e encontrei a porta escancarada. Olhei e vi meus pais transando, fodendo como macacos no cio. Mamãe estava deitada de costas, com as pernas dobradas para cima, seguras atrás dos joelhos, com um par de almofadas sob a lombar, para facilitar que papai metesse o pau até o fundo. Nessa posição, ela expunha sem pudor os dois buracos e ele parecia adorar ver o quanto a mulher dele era puta. Acho que ele se lambia pensando que, quando terminasse com o da frente, ia deixar o mais escuro recheado como uma bola de creme.

Meu pai não podia me ver e minha mãe, absorta em dar e receber prazer à beça, devia ter todos os sentidos concentrados na buceta, porque se me viu, não percebeu. Vê-los fodendo com tanta sintonia e alegria me deixou com a xota melada. Não sei se os meus fusíveis queimaram ou simplesmente fiz o óbvio, mas tirei a roupa, percorri os poucos metros que me separavam da cama, me ajoelhei atrás do meu pai, agarrei o quadril dele e afundei a língua no cu dele.

Ele se virou, surpreso. Mamãe foi bem mais explícita:

- Bem-vinda, filha. Junte-se a nós. Sabia que isso aconteceria um dia. Não esperava que fosse tão cedo, mas ficamos muito felizes que seja hoje, gostosa. Não é, Johan?

- Família que fode unida, permanece unida, amor.

Não houve mais palavras, pelo menos inteligíveis ou além do necessário para organizar o trio mais sem-vergonha do bairro. Passamos um bom tempo copulando sem freio. No meu caso, não sei se veio um orgasmo contínuo ou um atrás do outro, de qualquer jeito, foi brutal. O da minha mãe é de outro mundo, ela tem vários seguidos e ninguém duvida que ela goza como uma leoa, porque a cada espasmo, ela grita como uma soprano no auge da ária. Vocês sabem que meu pai é um homem planejador e organizado, então ele se segurou, dando para uma e para a outra com o martelo, até que não conseguimos absorver mais prazer. Então ele nos pediu que juntássemos nossos peitos, ele gozou sobre os quatro e lambeu até deixar impecáveis. O coitado é um pouco porcalhão, mas é um doce e a gente compensa com o beijão mais safado que soubemos dar. Tomamos banho os três juntinhos entre carícias, jantamos petiscando o que achamos na geladeira e decidimos que aquela noite era nossa. Minha mãe ligou pro Carlos pra dizer que não ia dormir em casa, porque ficaria na casa de um casal amigo. Carlos perguntou o que ela pretendia fazer com eles e ela falou sem anestesia: foder, gostosão. Aquela noite quebramos todos os tabus e acabamos destruídos, mas muito felizes e sexualmente satisfeitos. Foi um não parar, parecia que tínhamos que provar de tudo, como se o mundo fosse acabar na manhã seguinte. Acordamos antes do nosso horário habitual com ressaca, mas não de álcool, e sim de sexo. Ao nos vermos os três nus, embaralhados na cama e melados, caímos na risada e decidimos que depois de nos lavar e tomar café, tínhamos que conversar sem falta. Quando às oito a Jaira chegou, nos encontrou sentados na mesa da cozinha conversando tranquilamente sobre nosso futuro, como uma família normal. O que não era normal era o que dizíamos e o que pretendíamos fazer. Pra começar, eu tinha me aberto com meus pais sobre os últimos acontecimentos entre eu e o Carlos. Minha mãe tinha muita certeza do que ia rolar e me fez saber desde o primeiro momento com um "já era hora, querida" que soou como a profecia de uma bruxa. Meu pai não disse nada, acho que a bagunça das mulheres dele, às vezes, o ultrapassava e ele precisava de um tempo pra digerir. Quando estávamos falando sobre como diríamos ao Carlos o que estávamos vivendo na nossa família e avaliando o que podia acontecer, entrou a Jaira com um novelo de roupa pra lavar. - Olha só como vocês são porcos nessa casa. Deixaram os lençóis uma bagunça e eu troquei anteontem. Se continuarem transando com esse ímpeto, a conta de luz vai deixar vocês duros, e ainda mais os preços que estão agora. Pelo menos vocês aproveitaram, porque vejo uma carinha bem satisfeita nos três.
- Jaira, a gente...
- Não me digam nada, Laura. O que vocês têm que fazer é voltar pra casa e viver o love de vocês com alegria. Já falei pra sua filha não faz muito tempo: só se vive uma vez. Vamos, continuem com o que é de vocês que vocês têm muito o que conversar e eu preciso colocar a máquina de lavar.
Ficamos mais de uma hora remoendo nossa situação e no fim vimos que o mais conveniente era passar um fim de semana os três com o Carlos e botar as cartas na mesa, sem esconder nada. Se ele aceitasse a proposta que a gente acabava de engendrar, viveríamos como uma família poliamorosa e, acho, muito feliz e, isso sim, bem fodida. Se não, já tínhamos decidido seguir nossa vida os três e que acontecesse o que tivesse que acontecer.
Eu perdi minha primeira aula, minha mãe teve que remarcar uma sessão de revisão de tese com um dos orientandos dela e o papai chegou atrasado no escritório, mas todos contentes, pela noite que tínhamos compartilhado e por ter dado um rumo às nossas vidas, pelo menos por um tempo.
Na sexta passada, a Pilar, secretária do meu pai, procurou uma casa de campo que atendesse às indicações que o chefe tinha dado. Parece que não foi fácil, mas a Pilar é um doce e muito resolvida. Ela encontrou uma antiga casa de engenheiros construída por uma hidrelétrica engolida pelo oligopólio dominante na região. Ficava perdida nas montanhas de Ávila e tinham transformado numa casa de campo de luxo. Sobravam quartos e não era barata, mas tinha o que o papai tinha pedido: privacidade, algum quarto com cama king size, bom aquecimento e uma banheira de hidromassagem grande ou piscina aquecida.
A mamãe convenceu o Carlos a passar esse fim de semana numa casa de campo linda que ela tinha encontrado. Apesar do ciúme pela noite que ele tinha acabado de compartilhar com o casal amigo, não foi difícil. O Carlos se perde por uma boceta e um fim de semana transando no meio da natureza com a mamãe era um docinho muito doce. Saíram de Madrid depois de almoçar e se perderam um par de vezes pelas estradinhas do vale do Tiétar. Finalmente pegaram um caminho de terra batida e chegaram à casa. Então veio a surpresa:
- Amor, não é aquele o carro do Johan?
- Sim, querido, a Julia e o meu marido também vieram.
- Seu marido? É assim que você o chama?
- Claro, bobinho. Anda, joga a mala e vem comigo. Vai ver como a gente vai se divertir pra caralho.
- Mas...
Ao entrar, beijei o Carlos na boca na frente do papai e da mamãe, como fazia quando a gente namorava. Depois dei o mesmo tratamento à minha mãe, e ela chupou a boca do maridinho com gosto, olhando o Carlos de canto com um sorriso safado. Meu pai o recebeu com um aperto de mão firme e um abraço caloroso. O pobre do Carlinhos estava tão perdido quanto um golfinho no deserto do Atacama. E a coisa piorou quando o papai indicou os quartos:
- Vamos, galera, deixem as coisas no quarto de vocês. E você, Laura, joga o que é seu que a gente põe no nosso.
- Mas, Johan, agora a Laura e eu...
- Mas se você tá comendo a nossa filha, seu filho da puta. Não me enche o saco. Hoje você divide a cama com ela. Amanhã... é outro dia, ha, ha.
- Vamos, Carlos. Não se faz de difícil e deixa que esta noite o marido dela a coma, como nos velhos tempos. Além disso, você e eu temos um monte de coisa pendente.
Meu pai e eu sabíamos como a coisa ia rolar e tínhamos trazido duas bolsas, mas eles dois tinham tudo numa só, porque a mamãe não tinha querido levantar suspeitas. Separaram a roupa no meio da sala e cada casal subiu pro quarto designado. Todos eram magníficos, mas a cama do nosso era a maior de todas, porque tinha sido eu que fiz a divisão ao chegar.
Deixamos a pouca coisa que trouxemos no armário, me despi e o convidei a fazer o mesmo. Carlos estava viajando. Acho que ele não sabia se pegava o carro e vazava, ou ficava pra ver onde aquilo ia dar nessa família de malucos. Tive que ajudá-lo a aterrissar:
- Vamos, Carlos, coloca o Roupão que você tem pendurado aí e vamos descer. Tem uma piscina do caralho, quentinha e charmosinha. Vamos, querido.
Nos encontramos na sala principal. Era presidida por uma lareira grande, na qual crepitava um fogo bem acolhedor. Tinha sido acesa pela mulher que entregava as chaves e mostrava a casa. Descendo uns degraus escondidos por uma porta à direita do lar, havia um cômodo com uma piscininha oval sob uma abóbada de tijolo, com a água fumegando. Quando vimos com o papai, ficamos emocionados. Era demais. O que podia rolar ali dentro!.
- E aí, vamos dar um mergulho antes do jantar, Carlos?.
- Como vocês quiserem, Johan. Vai caber nós quatro?.
- Claro que sim, você vai ver, não é muito grande, mas é uma preciosidade. Vamos, desçam.
Quando chegamos ao cômodo, penduramos os roupões e entramos na água. Estava realmente quente, mas a sensação era agradável. A piscina não tinha mais de um metro de água e, exceto pela parte ocupada pelos degraus, contornava toda a parede interna um ressalto como banco corrido. Suponho que tivesse algum sistema de filtragem, mas devia ser bem sutil, porque a superfície permanecia lisa e, graças às luzes subaquáticas e à transparência da água, dava para ver tudo, até o fundo. Os jogos de cores produzidos pelos azulejos de pastilha que a revestiam e a música zen relaxante que saía de não sei onde adicionavam um toque bem sensual.
Carlos e eu nos sentamos juntos, de frente para meus pais. Uns e outros permanecíamos parados e em silêncio, suponho que refletindo sobre o que estava por vir. Chegou um momento em que eu não aguentei mais a pulsão lasciva. Peguei o rosto de Carlos, virei, e comecei a devorar a boca dele. Isso não era suficiente, eu queria que meus pais participassem de alguma forma da nossa relação, mas como tínhamos combinado entre nós três que sexta era o dia dos casais originais, me contentei em que vissem como eu o pegava ali, na frente dos dois. Peguei ele Peguei no pau dele com a mão e comecei a bater uma punheta, sem tirar os olhos dos da minha mãe. Carlos, todo sem fôlego, tentou tirar minha mão daquele pauzão, mas dali eu não saía: mesmo que gostasse de compartilhar, aquilo também continuava sendo meu. Com a mão livre, peguei uma das dele e coloquei sobre meus peitos. O idiota ainda tava com dúvida e eu tive que estimular ele. Se não curtia a cenoura, ia levar pau. Mordisquei a orelha dele e aproveitei pra sussurrar baixinho:
- Mano, ou você me come aqui e agora, na frente dos meus pais, ou minha mãe e eu te mandamos tomar no cu pra sempre. Entendeu?
Não tem nada melhor do que ameaçar um cara com portas fechadas pra levar ele pro abate. Ele começou a me acariciar, eu continuei no ritmo e a coisa cresceu e cresceu. Sentei de costas e me empalei nele, e quando ele se deu conta, já tava enchendo minha buceta. Conforme ele ia perfurando minhas entranhas, dava pra ouvir uns peidinhos, sem cheiro nem nada, quando o pau avançava e deslocava a água da xota. Minha mãe ria, sem parar de olhar pro Carlos com um sorrisinho de canto, cheio de safadeza.
Quando meu ex, que naquele dia talvez já não fosse tão ex, pegou meus mamilos com as duas mãos, minha mãe montou no meu pai sem piedade. Ele acompanhou, me sorrindo com ternura. Começaram um vai e vem cadenciado, com uma coordenação que só quem tem muita experiência consegue. As mãos corriam do pescoço aos mamilos, até o clitóris e a parte de cima das nossas rachas. Parecia que nossos parceiros competiam pra ver quem era mais safado, quem fazia a gente gozar primeiro e dava mais prazer pra sua montaria. Homens! No final, o inevitável aconteceu: a gente gozou uma, duas e três vezes. Eles se esvaziaram entre a primeira e a segunda e tiveram que nos presentear com a última na base do dedo.
Tirei o pau da boca primeiro, fui até meus pais e dei um beijão de língua em cada um. Não satisfeita, enquanto continuava beijando a boca deles, apalpei o peito e a buceta da minha mãe, ajudei a tirar o pau do meu pai e mesmo que ele estivesse na fossa, eu dei um belo trato nele. Carlos estava alucinando e eu tive que ir confortá-lo:
- Viu, assim tudo fica em família, amor.
Jantamos uma creme de alho-poró e abóbora, omelete de berinjela e alho-poró jovem, acompanhada de salada e uns pudins deliciosos. Tudo tinha sido preparado pela Jaira de manhã. Ela teve que ficar um pouco mais para terminar, mas se recusou a cobrar a hora extra. "Este sábado e domingo, vocês vão reconciliar seus corpos com seus espíritos. Isso é motivo de grande alegria e quero dar minha contribuição para a festa", nos disse. Naquela noite, Carlos e papai descobriram que ela devia ter contribuído com outros grãos que não eram de areia, embora mais do que para a festa, foi para a creme de legumes. Eles renderam como nunca imaginaram ser possível, sem saber de onde vinha tanta energia. Não vou revelar os segredos das poções ancestrais caribenhas da Jaira. Até porque, não tenho a mínima puta ideia, então deixo por aqui.
Depois do jantar, sentados comportadinhos em frente à lareira, vimos um filme do James Bond para passar o tempo e descontrair o clima com aquela mistura de ação eletrizante, cinismo e machismo concentrado em doses cavalares. Quando acabou, nos higienizamos e subimos para os quartos. Mamãe e eu tínhamos combinado deixar as portas abertas para escutar o que o outro casal fazia. Parece que ela, ouvir as gozadas do Carlos, dava um tesão do caralho. O que mais eu tinha a descobrir sobre minha mãe!
Naquela noite, Carlos e eu transamos. Muito e do bom, sim, mas lembrei da primeira vez com meu pai e quis que o reencontro com meu namorado fosse algo parecido: mais fazer amor e menos foder pelo puro prazer do sexo, não sei se me entendem. Com papai funcionou. Primeiro, a gente se pegou num sexo brutal, mas carinhoso, cuidando mais do prazer do outro do que do próprio. Relaxamos e ficamos conversando um bom tempo. Quando ele me perguntava sobre a convivência com meu pai ou como é que eu beijava "assim" meus pais, eu respondia com um "amanhã, amor" e dava um chupão na ponta do piru. Isso não respondia à pergunta dele, mas levava a conversa por outros caminhos.
Por fim, entramos em terreno bem nosso: onde e como víamos nosso futuro depois do que tínhamos vivido um e outro desde o verão. Íamos entrar no papel que minha família jogaria, principalmente a mamãe, mas tivemos que dar uma pausa: minha mãe gritava que nem uma louca o prazer dela pros quatro ventos. Carlos deve ter lembrado das gozadas passadas e não teve ideia melhor do que comparar:
- Teu pai deve ser um monstro na cama. Comigo tua mãe não grita tanto, e olha que eu...
- Você acabou de comer a filha e ainda me joga na cara suas gozadas com a mãe. Você é um sem-vergonha, Carlos. Sorte que eu não sou ciumenta. E se quer saber, sim, meu pai é um amante maravilhoso, e...
- Julia, porra, vocês fizeram isso!
- Isso fica pra amanhã. Agora cala a boca e arrebenta minha bunda do jeito que você sabe, otário.
A noite terminou com quatro pessoas bem satisfeitas, dois casais, ou algo parecido, em processo de reforma e muitas perguntas sem resposta, pelo menos no que dizia respeito ao Carlos.
Passamos a manhã inteira percorrendo uma trilha linda. Foi a mulher que nos atendeu na chegada que recomendou. Caminhamos pra caralho, falamos do campo, dos passarinhos e da vista. A cada pergunta do Carlos sobre as novidades nas nossas relações familiares, um de nós respondia: agora não, depois do almoço, a gente esclarece entre os quatro.
Almoçamos no único restaurante da vila perto da casa rural onde estávamos hospedados. Rústico, com comida simples, mas bem feita e farta, feita com matéria-prima local de qualidade e muito carinho. Decidimos fazer a sobremesa e tomar os cafés em casa. Papai preparou o café, eu tirei umas perrunillas caseiras, um tipo de biscoito à base de banha de porco, ovos, farinha e açúcar, com um toque de anis, tradicional da região. Compramos na sexta-feira no caminho. Mamãe tirou uma garrafa de cristal lapidado do armário, meio cheia de um líquido desconhecido, de um tom escuro azulado. Cochilamos nos sofás da sala por um tempo, enquanto digeríamos o almoço farto e os shots de ervas que acompanharam os biscoitinhos. Seriam umas cinco quando papai decidiu que era hora de começar a se mexer:
- Vamos tomar um banho, seus preguiçosos. A piscininha é uma maravilha e se ontem nos divertimos, hoje vai ser ainda melhor. Vamos, vamos!
- Como quiser, Johan. Subimos para vestir os roupões.
- Deixa pra lá, Carlos. Lá embaixo tem toalhas.
E assim, sem chance de réplica, papai se pelou no meio da sala, me ajudou a tirar os tênis e as meias e me arrancou as leggings e a calcinha de uma vez só. Enquanto isso, eu já tinha deixado a camiseta térmica no encosto da poltrona. Os dois nus, nos demos as mãos e atravessamos a porta que dava para a piscina.
- Olha, Carlinhos, preciso te explicar como desfazer o nó do tênis? Não, né. Então tira essa roupa e acompanha esses desbundados. Não sei você, mas eu já fiquei com a buceta mole.
- Mas, Laura, ele é seu pai!
- E eu sou a mãe dele, porra. Anda, vamos. Você acha que sabe tudo e ainda tem muito o que aprender, seu bobinho.
Ao atravessar a porta, eles nos encontraram enganchados dentro da água. Eu estava de pé, apoiada na borda, e papai metia por trás, levantando ondinhas com o vai e vem do mete-saca.
- Oi, gato, oi, mamãe. Vem, vem pra cá pra gente brincar todos juntos.
- Laura, isso é...
- Maravilhoso.
- Incesto.
- Palavras, só palavras. Anda, enterra os tabus como a gente fez, vem comigo e arrebenta minha ppk do jeito que você sabe, seu idiota.
Minha mãe ficou do meu lado, na mesma posição que eu. Carlos se posicionou atrás, mas com tantas surpresas juntas, o pau tinha ficado mole. Por sorte, papai não era um homem frescurento. Pegou ele entre os dedos e aplicou todo o seu savoir-faire, embora isso tenha provocado um maior desconcerto ainda no meu namorado:
- Mas que pussy você tá fazendo, Johan. Tá me deixando de punheta. Eu não sou viado, cara!
- Eu também não, genro, mas com essa cock murcha e encolhida feito um verme, você não vai conseguir foder minha mulher. Ela morre de vontade de meter, então eu só tô ajudando a deixar ela feliz.
- Vocês tão todos malucos!
Um pouco malucos, sim, a gente tava, e muito tarados também. A real é que o pauzão do Carlos ia ganhando corpo a cada investida da mão do sogro. Meu namorado tem o pênis sem circuncisão, com um prepúcio largo que permite descapuzar a cabeça sem problema. Papai subia e descia, enquanto acariciava a glande com a ponta do polegar e as bolas com os dois dedos restantes. Com esse tratamento dentro da água quentinha, logo ficou com a vara dura feito um prego e pôde fazer o trabalho pra qual a Natureza tinha projetado. Passou as mãos por baixo do torso da sogra, pegou ela pelos ombros, mirou e encheu a papaya de lagosta fresca.
Ao nos ver as duas empaladas, viramos os rostos e nos beijamos com nossa melhor alma sapatão. Carlos ficou alucinado, mas ouvindo nossos gemidos cheios de prazer, algo fez "click" no cérebro dele. Afundou as apreensões e os tabus que tinham incutido nele desde criança no fundo da piscina, investiu com tudo na pussy da mamãe e não se intimidou quando papai pediu pra dar mais uma volta no absurdo que a gente tava compartilhando.
- Carlos, passa dois dedos no pote de lubrificante que tá aí atrás e enfia em mim por trás. Deixar te trabalharem o cu enquanto você fode uma deusa como a Julia, te dá um barato que você nem imagina. Uma maravilha, genro. Eu faço o mesmo em você, vai ver como é bom.
- Johan, eu...
- Cala a boca e aproveita.
E foi assim. Quando Carlos se deu conta, meu pai tinha o indicador e o médio metendo forte no cu dele, massageando a próstata por dentro e dando um prazer novo e brutal, que somado ao que a vara dele recebia com as idas e vindas na buceta da sogra, levaram ela ao melhor orgasmo da vida dela em poucos minutos. Ao ver isso, o pai também quis a dele:
- Vamos, frouxo, me dá com força. Eu também quero gozar igual você na bucetinha da sua namorada.
- Não aguento mais, Johan, não aguento mais. Você me deixou no bagaço. Nunca vivi algo assim. Vocês são, somos, uns depravados, mas isso é maravilhoso e não quero perder por nada nesse mundo.
- Deixa as palavras pra depois e enfia os dedos mais fundo, porra.
- Eu te ajudo, pai.
Passei a mão entre as pernas do meu pai e coloquei do jeito que deu por cima da do Carlos. Ajudei ele a manter o ritmo que o pai gostava e, de quebra, aproveitei pra acariciar o saco dele e a região sensível do períneo. Com esse tratamento, ele acelerou as investidas e os dois, com as pulsações quase na taquicardia e bufando de prazer, gozamos como porcos no cio. A mãe ficava nos olhando, sem parar de se esfregar na pepininha. Parece que não tinha tido o suficiente com a trepada que o genro tinha dado nela.
Nós três ficamos uns instantes parados, curtindo a relaxada pós-gozo. A mãe continuava se esfregando sem parar. Se continuasse daquele jeito, ia deixar o clitóris em carne viva, mas por sorte veio logo um orgasmo devastador. Assim que os espasmos do clímax passaram, ela pegou cada um de nós e comeu nossa boca. Eu não quis ficar pra trás e fiz o mesmo. Meu pai deu de ombros e primeiro na esposa, depois em mim e finalmente num Carlos confuso e abalado na mesma medida, nos beijou com gosto. No meu namorado, com direito a uma passada de mão na bunda, ha, ha. E o patriarca da família, quem mais, fechou o ciclo:
- Bem-vindo à família, Carlos.

0 comentários - Tudo por umas fotos da mamãe na praia! 5