Descobrindo o tesão pela submissão

Depois de um tempo sem aparecer nas redes, volto com mais contos. Espero que vocês curtam essa continuação e não hesitem em deixar opiniões ou o que tiverem vontade.

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Depois dos nossos primeiros dias experimentando com a Laura, ficou claro que ela mesma tava encantada com a situação. Sinceramente, não esperava que ela curtisse tanto isso e que no final ficasse doida pra agradar o dono dela.

Os dias seguintes foram tranquilos, a gente visitou a cidade inteira com nossos jogos e desafios. A Laura quase sempre dormia na minha casa e a gente não parava de ficar com tesão o tempo todo. Eu ficava pensando em ideias novas pra brincar com ela e nesse dia me veio uma coisa pra testar.

Já tava preparando o café da manhã pra começar o dia bem. Normalmente eu acordava antes da Laura. Enquanto tava na cozinha, fiquei pensando em que aventura ia aprontar com ela hoje e o que mais tava afim era ir pra praia passar a manhã.
Quando a Laura entrou na cozinha, eu disse como ela tinha que se preparar pra hoje, ordens simples que depois vão me fazer curtir pra caralho e, claro, ela também.

Vamos pra praia, sua vadia. Você precisa vestir o biquíni mais pequeno que tiver, o vibrador e o plug bem enfiados em você, e um pareô ou algo pra se cobrir enquanto a gente vai pra praia. Entendeu?
-Sim, Amor, já vou me arrumar.

Depois de um tempo, a Laurita já estava pronta e nós dois já tínhamos tomado café, prontos pra ir pra praia. Na frente dos nossos apartamentos, a gente tem a praia de Levante. Ela é bem conhecida e tem um monte de gente. Por isso, resolvi passar numa caleta que eu conhecia no outro lado dessa praia. Não se enganem, porque também tem gente, mas é mais sossegada e com vistas melhores.

Pra chegar lá, cê precisa pegar o carro se não quiser ficar andando um tempão em subidas e descidas. A gente ficou 10 minutos estacionando perto da calheta. Eu já tava felizão só de pensar em tudo que ia fazer com a Laura, e ela, sei lá, mas tenho a impressão de que tava na mesma. A gente desceu do carro e a vista era incrível, a praia com a água calma, uma área com pedras onde ninguém ia nos ver muito, e claro, a Laura. Com aquele biquíni pequenininho, parecia que as tetas iam escapar pelos lados. O pareô tampava a parte de baixo, mas dava pra imaginar como ficava também. Assim que chegamos lá, coloquei o vibrador na potência mínima pra ir esquentando aquela bucetinha e vi um sorrisinho no rosto dela. Olha só como minha putinha tá ficando viciada.

Enquanto a gente entrava na enseada, fiquei de olho num lugar pra se sentar, e como não vi um par de pedras planas que eram um pouco mais altas e te dão mais privacidade. Estendemos nossas toalhas, pedi pra Laura passar protetor em mim porque minha pele é clara e, se não tomar cuidado, viro um camarão. Depois de passar em mim, ela pediu a mesma coisa. Comecei pelos ombros dela, deslizando minhas mãos devagar, descendo pelas costas e subindo de novo pra descer pelo peito. Em menos de 1 minuto, já tava agarrando os peitos dela e espalhando protetor até no último cantinho daquele corpo gostoso. Passei a mão na buceta dela por cima do biquíni e já tava bem molhadinha.

Já com o creme bem passado, ela se deitou no sol e eu fui atrás, mas antes aumentei a potência do vibrador e fiquei de boa vendo como, aos poucos, a Laura começava a se mexer inquieta. Tinha três casais por perto, mas o pessoal tava de boa, cada um na sua.

Queria que a Laurita tivesse um dia inesquecível, então fui preparando o momento aos poucos. Tirei o saião que ela tinha na cintura e não dava pra ter vista melhor. Ela tava deitada de bruços, de trás dava pra ver a bunda dela engolindo aquele biquíni pequenininho e pelos lados os peitos dela aparecendo. Uma visão bem pornô da Laura.

Eu já tava doido pra meter nela ali mesmo, mas ainda tinha que brincar mais um pouco, e tava me vindo umas ideias muito boas pra minha putinha se divertir.

+vagabunda, madura pra dar um mergulho pra se refrescar, eu te espero aqui.
—Vale, amor, não seja mau.

Eu adorava quando ela falava aquilo com cara de safada, me deixava muito mais excitado. E adoraria ir com ela, mas não posso levar o celular pra dentro da água pra brincar com o vibrador dela. Enquanto aquele corpo me deixava besta olhando ela se afastar, peguei o app do vibrador e aumentei no médio. Dava pra ver que ela deu um pulinho e ficou meio estranha ao andar. Eu tava curtindo tudo quando ela chegou na água, entrou até quase na cintura, e aí aproveitei pra colocar o vibrador no máximo.

Laura ficou de joelhos na água por causa da intensidade das vibrações. O pessoal deu uma olhada pra ver se algo acontecia, mas não passou disso. Já no chão, fui brincando com o celular, aumentando e diminuindo o ritmo, e quando ela ia sair, coloquei no máximo, que com aquelas vibrações também fazia o plug vibrar nela. Como a água escorria pelo corpo dela enquanto saía, não dava pra perceber, mas notei perfeitamente que ela se molhava toda com os próprios fluidos do orgasmo que tinha tido. Desliguei a vibração e, aos poucos, ela foi passando pelo pessoal e veio até mim.

Ela estava vermelha, mas com cara de tesão. Coloquei as vibrações de volta no meio, e de vez em quando ela soltava um gemido.

+safada, quero que você tire a parte de baixo e fique só com o pareô.

Se transparecia, mas disfarçava bem, assim tudo ficava mais safado, sem a parte de baixo e com os buracos dela cheios. Só de ver ela fazendo aquilo, eu já tava com a pica dura apertando a sunga. O casal mais perto da gente foi pra água e, sem falar nada, peguei o rabo de cavalo dela, tirei o pau pra fora e enfiei na boca dela.

Ninguém percebeu, exceto um casal num canto da praia que tava na mesma que a gente, acho. Só vi um sorrisinho safado e eles seguiram na deles.
Não me estenda muito dessa vez, ainda tinha muito dia pela frente, então peguei ela pelo pescoço e, sem hesitar muito, meti na garganta dela. Amava a sensação disso no meu pau. Pouco depois, enchi a boca dela com a porra e uns dois jatos que acertaram na cara dela.

Eu já tinha visto uns vídeos de "Cum Walk", mas nunca tinha pensado em testar aquilo. Falei pra ela que só dava pra tirar com água do mar, então ou ela ficava paradinha ali ou passava pelo povo com a cara toda melada. Ela me olhou com cara de cachorrinho, mas não teve sorte pra ela. Depois de uns minutos, ela levantou e eu resolvi acompanhar até a beira. Chegamos rápido, a Laura tava com o rosto vermelho e algumas pessoas viram, mas outras nem imaginavam o que tava rolando. Já na água, ela limpou a cara e percebeu que só tava usando um pareo meio transparente. Então evitou entrar muito pra não molhar e deixar ainda mais visível.

Tava pensando como minha putinha tava se comportando bem e como tudo tava sendo tão gostoso. Voltamos pras nossas toalhas, a gente tava com muito tesão e só faltava meter ali mesmo. Atrás da gente tinha uns arbustos e umas árvores. Fui pra lá como se fosse mijar e logo depois a Laurita veio. Arranquei praticamente o biquíni e o saída de praia dela. Ela tava pelada na minha frente e é uma das melhores vistas que já tive.

Digo pra ela se deitar que é a vez dela aproveitar, deito em cima dela e, beijando, vou descendo devagar. Brinco no pescoço dela, mordendo, desço até os peitos e me distraio com os mamilos. Mordo, chupo e succiono até ouvir um gemido gelado da parte dela e continuo descendo.
Finalmente chego na buceta dela, dou um beijo daqueles que chupam e sigo com minha língua subindo e descendo. Abro devagar os lábios dela, meto e tiro a língua enquanto de vez em quando ataco o clitóris. Daqui a pouco sinto ela me agarrar com força e depois começa a gozar, soltando uns bons jatos de lubrificação. Poucas coisas me excitam mais do que ver ela se acabar assim.

Enquanto ela se recompõe, abro bem as pernas dela segurando pelos tornozelos e enfio inteira de uma vez. Não aguentava mais e tinha a pica prestes a explodir. Naquele momento ninguém pensava nas pessoas ao redor, só éramos duas pessoas curtindo o sexo ao máximo. Enquanto a empurrava contra o arbusto, brincava com os peitos dela e os biquinhos que sei que ela adora. E, de fato, Laura teve convulsões de prazer de novo e jorrou os fluidos dela na minha pica, mas em vez de parar, decidi continuar mais forte. Ela já gemia alto de tesão e eu ia encher ela de porra. Apertei bem fundo, sentindo que tocava o fundo, e gozei como poucas vezes na vida. Deixei ela cheia de leite.
Ofegando, consegui dizer:

+safada, você é demais e agora nem pense em se limpar. Você vai ficar assim até onde eu mandar.
—Tá bom, meu amo. —Ela disse, recuperando o fôlego.

Tinha uns olhos e uma cara de prazer brutais. Era uma gostosa e ainda mais nessas situações. Normalmente, pouca gente se atreve a esse tipo de coisa, a curtir a vida sem se importar com o que os outros falam.

Voltamos pra pegar nossas coisas e falei pra ela voltar pro carro. Ela podia usar a parte de cima do biquíni e o pareô. O resto guardado na mochila e rumo ao carro. A Laura ia soltando umas gotinhas sem conseguir parar, meu gozo escorrendo. Ainda estávamos bem quentes e com vontade de foder de novo.

Assim que chegamos no carro, coloquei a toalha no banco e desamarrei o pareô da Laura.
Íamos indo pra casa, mas não sem antes passar no sexshop pra comprar umas paradas que tinham me vindo na cabeça. No caminho pra loja, eu tirei a rola da calça e ela, sem eu precisar falar nada, se curvou até mim e começou a chupar. Quando chegamos, tinha um lugar perto da porta, bastante gente passando do nosso lado, porque naquela rua tem um fluxo danado. Já estacionados, segurei a cabeça dela e, depois de um tempinho, com o tesão da situação e da galera que via a gente passar, soltei o pouco que consegui na garganta dela.

-Você me deixou seco, sua putinha. Agora, pra entrar, veste a parte de baixo, mas veste fora do carro.
—Tá passando gente, amor. —Ela tava meio sem graça.
-vadia, não me irrita, sai do carro e veste a parte de baixo, que você ainda vai sair assim.

Ela saiu do carro e, com muita vergonha, ajeitou a parte de baixo do biquíni, as pernas dela estavam ensopadas, era muito promíscua, muito mais gostosa do que eu.
Dentro do sexshop onde já nos conheciam, achei rápido o que procurava: primeiro, um arnês que prendia tornozelos com pulsos, forçando quem usasse a ficar imobilizado e exposto. E também um plug em formato de gancho pra poder amarrar numa corda. Queria experimentar umas paradas com a Laura. Além disso, vi um consolo de um tamanho bem interessante, tinha 30cm de comprimento e 5 de largura, era enorme. Quando a Laura me viu pegando ele, ficou olhando com cara de susto.

Saímos da loja e fomos pra casa. Estacionamos o carro sem problema e, quando entramos no prédio, já fui preparando o clima.

-Tira tudo, vai subir pelada.
—Sim, amor. Espero que não tenha ninguém.
-Vamos pelas escadas, vadia, assim ninguém te vê.

Entramos no apartamento sem problema, todo mundo desce de elevador, então não cruzamos com ninguém. Assim que entramos, mandei ela ir pra varanda e me esperar desse jeito.
Eu enquanto abria os pacotes do sexshop e levei ele pra varanda. Ela me esperava de joelhos, coloquei as pulseiras e as tornozeleiras primeiro, depois a coloquei na posição e prendi com as correias que vinham. Me dava muito tesão ver ela naquela posição, ela estava com o rosto no chão e a bunda bem levantada.

Peguei o lubrificante, passei no plug novo e enfiei de uma vez naquele cuzinho que já engolia qualquer coisa. Ela gemia de tesão, mas ainda faltava o melhor: provar aquele dildo enorme.

Comecei a chupar a buceta dela, os lábios, abrindo devagar, enfiando dois dedos e tirando, cada vez mais fundo. Depois de um tempo, coloquei mais um dedo, até ter quatro dentro e quase enfiar a mão inteira. Quando ela já estava toda melada, peguei o dildo e comecei a enfiar a ponta bem devagar. A cabeça entrou fácil, mas daí pra frente ficou mais apertado. Ela gemia de prazer e um pouco de dor, porque nunca tinha entrado nada tão grande.
Eu tirava e enfiava o dildo cada vez um pouco mais, até que me veio uma ideia que ia me deixar com muito tesão. Tirei o dildo de uma vez, e saíram uns jatos da buceta dela, porque a putinha tinha acabado de gozar. Ajudei ela a se virar de ponta-cabeça, com os pés apoiados no chão, mas na ponta dos dedos, e a ponta do dildo enfiada na boceta dela. Se perdesse o equilíbrio, o dildo entraria sem dó. No começo, ela aguentou bem, até me fez um boquete incrível, mas depois de alguns minutos, as pernas dela tremiam cada vez mais, até que, sem esperar, ela caiu pra trás, soltando um grito bem alto, enquanto o dildo entrava de uma vez até mais da metade.

Me deu muito tesão ver ela assim, eu curtia essas situações, mas já tava na correria fazia tempo. Decidi tirar a pica e, enquanto ela tava deitada, eu com o pé ia enfiando mais um pouco o dildo. Ela gemia com força porque tava partindo ela ao meio e, ao mesmo tempo, comecei a mijar nela pra finalizar a brincadeira. Ela gemia e gritava por causa do dildo, mas ao mesmo tempo colocava a língua pra fora quando eu mijava na cara dela. A Laura tava se tornando uma putinha de respeito e o melhor: era minha.
Quando terminei de mijar, fui tirando o dildo devagar, com calma, soltando as amarras dela, tirei meu plug e aos poucos ela foi recuperando o fôlego.
Ajudei ela a se levantar e a caminhar até o chuveiro que ela tanto precisava. Entramos os dois juntos e eu ajudei ela a se ensaboar, a se limpar direitinho e a relaxar depois de toda a confusão daquele dia.

A partir daí, os dias com Laura foram cada vez melhores, só conseguia pensar em como a gente se divertia junto e o tanto que estávamos descobrindo um ao outro.


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Subo essa última parte depois de muito tempo, espero que vocês curtam. Vou continuar com novos contos e, se tiverem alguma sugestão ou quiserem conversar, não hesitem em me escrever nos comentários ou no email. Valeu por tudo!

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