Meu nome é Paulo, tenho 28 anos, um corpo bem bonito, me cuido e faço esporte. Minha mãe, Nati, tem quase 60 anos, mas mesmo assim se mantém bem, é muito gostosa, tem cabelo curto e platinado, tem suas curvas, peitos grandes embora um pouco caídos, e uma bunda um pouco grande, redonda e apetitosa. Meu pai tem 66, e pelo que eu sei, eles já não transam mais, principalmente porque minha mãe costuma negar.
Essa história, como outras, começa comigo tendo uma fixação por mulheres milf desde adolescente, e continua no momento em que comecei a pensar na minha mãe como uma mulher atraente para me masturbar.
Isso, claro, eu mantinha em segredo, porque não é algo que se possa falar abertamente. Minha mãe sempre foi uma mulher que não tinha vergonha em casa, era comum vê-la sair do banho pelada, o que eu adorava, porque podia vê-la nua discretamente. Com o tempo, fui aumentando o nível, me masturbando com as calcinhas dela, na cama dela, etc. Também encontrei algumas fotos da minha mãe semi-nua que meu pai devia ter tirado dela na praia em algumas férias, as quais guardei para me masturbar, mas nunca tive coragem de fazer mais nada.
Com o passar dos anos, ela queria manter a forma e me pedia ajuda e dicas para treinar em casa, e eu claro que aceitava. Às vezes, quando estava com preguiça, me pedia para treinar junto, e eu, claro, ficava animado com isso.
Eu a ajudava com agachamentos, com pesos, momentos em que era inevitável algum roçar, principalmente quando ficava atrás dela para ajudar na postura dos agachamentos. Para mim, havia um momento em que a ereção era inevitável, e sei que mamãe percebia.
Com o tempo, e mais alguns treinos, mamãe foi comprando roupas de esporte mais justas, umas leggings, e um top que apertava e levantava os peitos de um jeito muito sexy, e que me excitava muito.
Depois de uma dessas sessões de treino em que suamos e treinamos bem pra caralho enquanto meu pai tinha ido cuidar do meu avô o dia inteiro, minha mãe me disse algo que me surpreendeu:
— Agora vamos ter que tomar um banho, que suamos pra caramba, hein Paul.
— Sim! — respondi — Você toma banho primeiro ou eu entro?
— Podemos tomar banho juntos, ou você tem vergonha? Como quando você era pequeno e às vezes tomava banho comigo.
Eu, chocado na minha mente, demorei uns segundos pra reagir, até conseguir articular algumas palavras:
— Tá bom, vamos pra banheira grande, senão não cabemos.
Fomos pro banheiro, deixamos a roupa suada no cesto e mamãe entrou primeiro no chuveiro. Eu demorei uns segundos pra entrar. Mamãe abriu a água do chuveiro e começou a cair sobre ela, enquanto um pouco de água me respingava assim que eu entrei.
A vista era incrível, a água escorrendo por cima dela, a bunda dela se molhando, os peitos dela, meio caídos mas muito gostosos se molhando, os mamilos grandes e rosados pingando água que chegava neles. A virilha dela tinha um pouco de pelo já encharcado pela água, dava pra ver que era bem cuidado.
Pouco depois minha mãe me disse:
— Passa debaixo da água que vou pegar o sabonete e o xampu.
Trocamos de lugar no chuveiro e ela roçou um dos peitos em mim, eu fazia força pra não ter uma ereção, embora já começasse a sentir meu pau endurecendo. Quando mamãe se abaixou um pouco pra pegar o xampu, pude ver levemente a buceta dela, o que fez meu pau começar a crescer.
Quando mamãe se levantou com o xampu, começou a passar na cabeça e esfregar o cabelo, pra mim era como ver a deusa Afrodite tomando banho. Ela me passou o frasco e eu comecei a passar o xampu na minha cabeça também. Ela pegou o sabonete líquido e começou a ensaboar os peitos dela de forma suave, eu fiz o mesmo. Ao ver aquela cena, eu já estava totalmente duro, e minha mãe percebeu, mas não disse nada nem fez nenhum gesto.
Pouco depois ela se virou de costas pra mim e pediu pra eu ensaboar ela, eu aceitei e meu pau ficou a meros milímetros da bunda dela, eu tomava cuidado pra não encostar. pra evitar que fosse desconfortável, embora às vezes fosse inevitável uns roçares leves.
— Vira, filho — minha mãe disse — que vou te ensaboar agora. Minha mãe se deliciava nas minhas costas com as mãos dela.
— Que corpaço hein, você é um Adônis — ela falava.
Enxaguamos o sabão e finalmente saímos do chuveiro, eu, logicamente, continuava totalmente duro.
Enquanto mamãe enxugava os peitos, aos meus olhos de forma sugestiva, e tentava me secar disfarçando sem muito sucesso minha ereção, minha mãe esboçava um sorriso divertido.
Quando nos secamos e ainda nus, minha mãe me disse:
— Valeu pelo treino, querido — e me deu um beijo perto da comissura dos lábios.
Mamãe saiu do banheiro com a toalha no braço e eu via ela indo pro quarto com a bunda rebolando a cada passo.
Quando a noite chegou e meu pai tinha voltado, eu ainda estava alucinado com a experiência daquela manhã. Minha vontade de me masturbar era intensa, mas queria esperar meus pais dormirem pra evitar uma interrupção. Finalmente foram pro quarto, e eu ouvia minha mãe dizer pro meu pai:
— Ai, tira a mão, tô muito cansada, para de ser chato.
Como era de costume quase sempre, minha mãe não dava sexo pro meu pai.
Quando parei de ouvir barulho, comecei a me masturbar, simplesmente lembrando das experiências daquela manhã. Era tanto tesão e excitação que não durou nem minutos.
Mas aquela seria a primeira de uma série de experiências que iriam além de pontos que eu jamais teria imaginado.Parte 2Já fazia uma semana desde aquele banho erótico com a mamãe, e eu não conseguia tirar aquilo da cabeça. Só de pensar um pouquinho, já ficava todo excitado.
Quando chegou o sábado e ficamos sozinhos de novo, eu só pensava em repetir o treino com a mamãe e torcer pra que ela quisesse tomar banho junto depois.
Então, no sábado, cheguei e ofereci pra mamãe treinarmos juntos, e ela topou numa boa, bem animada. Vestiu a roupa colada, e um top que deixava os peitos dela bem provocantes. O treino foi legal, suamos, nos roçamos, e chegou a hora do banho.
Eu tava doido pra ouvir minha mãe sugerir a mesma ideia, e pra minha sorte, foi o que aconteceu:
— Então, Paul, vamos tomar outro banho juntos? — ela falou, sorrindo.
— Claro! — respondi, fazendo questão de mostrar o quanto tava empolgado.
A gente se pelou no banheiro e entrou no chuveiro juntos de novo. Seguindo um esquema parecido com o da última vez. Mamãe pegou o sabonete e começou a ensaboar os peitos, num movimento suave, circular e constante, enquanto me olhava com um sorrisinho. Eu olhava pra ela enquanto passava sabão no meu peito. Aí, ela chegou perto de mim, com as mãos cheias de sabão, e começou a massagear meu peito, ficando bem pertinho de mim e da ereção que eu já tava segurando. Depois de um tempo, ela falou:
— Vira aí, vou ensaboar você.
Eu obedeci, virei de costas e deixei ela fazer o dela.
Mamãe começou a passar as mãos nas minhas costas, esfregando em círculos, suave e com um jeito maternal. Daí, ela foi passando as mãos pro meu peito, descendo dos meus ombros. Pra ficar mais confortável, ela chegou mais perto, e foi aí que eu senti os peitos dela nas minhas costas, e o roçar dos bicos durinhos, e como ela mexia eles de leve nas minhas costas, enquanto me acariciava o peito.
— Agora ensaboa eu, querido — ela disse.
— Claro, mamãe, vira — falei.
Ela virou de costas e comecei a ensaboar ela. Cheguei bem pertinho e, depois de hesitar um pouco, forcei o roçar do meu pau duro nas bundas dela. Percebi que mamãe deu um leve sobressalto quando notou. Resolvi tentar fazer o mesmo movimento que ela tinha feito comigo. Comecei a massagear os ombros dela e fui descendo devagar pela frente, fazendo uma espécie de massagem. Mamãe soltava uns gemidinhos de prazer e colocou as mãos dela sobre as minhas. Então, não tive coragem de descer mais até os peitos dela.
Enxaguamos o sabão com água e saímos do chuveiro. Começamos a nos secar de frente uma para o outro. Mamãe esfregava os peitos com a toalha, enquanto eu secava o torso, deixando minha ereção à mostra. Percebi que ela me olhava de cima a baixo e vi um sorrisinho safado no rosto dela. Quando terminou de se secar, ela se aproximou e me deu um abraço. Senti os peitos dela colados nos meus e meu pau duro roçando a barriga dela.
— Obrigada, amor — disse ela, me dando um beijo perto dos lábios de novo.
E foi para o quarto dela se vestir, enquanto eu admirava a bunda dela se mexendo enquanto se afastava.
Naquela noite, claro, me masturbei lembrando dos peitos dela na minha pele e do meu pau duro roçando a bunda dela.
No fim de semana seguinte, meu pai não precisava cuidar do meu avô, então, como não ia poder treinar e depois tomar banho com a mamãe, resolvi ir treinar na rua sozinho.
Quando voltei para casa, vi uma mensagem de WhatsApp da mamãe dizendo:
“Que pena, hoje senti falta do nosso treino, e com certeza de um banho juntos, tomar banho sozinha não é tão divertido (emoji de piscada com língua)”
Os dias passaram e eu só queria que meu pai não estivesse no próximo fim de semana.
Na quinta à tarde, foi minha mãe quem disse:
— Ei, papai não vai estar no fim de semana, ele vai com o avô, então vamos ver se treinamos juntos — enquanto piscava um olho.
Eu esbocei um sorriso e respondi que sim, e, sinceramente, estava morrendo de ansiedade.
O dia chegou, e não precisei de muitas palavras, porque os dois queríamos treinar. E assim fizemos, e dessa vez fui eu quem disse:
— Bom, vamos Dar aquela duchinha que você falou outro dia, né? – sorrindo.
– Pois é, e hoje vai me fazer muito bem você me massagear – disse a mamãe.
A gente se despiu e entrou no chuveiro.
Mamãe ficou debaixo do jato d'água, já que entrou primeiro, e eu resolvi me aproximar dela enquanto ela estava de costas, na intenção de que ela sentisse minha ereção na bunda dela. Aí ela se virou, e ficamos de frente um pro outro, bem colados, nos olhando fixamente, com a ponta do meu pau roçando a barriga dela. Naqueles segundos que ficamos assim, dava pra sentir uma tensão sexual muito forte. Finalmente, mamãe me deixou passar debaixo da água e ela pegou o xampu e o sabonete.
Começamos a nos ensaboar, e chegou a hora em que mamãe pediu pra eu virar de costas pra ela me ensaboar, e pra minha surpresa ela me abraçou por trás, passando as mãos no meu peito e na minha barriga. Quando ela esfregava essa área, às vezes roçava meu pau com as costas da mão, fazendo parecer que era sem querer. Eu naquela hora tava muito excitado, por aquele roçar, sentir a barriga dela na minha lombar, quase sentindo os pelos pubianos dela roçando em mim e os peitos generosos dela apertados contra minhas costas.
Chegou minha vez de ensaboar ela, e repeti o processo da última vez, me encostando bem nela, deixando ela sentir minha ereção na bunda dela, só que dessa vez ela já tava esperando. Quando eu já tava há um tempinho massageando os ombros e as costas dela, mamãe pegou minhas mãos com as dela, deslizou elas pela lateral dos peitos dela, me deixando roçar eles de leve, desceu até os quadris dela, e fez eu rodear a barriga dela com as mãos, ficando dessa vez eu bem colado nela. Tão colado que meu pau tava apertado contra a bunda da mamãe, e ainda por cima ela se mexia levemente, fazendo meu pau roçar as nádegas dela.
Finalmente, depois de um tempinho assim, mamãe se virou, me deu um beijo na bochecha e disse:
– Vamos enxaguar agora, meu anjo.
Ela começou a se molhar e saiu primeiro, se enrolando com a toalha. Quando eu saí do chuveiro, ela abriu a toalha, me dando uma visão Imagem deliciosa do corpo inteiro dela pelada, aquele corpo que eu desejava há anos, e que agora parecia mais acessível aos meus desejos sexuais. Ela nos envolveu com a toalha para nos secar, e ficamos colados, frente a frente, os peitos dela no meu torso, a buceta dela perto do meu pau duro.
Depois de um tempo, ela se afastou de mim, me deu aquele beijo de sempre no canto dos lábios, e disse:
— Valeu, amor, adoro esses momentos — com um sorrisão de satisfação no rosto.
Eu, pra variar, naquela noite, só pensei naquilo enquanto me masturbava.
No entanto, alguns dias depois, descobriria que não era o único que se masturbava em casa…
Essa história, como outras, começa comigo tendo uma fixação por mulheres milf desde adolescente, e continua no momento em que comecei a pensar na minha mãe como uma mulher atraente para me masturbar.
Isso, claro, eu mantinha em segredo, porque não é algo que se possa falar abertamente. Minha mãe sempre foi uma mulher que não tinha vergonha em casa, era comum vê-la sair do banho pelada, o que eu adorava, porque podia vê-la nua discretamente. Com o tempo, fui aumentando o nível, me masturbando com as calcinhas dela, na cama dela, etc. Também encontrei algumas fotos da minha mãe semi-nua que meu pai devia ter tirado dela na praia em algumas férias, as quais guardei para me masturbar, mas nunca tive coragem de fazer mais nada.
Com o passar dos anos, ela queria manter a forma e me pedia ajuda e dicas para treinar em casa, e eu claro que aceitava. Às vezes, quando estava com preguiça, me pedia para treinar junto, e eu, claro, ficava animado com isso.
Eu a ajudava com agachamentos, com pesos, momentos em que era inevitável algum roçar, principalmente quando ficava atrás dela para ajudar na postura dos agachamentos. Para mim, havia um momento em que a ereção era inevitável, e sei que mamãe percebia.
Com o tempo, e mais alguns treinos, mamãe foi comprando roupas de esporte mais justas, umas leggings, e um top que apertava e levantava os peitos de um jeito muito sexy, e que me excitava muito.
Depois de uma dessas sessões de treino em que suamos e treinamos bem pra caralho enquanto meu pai tinha ido cuidar do meu avô o dia inteiro, minha mãe me disse algo que me surpreendeu:
— Agora vamos ter que tomar um banho, que suamos pra caramba, hein Paul.
— Sim! — respondi — Você toma banho primeiro ou eu entro?
— Podemos tomar banho juntos, ou você tem vergonha? Como quando você era pequeno e às vezes tomava banho comigo.
Eu, chocado na minha mente, demorei uns segundos pra reagir, até conseguir articular algumas palavras:
— Tá bom, vamos pra banheira grande, senão não cabemos.
Fomos pro banheiro, deixamos a roupa suada no cesto e mamãe entrou primeiro no chuveiro. Eu demorei uns segundos pra entrar. Mamãe abriu a água do chuveiro e começou a cair sobre ela, enquanto um pouco de água me respingava assim que eu entrei.
A vista era incrível, a água escorrendo por cima dela, a bunda dela se molhando, os peitos dela, meio caídos mas muito gostosos se molhando, os mamilos grandes e rosados pingando água que chegava neles. A virilha dela tinha um pouco de pelo já encharcado pela água, dava pra ver que era bem cuidado.
Pouco depois minha mãe me disse:
— Passa debaixo da água que vou pegar o sabonete e o xampu.
Trocamos de lugar no chuveiro e ela roçou um dos peitos em mim, eu fazia força pra não ter uma ereção, embora já começasse a sentir meu pau endurecendo. Quando mamãe se abaixou um pouco pra pegar o xampu, pude ver levemente a buceta dela, o que fez meu pau começar a crescer.
Quando mamãe se levantou com o xampu, começou a passar na cabeça e esfregar o cabelo, pra mim era como ver a deusa Afrodite tomando banho. Ela me passou o frasco e eu comecei a passar o xampu na minha cabeça também. Ela pegou o sabonete líquido e começou a ensaboar os peitos dela de forma suave, eu fiz o mesmo. Ao ver aquela cena, eu já estava totalmente duro, e minha mãe percebeu, mas não disse nada nem fez nenhum gesto.
Pouco depois ela se virou de costas pra mim e pediu pra eu ensaboar ela, eu aceitei e meu pau ficou a meros milímetros da bunda dela, eu tomava cuidado pra não encostar. pra evitar que fosse desconfortável, embora às vezes fosse inevitável uns roçares leves.
— Vira, filho — minha mãe disse — que vou te ensaboar agora. Minha mãe se deliciava nas minhas costas com as mãos dela.
— Que corpaço hein, você é um Adônis — ela falava.
Enxaguamos o sabão e finalmente saímos do chuveiro, eu, logicamente, continuava totalmente duro.
Enquanto mamãe enxugava os peitos, aos meus olhos de forma sugestiva, e tentava me secar disfarçando sem muito sucesso minha ereção, minha mãe esboçava um sorriso divertido.
Quando nos secamos e ainda nus, minha mãe me disse:
— Valeu pelo treino, querido — e me deu um beijo perto da comissura dos lábios.
Mamãe saiu do banheiro com a toalha no braço e eu via ela indo pro quarto com a bunda rebolando a cada passo.
Quando a noite chegou e meu pai tinha voltado, eu ainda estava alucinado com a experiência daquela manhã. Minha vontade de me masturbar era intensa, mas queria esperar meus pais dormirem pra evitar uma interrupção. Finalmente foram pro quarto, e eu ouvia minha mãe dizer pro meu pai:
— Ai, tira a mão, tô muito cansada, para de ser chato.
Como era de costume quase sempre, minha mãe não dava sexo pro meu pai.
Quando parei de ouvir barulho, comecei a me masturbar, simplesmente lembrando das experiências daquela manhã. Era tanto tesão e excitação que não durou nem minutos.
Mas aquela seria a primeira de uma série de experiências que iriam além de pontos que eu jamais teria imaginado.Parte 2Já fazia uma semana desde aquele banho erótico com a mamãe, e eu não conseguia tirar aquilo da cabeça. Só de pensar um pouquinho, já ficava todo excitado.
Quando chegou o sábado e ficamos sozinhos de novo, eu só pensava em repetir o treino com a mamãe e torcer pra que ela quisesse tomar banho junto depois.
Então, no sábado, cheguei e ofereci pra mamãe treinarmos juntos, e ela topou numa boa, bem animada. Vestiu a roupa colada, e um top que deixava os peitos dela bem provocantes. O treino foi legal, suamos, nos roçamos, e chegou a hora do banho.
Eu tava doido pra ouvir minha mãe sugerir a mesma ideia, e pra minha sorte, foi o que aconteceu:
— Então, Paul, vamos tomar outro banho juntos? — ela falou, sorrindo.
— Claro! — respondi, fazendo questão de mostrar o quanto tava empolgado.
A gente se pelou no banheiro e entrou no chuveiro juntos de novo. Seguindo um esquema parecido com o da última vez. Mamãe pegou o sabonete e começou a ensaboar os peitos, num movimento suave, circular e constante, enquanto me olhava com um sorrisinho. Eu olhava pra ela enquanto passava sabão no meu peito. Aí, ela chegou perto de mim, com as mãos cheias de sabão, e começou a massagear meu peito, ficando bem pertinho de mim e da ereção que eu já tava segurando. Depois de um tempo, ela falou:
— Vira aí, vou ensaboar você.
Eu obedeci, virei de costas e deixei ela fazer o dela.
Mamãe começou a passar as mãos nas minhas costas, esfregando em círculos, suave e com um jeito maternal. Daí, ela foi passando as mãos pro meu peito, descendo dos meus ombros. Pra ficar mais confortável, ela chegou mais perto, e foi aí que eu senti os peitos dela nas minhas costas, e o roçar dos bicos durinhos, e como ela mexia eles de leve nas minhas costas, enquanto me acariciava o peito.
— Agora ensaboa eu, querido — ela disse.
— Claro, mamãe, vira — falei.
Ela virou de costas e comecei a ensaboar ela. Cheguei bem pertinho e, depois de hesitar um pouco, forcei o roçar do meu pau duro nas bundas dela. Percebi que mamãe deu um leve sobressalto quando notou. Resolvi tentar fazer o mesmo movimento que ela tinha feito comigo. Comecei a massagear os ombros dela e fui descendo devagar pela frente, fazendo uma espécie de massagem. Mamãe soltava uns gemidinhos de prazer e colocou as mãos dela sobre as minhas. Então, não tive coragem de descer mais até os peitos dela.
Enxaguamos o sabão com água e saímos do chuveiro. Começamos a nos secar de frente uma para o outro. Mamãe esfregava os peitos com a toalha, enquanto eu secava o torso, deixando minha ereção à mostra. Percebi que ela me olhava de cima a baixo e vi um sorrisinho safado no rosto dela. Quando terminou de se secar, ela se aproximou e me deu um abraço. Senti os peitos dela colados nos meus e meu pau duro roçando a barriga dela.
— Obrigada, amor — disse ela, me dando um beijo perto dos lábios de novo.
E foi para o quarto dela se vestir, enquanto eu admirava a bunda dela se mexendo enquanto se afastava.
Naquela noite, claro, me masturbei lembrando dos peitos dela na minha pele e do meu pau duro roçando a bunda dela.
No fim de semana seguinte, meu pai não precisava cuidar do meu avô, então, como não ia poder treinar e depois tomar banho com a mamãe, resolvi ir treinar na rua sozinho.
Quando voltei para casa, vi uma mensagem de WhatsApp da mamãe dizendo:
“Que pena, hoje senti falta do nosso treino, e com certeza de um banho juntos, tomar banho sozinha não é tão divertido (emoji de piscada com língua)”
Os dias passaram e eu só queria que meu pai não estivesse no próximo fim de semana.
Na quinta à tarde, foi minha mãe quem disse:
— Ei, papai não vai estar no fim de semana, ele vai com o avô, então vamos ver se treinamos juntos — enquanto piscava um olho.
Eu esbocei um sorriso e respondi que sim, e, sinceramente, estava morrendo de ansiedade.
O dia chegou, e não precisei de muitas palavras, porque os dois queríamos treinar. E assim fizemos, e dessa vez fui eu quem disse:
— Bom, vamos Dar aquela duchinha que você falou outro dia, né? – sorrindo.
– Pois é, e hoje vai me fazer muito bem você me massagear – disse a mamãe.
A gente se despiu e entrou no chuveiro.
Mamãe ficou debaixo do jato d'água, já que entrou primeiro, e eu resolvi me aproximar dela enquanto ela estava de costas, na intenção de que ela sentisse minha ereção na bunda dela. Aí ela se virou, e ficamos de frente um pro outro, bem colados, nos olhando fixamente, com a ponta do meu pau roçando a barriga dela. Naqueles segundos que ficamos assim, dava pra sentir uma tensão sexual muito forte. Finalmente, mamãe me deixou passar debaixo da água e ela pegou o xampu e o sabonete.
Começamos a nos ensaboar, e chegou a hora em que mamãe pediu pra eu virar de costas pra ela me ensaboar, e pra minha surpresa ela me abraçou por trás, passando as mãos no meu peito e na minha barriga. Quando ela esfregava essa área, às vezes roçava meu pau com as costas da mão, fazendo parecer que era sem querer. Eu naquela hora tava muito excitado, por aquele roçar, sentir a barriga dela na minha lombar, quase sentindo os pelos pubianos dela roçando em mim e os peitos generosos dela apertados contra minhas costas.
Chegou minha vez de ensaboar ela, e repeti o processo da última vez, me encostando bem nela, deixando ela sentir minha ereção na bunda dela, só que dessa vez ela já tava esperando. Quando eu já tava há um tempinho massageando os ombros e as costas dela, mamãe pegou minhas mãos com as dela, deslizou elas pela lateral dos peitos dela, me deixando roçar eles de leve, desceu até os quadris dela, e fez eu rodear a barriga dela com as mãos, ficando dessa vez eu bem colado nela. Tão colado que meu pau tava apertado contra a bunda da mamãe, e ainda por cima ela se mexia levemente, fazendo meu pau roçar as nádegas dela.
Finalmente, depois de um tempinho assim, mamãe se virou, me deu um beijo na bochecha e disse:
– Vamos enxaguar agora, meu anjo.
Ela começou a se molhar e saiu primeiro, se enrolando com a toalha. Quando eu saí do chuveiro, ela abriu a toalha, me dando uma visão Imagem deliciosa do corpo inteiro dela pelada, aquele corpo que eu desejava há anos, e que agora parecia mais acessível aos meus desejos sexuais. Ela nos envolveu com a toalha para nos secar, e ficamos colados, frente a frente, os peitos dela no meu torso, a buceta dela perto do meu pau duro.
Depois de um tempo, ela se afastou de mim, me deu aquele beijo de sempre no canto dos lábios, e disse:
— Valeu, amor, adoro esses momentos — com um sorrisão de satisfação no rosto.
Eu, pra variar, naquela noite, só pensei naquilo enquanto me masturbava.
No entanto, alguns dias depois, descobriria que não era o único que se masturbava em casa…
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