Essa história foi contada por um amigo, e com a permissão dele, resolvi escrever em primeira pessoa.
Meu nome é Manuel, tenho 36 anos, sou casado, minha esposa se chama Jessica, tem 29 anos. O que aconteceu foi há 9 anos atrás. Sou advogado, tinha 29 anos na época, e Jessica, com 20 anos, era estudante de enfermagem. A gente era muito apaixonado, ela vinha de uma família muito religiosa, os pais sempre incutiram nela valores tão fortes que, até aquele momento, com 3 anos de namoro, a gente ainda não tinha transado.
Já tínhamos data de casamento, embora os pais dela não gostassem muito da ideia, porque queriam que ela terminasse a faculdade antes de dar o próximo passo. Nós decidimos que íamos casar de qualquer jeito, e eles acabaram aceitando.
Tudo estava indo de vento em popa: os preparativos, as compras, os arranjos. Já tínhamos casa, por causa dos negócios que toco, não tenho problemas financeiros. Já tínhamos um apartamento pra morar e uma casa de praia.
Mas eu guardava um segredo. Uns anos antes, tinha sofrido um acidente e fiquei com um problema sério de ereção. Não conseguia transar por mais que quisesse. Estava fazendo um tratamento, tinha esperança de me curar logo. O médico dizia que com o tratamento ia passar, mas era demorado, só questão de tempo.
Nunca contei pra Jessica, porque achei que ela terminaria comigo se soubesse. Decidi esconder até a noite de núpcias. Quando chegou o dia, a gente viajou pro exterior na lua de mel, mas foi uma decepção enorme pra ela quando eu fingi que tava cansado naquela noite e não cumpri meu dever de marido.
Os dias foram passando até que resolvi contar o que tava rolando comigo. No começo, ela ficou chateada, mas no fim aceitou a situação e me consolou, dizendo que ia me esperar o tempo que fosse preciso porque me amava. Me senti muito sortudo por ter uma esposa assim.
Infelizmente, o tempo foi passando e o tratamento não dava resultado. Se passaram 2 anos sem consumar nosso casamento, na frente dos outros era só felicidade, mas na intimidade já eram reclamações dela. O pior é que ela queria ter um filho. Eu pedia paciência, ela aceitava, mas sempre dava pra notar uma tristeza nela, as reclamações dela eram muito calmas, mas ao mesmo tempo tristes.
Um certo dia, encontrei ela conversando com uma prima sua, pelo visto ela tinha contado meu problema pra prima. Decidi não me mostrar e escutar a conversa. Ela contava que estávamos pensando em fazer uma inseminação artificial (coisa que eu mesmo tinha sugerido), aí a prima dizia que não, e aconselhava ela a fazer o seguinte: fazer a inseminação de mentira e arrumar um homem que desse aquela trepada nela quantas vezes fosse necessário até ela engravidar, e depois me dizer que foi a inseminação.
Minha esposa respondia que jamais faria uma coisa dessas, que me amava e que me esperaria o tempo que fosse preciso. A prima perguntou se ela não tinha vontade de ficar com um homem entre as pernas dela. Jéssica baixou a cabeça e, timidamente, respondeu que sim, mas que tinha medo de ficar com um homem porque era virgem e não se imaginava sendo desvirginada por outro que não fosse o marido. Assim continuou a conversa. A prima disse que ela podia se dar o gosto com o Andrés, um amigo delas, também estudante da faculdade de enfermagem, muito chegado à prima, e que há tempos tinha confessado estar apaixonado pela Jéssica e que até hoje a desejava, mas não tinha coragem de se aproximar porque ela era casada.
Eu tava furioso com a prima, a filha da puta tava enfiando ideias na cabeça dela pra me trair, mas ao mesmo tempo fiquei feliz por ter uma boa esposa, ela me dava muita confiança. O que me deu muito mais raiva foi o fato de que minha esposa já tava com muita vontade de transar, e eu não poder satisfazer ela. Quando ela ficou sozinha, foi pro quarto dela e começou a chorar, era muito infeliz, coitada. Aí eu, com muito esforço, pensei: talvez se ela se animasse a se dar um gostinho com um... única vez e estar com um homem, mesmo que não fosse eu, só queria vê-la feliz.
Um dia conversando no quarto depois de uma tentativa fracassada de fazer amor, toquei no assunto, se ela quisesse ficar com outro homem, ela negou. Na hora deixamos pra lá, mas comecei a insistir toda noite, falei que não ficaria bravo com ela, e que a única coisa que eu queria era a felicidade dela, que tudo que tava rolando era culpa minha por não ter contado a verdade antes de casarmos. Finalmente, depois de tantas perguntas e tentativas, ela acabou confessando entre lágrimas que sim, tinha vontade de transar com alguém, mesmo que não fosse eu.
Dei um beijo nela e abracei. Perguntei com quem ela gostaria de fazer, e claro, depois de alguns minutos pensando, confessou que era com o colega dela, Andrés, mas pediu pra eu não ficar bravo, toda assustada, temendo minha reação. Eu me sentia muito frustrado e furioso por dentro, mas não podia fazer outra coisa por ela.
Falei pra gente marcar um encontro com a prima dela e convidar o Andrés pra casa de praia, o pretexto seria ela sair com a prima (ela não sabia que tinha ouvido a conversa anterior delas).
A prima aceitou na hora, Jessica contou que tava disposta a transar com o Andrés, mas claro, não sabia que eu tava permitindo aquilo. A putinha da Roxana (esse era o nome da prima dela) tava felizona, e disse que o fim de semana seria o dia dela e que finalmente saberia o que é um homem, enquanto ria de felicidade.
A condição que eu tinha imposto pra ela era que fizesse ele usar camisinha, senão não rolava, porque eu não aguentaria ela engravidar, e a outra, que seria a primeira e única vez, que nunca mais faria de novo. Ela aceitou minhas condições. Chegou o fim de semana, ficamos os 4 na casa de praia, bebemos cachaça até que a certa hora fingi uma ligação urgente do trabalho, precisavam que eu voltasse pro escritório por um caso de emergência (sábado à tarde, não sei se (alguém acreditou nessa merda) fui embora dizendo que voltaria em 2 horas. Deixei os três lá. Pra isso, antes tinha instalado câmeras escondidas em casa, a Jéssica não sabia disso. Por mais que a situação me deixasse puto da vida, se iam desvirginar minha esposa, pelo menos queria saber tudo que rolava. A puta da Roxana ficava falando que eu tinha uma amante, por isso que eu ia embora, o filho da puta do Andrés também. Liguei depois de umas 1 hora dizendo que voltaria no dia seguinte por causa de uma complicação grave num caso, assim deixava o caminho livre pra eles fazerem o que quisessem.
Chegou uma hora que a Roxana se mandou, dizendo que tava muito tonta e que ia dormir num quarto. A Jéssica sabia o que ia rolar. Ela tava meio tonta, mas ainda bem consciente. Ele se aproximou, beijou ela, ela se afastava cada vez que ele chegava perto, só roçavam os lábios de leve e ela colocava a mão no peito dele pra impedir que ele chegasse mais perto toda vez que ele tentava.
Assim continuaram várias vezes, não sei o que ele sussurrava no ouvido dela, que numa dessas tentativas ela se deitou no tapete enquanto ele tinha os lábios roçando o pescoço dela, o braço direito na cintura dela e com a outra mão acariciava os peitos dela enquanto a deitava delicadamente. Ela suspirava cada vez mais rápido e falava baixinho que não, que era errado, ele simplesmente continuava beijando ela sempre de forma muito suave, enquanto percorria o corpo dela com carícias.
Ela correspondia muito de leve cada beijo, embora hesitasse e tentasse desviar o rosto de vez em quando. Ela tava usando uma regata e por baixo um sutiã, um shortinho e por dentro uma micro tanga que ela me mostrou antes de ir. Ele só tava de bermuda, porque com o calor tava sem camisa.
Chegou uma hora que ele levantou a regata dela e ela mesma levantou os braços pra ele tirar, o que ele fez na hora. Em seguida, enquanto se beijavam suavemente, ele com uma mão nas costas dela levantou ela, deixando ela sentada, e com a outra mão foi desabotoar o Sutiã, nesse momento cai e ele a joga de novo no tapete. Começa a beijar os peitos dela, ela geme baixinho com um braço acariciando as costas dele e o outro largado pro lado.
Depois de um tempo, ele começa a tirar o short dela, ela levanta um pouco o quadril pra ele conseguir tirar sem problema. Percebi, com muita raiva, que minha esposa já tava completamente entregue à luxúria naquele momento. No fundo, eu ainda tinha esperança de que, no último instante, ela recusasse, porque não tava nem um pouco afim de ver ela sendo comida por outro. Nessa hora, ela só tava de fio dental, como última resistência.
Quando ele tentou puxar pra tirar, ela pareceu ter um último surto de sanidade. Falou bem alto: NÃO!! Virou o corpo tentando escapar, mas quando fez isso, ele segurou a calcinha com as duas mãos e puxou com força, deixando a bunda dela toda exposta rapidinho. Com uma mão, segurou ela pelas costas e pressionou contra o tapete de bruços, e com a outra terminou de tirar o fio dental. Depois, agarrou na hora os glúteos lindos dela, um em cada mão, e começou a massagear enquanto beijava com força. Ela virava o corpo tentando afastar ele com uma das mãozinhas, pedia pra ele parar, que aquilo era errado, mas ele continuou, até que ela cansou. Simplesmente parou de lutar, ficou virada de bruços, as duas mãos ao lado do corpo, só se deixando fazer o que ele queria. Tava totalmente entregue.
Ele abriu a bunda dela com as mãos e beijou o cu dela. Ela soltou um suspiro fundo quando ele fez isso. Ele continuou beijando, passando a língua, e ela, instintivamente, começou a se mexer. Parecia que tava começando a gostar do que rolava. Depois de um tempo, ele virou ela de novo e subiu o rosto até o dela, começou a beijar de novo. Desceu novamente e começou a lamber o clitóris dela. Depois de vários minutos, subiu de novo, beijou ela outra vez, e ela correspondeu aos beijos. De repente, aconteceu: ele começou a penetrar ela. ele metia um pouco o pau, ela fechava as pernas e pedia pra parar, ele parava, tentava de novo, ela fechava os olhos e pedia pra esperar, ficaram nessa por um bom tempo, ela fechava os olhos, "não tão rápido", ele dizia, "espera", até que finalmente parece que conseguiu penetrar ela por completo, quando a teve enfiada até o fundo, ela pediu pra ele não se mexer por um instante, ficaram assim por alguns minutos, se olhando fixamente, lágrimas escorrendo pelo rosto dela, ele perguntou se doía muito, ela disse que não eram lágrimas de dor, simplesmente não conseguia explicar, depois de alguns minutos se beijando, ele começou o vai e vem, primeiro bem devagar, depois foi aumentando a velocidade até pegar um ritmo quase frenético, o tempo todo nunca pararam de se olhar e se beijavam de vez em quando até que aconteceu algo que eu não tinha percebido, os dois gozaram juntos, ela não parava de se mexer como se estivesse tendo convulsões, ele tinha acabado, não tinham se protegido!!! O filho da puta gozou dentro dela, ela não disse nada, ficaram assim por alguns minutos, ele finalmente tirou e se deitou ao lado dela, dava pra ver a mancha de sangue no tapete e os restos de porra saindo da buceta dela. Pensei que tinha acabado, depois de alguns minutos deitados, ele beija ela de novo e vira ela, colocando de quatro, ela só se deixava estar, ele começou a bombar ela de novo. Assim passou a noite toda. Fizeram várias vezes e em posições diferentes, cada uma mais excitante que a outra. Naquele momento, algo estranho aconteceu comigo, depois de muitos anos, tive uma ereção descomunal, não podia acreditar, estava muito excitado, não sei se pelo que tinha visto ou porque o tratamento finalmente estava dando resultado, fiquei muito feliz. Me incomodava que ele não tinha cumprido minhas condições, fizeram várias vezes, e sem se cuidar, mas já não me importava, só queria ver minha esposa de novo e fazer amor com ela. Cheguei no dia seguinte. Roxana e O Andrés já tinha ido embora. A Jéssica me esperou em casa, como eu tinha mandado. Quando cheguei, perguntei se ela tinha se cuidado, a putinha me disse que sim, que eu não me preocupasse. Depois perguntei quantas vezes eles tinham feito, e ela mentiu de novo, falando que foi só uma. Eu beijei ela, tirei a roupa dela, e falei que o problema tinha acabado. Ela viu minha ereção, e a gente começou a transar feito uns animais aquele dia inteiro e os dias que vieram.
Umas semanas depois, ela me deu uma notícia: tava grávida. Na hora, me deu um cagaço pensando que o filho que ela carregava na barriga não era meu, mas resolvi ficar calado. Beijei ela e continuei transando.
Foi uma menina, que hoje tem 7 anos. Amo ela pra caralho, mas não nego que cada dia parece mais com o Andrés. Tem os mesmos olhos e cabelo claro dele. E até hoje não sei se minha mulher ainda se encontra com o Andrés. Ele virou nosso grande amigo, e a gente frequenta os mesmos rolês. Até por insistência da prima dela e dos nossos parentes, que viraram amigos dele, hoje ele é nosso compadre, padrinho da minha filha. Não sei se ele desconfia que a menina é filha dele. Por enquanto, todo mundo fica calado. Ele nunca vai saber que eu sei o que rolou entre eles. Mas não nego que me excita pra caralho lembrar daquela noite.
Meu nome é Manuel, tenho 36 anos, sou casado, minha esposa se chama Jessica, tem 29 anos. O que aconteceu foi há 9 anos atrás. Sou advogado, tinha 29 anos na época, e Jessica, com 20 anos, era estudante de enfermagem. A gente era muito apaixonado, ela vinha de uma família muito religiosa, os pais sempre incutiram nela valores tão fortes que, até aquele momento, com 3 anos de namoro, a gente ainda não tinha transado.
Já tínhamos data de casamento, embora os pais dela não gostassem muito da ideia, porque queriam que ela terminasse a faculdade antes de dar o próximo passo. Nós decidimos que íamos casar de qualquer jeito, e eles acabaram aceitando.
Tudo estava indo de vento em popa: os preparativos, as compras, os arranjos. Já tínhamos casa, por causa dos negócios que toco, não tenho problemas financeiros. Já tínhamos um apartamento pra morar e uma casa de praia.
Mas eu guardava um segredo. Uns anos antes, tinha sofrido um acidente e fiquei com um problema sério de ereção. Não conseguia transar por mais que quisesse. Estava fazendo um tratamento, tinha esperança de me curar logo. O médico dizia que com o tratamento ia passar, mas era demorado, só questão de tempo.
Nunca contei pra Jessica, porque achei que ela terminaria comigo se soubesse. Decidi esconder até a noite de núpcias. Quando chegou o dia, a gente viajou pro exterior na lua de mel, mas foi uma decepção enorme pra ela quando eu fingi que tava cansado naquela noite e não cumpri meu dever de marido.
Os dias foram passando até que resolvi contar o que tava rolando comigo. No começo, ela ficou chateada, mas no fim aceitou a situação e me consolou, dizendo que ia me esperar o tempo que fosse preciso porque me amava. Me senti muito sortudo por ter uma esposa assim.
Infelizmente, o tempo foi passando e o tratamento não dava resultado. Se passaram 2 anos sem consumar nosso casamento, na frente dos outros era só felicidade, mas na intimidade já eram reclamações dela. O pior é que ela queria ter um filho. Eu pedia paciência, ela aceitava, mas sempre dava pra notar uma tristeza nela, as reclamações dela eram muito calmas, mas ao mesmo tempo tristes.
Um certo dia, encontrei ela conversando com uma prima sua, pelo visto ela tinha contado meu problema pra prima. Decidi não me mostrar e escutar a conversa. Ela contava que estávamos pensando em fazer uma inseminação artificial (coisa que eu mesmo tinha sugerido), aí a prima dizia que não, e aconselhava ela a fazer o seguinte: fazer a inseminação de mentira e arrumar um homem que desse aquela trepada nela quantas vezes fosse necessário até ela engravidar, e depois me dizer que foi a inseminação.
Minha esposa respondia que jamais faria uma coisa dessas, que me amava e que me esperaria o tempo que fosse preciso. A prima perguntou se ela não tinha vontade de ficar com um homem entre as pernas dela. Jéssica baixou a cabeça e, timidamente, respondeu que sim, mas que tinha medo de ficar com um homem porque era virgem e não se imaginava sendo desvirginada por outro que não fosse o marido. Assim continuou a conversa. A prima disse que ela podia se dar o gosto com o Andrés, um amigo delas, também estudante da faculdade de enfermagem, muito chegado à prima, e que há tempos tinha confessado estar apaixonado pela Jéssica e que até hoje a desejava, mas não tinha coragem de se aproximar porque ela era casada.
Eu tava furioso com a prima, a filha da puta tava enfiando ideias na cabeça dela pra me trair, mas ao mesmo tempo fiquei feliz por ter uma boa esposa, ela me dava muita confiança. O que me deu muito mais raiva foi o fato de que minha esposa já tava com muita vontade de transar, e eu não poder satisfazer ela. Quando ela ficou sozinha, foi pro quarto dela e começou a chorar, era muito infeliz, coitada. Aí eu, com muito esforço, pensei: talvez se ela se animasse a se dar um gostinho com um... única vez e estar com um homem, mesmo que não fosse eu, só queria vê-la feliz.
Um dia conversando no quarto depois de uma tentativa fracassada de fazer amor, toquei no assunto, se ela quisesse ficar com outro homem, ela negou. Na hora deixamos pra lá, mas comecei a insistir toda noite, falei que não ficaria bravo com ela, e que a única coisa que eu queria era a felicidade dela, que tudo que tava rolando era culpa minha por não ter contado a verdade antes de casarmos. Finalmente, depois de tantas perguntas e tentativas, ela acabou confessando entre lágrimas que sim, tinha vontade de transar com alguém, mesmo que não fosse eu.
Dei um beijo nela e abracei. Perguntei com quem ela gostaria de fazer, e claro, depois de alguns minutos pensando, confessou que era com o colega dela, Andrés, mas pediu pra eu não ficar bravo, toda assustada, temendo minha reação. Eu me sentia muito frustrado e furioso por dentro, mas não podia fazer outra coisa por ela.
Falei pra gente marcar um encontro com a prima dela e convidar o Andrés pra casa de praia, o pretexto seria ela sair com a prima (ela não sabia que tinha ouvido a conversa anterior delas).
A prima aceitou na hora, Jessica contou que tava disposta a transar com o Andrés, mas claro, não sabia que eu tava permitindo aquilo. A putinha da Roxana (esse era o nome da prima dela) tava felizona, e disse que o fim de semana seria o dia dela e que finalmente saberia o que é um homem, enquanto ria de felicidade.
A condição que eu tinha imposto pra ela era que fizesse ele usar camisinha, senão não rolava, porque eu não aguentaria ela engravidar, e a outra, que seria a primeira e única vez, que nunca mais faria de novo. Ela aceitou minhas condições. Chegou o fim de semana, ficamos os 4 na casa de praia, bebemos cachaça até que a certa hora fingi uma ligação urgente do trabalho, precisavam que eu voltasse pro escritório por um caso de emergência (sábado à tarde, não sei se (alguém acreditou nessa merda) fui embora dizendo que voltaria em 2 horas. Deixei os três lá. Pra isso, antes tinha instalado câmeras escondidas em casa, a Jéssica não sabia disso. Por mais que a situação me deixasse puto da vida, se iam desvirginar minha esposa, pelo menos queria saber tudo que rolava. A puta da Roxana ficava falando que eu tinha uma amante, por isso que eu ia embora, o filho da puta do Andrés também. Liguei depois de umas 1 hora dizendo que voltaria no dia seguinte por causa de uma complicação grave num caso, assim deixava o caminho livre pra eles fazerem o que quisessem.
Chegou uma hora que a Roxana se mandou, dizendo que tava muito tonta e que ia dormir num quarto. A Jéssica sabia o que ia rolar. Ela tava meio tonta, mas ainda bem consciente. Ele se aproximou, beijou ela, ela se afastava cada vez que ele chegava perto, só roçavam os lábios de leve e ela colocava a mão no peito dele pra impedir que ele chegasse mais perto toda vez que ele tentava.
Assim continuaram várias vezes, não sei o que ele sussurrava no ouvido dela, que numa dessas tentativas ela se deitou no tapete enquanto ele tinha os lábios roçando o pescoço dela, o braço direito na cintura dela e com a outra mão acariciava os peitos dela enquanto a deitava delicadamente. Ela suspirava cada vez mais rápido e falava baixinho que não, que era errado, ele simplesmente continuava beijando ela sempre de forma muito suave, enquanto percorria o corpo dela com carícias.
Ela correspondia muito de leve cada beijo, embora hesitasse e tentasse desviar o rosto de vez em quando. Ela tava usando uma regata e por baixo um sutiã, um shortinho e por dentro uma micro tanga que ela me mostrou antes de ir. Ele só tava de bermuda, porque com o calor tava sem camisa.
Chegou uma hora que ele levantou a regata dela e ela mesma levantou os braços pra ele tirar, o que ele fez na hora. Em seguida, enquanto se beijavam suavemente, ele com uma mão nas costas dela levantou ela, deixando ela sentada, e com a outra mão foi desabotoar o Sutiã, nesse momento cai e ele a joga de novo no tapete. Começa a beijar os peitos dela, ela geme baixinho com um braço acariciando as costas dele e o outro largado pro lado.
Depois de um tempo, ele começa a tirar o short dela, ela levanta um pouco o quadril pra ele conseguir tirar sem problema. Percebi, com muita raiva, que minha esposa já tava completamente entregue à luxúria naquele momento. No fundo, eu ainda tinha esperança de que, no último instante, ela recusasse, porque não tava nem um pouco afim de ver ela sendo comida por outro. Nessa hora, ela só tava de fio dental, como última resistência.
Quando ele tentou puxar pra tirar, ela pareceu ter um último surto de sanidade. Falou bem alto: NÃO!! Virou o corpo tentando escapar, mas quando fez isso, ele segurou a calcinha com as duas mãos e puxou com força, deixando a bunda dela toda exposta rapidinho. Com uma mão, segurou ela pelas costas e pressionou contra o tapete de bruços, e com a outra terminou de tirar o fio dental. Depois, agarrou na hora os glúteos lindos dela, um em cada mão, e começou a massagear enquanto beijava com força. Ela virava o corpo tentando afastar ele com uma das mãozinhas, pedia pra ele parar, que aquilo era errado, mas ele continuou, até que ela cansou. Simplesmente parou de lutar, ficou virada de bruços, as duas mãos ao lado do corpo, só se deixando fazer o que ele queria. Tava totalmente entregue.
Ele abriu a bunda dela com as mãos e beijou o cu dela. Ela soltou um suspiro fundo quando ele fez isso. Ele continuou beijando, passando a língua, e ela, instintivamente, começou a se mexer. Parecia que tava começando a gostar do que rolava. Depois de um tempo, ele virou ela de novo e subiu o rosto até o dela, começou a beijar de novo. Desceu novamente e começou a lamber o clitóris dela. Depois de vários minutos, subiu de novo, beijou ela outra vez, e ela correspondeu aos beijos. De repente, aconteceu: ele começou a penetrar ela. ele metia um pouco o pau, ela fechava as pernas e pedia pra parar, ele parava, tentava de novo, ela fechava os olhos e pedia pra esperar, ficaram nessa por um bom tempo, ela fechava os olhos, "não tão rápido", ele dizia, "espera", até que finalmente parece que conseguiu penetrar ela por completo, quando a teve enfiada até o fundo, ela pediu pra ele não se mexer por um instante, ficaram assim por alguns minutos, se olhando fixamente, lágrimas escorrendo pelo rosto dela, ele perguntou se doía muito, ela disse que não eram lágrimas de dor, simplesmente não conseguia explicar, depois de alguns minutos se beijando, ele começou o vai e vem, primeiro bem devagar, depois foi aumentando a velocidade até pegar um ritmo quase frenético, o tempo todo nunca pararam de se olhar e se beijavam de vez em quando até que aconteceu algo que eu não tinha percebido, os dois gozaram juntos, ela não parava de se mexer como se estivesse tendo convulsões, ele tinha acabado, não tinham se protegido!!! O filho da puta gozou dentro dela, ela não disse nada, ficaram assim por alguns minutos, ele finalmente tirou e se deitou ao lado dela, dava pra ver a mancha de sangue no tapete e os restos de porra saindo da buceta dela. Pensei que tinha acabado, depois de alguns minutos deitados, ele beija ela de novo e vira ela, colocando de quatro, ela só se deixava estar, ele começou a bombar ela de novo. Assim passou a noite toda. Fizeram várias vezes e em posições diferentes, cada uma mais excitante que a outra. Naquele momento, algo estranho aconteceu comigo, depois de muitos anos, tive uma ereção descomunal, não podia acreditar, estava muito excitado, não sei se pelo que tinha visto ou porque o tratamento finalmente estava dando resultado, fiquei muito feliz. Me incomodava que ele não tinha cumprido minhas condições, fizeram várias vezes, e sem se cuidar, mas já não me importava, só queria ver minha esposa de novo e fazer amor com ela. Cheguei no dia seguinte. Roxana e O Andrés já tinha ido embora. A Jéssica me esperou em casa, como eu tinha mandado. Quando cheguei, perguntei se ela tinha se cuidado, a putinha me disse que sim, que eu não me preocupasse. Depois perguntei quantas vezes eles tinham feito, e ela mentiu de novo, falando que foi só uma. Eu beijei ela, tirei a roupa dela, e falei que o problema tinha acabado. Ela viu minha ereção, e a gente começou a transar feito uns animais aquele dia inteiro e os dias que vieram.
Umas semanas depois, ela me deu uma notícia: tava grávida. Na hora, me deu um cagaço pensando que o filho que ela carregava na barriga não era meu, mas resolvi ficar calado. Beijei ela e continuei transando.
Foi uma menina, que hoje tem 7 anos. Amo ela pra caralho, mas não nego que cada dia parece mais com o Andrés. Tem os mesmos olhos e cabelo claro dele. E até hoje não sei se minha mulher ainda se encontra com o Andrés. Ele virou nosso grande amigo, e a gente frequenta os mesmos rolês. Até por insistência da prima dela e dos nossos parentes, que viraram amigos dele, hoje ele é nosso compadre, padrinho da minha filha. Não sei se ele desconfia que a menina é filha dele. Por enquanto, todo mundo fica calado. Ele nunca vai saber que eu sei o que rolou entre eles. Mas não nego que me excita pra caralho lembrar daquela noite.
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