Fui acordado pela minha mãe, me dando beijinhos no pescoço, já deviam ser umas 10 da manhã.
—Oi, mãe, bom dia, como dormiu a mulher mais gostosa do mundo?
—Querido, muito bem, pra ser sincera, dormi como uma rainha nessa cama tão grande. — Disse minha mãe, toda feliz.
Aí ela se levantou e foi pro banheiro mijar. A visão era espetacular. Puta merda, como minha mãe era gostosa, no dia em que completava 54 anos. Pra mim, ela parecia ter o corpo de uma de 35, tava impressionante…
—Buff — disse minha mãe do banheiro. — De novo soltei muco e sangue. Dessa vez um pouco preocupada. Já vou ver… vou ficar menstruada de novo. Depois de tantos anos… Claro, tanto sexo bagunçou meu organismo por dentro.
—Mãe, não se preocupa, isso é porque ontem você deu três orgasmos pro seu corpo e ele não tá acostumado.
—Sei lá — disse ela, meio preocupada. — Quando voltar pra casa, vou no ginecologista. Ver o que ele acha.
—Claro, mãe, assim você fica mais tranquila. — Falei, enquanto minha mãe voltava pra cama e eu ia mijar.
Precisava sair pra pegar o presente dela. Ela não tinha falado nada do aniversário, e eu ainda nem tinha dado os parabéns. Quanto tempo ia durar esse jogo?
—Mãe, o que a gente vai fazer hoje? — perguntei, pra ver se ela soltava algo.
—Sei lá, querido, a gente podia ir ver o Escorial, ou a casa de campo, o zoológico, o parque de diversões ou o museu do Prado. O que você quiser, meu amor.
—Mãe, que tal a gente descer primeiro pra tomar café? — falei. — Tô com fome.
—Vai, se veste e vamos — disse ela, animada.
Enquanto ela vestia uma calcinha fio dental preta de renda e um sutiã combinando com as copas transparentes, eu tava ficando duro de novo. Puta merda, como ela é gostosa. Ela colocou uma legging e uma camiseta, com um moletom esportivo, calçou um tênis Nike e falou:
—Ainda tá assim? Vai, ou vou sozinha.
Fui no armário e vi que ainda tinha umas cuecas limpas, escondi um pouco, tinha que começar o plano pra ir pegar o presente da minha mãe sem ela vir junto. Aí, quando ela se virou… Vesti correndo e ainda por cima a calça jeans, minha mãe não tinha percebido qual eu tinha vestido. Aí eu falei pra ela:
— Mãe, tive que vestir a cueca suja, não tenho mais nenhuma. Preciso comprar umas novas já.
— Tá bom, filho, depois a gente vai e compra roupa. Não se preocupa... — disse minha mãe, bem convicta.
Descemos pra tomar café da manhã, parecíamos dois namorados. Éramos um casal de namorados com uma diferença de idade, mas que não chamava atenção… Minha mãe estava super rejuvenescida e não falava nada do aniversário dela. Eu continuei com meu plano.
— Mãe, que tal se eu for agora comprar umas cuecas ali do lado, naquela loja? Enquanto isso, se quiser, pode tomar um banho relaxante na jacuzzi… não demoro nada. Depois a gente sai, dá uma volta pra conhecer o lugar e compra umas roupas, que acha? — falei, sem dar muito tempo pra ela pensar.
— Bom, como você quiser, meu amor, mas prefiro que o banho na jacuzzi seja com você e que você faça algo divertido comigo — ela disse baixinho, enquanto piscava um olho.
— Não demoro nada, não se preocupa, mamãe — falei com voz doce.
Tudo estava preparado. Eu a via se perder entre as pessoas na recepção e pensava: como esses anos caem bem nessa mulher. Ela tá de dar água na boca, já podia me deixar meter um belo de um tesão… Mas a verdade é que tava complicado…
Entrei na joalheria que ficava ao lado do hotel, peguei o colar e os brincos que tinha deixado reservados na noite anterior.
— O senhor tem muito bom gosto — disse a vendedora da joalheria. — Sem dúvida, é uma joia linda pra uma moça nova. Espero que sua parceira saiba valorizar.
— Com certeza — falei pra vendedora enquanto a gente se despedia.
Bom, uma coisa já tá resolvida. Agora vou pegar a roupa. Indo pra loja de roupas, vi uma loja de lingerie, tanto masculina quanto feminina. Aí aproveitei e entrei pra comprar umas cuecas, comprei seis pares. Então me toquei que também podia dar um presente de lingerie pra minha mãe, assim o presente ficava completo. completo.
—Também queria um conjunto pra minha parceira, falei pra vendedora.
—Claro, senhor, ela respondeu. Já tinha alguma ideia? perguntou.
—Não, pra ser sincero. Me dá um conselho, falei pra moça simpática.
—Olha, a gente tem esse conjunto de seda transparente, com calcinha tipo culote que não marca nada na calça, e esse sutiã, com transparência só nos mamilos. É bem provocante e super confortável.
—Tá bom, gostei, vou levar. Falei enquanto tirava o cartão pra pagar.
Bom, o presente já tava tomando forma. Só faltava ir buscar a roupa.
De repente, meu celular tocou. Merda, pensei, é a minha mãe com certeza, porque tô demorando demais. Mas não, era um número desconhecido…
—Sim, consegui falar, curioso pra saber quem era.
—Olá, bom dia, o senhor Luis Javier?
Caramba, é do banco com certeza, ou alguém querendo me vender algo.
—Sim, sou eu, quem é?
—Ligamos do restaurante xxxx, vimos o e-mail que o senhor mandou ontem perguntando se tínhamos vaga pra jantar. No nosso restaurante, temos uma lista de espera de 2 meses. Mas como é segunda-feira e ao meio-dia, uma reserva foi cancelada. Se o senhor quiser, temos vaga pro almoço. Gostaria de confirmar a reserva?
Porra, que educação, caramba, acho que ia pagar uma fortuna pra comer, mas pela minha mãe, tudo bem.
—Claro que sim, é uma sorte terem vaga. Às 14h, a gente tá lá.
—Não, senhor, disseram do outro lado da linha. Sinto muito informar, mas o horário seria às 15h, não às 14h. Sinto muito mesmo, espero não atrapalhar seus planos. Peço desculpas enormemente por não poder atender no horário solicitado…
Porra, que educação, bom, no preço eles cobram por tudo isso... Mas depois de ter a sorte de conseguir mesa de um dia pro outro, não perderia a oportunidade por nada.
—Ah, perfeito, sem problemas, às 15h a gente tá lá. Muito obrigado.
Cheguei na loja de roupas, onde tinha deixado a roupa reservada. A moça, muito simpática. Ela me mostrou todas as roupas que tinha encomendado e a gente conferiu os tamanhos. Ela também pegou os sapatos e me deu umas meias de cano curto pra usar com eles… Enquanto embalava tudo e colocava nas sacolas, a moça me disse:
– Você escolheu a roupa?
– Sim, respondi. É o primeiro aniversário de casamento e quero surpreender minha mulher, falei na lata.
– Já vi que você é muito detalhista, sua mulher tem muita sorte…
– Muito obrigado, falei pra simpática vendedora, que devia ter a minha idade. Mais uma coisa, como faço pra ir na seção masculina? perguntei.
– Vem comigo, ela disse, posso te atender. O que você procura? me perguntou.
– Umas calças sociais, uma camisa, um blazer, algo elegante mas informal. Em 10 minutos eu tinha comprado umas calças chino com uma camisa, um blazer e uns sapatos, nem parecia eu.
Saí em direção ao hotel, já tinha passado mais de uma hora mas minha mãe não tinha me ligado. Ela tinha se esquecido de mim… Ao passar por uma loja, vi uma bolsa linda, ela ficaria uma gostosa com ela, e ainda combinava com a roupa que eu tinha comprado pra ela. Tava gastando uma nota, mas me sentia culpado, tantos anos sem comprar nada pra ela.
Bem na porta do hotel tinha uma perfumaria onde comprei um perfume. Queria ter o menor dos detalhes.
Enquanto subia no elevador, ficava pensando no que minha mãe ia dizer depois da surpresa…
Abri a porta da suíte e comecei a cantar parabéns pra você… Minha mãe tava na jacuzzi, se assustou quando me viu entrar…
– Parabéns, Mãe. Sai daí e vem abrir seus presentes. Achou que eu ia esquecer? perguntei todo feliz.
– Mas filho, cê tá louco, todos esses presentes são pra mim? Vou te matar, cê deve ter gastado uma fortuna…
– Bom, nem todos, essas duas sacolas são minhas.
– Deixa eu ver, deixa eu ver o que meu menino me deu… e eu achando que você tinha esquecido meu aniversário de novo…
Vi os olhos dela se encherem de lágrimas de emoção. Já tinha ela na mão…
– Minha nossa, que calças tão Lindos", dizia enquanto abria os pacotes, "e essa blusa, minha nossa, um pouco ousada, mas eu gosto... Bom... Que sapatos vermelhos, tão lindos. Vamos ver o que mais tem aqui. Mas rapaz, isso sim é um detalhe, uma jaqueta combinando com os sapatos, até meia para combinar, não deixou nenhum detalhe de fora... Uma bolsa também, uau, como vou ficar gostosa... Mas ainda tem mais?" disse enquanto abria o perfume. "Que cheiro bom..." Quando abriu a lingerie e viu o conjunto, se surpreendeu ainda mais... "São de seda... caramba" Deixei para o final, as joias. Quando entreguei e ela abriu, começou a chorar que nem uma louca... —Não mereço tanto, disse toda emocionada... —Não fala besteira, mãe, você merece isso e muito mais. Você é a mulher que me deu a vida e lutou tanto por mim. Eu nunca estive tão perto de você. Não podia estragar esse momento... Além disso, para de chorar, que tenho mais uma surpresa... —Não, filho, já chega, você gastou uma fortuna com tudo isso. Mais surpresas, não. —Bom, eu me sentia em dívida, depois de tantos anos sem ter um gesto assim no seu aniversário, isso era o mínimo... Vamos lá se arrumar que temos reserva num restaurante de duas estrelas Michelin... falei todo feliz. —Não tenho palavras, filho, um restaurante caro daqueles que tem tudo uma delícia, disse minha mãe. Com a vontade que eu tinha de ir num desses um dia. Minha mãe se aproximou de mim e me deu um beijo na boca. Longo, com amor, com muito amor e desejo. Nossas línguas brincaram um pouco e então da boca da minha mãe saíram umas palavras que nunca vou esquecer. —Meu filho, sabe de uma coisa? Na vida, nem seu pai nem ninguém teve tantos gestos comigo. Nunca ninguém se preocupou tanto comigo. Nunca tive um aniversário como esse. Tenho certeza que nunca vou esquecer, e você também não. Quero que você me foda agora mesmo. Quero que me faça gozar mais que ontem. Quero perder a cabeça. Sei que disse que nunca transaríamos você e eu, mas agora é a única coisa que quero. Mas vou te pedir uma coisa... coisa.
Fiquei tão gelado que não sabia o que dizer, não esperava por isso... não conseguia acreditar.
—Mãe, que coisa você vai me pedir? minha cabeça conseguiu dizer...
—Quero que a gente faça com camisinha. Não confio que eu possa ovular de novo e engravidar, isso seria um grande erro.
—Mas eu não tenho nenhuma camisinha aqui.
—Então a gente compra, tem centenas de farmácias em Madri.
Aí me veio uma ideia na cabeça, eu não queria foder minha mãe com camisinha. Queria fazer no pelo. Nunca tinha fodido sem camisinha, nunca tive uma parceira fixa pra fazer no pelo e pegar alguma doença ou deixar ela grávida... Foi quando eu disse pra minha mãe:
—Mãe, tenho uma ideia melhor,
—Qual? disse minha mãe, meio surpresa.
—Por que a gente não procura, com o seguro de saúde privado que você tem, um ginecologista em Madri? Com certeza tem muitos e ele dá uma olhada em você? Pra isso servem esses seguros, assim você fica mais tranquila... falei convencido.
Claro, e assim eu posso te foder no pelo, que é o que eu quero... Queria ter a máxima sensação ao meter no pussy que tinha saído 32 anos antes. Queria gozar dentro... Pensei, pra mim.
—Boa ideia, me dá o celular e a gente procura junto, disse minha mãe, muito convencida.
Em 15 minutos tínhamos uma consulta às 19h num ginecologista perto do restaurante onde íamos almoçar...
—E agora, o que a gente faz? disse minha mãe, enquanto se encostava no meu corpo e me beijava de boca aberta.
—Bom, vamos tomar um banho juntos. Vamos ficar bonitos e vamos almoçar... que tal o plano? linda, falei todo romântico...
—Adorei, e depois disso vamos fazer amor você e eu como loucos, meu filho, que já estou morrendo de vontade... A propósito, filho, minha mãe falou de novo, tenho uma ideia antes de entrar no chuveiro. Por que você não coloca na internet, que com certeza tem algum vídeo, e eu posso ver como se faz um bom boquete. Quero te dar todo o prazer que você me deu.
—Seus desejos são ordens pra mim, mãe.
Pus no Google: "vídeo de coroa chupando pinto de jovem" e Apareceram mais de 100 páginas que eu conhecia bem. Entrei numa que tem vídeos muito bons, abri um que eu já tinha visto outras vezes. O jovem pega uma coroa, chupa a rola dela até ela gozar na boca dele. Quando apertei o play, minha mãe disse:
— Olha, ela é bem mais velha que ele. Parece eu e você. Disse minha mãe enquanto me dava um beijo.
Ela estava bem atenta e não perdia nenhum detalhe do que a coroa fazia, repetia os movimentos e fazia os lábios igual ela…
— Sabe, filho? Perguntou minha mãe.
— O quê, mãe?
— Pra ser sincera, tô ficando com muito tesão vendo esse vídeo com você. Tô gostando…
A gente continuou vendo o vídeo, até o cara gozar na boca dela…
Foi quando a gente foi pro chuveiro. Entramos os dois, toquei a buceta da minha mãe, tava bem molhada, pra falar a verdade. Beijei o corpo todo dela, chupei os peitos dela, a buceta dela. Beijei o corpo dela. Comecei a enfiar todos os dedos na buceta dela. Ela me batia uma enquanto os dois já tavam a mil. Aí eu falei pra minha mãe:
— Mãe, e se a gente fizer pelo cu? Assim você não engravida, falei convencido.
— Como? Ela disse.
— É, meter pelo cu, dizem que dá muito prazer. Falei bem seguro.
— Sei não… mas se você quiser, a gente tenta, falou minha mãe bem hesitante.
Passei sabão nos meus dedos e fui enfiando um dedo no cu dela pra dilatar um pouco, passei mais sabão pra lubrificar bem, e enfiei dois dedos. Minha mãe tava relaxada, mas dessa vez não vi ela curtindo.
Eu tava a mil… Porra, tava prestes a comer o cu da minha mãe…
Enfiei o terceiro dedo, já tava entrando bem.
Resolvi meter a rola de vez. Ia explodir…
— Mãe, quer tentar agora?
— Sim, quando você quiser, meu amor.
Peguei ela por trás e coloquei minha rola na entrada do cu dela, tava dura pra caralho…
Fui devagar, brincando e enfiando a pontinha… que imagem, minha mãe com o cu empinado e eu metendo a rola… Mas quando eu tava com metade da rola dentro, minha mãe me parou.
— Para, amor, isso não tá me dando nada, tá doendo pra caralho. Desde que você… Começou com o dedo, começou a doer e eu não gostei, desculpa — disse ela, derrotada.
— Sem problemas, Mãe. Pra saber se uma coisa te agrada, tem que experimentar... Se não gostar, a gente esquece... e continua brincando.
Eu tava muito tarado, queria meter. Continuei chupando a buceta dela, e quando minha mãe tava quase explodindo num orgasmo, tentei enfiar a pica na buceta suculenta dela.
Quando coloquei a pica na entrada da buceta lubrificada dela, parei de repente.
— Desculpa, filho. Por mais que eu esteja com muito tesão, já te falei que no pelo a gente não vai fazer, me desculpa...
— Tudo bem, desculpa, mãe. — falei compreensivo.
Então minha mãe se ajoelhou no chuveiro e começou a botar em prática o que tinha aprendido no vídeo... Agora sim, eu gostei...
Como ela chupava bem! Dessa vez tava longe de me machucar, dessa vez ia me dar um puta orgasmo. Ver minha mãe de joelhos engolindo minha pica me deixou a mil.
Tentei avisar minha mãe da gozada iminente que ia ter.
— Vou gozar, mãe, vou gozar — quis avisar, mas ela não fez questão de soltar minha pica até que vários jatos de porra caíram dentro da boca dela. Aí diminuiu a intensidade do boquete, mas continuou chupando mais devagar. Quando soltou, tinha engolido tudo.
— Mãe, você engoliu? — perguntei surpreso.
— Sabe que eu não gosto, mas te vi tão excitado que por nada nesse mundo eu queria tirar essa pica da minha boca...
— Te amo, Mãe — chupei a boca dela e a buceta até ela explodir num orgasmo, muito gostoso pelos gritos que deu...
Nós nos ensaboamos um ao outro e curtimos mais um tempo nossos corpos pelados dentro da água...
Saímos, e enquanto minha mãe passava creme no corpo e eu olhava, ela disse:
— Filho, adoro transar com você. Agora entendo as pessoas... como elas podem gostar tanto... Te amo muito, muito.
Você vai fazer com que eu nunca esqueça Madrid e esse casamento...
— Eu também não vou esquecer tão fácil, Mãe.
Sentei, de roupão, numa poltrona que tinha no quarto. Então eu disse pra minha mãe:
— Quero ver como você veste a roupa que te dei, não quero perder como você vai se vestindo.
— Tá bom, então observa como eu faço, disse minha mãe enquanto colocava a calcinha...
Porra, como ficava bem nela. Quando ela vestiu o sutiã, fiquei surpreso, dava pra ver só os biquinhos dos peitos, que gostosa, ela estava linda. A calça preta alongava da panturrilha até o tornozelo, era bem justa, ficava como uma luva.
Ela vestiu a blusa, as rendas deixavam ver o corpo todo menos o sutiã... Ainda bem, pensei, senão os biquinhos teriam aparecido... Ela colocou as meias e os sapatos, depois a jaqueta...
Ela estava espetacular. Eu teria ficado o dia todo olhando pra ela.
— Como tá sua velha mãe? ela perguntou.
— Mãe, não fala besteira. Na loja eu disse pra moça que a roupa era pra minha mulher, que a gente tava fazendo um ano de casados. Ela disse que eu tinha muito bom gosto. E olha que ela não te viu com a roupa vestida, se te visse agora, ia dizer que eu tenho bom gosto mesmo...
Minha mãe deu umas voltas pra eu poder ver ela bem. Ver ela com aquela roupa íntima, e com aquela calça tão apertada, fez minha rola dura sair do roupão... Minha mãe olhava pra ela.
Mas nessa hora, o celular da minha mãe tocou.
— É seu pai, ela disse. Alô? — ela atendeu. — Muito obrigada, amor, disse minha mãe pro meu pai. Então, sabe que a gente ainda tá em Madrid? O chefe do Luisja deu folga pra ele, e a gente ficou mais uns dias em Madrid pra conhecer... minha mãe contava toda animada pro meu pai.
Eles conversaram um tempo, enquanto eu olhava pra minha mãe, com aquele corpão e tão gostosa. Não tinha jeito de minha rola baixar, pensei em bater uma punheta, mas parecia errado, meu pai tava do outro lado do telefone.
Depois de alguns minutos de conversa, minha mãe me passou o telefone. Quando ela me deu o telefone, fez uma coisa que me desmontou.
— Toma, Luisja, seu pai quer falar com você. Ela me deu o celular.
— Oi, Pai, beleza aí? Onde cê tá? —Tá? perguntei.
Enquanto esperava resposta do meu pai, minha mãe se ajoelhou na minha frente e começou a chupar minha pica, enquanto eu falava com meu pai. Não acreditava, que tesão doentio me dava...
—Luisja, filho, beleza por aí? Disse meu pai.
—Tudo bem, sem novidades, aqui estamos passando uns dias...
Se meu pai pudesse ver a cena, teria um troço. Minha mãe assim vestida, eu pelado sentado numa poltrona e minha mãe chupando minha pica. Morria de infarto...
—Beleza, filho, pode me fazer um favor?
—Siiim, falei, tava morrendo de prazer e tesão...
—Porra, que sim mais empolgado, disse meu pai. Olha, quando saírem, compra algum agrado pra sua mãe. O que ela quiser, uma joia, roupa, qualquer coisa. Te faço um Pix com o valor. Beleza, campeão? Já que não posso estar com ela, pelo menos quero ter um gesto.
—Beleza, Pai, deixa comigo. Se cuida, a gente se fala, falei e desliguei.
Minha mãe tava me fazendo um boquete daqueles, enquanto eu falava com meu pai, que tesão doentio. Não ia demorar pra eu gozar com tanto tesão...
—Vou gozar... Mãe,
—Goza na boquinha do seu amor, gostou de como a mamãe chupou sua pica, enquanto você falava com o corno do seu pai? disse ela, bem segura...
Aí enchi a boca dela de leite de novo...
Dessa vez foi pro banheiro, cuspiu, enxaguou a boca e saiu pra me dar um beijo na boca.
—Porra, mãe, se gostei? Amei, com o papai do outro lado foi um tesão doentio...
—Não sei, a situação me deu tesão também, disse minha mãe, toda feliz. Finalmente paguei seu pai com a mesma moeda que ele me pagou... agora somos dois cornos...
Haha, rimos juntos...
—Vai, se arruma, disse minha mãe enquanto ia pro banheiro se maquiar.
Vesti a roupa que tinha comprado de manhã, quando minha mãe saiu do banheiro.
—Nossa, filho, que gato, e essa roupa? Tá lindo demais...
—Comprei hoje de manhã, falei. Não queria sair de qualquer jeito, quando vou com uma mulher tão gostosa e elegante.
Coloquei na minha mãe o colgante e os brincos. Ela estava linda... A gente se beijou e se apalpou um pouco por cima da roupa, brincando...
—Vamos, mãe, temos que pegar um táxi pra ir pro restaurante...
Foi o que fizemos, pegamos um táxi que nos deixou na porta do restaurante, faltavam 20 minutos pra hora do almoço. Tomamos um vermute num terraço perto. O dia tava bonito, a temperatura era ideal...
Às 15h, entramos no restaurante... Todos os pratos estavam deliciosos. Ficamos mais de duas horas comendo.
Serviram 10 pratos de degustação, com bastante comida e pouca quantidade, mas tudo tava uma delícia.
Minha mãe tava aproveitando como nunca. Bebemos uma garrafa de vinho. Tudo tinha sido perfeito.
Saímos do restaurante umas 17h30, faltava uma hora e meia até irmos ao ginecologista.
Tava perto, fomos até a porta e sentamos num terraço pra tomar um gin-tônica.
A gente tava tão à vontade que parecíamos dois namorados.
Minha mãe ficava o tempo todo dizendo como tinha se divertido e o quanto me amava... Dizia que era o melhor aniversário da vida dela.
—Vamos, mãe, são 18h55, já pode subir, eu espero aqui...
—Não, filho, me acompanha. Se não quiser entrar no consultório, não entra, mas pelo menos me leva até lá em cima.
Fiz isso, entramos no elevador e subimos pro sétimo andar. No sétimo céu era onde eu queria chegar com minha mãe. Mas isso seria depois.
Ao sair do elevador, bem na frente tava a recepção do consultório, com a porta aberta.
—Boa tarde — disse a moça da recepção.
—Oi — dissemos eu e minha mãe.
—Você é a Pilar, né? — perguntou pra minha mãe.
—Sim — respondeu minha mãe.
—Preciso preencher a ficha. Quero seu nome completo, idade e se tem alergias — disse a jovem.
—Meu nome é Pilar García López, não tenho alergia a nada e tenho 54 anos.
Quando minha mãe disse 54 anos, a moça da recepção levantou a cabeça do computador como um raio. Então olhou pra ela de cima a baixo... e disse:
—Sério que a senhora tem 54 anos? Não parece Não aparenta nada. Eu teria dito que ela tinha uns 45 anos, no máximo. A senhora está muito bem conservada pra idade. Disse a moça simpática.
— Muito obrigada, respondeu minha mãe toda contente.
Nos encaminharam pra sala de espera. Depois de 5 minutos, chamaram ela.
— Pilar, disse a enfermeira. Pode entrar.
Minha mãe me entregou a bolsa e foi até ela. Foi aí que a enfermeira disse:
— Seu parceiro também pode entrar.
— Ha ha, riu minha mãe, não é meu parceiro, é meu filho. E acho que ele não quer entrar…
— Não, não, eu espero aqui, falei pra moça.
— Desculpa, se desculpou a enfermeira, mas te vi tão jovem que pensei que ele era seu namorado-marido… desculpa… me perdoa.
— Sem problemas, disse minha mãe, é um baita elogio me acharem tão jovem, e fechou a porta…
Depois de mais de 15 minutos de espera que pra mim foram uma eternidade, minha mãe saiu. Eu tava nervoso, não sei por quê, mas tava…
Minha mãe saiu e fomos assinar na recepção.
— Muito obrigada por tudo, disse minha mãe.
— Obrigado a senhora, até quando quiser voltar, disse a moça da recepção.
Esperamos o elevador sob o olhar da moça da recepção, o tempo que o elevador demorou foi uma eternidade…
Quando ele chegou e eu fechei a porta, perguntei pra minha mãe, todo curioso:
— O que ela te disse, mãe?
Então minha mãe me olhou, e pela primeira vez, desde que a gente tava nessa, pegou na minha rola por cima da calça e disse:
— Que essa piroca do meu filho pode gozar quantas vezes quiser na buceta da mãe que não vai deixar ela grávida… então vamos pro hotel que isso tem que ser comemorado…
A gente se fundiu num beijo de língua apaixonado, até o elevador avisar que a gente tinha chegado no térreo.
Já no caminho pro hotel, minha mãe me explicou que a questão da mucosa era normal, ainda mais quando você volta a transar depois da menopausa, que quando você fica muito tempo sem fazer e depois volta a lubrificar é uma coisa normal.
Que da menstruação eu podia esquecer, uma vez que vai, vai pra sempre. Que 15% das mulheres quando Chega a menopausa, elas ficam muito safadas, dá vontade de foder... e minha mãe era uma dessas dos 15%. Que ainda morria de vontade de eu comer ela...
No caminho pro hotel, fomos andando, a gente queria dar um passeio e não tava com pressa nenhuma. Falei pra minha mãe que o pai tinha me pedido pra comprar algo pro aniversário dele. O que ela quisesse, então falei.
— Mãe, o que você quer pro presente do pai?
— Não sei, filho, acho que tenho uma ideia.
Por que a gente não compra um conjunto bonito de lingerie pra hoje à noite?
Você gosta muito e eu fico toda molhada te vendo tão excitado. Assim, quando a gente transar pela primeira vez, e você me ver com o modelito que seu pai vai pagar, a gente curte mais com o tesão da situação.
— Acho uma ideia muito boa.
Passamos por uma loja enorme de lingerie, tinha de tudo. Eu podia morar aqui... Amo esse lugar. Assim que entrei pela porta, veio uma vendedora da idade da minha mãe, essa não me chamou muita atenção, pra ser sincero...
— Em que posso ajudar? — disse a senhora.
O mais rápido que pude, respondi pra senhora. Não queria estar presente quando minha mãe comprasse o modelito. Eu queria que ela me desse uma surpresa e se deixasse aconselhar pela vendedora...
— Sabe, isso pra mim é muito constrangedor — falei pra senhora. — É o aniversário da minha mãe, não somos daqui, e meu pai me pediu pra acompanhar minha mãe a se mimar e eu pagar. E minha santa mãe me trouxe aqui. Eu morro de vergonha... — acertei em dizer, fazendo o ofendido...
Minha mãe sacou o jogo na hora e viu por onde eu queria ir. Então entrou na brincadeira e falou pra vendedora:
— Esses jovens, muito modernos e depois têm vergonha de vir com a mãe comprar lingerie... Que vergonha, hein? — disse minha mãe, bem risonha.
— A senhora tem toda razão — disse a vendedora. — Comigo e meu filho é a mesma coisa, ele tem vergonha de tudo. Me vê pelada, tem vergonha; me vê no banho, tem vergonha... Que Jovem mais estranho... Pois espera sua mãe na porta e a gente avisa pra pagar." Disse a vendedora, enquanto levava minha mãe pra dentro da loja.
Buf, tava elétrico, meu pau ia explodir de novo, só de pensar que em uma hora eu estaria com minha mãe, usando um conjunto provocante de lingerie e prestes a foder ela... Quase gozei nas calças. Queria ir pro hotel e meter nela logo...
Demoraram uns 20 minutos ou algo assim, vieram com três sacolas rindo as duas.
— Passa aqui, jovem, pra pagar. Disse a vendedora sorridente.
Não sei o que ela tinha comprado, mas paguei 180 euros, puta merda... Enquanto esperava, mandei um WhatsApp pro meu pai e falei que tinha comprado pra mamãe um conjunto de colar e brincos, e que a dívida era de 250 euros. Ele deu o ok e em 10 minutos já tinha o dinheiro na minha conta. Assim, quando voltasse pra casa e visse o colar e os brincos, ele ia achar que era o presente, mas na real o presente era o lindo conjunto de lingerie. Paguei a conta e nos despedimos... Quando já tínhamos saído da loja, minha mãe me contou.
— Gostei da ideia que você teve, assim vou surpreender ele, você vai ver... Vai amar.
Sabe, quando você saiu pra fora, a moça me perguntou a idade. Falei que ia fazer 54, e ela disse que também tinha 54. Que quando entramos, nos confundiu com um casal de namorados, e que eu tava muito bem conservada pra idade que tenho... Também me contou que o modelito que comprei, ela comprou igual pro amante dela, que tem 30 anos a menos e que eles se divertem pra caralho fodendo juntos. Tão há dois anos nessa e ela se sente como quando tinha 20 anos.
Que o marido não dá mais conta, então um dia decidiu arrumar um amante e meter o pé na jaca. Que tá vivendo a segunda juventude...
— Porra, com a coroa — falei pra minha mãe, tipo, que gata. Os dois rimos.
Chegamos no hotel e subimos pro quarto.
Minha mãe já não aguentava mais esperar. Eu também não.
— Me espera na cama ou no sofá, onde você quiser, agora. Já vou", disse eu, enquanto me trancava no banheiro.
Uns 10 minutos depois, que pra mim pareceram 2 horas, a porta do banheiro abriu e minha mãe saiu. Com um modelito que quase fez minha pica explodir de tão gostoso. Fiquei a mil. Nunca me lembro de estar tão excitado...
Ela estava de comer, usava um body inteiro, totalmente transparente, preto de seda, que deixava os peitos dela de fora e com uma abertura na buceta pra não precisar tirar. Também usava meias com renda, com uma cinta-liga na cintura e uns sapatos de verniz preto de salto agulha de 10 cm... Minha nossa, como ela era gostosa. A buceta depilada aparecia, dava pra ver aqueles lábios carnudos que ela tinha. Não aguentava mais.
Ela fez uma espécie de dança, enquanto eu não tirava os olhos dela... Precisava gozar antes de foder ela, senão, do jeito que eu tava excitado, ia gozar assim que enfiasse, e não queria isso de jeito nenhum...
Minha mãe se aproximou de mim e tirou minha camisa, começou a chupar meus mamilos, enquanto tocava na minha pica por cima da calça. Essa mulher tava solta... Ela tirou meus sapatos e a calça, puxou minha cueca e minha pica dura saltou como uma mola. Ela pegou e começou a brincar com ela. Enfiou na boca e me chupou, muito bem, subia e descia, engolia inteira, chupava minhas bolas, passava a língua por toda a minha pica, eu ia gozar. Então falei pra minha mãe...
— Mãe, chupa até eu gozar, tô muito tarado e se a gente foder assim, assim que enfiar vou gozar. E não quero que isso aconteça.
Minha mãe não disse nada, continuou chupando até eu avisar que ia gozar... Ela diminuiu o ritmo e engoliu todo o meu leite...
— Vamos, filho, agora é sua vez... — disse minha mãe, toda excitada.
Deitei ela na cama e comecei a beijar o corpo dela devagar, do pescoço até os pés. Continuei roçando o corpo dela com meus dedos, os pelos se arrepiavam, ela tava com tesão.
Depois da boa chupada da minha mãe, minha pica não tinha baixado nada, tava pronta pra enfiar, mas dessa vez não. Tava tão tarado. Continuei beijando minha mãe na boca e desci até a buceta dela. A abertura do body me deixava chupar a buceta dela sem tirar a roupa. Chupei ela, brinquei um pouco com o clitóris, enfiei meu dedo na buceta molhada dela e vi que dessa vez tava bem lubrificada. Tava muito, muito molhada. Minha mãe tava a mil. Continuei brincando um pouco mais até que ela me disse:
— Quer me foder de uma vez? Não aguento mais, para de me deixar mais excitada e mete logo, porra... — disse entre excitada e irritada.
— Vou, mãe, não se impaciente, aproveita o momento.
Então coloquei ela de quatro, não queria foder ela na posição missionária. Queria que ela aproveitasse e que não parecesse com as outras vezes que tinha feito com meu pai. Na minha frente apareceu aquela buceta carnuda e aquele rabo, puta que pariu, como ela era gostosa. Chupei a buceta e o rabo dela antes de meter o pau, saía líquido pra caralho de tão lubrificada que tava. Peguei meu pau e coloquei na entrada da buceta pela qual eu tinha saído 32 anos antes.
Quando minha cabeça tocou a buceta quente dela, amei, tava quente... Fui enfiando meu pau devagar, quando tinha enfiado metade, tirei e enfiei de novo, entrava sozinho. Meti de uma vez inteiro até minhas bolas baterem na buceta dela... Minha mãe deu um grito de prazer...
— Isso, porra, que gostoso, tô morrendo... mete mais, vamos, porra, vamos...
Comecei com um vai e vem devagar e fui aumentando a intensidade, nunca tinha transado sem camisinha e era uma sensação muito gostosa, nada a ver com foder de camisinha. Continuei e agarrei minha mãe pelos peitos, enquanto o ritmo tava rápido...
— Não para, meu amor, não para, que gostoso, nossa, sim, sim, sim, me dá mais, mais, que gostoso — gritava minha mãe.
Minha mãe tava enlouquecendo, nem preciso dizer que tava aproveitando, gemia igual uma louca. Tive que tampar a boca dela com a mão um pouco, senão o hotel inteiro ia ouvir... Continuei um pouco mais, mas tanto tesão junto, estar fodendo minha mãe, com a lingerie que meu pai tinha pago, Foder ela sem camisinha, algo que eu nunca tinha feito antes, tava me cobrando o preço. Ia gozar a qualquer momento…
— Mãe, vou gozar, porra, que delícia, não aguento mais… mãe, como você rebola…
— Sim, filho, sim, goza dentro, quero sentir seu leite quente dentro de mim, eu já aproveitei bastante, gozei umas quatro ou cinco vezes, perdi a conta, pra ser sincera…
Aí uma fisgada bateu nos meus ovos e enchi a buceta da minha mãe de porra. Não paravam de sair jorros de leite do meu pau, diminuí o ritmo mas não parava de gozar… Quando tirei ele da buceta da minha mãe, minha porra escorria pra todo lado…
— Uff, que delícia — disse minha mãe —, gostei muito mais do que tudo. Que prazer é foder com você. Diferente do corno do seu pai, que nunca me deu nem um pouquinho do prazer que você me deu.
— Eu também gostei muito, mãe, te foder sem camisinha foi o máximo… Te amo…
Caímos exaustos na cama, mas dois minutos depois, nos perdemos em beijos e…
Continua…
—Oi, mãe, bom dia, como dormiu a mulher mais gostosa do mundo?
—Querido, muito bem, pra ser sincera, dormi como uma rainha nessa cama tão grande. — Disse minha mãe, toda feliz.
Aí ela se levantou e foi pro banheiro mijar. A visão era espetacular. Puta merda, como minha mãe era gostosa, no dia em que completava 54 anos. Pra mim, ela parecia ter o corpo de uma de 35, tava impressionante…
—Buff — disse minha mãe do banheiro. — De novo soltei muco e sangue. Dessa vez um pouco preocupada. Já vou ver… vou ficar menstruada de novo. Depois de tantos anos… Claro, tanto sexo bagunçou meu organismo por dentro.
—Mãe, não se preocupa, isso é porque ontem você deu três orgasmos pro seu corpo e ele não tá acostumado.
—Sei lá — disse ela, meio preocupada. — Quando voltar pra casa, vou no ginecologista. Ver o que ele acha.
—Claro, mãe, assim você fica mais tranquila. — Falei, enquanto minha mãe voltava pra cama e eu ia mijar.
Precisava sair pra pegar o presente dela. Ela não tinha falado nada do aniversário, e eu ainda nem tinha dado os parabéns. Quanto tempo ia durar esse jogo?
—Mãe, o que a gente vai fazer hoje? — perguntei, pra ver se ela soltava algo.
—Sei lá, querido, a gente podia ir ver o Escorial, ou a casa de campo, o zoológico, o parque de diversões ou o museu do Prado. O que você quiser, meu amor.
—Mãe, que tal a gente descer primeiro pra tomar café? — falei. — Tô com fome.
—Vai, se veste e vamos — disse ela, animada.
Enquanto ela vestia uma calcinha fio dental preta de renda e um sutiã combinando com as copas transparentes, eu tava ficando duro de novo. Puta merda, como ela é gostosa. Ela colocou uma legging e uma camiseta, com um moletom esportivo, calçou um tênis Nike e falou:
—Ainda tá assim? Vai, ou vou sozinha.
Fui no armário e vi que ainda tinha umas cuecas limpas, escondi um pouco, tinha que começar o plano pra ir pegar o presente da minha mãe sem ela vir junto. Aí, quando ela se virou… Vesti correndo e ainda por cima a calça jeans, minha mãe não tinha percebido qual eu tinha vestido. Aí eu falei pra ela:
— Mãe, tive que vestir a cueca suja, não tenho mais nenhuma. Preciso comprar umas novas já.
— Tá bom, filho, depois a gente vai e compra roupa. Não se preocupa... — disse minha mãe, bem convicta.
Descemos pra tomar café da manhã, parecíamos dois namorados. Éramos um casal de namorados com uma diferença de idade, mas que não chamava atenção… Minha mãe estava super rejuvenescida e não falava nada do aniversário dela. Eu continuei com meu plano.
— Mãe, que tal se eu for agora comprar umas cuecas ali do lado, naquela loja? Enquanto isso, se quiser, pode tomar um banho relaxante na jacuzzi… não demoro nada. Depois a gente sai, dá uma volta pra conhecer o lugar e compra umas roupas, que acha? — falei, sem dar muito tempo pra ela pensar.
— Bom, como você quiser, meu amor, mas prefiro que o banho na jacuzzi seja com você e que você faça algo divertido comigo — ela disse baixinho, enquanto piscava um olho.
— Não demoro nada, não se preocupa, mamãe — falei com voz doce.
Tudo estava preparado. Eu a via se perder entre as pessoas na recepção e pensava: como esses anos caem bem nessa mulher. Ela tá de dar água na boca, já podia me deixar meter um belo de um tesão… Mas a verdade é que tava complicado…
Entrei na joalheria que ficava ao lado do hotel, peguei o colar e os brincos que tinha deixado reservados na noite anterior.
— O senhor tem muito bom gosto — disse a vendedora da joalheria. — Sem dúvida, é uma joia linda pra uma moça nova. Espero que sua parceira saiba valorizar.
— Com certeza — falei pra vendedora enquanto a gente se despedia.
Bom, uma coisa já tá resolvida. Agora vou pegar a roupa. Indo pra loja de roupas, vi uma loja de lingerie, tanto masculina quanto feminina. Aí aproveitei e entrei pra comprar umas cuecas, comprei seis pares. Então me toquei que também podia dar um presente de lingerie pra minha mãe, assim o presente ficava completo. completo.
—Também queria um conjunto pra minha parceira, falei pra vendedora.
—Claro, senhor, ela respondeu. Já tinha alguma ideia? perguntou.
—Não, pra ser sincero. Me dá um conselho, falei pra moça simpática.
—Olha, a gente tem esse conjunto de seda transparente, com calcinha tipo culote que não marca nada na calça, e esse sutiã, com transparência só nos mamilos. É bem provocante e super confortável.
—Tá bom, gostei, vou levar. Falei enquanto tirava o cartão pra pagar.
Bom, o presente já tava tomando forma. Só faltava ir buscar a roupa.
De repente, meu celular tocou. Merda, pensei, é a minha mãe com certeza, porque tô demorando demais. Mas não, era um número desconhecido…
—Sim, consegui falar, curioso pra saber quem era.
—Olá, bom dia, o senhor Luis Javier?
Caramba, é do banco com certeza, ou alguém querendo me vender algo.
—Sim, sou eu, quem é?
—Ligamos do restaurante xxxx, vimos o e-mail que o senhor mandou ontem perguntando se tínhamos vaga pra jantar. No nosso restaurante, temos uma lista de espera de 2 meses. Mas como é segunda-feira e ao meio-dia, uma reserva foi cancelada. Se o senhor quiser, temos vaga pro almoço. Gostaria de confirmar a reserva?
Porra, que educação, caramba, acho que ia pagar uma fortuna pra comer, mas pela minha mãe, tudo bem.
—Claro que sim, é uma sorte terem vaga. Às 14h, a gente tá lá.
—Não, senhor, disseram do outro lado da linha. Sinto muito informar, mas o horário seria às 15h, não às 14h. Sinto muito mesmo, espero não atrapalhar seus planos. Peço desculpas enormemente por não poder atender no horário solicitado…
Porra, que educação, bom, no preço eles cobram por tudo isso... Mas depois de ter a sorte de conseguir mesa de um dia pro outro, não perderia a oportunidade por nada.
—Ah, perfeito, sem problemas, às 15h a gente tá lá. Muito obrigado.
Cheguei na loja de roupas, onde tinha deixado a roupa reservada. A moça, muito simpática. Ela me mostrou todas as roupas que tinha encomendado e a gente conferiu os tamanhos. Ela também pegou os sapatos e me deu umas meias de cano curto pra usar com eles… Enquanto embalava tudo e colocava nas sacolas, a moça me disse:
– Você escolheu a roupa?
– Sim, respondi. É o primeiro aniversário de casamento e quero surpreender minha mulher, falei na lata.
– Já vi que você é muito detalhista, sua mulher tem muita sorte…
– Muito obrigado, falei pra simpática vendedora, que devia ter a minha idade. Mais uma coisa, como faço pra ir na seção masculina? perguntei.
– Vem comigo, ela disse, posso te atender. O que você procura? me perguntou.
– Umas calças sociais, uma camisa, um blazer, algo elegante mas informal. Em 10 minutos eu tinha comprado umas calças chino com uma camisa, um blazer e uns sapatos, nem parecia eu.
Saí em direção ao hotel, já tinha passado mais de uma hora mas minha mãe não tinha me ligado. Ela tinha se esquecido de mim… Ao passar por uma loja, vi uma bolsa linda, ela ficaria uma gostosa com ela, e ainda combinava com a roupa que eu tinha comprado pra ela. Tava gastando uma nota, mas me sentia culpado, tantos anos sem comprar nada pra ela.
Bem na porta do hotel tinha uma perfumaria onde comprei um perfume. Queria ter o menor dos detalhes.
Enquanto subia no elevador, ficava pensando no que minha mãe ia dizer depois da surpresa…
Abri a porta da suíte e comecei a cantar parabéns pra você… Minha mãe tava na jacuzzi, se assustou quando me viu entrar…
– Parabéns, Mãe. Sai daí e vem abrir seus presentes. Achou que eu ia esquecer? perguntei todo feliz.
– Mas filho, cê tá louco, todos esses presentes são pra mim? Vou te matar, cê deve ter gastado uma fortuna…
– Bom, nem todos, essas duas sacolas são minhas.
– Deixa eu ver, deixa eu ver o que meu menino me deu… e eu achando que você tinha esquecido meu aniversário de novo…
Vi os olhos dela se encherem de lágrimas de emoção. Já tinha ela na mão…
– Minha nossa, que calças tão Lindos", dizia enquanto abria os pacotes, "e essa blusa, minha nossa, um pouco ousada, mas eu gosto... Bom... Que sapatos vermelhos, tão lindos. Vamos ver o que mais tem aqui. Mas rapaz, isso sim é um detalhe, uma jaqueta combinando com os sapatos, até meia para combinar, não deixou nenhum detalhe de fora... Uma bolsa também, uau, como vou ficar gostosa... Mas ainda tem mais?" disse enquanto abria o perfume. "Que cheiro bom..." Quando abriu a lingerie e viu o conjunto, se surpreendeu ainda mais... "São de seda... caramba" Deixei para o final, as joias. Quando entreguei e ela abriu, começou a chorar que nem uma louca... —Não mereço tanto, disse toda emocionada... —Não fala besteira, mãe, você merece isso e muito mais. Você é a mulher que me deu a vida e lutou tanto por mim. Eu nunca estive tão perto de você. Não podia estragar esse momento... Além disso, para de chorar, que tenho mais uma surpresa... —Não, filho, já chega, você gastou uma fortuna com tudo isso. Mais surpresas, não. —Bom, eu me sentia em dívida, depois de tantos anos sem ter um gesto assim no seu aniversário, isso era o mínimo... Vamos lá se arrumar que temos reserva num restaurante de duas estrelas Michelin... falei todo feliz. —Não tenho palavras, filho, um restaurante caro daqueles que tem tudo uma delícia, disse minha mãe. Com a vontade que eu tinha de ir num desses um dia. Minha mãe se aproximou de mim e me deu um beijo na boca. Longo, com amor, com muito amor e desejo. Nossas línguas brincaram um pouco e então da boca da minha mãe saíram umas palavras que nunca vou esquecer. —Meu filho, sabe de uma coisa? Na vida, nem seu pai nem ninguém teve tantos gestos comigo. Nunca ninguém se preocupou tanto comigo. Nunca tive um aniversário como esse. Tenho certeza que nunca vou esquecer, e você também não. Quero que você me foda agora mesmo. Quero que me faça gozar mais que ontem. Quero perder a cabeça. Sei que disse que nunca transaríamos você e eu, mas agora é a única coisa que quero. Mas vou te pedir uma coisa... coisa.
Fiquei tão gelado que não sabia o que dizer, não esperava por isso... não conseguia acreditar.
—Mãe, que coisa você vai me pedir? minha cabeça conseguiu dizer...
—Quero que a gente faça com camisinha. Não confio que eu possa ovular de novo e engravidar, isso seria um grande erro.
—Mas eu não tenho nenhuma camisinha aqui.
—Então a gente compra, tem centenas de farmácias em Madri.
Aí me veio uma ideia na cabeça, eu não queria foder minha mãe com camisinha. Queria fazer no pelo. Nunca tinha fodido sem camisinha, nunca tive uma parceira fixa pra fazer no pelo e pegar alguma doença ou deixar ela grávida... Foi quando eu disse pra minha mãe:
—Mãe, tenho uma ideia melhor,
—Qual? disse minha mãe, meio surpresa.
—Por que a gente não procura, com o seguro de saúde privado que você tem, um ginecologista em Madri? Com certeza tem muitos e ele dá uma olhada em você? Pra isso servem esses seguros, assim você fica mais tranquila... falei convencido.
Claro, e assim eu posso te foder no pelo, que é o que eu quero... Queria ter a máxima sensação ao meter no pussy que tinha saído 32 anos antes. Queria gozar dentro... Pensei, pra mim.
—Boa ideia, me dá o celular e a gente procura junto, disse minha mãe, muito convencida.
Em 15 minutos tínhamos uma consulta às 19h num ginecologista perto do restaurante onde íamos almoçar...
—E agora, o que a gente faz? disse minha mãe, enquanto se encostava no meu corpo e me beijava de boca aberta.
—Bom, vamos tomar um banho juntos. Vamos ficar bonitos e vamos almoçar... que tal o plano? linda, falei todo romântico...
—Adorei, e depois disso vamos fazer amor você e eu como loucos, meu filho, que já estou morrendo de vontade... A propósito, filho, minha mãe falou de novo, tenho uma ideia antes de entrar no chuveiro. Por que você não coloca na internet, que com certeza tem algum vídeo, e eu posso ver como se faz um bom boquete. Quero te dar todo o prazer que você me deu.
—Seus desejos são ordens pra mim, mãe.
Pus no Google: "vídeo de coroa chupando pinto de jovem" e Apareceram mais de 100 páginas que eu conhecia bem. Entrei numa que tem vídeos muito bons, abri um que eu já tinha visto outras vezes. O jovem pega uma coroa, chupa a rola dela até ela gozar na boca dele. Quando apertei o play, minha mãe disse:
— Olha, ela é bem mais velha que ele. Parece eu e você. Disse minha mãe enquanto me dava um beijo.
Ela estava bem atenta e não perdia nenhum detalhe do que a coroa fazia, repetia os movimentos e fazia os lábios igual ela…
— Sabe, filho? Perguntou minha mãe.
— O quê, mãe?
— Pra ser sincera, tô ficando com muito tesão vendo esse vídeo com você. Tô gostando…
A gente continuou vendo o vídeo, até o cara gozar na boca dela…
Foi quando a gente foi pro chuveiro. Entramos os dois, toquei a buceta da minha mãe, tava bem molhada, pra falar a verdade. Beijei o corpo todo dela, chupei os peitos dela, a buceta dela. Beijei o corpo dela. Comecei a enfiar todos os dedos na buceta dela. Ela me batia uma enquanto os dois já tavam a mil. Aí eu falei pra minha mãe:
— Mãe, e se a gente fizer pelo cu? Assim você não engravida, falei convencido.
— Como? Ela disse.
— É, meter pelo cu, dizem que dá muito prazer. Falei bem seguro.
— Sei não… mas se você quiser, a gente tenta, falou minha mãe bem hesitante.
Passei sabão nos meus dedos e fui enfiando um dedo no cu dela pra dilatar um pouco, passei mais sabão pra lubrificar bem, e enfiei dois dedos. Minha mãe tava relaxada, mas dessa vez não vi ela curtindo.
Eu tava a mil… Porra, tava prestes a comer o cu da minha mãe…
Enfiei o terceiro dedo, já tava entrando bem.
Resolvi meter a rola de vez. Ia explodir…
— Mãe, quer tentar agora?
— Sim, quando você quiser, meu amor.
Peguei ela por trás e coloquei minha rola na entrada do cu dela, tava dura pra caralho…
Fui devagar, brincando e enfiando a pontinha… que imagem, minha mãe com o cu empinado e eu metendo a rola… Mas quando eu tava com metade da rola dentro, minha mãe me parou.
— Para, amor, isso não tá me dando nada, tá doendo pra caralho. Desde que você… Começou com o dedo, começou a doer e eu não gostei, desculpa — disse ela, derrotada.
— Sem problemas, Mãe. Pra saber se uma coisa te agrada, tem que experimentar... Se não gostar, a gente esquece... e continua brincando.
Eu tava muito tarado, queria meter. Continuei chupando a buceta dela, e quando minha mãe tava quase explodindo num orgasmo, tentei enfiar a pica na buceta suculenta dela.
Quando coloquei a pica na entrada da buceta lubrificada dela, parei de repente.
— Desculpa, filho. Por mais que eu esteja com muito tesão, já te falei que no pelo a gente não vai fazer, me desculpa...
— Tudo bem, desculpa, mãe. — falei compreensivo.
Então minha mãe se ajoelhou no chuveiro e começou a botar em prática o que tinha aprendido no vídeo... Agora sim, eu gostei...
Como ela chupava bem! Dessa vez tava longe de me machucar, dessa vez ia me dar um puta orgasmo. Ver minha mãe de joelhos engolindo minha pica me deixou a mil.
Tentei avisar minha mãe da gozada iminente que ia ter.
— Vou gozar, mãe, vou gozar — quis avisar, mas ela não fez questão de soltar minha pica até que vários jatos de porra caíram dentro da boca dela. Aí diminuiu a intensidade do boquete, mas continuou chupando mais devagar. Quando soltou, tinha engolido tudo.
— Mãe, você engoliu? — perguntei surpreso.
— Sabe que eu não gosto, mas te vi tão excitado que por nada nesse mundo eu queria tirar essa pica da minha boca...
— Te amo, Mãe — chupei a boca dela e a buceta até ela explodir num orgasmo, muito gostoso pelos gritos que deu...
Nós nos ensaboamos um ao outro e curtimos mais um tempo nossos corpos pelados dentro da água...
Saímos, e enquanto minha mãe passava creme no corpo e eu olhava, ela disse:
— Filho, adoro transar com você. Agora entendo as pessoas... como elas podem gostar tanto... Te amo muito, muito.
Você vai fazer com que eu nunca esqueça Madrid e esse casamento...
— Eu também não vou esquecer tão fácil, Mãe.
Sentei, de roupão, numa poltrona que tinha no quarto. Então eu disse pra minha mãe:
— Quero ver como você veste a roupa que te dei, não quero perder como você vai se vestindo.
— Tá bom, então observa como eu faço, disse minha mãe enquanto colocava a calcinha...
Porra, como ficava bem nela. Quando ela vestiu o sutiã, fiquei surpreso, dava pra ver só os biquinhos dos peitos, que gostosa, ela estava linda. A calça preta alongava da panturrilha até o tornozelo, era bem justa, ficava como uma luva.
Ela vestiu a blusa, as rendas deixavam ver o corpo todo menos o sutiã... Ainda bem, pensei, senão os biquinhos teriam aparecido... Ela colocou as meias e os sapatos, depois a jaqueta...
Ela estava espetacular. Eu teria ficado o dia todo olhando pra ela.
— Como tá sua velha mãe? ela perguntou.
— Mãe, não fala besteira. Na loja eu disse pra moça que a roupa era pra minha mulher, que a gente tava fazendo um ano de casados. Ela disse que eu tinha muito bom gosto. E olha que ela não te viu com a roupa vestida, se te visse agora, ia dizer que eu tenho bom gosto mesmo...
Minha mãe deu umas voltas pra eu poder ver ela bem. Ver ela com aquela roupa íntima, e com aquela calça tão apertada, fez minha rola dura sair do roupão... Minha mãe olhava pra ela.
Mas nessa hora, o celular da minha mãe tocou.
— É seu pai, ela disse. Alô? — ela atendeu. — Muito obrigada, amor, disse minha mãe pro meu pai. Então, sabe que a gente ainda tá em Madrid? O chefe do Luisja deu folga pra ele, e a gente ficou mais uns dias em Madrid pra conhecer... minha mãe contava toda animada pro meu pai.
Eles conversaram um tempo, enquanto eu olhava pra minha mãe, com aquele corpão e tão gostosa. Não tinha jeito de minha rola baixar, pensei em bater uma punheta, mas parecia errado, meu pai tava do outro lado do telefone.
Depois de alguns minutos de conversa, minha mãe me passou o telefone. Quando ela me deu o telefone, fez uma coisa que me desmontou.
— Toma, Luisja, seu pai quer falar com você. Ela me deu o celular.
— Oi, Pai, beleza aí? Onde cê tá? —Tá? perguntei.
Enquanto esperava resposta do meu pai, minha mãe se ajoelhou na minha frente e começou a chupar minha pica, enquanto eu falava com meu pai. Não acreditava, que tesão doentio me dava...
—Luisja, filho, beleza por aí? Disse meu pai.
—Tudo bem, sem novidades, aqui estamos passando uns dias...
Se meu pai pudesse ver a cena, teria um troço. Minha mãe assim vestida, eu pelado sentado numa poltrona e minha mãe chupando minha pica. Morria de infarto...
—Beleza, filho, pode me fazer um favor?
—Siiim, falei, tava morrendo de prazer e tesão...
—Porra, que sim mais empolgado, disse meu pai. Olha, quando saírem, compra algum agrado pra sua mãe. O que ela quiser, uma joia, roupa, qualquer coisa. Te faço um Pix com o valor. Beleza, campeão? Já que não posso estar com ela, pelo menos quero ter um gesto.
—Beleza, Pai, deixa comigo. Se cuida, a gente se fala, falei e desliguei.
Minha mãe tava me fazendo um boquete daqueles, enquanto eu falava com meu pai, que tesão doentio. Não ia demorar pra eu gozar com tanto tesão...
—Vou gozar... Mãe,
—Goza na boquinha do seu amor, gostou de como a mamãe chupou sua pica, enquanto você falava com o corno do seu pai? disse ela, bem segura...
Aí enchi a boca dela de leite de novo...
Dessa vez foi pro banheiro, cuspiu, enxaguou a boca e saiu pra me dar um beijo na boca.
—Porra, mãe, se gostei? Amei, com o papai do outro lado foi um tesão doentio...
—Não sei, a situação me deu tesão também, disse minha mãe, toda feliz. Finalmente paguei seu pai com a mesma moeda que ele me pagou... agora somos dois cornos...
Haha, rimos juntos...
—Vai, se arruma, disse minha mãe enquanto ia pro banheiro se maquiar.
Vesti a roupa que tinha comprado de manhã, quando minha mãe saiu do banheiro.
—Nossa, filho, que gato, e essa roupa? Tá lindo demais...
—Comprei hoje de manhã, falei. Não queria sair de qualquer jeito, quando vou com uma mulher tão gostosa e elegante.
Coloquei na minha mãe o colgante e os brincos. Ela estava linda... A gente se beijou e se apalpou um pouco por cima da roupa, brincando...
—Vamos, mãe, temos que pegar um táxi pra ir pro restaurante...
Foi o que fizemos, pegamos um táxi que nos deixou na porta do restaurante, faltavam 20 minutos pra hora do almoço. Tomamos um vermute num terraço perto. O dia tava bonito, a temperatura era ideal...
Às 15h, entramos no restaurante... Todos os pratos estavam deliciosos. Ficamos mais de duas horas comendo.
Serviram 10 pratos de degustação, com bastante comida e pouca quantidade, mas tudo tava uma delícia.
Minha mãe tava aproveitando como nunca. Bebemos uma garrafa de vinho. Tudo tinha sido perfeito.
Saímos do restaurante umas 17h30, faltava uma hora e meia até irmos ao ginecologista.
Tava perto, fomos até a porta e sentamos num terraço pra tomar um gin-tônica.
A gente tava tão à vontade que parecíamos dois namorados.
Minha mãe ficava o tempo todo dizendo como tinha se divertido e o quanto me amava... Dizia que era o melhor aniversário da vida dela.
—Vamos, mãe, são 18h55, já pode subir, eu espero aqui...
—Não, filho, me acompanha. Se não quiser entrar no consultório, não entra, mas pelo menos me leva até lá em cima.
Fiz isso, entramos no elevador e subimos pro sétimo andar. No sétimo céu era onde eu queria chegar com minha mãe. Mas isso seria depois.
Ao sair do elevador, bem na frente tava a recepção do consultório, com a porta aberta.
—Boa tarde — disse a moça da recepção.
—Oi — dissemos eu e minha mãe.
—Você é a Pilar, né? — perguntou pra minha mãe.
—Sim — respondeu minha mãe.
—Preciso preencher a ficha. Quero seu nome completo, idade e se tem alergias — disse a jovem.
—Meu nome é Pilar García López, não tenho alergia a nada e tenho 54 anos.
Quando minha mãe disse 54 anos, a moça da recepção levantou a cabeça do computador como um raio. Então olhou pra ela de cima a baixo... e disse:
—Sério que a senhora tem 54 anos? Não parece Não aparenta nada. Eu teria dito que ela tinha uns 45 anos, no máximo. A senhora está muito bem conservada pra idade. Disse a moça simpática.
— Muito obrigada, respondeu minha mãe toda contente.
Nos encaminharam pra sala de espera. Depois de 5 minutos, chamaram ela.
— Pilar, disse a enfermeira. Pode entrar.
Minha mãe me entregou a bolsa e foi até ela. Foi aí que a enfermeira disse:
— Seu parceiro também pode entrar.
— Ha ha, riu minha mãe, não é meu parceiro, é meu filho. E acho que ele não quer entrar…
— Não, não, eu espero aqui, falei pra moça.
— Desculpa, se desculpou a enfermeira, mas te vi tão jovem que pensei que ele era seu namorado-marido… desculpa… me perdoa.
— Sem problemas, disse minha mãe, é um baita elogio me acharem tão jovem, e fechou a porta…
Depois de mais de 15 minutos de espera que pra mim foram uma eternidade, minha mãe saiu. Eu tava nervoso, não sei por quê, mas tava…
Minha mãe saiu e fomos assinar na recepção.
— Muito obrigada por tudo, disse minha mãe.
— Obrigado a senhora, até quando quiser voltar, disse a moça da recepção.
Esperamos o elevador sob o olhar da moça da recepção, o tempo que o elevador demorou foi uma eternidade…
Quando ele chegou e eu fechei a porta, perguntei pra minha mãe, todo curioso:
— O que ela te disse, mãe?
Então minha mãe me olhou, e pela primeira vez, desde que a gente tava nessa, pegou na minha rola por cima da calça e disse:
— Que essa piroca do meu filho pode gozar quantas vezes quiser na buceta da mãe que não vai deixar ela grávida… então vamos pro hotel que isso tem que ser comemorado…
A gente se fundiu num beijo de língua apaixonado, até o elevador avisar que a gente tinha chegado no térreo.
Já no caminho pro hotel, minha mãe me explicou que a questão da mucosa era normal, ainda mais quando você volta a transar depois da menopausa, que quando você fica muito tempo sem fazer e depois volta a lubrificar é uma coisa normal.
Que da menstruação eu podia esquecer, uma vez que vai, vai pra sempre. Que 15% das mulheres quando Chega a menopausa, elas ficam muito safadas, dá vontade de foder... e minha mãe era uma dessas dos 15%. Que ainda morria de vontade de eu comer ela...
No caminho pro hotel, fomos andando, a gente queria dar um passeio e não tava com pressa nenhuma. Falei pra minha mãe que o pai tinha me pedido pra comprar algo pro aniversário dele. O que ela quisesse, então falei.
— Mãe, o que você quer pro presente do pai?
— Não sei, filho, acho que tenho uma ideia.
Por que a gente não compra um conjunto bonito de lingerie pra hoje à noite?
Você gosta muito e eu fico toda molhada te vendo tão excitado. Assim, quando a gente transar pela primeira vez, e você me ver com o modelito que seu pai vai pagar, a gente curte mais com o tesão da situação.
— Acho uma ideia muito boa.
Passamos por uma loja enorme de lingerie, tinha de tudo. Eu podia morar aqui... Amo esse lugar. Assim que entrei pela porta, veio uma vendedora da idade da minha mãe, essa não me chamou muita atenção, pra ser sincero...
— Em que posso ajudar? — disse a senhora.
O mais rápido que pude, respondi pra senhora. Não queria estar presente quando minha mãe comprasse o modelito. Eu queria que ela me desse uma surpresa e se deixasse aconselhar pela vendedora...
— Sabe, isso pra mim é muito constrangedor — falei pra senhora. — É o aniversário da minha mãe, não somos daqui, e meu pai me pediu pra acompanhar minha mãe a se mimar e eu pagar. E minha santa mãe me trouxe aqui. Eu morro de vergonha... — acertei em dizer, fazendo o ofendido...
Minha mãe sacou o jogo na hora e viu por onde eu queria ir. Então entrou na brincadeira e falou pra vendedora:
— Esses jovens, muito modernos e depois têm vergonha de vir com a mãe comprar lingerie... Que vergonha, hein? — disse minha mãe, bem risonha.
— A senhora tem toda razão — disse a vendedora. — Comigo e meu filho é a mesma coisa, ele tem vergonha de tudo. Me vê pelada, tem vergonha; me vê no banho, tem vergonha... Que Jovem mais estranho... Pois espera sua mãe na porta e a gente avisa pra pagar." Disse a vendedora, enquanto levava minha mãe pra dentro da loja.
Buf, tava elétrico, meu pau ia explodir de novo, só de pensar que em uma hora eu estaria com minha mãe, usando um conjunto provocante de lingerie e prestes a foder ela... Quase gozei nas calças. Queria ir pro hotel e meter nela logo...
Demoraram uns 20 minutos ou algo assim, vieram com três sacolas rindo as duas.
— Passa aqui, jovem, pra pagar. Disse a vendedora sorridente.
Não sei o que ela tinha comprado, mas paguei 180 euros, puta merda... Enquanto esperava, mandei um WhatsApp pro meu pai e falei que tinha comprado pra mamãe um conjunto de colar e brincos, e que a dívida era de 250 euros. Ele deu o ok e em 10 minutos já tinha o dinheiro na minha conta. Assim, quando voltasse pra casa e visse o colar e os brincos, ele ia achar que era o presente, mas na real o presente era o lindo conjunto de lingerie. Paguei a conta e nos despedimos... Quando já tínhamos saído da loja, minha mãe me contou.
— Gostei da ideia que você teve, assim vou surpreender ele, você vai ver... Vai amar.
Sabe, quando você saiu pra fora, a moça me perguntou a idade. Falei que ia fazer 54, e ela disse que também tinha 54. Que quando entramos, nos confundiu com um casal de namorados, e que eu tava muito bem conservada pra idade que tenho... Também me contou que o modelito que comprei, ela comprou igual pro amante dela, que tem 30 anos a menos e que eles se divertem pra caralho fodendo juntos. Tão há dois anos nessa e ela se sente como quando tinha 20 anos.
Que o marido não dá mais conta, então um dia decidiu arrumar um amante e meter o pé na jaca. Que tá vivendo a segunda juventude...
— Porra, com a coroa — falei pra minha mãe, tipo, que gata. Os dois rimos.
Chegamos no hotel e subimos pro quarto.
Minha mãe já não aguentava mais esperar. Eu também não.
— Me espera na cama ou no sofá, onde você quiser, agora. Já vou", disse eu, enquanto me trancava no banheiro.
Uns 10 minutos depois, que pra mim pareceram 2 horas, a porta do banheiro abriu e minha mãe saiu. Com um modelito que quase fez minha pica explodir de tão gostoso. Fiquei a mil. Nunca me lembro de estar tão excitado...
Ela estava de comer, usava um body inteiro, totalmente transparente, preto de seda, que deixava os peitos dela de fora e com uma abertura na buceta pra não precisar tirar. Também usava meias com renda, com uma cinta-liga na cintura e uns sapatos de verniz preto de salto agulha de 10 cm... Minha nossa, como ela era gostosa. A buceta depilada aparecia, dava pra ver aqueles lábios carnudos que ela tinha. Não aguentava mais.
Ela fez uma espécie de dança, enquanto eu não tirava os olhos dela... Precisava gozar antes de foder ela, senão, do jeito que eu tava excitado, ia gozar assim que enfiasse, e não queria isso de jeito nenhum...
Minha mãe se aproximou de mim e tirou minha camisa, começou a chupar meus mamilos, enquanto tocava na minha pica por cima da calça. Essa mulher tava solta... Ela tirou meus sapatos e a calça, puxou minha cueca e minha pica dura saltou como uma mola. Ela pegou e começou a brincar com ela. Enfiou na boca e me chupou, muito bem, subia e descia, engolia inteira, chupava minhas bolas, passava a língua por toda a minha pica, eu ia gozar. Então falei pra minha mãe...
— Mãe, chupa até eu gozar, tô muito tarado e se a gente foder assim, assim que enfiar vou gozar. E não quero que isso aconteça.
Minha mãe não disse nada, continuou chupando até eu avisar que ia gozar... Ela diminuiu o ritmo e engoliu todo o meu leite...
— Vamos, filho, agora é sua vez... — disse minha mãe, toda excitada.
Deitei ela na cama e comecei a beijar o corpo dela devagar, do pescoço até os pés. Continuei roçando o corpo dela com meus dedos, os pelos se arrepiavam, ela tava com tesão.
Depois da boa chupada da minha mãe, minha pica não tinha baixado nada, tava pronta pra enfiar, mas dessa vez não. Tava tão tarado. Continuei beijando minha mãe na boca e desci até a buceta dela. A abertura do body me deixava chupar a buceta dela sem tirar a roupa. Chupei ela, brinquei um pouco com o clitóris, enfiei meu dedo na buceta molhada dela e vi que dessa vez tava bem lubrificada. Tava muito, muito molhada. Minha mãe tava a mil. Continuei brincando um pouco mais até que ela me disse:
— Quer me foder de uma vez? Não aguento mais, para de me deixar mais excitada e mete logo, porra... — disse entre excitada e irritada.
— Vou, mãe, não se impaciente, aproveita o momento.
Então coloquei ela de quatro, não queria foder ela na posição missionária. Queria que ela aproveitasse e que não parecesse com as outras vezes que tinha feito com meu pai. Na minha frente apareceu aquela buceta carnuda e aquele rabo, puta que pariu, como ela era gostosa. Chupei a buceta e o rabo dela antes de meter o pau, saía líquido pra caralho de tão lubrificada que tava. Peguei meu pau e coloquei na entrada da buceta pela qual eu tinha saído 32 anos antes.
Quando minha cabeça tocou a buceta quente dela, amei, tava quente... Fui enfiando meu pau devagar, quando tinha enfiado metade, tirei e enfiei de novo, entrava sozinho. Meti de uma vez inteiro até minhas bolas baterem na buceta dela... Minha mãe deu um grito de prazer...
— Isso, porra, que gostoso, tô morrendo... mete mais, vamos, porra, vamos...
Comecei com um vai e vem devagar e fui aumentando a intensidade, nunca tinha transado sem camisinha e era uma sensação muito gostosa, nada a ver com foder de camisinha. Continuei e agarrei minha mãe pelos peitos, enquanto o ritmo tava rápido...
— Não para, meu amor, não para, que gostoso, nossa, sim, sim, sim, me dá mais, mais, que gostoso — gritava minha mãe.
Minha mãe tava enlouquecendo, nem preciso dizer que tava aproveitando, gemia igual uma louca. Tive que tampar a boca dela com a mão um pouco, senão o hotel inteiro ia ouvir... Continuei um pouco mais, mas tanto tesão junto, estar fodendo minha mãe, com a lingerie que meu pai tinha pago, Foder ela sem camisinha, algo que eu nunca tinha feito antes, tava me cobrando o preço. Ia gozar a qualquer momento…
— Mãe, vou gozar, porra, que delícia, não aguento mais… mãe, como você rebola…
— Sim, filho, sim, goza dentro, quero sentir seu leite quente dentro de mim, eu já aproveitei bastante, gozei umas quatro ou cinco vezes, perdi a conta, pra ser sincera…
Aí uma fisgada bateu nos meus ovos e enchi a buceta da minha mãe de porra. Não paravam de sair jorros de leite do meu pau, diminuí o ritmo mas não parava de gozar… Quando tirei ele da buceta da minha mãe, minha porra escorria pra todo lado…
— Uff, que delícia — disse minha mãe —, gostei muito mais do que tudo. Que prazer é foder com você. Diferente do corno do seu pai, que nunca me deu nem um pouquinho do prazer que você me deu.
— Eu também gostei muito, mãe, te foder sem camisinha foi o máximo… Te amo…
Caímos exaustos na cama, mas dois minutos depois, nos perdemos em beijos e…
Continua…
2 comentários - A transformação de uma mãe (Parte V)