Olá, amigos! Meu nome é Ricardo, tenho 18 anos, moro no México, sou branco, tenho olhos verdes, 1,70m, magro. Bom, essa é minha segunda história, aconteceu nos EUA.
A gente viaja muito pra casa de uma avó em Miami. Nesses dias, recebemos a notícia de que ganharíamos 3 ingressos pra ficar 4 dias em Miami. Éramos eu, meus pais, meus dois tios, minha prima de 18 anos e eu. Tínhamos que deixar 3 pessoas pra trás, e a ideia era vender os ingressos, mas ninguém comprou. Decidimos passar cartas nos trabalhos e na escola, e quem conseguisse permissão iria. Meu pai não conseguiu permissão na empresa dele, minha mãe conseguiu na fábrica. Meu tio não conseguiu na mesma empresa do meu pai, minha tia conseguiu na fábrica da minha mãe. Minha prima foi levada pro colégio de freiras pra convivência anual, e eu consegui permissão no meu colégio militar.
Então, os que tinham permissão éramos eu, minha mãe e minha tia. Meu pai e meu tio, decepcionados, ficaram. A gente arrumou as malas e foi. Minha tia, uma senhora de 41 anos, bem conservada, natural, com peitões grandes e usava aquelas calcinhas antigas, e uma bunda impressionante, um pouco gordinha. Minha mãe, de 43 anos, tinha colocado silicone nos peitos e na bunda, ela usava fio dental por um conselho que uma amiga deu.
Saímos de avião, chegamos em Miami. Nós três tínhamos visita a 4 parques... e um cruzeiro que levava 3 dias pra voltar pro México, parando em ilhas e povoados mais exóticos, beleza.
No primeiro dia no parque, nos divertimos pra caralho, me mimavam, e íamos com umas 6 famílias de 3 pessoas, mas eu só olhava pra minha mãe e minha tia, gostava demais delas. Bom, exaustos do parque, saímos e na manhã seguinte partimos pro navio.
No navio, desfizemos as malas em quartos que deram pra nós três. Eu saía pra jogar e ver se conhecia gente da minha idade, mas não aparecia ninguém. Me resignei e, ao entrar na suíte, me deparei com a surpresa: minha tia dizia pra minha mãe que meu tio era um impotente, que já fazia um mês que não... Falei pro meu amor que minha mãe respondeu que meu pai era um homem de verdade. Eu tava a mil nisso, fui no banheiro e bati uma. Voltei pro quarto e vi minha cama desmontada. Minha mãe decidiu ligar, mas não tinha cama disponível. Aí ela falou: "Por que você não dorme com sua tia?" Eu topei.
O dia foi normal, tinha piscina. Minha tia, minha mãe e eu ficamos nadando gostoso até tarde, comíamos por lá e bebíamos no bar dentro da piscina, conversando. O barco parou numa ilha, ficamos lá, não rolou nada. Subimos e fomos de novo pra piscina no bar com minha mãe e minha tia. Naquela noite, já bem tarde, a gente tava bebendo — eu nem tanto, mas mãe e tia sim. Saímos e fomos pro quarto dos três. Minha mãe juntou as três camas pra dormirmos juntos, nós três.
Assim foi: minha mãe sempre leva uma blusa e uma tanga pra dormir. Foi a primeira vez que ela tirou tudo e vestiu a camisola na minha frente. Minha tia não ficou atrás: ela tirou a calça jeans e a blusa, pegou uma camiseta pequena, pegou uma tanga da minha mãe, tirou o sutiã deixando os peitos à mostra, vestiu a camiseta e abaixou a calcinha — a buceta dela tava toda depiladinha — e vestiu a tanga da minha mãe rapidão. Eu, ao ver aquilo, me despi. Quando fiquei pelado, minha mãe e minha tia me olharam de cima a baixo. Peguei uma bermuda e tava duro — quase não cabia na bermuda.
Bateram na porta, eu abri. Uma senhora chamou minha tia. Quando se viram, minha tia saiu dizendo: "Que delícia te ver, velha amiga! Como você sabia que eu tava aqui?" E saíram do quarto.
Minha mãe e eu ficamos parados, imóveis. Meu pau queria sair da bermuda. Minha mãe se deitou, eu me deitei também. Apagamos a luz. Minha mãe tinha deixado a trava pra ninguém entrar, só minha tia. Nessa hora, minha mãe diz que tá com frio e pede pra eu abraçar ela por trás. Eu abracei e coloquei uma perna por cima. Meu pau, sem querer, roçou a linha da bunda e as nádegas dela. Minha mãe ainda tava acordadinha, mas não fez nada. O sino se mexeu e ela subiu a camisola. Meu pau tinha saído da bermuda e agora, por cima da calcinha fio dental, roçava pele com pele com a silicone que minha mãe tinha. Passei ele por todo lado. Minha mãe se virou e me perguntou se eu gostava dela. Eu disse: "Como assim, mãe?" E ela retrucou: "Não, se você gosta de mim como mulher." Eu não sabia o que dizer, fiquei calado. Ela abaixou a mão e colocou no meu pau. Disse: "Não precisa de palavras, já sei..." Ela pegou e começou a me masturbar. Eu fiquei parado, vendo meu membro crescer ainda mais. Eu corei. Ela disse: "Meu filho, não tem problema. Com seu pai, o relacionamento está ruim. Só continuo casada se..." Ela se levantou da cama, acendeu uma luz bem suave, tirou a camisola e mostrou seus peitões enormes, que estavam durinhos e no lugar graças à silicone. Eu fiquei mais ereto ainda. Ela deixou a calcinha fio dental vermelha, que estava muito sexy. Eu fiquei só de bermuda. Minha mãe disse: "Por esta noite, não vamos ser mãe e filho. Quero que me trate como se fosse sua namorada." Eu disse: "Tá bom", meio gaguejando e duvidando. Ela se aproximou e me beijou na boca. Foi descendo pelo peito, pela cintura, tocou minhas nádegas e mordiscou meu pau por cima da bermuda, que já parecia uma barraca de circo. Ela abaixou minha bermuda e se surpreendeu. Enfiou a cabeça na boca com esforço, depois continuou tentando, mas só coube a metade. Ela tirava e colocava com rapidez, depois chupava minhas bolas e também as enfiava na boca. Já prestes a gozar na cara dela, eu disse: "Vou gozar!" Ela enfiou a cabeça na boca e engoliu todo meu leite, me incentivando: "Vai, vai, que sua mãenamorada quer todo seu leitinho. Agrada a mamãe, enche minha carinha de leite, minha vida, meu céu." Eu me deitei na cama de barriga pra cima, e ela subiu e abaixou a calcinha fio dental diante dos meus olhos. A boceta dela cheia de pelinhos. Daí ela pegou uma máquina de barbear que tinha trazido pra mim e me perguntou como eu queria. Não, melhor eu depilar ela. E foi o que fiz. Comecei com... A máquina de depilar nela na cama e eu entre as pernas dela, via como caía pelo por pelo. No final, uma buceta esplendorosa mostrava que meu pai não tinha feito amor com ela durante um mês, tava bem fechadinha. Depois ela me levou ao banheiro, onde íamos tomar um banho quente pra cair os pelos pubianos. Ela pegou o aparelho de barbear e me depilou antes de entrar também. No final, via-se um pauzão enorme.
Na banheira do banheiro, que era pra uma pessoa só, a gente se meteu eu e ela ali. Saíram todos os pelinhos, mas eu sentei embaixo, me deitei e ela entrou de costas pra mim e colocou aquele rabão enorme no meu pau, enquanto eu guiava meu pau pro buraquinho dela. Em voz baixa, ela me dizia: "Aqui tá meu cu virgem, ninguém, nem teu pai, me furou". Dizendo isso, foi se soltando da borda da banheira pra cair no meu pau. Soltou-se devagar, quando entraram em contato, minha cabeça foi entrando, ajudada pela água, mas dos olhos dela brotaram lágrimas e eu me senti mal. Depois ela disse: "Empurra, meu filho, duro pra cima". Eu fiz e entrou tudo. Ela se soltou e se recostou em mim. Eu peguei ela pela cintura e comecei a subir e descer ela rápido. Ela já não chorava, mas começava a se animar e se mexia pros lados, dizendo: "Bravo, meu filho, aqui tá sua mamãe com o cu aberto só pra você. Quero que me rasgue por todos os lados e aproveitar essa noite nós dois sozinhos. Rasga o cu da mamãe!!!!! Quero que sangre!!!!!! Minha vida!!!!!!"
Saímos e na porta já tava batendo minha tia. A gente vestiu bermuda e minha mãe o camisão dela. Abrimos pra minha tia e ela entrou. Nós deitamos. Quando minha mãe viu que minha tia tava dormindo, me pegou pela mão e me tirou da cama. Saímos devagar do quarto e fomos até um almirante. Minha mãe perguntou se o jacuzzi funcionava. Era um daqueles sem vidros e tinha só uma porta, era escuro e tinha aparelho de som.
Entramos, minha mãe colocou o trinco e fechou bem. Lá, ela colocou tecno num volume moderado. luz escurinha e na mesa que tinha a vela acesa, eu quis que fosse melhor e peguei a rosa que estava em cima da mesa e coloquei na boca e ofereci pra ela. Ela, com os lábios carnudos, tirou a rosa da minha boca e começou a me beijar por um tempão. Eu, com minhas mãos, abri o camisola dela e apalpava os peitos dela enquanto ela passava a mão no meu peito e na minha bunda. Depois, ela começou a descer, me beijando tudo, até chegar no peito. Deixou o camisola cair e dava pra ver uma calcinha fio dental vermelha bem pequena, tava muito gostosa. Chegou no meu pau e puxou a calcinha pra baixo e começou a beijar por cima da cueca. Daí, depois de um tempinho, puxou a cueca e começou a enfiar na boca. Ela tirava e colocava de um jeito incrível. Eu já ia gozar, mas ela continuava ali, e eu me derramei, e saiu tudo na boquinha dela, que engoliu tudo.
Depois, entramos na banheira de hidromassagem. Ela entrou com a calcinha fio dental vermelha. Eu me abaixei e fui tirando com a boca. Quando já tava nos quadris dela, ela e eu totalmente depilados, eu comecei a dar beijinhos no cuzinho dela. Daí, peguei o grelinho com meus lábios e passava minha língua uma vez e outra. Via a carinha dela e ela tinha um sorrisinho de prazer e gosto. Puxava com meus lábios, e com isso ela tremia toda. Agarrou minha cabeça e colava minha cara na bucetinha dela, que depiladinha parecia bem pequenininha e gostosa. Terminamos e ela se levantou, me deixou sentar onde ela tava. Eu sentei, ela sentou em cima de mim, mas me olhando de frente. Ela foi descendo devagar. Ela abriu as pernas, e com isso a bucetinha dela também se abria no contato do meu pau com a buceta dela. Ela ficou muito excitada e foi se sentando. Meu pau entrou com dificuldade nela. Ela subia e descia. Eu apoiei minhas pernas na borda da banheira e assim eu levantava ela com força. Ela gemia de prazer. Eu brincava com os peitos dela como um menino pequeno. Ficamos assim uns 5 minutos.
Depois, ela se levantou e se deitou de um lado da banheira. Deitou de bruços, deixando bem abertinho, dava pra ver um buraquinho pequeno. Ela fez sinal pra gente terminar o que tinha começado. Apontei meu pau no cu dela e minha cabeça pegou água e passei no cuzinho dela. Mergulhei meu pau e apontei de novo, pressionei e ela tremia. Pressionei com mais força e a cabeça entrou, ela estava tremendo. Depois continuei empurrando e a metade entrou com dificuldade, aí fui indo até entrar tudo. Ela ficou quieta com olhos lacrimejantes. Depois repeti isso mais duas vezes assim. Na terceira, ela ficou louca e uma lágrima brotou dos olhos dela, mas agora era ela quem se mexia em círculos pra dilatar. Eu jogava água, peguei ela pela cintura e, vendo isso, comecei a penetrar ela uma vez e outra, mais rápido a cada vez, até minhas bolas baterem forte na rachinha dela. Depois disso, gozei no cu dela, ela se estremeceu de prazer por saber que o filho dela finalmente tinha penetrado aquele cu virgem.
Depois saímos da jacuzzi e ela se deitou no chão e me perguntou se a gente fazia um 69. Eu não sabia de onde minha mãe sabia disso, mas tudo bem. Eu me deitei sobre ela e ela ficou de frente pro meu pau, e eu fiquei de frente pra buceta dela. Eu sentia como ela metia na boca e às vezes fazia tocar a gargantinha dela. Eu, com minhas mãos, abria ela e jogava água e metia minha língua no buraquinho dela e chupava o clitóris. Depois eu gozei e ela também, os dois terminamos com todos os líquidos derramados, mas senti uma sensação de que minha mãe estava me sugando como se estivesse tomando algo com canudinho. Ela me absorvia, eu não aguentava de prazer e continuei dando leitinho pra mamãe.
Saímos de lá e fomos pro quarto às 4 da manhã e dormimos como crianças.
A gente viaja muito pra casa de uma avó em Miami. Nesses dias, recebemos a notícia de que ganharíamos 3 ingressos pra ficar 4 dias em Miami. Éramos eu, meus pais, meus dois tios, minha prima de 18 anos e eu. Tínhamos que deixar 3 pessoas pra trás, e a ideia era vender os ingressos, mas ninguém comprou. Decidimos passar cartas nos trabalhos e na escola, e quem conseguisse permissão iria. Meu pai não conseguiu permissão na empresa dele, minha mãe conseguiu na fábrica. Meu tio não conseguiu na mesma empresa do meu pai, minha tia conseguiu na fábrica da minha mãe. Minha prima foi levada pro colégio de freiras pra convivência anual, e eu consegui permissão no meu colégio militar.
Então, os que tinham permissão éramos eu, minha mãe e minha tia. Meu pai e meu tio, decepcionados, ficaram. A gente arrumou as malas e foi. Minha tia, uma senhora de 41 anos, bem conservada, natural, com peitões grandes e usava aquelas calcinhas antigas, e uma bunda impressionante, um pouco gordinha. Minha mãe, de 43 anos, tinha colocado silicone nos peitos e na bunda, ela usava fio dental por um conselho que uma amiga deu.
Saímos de avião, chegamos em Miami. Nós três tínhamos visita a 4 parques... e um cruzeiro que levava 3 dias pra voltar pro México, parando em ilhas e povoados mais exóticos, beleza.
No primeiro dia no parque, nos divertimos pra caralho, me mimavam, e íamos com umas 6 famílias de 3 pessoas, mas eu só olhava pra minha mãe e minha tia, gostava demais delas. Bom, exaustos do parque, saímos e na manhã seguinte partimos pro navio.
No navio, desfizemos as malas em quartos que deram pra nós três. Eu saía pra jogar e ver se conhecia gente da minha idade, mas não aparecia ninguém. Me resignei e, ao entrar na suíte, me deparei com a surpresa: minha tia dizia pra minha mãe que meu tio era um impotente, que já fazia um mês que não... Falei pro meu amor que minha mãe respondeu que meu pai era um homem de verdade. Eu tava a mil nisso, fui no banheiro e bati uma. Voltei pro quarto e vi minha cama desmontada. Minha mãe decidiu ligar, mas não tinha cama disponível. Aí ela falou: "Por que você não dorme com sua tia?" Eu topei.
O dia foi normal, tinha piscina. Minha tia, minha mãe e eu ficamos nadando gostoso até tarde, comíamos por lá e bebíamos no bar dentro da piscina, conversando. O barco parou numa ilha, ficamos lá, não rolou nada. Subimos e fomos de novo pra piscina no bar com minha mãe e minha tia. Naquela noite, já bem tarde, a gente tava bebendo — eu nem tanto, mas mãe e tia sim. Saímos e fomos pro quarto dos três. Minha mãe juntou as três camas pra dormirmos juntos, nós três.
Assim foi: minha mãe sempre leva uma blusa e uma tanga pra dormir. Foi a primeira vez que ela tirou tudo e vestiu a camisola na minha frente. Minha tia não ficou atrás: ela tirou a calça jeans e a blusa, pegou uma camiseta pequena, pegou uma tanga da minha mãe, tirou o sutiã deixando os peitos à mostra, vestiu a camiseta e abaixou a calcinha — a buceta dela tava toda depiladinha — e vestiu a tanga da minha mãe rapidão. Eu, ao ver aquilo, me despi. Quando fiquei pelado, minha mãe e minha tia me olharam de cima a baixo. Peguei uma bermuda e tava duro — quase não cabia na bermuda.
Bateram na porta, eu abri. Uma senhora chamou minha tia. Quando se viram, minha tia saiu dizendo: "Que delícia te ver, velha amiga! Como você sabia que eu tava aqui?" E saíram do quarto.
Minha mãe e eu ficamos parados, imóveis. Meu pau queria sair da bermuda. Minha mãe se deitou, eu me deitei também. Apagamos a luz. Minha mãe tinha deixado a trava pra ninguém entrar, só minha tia. Nessa hora, minha mãe diz que tá com frio e pede pra eu abraçar ela por trás. Eu abracei e coloquei uma perna por cima. Meu pau, sem querer, roçou a linha da bunda e as nádegas dela. Minha mãe ainda tava acordadinha, mas não fez nada. O sino se mexeu e ela subiu a camisola. Meu pau tinha saído da bermuda e agora, por cima da calcinha fio dental, roçava pele com pele com a silicone que minha mãe tinha. Passei ele por todo lado. Minha mãe se virou e me perguntou se eu gostava dela. Eu disse: "Como assim, mãe?" E ela retrucou: "Não, se você gosta de mim como mulher." Eu não sabia o que dizer, fiquei calado. Ela abaixou a mão e colocou no meu pau. Disse: "Não precisa de palavras, já sei..." Ela pegou e começou a me masturbar. Eu fiquei parado, vendo meu membro crescer ainda mais. Eu corei. Ela disse: "Meu filho, não tem problema. Com seu pai, o relacionamento está ruim. Só continuo casada se..." Ela se levantou da cama, acendeu uma luz bem suave, tirou a camisola e mostrou seus peitões enormes, que estavam durinhos e no lugar graças à silicone. Eu fiquei mais ereto ainda. Ela deixou a calcinha fio dental vermelha, que estava muito sexy. Eu fiquei só de bermuda. Minha mãe disse: "Por esta noite, não vamos ser mãe e filho. Quero que me trate como se fosse sua namorada." Eu disse: "Tá bom", meio gaguejando e duvidando. Ela se aproximou e me beijou na boca. Foi descendo pelo peito, pela cintura, tocou minhas nádegas e mordiscou meu pau por cima da bermuda, que já parecia uma barraca de circo. Ela abaixou minha bermuda e se surpreendeu. Enfiou a cabeça na boca com esforço, depois continuou tentando, mas só coube a metade. Ela tirava e colocava com rapidez, depois chupava minhas bolas e também as enfiava na boca. Já prestes a gozar na cara dela, eu disse: "Vou gozar!" Ela enfiou a cabeça na boca e engoliu todo meu leite, me incentivando: "Vai, vai, que sua mãenamorada quer todo seu leitinho. Agrada a mamãe, enche minha carinha de leite, minha vida, meu céu." Eu me deitei na cama de barriga pra cima, e ela subiu e abaixou a calcinha fio dental diante dos meus olhos. A boceta dela cheia de pelinhos. Daí ela pegou uma máquina de barbear que tinha trazido pra mim e me perguntou como eu queria. Não, melhor eu depilar ela. E foi o que fiz. Comecei com... A máquina de depilar nela na cama e eu entre as pernas dela, via como caía pelo por pelo. No final, uma buceta esplendorosa mostrava que meu pai não tinha feito amor com ela durante um mês, tava bem fechadinha. Depois ela me levou ao banheiro, onde íamos tomar um banho quente pra cair os pelos pubianos. Ela pegou o aparelho de barbear e me depilou antes de entrar também. No final, via-se um pauzão enorme.
Na banheira do banheiro, que era pra uma pessoa só, a gente se meteu eu e ela ali. Saíram todos os pelinhos, mas eu sentei embaixo, me deitei e ela entrou de costas pra mim e colocou aquele rabão enorme no meu pau, enquanto eu guiava meu pau pro buraquinho dela. Em voz baixa, ela me dizia: "Aqui tá meu cu virgem, ninguém, nem teu pai, me furou". Dizendo isso, foi se soltando da borda da banheira pra cair no meu pau. Soltou-se devagar, quando entraram em contato, minha cabeça foi entrando, ajudada pela água, mas dos olhos dela brotaram lágrimas e eu me senti mal. Depois ela disse: "Empurra, meu filho, duro pra cima". Eu fiz e entrou tudo. Ela se soltou e se recostou em mim. Eu peguei ela pela cintura e comecei a subir e descer ela rápido. Ela já não chorava, mas começava a se animar e se mexia pros lados, dizendo: "Bravo, meu filho, aqui tá sua mamãe com o cu aberto só pra você. Quero que me rasgue por todos os lados e aproveitar essa noite nós dois sozinhos. Rasga o cu da mamãe!!!!! Quero que sangre!!!!!! Minha vida!!!!!!"
Saímos e na porta já tava batendo minha tia. A gente vestiu bermuda e minha mãe o camisão dela. Abrimos pra minha tia e ela entrou. Nós deitamos. Quando minha mãe viu que minha tia tava dormindo, me pegou pela mão e me tirou da cama. Saímos devagar do quarto e fomos até um almirante. Minha mãe perguntou se o jacuzzi funcionava. Era um daqueles sem vidros e tinha só uma porta, era escuro e tinha aparelho de som.
Entramos, minha mãe colocou o trinco e fechou bem. Lá, ela colocou tecno num volume moderado. luz escurinha e na mesa que tinha a vela acesa, eu quis que fosse melhor e peguei a rosa que estava em cima da mesa e coloquei na boca e ofereci pra ela. Ela, com os lábios carnudos, tirou a rosa da minha boca e começou a me beijar por um tempão. Eu, com minhas mãos, abri o camisola dela e apalpava os peitos dela enquanto ela passava a mão no meu peito e na minha bunda. Depois, ela começou a descer, me beijando tudo, até chegar no peito. Deixou o camisola cair e dava pra ver uma calcinha fio dental vermelha bem pequena, tava muito gostosa. Chegou no meu pau e puxou a calcinha pra baixo e começou a beijar por cima da cueca. Daí, depois de um tempinho, puxou a cueca e começou a enfiar na boca. Ela tirava e colocava de um jeito incrível. Eu já ia gozar, mas ela continuava ali, e eu me derramei, e saiu tudo na boquinha dela, que engoliu tudo.
Depois, entramos na banheira de hidromassagem. Ela entrou com a calcinha fio dental vermelha. Eu me abaixei e fui tirando com a boca. Quando já tava nos quadris dela, ela e eu totalmente depilados, eu comecei a dar beijinhos no cuzinho dela. Daí, peguei o grelinho com meus lábios e passava minha língua uma vez e outra. Via a carinha dela e ela tinha um sorrisinho de prazer e gosto. Puxava com meus lábios, e com isso ela tremia toda. Agarrou minha cabeça e colava minha cara na bucetinha dela, que depiladinha parecia bem pequenininha e gostosa. Terminamos e ela se levantou, me deixou sentar onde ela tava. Eu sentei, ela sentou em cima de mim, mas me olhando de frente. Ela foi descendo devagar. Ela abriu as pernas, e com isso a bucetinha dela também se abria no contato do meu pau com a buceta dela. Ela ficou muito excitada e foi se sentando. Meu pau entrou com dificuldade nela. Ela subia e descia. Eu apoiei minhas pernas na borda da banheira e assim eu levantava ela com força. Ela gemia de prazer. Eu brincava com os peitos dela como um menino pequeno. Ficamos assim uns 5 minutos.
Depois, ela se levantou e se deitou de um lado da banheira. Deitou de bruços, deixando bem abertinho, dava pra ver um buraquinho pequeno. Ela fez sinal pra gente terminar o que tinha começado. Apontei meu pau no cu dela e minha cabeça pegou água e passei no cuzinho dela. Mergulhei meu pau e apontei de novo, pressionei e ela tremia. Pressionei com mais força e a cabeça entrou, ela estava tremendo. Depois continuei empurrando e a metade entrou com dificuldade, aí fui indo até entrar tudo. Ela ficou quieta com olhos lacrimejantes. Depois repeti isso mais duas vezes assim. Na terceira, ela ficou louca e uma lágrima brotou dos olhos dela, mas agora era ela quem se mexia em círculos pra dilatar. Eu jogava água, peguei ela pela cintura e, vendo isso, comecei a penetrar ela uma vez e outra, mais rápido a cada vez, até minhas bolas baterem forte na rachinha dela. Depois disso, gozei no cu dela, ela se estremeceu de prazer por saber que o filho dela finalmente tinha penetrado aquele cu virgem.
Depois saímos da jacuzzi e ela se deitou no chão e me perguntou se a gente fazia um 69. Eu não sabia de onde minha mãe sabia disso, mas tudo bem. Eu me deitei sobre ela e ela ficou de frente pro meu pau, e eu fiquei de frente pra buceta dela. Eu sentia como ela metia na boca e às vezes fazia tocar a gargantinha dela. Eu, com minhas mãos, abria ela e jogava água e metia minha língua no buraquinho dela e chupava o clitóris. Depois eu gozei e ela também, os dois terminamos com todos os líquidos derramados, mas senti uma sensação de que minha mãe estava me sugando como se estivesse tomando algo com canudinho. Ela me absorvia, eu não aguentava de prazer e continuei dando leitinho pra mamãe.
Saímos de lá e fomos pro quarto às 4 da manhã e dormimos como crianças.
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