Este era o primeiro ano que meu pai estava na empresa e ele achou necessário que a gente fosse. Minha mãe não queria ir, porque achava que não era apropriado ele se misturar com o resto dos funcionários nesse tipo de evento se quisesse chegar longe na empresa. Já te falei, não sei se você lembra, que meu pai tinha começado a trabalhar em outra empresa. Ele fazia mais ou menos a mesma coisa, no departamento de vendas e exportação, o que continuava obrigando ele a viajar muito e ficar muito tempo fora de casa, mas agora estava num cargo mais baixo e com menos grana do que tinha na empresa anterior. Aquilo era o que irritava minha mãe e uma das razões que a levaram a virar uma puta pra ter todo o dinheiro que ela queria (a outra razão é o gosto dela por pica). Mesmo sendo puta e se dando bem, ganhando uma boa grana, ela não deixava de pressionar meu pai pra ser mais ambicioso, puxar mais o saco dos chefes e fazer de tudo pra subir de cargo, e isso não incluía confraternizar com os funcionários mais baixos da empresa. Meu pai, apesar de não estar num cargo muito alto, tinha uns quantos funcionários sob seu comando, e minha mãe não queria que ele se misturasse com eles nesse tipo de evento, mas sim que andasse com os chefões. O assunto gerava muitas discussões entre os dois, e a tal da festa foi o auge. Minha mãe não queria que ele fosse, e ele disse que não só ia, como íamos todos. Minha mãe ficou uma fera, disse que não, que ela não tinha que se misturar com aquela gentalha, que iam pensar o quê, etc., mas meu pai a obrigou a ir. Então fomos todos, mas minha mãe foi de má vontade e com uma raiva do caralho. Chegamos e o resto do pessoal já estava lá, porque tinham ido num ônibus da empresa. Meu pai também queria ter ido no ônibus, mas nisso minha mãe recusou de vez, então fomos no nosso carro. Assim que chegamos, meu pai começou a apresentar minha mãe para os outros funcionários que trabalhavam com ele. Minha mãe respondia aos cumprimentos, mas com frieza e certa distância. Entre os funcionários do meu pai, havia dois que trabalhavam diretamente com ele no mesmo departamento e estavam sob a supervisão dele. Um se chamava Fernando e o outro Juan. Os dois tinham ido sozinhos: Juan porque não era casado (devia ter uns trinta e poucos anos) e Fernando porque a esposa não tinha conseguido ir. Assim que cumprimentaram minha mãe, percebi que estavam devorando ela com os olhos, dava pra ver que estavam despindo ela com o olhar e morrendo de vontade de pegar ela. Meu pai não percebeu nada, mas minha mãe sim.
A coisa começou muito mal, porque durante o almoço meu pai começou a beber mais do que devia. Fazia muito sol e calor, e o vinho e a sangria subiam rápido pra cabeça. Meu pai começou a beber demais e a se comportar de um jeito que minha mãe considerou "pouco digno pra posição dele". Ela não parava de repreender ele, mas meu pai não ligava e continuava.
No fim, minha mãe ficou tão puta que decidiu ignorar ele e começou a beber também. Aí ela começou a paquerar com Fernando e Juan, que tinham se sentado, acho que de propósito, do lado dela. Acho que ela começou a paquerar com eles pra irritar meu pai e fazer ele se concentrar nela, pra parar de beber e de fazer papel de idiota, mas não adiantou nada, ele nem ligou, o que deixou minha mãe ainda mais puta e fez com que ela paquerasse ainda mais os dois caras, chegando até a provocar eles.
Mas o pior pra minha mãe ainda estava por vir. Foi quando, depois do almoço, começou a capeia, ou seja, a corrida com as vaquinhas. Meu pai pulou na arena sem que minha mãe conseguisse impedir, e lá aconteceu o que tinha que acontecer: meu pai, que tinha bebido pra caralho e não tava com muita coordenação, foi jogado no chão por uma vaquinha logo de cara. Não se machucou, mas rasgou a calça. Mesmo assim, não quis sair. mas ficou teimosamente no pequeno terreiro. Minha mãe, que também não tinha parado de beber durante todo o incidente, não aguentou mais e se levantou para ir embora dali e, ao fazer isso, cambaleou um pouco. Fernando e Juan, que tinham voltado a sentar ao lado dela, se levantaram na hora e a seguraram. Minha mãe os afastou e disse que precisava ir fazer xixi. Aquilo era no meio do mato e não tinha banheiro, então quem quisesse fazer suas necessidades não tinha jeito senão se afastar um pouco entre as árvores e arbustos e fazer ao ar livre. Minha mãe se dirigiu ao bosque e pouco depois Fernando e Juan a seguiram. Eu senti o que ia rolar e também fui atrás. Me aproximei com cuidado e vi que minha mãe estava entre as árvores mijando de cócoras e que Fernando e Juan estavam perto olhando ela. Quando minha mãe terminou de mijar, tirou um lenço de papel da bolsa e começou a se secar a buceta. Foi aí que os viu. "O que vocês estão fazendo aí olhando?" disse ela. A voz dela estava embargada pelo álcool. "Vem cá – disse ela – o que foi? É que não querem foder a mulher do chefe de vocês? Olha o que eu tenho pra vocês" e levantou de vez a saia do vestido, deixando eles verem completamente a buceta dela. Não precisou dizer mais nada. Os dois homens se jogaram em cima dela e quando chegaram perto, a levantaram e, enquanto um a apalpava por baixo da saia, o outro abria a blusa dela e tirava os peitos pra fora, apalpando eles. Agarraram ela entre os dois sem parar de apalpar e procuravam a boca dela, beijando e enfiando a língua pra dentro. Minha mãe se soltou deles e disse: "Vamos, rapazes. Tirem a pica pra fora. Vocês vão ver como a mulher do chefe de vocês chupa." Os dois homens se olharam rindo, como se não pudessem acreditar na sorte que tinham, e então abriram as calças, baixando elas junto com as cuecas até o joelho e tirando as picas pra fora. Minha mãe se ajoelhou entre eles e começou a chupar as picas deles. picas. Ia alternando entre um e outro. Metia o de um na boca enquanto com a mão continuava acariciando a pica do outro e, depois de um tempo, tirava a pica da boca e começava a chupar o outro homem.
Os dois homens estavam encantados, não paravam de gemer. Quando minha mãe estava chupando o Juan, o Fernando disse pra ele: "Essa puta chupa bem, hein?". "É uma chupadora do caralho – respondeu o outro – ela faz maravilhas. Ahhhh...". Fernando agarrou ela pela cabeça e disse: "Vamos, agora é minha vez. Engole a pica, vai". Minha mãe obedeceu.
Juan começou a rir. "O que foi?", perguntou Fernando. "Nada – respondeu o outro – é que eu tava pensando que o marido dela é um filho da puta no trabalho e agora a mulher dele também é uma puta". "É verdade!" disse Fernando e começou a rir também.
Juan disse: "Vega, agora come minha pica mais um pouco, vai, gostosa". Minha mãe tirou a pica do Fernando da boca e meteu a do Juan. Não dizia nada, só chupava e engolia pica.
Então, depois de ficar um tempo chupando os dois, ela se deitou no chão com a saia toda levantada e disse: "Vamos, quem vai ser o primeiro a foder a mulher do chefe de vocês?". "Eu! – disse Fernando – já que sou o mais velho" e se deitou no chão entre as pernas da minha mãe e meteu a pica dentro. Assim que ele meteu a pica dentro, minha mãe começou a se contorcer e gemer: "Ahhh sim... – ela dizia – isso aí, mete toda a sua pica dentro. Me fode, vamos, me fode".
Eu estava atrás deles, então só via as pernas abertas da minha mãe e a bunda do Fernando subindo e descendo enquanto enfiava a pica dentro. Minha mãe não parava de gemer. Enquanto isso, Juan continuava se acariciando a pica pra manter dura e incentivava o companheiro. "Isso aí! – ele dizia – Fode ela bem, vamos! Mete até o fundo!". Minha mãe não parava de dizer: "Ai, sim... ai, sim... continua, continua... não para... mete ela toda...".
Daí a pouco Fernando parou de foder ela. e se levantou. Ele já estava com o pau mole. Não dava pra ver direito de onde eu estava, mas com certeza minha mãe tinha a buceta cheia de porra dele. Então minha mãe ficou de quatro e disse pro Juan: "Vai, agora mete no meu cu. Assim vocês vão poder contar pros seus colegas que comeram a mulher do chefe de vocês em todos os buracos". Juan pareceu surpreso, mas minha mãe o incentivou: "O que você está esperando? Me enche o cu, vai! Me enche o cu!". "Isso! –disse Fernando– Come o cu dessa puta!".
Juan meteu o pau no cu da minha mãe e, mal tinha enfiado lá dentro, ela começou a gritar de tesão: "Aaaiii... uuufff... Assim! Isso, isso...! Me dá no cu! Dá no cu da mulher do seu chefe!". Juan começou a foder ela rápido pelo cu, mas minha mãe gritava tão alto que ele disse: "Não grita tanto, sua puta, que o corno do seu marido vai ouvir!". Minha mãe respondeu: "E daí? Melhor! Que ele ouça! Assim ele vai saber como se come uma mulher!".
Eu nunca tinha visto minha mãe tão puta da vida. Ela estava tão irritada que imagino que naquele dia ela não ligaria se meu pai a pegasse transando com os dois caras, nem que fosse só pra se vingar da vergonha que ele tinha feito ela passar. Felizmente, eles estavam longe o bastante e, com a bagunça da tourada na praça, ninguém ficou sabendo de nada.
Juan estava adorando poder comer minha mãe pelo cu, porque não parava de meter gostoso enquanto dizia: "Isso é demais... é... é muito bom... fantástico... que delícia... te comer pelo cu... olha, Fernando, olha como a puta tá gostando enquanto eu meto no cu dela... que pena que o corno do marido dela não tá vendo isso... queria que ele visse como a putinha da mulher dele goza enquanto eu arrebento o cu dela, né Fernando?". "Ah, sim –respondeu Fernando– ela tá gozando igual uma verdadeira gostosa".
Eu não via o rosto da minha mãe porque estava atrás deles, então só via o tal Juan ajoelhado atrás dela e metendo na buceta dela com movimentos rápidos de quadril, mas mesmo sem vê-la, não tinha dúvida de que o que Fernando dizia era verdade e que ela tava gozando igual uma louca.
Depois de ficar um tempão comendo ela por trás, Juan falou: "Caralho, vou gozar, vou gozar! Aaaaggghhh! Toma meu gozo no cu, Promiscuous!" e gozou.
Quando terminaram, se levantaram e subiram as calças enquanto minha mãe tirava uns lenços de papel da bolsa e limpava os restos de gozo que tinha na buceta e no cu.
Depois voltaram pra festa separados. Meu pai já tava mais calmo e perguntou pra minha mãe onde ela tinha ido, que ele tinha procurado ela por um tempão, e minha mãe respondeu puta da vida que tinha ido dar uma volta pra não ver mais o ridículo que ele tinha feito na praça. Quando minha mãe falou isso, meu pai não disse mais nada.
Quando a festa na praça acabou, todo mundo começou a arrumar as coisas e a entrar nos ônibus. A gente entrou no carro e foi embora. Felizmente, nessa altura, meu pai já tinha baixado bastante o álcool que tinha bebido.
Imagino que os dois funcionários que tinham comido minha mãe comentariam com os colegas o quão puta ela era, mas se o boato se espalhou pela empresa, meu pai não ficou sabendo ou não quis dar bola, sei lá. Mas posso te garantir que minha mãe nunca mais faltou a nenhuma festa, e embora agora fosse meu pai quem não queria ir, porque depois contaram pra ele o ridículo que ele tinha feito, era minha mãe quem, como vingança, obrigava ele a ir e, claro, toda vez que a gente ia, ela sempre dava um jeito de ser comida pelo Fernando ou pelo Juan ou por algum outro funcionário. No fim, acho que o departamento inteiro do meu pai comeu ela. Foi assim que ela se vingou de todo o sufoco que ele fez ela passar naquele dia, deixando todos os caras do escritório dele comerem ela. de cara.
Tô muito excitado, então vou contar como peguei minha mãe de novo fodendo com o filho da vizinha! Foi muito excitante porque o moleque tem só dezenove anos. Como aconteceu? Vou te contar:
Uns dias atrás, contei numa das minhas mensagens que agora no verão minha mãe passa o dia inteiro tomando sol no jardim praticamente nua, e até alguns dias totalmente pelada. Pois bem, na sexta passada, enquanto eu tava espiando minha mãe de um dos quartos da casa (o jardim ficava embaixo da janela), me deu na telha de virar um pouco o olhar e o que vi? Nada menos que o filho da vizinha agachado na sacada, também observando minha mãe pelada.
O garoto em questão se chama Alberto, fez dezenove anos agora, é bonitinho, alto, embora tenha o cabelo meio comprido e é muito esportista, então tá em boa forma física, mas o que mais me chamou a atenção naquele momento foi a pica enorme que ele tava segurando entre as mãos, esfregando pra cima e pra baixo numa punheta descomunal.
Ele tava se masturbando olhando pra minha mãe! Aquilo me excitou pra caralho. De onde o moleque tava, ele tinha uma bela vista da minha mãe, porque agora a gente mora num condomínio de casas geminadas de três andares. A casa do Alberto é a que fica colada na nossa, e como o quarto dele é no terceiro andar e tem sacada, de lá de cima ele curtia uma vista perfeita da minha mãe tomando sol lá embaixo no jardim.
A verdade é que me excitou muito ver o Alberto batendo uma em homenagem à minha mãe. A pica dele ficou bem grossa, e ele tava socando com um frenesi danado até gozar, soltando uma porrada de porra.
No dia seguinte, a cena se repetiu. Minha mãe saiu pra tomar sol, e eu, que tava de olho, vi como logo o Alberto apareceu na sacada dele e começou a bater uma olhando pra minha mãe. Tudo rolou igual ao dia anterior, só que dessa vez, quando ele gozou, o pobre do Alberto Não conseguiu segurar um gritinho de prazer e minha mãe descobriu. Ela olhou pra cima e, se cobrindo enquanto se sentava, disse: "Alberto? É você, Alberto?". Alberto se levantou todo sem graça, tentando disfarçar. "É... oi... eu... acabei de sair e..." disse ele. Mas por mais que tentasse disfarçar, ainda era bem evidente o volume que o pau dele fazia na calça de moletom, porque ele ainda não tinha broxado de vez e a mancha de porra que destacava claramente naquela calça azul escura. Até minha mãe conseguia ver lá de baixo. Eu vi que minha mãe parecia interessada e, como já conheço ela bem a essa altura, percebi que também estava muito excitada. Ela tentou minimizar a situação começando uma conversa besta com o Alberto e descobriu os peitos de novo, deixando-os à mostra. Diante daquilo, o pau do Alberto inchou de novo, e o pobre coitado não teve escolha a não ser se despedir às pressas e voltar pra casa dele. Acho que foi direto bater mais uma punheta.
Eu sabia que minha mãe já tinha de olho no Alberto e que não demoraria pra tentar alguma coisa. Meu irmão estava fora, passando o fim de semana na praia com uns amigos, e só voltava à noite. E eu sabia que no dia seguinte meu pai ia com minha irmã e uns parentes passar o dia num lugar perto de Jaca. Eu, por minha vez, tinha combinado com um amigo de ir ao cinema, então minha mãe ia ficar sozinha em casa. Eu senti que naquele dia ia rolar alguma coisa, então liguei pro meu amigo e falei que não podia ir ao cinema, mas não contei nada em casa pra minha mãe continuar achando que eu tinha planos.
No dia seguinte, ou seja, ontem, domingo, meu pai e minha irmã foram logo de manhã encontrar nossos parentes em Jaca. Pouco depois do almoço, me despedi da minha mãe dizendo que já ia pro cinema. Bati a porta com força, mas não saí de casa; fiquei lá dentro e me escondi na garagem, que tem uma porta que... comunica com o interior da casa, ao lado da entrada.
Não precisei esperar muito. Logo ouvi minha mãe pegar o telefone e ligar pro Alberto, pedindo pra ele passar um tempinho em casa. Em menos de um minuto, o Alberto chegou. Minha mãe mandou ele entrar e eu ouvi os dois subindo as escadas. Esperei um pouco e saí com cuidado. De repente, apareceu o nosso cachorro e eu quase fui descoberto, mas coloquei ele na garagem sem fazer barulho. Aí subi também. Ouvi vozes vindo do quarto dos meus pais.
Subi com cuidado e me escondi deitado no patamar da escada. Como a porta do quarto tava aberta, dava pra ver tudo pelo vão da escada. Minha mãe e o Alberto estavam sentados na beira da cama.
"Não seja tímido – ela tava dizendo pra ele – Ontem eu vi o que você tava fazendo e não tem motivo pra se envergonhar. Na sua idade, é normal ter vontade... Vi como você olhava pra minhas tetas, cê gosta delas?". "Muito", ele respondeu. "Cê gostaria de apalpar elas?" perguntou minha mãe. Ele disse: "Sim, adoraria". "Então toma!" falou minha mãe e abriu o roupão, oferecendo as tetas pra ele apalpar à vontade.
O Alberto começou a pegar nas tetas dela com força, parecia que já tinha perdido toda a timidez. Ele apertava e amassava com vontade enquanto minha mãe fechava os olhos e gemia. "Ah... cê tá destruindo elas. Mas continua, continua... já ficou com tesão? Tá doendo seu pau? Fala, tá doendo?". "Tá", ele disse. "Meu pobrezinho – falou minha mãe – Vamos ter que dar um jeito nisso..."
O pau dele já tava durasso e, pelo volume que fazia, parecia que queria escapar sozinho da bermuda de esporte. Minha mãe colocou o Alberto de pé na frente dela, sentada na cama, e puxou a bermuda pra baixo, apalpou o pau por cima da cueca e depois tirou ele, deixando se esticar todo na frente do rosto dela.
Minha mãe acariciou o pau dele, passando ele pelas bochechas dela de ponta a ponta. Aí Ela agarrou com as mãos e perguntou ao Alberto: "Me diz, alguém já te chupou a buceta?" "Não", respondeu Alberto. "Você quer que eu chupe a sua?" perguntou minha mãe de novo. "Sim", ele respondeu e se aproximou, colocando a pica na frente dela como se quisesse que ela já pusesse a boca naquele pau duro. Então minha mãe aproximou os lábios e enfiou ele inteiro na boca. Depois começou a percorrer ele com os lábios de cima a baixo em todo o comprimento, devagar, como se estivesse saboreando.
Alberto gemia e suspirava. Minha mãe perguntava: "Você gosta? Gosta de como eu te chupo?" e Alberto respondia: "Sim, continua, continua... não para, por favor" e minha mãe seguia com o boquete. Não demorou muito nisso e Alberto gozou. Minha mãe pareceu surpresa com a rapidez que a descarga veio, mas não tirou a boca e engoliu toda a porra.
"Caramba – minha mãe disse pra ele – você foi muito rápido". Alberto parecia envergonhado, mas minha mãe falou: "Não se preocupa, isso tem jeito" e então começou a chupar ele de novo até que ele endureceu outra vez, o que não demorou nada.
Então minha mãe perguntou: "Você já comeu alguém alguma vez?" Alberto admitiu com vergonha que não, que ainda era virgem. Minha mãe disse: "Bom, não se preocupa, eu vou te ensinar. Vou te ensinar a gozar com a minha pussy".
Num piscar de olhos, minha mãe tirou o roupão e ficou completamente nua na cama, com as pernas abertas e a pussy também aberta de par em par. "Olha – ela disse pro Alberto – Olha a minha pussy. Tá toda molhada. Tá morrendo de vontade de ser comida. E aí? O que você acha? Quer me foder?" "Sim! Sim, quero te foder! Quero enfiar tudo na sua pussy!" exclamou Alberto, se jogando em cima dela e começando a morder os peitos dela. Eu me inclinei um pouco mais e pude ver como minha mãe pegava a pica dele por baixo e guiava pra dentro da sua racha quente. "Empurra! – ela gritou – Fode, Alberto, fode!"
Dava pra ver que era a primeira vez dele e que o moleque já tava Não aguentava mais. Toda a força do pau dele entrou violentamente na racha da minha mãe, até o fundo, e começou a entrar e sair da buceta dela com pressa. Parecia um touro com a vara entrando e saindo na buceta dela. Porra, como o desgraçado metia! Será que tava enfiando até os ovos?
"Você gosta, meu bem? Gosta da minha buceta?" perguntava minha mãe enquanto não parava de gemer. "Sim, eu gosto! Eu gosto! — exclamou ele com a voz abafada — Que prazer que me dá!" "Continua empurrando! Continua me fodendo, Alberto!" dizia minha mãe.
Como ele tinha gozado fazia pouco, agora o moleque aguentou bem mais, para alegria e prazer da minha mãe. Minha mãe tava gozando como uma verdadeira puta, porque não era todo dia que tinha a chance de comer um pau tão jovem e duro como o do Alberto. Além disso, o garoto tava se desabafando com vontade, já que era a primeira vez que ele comia alguém, e metia como se a vida dele dependesse daquilo.
Senti uma onda de ciúmes e também de inveja — filho da puta sortudo! Lá estava o arrombado, com só dezenove anos, comendo minha mãe à vontade, e ela gozando como se nunca tivesse levado um bom pau. Apesar do ciúme e da inveja, devo admitir que também tava muito excitado com a cena.
Depois de um bom tempo metendo nela igual um bicho, Alberto soltou um ronco abafado e começou a gozar — e que gozada, mano! O pau dele parecia uma cachoeira de porra que começou a transbordar pela buceta da minha mãe. Parecia que o pau dele era uma fonte. Minha mãe apertou ele contra as coxas dela, levantou a bunda e gozou soltando gemidos de prazer. Aí ele tirou o pau de dentro. Ainda saíam umas gotas brancas da ponta da cabeça dele, e ele continuou soltando porra por uns segundos.
"E aí? Gostou, Alberto?" perguntou minha mãe. "Foi fantástico!" respondeu ele. "Então, se quiser, pode me foder todas as vezes que quiser. Você ainda tem muito que aprender, e se quiser, eu posso te ensinar tudo isso. coisas. Quer?", disse minha mãe. "Sim! Sim, quero!", ele respondeu. "Bom – disse minha mãe – mas vamos ter que tomar muito cuidado, porque se descobrirem, vai dar uma puta merda. Meu marido não ia gostar nada, e acho que seus pais também não, então vamos ter que tomar muito, mas muito cuidado, entendeu, né?". Alberto disse que sim, que entendia e que não se preocupasse, que não contaria pra ninguém e que tomaria todo cuidado. "Beleza – ela disse pra ele – Então volta pra sua casa, senão sua mãe vai desconfiar. E não se preocupa que eu te ligo."
Corri pra me esconder antes que Alberto me visse. Desci as escadas correndo e voltei pra garagem até ouvir Alberto indo embora, e aí bati uma punheta lembrando de tudo que tinha acabado de ver.
E isso foi só ontem!!
Vou continuar contando sobre a puta da minha mãe com Alberto, o filho da vizinha. A putaria entre os dois tá rolando solta. Já peguei eles fodendo duas vezes, porque o pobre do Alberto tá louco pela minha mãe, e desde que comeu ela na primeira vez, tava doido pra meter de novo. Minha mãe também tava doida pra provar o pau dele de novo, mas não tiveram sorte, porque naquela semana todo mundo tava em casa e eles não achavam chance pra transar de novo. Finalmente, vi minha mãe puxar Alberto de lado e falar algo. Não consegui ouvir o que era, mas não liguei, porque sabia que se não perdesse minha mãe de vista, não ia perder o que ia rolar.
No mesmo dia, quinta-feira à tarde, vi pela sacada minha mãe saindo de casa e Alberto saindo da dele, e juntos foram pra um terreno baldio perto da nossa casa. Esperei um pouco e segui eles de longe. Tive que ser bem cuidadoso, porque eles viviam virando pra ver se alguém tava seguindo. Entraram no terreno baldio e vi eles subirem um barranco e sumirem do outro lado. Quando cheguei lá, me espichei e vi que eles estavam bem debaixo de mim, do outro lado do barranco. Alberto já ele tinha baixado as calças e minha mãe já estava chupando a pica dele.
Alberto estava com os olhos semicerrados e não parava de suspirar de prazer pela chupada que a boceta da minha mãe estava dando nele, e não era pra menos, porque se tem uma coisa que minha mãe sabe fazer maravilhosamente bem é chupar pica. Muitas vezes pensei que se ela cozinhasse tão bem quanto chupa uma pica, outro galo cantaria pra nós.
O caso é que minha mãe estava comendo ele direitinho, aí tirou a pica da boca e disse pro Alberto: "Vamos. Não temos muito tempo... vai, me fode..." e se colocou de quatro no chão, levantando a saia até a cintura. Ela não estava de calcinha, então quando levantou a saia, deixou a bunda e a racha dela totalmente à mostra.
Quando viu aquilo, Alberto ficou frenético, mas estava muito nervoso e não parava de olhar pra todos os lados com medo de ser descoberto. "Vai, bobo, não se preocupa — minha mãe o encorajou — o que você está esperando? Não queria me foder? Então vamos, que não tenho o dia todo... enfia a pica que eu tô com tesão...".
Aquilo decidiu Alberto, que se posicionou atrás dela e enfiou a pica dentro, começando a foder ela rapidinho. Minha mãe começou a gemer de prazer, dizendo: "Ai, sim... assim, meu amor, assim... continua, continua..." e ele, que parecia alucinado, fodía ela cada vez mais rápido. Estavam trepando feito coelhos.
Eu tirei a pica e comecei a bater uma punheta ali mesmo, vendo as enfiadas que Alberto dava na minha mãe. Dava pra ver que o coitado devia estar muito tarado e precisando desabafar, porque parecia alucinado, e a puta da minha mãe adorava aquilo, pois dizia: "Assim, Alberto, assim... forte, forte...".
Pouco depois, Alberto soltou um "Aaaaggghhh!" e eu vi ele gozar, soltando uma porrada de leite na buceta da minha mãe.
Assim que vi que tinham terminado, corri pra me esconder, porque estávamos num terreno baldio e se eles saíssem cedo demais, me veriam. Corri sem fazer barulho e me meti debaixo do barranco mais próximo, e de lá vi Pouco depois, minha mãe e Alberto saíram de onde estavam escondidos. Minha mãe estava alisando a saia e sacudindo a terra que tinha ficado nos joelhos. Depois vi eles se separarem e cada um ir para sua casa. Fiquei lá mais um tempo para terminar a punheta que não tinha tido tempo de acabar e, assim que gozei abundantemente à saúde da minha mãe, voltei para casa também. Minha mãe estava lá. Ainda não tinha se trocado, e me excitava pra caralho saber que debaixo da saia ela não estava de calcinha e que com certeza ainda tinha a porra do Alberto escorrendo pela buceta dela.
Agora Alberto come minha mãe com frequência, porque quando não dá pra fazer em casa, eles vão para o descampado e lá transam como uns desesperados, sem se importar se alguém pode descobri-los, mas acho que isso talvez dá mais tesão neles e deixa minha mãe mais cachorra. Já vi eles outras vezes, e agora vou te contar como Alberto comeu minha mãe pelo cu pela primeira vez, que é como ela mais gosta.
Nesta segunda-feira passada, eles conseguiram se encontrar em casa porque todo mundo estava fora. Eu também falei que ia sair, mas fiquei escondido dentro da garagem como da outra vez, esperando o Alberto chegar. Ele não demorou muito e, assim que ouvi eles subindo para o quarto, fui atrás. Espiei pelo vão da escada e vi que minha mãe já estava nua, tinha abaixado o short e a cueca do Alberto, e estava segurando o pau dele já duro nas mãos, massageando para cima e para baixo, fazendo uma punheta. Então, quando minha mãe deve ter considerado que ele já estava duro o suficiente, disse: "Bom, o que você quer fazer agora? Quer que eu te faça um boquete bem gostoso ou prefere começar a foder?"
Alberto parecia meio na dúvida e envergonhado. "Bom – disse ele timidamente –, estava pensando que talvez... se você não for contra... a gente poderia..." e travou, ficando vermelho que nem um tomate. "O quê? – apressou ele minha Mãe — vamos, fala logo, não se preocupa que eu não vou me escandalizar. Mesmo que você não acredite, eu já fiz de quase tudo... vamos, do que se trata? Chuva dourada, spanking, um pouco de sadomasô? Vamos, fala, querido, eu já fiz quase tudo..."
Ele pareceu muito surpreso com as palavras dela, como se não pudesse acreditar na puta que minha mãe era. Claro que ele não sabia, como eu sabia, que minha mãe tinha trabalhado como puta e poucas coisas ela não tinha experimentado.
O caso é que aquelas palavras o animaram e, enquanto balançava a cabeça negando, disse: "Não, não, nada disso. — engoliu saliva — Eu estava me perguntando se... bom, se a gente podia praticar sexo anal... vi numa revista e..."
Minha mãe caiu na risada. "Era só isso? — disse pra ele — Quer me dar no cu?" Ele assentiu. "Claro que pode me dar no cu, querido! — disse minha mãe — Já experimentei antes, sabia? Muitas vezes. E adoro que me dêem no cu, sempre gosto de levar uma boa enculada!" Então minha mãe ficou de quatro na cama com a bunda virada pra ele e disse: "Vamos, querido! Mete no meu cu!"
Alberto se agitou nervoso. Tinha a piroca dura e ereta. "Mas... não vou te machucar?" perguntou. "Você não se preocupa e mete" animou minha mãe. "Não tenho certeza se sei o que fazer..." disse Alberto enquanto se aproximava da bunda da minha mãe com a piroca em riste.
Minha mãe se virou e esticou a mão pra trás, pegando a piroca dele e colocando na entrada do cu dela. "É muito fácil, vai ver — disse pra ele — Você só fode meu cu como fode minha buceta. Simplesmente mete sua piroca e empurra!"
Alberto obedeceu e empurrou com a piroca, metendo tudo dentro do cu de uma vez só. Minha mãe soltou um gemido de prazer. Alberto se agarrou nos quadris da minha mãe e juntou os dele contra as nádegas dela, enfiando a piroca até o fundo do cu. Minha mãe gemia, respirando pelo nariz e franzindo os lábios enquanto aguentava a pressão da piroca no cu dela. cu.
"Já era!", –disse ele, como surpreso– "tô com meu pau no teu cu!". "Tá gostando?" perguntou minha mãe. "Sim!", respondeu ele. "Então, agora fode ele! Me dá no cu, Alberto! Me come com força!".
Ele começou a bombear o cu dela freneticamente, enfiando uma vez atrás da outra no cu da minha mãe. As bombadas eram rápidas e fortes, e minha mãe se estremecia e gritava de prazer. O pau dele deslizava pra dentro e pra fora do cu da minha mãe como um pistão na potência máxima, e ela tava adorando, pode crer que sim. "Como essa puta se diverte! –pensei– Como ela gosta de levar no cu!" e eu também adoro ver minha mãe sendo comida no cu.
Alberto continuou metendo o pau duro, movendo cada vez mais rápido pra dentro e pra fora do cu da minha mãe. Era uma daquelas sessões loucas e rápidas de "me fode o cu" que minha mãe tanto curtia e que eu já tinha visto várias vezes com vários caras, e ela sempre se acabava de tesão.
Depois de uns minutos bombando ela assim, Alberto começou a gritar enquanto gozava, e minha mãe gritou também. Certeza que gozaram juntos. Alberto começou a gozar dentro do cu da minha mãe, mas aí, como se não aguentasse mais, tirou o pau e começou a soltar jato atrás de jato de porra nas costas dela. Saía com tanta força que alguns respingos chegaram até no cabelo dela e sujaram toda a colcha da cama. Sei disso porque minha mãe teve que lavar depois.
Finalmente Alberto ficou exausto, enquanto a porra escorria pelo cu e pelas costas da minha mãe. "E aí?" –ela perguntou– "Gostou? Ficou satisfeito?". Alberto disse que sim e agradeceu por ela ter deixado ele comer o cu dela. Minha mãe perguntou se ele queria repetir outra hora, e Alberto respondeu que claro. Então minha mãe disse que ele podia foder o cu dela quantas vezes quisesse, e que quanto mais melhor, porque era assim que ela mais gostava. pelo cu.
Depois disso, descansaram um pouco e depois voltaram a foder mais uma vez, mas dessa vez de forma normal, pela buceta. E depois disso, Alberto se vestiu e voltou pra casa dele.
Eu voltei a me enfiar na garagem, bati umas duas punhetas e depois saí de casa silenciosamente enquanto minha mãe estava tomando banho.
A puta da minha mãe vive dando sem parar quase todo dia com meu vizinho Alberto. Na maioria das vezes, eles vão pro terreno baldio do lado de casa e lá se aliviam trepando feito coelhos. Eu tô curtindo pra caralho com tudo isso. Mesmo já sabendo o quanto minha mãe é uma vagabunda, ela nunca deixa de me surpreender.
Eu passo os dias numa excitação constante, esperando que Alberto coma ela de novo, e não costumo ter que esperar muito pra ver.
Além disso, desde que minha mãe ensinou as delícias do sexo anal pra ele, agora ele fode ela pelo cu sempre que pode, e minha mãe adora isso, e eu também. Gosto de ver como enfiam o rabo na minha mãe e adoro ouvir ela gemer de prazer, a puta, enquanto metem por trás, e o fato de fazerem ao ar livre dá um tesão especial.
Outro dia, por exemplo. Eles tinham saído pra foder no terreno baldio, no lugar de sempre, debaixo daquele barranco que te falei. Minha mãe tinha aberto a blusa e tirado os peitos pra fora pra Alberto apalpar e chupar à vontade.
Alberto ficava louco com os peitos da minha mãe, era algo que eu já tinha notado outras vezes. Ele se jogou neles como um desesperado e começou a apertar e amassar com frenesi. Depois, pegava eles com as mãos e enfiava o máximo possível na boca, dando uns chupões enormes. Primeiro num peito, depois no outro. Minha mãe ria e curtia a chupada de peitos que Alberto dava nela, e eu pude ver que, quando Alberto tirou os peitos da boca, minha mãe tinha os mamilos totalmente duros e eretos, apontando pra fora como se quisessem escapulir. Ao ver como minha mãe gozava com aquilo, não pude deixar de rir, já que a putinha não deixa nem meu pai tocar nelas, porque quando ele tenta, ela diz que tem os peitos e os bicos muito sensíveis e que quando tocam nela, dói — e o corno do meu pai acredita! Se ele soubesse quantos homens já chuparam as tetas da mulherzinha dele! Ha ha!
Aquela chupada de peitos deixou o Alberto muito excitado, de modo que quando minha mãe puxou a rola pra fora e começou a fazer um boquete, ele já tava bem louco. Na real, a rola já tava dura pra caralho quando ela tirou da calça dele e começou a dar umas chupadas monumentais, mas logo o Alberto teve que pedir pra ela parar de chupar, porque senão ele ia gozar muito rápido na boca dela, e ele não queria gozar ali — disse que tava guardando a porra pra meter no cu, onde ela gosta.
Quando ouviu isso, minha mãe brilhou os olhos com a possibilidade de levar uma boa fodida anal e parou de mamar na hora. "Você é um safado, Alberto. — disse ela — Mas tudo bem, tudo bem... se é isso que você quer..." e se ajoelhou de quatro no chão com a bunda virada pra ele. A rabuda! Como se ela não gostasse!
Alberto se posicionou atrás dela e enfiou a rola no cu dela de uma vez, e então começou a meter forte, sem piedade, porque depois de várias fodidas ele já sabia que era assim que ela gostava.
O negócio é que ele já tava metendo no cu dela que nem um louco fazia um tempo, quando de repente ouviu um barulho perto. Eu me assustei e levantei um pouco a cabeça pra ver quem era. Era um homem que tinha saído pra passear com o cachorro no terreno baldio. Tava bem longe, mas tinha tirado a coleira do cachorro pra ele correr solto e se distraía jogando paus e pedras pra longe pro cachorro ir buscar. O barulho que a gente ouviu era do pau que tinha caído. perto de onde minha mãe estava com Alberto e o barulho que o cachorro tinha feito ao correr pra pegar o graveto.
Eles, mesmo absortos na putaria, também tinham ouvido o barulho, mas, diferente de mim, não sabiam o que era. Minha mãe foi quem mais se assustou e tentou se levantar, mas Alberto não deixou e a manteve presa no chão, colocando um braço nas costas dela enquanto continuava metendo no cu dela sem parar.
"Mas o que você tá fazendo? – disse minha mãe, nervosa – Você não ouviu? Para! Tá vindo gente!" Mas Alberto não deu bola e continuou metendo. "Não me fode! – ele cuspiu – Agora não posso parar! Tô quase gozando!"
"Você é louco? – disse minha mãe – Vão nos descobrir!" "Tô nem aí! – ele respondeu, todo ofegante, enquanto continuava segurando ela – Tô te falando... tô quase lá... você é uma provocadora de pau... não pode me deixar com o pau assim... tenho que gozar no seu cu..."
Minha mãe tentou se levantar de novo, mas ele se jogou com todo o peso nas costas dela, mantendo-a presa, e continuou bombando o cu dela sem parar. "Fica quieta! – ele disse – Quanto mais colaborar, mais cedo a gente acaba."
Devo admitir que a situação era muito excitante. O homem ainda estava longe o suficiente, mas eles não sabiam, porque os barulhos que ouviam eram do cachorro correndo pra lá e pra cá. Mesmo assim, cada vez que ele jogava o graveto, o homem avançava vários metros, e se minha mãe e Alberto não se apressassem pra terminar a trepada, aí sim corriam o risco de serem descobertos.
Minha mãe parou de resistir e aceitou que Alberto continuasse bombando o cu dela à vontade, apesar dos barulhos. Além disso, começou a mexer a bunda pra frente e pra trás, colaborando também na foda pra Alberto gozar mais rápido. "Vai, vai! – ela apressava – Se apressa, filho da puta, mete mais rápido, vai. Dá sua porra, Alberto, vamos, goza no meu cu."
Felizmente, Alberto tinha razão, o pau dele tava a ponto. "Já vou, puta, já vou. Como eu Tô gozando..." – dizia Alberto, cada vez mais sem fôlego – "Tô gozando! Tô gozando! Toma! Toma, aí, aaaahhhh!". O coitado do Alberto soltou toda a porra dele dentro do cu da minha mãe, exatamente como ele queria.
Terminaram bem na hora, porque o homem e o cachorro estavam a poucos metros. Mesmo assim, ainda sobrou um tempinho. Por um momento, eu queria ter visto o que teria acontecido se eles fossem descobertos. Queria ter visto a cara daquele homem ao encontrar minha mãe pelada e sendo comida pelo cu no meio do descampado. Minha mãe se levantou, baixou a saia rapidinho e abotoou a blusa, escondendo os peitos, enquanto Alberto guardou o pau e subiu a calça. Depois saíram do barranco, ela primeiro e ele um pouco depois, tentando fingir que nada tinha acontecido. O homem olhou pra eles por um instante, mas não pareceu desconfiar do que tinham feito.
Eu fiquei escondido por mais alguns minutos, o suficiente pra gozar na punheta que tinha começado enquanto via minha mãe e Alberto. O homem já tinha passado e não me viu, então não teve problema. Foi uma punheta muito gostosa e, igual ao Alberto, eu também soltei uma boa carga de porra em homenagem à minha mãe.
Foi uma situação das mais excitantes e taradas, e ela também deve ter achado a mesma coisa, porque cê acha que, depois do que aconteceu, eles pararam de trepar no mesmo lugar? Qual o quê! A putinha continua indo lá igual uma cadela no cio pra receber a boa ração de foda, seja por frente ou por trás.
A coisa começou muito mal, porque durante o almoço meu pai começou a beber mais do que devia. Fazia muito sol e calor, e o vinho e a sangria subiam rápido pra cabeça. Meu pai começou a beber demais e a se comportar de um jeito que minha mãe considerou "pouco digno pra posição dele". Ela não parava de repreender ele, mas meu pai não ligava e continuava.
No fim, minha mãe ficou tão puta que decidiu ignorar ele e começou a beber também. Aí ela começou a paquerar com Fernando e Juan, que tinham se sentado, acho que de propósito, do lado dela. Acho que ela começou a paquerar com eles pra irritar meu pai e fazer ele se concentrar nela, pra parar de beber e de fazer papel de idiota, mas não adiantou nada, ele nem ligou, o que deixou minha mãe ainda mais puta e fez com que ela paquerasse ainda mais os dois caras, chegando até a provocar eles.
Mas o pior pra minha mãe ainda estava por vir. Foi quando, depois do almoço, começou a capeia, ou seja, a corrida com as vaquinhas. Meu pai pulou na arena sem que minha mãe conseguisse impedir, e lá aconteceu o que tinha que acontecer: meu pai, que tinha bebido pra caralho e não tava com muita coordenação, foi jogado no chão por uma vaquinha logo de cara. Não se machucou, mas rasgou a calça. Mesmo assim, não quis sair. mas ficou teimosamente no pequeno terreiro. Minha mãe, que também não tinha parado de beber durante todo o incidente, não aguentou mais e se levantou para ir embora dali e, ao fazer isso, cambaleou um pouco. Fernando e Juan, que tinham voltado a sentar ao lado dela, se levantaram na hora e a seguraram. Minha mãe os afastou e disse que precisava ir fazer xixi. Aquilo era no meio do mato e não tinha banheiro, então quem quisesse fazer suas necessidades não tinha jeito senão se afastar um pouco entre as árvores e arbustos e fazer ao ar livre. Minha mãe se dirigiu ao bosque e pouco depois Fernando e Juan a seguiram. Eu senti o que ia rolar e também fui atrás. Me aproximei com cuidado e vi que minha mãe estava entre as árvores mijando de cócoras e que Fernando e Juan estavam perto olhando ela. Quando minha mãe terminou de mijar, tirou um lenço de papel da bolsa e começou a se secar a buceta. Foi aí que os viu. "O que vocês estão fazendo aí olhando?" disse ela. A voz dela estava embargada pelo álcool. "Vem cá – disse ela – o que foi? É que não querem foder a mulher do chefe de vocês? Olha o que eu tenho pra vocês" e levantou de vez a saia do vestido, deixando eles verem completamente a buceta dela. Não precisou dizer mais nada. Os dois homens se jogaram em cima dela e quando chegaram perto, a levantaram e, enquanto um a apalpava por baixo da saia, o outro abria a blusa dela e tirava os peitos pra fora, apalpando eles. Agarraram ela entre os dois sem parar de apalpar e procuravam a boca dela, beijando e enfiando a língua pra dentro. Minha mãe se soltou deles e disse: "Vamos, rapazes. Tirem a pica pra fora. Vocês vão ver como a mulher do chefe de vocês chupa." Os dois homens se olharam rindo, como se não pudessem acreditar na sorte que tinham, e então abriram as calças, baixando elas junto com as cuecas até o joelho e tirando as picas pra fora. Minha mãe se ajoelhou entre eles e começou a chupar as picas deles. picas. Ia alternando entre um e outro. Metia o de um na boca enquanto com a mão continuava acariciando a pica do outro e, depois de um tempo, tirava a pica da boca e começava a chupar o outro homem.
Os dois homens estavam encantados, não paravam de gemer. Quando minha mãe estava chupando o Juan, o Fernando disse pra ele: "Essa puta chupa bem, hein?". "É uma chupadora do caralho – respondeu o outro – ela faz maravilhas. Ahhhh...". Fernando agarrou ela pela cabeça e disse: "Vamos, agora é minha vez. Engole a pica, vai". Minha mãe obedeceu.
Juan começou a rir. "O que foi?", perguntou Fernando. "Nada – respondeu o outro – é que eu tava pensando que o marido dela é um filho da puta no trabalho e agora a mulher dele também é uma puta". "É verdade!" disse Fernando e começou a rir também.
Juan disse: "Vega, agora come minha pica mais um pouco, vai, gostosa". Minha mãe tirou a pica do Fernando da boca e meteu a do Juan. Não dizia nada, só chupava e engolia pica.
Então, depois de ficar um tempo chupando os dois, ela se deitou no chão com a saia toda levantada e disse: "Vamos, quem vai ser o primeiro a foder a mulher do chefe de vocês?". "Eu! – disse Fernando – já que sou o mais velho" e se deitou no chão entre as pernas da minha mãe e meteu a pica dentro. Assim que ele meteu a pica dentro, minha mãe começou a se contorcer e gemer: "Ahhh sim... – ela dizia – isso aí, mete toda a sua pica dentro. Me fode, vamos, me fode".
Eu estava atrás deles, então só via as pernas abertas da minha mãe e a bunda do Fernando subindo e descendo enquanto enfiava a pica dentro. Minha mãe não parava de gemer. Enquanto isso, Juan continuava se acariciando a pica pra manter dura e incentivava o companheiro. "Isso aí! – ele dizia – Fode ela bem, vamos! Mete até o fundo!". Minha mãe não parava de dizer: "Ai, sim... ai, sim... continua, continua... não para... mete ela toda...".
Daí a pouco Fernando parou de foder ela. e se levantou. Ele já estava com o pau mole. Não dava pra ver direito de onde eu estava, mas com certeza minha mãe tinha a buceta cheia de porra dele. Então minha mãe ficou de quatro e disse pro Juan: "Vai, agora mete no meu cu. Assim vocês vão poder contar pros seus colegas que comeram a mulher do chefe de vocês em todos os buracos". Juan pareceu surpreso, mas minha mãe o incentivou: "O que você está esperando? Me enche o cu, vai! Me enche o cu!". "Isso! –disse Fernando– Come o cu dessa puta!".
Juan meteu o pau no cu da minha mãe e, mal tinha enfiado lá dentro, ela começou a gritar de tesão: "Aaaiii... uuufff... Assim! Isso, isso...! Me dá no cu! Dá no cu da mulher do seu chefe!". Juan começou a foder ela rápido pelo cu, mas minha mãe gritava tão alto que ele disse: "Não grita tanto, sua puta, que o corno do seu marido vai ouvir!". Minha mãe respondeu: "E daí? Melhor! Que ele ouça! Assim ele vai saber como se come uma mulher!".
Eu nunca tinha visto minha mãe tão puta da vida. Ela estava tão irritada que imagino que naquele dia ela não ligaria se meu pai a pegasse transando com os dois caras, nem que fosse só pra se vingar da vergonha que ele tinha feito ela passar. Felizmente, eles estavam longe o bastante e, com a bagunça da tourada na praça, ninguém ficou sabendo de nada.
Juan estava adorando poder comer minha mãe pelo cu, porque não parava de meter gostoso enquanto dizia: "Isso é demais... é... é muito bom... fantástico... que delícia... te comer pelo cu... olha, Fernando, olha como a puta tá gostando enquanto eu meto no cu dela... que pena que o corno do marido dela não tá vendo isso... queria que ele visse como a putinha da mulher dele goza enquanto eu arrebento o cu dela, né Fernando?". "Ah, sim –respondeu Fernando– ela tá gozando igual uma verdadeira gostosa".
Eu não via o rosto da minha mãe porque estava atrás deles, então só via o tal Juan ajoelhado atrás dela e metendo na buceta dela com movimentos rápidos de quadril, mas mesmo sem vê-la, não tinha dúvida de que o que Fernando dizia era verdade e que ela tava gozando igual uma louca.
Depois de ficar um tempão comendo ela por trás, Juan falou: "Caralho, vou gozar, vou gozar! Aaaaggghhh! Toma meu gozo no cu, Promiscuous!" e gozou.
Quando terminaram, se levantaram e subiram as calças enquanto minha mãe tirava uns lenços de papel da bolsa e limpava os restos de gozo que tinha na buceta e no cu.
Depois voltaram pra festa separados. Meu pai já tava mais calmo e perguntou pra minha mãe onde ela tinha ido, que ele tinha procurado ela por um tempão, e minha mãe respondeu puta da vida que tinha ido dar uma volta pra não ver mais o ridículo que ele tinha feito na praça. Quando minha mãe falou isso, meu pai não disse mais nada.
Quando a festa na praça acabou, todo mundo começou a arrumar as coisas e a entrar nos ônibus. A gente entrou no carro e foi embora. Felizmente, nessa altura, meu pai já tinha baixado bastante o álcool que tinha bebido.
Imagino que os dois funcionários que tinham comido minha mãe comentariam com os colegas o quão puta ela era, mas se o boato se espalhou pela empresa, meu pai não ficou sabendo ou não quis dar bola, sei lá. Mas posso te garantir que minha mãe nunca mais faltou a nenhuma festa, e embora agora fosse meu pai quem não queria ir, porque depois contaram pra ele o ridículo que ele tinha feito, era minha mãe quem, como vingança, obrigava ele a ir e, claro, toda vez que a gente ia, ela sempre dava um jeito de ser comida pelo Fernando ou pelo Juan ou por algum outro funcionário. No fim, acho que o departamento inteiro do meu pai comeu ela. Foi assim que ela se vingou de todo o sufoco que ele fez ela passar naquele dia, deixando todos os caras do escritório dele comerem ela. de cara.
Tô muito excitado, então vou contar como peguei minha mãe de novo fodendo com o filho da vizinha! Foi muito excitante porque o moleque tem só dezenove anos. Como aconteceu? Vou te contar:
Uns dias atrás, contei numa das minhas mensagens que agora no verão minha mãe passa o dia inteiro tomando sol no jardim praticamente nua, e até alguns dias totalmente pelada. Pois bem, na sexta passada, enquanto eu tava espiando minha mãe de um dos quartos da casa (o jardim ficava embaixo da janela), me deu na telha de virar um pouco o olhar e o que vi? Nada menos que o filho da vizinha agachado na sacada, também observando minha mãe pelada.
O garoto em questão se chama Alberto, fez dezenove anos agora, é bonitinho, alto, embora tenha o cabelo meio comprido e é muito esportista, então tá em boa forma física, mas o que mais me chamou a atenção naquele momento foi a pica enorme que ele tava segurando entre as mãos, esfregando pra cima e pra baixo numa punheta descomunal.
Ele tava se masturbando olhando pra minha mãe! Aquilo me excitou pra caralho. De onde o moleque tava, ele tinha uma bela vista da minha mãe, porque agora a gente mora num condomínio de casas geminadas de três andares. A casa do Alberto é a que fica colada na nossa, e como o quarto dele é no terceiro andar e tem sacada, de lá de cima ele curtia uma vista perfeita da minha mãe tomando sol lá embaixo no jardim.
A verdade é que me excitou muito ver o Alberto batendo uma em homenagem à minha mãe. A pica dele ficou bem grossa, e ele tava socando com um frenesi danado até gozar, soltando uma porrada de porra.
No dia seguinte, a cena se repetiu. Minha mãe saiu pra tomar sol, e eu, que tava de olho, vi como logo o Alberto apareceu na sacada dele e começou a bater uma olhando pra minha mãe. Tudo rolou igual ao dia anterior, só que dessa vez, quando ele gozou, o pobre do Alberto Não conseguiu segurar um gritinho de prazer e minha mãe descobriu. Ela olhou pra cima e, se cobrindo enquanto se sentava, disse: "Alberto? É você, Alberto?". Alberto se levantou todo sem graça, tentando disfarçar. "É... oi... eu... acabei de sair e..." disse ele. Mas por mais que tentasse disfarçar, ainda era bem evidente o volume que o pau dele fazia na calça de moletom, porque ele ainda não tinha broxado de vez e a mancha de porra que destacava claramente naquela calça azul escura. Até minha mãe conseguia ver lá de baixo. Eu vi que minha mãe parecia interessada e, como já conheço ela bem a essa altura, percebi que também estava muito excitada. Ela tentou minimizar a situação começando uma conversa besta com o Alberto e descobriu os peitos de novo, deixando-os à mostra. Diante daquilo, o pau do Alberto inchou de novo, e o pobre coitado não teve escolha a não ser se despedir às pressas e voltar pra casa dele. Acho que foi direto bater mais uma punheta.
Eu sabia que minha mãe já tinha de olho no Alberto e que não demoraria pra tentar alguma coisa. Meu irmão estava fora, passando o fim de semana na praia com uns amigos, e só voltava à noite. E eu sabia que no dia seguinte meu pai ia com minha irmã e uns parentes passar o dia num lugar perto de Jaca. Eu, por minha vez, tinha combinado com um amigo de ir ao cinema, então minha mãe ia ficar sozinha em casa. Eu senti que naquele dia ia rolar alguma coisa, então liguei pro meu amigo e falei que não podia ir ao cinema, mas não contei nada em casa pra minha mãe continuar achando que eu tinha planos.
No dia seguinte, ou seja, ontem, domingo, meu pai e minha irmã foram logo de manhã encontrar nossos parentes em Jaca. Pouco depois do almoço, me despedi da minha mãe dizendo que já ia pro cinema. Bati a porta com força, mas não saí de casa; fiquei lá dentro e me escondi na garagem, que tem uma porta que... comunica com o interior da casa, ao lado da entrada.
Não precisei esperar muito. Logo ouvi minha mãe pegar o telefone e ligar pro Alberto, pedindo pra ele passar um tempinho em casa. Em menos de um minuto, o Alberto chegou. Minha mãe mandou ele entrar e eu ouvi os dois subindo as escadas. Esperei um pouco e saí com cuidado. De repente, apareceu o nosso cachorro e eu quase fui descoberto, mas coloquei ele na garagem sem fazer barulho. Aí subi também. Ouvi vozes vindo do quarto dos meus pais.
Subi com cuidado e me escondi deitado no patamar da escada. Como a porta do quarto tava aberta, dava pra ver tudo pelo vão da escada. Minha mãe e o Alberto estavam sentados na beira da cama.
"Não seja tímido – ela tava dizendo pra ele – Ontem eu vi o que você tava fazendo e não tem motivo pra se envergonhar. Na sua idade, é normal ter vontade... Vi como você olhava pra minhas tetas, cê gosta delas?". "Muito", ele respondeu. "Cê gostaria de apalpar elas?" perguntou minha mãe. Ele disse: "Sim, adoraria". "Então toma!" falou minha mãe e abriu o roupão, oferecendo as tetas pra ele apalpar à vontade.
O Alberto começou a pegar nas tetas dela com força, parecia que já tinha perdido toda a timidez. Ele apertava e amassava com vontade enquanto minha mãe fechava os olhos e gemia. "Ah... cê tá destruindo elas. Mas continua, continua... já ficou com tesão? Tá doendo seu pau? Fala, tá doendo?". "Tá", ele disse. "Meu pobrezinho – falou minha mãe – Vamos ter que dar um jeito nisso..."
O pau dele já tava durasso e, pelo volume que fazia, parecia que queria escapar sozinho da bermuda de esporte. Minha mãe colocou o Alberto de pé na frente dela, sentada na cama, e puxou a bermuda pra baixo, apalpou o pau por cima da cueca e depois tirou ele, deixando se esticar todo na frente do rosto dela.
Minha mãe acariciou o pau dele, passando ele pelas bochechas dela de ponta a ponta. Aí Ela agarrou com as mãos e perguntou ao Alberto: "Me diz, alguém já te chupou a buceta?" "Não", respondeu Alberto. "Você quer que eu chupe a sua?" perguntou minha mãe de novo. "Sim", ele respondeu e se aproximou, colocando a pica na frente dela como se quisesse que ela já pusesse a boca naquele pau duro. Então minha mãe aproximou os lábios e enfiou ele inteiro na boca. Depois começou a percorrer ele com os lábios de cima a baixo em todo o comprimento, devagar, como se estivesse saboreando.
Alberto gemia e suspirava. Minha mãe perguntava: "Você gosta? Gosta de como eu te chupo?" e Alberto respondia: "Sim, continua, continua... não para, por favor" e minha mãe seguia com o boquete. Não demorou muito nisso e Alberto gozou. Minha mãe pareceu surpresa com a rapidez que a descarga veio, mas não tirou a boca e engoliu toda a porra.
"Caramba – minha mãe disse pra ele – você foi muito rápido". Alberto parecia envergonhado, mas minha mãe falou: "Não se preocupa, isso tem jeito" e então começou a chupar ele de novo até que ele endureceu outra vez, o que não demorou nada.
Então minha mãe perguntou: "Você já comeu alguém alguma vez?" Alberto admitiu com vergonha que não, que ainda era virgem. Minha mãe disse: "Bom, não se preocupa, eu vou te ensinar. Vou te ensinar a gozar com a minha pussy".
Num piscar de olhos, minha mãe tirou o roupão e ficou completamente nua na cama, com as pernas abertas e a pussy também aberta de par em par. "Olha – ela disse pro Alberto – Olha a minha pussy. Tá toda molhada. Tá morrendo de vontade de ser comida. E aí? O que você acha? Quer me foder?" "Sim! Sim, quero te foder! Quero enfiar tudo na sua pussy!" exclamou Alberto, se jogando em cima dela e começando a morder os peitos dela. Eu me inclinei um pouco mais e pude ver como minha mãe pegava a pica dele por baixo e guiava pra dentro da sua racha quente. "Empurra! – ela gritou – Fode, Alberto, fode!"
Dava pra ver que era a primeira vez dele e que o moleque já tava Não aguentava mais. Toda a força do pau dele entrou violentamente na racha da minha mãe, até o fundo, e começou a entrar e sair da buceta dela com pressa. Parecia um touro com a vara entrando e saindo na buceta dela. Porra, como o desgraçado metia! Será que tava enfiando até os ovos?
"Você gosta, meu bem? Gosta da minha buceta?" perguntava minha mãe enquanto não parava de gemer. "Sim, eu gosto! Eu gosto! — exclamou ele com a voz abafada — Que prazer que me dá!" "Continua empurrando! Continua me fodendo, Alberto!" dizia minha mãe.
Como ele tinha gozado fazia pouco, agora o moleque aguentou bem mais, para alegria e prazer da minha mãe. Minha mãe tava gozando como uma verdadeira puta, porque não era todo dia que tinha a chance de comer um pau tão jovem e duro como o do Alberto. Além disso, o garoto tava se desabafando com vontade, já que era a primeira vez que ele comia alguém, e metia como se a vida dele dependesse daquilo.
Senti uma onda de ciúmes e também de inveja — filho da puta sortudo! Lá estava o arrombado, com só dezenove anos, comendo minha mãe à vontade, e ela gozando como se nunca tivesse levado um bom pau. Apesar do ciúme e da inveja, devo admitir que também tava muito excitado com a cena.
Depois de um bom tempo metendo nela igual um bicho, Alberto soltou um ronco abafado e começou a gozar — e que gozada, mano! O pau dele parecia uma cachoeira de porra que começou a transbordar pela buceta da minha mãe. Parecia que o pau dele era uma fonte. Minha mãe apertou ele contra as coxas dela, levantou a bunda e gozou soltando gemidos de prazer. Aí ele tirou o pau de dentro. Ainda saíam umas gotas brancas da ponta da cabeça dele, e ele continuou soltando porra por uns segundos.
"E aí? Gostou, Alberto?" perguntou minha mãe. "Foi fantástico!" respondeu ele. "Então, se quiser, pode me foder todas as vezes que quiser. Você ainda tem muito que aprender, e se quiser, eu posso te ensinar tudo isso. coisas. Quer?", disse minha mãe. "Sim! Sim, quero!", ele respondeu. "Bom – disse minha mãe – mas vamos ter que tomar muito cuidado, porque se descobrirem, vai dar uma puta merda. Meu marido não ia gostar nada, e acho que seus pais também não, então vamos ter que tomar muito, mas muito cuidado, entendeu, né?". Alberto disse que sim, que entendia e que não se preocupasse, que não contaria pra ninguém e que tomaria todo cuidado. "Beleza – ela disse pra ele – Então volta pra sua casa, senão sua mãe vai desconfiar. E não se preocupa que eu te ligo."
Corri pra me esconder antes que Alberto me visse. Desci as escadas correndo e voltei pra garagem até ouvir Alberto indo embora, e aí bati uma punheta lembrando de tudo que tinha acabado de ver.
E isso foi só ontem!!
Vou continuar contando sobre a puta da minha mãe com Alberto, o filho da vizinha. A putaria entre os dois tá rolando solta. Já peguei eles fodendo duas vezes, porque o pobre do Alberto tá louco pela minha mãe, e desde que comeu ela na primeira vez, tava doido pra meter de novo. Minha mãe também tava doida pra provar o pau dele de novo, mas não tiveram sorte, porque naquela semana todo mundo tava em casa e eles não achavam chance pra transar de novo. Finalmente, vi minha mãe puxar Alberto de lado e falar algo. Não consegui ouvir o que era, mas não liguei, porque sabia que se não perdesse minha mãe de vista, não ia perder o que ia rolar.
No mesmo dia, quinta-feira à tarde, vi pela sacada minha mãe saindo de casa e Alberto saindo da dele, e juntos foram pra um terreno baldio perto da nossa casa. Esperei um pouco e segui eles de longe. Tive que ser bem cuidadoso, porque eles viviam virando pra ver se alguém tava seguindo. Entraram no terreno baldio e vi eles subirem um barranco e sumirem do outro lado. Quando cheguei lá, me espichei e vi que eles estavam bem debaixo de mim, do outro lado do barranco. Alberto já ele tinha baixado as calças e minha mãe já estava chupando a pica dele.
Alberto estava com os olhos semicerrados e não parava de suspirar de prazer pela chupada que a boceta da minha mãe estava dando nele, e não era pra menos, porque se tem uma coisa que minha mãe sabe fazer maravilhosamente bem é chupar pica. Muitas vezes pensei que se ela cozinhasse tão bem quanto chupa uma pica, outro galo cantaria pra nós.
O caso é que minha mãe estava comendo ele direitinho, aí tirou a pica da boca e disse pro Alberto: "Vamos. Não temos muito tempo... vai, me fode..." e se colocou de quatro no chão, levantando a saia até a cintura. Ela não estava de calcinha, então quando levantou a saia, deixou a bunda e a racha dela totalmente à mostra.
Quando viu aquilo, Alberto ficou frenético, mas estava muito nervoso e não parava de olhar pra todos os lados com medo de ser descoberto. "Vai, bobo, não se preocupa — minha mãe o encorajou — o que você está esperando? Não queria me foder? Então vamos, que não tenho o dia todo... enfia a pica que eu tô com tesão...".
Aquilo decidiu Alberto, que se posicionou atrás dela e enfiou a pica dentro, começando a foder ela rapidinho. Minha mãe começou a gemer de prazer, dizendo: "Ai, sim... assim, meu amor, assim... continua, continua..." e ele, que parecia alucinado, fodía ela cada vez mais rápido. Estavam trepando feito coelhos.
Eu tirei a pica e comecei a bater uma punheta ali mesmo, vendo as enfiadas que Alberto dava na minha mãe. Dava pra ver que o coitado devia estar muito tarado e precisando desabafar, porque parecia alucinado, e a puta da minha mãe adorava aquilo, pois dizia: "Assim, Alberto, assim... forte, forte...".
Pouco depois, Alberto soltou um "Aaaaggghhh!" e eu vi ele gozar, soltando uma porrada de leite na buceta da minha mãe.
Assim que vi que tinham terminado, corri pra me esconder, porque estávamos num terreno baldio e se eles saíssem cedo demais, me veriam. Corri sem fazer barulho e me meti debaixo do barranco mais próximo, e de lá vi Pouco depois, minha mãe e Alberto saíram de onde estavam escondidos. Minha mãe estava alisando a saia e sacudindo a terra que tinha ficado nos joelhos. Depois vi eles se separarem e cada um ir para sua casa. Fiquei lá mais um tempo para terminar a punheta que não tinha tido tempo de acabar e, assim que gozei abundantemente à saúde da minha mãe, voltei para casa também. Minha mãe estava lá. Ainda não tinha se trocado, e me excitava pra caralho saber que debaixo da saia ela não estava de calcinha e que com certeza ainda tinha a porra do Alberto escorrendo pela buceta dela.
Agora Alberto come minha mãe com frequência, porque quando não dá pra fazer em casa, eles vão para o descampado e lá transam como uns desesperados, sem se importar se alguém pode descobri-los, mas acho que isso talvez dá mais tesão neles e deixa minha mãe mais cachorra. Já vi eles outras vezes, e agora vou te contar como Alberto comeu minha mãe pelo cu pela primeira vez, que é como ela mais gosta.
Nesta segunda-feira passada, eles conseguiram se encontrar em casa porque todo mundo estava fora. Eu também falei que ia sair, mas fiquei escondido dentro da garagem como da outra vez, esperando o Alberto chegar. Ele não demorou muito e, assim que ouvi eles subindo para o quarto, fui atrás. Espiei pelo vão da escada e vi que minha mãe já estava nua, tinha abaixado o short e a cueca do Alberto, e estava segurando o pau dele já duro nas mãos, massageando para cima e para baixo, fazendo uma punheta. Então, quando minha mãe deve ter considerado que ele já estava duro o suficiente, disse: "Bom, o que você quer fazer agora? Quer que eu te faça um boquete bem gostoso ou prefere começar a foder?"
Alberto parecia meio na dúvida e envergonhado. "Bom – disse ele timidamente –, estava pensando que talvez... se você não for contra... a gente poderia..." e travou, ficando vermelho que nem um tomate. "O quê? – apressou ele minha Mãe — vamos, fala logo, não se preocupa que eu não vou me escandalizar. Mesmo que você não acredite, eu já fiz de quase tudo... vamos, do que se trata? Chuva dourada, spanking, um pouco de sadomasô? Vamos, fala, querido, eu já fiz quase tudo..."
Ele pareceu muito surpreso com as palavras dela, como se não pudesse acreditar na puta que minha mãe era. Claro que ele não sabia, como eu sabia, que minha mãe tinha trabalhado como puta e poucas coisas ela não tinha experimentado.
O caso é que aquelas palavras o animaram e, enquanto balançava a cabeça negando, disse: "Não, não, nada disso. — engoliu saliva — Eu estava me perguntando se... bom, se a gente podia praticar sexo anal... vi numa revista e..."
Minha mãe caiu na risada. "Era só isso? — disse pra ele — Quer me dar no cu?" Ele assentiu. "Claro que pode me dar no cu, querido! — disse minha mãe — Já experimentei antes, sabia? Muitas vezes. E adoro que me dêem no cu, sempre gosto de levar uma boa enculada!" Então minha mãe ficou de quatro na cama com a bunda virada pra ele e disse: "Vamos, querido! Mete no meu cu!"
Alberto se agitou nervoso. Tinha a piroca dura e ereta. "Mas... não vou te machucar?" perguntou. "Você não se preocupa e mete" animou minha mãe. "Não tenho certeza se sei o que fazer..." disse Alberto enquanto se aproximava da bunda da minha mãe com a piroca em riste.
Minha mãe se virou e esticou a mão pra trás, pegando a piroca dele e colocando na entrada do cu dela. "É muito fácil, vai ver — disse pra ele — Você só fode meu cu como fode minha buceta. Simplesmente mete sua piroca e empurra!"
Alberto obedeceu e empurrou com a piroca, metendo tudo dentro do cu de uma vez só. Minha mãe soltou um gemido de prazer. Alberto se agarrou nos quadris da minha mãe e juntou os dele contra as nádegas dela, enfiando a piroca até o fundo do cu. Minha mãe gemia, respirando pelo nariz e franzindo os lábios enquanto aguentava a pressão da piroca no cu dela. cu.
"Já era!", –disse ele, como surpreso– "tô com meu pau no teu cu!". "Tá gostando?" perguntou minha mãe. "Sim!", respondeu ele. "Então, agora fode ele! Me dá no cu, Alberto! Me come com força!".
Ele começou a bombear o cu dela freneticamente, enfiando uma vez atrás da outra no cu da minha mãe. As bombadas eram rápidas e fortes, e minha mãe se estremecia e gritava de prazer. O pau dele deslizava pra dentro e pra fora do cu da minha mãe como um pistão na potência máxima, e ela tava adorando, pode crer que sim. "Como essa puta se diverte! –pensei– Como ela gosta de levar no cu!" e eu também adoro ver minha mãe sendo comida no cu.
Alberto continuou metendo o pau duro, movendo cada vez mais rápido pra dentro e pra fora do cu da minha mãe. Era uma daquelas sessões loucas e rápidas de "me fode o cu" que minha mãe tanto curtia e que eu já tinha visto várias vezes com vários caras, e ela sempre se acabava de tesão.
Depois de uns minutos bombando ela assim, Alberto começou a gritar enquanto gozava, e minha mãe gritou também. Certeza que gozaram juntos. Alberto começou a gozar dentro do cu da minha mãe, mas aí, como se não aguentasse mais, tirou o pau e começou a soltar jato atrás de jato de porra nas costas dela. Saía com tanta força que alguns respingos chegaram até no cabelo dela e sujaram toda a colcha da cama. Sei disso porque minha mãe teve que lavar depois.
Finalmente Alberto ficou exausto, enquanto a porra escorria pelo cu e pelas costas da minha mãe. "E aí?" –ela perguntou– "Gostou? Ficou satisfeito?". Alberto disse que sim e agradeceu por ela ter deixado ele comer o cu dela. Minha mãe perguntou se ele queria repetir outra hora, e Alberto respondeu que claro. Então minha mãe disse que ele podia foder o cu dela quantas vezes quisesse, e que quanto mais melhor, porque era assim que ela mais gostava. pelo cu.
Depois disso, descansaram um pouco e depois voltaram a foder mais uma vez, mas dessa vez de forma normal, pela buceta. E depois disso, Alberto se vestiu e voltou pra casa dele.
Eu voltei a me enfiar na garagem, bati umas duas punhetas e depois saí de casa silenciosamente enquanto minha mãe estava tomando banho.
A puta da minha mãe vive dando sem parar quase todo dia com meu vizinho Alberto. Na maioria das vezes, eles vão pro terreno baldio do lado de casa e lá se aliviam trepando feito coelhos. Eu tô curtindo pra caralho com tudo isso. Mesmo já sabendo o quanto minha mãe é uma vagabunda, ela nunca deixa de me surpreender.
Eu passo os dias numa excitação constante, esperando que Alberto coma ela de novo, e não costumo ter que esperar muito pra ver.
Além disso, desde que minha mãe ensinou as delícias do sexo anal pra ele, agora ele fode ela pelo cu sempre que pode, e minha mãe adora isso, e eu também. Gosto de ver como enfiam o rabo na minha mãe e adoro ouvir ela gemer de prazer, a puta, enquanto metem por trás, e o fato de fazerem ao ar livre dá um tesão especial.
Outro dia, por exemplo. Eles tinham saído pra foder no terreno baldio, no lugar de sempre, debaixo daquele barranco que te falei. Minha mãe tinha aberto a blusa e tirado os peitos pra fora pra Alberto apalpar e chupar à vontade.
Alberto ficava louco com os peitos da minha mãe, era algo que eu já tinha notado outras vezes. Ele se jogou neles como um desesperado e começou a apertar e amassar com frenesi. Depois, pegava eles com as mãos e enfiava o máximo possível na boca, dando uns chupões enormes. Primeiro num peito, depois no outro. Minha mãe ria e curtia a chupada de peitos que Alberto dava nela, e eu pude ver que, quando Alberto tirou os peitos da boca, minha mãe tinha os mamilos totalmente duros e eretos, apontando pra fora como se quisessem escapulir. Ao ver como minha mãe gozava com aquilo, não pude deixar de rir, já que a putinha não deixa nem meu pai tocar nelas, porque quando ele tenta, ela diz que tem os peitos e os bicos muito sensíveis e que quando tocam nela, dói — e o corno do meu pai acredita! Se ele soubesse quantos homens já chuparam as tetas da mulherzinha dele! Ha ha!
Aquela chupada de peitos deixou o Alberto muito excitado, de modo que quando minha mãe puxou a rola pra fora e começou a fazer um boquete, ele já tava bem louco. Na real, a rola já tava dura pra caralho quando ela tirou da calça dele e começou a dar umas chupadas monumentais, mas logo o Alberto teve que pedir pra ela parar de chupar, porque senão ele ia gozar muito rápido na boca dela, e ele não queria gozar ali — disse que tava guardando a porra pra meter no cu, onde ela gosta.
Quando ouviu isso, minha mãe brilhou os olhos com a possibilidade de levar uma boa fodida anal e parou de mamar na hora. "Você é um safado, Alberto. — disse ela — Mas tudo bem, tudo bem... se é isso que você quer..." e se ajoelhou de quatro no chão com a bunda virada pra ele. A rabuda! Como se ela não gostasse!
Alberto se posicionou atrás dela e enfiou a rola no cu dela de uma vez, e então começou a meter forte, sem piedade, porque depois de várias fodidas ele já sabia que era assim que ela gostava.
O negócio é que ele já tava metendo no cu dela que nem um louco fazia um tempo, quando de repente ouviu um barulho perto. Eu me assustei e levantei um pouco a cabeça pra ver quem era. Era um homem que tinha saído pra passear com o cachorro no terreno baldio. Tava bem longe, mas tinha tirado a coleira do cachorro pra ele correr solto e se distraía jogando paus e pedras pra longe pro cachorro ir buscar. O barulho que a gente ouviu era do pau que tinha caído. perto de onde minha mãe estava com Alberto e o barulho que o cachorro tinha feito ao correr pra pegar o graveto.
Eles, mesmo absortos na putaria, também tinham ouvido o barulho, mas, diferente de mim, não sabiam o que era. Minha mãe foi quem mais se assustou e tentou se levantar, mas Alberto não deixou e a manteve presa no chão, colocando um braço nas costas dela enquanto continuava metendo no cu dela sem parar.
"Mas o que você tá fazendo? – disse minha mãe, nervosa – Você não ouviu? Para! Tá vindo gente!" Mas Alberto não deu bola e continuou metendo. "Não me fode! – ele cuspiu – Agora não posso parar! Tô quase gozando!"
"Você é louco? – disse minha mãe – Vão nos descobrir!" "Tô nem aí! – ele respondeu, todo ofegante, enquanto continuava segurando ela – Tô te falando... tô quase lá... você é uma provocadora de pau... não pode me deixar com o pau assim... tenho que gozar no seu cu..."
Minha mãe tentou se levantar de novo, mas ele se jogou com todo o peso nas costas dela, mantendo-a presa, e continuou bombando o cu dela sem parar. "Fica quieta! – ele disse – Quanto mais colaborar, mais cedo a gente acaba."
Devo admitir que a situação era muito excitante. O homem ainda estava longe o suficiente, mas eles não sabiam, porque os barulhos que ouviam eram do cachorro correndo pra lá e pra cá. Mesmo assim, cada vez que ele jogava o graveto, o homem avançava vários metros, e se minha mãe e Alberto não se apressassem pra terminar a trepada, aí sim corriam o risco de serem descobertos.
Minha mãe parou de resistir e aceitou que Alberto continuasse bombando o cu dela à vontade, apesar dos barulhos. Além disso, começou a mexer a bunda pra frente e pra trás, colaborando também na foda pra Alberto gozar mais rápido. "Vai, vai! – ela apressava – Se apressa, filho da puta, mete mais rápido, vai. Dá sua porra, Alberto, vamos, goza no meu cu."
Felizmente, Alberto tinha razão, o pau dele tava a ponto. "Já vou, puta, já vou. Como eu Tô gozando..." – dizia Alberto, cada vez mais sem fôlego – "Tô gozando! Tô gozando! Toma! Toma, aí, aaaahhhh!". O coitado do Alberto soltou toda a porra dele dentro do cu da minha mãe, exatamente como ele queria.
Terminaram bem na hora, porque o homem e o cachorro estavam a poucos metros. Mesmo assim, ainda sobrou um tempinho. Por um momento, eu queria ter visto o que teria acontecido se eles fossem descobertos. Queria ter visto a cara daquele homem ao encontrar minha mãe pelada e sendo comida pelo cu no meio do descampado. Minha mãe se levantou, baixou a saia rapidinho e abotoou a blusa, escondendo os peitos, enquanto Alberto guardou o pau e subiu a calça. Depois saíram do barranco, ela primeiro e ele um pouco depois, tentando fingir que nada tinha acontecido. O homem olhou pra eles por um instante, mas não pareceu desconfiar do que tinham feito.
Eu fiquei escondido por mais alguns minutos, o suficiente pra gozar na punheta que tinha começado enquanto via minha mãe e Alberto. O homem já tinha passado e não me viu, então não teve problema. Foi uma punheta muito gostosa e, igual ao Alberto, eu também soltei uma boa carga de porra em homenagem à minha mãe.
Foi uma situação das mais excitantes e taradas, e ela também deve ter achado a mesma coisa, porque cê acha que, depois do que aconteceu, eles pararam de trepar no mesmo lugar? Qual o quê! A putinha continua indo lá igual uma cadela no cio pra receber a boa ração de foda, seja por frente ou por trás.
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