Madre puta (14)

Este era o primeiro ano que meu pai estava na empresa e ele achou necessário que a gente fosse. Minha mãe não queria ir, porque achava que não era apropriado ele se misturar com o resto dos funcionários nesse tipo de evento se quisesse chegar longe na empresa. Já te falei, não sei se você lembra, que meu pai tinha começado a trabalhar em outra empresa. Ele trabalhava mais ou menos na mesma área, no departamento de vendas e exportação, o que continuava obrigando ele a viajar muito e ficar muito tempo fora de casa, mas agora estava num cargo mais baixo e com menos grana do que o que tinha na empresa anterior. Aquilo era o que deixava minha mãe puta e uma das razões que tinham feito ela virar uma puta para conseguir todo o dinheiro que queria (a outra razão é o gosto dela por pica). Mesmo sendo puta e estando indo bem, ganhando uma boa grana, ela não deixava de pressionar meu pai para ser mais ambicioso, puxar mais o saco dos chefes e fazer de tudo para subir de cargo, e nisso não incluía confraternizar com os funcionários mais baixos da empresa. Meu pai, apesar de não estar num cargo muito alto, tinha uns quantos funcionários sob seu comando, e minha mãe não queria que ele se misturasse com eles nesse tipo de evento, mas sim que andasse com os chefões. O assunto gerava muitas brigas entre os dois, e a tal da festa foi o auge. Minha mãe não queria que ele fosse, e ele disse que não só iria como todos nós iríamos. Minha mãe ficou uma fera, disse que não, que ela não tinha que se misturar com aquela gentalha, que iam pensar o quê, etc., mas meu pai obrigou ela a ir. Então fomos todos, mas minha mãe foi de má vontade e com uma raiva do caralho. Chegamos e o resto do pessoal já estava lá, porque tinham ido num ônibus da empresa. Meu pai também queria ter ido no ônibus, mas nisso minha mãe negou de cabeça, então fomos no nosso carro. Assim que chegamos, meu pai começou a apresentar minha mãe para os outros funcionários que trabalhavam com ele. Minha mãe respondia aos cumprimentos, mas com frieza e certa distância. Entre os funcionários do meu pai, havia dois que trabalhavam diretamente com ele no mesmo departamento e estavam sob a supervisão dele. Um se chamava Fernando e o outro Juan. Os dois tinham ido sozinhos — Juan porque não era casado (devia ter uns trinta e poucos anos) e Fernando porque a esposa não tinha conseguido ir. Assim que cumprimentaram minha mãe, notei que estavam devorando ela com os olhos, dava pra ver que estavam despindo ela com o olhar e morrendo de vontade de pegar ela. Meu pai não percebeu nada, mas minha mãe sim.

A coisa começou muito mal, porque durante o almoço meu pai começou a beber mais do que devia. Fazia muito sol e calor, e o vinho e a sangria subiam rápido pra cabeça. Meu pai começou a beber demais e a se comportar de um jeito que minha mãe considerou "pouco digno pra posição dele". Ela não parava de repreender ele, mas meu pai não ligava e continuava.

No fim, minha mãe ficou tão puta que decidiu ignorar ele e começou a beber também. Aí ela começou a dar mole pro Fernando e pro Juan, que tinham se sentado, acho que de propósito, do lado dela. Acho que ela começou a paquerar eles pra irritar meu pai e fazer ele prestar atenção nela, parar de beber e de fazer papel de idiota, mas não adiantou nada — ele nem ligou, o que deixou minha mãe ainda mais puta e fez com que ela paquerasse ainda mais os dois caras, chegando até a provocar eles.

Mas o pior pra minha mãe ainda estava por vir. Foi quando, depois do almoço, começou a capea, ou seja, a corrida com as vaquinhas. Meu pai pulou na arena sem que minha mãe conseguisse impedir, e lá aconteceu o que tinha que acontecer: meu pai, que tinha bebido pra caralho e não tava com muita coordenação, foi jogado no chão por uma vaquinha logo de cara. Não se machucou, mas rasgou a calça. Mesmo assim, não quis sair. mas ficou teimosamente no pequeno terreiro. Minha mãe, que também não tinha parado de beber durante todo o incidente, não aguentou mais e se levantou para ir embora dali e, ao fazer isso, cambaleou um pouco. Fernando e Juan, que tinham voltado a sentar ao lado dela, se levantaram na hora e a seguraram. Minha mãe os afastou e disse que precisava ir fazer xixi.
Aquilo era no meio do campo e não tinha banheiros, então quem quiser fazer suas necessidades não tinha jeito senão se afastar um pouco entre as árvores e arbustos e fazer ao ar livre. Minha mãe foi em direção ao bosque e pouco depois Fernando e Juan a seguiram. Eu senti o que ia rolar e também fui atrás.
Me aproximei com cuidado e vi que minha mãe estava entre as árvores mijando de cócoras e que Fernando e Juan estavam perto olhando para ela.
Quando minha mãe terminou de mijar, tirou um lenço de papel da bolsa e começou a se secar a buceta. Foi quando os viu.
"O que vocês estão fazendo aí olhando?" disse ela. A voz estava tomada pelo álcool. "Venham aqui – disse – o que foi? É que não querem foder a mulher do chefe de vocês? Olhem o que tenho para vocês" e levantou de vez a saia do vestido, deixando eles verem completamente a buceta dela.
Não precisou dizer mais nada. Os dois homens se atiraram sobre ela e quando chegaram perto, a levantaram e, enquanto um a apalpava por baixo da saia, o outro abria a blusa dela e tirava os peitos para fora, apalpando-os. Agarraram ela entre os dois sem parar de apalpar e procuravam a boca dela, beijando e metendo a língua para dentro.
Minha mãe se soltou deles e disse: "Vamos, rapazes. Tirem a pica para fora. Vocês vão ver como a mulher do chefe de vocês chupa."
Os dois homens se olharam rindo, como se não pudessem acreditar na sorte que tinham, e então abriram as calças, baixando-as junto com as cuecas até o joelho e tirando as picas para fora.
Minha mãe se ajoelhou entre eles e começou a chupar as picas deles. picas. Ia alternando entre um e outro. Metia a de um na boca enquanto com a mão continuava acariciando a rola do outro e, depois de um tempo, tirava a rola da boca e começava a chupar o outro homem.
Os dois homens estavam encantados, não paravam de gemer. Quando minha mãe estava chupando o Juan, o Fernando disse pra ele: "A putinha chupa bem, hein?". "É uma chupadora do caralho – respondeu o outro – ela faz maravilhosamente. Ahhhh...". Fernando agarrou a cabeça dela e disse: "Vamos, agora é minha vez. Engole a rola, vai". Minha mãe obedeceu.
Juan começou a rir. "O que foi?", perguntou Fernando. "Nada – respondeu o outro – tava pensando que o marido dela é um filho da puta no trabalho e agora a mulher dele também é uma puta". "É verdade!" disse Fernando e começou a rir também.
Juan disse: "Vega, agora chupa minha rola mais um pouco, vai delícia". Minha mãe tirou a rola do Fernando da boca e meteu a do Juan. Não dizia nada, só chupava e engolia rola.
Então, depois de ficar um tempo chupando os dois, ela se deitou no chão com a saia toda levantada e disse: "Vamos, quem vai ser o primeiro a foder a mulher do chefe de vocês?". "Eu! – disse Fernando – que pra isso sou o mais velho" e se deitou no chão entre as pernas da minha mãe e meteu a rola dentro. Assim que ele meteu a rola dentro, minha mãe começou a se contorcer e gemer: "Ahhh sim... – ela dizia – isso aí, mete toda a sua pica dentro. Me fode, vamos me fode".
Eu estava atrás deles, então só via as pernas abertas da minha mãe e a bunda do Fernando subindo e descendo enquanto enfiava a rola dentro. Minha mãe não parava de gemer. Enquanto isso, Juan continuava se acariciando a rola pra manter dura e incentivava o colega. "Isso aí! – ele dizia – Fode ela bem, vamos! Mete até o fundo!". Minha mãe não parava de dizer: "Ai, sim... ai, sim... continua, continua... não para.... mete ela toda....".
Depois de um tempo, Fernando parou de foder ela. E ela se levantou. O pau já tava mole. Não dava pra ver direito de onde eu tava, mas com certeza minha mãe tinha a buceta cheia de porra dele. Aí minha mãe ficou de quatro e falou pro Juan: "Vai, agora mete no meu cu. Assim vocês vão poder falar pros seus colegas que comeram a mulher do chefe de vocês em todos os buracos". Juan pareceu surpreso, mas minha mãe incentivou: "Tá esperando o quê? Me encula, vai! Me encula!". "Isso! –disse Fernando– Come o cu dessa puta!".

Juan enfiou o pau no cu da minha mãe e, mal tinha enfiado lá dentro, ela começou a gritar de tesão: "Aaaiii... uuufff... Assim! Isso, isso...! Me dá no cu! Dá no cu da mulher do seu chefe!". Juan começou a foder ela rápido pelo cu, mas minha mãe gritava tão alto que ele disse: "Não grita tanto, sua puta, que o corno do seu marido vai ouvir!". Minha mãe respondeu: "E daí? Melhor! Que ele ouça! Assim ele vai saber como se come uma mulher!".

Eu nunca tinha visto minha mãe tão puta. Tava tão irritada que imagino que naquele dia ela não ligaria se meu pai descobrisse ela trepando com os dois caras, nem que fosse só pra se vingar da vergonha que ele tinha feito ela passar. Felizmente, eles estavam longe o bastante e, com a bagunça da vaquejada na praça, ninguém percebeu nada.

Juan tava adorando poder comer minha mãe pelo cu, porque não parava de meter gostoso enquanto falava: "Isso é demais... é... muito bom... fantástico... que delícia... te comer pelo cu... olha, Fernando, olha como a puta se diverte enquanto eu meto no cu dela... que pena que o corno do marido dela não vê isso... queria que ele visse como a putinha da mulher dele se acaba enquanto eu arrebento o cu dela, né Fernando?". "Ah, sim –respondeu Fernando– ela tá gozando igual uma rabuda de verdade".

Eu não via o rosto da minha mãe porque tava atrás deles, então só via o tal Juan ajoelhado atrás dela e metendo na buceta dela com movimentos rápidos de quadril, mas mesmo sem vê-la, não tinha dúvida de que o que Fernando dizia era verdade e que ela tava gozando igual uma louca.
Depois de um bom tempo comendo ela por trás, Juan falou: "Caralho, vou gozar, vou gozar! Aaaaggghhh! Toma meu gozo no cu, Promiscuous!" e gozou.
Quando terminaram, se levantaram e subiram as calças enquanto minha mãe tirava uns lenços de papel da bolsa e limpava os restos de gozo que tinha na buceta e no cu.
Depois voltaram pra festa separados. Meu pai já tava mais calmo e perguntou pra minha mãe onde ela tinha ido, que tinha procurado ela por um tempão, e minha mãe respondeu puta da vida que tinha ido dar uma volta pra não ver mais o ridículo que ele tinha feito na praça. Quando minha mãe falou isso, meu pai não disse mais nada.
Quando a festa na praça acabou, todo mundo começou a arrumar as coisas e a entrar nos ônibus. A gente entrou no carro e foi embora. Felizmente, nessa altura, meu pai já tinha baixado bastante o álcool que tinha bebido.
Imagino que os dois funcionários que tinham comido minha mãe comentariam com os colegas o quão puta ela era, mas se o boato se espalhou pela empresa, meu pai não ficou sabendo ou não quis dar bola, sei lá. Mas ó, te garanto que minha mãe nunca mais faltou a nenhuma festa, e embora agora fosse meu pai quem não queria ir, porque depois contaram pra ele o ridículo que tinha feito, agora era minha mãe quem, como vingança, obrigava ele a ir e, claro, toda vez que a gente ia, ela sempre dava um jeito de ser comida pelo Fernando, pelo Juan ou por algum outro funcionário. No fim, acho que o departamento inteiro do meu pai comeu ela. Assim ela se vingou de todo o mau momento que ele fez ela passar naquele dia, deixando todos os caras do escritório dele comerem ela. pela cara.
Tô muito excitado, então vou contar como peguei minha mãe de novo fodendo com o filho da vizinha! Foi muito excitante porque o moleque só tem dezenove anos. Como aconteceu? Vou te contar:
Uns dias atrás, contei numa das minhas mensagens que agora no verão minha mãe passa o dia inteiro tomando sol no jardim praticamente nua, e até alguns dias completamente pelada. Pois bem, na sexta-feira passada, enquanto eu estava espiando minha mãe de um dos quartos da casa (o jardim ficava embaixo da janela), me deu na telha de virar um pouco o olhar e o que vi? Nada menos que o filho da vizinha agachado na sacada, também observando minha mãe pelada.
O garoto em questão se chama Alberto, acabou de fazer dezenove anos, é bonitinho, alto, embora tenha o cabelo um pouco comprido, e é muito esportista, então tá em boa forma física, mas o que mais me chamou a atenção naquele momento foi a pica enorme que ele segurava entre as mãos, esfregando pra cima e pra baixo numa punheta descomunal.
Ele tava se masturbando olhando pra minha mãe! Aquilo me excitou pra caralho. De onde o moleque estava, ele tinha uma bela vista da minha mãe, porque agora moramos num condomínio de casas geminadas de três andares. A casa do Alberto é a que fica colada na nossa, e como o quarto dele é no terceiro andar e tem sacada, de lá de cima ele curtia uma vista perfeita da minha mãe tomando sol lá embaixo no jardim.
A verdade é que me excitou muito ver o Alberto batendo uma em homenagem à minha mãe. A pica dele ficou bem grossa, e ele tava socando com um frenesi danado até gozar, soltando um verdadeiro jorro de porra.
No dia seguinte, a cena se repetiu. Minha mãe saiu pra tomar sol, e eu, de olho, vi que logo depois o Alberto apareceu na sacada dele e começou a bater uma olhando pra minha mãe. Tudo rolou igual ao dia anterior, só que dessa vez, quando ele gozou, o coitado do Alberto Não conseguiu segurar um gemido de prazer e minha mãe descobriu. Ela olhou para cima e, se cobrindo enquanto se levantava, disse: "Alberto? É você, Alberto?". Alberto se levantou todo sem graça, tentando disfarçar. "Sim... oi... eu... acabei de sair e..." disse ele. Mas por mais que tentasse disfarçar, ainda era bem evidente o volume que o pau dele fazia na calça de moletom, porque ele ainda não tinha broxado de vez e a mancha de porra que se destacava claramente naquela calça azul escura. Até minha mãe podia ver dali de baixo. Eu vi que minha mãe parecia interessada e, como já conheço ela bem a essa altura, percebi que também estava muito excitada. Ela tentou minimizar a situação começando uma conversa sem importância com Alberto e descobriu os peitos de novo, deixando-os à mostra. Diante daquilo, o pau de Alberto inchou de novo, e o pobre coitado não teve escolha a não ser se despedir às pressas e voltar para dentro de casa. Acho que foi direto bater mais uma punheta.
Eu sabia que minha mãe já tinha de olho no Alberto e que não demoraria muito pra tentar alguma coisa. Meu irmão estava fora, passando o fim de semana na praia com uns amigos, e só voltava à noite. E eu sabia que no dia seguinte meu pai ia com minha irmã e uns parentes passar o dia num lugar perto de Jaca. Eu, por minha vez, tinha combinado com um amigo de ir ao cinema, então minha mãe ia ficar sozinha em casa. Eu senti que naquele dia ia rolar alguma coisa, então liguei pro meu amigo e falei que não podia ir ao cinema, mas não contei nada em casa pra minha mãe continuar achando que eu tinha planos.
No dia seguinte, ou seja, ontem, domingo, meu pai e minha irmã foram logo de manhã encontrar nossos parentes em Jaca. Pouco depois do almoço, me despedi da minha mãe dizendo que já ia pro cinema. Bati a porta com força, mas não saí de casa; fiquei lá dentro e me escondi na garagem, que tem uma porta que... comunica com o interior de casa, ao lado da entrada.
Não precisei esperar muito. Logo ouvi minha mãe pegar o telefone e ligar pro Alberto, pedindo pra ele passar um minuto em casa. Num instante o Alberto chegou. Minha mãe mandou ele entrar e ouvi os dois subindo as escadas. Esperei um pouco e saí com cuidado. De repente apareceu o nosso cachorro e fiquei com medo de ser descoberto, mas coloquei ele na garagem sem fazer barulho. Aí subi também. Ouvi vozes vindo do quarto dos meus pais.
Subi com cuidado e me escondi deitado no patamar da escada. Como a porta do quarto tava aberta, dava pra ver tudo pelo vão da escada. Minha mãe e o Alberto estavam sentados na beira da cama.
"Não seja tímido – minha mãe tava dizendo pra ele – Ontem vi o que você tava fazendo e não tem por que se envergonhar. Na sua idade é normal ter vontade... Vi como você olhava pros meus peitos, cê gosta dos meus peitos?". "Muito", ele respondeu. "Cê gostaria de apalpar eles?" perguntou minha mãe. Ele disse: "Sim, gostaria muito". "Então toma aqui!" disse minha mãe e abriu o robe, oferecendo os peitos pra ele apalmar à vontade.
Alberto começou a apertar os peitos dela com força, parecia que já tinha perdido toda a timidez. Ele esfregava e amassava com dureza enquanto minha mãe fechava os olhos e gemia. "Ah... cê tá destruindo eles. Mas continua, continua... já ficou com tesão? Tá doendo seu pau? Diz, tá doendo?". "Tá", ele disse. "Meu pobrezinho – disse minha mãe – Vamos ter que dar um jeito nisso..."
O pau dele já tava no talo e pelo volume que fazia parecia que queria escapar sozinho do shortinho de esporte. Minha mãe colocou o Alberto de pé na frente dela, sentada na cama, e puxou o short de esporte pra baixo, apalpou o pau por cima da cueca e depois puxou pra fora, deixando ele se esticar na frente da cara dela inteirinho.
Minha mãe acariciou o pau dele, passando ele nas bochechas dela por todo o comprimento. Aí Ela agarrou com as mãos e perguntou ao Alberto: "Me diz, alguém já te chupou a buceta?" "Não", respondeu Alberto. "Quer que eu chupe a sua?" perguntou minha mãe de novo. "Sim", ele respondeu e se aproximou, colocando o pau na frente dela como se quisesse que ela já colocasse a boca naquela vara dura. Então minha mãe aproximou os lábios e enfiou ele inteiro na boca. Depois começou a percorrer com os lábios de cima a baixo em todo o comprimento, devagar, como se estivesse saboreando.
Alberto gemia e suspirava. Minha mãe perguntava: "Você gosta? Gosta do jeito que eu chupo?" e Alberto respondia: "Sim, continua, continua... não para, por favor" e minha mãe seguia com o boquete. Não demorou muito nisso e Alberto gozou. Minha mãe pareceu surpresa com a rapidez da descarga, mas não tirou a boca e engoliu toda a porra.
"Caramba -disse minha mãe- você foi muito rápido." Alberto parecia envergonhado, mas minha mãe disse: "Não se preocupa, isso tem jeito" e então começou a chupar de novo até ele ficar duro outra vez, o que não demorou nada.
Então minha mãe perguntou: "Você já comeu alguém alguma vez?" Alberto admitiu com vergonha que não, que ainda era virgem. Minha mãe disse: "Bom, não se preocupa, eu vou te ensinar. Vou te ensinar a gozar com a minha pussy."
Num piscar de olhos, minha mãe tirou o roupão e ficou totalmente nua na cama, com as pernas abertas e a pussy também escancarada. "Olha -disse para Alberto- Olha minha pussy. Tá toda molhada. Tá morrendo de vontade de ser comida. E aí? O que você acha? Quer me foder?" "Sim! Sim, quero te foder! Quero enfiar tudo na sua pussy!" exclamou Alberto, se jogando em cima dela e começando a morder os peitos dela. Me inclinei um pouco mais e pude ver como minha mãe pegava o pau dele por baixo e guiava até a racha quente dela. "Empurra! -gritou- Fode, Alberto, fode!"
Dava pra ver que era a primeira vez dele e que o moleque já tava aguentava mais. Toda a força do pau dele entrou violentamente na rachada da minha mãe, até o fundo, e começou a entrar e sair da buceta dela com pressa. Parecia um touro com a vara entrando e saindo na buceta dela. Porra, como o desgraçado apertava! Será que tava metendo até os ovos?
"Você gosta, querido? Gosta da minha buceta?" perguntava minha mãe enquanto não parava de gemer. "Sim, gosto! Gosto!" exclamou ele com voz abafada — "Que prazer que me dá!" "Continua empurrando! Continua me fodendo, Alberto!" dizia minha mãe.

Como ele tinha gozado fazia pouco, agora o moleque aguentou bem mais, para alegria e prazer da minha mãe. Minha mãe tava gozando como uma verdadeira puta, porque não era todo dia que tinha a chance de foder um pau tão jovem e duro como o do Alberto. Além disso, o garoto tava se desabafando com vontade, já que era a primeira foda dele e ele tava comendo como se a vida dependesse disso.

Senti uma onda de ciúmes e também de inveja — filho da puta sortudo! Lá estava o desgraçado, com só dezenove anos, fodendo minha mãe à grande e ela gozando como se nunca tivessem metido um pau bom nela. Apesar do meu ciúme e inveja, devo admitir que também tava muito excitado com a cena.

Depois de um bom tempo comendo ela igual um animal, Alberto soltou um ronco abafado e começou a gozar — e que gozada, mano! O pau dele parecia uma cachoeira de porra que começou a transbordar pela buceta da minha mãe. Parecia que o pau dele era uma fonte. Minha mãe apertou ele contra as coxas dela, levantou a bunda e gozou dando gemidos de prazer. Aí ele tirou o pau de dentro. Do pau dele ainda saíam umas gotas brancas pela ponta da cabecinha, e continuou soltando porra por uns segundos.

"E aí? Gostou, Alberto?" perguntou minha mãe. "Foi fantástico!" respondeu ele. "Então, se quiser, pode me foder todas as vezes que quiser. Ainda tem muito que aprender e, se quiser, eu posso te ensinar tudo isso. coisas. Quer?", disse minha mãe. "Sim! Sim, quero!" ele respondeu. "Bem –disse minha mãe– mas vamos ter que tomar muito cuidado porque se descobrirem, vai dar uma puta merda. Meu marido não ia gostar nada e acho que seus pais também não, então vamos ter que tomar muito, mas muito cuidado, você entende, né?". Alberto disse que sim, que entendia e que não se preocupasse, que não contaria pra ninguém e que tomaria todo cuidado. "Beleza –ela disse pra ele– Então volta pra sua casa pra sua mãe não desconfiar de nada. E não se preocupa que eu te ligo."
Corri pra me esconder antes que Alberto me visse. Desci as escadas correndo e voltei pra garagem até ouvir Alberto indo embora, aí bati uma punheta lembrando de tudo que tinha acabado de ver.
E isso foi só ontem!!
Vou continuar contando sobre a puta da minha mãe com o Alberto, o filho da vizinha. A safadeza entre os dois tá rolando solta. Já peguei eles fodendo duas vezes porque o coitado do Alberto tá louco pela minha mãe e desde que comeu ela na primeira vez, tava doido pra meter de novo. Minha mãe também tava louca pra provar o pau dele de novo, mas não tiveram sorte porque naquela semana todo mundo ficou em casa e não acharam chance de transar de novo. Finalmente vi minha mãe puxar o Alberto de lado e falar algo. Não consegui ouvir o que ela disse, mas não liguei porque sabia que se não perdesse minha mãe de vista, não perderia o que ia rolar.
No mesmo dia, quinta-feira à tarde, vi pela sacada minha mãe saindo de casa e o Alberto saindo da dele, e juntos foram pra um terreno baldio perto da nossa casa. Esperei um pouco e segui eles de longe. Tive que ser bem cuidadoso porque eles viviam virando pra ver se alguém tava seguindo. Eles entraram no terreno baldio e vi quando subiram um barranco e sumiram do outro lado. Quando cheguei lá, me inclinei e vi que estavam bem debaixo de mim, do outro lado do barranco. Alberto já ele tinha baixado as calças e minha mãe já estava chupando a pica dele.
Alberto estava com os olhos semicerrados e não parava de suspirar de prazer pela chupada que a boceta da minha mãe estava dando nele, e não era pra menos, porque se tem uma coisa que minha mãe sabe fazer de maravilha é chupar pica. Muitas vezes pensei que se ela cozinhasse tão bem quanto chupa uma pica, outro galo cantaria.

O caso é que minha mãe estava comendo ele com gosto, aí tirou a pica da boca e disse pro Alberto: "Vamos. Não temos muito tempo... vai, me fode..." e se ajoelhou de quatro no chão, levantando a saia até a cintura. Ela não estava de calcinha, então quando levantou a saia, deixou a bunda e a racha dela bem à mostra.

Quando viu aquilo, Alberto ficou frenético, mas estava muito nervoso e não parava de olhar pra todos os lados com medo de ser descoberto. "Vai, bobo, não se preocupa — minha mãe animou ele — tá esperando o quê? Não queria me foder? Então vamos, que não tenho o dia todo... enfia a pica que eu tô com tesão...".

Aquilo decidiu Alberto, que se posicionou atrás dela e enfiou a pica dentro, começando a foder ela rápido. Minha mãe começou a gemer de prazer, dizendo: "Ai, sim... assim, meu amor, assim... continua, continua..." e ele, que parecia alucinado, fodava cada vez mais rápido. Estavam trepando feito coelhos.

Eu tirei a pica e comecei a bater uma punheta ali mesmo, vendo as enfiadas que Alberto dava na minha mãe. Dava pra ver que o coitado devia estar muito tarado e precisando desabafar, porque parecia alucinado, e a puta da minha mãe adorava aquilo, pois dizia: "Assim, Alberto, assim... forte, forte...".

Pouco depois, Alberto soltou um "Aaaaggghhh!" e eu vi ele gozar, soltando uma porrada de leite na buceta da minha mãe.

Assim que vi que tinham terminado, corri pra me esconder, porque estávamos num terreno baldio e se eles saíssem cedo demais, me veriam. Corri sem fazer barulho e me enfiei debaixo do barranco mais próximo, e de lá vi Pouco depois, minha mãe e Alberto saíram de onde estavam escondidos. Minha mãe estava alisando a saia e sacudindo a terra que tinha ficado nos joelhos. Depois vi eles se separarem e cada um ir para sua casa. Fiquei ali mais um tempo para terminar a punheta que não tinha tido tempo de acabar e, assim que gozei abundantemente à saúde da minha mãe, voltei para casa também. Minha mãe estava lá. Ainda não tinha se trocado, e me excitava pra caralho saber que debaixo da saia ela não estava de calcinha e que com certeza ainda tinha o gozo de Alberto escorrendo pela buceta dela.

Agora Alberto come minha mãe com frequência, porque quando não dá pra fazer em casa, eles vão pro matagal e lá transam como se não houvesse amanhã, sem se importar se alguém pode descobri-los, mas acho que isso talvez dá mais tesão neles e deixa minha mãe mais puta. Já vi eles outras vezes, e agora vou te contar como Alberto comeu minha mãe pelo cu pela primeira vez, que é como ela mais gosta.

Nesta segunda-feira passada, eles conseguiram se encontrar em casa porque todo mundo estava fora. Eu também falei que ia sair, mas fiquei escondido dentro da garagem como da outra vez, esperando o Alberto chegar. Ele não demorou muito e, assim que ouvi eles subindo pro quarto, fui atrás. Espiei pelo vão da escada e vi que minha mãe já estava nua, tinha abaixado o shorts e a cueca do Alberto, e estava com o pau dele já duro agarrado nas mãos, massageando pra cima e pra baixo, fazendo uma punheta. Então, quando minha mãe deve ter considerado que ele já estava duro o suficiente, disse: "Bom, o que você quer fazer agora? Quer que eu te faça um bom boquete ou prefere começar a foder?"

Alberto parecia meio na dúvida e envergonhado. "Bom – disse ele timidamente –, estava pensando que talvez... se você não for contra... a gente poderia..." e travou, ficando vermelho que nem um tomate. "O quê? – apressou ele minha Mãe — vamos, fala logo, não se preocupa que não vou me chocar. Por mais que você não acredite, já fiz de tudo... vamos, do que se trata? Chuva dourada, spanking, um pouco de sadomasô? Vamos, fala, querido, já fiz quase tudo..."

Ele pareceu muito surpreso com as palavras dela, como se não pudesse acreditar na puta que minha mãe era. Claro que ele não sabia, como eu sabia, que minha mãe tinha trabalhado como puta e tinha poucas coisas que já não tivesse experimentado.

O caso é que aquelas palavras o animaram e, enquanto balançava a cabeça negando, disse: "Não, não, nada disso. — engoliu saliva — Eu estava me perguntando se... bom, se a gente podia praticar sexo anal... vi numa revista e...".

Minha mãe caiu na risada. "Era só isso? — disse pra ele — Você quer me dar no cu?" Ele concordou. "Claro que pode me dar no cu, querido! — minha mãe disse — Já experimentei antes, sabia? Muitas vezes. E adoro que me dêem no cu, sempre gosto de levar uma boa enculada!" Então minha mãe ficou de quatro na cama, com a bunda virada pra ele, e disse: "Vamos, querido! Mete no meu cu!"

Alberto se agitou, nervoso. Tinha o pau totalmente duro e ereto. "Mas... não vou te machucar?" perguntou. "Você não se preocupa e mete logo" — minha mãe o incentivou. "Não tenho certeza se sei o que fazer..." disse Alberto enquanto se aproximava da bunda da minha mãe com o pau em riste.

Minha mãe se virou e esticou a mão pra trás, pegando o pau dele e colocando na entrada do cu dela. "É muito fácil, vai ver — disse pra ele — Você só fode meu cu como fode minha buceta. Simplesmente mete teu pau e empurra!"

Alberto obedeceu e empurrou com o pau, enfiando tudo dentro do cu de uma só vez. Minha mãe soltou um gemido de prazer. Alberto segurou os quadris da minha mãe e juntou os dele contra as nádegas dela, enfiando o pau até o fundo do cu. Minha mãe gemia, respirando pelo nariz e franzindo os lábios enquanto aguentava a pressão do pau no cu dela. cu.
"Já era!", –disse ele, como surpreso– "tenho meu pau no teu cu!". "Você gosta?" perguntou minha mãe. "Sim!", respondeu ele. "Bom, então agora fode ele, me dá no cu, Alberto! me dá com força!".
Ele começou a bombear ela no cu freneticamente, enfiando uma e outra vez no cu da minha mãe. As bombadas eram rápidas e fortes, e minha mãe se estremecia e gritava de prazer. O pau dele deslizava pra dentro e pra fora do cu da minha mãe como um pistão na potência máxima, e ela curtia, pode crer que curtia. "Como essa puta aproveita!" –pensei– "Como ela gosta de levar no cu!" e eu também adoro ver como enfiam na minha mãe pelo cu.
Alberto continuou metendo o pau duro, movendo mais e mais rápido pra dentro e pra fora do cu da minha mãe. Era uma daquelas sessões loucas e rápidas de "me fode o cu" que minha mãe era tão viciada e que eu tantas vezes tinha visto com vários homens, e ela sempre se divertia como uma louca.
Depois de uns minutos bombando ela assim, Alberto começou a gritar enquanto gozava, e minha mãe gritou também. Com certeza estavam gozando ao mesmo tempo. Alberto começou a gozar dentro do cu da minha mãe, mas depois, como se não aguentasse mais, saiu do cu dela e começou a lançar descarga após descarga de porra nas costas da minha mãe. Saía com tanta força que alguns jatos chegaram até o cabelo dela e deixaram a colcha da cama toda perdida. Sei disso porque minha mãe teve que lavar depois.
Por fim, Alberto ficou como exausto enquanto a porra escorria pelo cu e pelas costas da minha mãe. "E aí?" –perguntou ela– "você gostou? ficou satisfeito?". Alberto disse que sim e agradeceu por ela ter deixado ele foder o cu dela. Minha mãe perguntou se ele queria repetir outra hora, e Alberto respondeu que claro. Então minha mãe disse que ele podia foder o cu dela todas as vezes que quisesse, e que quanto mais vezes melhor, porque era assim que ela mais gostava. pelo cu.
Depois disso, descansaram um pouco e aí voltaram a foder mais uma vez, mas dessa vez de forma normal, pela buceta. E depois disso, Alberto se vestiu e voltou pra casa dele.
Eu voltei a me enfiar na garagem, bati umas duas punhetas e depois saí de casa silenciosamente enquanto minha mãe estava tomando banho.
A puta da minha mãe vive dando sem parar quase todo dia com meu vizinho Alberto. Na maioria das vezes, eles vão pro terreno baldio do lado de casa e lá se aliviam trepando feito coelhos. Eu tô adorando tudo isso como um louco. Mesmo já sabendo o quão puta minha mãe é, ela nunca deixa de me surpreender.
Eu passo os dias numa excitação constante, esperando que Alberto coma ela de novo, e geralmente não tenho que esperar muito pra ver.
Além disso, desde que minha mãe ensinou as delícias do sexo anal pra ele, agora ele fode ela pelo cu sempre que pode, e minha mãe adora isso, e eu também. Gosto de ver como enfiam o cu na minha mãe e adoro ouvir ela gemer de prazer, a puta, enquanto metem por trás, e o fato de fazerem ao ar livre dá um tesão especial.
Outro dia, por exemplo. Eles tinham saído pra foder no terreno baldio, no lugar de sempre, debaixo daquele barranco que te falei. Minha mãe tinha aberto a blusa e tirado os peitos pra fora pra Alberto apalpar e chupar à vontade.
Alberto ficava louco com os peitos da minha mãe, era algo que eu já tinha notado outras vezes. Ele se atirou neles como um desesperado e começou a apertar e amassar com frenesi. Depois, pegava eles com as mãos e enfiava o máximo possível na boca, dando uns chupões enormes. Primeiro num peito, depois no outro. Minha mãe ria e curtia a chupada de peitos que Alberto dava nela, e eu pude ver que quando Alberto tirou os peitos da boca, minha mãe tinha os mamilos totalmente duros e eretos, apontando pra fora como se quisessem escapulir. Ao ver como minha mãe gozava com aquilo, não pude deixar de rir, já que a putinha não deixa nem meu pai tocar nelas, pois quando ele tenta, ela diz que tem os peitos e os mamilos muito sensíveis e que quando tocam nela, dói — e o corno do meu pai acredita! Se ele soubesse quantos homens já chuparam as tetas da mulherzinha dele! Ha ha!
Aquela chupada de peitos deixou o Alberto muito excitado, de modo que quando minha mãe puxou a pica dele pra fora e começou a fazer um boquete, o Alberto já tava bem louco. Na real, a pica dele já tava dura pra caralho quando minha mãe tirou ela da calça e começou a dar umas chupadas monumentais, mas logo o Alberto teve que pedir pra ela parar de chupar, senão ele ia gozar muito rápido na boca dela, e ele não queria gozar ali — disse que tava guardando a porra pra meter no cu dela, onde ela gosta.
Quando ouviu isso, o olhar da minha mãe brilhou com a possibilidade de levar uma boa fodida anal e parou de mamar na hora. "Você é um safado, Alberto. — disse ela — Mas tudo bem, tudo bem... se é isso que você quer..." e se ajoelhou de quatro no chão com a bunda virada pra ele. A rabuda! Como se ela não gostasse!
Alberto se posicionou atrás dela e meteu a pica no cu dela de uma vez, e começou a foder o cu dela com força, sem dó, porque depois de várias fodidas ele já sabia que era assim que ela gostava.
O negócio é que ele já tava fodendo o cu dela como um louco há um tempinho quando de repente ouviu um barulho perto. Eu me assustei e levantei um pouco a cabeça pra ver quem era. Era um homem que tinha saído pra passear com o cachorro no descampado. Tava bem longe, mas tinha tirado a coleira do cachorro pra ele correr solto e se distraía jogando paus e pedras pra longe pro cachorro ir correndo pegar. O barulho que a gente ouviu era do pau que tinha caído. perto de onde minha mãe estava com Alberto e o barulho que o cachorro tinha feito ao correr pra pegar o osso.
Eles, mesmo absortos na putaria, também tinham ouvido o barulho mas, diferente de mim, não sabiam o que era. Minha mãe foi quem mais se assustou e tentou se levantar, mas Alberto não deixou e a manteve presa no chão colocando um braço nas costas dela enquanto continuava metendo no cu dela sem parar.
"Mas o que você tá fazendo? – disse minha mãe nervosa – você não ouviu? Para! Tá vindo gente!". Mas Alberto não deu bola e continuou metendo. "Não me fode! – ela cuspiu – Agora não posso parar! Tô quase gozando!".
"Você é louco? – disse minha mãe – Vão nos descobrir!". "Tô nem aí! – ele respondeu todo ofegante enquanto continuava segurando ela – Tô te falando... que tô quase gozando... você é uma provocadora de pau... não pode me deixar com o pau assim... tenho que gozar no seu cu...".
Minha mãe tentou se levantar de novo, mas ele se jogou com todo o peso nas costas dela, mantendo-a presa, e continuou bombando o cu dela sem parar. "Fica quieta! – ele disse – Quanto mais colaborar, mais cedo a gente acaba".
Devo admitir que a situação era muito excitante. O homem ainda estava longe o suficiente, mas eles não sabiam, porque os barulhos que ouviam eram do cachorro correndo pra lá e pra cá. De qualquer forma, cada vez que ele jogava o osso, o homem avançava vários metros e, se minha mãe e Alberto não se apressassem pra terminar a trepada, aí sim corriam o risco de serem descobertos.
Minha mãe parou de resistir e aceitou que Alberto continuasse bombando o cu dela à vontade, apesar dos barulhos. Além disso, começou a mexer a bunda pra frente e pra trás, colaborando também na foda pra Alberto gozar mais rápido. "Vai, vai! – ela apressava – Se apressa, filho da puta, mete mais rápido, vai. Dá seu gozo, Alberto, vamos, goza no meu cu".
Felizmente, Alberto tinha razão, o pau dele tava a ponto. "Já vou, puta, já vou. Como eu tô gozando... –dizia Alberto, cada vez mais sem fôlego– Tô gozando! Tô gozando! Toma! Toma, aaaahhhh!". O pobre Alberto soltou a porra toda dentro do cu da minha mãe, exatamente como ele queria.

Terminaram bem na hora, porque o homem e o cachorro estavam a poucos metros. Mesmo assim, ainda sobrou um tempinho. Por um momento, eu queria ver o que teria acontecido se eles tivessem sido descobertos. Queria ver a cara daquele homem ao encontrar minha mãe pelada e sendo comida pelo cu no meio do descampado. Minha mãe se levantou, abaixou a saia rapidinho e abotoou a blusa, escondendo os peitos, enquanto Alberto guardava o pau e subia as calças. Depois saíram do barranco, ela primeiro e ele um pouco depois, tentando parecer indiferentes. O homem olhou pra eles por um instante, mas não pareceu suspeitar do que tinham feito.

Eu fiquei escondido por mais alguns minutos, o suficiente pra gozar na punheta que tinha começado enquanto via minha mãe e Alberto. O homem já tinha passado e não me viu, então sem problemas. Foi uma punheta muito gostosa e, igual ao Alberto, eu também soltei uma bela porrada de porra em homenagem à minha mãe.

Foi uma situação do caralho, excitante e morbidona, e ela também deve ter achado a mesma coisa, porque cê acha que depois disso eles pararam de foder no mesmo lugar? Qual o quê! A putinha continua indo lá igual uma cadela no cio pra receber a boa ração de foda, seja por frente ou por trás.

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