Isso aconteceu há um tempo. Eu tinha saído à tarde para o clube e, quando voltava para casa, já eram umas 20h passadas. Como estamos no inverno, nessa hora já é noite. Estava chegando na esquina quando vi que, num carro estacionado quase na porta do prédio onde moro, minha mãe estava sentada ao lado de um cara que eu nunca tinha visto e nem sabia quem era.
Ela estava muito contente e simpática com ele, dava para ver que o conhecia. Como tudo isso me cheirava mal, aproveitei que eles não me viram e me enfiei na entrada do shopping que fica na esquina da minha quadra. Fingindo que olhava vitrines, observava tudo o que rolava entre minha mãe e aquele sujeito.
Pelos gestos do cara, dava para ver que ele estava fazendo algo com as mãos nela. Ela olhava fixamente nos olhos dele e deu um chupão nele que parecia que ia arrancar a língua dele com a boca. Eles se beijavam pra caralho, ele apertava as tetas dela com as mãos, levantou o pulôver dela e começou a chupar e lamber os peitos. Ela o afastou, não sei o que disse — acho que pediu para ele se acalmar, que estavam na porta da casa dela e alguém podia ver. Ele parece que não entendeu ou não ligou, porque com uma mão agarrou a nuca dela e a empurrou para baixo, até a virilha dele.
Nessa altura, eu já estava com uma ereção da porra (nunca antes essa frase foi tão bem usada) e não queria perder o espetáculo. Aproveitando que ela estava abaixada chupando a rola dele, criei coragem, saí do shopping e caminhei até a outra esquina, passando do lado do carro. Consegui observar claramente minha mãe de costas para mim, segurando a rola do cara, que tinha uma cara de felicidade que voava.
Entrei no nosso prédio e me escondi no patamar, perto das escadas, num lugar que me deixava vê-los. Enquanto olhava a cara de otário que o cara fazia graças à boca da minha mãe, comecei a me masturbar. Parei quando vi que minha mãe se levantava e, com um lenço... limpava a boca, suponho que limpava a porra do cara.
Quando vi que desceram do carro, imaginei que subiriam até nosso apartamento, por isso, e pra não ser visto, subi as escadas até o primeiro andar e esperei uns 30 minutos, pra dar tempo deles chegarem em casa e começarem a foder.
Cheguei na porta da minha casa e abri com todo cuidado, uma vez dentro, ouvia gemidos vindo do quarto da minha mãe, escondi minha mochila por ali, subi as escadas até onde ficam nossos quartos, pelo corredor me aproximei do quarto dela e, aproveitando a escuridão que me permitia não ser visto, abri um pouco mais a porta do quarto da minha mãe pra poder ver com mais conforto e consegui ver ela de quatro na cama e o cara chupando a buceta e o cu dela, ao mesmo tempo que se punhetava, enfiava a língua cada vez mais fundo no cu dela, meteu três dedos na buceta brincando com ela, esticando os lábios, mordendo eles.
Ela não aguentou mais, deitou ele de barriga pra cima na cama e começou a chupar a pica dele, só se ouviam gemidos e gritos abafados, depois ela sentou com todo o peso na pica dele, enfiando tudo, deixando só os ovos à mostra, cavalgava feito louca, ele brincava com os peitos e os bicos dela.
Trocaram de lado, ela se deitou de costas na cama, e ele colocou uma perna da minha mãe no ombro e serrava ela selvagemente como se nunca tivesse transado.
Não aguentei mais e gozei sujando tudo e me sujando também, da punheta violenta que bati, como não podia deixar a porra toda ali, tive que limpar. Quando terminei de limpar, continuei vendo eles fodendo na posição do missionário, num momento ele se afastou dela, ajeitou ela, e começaram um 69, era uma loucura ver aquela pica entrando na garganta violentamente como se fosse uma buceta, e ela aguentava, aquele treino com a Garganta não se consegue sendo uma dona de casa, né?
Ele gritou bem alto e eu vi o sêmen escorrendo da boca da minha mãe, uma putaria total, que me deixou a mil.
Continuaram se beijando, e eu me masturbando, até que o cara ficou duro de novo (e quem não ficaria, com uma putona daquelas?). Ela falou: "faz meu cu", e ele respondeu que desde que a conheceu fantasiava com aquela bunda. Na sequência, eles se posicionaram, ele lubrificou o cu dela com a própria saliva, cuspiu na pica, e encostou no buraco do cu. Jogou o corpo pra frente, apoiando o peito nas costas da minha mãe, e meteu de uma vez. Ela recuava a bunda pra trás, e ele metia sem dó, falando: "assim, vadia! Sua putinha de merda, tô te arrombando, vou fazer toda a sua merda sair pela boca". Parecia que ela ficava ainda mais excitada com toda aquela grosseria, porque empinava mais a bunda pra fora, rebolando em círculos, igual uma putona, a verdadeira puta que é.
Num dado momento, ele desabou sobre ela e continuou comendo ela mais forte, até inundar o cu dela de porra.
Aproveitei pra descer as escadas e sair sem fazer barulho. Quando saí de casa, me acomodei num patamar da escada e, no meio da escuridão, bati uma punheta como um louco, lembrando de tudo que tinha visto, gozando várias vezes e deixando um rastro impressionante no chão. Não me importei nem um pouco.
Depois de um tempo, voltei a subir pro meu apartamento e toquei a campainha com a desculpa de que não sabia onde tinha colocado as chaves. Quem abriu a porta foi minha mãe, que estava com um roupão de seda e uma camisola longa de alças nos ombros por baixo, com umas sandálias que deixavam ver os dedinhos dela com as unhas pintadas de vermelho (apesar das punhetas que eu tinha batido, minha pica ficou dura de novo). Quando entrei, me deparei com o cara sentado no sofá, já vestido, tomando uma xícara de chá. Fiz um gesto pra minha mãe perguntando quem era, e ela me puxou pela mão na direção dele. Ele pra se apresentar, aí fiquei sabendo que o cara era pai de um dos alunos da minha mãe, e que tinha vindo em casa pra falar sobre a má conduta do filho dele na aula.
Diante dessa explicação, não consegui me segurar (acho que por ciúmes) e perguntei por que ele não falava com a minha mãe na escola, já que aquele é o ambiente de trabalho dela. Ele respondeu meio pálido que os compromissos profissionais não permitiam que ele fosse à escola nos horários de aula.
Perguntei de novo, já puto: "Se o senhor não pode ir, por que não manda a sua mulher?". Mas a putona da minha mãe salvou ele, dizendo que ela mesma tinha mandado chamar ele, que já tinha conversado com a esposa dele e que agora queria falar com ele.
Não tive outra escolha senão aceitar a explicação, baixar a cabeça e ir tomar banho. Mas, em vez disso, fingi que estava tomando banho pra observar como eles se despediam se abraçando e dando um beijo de língua daqueles, enquanto ele passava a mão na bunda e nos peitos dela.
Ela estava muito contente e simpática com ele, dava para ver que o conhecia. Como tudo isso me cheirava mal, aproveitei que eles não me viram e me enfiei na entrada do shopping que fica na esquina da minha quadra. Fingindo que olhava vitrines, observava tudo o que rolava entre minha mãe e aquele sujeito.
Pelos gestos do cara, dava para ver que ele estava fazendo algo com as mãos nela. Ela olhava fixamente nos olhos dele e deu um chupão nele que parecia que ia arrancar a língua dele com a boca. Eles se beijavam pra caralho, ele apertava as tetas dela com as mãos, levantou o pulôver dela e começou a chupar e lamber os peitos. Ela o afastou, não sei o que disse — acho que pediu para ele se acalmar, que estavam na porta da casa dela e alguém podia ver. Ele parece que não entendeu ou não ligou, porque com uma mão agarrou a nuca dela e a empurrou para baixo, até a virilha dele.
Nessa altura, eu já estava com uma ereção da porra (nunca antes essa frase foi tão bem usada) e não queria perder o espetáculo. Aproveitando que ela estava abaixada chupando a rola dele, criei coragem, saí do shopping e caminhei até a outra esquina, passando do lado do carro. Consegui observar claramente minha mãe de costas para mim, segurando a rola do cara, que tinha uma cara de felicidade que voava.
Entrei no nosso prédio e me escondi no patamar, perto das escadas, num lugar que me deixava vê-los. Enquanto olhava a cara de otário que o cara fazia graças à boca da minha mãe, comecei a me masturbar. Parei quando vi que minha mãe se levantava e, com um lenço... limpava a boca, suponho que limpava a porra do cara.
Quando vi que desceram do carro, imaginei que subiriam até nosso apartamento, por isso, e pra não ser visto, subi as escadas até o primeiro andar e esperei uns 30 minutos, pra dar tempo deles chegarem em casa e começarem a foder.
Cheguei na porta da minha casa e abri com todo cuidado, uma vez dentro, ouvia gemidos vindo do quarto da minha mãe, escondi minha mochila por ali, subi as escadas até onde ficam nossos quartos, pelo corredor me aproximei do quarto dela e, aproveitando a escuridão que me permitia não ser visto, abri um pouco mais a porta do quarto da minha mãe pra poder ver com mais conforto e consegui ver ela de quatro na cama e o cara chupando a buceta e o cu dela, ao mesmo tempo que se punhetava, enfiava a língua cada vez mais fundo no cu dela, meteu três dedos na buceta brincando com ela, esticando os lábios, mordendo eles.
Ela não aguentou mais, deitou ele de barriga pra cima na cama e começou a chupar a pica dele, só se ouviam gemidos e gritos abafados, depois ela sentou com todo o peso na pica dele, enfiando tudo, deixando só os ovos à mostra, cavalgava feito louca, ele brincava com os peitos e os bicos dela.
Trocaram de lado, ela se deitou de costas na cama, e ele colocou uma perna da minha mãe no ombro e serrava ela selvagemente como se nunca tivesse transado.
Não aguentei mais e gozei sujando tudo e me sujando também, da punheta violenta que bati, como não podia deixar a porra toda ali, tive que limpar. Quando terminei de limpar, continuei vendo eles fodendo na posição do missionário, num momento ele se afastou dela, ajeitou ela, e começaram um 69, era uma loucura ver aquela pica entrando na garganta violentamente como se fosse uma buceta, e ela aguentava, aquele treino com a Garganta não se consegue sendo uma dona de casa, né?
Ele gritou bem alto e eu vi o sêmen escorrendo da boca da minha mãe, uma putaria total, que me deixou a mil.
Continuaram se beijando, e eu me masturbando, até que o cara ficou duro de novo (e quem não ficaria, com uma putona daquelas?). Ela falou: "faz meu cu", e ele respondeu que desde que a conheceu fantasiava com aquela bunda. Na sequência, eles se posicionaram, ele lubrificou o cu dela com a própria saliva, cuspiu na pica, e encostou no buraco do cu. Jogou o corpo pra frente, apoiando o peito nas costas da minha mãe, e meteu de uma vez. Ela recuava a bunda pra trás, e ele metia sem dó, falando: "assim, vadia! Sua putinha de merda, tô te arrombando, vou fazer toda a sua merda sair pela boca". Parecia que ela ficava ainda mais excitada com toda aquela grosseria, porque empinava mais a bunda pra fora, rebolando em círculos, igual uma putona, a verdadeira puta que é.
Num dado momento, ele desabou sobre ela e continuou comendo ela mais forte, até inundar o cu dela de porra.
Aproveitei pra descer as escadas e sair sem fazer barulho. Quando saí de casa, me acomodei num patamar da escada e, no meio da escuridão, bati uma punheta como um louco, lembrando de tudo que tinha visto, gozando várias vezes e deixando um rastro impressionante no chão. Não me importei nem um pouco.
Depois de um tempo, voltei a subir pro meu apartamento e toquei a campainha com a desculpa de que não sabia onde tinha colocado as chaves. Quem abriu a porta foi minha mãe, que estava com um roupão de seda e uma camisola longa de alças nos ombros por baixo, com umas sandálias que deixavam ver os dedinhos dela com as unhas pintadas de vermelho (apesar das punhetas que eu tinha batido, minha pica ficou dura de novo). Quando entrei, me deparei com o cara sentado no sofá, já vestido, tomando uma xícara de chá. Fiz um gesto pra minha mãe perguntando quem era, e ela me puxou pela mão na direção dele. Ele pra se apresentar, aí fiquei sabendo que o cara era pai de um dos alunos da minha mãe, e que tinha vindo em casa pra falar sobre a má conduta do filho dele na aula.
Diante dessa explicação, não consegui me segurar (acho que por ciúmes) e perguntei por que ele não falava com a minha mãe na escola, já que aquele é o ambiente de trabalho dela. Ele respondeu meio pálido que os compromissos profissionais não permitiam que ele fosse à escola nos horários de aula.
Perguntei de novo, já puto: "Se o senhor não pode ir, por que não manda a sua mulher?". Mas a putona da minha mãe salvou ele, dizendo que ela mesma tinha mandado chamar ele, que já tinha conversado com a esposa dele e que agora queria falar com ele.
Não tive outra escolha senão aceitar a explicação, baixar a cabeça e ir tomar banho. Mas, em vez disso, fingi que estava tomando banho pra observar como eles se despediam se abraçando e dando um beijo de língua daqueles, enquanto ele passava a mão na bunda e nos peitos dela.
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