Já tinham se passado algumas semanas desde o que contei antes, eu não tinha visto o Juan Carlos desde aquele dia e não podia perguntar pra minha mãe sobre ele. Era um sábado quando saímos pra fazer as compras da casa, e na volta minha mãe pegou um caminho diferente e me disse que íamos buscar um amigo dela que tinha convidado pra almoçar, que talvez eu nem lembrasse dele. Imaginem minha surpresa quando, ao virar a esquina, vejo o Juan esperando. Ele entrou no carro no banco de trás, deu um beijo na bochecha da minha mãe e um em mim. Minha mãe comentou: — Lembra da Romina? Ela tá livre e veio visitar a mãe dela. — "Claro que sim, quanto tempo sem te ver, como você tá gostosa!" Agradeci pelo elogio e perguntei pela esposa dele: — "Ela tá viajando o fim de semana inteiro, então tô solto." Minha mãe não parava de rir das gracinhas dele. Chegamos em casa, arrumamos as coisas que tínhamos comprado e, quando minha mãe ia começar a cozinhar, ele se ofereceu pra ajudar. Os dois entraram na cozinha, e eu estava na sala vendo TV. Ele passava a mão na bunda da minha mãe quando achava que eu não tava vendo, e ela, por sua vez, roçava a virilha nele. Tavam naquele jogo na cozinha, e eu via tudo de canto de olho, com ciúmes, porque queria ser eu quem tava recebendo os toques. O dia tava quente, então decidi tomar um banho. Depois de me refrescar um pouco, vesti um vestido de verão e, como também queria atenção, tinha que fazer alguma coisa, então não coloquei calcinha. Quando saí do banheiro, minha mãe me pediu pra ajudar a pôr a mesa. Fui pegar os pratos e, enquanto tava tirando os pratos do armário, senti a mão dele subindo pelas minhas coxas e se abrindo caminho pra agarrar com força uma das minhas nádegas. De onde minha mãe estava, ela não podia nos ver, porque a bancada da cozinha bloqueava a visão. Saí da cozinha com o que, pra mim, era uma vitória: ele também me desejava, e com as ações dele tinha mostrado isso.
Quando já quase terminava de arrumar a mesa, minha mãe... Pego a bolsa dela, tiro o dinheiro "já volto, vou pegar uma coca, não percebi que não tinha". A loja mais perto ficava a umas três quadras. Parei na janela de onde dava pra ver a rua da frente. Quando vi que minha mãe já tinha saído, chamei o Juan Carlos, que ainda estava na cozinha: *Juan, vem aqui rápido*. Ele saiu da cozinha e veio até onde eu estava. *Fica de olho pra minha mãe não voltar*. Me agachei e comecei a desabotoar a calça dele. Ele ficou em pé olhando pela janela. Abri o zíper da calça dele e, quando baixei a cueca, o pau dele foi liberado. Tava bem molhado, dava pra ver que já tava excitado fazia um tempo. Primeiro meti na boca pra limpar aquele líquido pegajoso e gostoso, e antes de continuar, também limpei com a boca o que tinha ficado preso nos pelos dele. Peguei o pau dele com a mão e comecei a chupar. Sem esperar muito, ele colocou a mão na minha cabeça e começou a mexer o quadril. Eu continuei chupando e saboreando, lambia e passava a língua na ponta. Tava inspirada no meu trabalho quando ele diz: "Sua mãe tá vindo, na esquina". Ele começou a subir a calça, e eu não tirava o pau dele da boca, lambia com mais intensidade ainda. Como conseguiu, ele se soltou, arrumou a calça e correu pra cozinha antes da minha mãe entrar pela porta. A gente comeu, depois descansou, e minha mãe foi tomar banho. Ele se aproximou de mim, acariciou minha perna: "Você me deixou muito excitado, tem que terminar seu trabalho, ou faço sua mãe terminar". Isso, verdade, explodiu minha cabeça e me excitou pra caralho. *Quero que você faça isso com minha mãe, e quero ver. Realiza esse meu desejo*. Ele ficou pensando um pouco: "Tenho uma ideia. Se eu ficar hoje, realizo seu desejo". Me beijou e trocou de lugar.
O dia passou entre filmes e conversas. Quando chegou a noite, minha mãe comentou: "Você devia ficar hoje, verdade, não quero dirigir". Ele aceitou. Às nove, dei boa noite e fui pro meu quarto, fiquei vendo TV. Depois das onze, eu ainda tava acordada, queria ver o que ele ia fazer. Foi aí que vi minha porta se abrindo. Ele espiou e, bem baixinho: "Daqui a 20 minutos você sobe". E fez sinal pra eu ficar quieta. Fechou a porta de novo. Aqueles 20 minutos foram uma eternidade. Quando faltavam 18, não aguentei e subi as escadas descalça, bem devagar. A porta do quarto estava aberta. Minha mãe estava de quatro na cama, mas as mãos dela estavam amarradas na cabeceira e os olhos vendados. De onde eu estava, dava pra ver a bunda e a buceta dela. Minha mãe é uma mulher de bunda grande e quadril largo. Eu me aproximei um pouco mais. Ele continuava beijando ela e apertando as nádegas dela. A buceta dela estava molhada, dava pra ver um fio descendo de tão lubrificada que ela estava. Ele se posicionou atrás dela, sem parar de me olhar, e a penetrou. Segurou o quadril dela e começou a meter sem parar. Ela empurrava o corpo pra trás pra ele poder enterrar tudo. Ela gemia alto, e os gemidos dela iam direto no fundo de mim. Comecei a me tocar vendo aquele pornô ao vivo... Ele perguntava se ela tava gostando, e ela respondia que sim e pedia mais, a safada. Ele continuava um pouco mais e perguntava de novo: "Assim ou mais forte?" Ela só gemia e mordia os lábios. Nessa hora, olhando o rosto dele, entendi que a pergunta era pra mim, não pra ela. "Mais forte", eu falei mexendo os lábios. Ele enfiou com força. "Mais rápido", eu pedi, e ele fez. Se agarrou nela e começou a meter sem piedade. Eu tava extasiada, muito excitada, comecei a me masturbar. Ele gozou, então já era hora de ir. Peguei meu pijama no chão — nem sei quando eu tinha me despido. O pau dele saiu dela, e eu saí na ponta dos pés pra não fazer barulho.
Entrei no meu quarto, tirei a blusa, fiquei completamente nua. Deitei na cama e comecei a me masturbar como uma louca. Me acariciei, enfiei os dedos. Fechava os olhos e via a imagem dele metendo nela. Fui assim até gozar. Fiquei deitada, a cama toda molhada de mim, e acabei dormindo. Senti uma mão em cima de um dos meus peitos e acordei um pouco. Assustada, quando abri os olhos era ele. Fez um sinal pra eu não falar nada, chegou perto do meu ouvido: "Sua mãe tá dormindo, não faz barulho". Virei pra ver e eram três da manhã. Peguei ele pelo pescoço e levei a boca dele até a minha. Eu acendi na hora, procurei com a mão o pau dele, queria saber se tava duro. Ele tava só de cueca, meti a mão e encontrei o pau dele pronto pra batalha. Levantei, pedi pra ele deitar. Ele ficou de barriga pra cima, montei em cima, lambuzei o pau dele com minha saliva e, sem esperar, fui sentando. O pau dele começou a entrar, quando senti ele dentro, só continuei descendo até minhas nádegas encostarem nas coxas dele e não ter mais pau pra entrar. Me ajeitei um pouco e comecei a subir e descer, com as mãos apoiadas no peito dele e minha cintura dançando no pau dele. Fiquei assim um pouco, depois ele me virou pra tomar as rédeas. Começou a mexer o quadril com umas estocadas suaves e, de repente, me surpreendia com uma forte. Eu comecei a gemer muito alto, e ele teve que colocar a mão na minha boca. Mesmo sabendo que não podia fazer barulho, eu tava além da razão. Abria minhas pernas o máximo que podia pra nada impedir ele de deixar só um centímetro de pau de fora. Continuei gemendo alto e ele tampando minha boca. A única coisa que acalmou meus gemidos foi quando ele sussurrou: "Ou você cala a boca ou eu tiro". "Não, por favor", falei quase num tom de súplica. Mordi meus lábios e ele voltou ao trabalho até gozar. Ele levantou da cama, vestiu a cueca, tava todo suado. Chegou perto, a gente se beijou, e ele saiu rumo ao quarto da minha mãe...
No dia seguinte, quando acordei, eles já estavam tomando café. Me juntei a eles e ali estávamos: duas mulheres satisfeitas e um homem que comia uma mulher madura e uma novinha, felizes os três...
Obrigada pelas mensagens e pelo apoio. Adoro poder contar essas coisas desse jeito e ver que vocês adoram. Amo vocês demais, não fazem ideia da felicidade que é ver as notificações e o quanto isso me excita.
Espero poder continuar. por aqui e contar pra vocês muitas outras coisas
Quando já quase terminava de arrumar a mesa, minha mãe... Pego a bolsa dela, tiro o dinheiro "já volto, vou pegar uma coca, não percebi que não tinha". A loja mais perto ficava a umas três quadras. Parei na janela de onde dava pra ver a rua da frente. Quando vi que minha mãe já tinha saído, chamei o Juan Carlos, que ainda estava na cozinha: *Juan, vem aqui rápido*. Ele saiu da cozinha e veio até onde eu estava. *Fica de olho pra minha mãe não voltar*. Me agachei e comecei a desabotoar a calça dele. Ele ficou em pé olhando pela janela. Abri o zíper da calça dele e, quando baixei a cueca, o pau dele foi liberado. Tava bem molhado, dava pra ver que já tava excitado fazia um tempo. Primeiro meti na boca pra limpar aquele líquido pegajoso e gostoso, e antes de continuar, também limpei com a boca o que tinha ficado preso nos pelos dele. Peguei o pau dele com a mão e comecei a chupar. Sem esperar muito, ele colocou a mão na minha cabeça e começou a mexer o quadril. Eu continuei chupando e saboreando, lambia e passava a língua na ponta. Tava inspirada no meu trabalho quando ele diz: "Sua mãe tá vindo, na esquina". Ele começou a subir a calça, e eu não tirava o pau dele da boca, lambia com mais intensidade ainda. Como conseguiu, ele se soltou, arrumou a calça e correu pra cozinha antes da minha mãe entrar pela porta. A gente comeu, depois descansou, e minha mãe foi tomar banho. Ele se aproximou de mim, acariciou minha perna: "Você me deixou muito excitado, tem que terminar seu trabalho, ou faço sua mãe terminar". Isso, verdade, explodiu minha cabeça e me excitou pra caralho. *Quero que você faça isso com minha mãe, e quero ver. Realiza esse meu desejo*. Ele ficou pensando um pouco: "Tenho uma ideia. Se eu ficar hoje, realizo seu desejo". Me beijou e trocou de lugar.
O dia passou entre filmes e conversas. Quando chegou a noite, minha mãe comentou: "Você devia ficar hoje, verdade, não quero dirigir". Ele aceitou. Às nove, dei boa noite e fui pro meu quarto, fiquei vendo TV. Depois das onze, eu ainda tava acordada, queria ver o que ele ia fazer. Foi aí que vi minha porta se abrindo. Ele espiou e, bem baixinho: "Daqui a 20 minutos você sobe". E fez sinal pra eu ficar quieta. Fechou a porta de novo. Aqueles 20 minutos foram uma eternidade. Quando faltavam 18, não aguentei e subi as escadas descalça, bem devagar. A porta do quarto estava aberta. Minha mãe estava de quatro na cama, mas as mãos dela estavam amarradas na cabeceira e os olhos vendados. De onde eu estava, dava pra ver a bunda e a buceta dela. Minha mãe é uma mulher de bunda grande e quadril largo. Eu me aproximei um pouco mais. Ele continuava beijando ela e apertando as nádegas dela. A buceta dela estava molhada, dava pra ver um fio descendo de tão lubrificada que ela estava. Ele se posicionou atrás dela, sem parar de me olhar, e a penetrou. Segurou o quadril dela e começou a meter sem parar. Ela empurrava o corpo pra trás pra ele poder enterrar tudo. Ela gemia alto, e os gemidos dela iam direto no fundo de mim. Comecei a me tocar vendo aquele pornô ao vivo... Ele perguntava se ela tava gostando, e ela respondia que sim e pedia mais, a safada. Ele continuava um pouco mais e perguntava de novo: "Assim ou mais forte?" Ela só gemia e mordia os lábios. Nessa hora, olhando o rosto dele, entendi que a pergunta era pra mim, não pra ela. "Mais forte", eu falei mexendo os lábios. Ele enfiou com força. "Mais rápido", eu pedi, e ele fez. Se agarrou nela e começou a meter sem piedade. Eu tava extasiada, muito excitada, comecei a me masturbar. Ele gozou, então já era hora de ir. Peguei meu pijama no chão — nem sei quando eu tinha me despido. O pau dele saiu dela, e eu saí na ponta dos pés pra não fazer barulho.
Entrei no meu quarto, tirei a blusa, fiquei completamente nua. Deitei na cama e comecei a me masturbar como uma louca. Me acariciei, enfiei os dedos. Fechava os olhos e via a imagem dele metendo nela. Fui assim até gozar. Fiquei deitada, a cama toda molhada de mim, e acabei dormindo. Senti uma mão em cima de um dos meus peitos e acordei um pouco. Assustada, quando abri os olhos era ele. Fez um sinal pra eu não falar nada, chegou perto do meu ouvido: "Sua mãe tá dormindo, não faz barulho". Virei pra ver e eram três da manhã. Peguei ele pelo pescoço e levei a boca dele até a minha. Eu acendi na hora, procurei com a mão o pau dele, queria saber se tava duro. Ele tava só de cueca, meti a mão e encontrei o pau dele pronto pra batalha. Levantei, pedi pra ele deitar. Ele ficou de barriga pra cima, montei em cima, lambuzei o pau dele com minha saliva e, sem esperar, fui sentando. O pau dele começou a entrar, quando senti ele dentro, só continuei descendo até minhas nádegas encostarem nas coxas dele e não ter mais pau pra entrar. Me ajeitei um pouco e comecei a subir e descer, com as mãos apoiadas no peito dele e minha cintura dançando no pau dele. Fiquei assim um pouco, depois ele me virou pra tomar as rédeas. Começou a mexer o quadril com umas estocadas suaves e, de repente, me surpreendia com uma forte. Eu comecei a gemer muito alto, e ele teve que colocar a mão na minha boca. Mesmo sabendo que não podia fazer barulho, eu tava além da razão. Abria minhas pernas o máximo que podia pra nada impedir ele de deixar só um centímetro de pau de fora. Continuei gemendo alto e ele tampando minha boca. A única coisa que acalmou meus gemidos foi quando ele sussurrou: "Ou você cala a boca ou eu tiro". "Não, por favor", falei quase num tom de súplica. Mordi meus lábios e ele voltou ao trabalho até gozar. Ele levantou da cama, vestiu a cueca, tava todo suado. Chegou perto, a gente se beijou, e ele saiu rumo ao quarto da minha mãe...
No dia seguinte, quando acordei, eles já estavam tomando café. Me juntei a eles e ali estávamos: duas mulheres satisfeitas e um homem que comia uma mulher madura e uma novinha, felizes os três...
Obrigada pelas mensagens e pelo apoio. Adoro poder contar essas coisas desse jeito e ver que vocês adoram. Amo vocês demais, não fazem ideia da felicidade que é ver as notificações e o quanto isso me excita.
Espero poder continuar. por aqui e contar pra vocês muitas outras coisas
2 comentários - A amiga da mamãe parte 2
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