Atendiendo a dos viejitos

Olá, todos os leitores de contos desta página. Pra quem não me conhece, sou a Sandra, meu tio estuprador me chamava de vagabunda. Sou casada, tenho 35 anos, não tenho filhos, sou magra, 1,60m de altura, 57 quilos, cabelo preto e liso. Também tenho uns peitos médios e uma bunda redondinha e empinada que não passa despercebida quando ando na rua.

Alguns vão lembrar do José, um taxista de uns 28 anos, que pegou uma corrida de uma residência onde eu estava me encontrando com um ex-colega e amigo de escola. Ele tirou umas fotos e um vídeo com uma câmera GoPro que tinha instalada no carro e, com isso, me pressionou pra "abusar" de mim do jeito que ele quisesse, sob pena de entregar essas imagens pro meu marido.

Estando nessa relação forçada com esse cara, por quem, aliás, eu estava me apaixonando, por causa da força, domínio e poder que ele exercia o tempo todo, sabia o que dizer e como agir, era um bom amante, tinha uma boa ferramenta de trabalho, não era tão carinhoso, na verdade era meio bruto nas carícias.

Esse amante secreto me disse que, se eu quisesse, podia atender um dos tios dele, que queria fazer um ménage com outro parceiro e uma garota. Fiquei surpresa quando ele falou que o tio tinha 68 anos e o compadre, parceiro e amigo dele tinha mais ou menos a mesma idade. Eles pagariam bem, mas eu teria que ser complacente, cuidadosa e condescendente, porque já não eram tão habilidosos pra fazer piruetas na cama. Combinamos a data, o lugar e o dinheiro.

O encontro ia rolar num quarto com entrada independente que o José alugava pros próprios encontros com garotas, assim ele economizava grana em hotéis e motéis.

O taxista José ficou de levar os velhotes e me buscar. Nos encontramos os quatro no quarto e o José desejou sorte pra gente, depois de nos apresentar, de fazer recomendações de cuidado com o tio dele, de chamar quando a reunião terminasse e de tudo que passou pela cabeça dele na hora. Ao ficarmos a sós, me preparei pra examinar meus dois oponentes, já não tinham habilidade suficiente pra mexer os corpos, eram frágeis, lentos e meio trêmulos, embora a taradice e a vontade de viver estivessem intactas. "Beleza, rapazes", falei, "vocês pagaram pela atenção, então vamos ao que interessa", disse com firmeza. Eles se entreolharam e pareciam bem animados.

Me aproximei do mais alto e, com minhas mãos, acariciei o rosto dele, puxei ele pra perto da minha boca e nos beijamos. Dava pra sentir ele tenso, meio envergonhado pela situação. "Fica tranquilo, papai, que isso aqui vai ficar bom, relaxa." Desci minhas mãos e, com a direita, apertei o volume dele por cima da calça. A fera ainda tava dormindo. Enfiei a mão pela cintura e pude sentir ele, começando a ganhar força. Apertei e soltei várias vezes, desabotoei os botões da camisa dele e joguei por cima dos ombros, revelando um corpo esquelético, ossudo e com a pele meio enrugada. Ele tirou a camisa de vez.

Fui até o mais baixinho e repeti a mesma ação, só que esse tava mais duro e pronto que o outro velhinho. A estrutura dele era mais grossa e encorpada, o pau dele parecia mais grosso e comprido que o do outro, e ele beijava com mais paixão, parecia mais experiente nessas artes do amor.

Chegou minha vez de ser despida. Eu tava vestida igual uma puta profissional: uma minissaia xadrez, um salto alto e uma blusa transparente, com lingerie preta. Os velhinhos se derramaram em elogios pra mim. "Mamacita", diziam, "que linda você é, que gostosa, que corpo tão lindo, pequeno mas bem feito, olha que peitos lindos, essa bunda tão provocante que você tem, sortudo seu marido que tem isso na mão todo dia". Resumindo, todas aquelas coisas que um homem fala pra conquistar.

Desabotoei minha blusa e tirei, junto com a minissaia que eu tava usando. Fiquei só de lingerie e descalça. Ajudei eles a tirarem o que restava das roupas e deixei os dois completamente pelados. nus, os dois já estavam com uma meia-ereção formada, os paus eram na média uns 14 centímetros, um pouco finos comparados com outros que já curti, me agachei, peguei um pau em cada mão e comecei a levar eles pra minha boca, alternando um pouco entre um e outro, eles se contorciam de prazer, riam entre si, comentavam também, isso sim vale a pena, isso sim é vida, de terem se animado bem antes, do que estavam perdendo e muitos outros comentários, que incluíam falar mal das esposas deles.
Quando já estavam bem duros nas minhas mãos, me levantei, abracei os dois velhinhos e dei um beijo em cada um, eles retribuíram, desabotoaram meu sutiã e começaram a acariciar meus peitos, beijavam, chupavam, lambiam, feito bebês nos braços da mãe, eu acariciava as cabeças deles e incentivava eles a continuarem naquela atitude, me joguei na cama, um deles se ajoelhou entre minhas pernas e começou a lamber minha bucetinha, que curtia a delicadeza do vovô, de vez em quando enfiava um ou dois dedos meio tímidos lá dentro e seguia a rotina de língua nos meus lábios vaginais, pernas e pelve, eu só conseguia apertar a cabeça e o rosto dele com minhas pernas, apertando de leve.
O outro estava se esbaldando nos meus dois peitinhos, massageava eles do jeito que queria, apertava, chupava, lambia e voltava a chupar como se quisesse extrair ou encontrar o leite que sai das lactantes, eu acariciava a cabeça dele com minhas mãos e apertava ele contra meu peito.
Na mesma posição, ele se ajoelhou debaixo das minhas axilas, começou a esfregar o pau contra meus peitos, mas como não são tão grandes, não dava pra ele se masturbar com eles, ele ofereceu na minha boca o membro dele, que tinha murchado um pouco, comecei a engolir aquele pedacinho de carne, cabia inteiro na minha boca, se quisesse com certeza as bolas dele entrariam na minha boca sem problemas, com meus dentes mordia de leve ao enfiar e puxar, só conseguia dizer, siiiim, isso sim, que gostoso se sente, ninguém tinha me feito sentir assim antes, minhas mãos apertavam suas bolinhas suavemente, o membro dele foi recuperando a ereção total, o prazer naquele momento foi superior pro meu cliente naquela hora.
O outro vovô me ajustou com as mãos na minha cintura pra me colocar na altura dele, pra que minha bucetinha, recém-lambida e lubrificada com os dedos dele, ficasse no mesmo nível da pélvis e do pau dele, que entrou sem dificuldade, até o fundo, de uma só vez, as bolinhas dele batiam na minha bunda, numa tentativa desesperada de entrar, mmmm, eu gemia de prazer, não tanto pela grossura dos paus deles, mas pelo prazer que o tesão de ter duas pessoas adultas trabalhando no meu corpo realmente me dava, enfiando e tirando pelos meus dois buracos aqueles pedaços de carne que naquele momento me pareciam a coisa mais deliciosa do mundo.
Eles decidiram trocar, eu fiquei na mesma posição, o que estava na minha boca passou pra minha buceta, cheia de sucos, enfiou de uma só vez, começou o vai e vem no ritmo dele, eu me levantei apoiando os cotovelos na cama e fiquei assim, observando aquele cenário, o vovô tremia de emoção, o rosto dele refletia uma espécie de desespero, que pau gostoso você tem, papai, eu disse, e como você sabe lidar bem com ele, com a voz entrecortada ele conseguiu dizer, obrigado, e continuou no exercício dele, enquanto o outro vovô se masturbava pra manter a ereção.
Vem, vou chupar um pouquinho, eu disse, ele se aproximou e colocou na minha boca, aproveitei da melhor forma, mordia a glande dele, a cabecinha, enquanto aguentava os movimentos dos ataques que recebia da minha buceta, você é uma deusa, meu vovô dizia, você sabe usar essa boca de um jeito sem igual, fantástico, os vovôs suavam pra caramba naquele momento, querem descansar um pouco ou querem continuar, ou trocamos de posição.
Eles se deitaram os dois, um do lado do outro, eu me posicionei no meio deles, minha boca e minhas mãos foram as encarregadas de fazer esses dois gozarem. Seus infiéis sem-vergonha, eles se olhavam e riam, "a gente tá no céu ou no inferno?", comentavam, "isso é felicidade, a gente tá gozando, então é o céu". De repente, minhas mãos pegaram uma rola cada uma, um instinto de esfregar pra cima e pra baixo surgiu sem pensar muito. Eu me abaixava e alternava pra chupar, e voltava a ficar sentada. Levantei um dos meus joelhos, me ajeitei e sentei em cima de uma daquelas estacas, enfiei dentro dos meus lábios da buceta, comecei a fazer movimentos circulares em cima dele. "Você vai me fazer gozar já, parece uma liquidificadora", gritou o velhinho. Tirei ele e deixei ele no fogo.

Repeti o exercício anterior com o outro velhinho. "Não vai derramar dentro de mim", avisei, "quero ver vocês gozarem na minha cara". "Prontos", ele disse. Apoiei as mãos no peito dele, comecei a fazer movimentos circulares e de cima pra baixo. Não demorou pra ele dizer: "Já, já, já". "Fiquem de pé", falei. Comecei a chupar uma daquelas rolas e esfregar os ovos deles com as mãos. Quando senti que ele ia gozar, tirei meu rosto, comecei a masturbar ele com força, velocidade, até que o esperma dele disparou, acertou minhas maçãs do rosto. Dois ou três tiros foram suficientes pra gozar com a força daquela rola. Levei ela pra boca, comecei a chupar, até escorrer a última gota daquele sêmen. Logo a verguinha dele perdeu força, ficou reduzida a um pedacinho pendurado.

Chegou a vez do outro avô. Como uma expert, peguei aquele membro, chupei, apertei os ovos dele. O esperma dele não demorou a inundar minha boca. Engoli aquela porra pra não perder a continuidade dos meus movimentos. Ao sentir que ele ia perdendo força, tirei ele da minha boca, acariciando com minha língua a cabecinha dele. Logo ele foi se perdendo entre minhas mãos. Eles desceram da cama e sentaram na beirada. Eu desci também e dei um beijo apaixonado em cada um deles. Passei minhas mãos pegando nos membros deles. "Como vocês trabalham bem, parabéns, quem diria, vocês se viram melhor do que muitos que não... Eles mal conseguem dar tchau e já vão embora.
Fui ao banheiro me lavar, eles ficaram deitados de lado na cama. Quando saí, eles foram ao banheiro. "Aguentam mais um?" "Não", foi uma resposta categórica. Ajudei eles a se vestirem, tirei pelos e sujeiras das roupas para eliminar evidências para as esposas deles. Eu também me arrumei de novo, enquanto perguntava sobre a vida sexual deles em casa. Um deles disse: "Minha mulher não quer mais, perdeu o interesse há muito tempo. Não tem mais tesão, nem vontade de dar ou receber carícias. É uma amargurada, como dizem por aí. Me deixou na merda." O outro disse: "Eu, de vez em quando, ganho uma carícia ou um boquete, mas isso já é uma rotina que não muda. É sempre o mesmo filme. Isso cansa a gente e perde o interesse."

"Culpa de vocês", falei. "Não souberam cultivar esse tesão e paixão nelas." "Não, que nada. Eu falei pra ela manter essa paixão, ir pra um motel ou passear e mudar tudo. Ela nunca aceitou." O outro disse: "Minha mulher é muito religiosa e fanática. Diz que é pecado fazer essas coisas, que não quer ir pro inferno. Mas hoje tivemos a sorte de encontrar alguém que nos levou pro céu." Saímos pra tomar um refrigerante num lugar perto. "Podemos nos ver de novo?", perguntaram. "Claro que sim", respondi. "A gente combina. Desde que meu marido não esteja em casa ou que eu possa dar um jeito de escapar." "Sim. E se viermos com outro amigo?" "Hum, não sei. A gente conversa, mas tudo muda", falei. "Além disso, vocês deviam trazer aquelas pílulas que vocês tomam pra poder aproveitar mais tempo ou servir pra mais uma transa. Consultem seus médicos e aproveitem a vida." "Valeu pelo conselho", disseram.

Aqui termina mais uma história da minha vida real. Um tabu desmistificado: os vovôs podem sim transar. São bons amantes. Obviamente não têm a mesma agilidade, mas aguenta uma nova experiência. Com certeza aceito o outro cara. É um bom terreno pra explorar.

Quero acrescentar que o dinheiro que recebo, o que meu marido me dá e o que sobra Do diário do mercado, vou guardando num banco, meu marido não sabe de nada disso, é uma reserva caso um dia me descubram e acabe tudo, é um capital inicial pra começar meu próprio negócio. Também tô pensando em como trair meu marido pra ter um pretexto de que também tenho direito, embora ele seja muito passivo, já comentei em outras histórias, ele sempre gosta da posição papai-e-mamãe, goza rápido e já dorme na hora, mas não perco a esperança de encontrar um jeito de fazê-lo pecar, em meu benefício. Se tiver alguma sugestão, vou ler, estudar e talvez colocar em prática, ou me dar novas ideias.
Obrigada a quem lê, tem mulheres leitoras também, a quem comenta e deixa o voto, não entendo por que não comentam, se tão escondidos atrás de um pseudônimo que ninguém conhece. Com muito carinho, Sandra, a preguiçosa.

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