Minha esposa procura emprego (Parte 2)

Minha esposa pegou o celular de novo e acho que se assustou com a hora, já era meio-dia e vinte. Ela mostrou o celular pro Lucho, tipo dizendo que já tinha que ir, que já era tarde demais, mas ele parecia não querer ir embora ainda. Pensei que minha esposa ia levantar e sair dali, mas não foi o que aconteceu.

Ficou meio estranho porque minha esposa queria ir, mas ele assumiu uma postura desafiadora. Mostrou o relógio e, pelo que entendi, ele disse: "Me acompanha mais 30 minutos e a gente vai". Parece que minha mulher aceitou. Ele levantou na hora e foi buscar mais bebida, continuaram bebendo e começou a tocar um vallenato que minha mulher adora. Foi aí que ela o convidou pra dançar, o álcool já tinha feito o efeito dele.

Minha mulher já tava bem eufórica, dançava pra ele como se fosse a mulher dele, virava de costas, abraçava ele pelo pescoço, fazia ele cheirar o cabelo dela. Eu olhava e não acreditava que era ela.

Eu queria ver tudo de perto, então, aproveitando que o cara não me conhece, decidi entrar no bar e sentar sozinho no balcão, bem perto da mesa onde os dois estavam. Eles continuavam dançando bem à vontade, o cara já sem vergonha começou a tocar com mais confiança os quadris da minha mulher e, de vez em quando, acariciava as bundonas dela enquanto ela o abraçava no ritmo da dança. Parei de olhar por um minuto e pedi um copo de uísque. Ia dar o primeiro gole quando virei pra ver eles: o cara tinha minha mulher agarrada pela cintura, bem colada nele, e ela o abraçava pelo pescoço. Eles se olharam fixamente e o cara começou a beijá-la. Larguei o copo no balcão e comecei a me aproximar, pensando que já tinha sido suficiente, mas conforme me aproximava, percebia que minha mulher tava correspondendo ao beijo. Mais que isso, ela parecia até mais carinhosa do que ele. Senti um ciúme, mas algo em mim dizia que queria saber até onde isso ia. Me virei e sentei de novo no balcão.

A música acabou e Os dois de mão dada foram se sentar como se fossem um casal, tomaram mais um gole e eu tive a ideia de ligar pra minha mulher pra ver que desculpa ela ia me dar. Vi ela fazendo sinal pra ele, tipo pedindo silêncio, e ele apontou pro banheiro. Minha mulher, como pode, entra no banheiro com o celular na mão e me atende.

Eu: Amor, como tá sua janta?
Ela: Oi amor, bem, ainda tô aqui na casa da Pamela. Ela abriu uns vinhos e tô aqui só com ela, o tal do Lucho já foi embora faz 30 minutos.
Eu: Entendo, amor. Quer que eu vá te buscar? Olha que já é 1h20 da madrugada.
Ela: Ah não, amor, é que sabe, ela tá meio deprimida porque brigou com o namorado. Que tal se eu ficar aqui com ela e amanhã cedo vou pra casa? Porque a essa hora já é perigoso achar um táxi de confiança.

Eu não sabia quais eram as intenções dela, mas pelo tom de voz percebi que já tava bem bebida.

Eu: Tá bom, amor, só não bebe muito. Me avisa qualquer coisa. Te amo. E desliguei.

Ela demorou uns 10 minutos a mais no banheiro, não entendi por quê, mas achei estranho. De repente, ela sai, tinha retocado a maquiagem e sentou com o tal do Lucho. Falou umas palavras pra ele, ele chamou o garçom pra pedir a conta, pagou e os dois se levantaram. Ele pegou ela pela cintura e saíram abraçados como se fossem um casal. Bom, eu já tava mais calmo porque imaginei que ela tinha pedido pra ele levar ela até a casa da amiga Pamela pra ela descansar.

Eu também paguei meu consumo e saí do bar. Esperei eles ligarem a caminhonete e fui seguindo eles na minha moto, com os faróis apagados.

Enquanto eles iam andando, percebi que o caminho que pegaram não era o que levava pra casa da Pamela. Me deu um nó na garganta e pensei mil coisas.

Eles seguiram pela estrada e pegaram um desvio que leva a uma praia pouco conhecida. A caminhonete estacionou do lado de umas palmeiras, de frente pro mar. Eu tava a uns 100 metros com minha moto, também atrás de umas palmeiras. Tava com a cabeça viajando no que eles poderiam estar fazendo, de onde eu estava só dava pra ouvir as ondas do mar. Aí larguei minha moto e fui me aproximando devagar, tudo escuro, mal dava pra identificar a caminhonete porque eles tinham ligado as luzes internas, aquelas de salão. Quando cheguei perto, ouvi que estavam conversando sobre coisas do trabalho, tipo experiência profissional e tal, mas não dava pra ouvir direito, quase não escutava nada. Pensei que tava muito longe, então me aproximei mais e, como pude, espiei por um dos vidros que tava fechado, mas tinha uma fresta suficiente pra ver e ouvir o que rolava lá dentro. Me acomodei do jeito que deu, sem fazer barulho, e vou contar direitinho a situação que vi.

Os dois estavam nos bancos da frente, de lado, se olhando cara a cara e falando bem devagar, cada vez mais perto. Ele passava a mão no cabelo dela e no rosto, e ela só olhava pra ele, sem resistir. Ele começou a dizer que ela era muito gostosa, que adorava o cabelo dela e o perfume que usava. Ela só ria que nem uma adolescente quando recebe um elogio.

Nisso, ele começou a fazer o que eu temia que acontecesse: começou a beijar ela bem devagar, e ela correspondeu aos beijos. Aos poucos, ele foi aumentando a intensidade do beijo, e os beijos passaram de delicados pra loucos. Dava pra ver como ele enfiava a língua e lambia os lábios da minha mulher, e ela também começou a brincar com a língua dele. Tava claro que ela tava ficando excitada, e isso aparecia nos gemidos que ficavam cada vez mais fortes. Quando ele percebeu, começou a apalpar ela com mais força.

Começou a tocar a cintura dela, descendo devagar pras pernas da minha mulher, amassando com uma vontade. Levantou a minissaia dela e, sem vergonha nenhuma, agarrou a bunda dela enquanto parava de beijar a boca pra começar a beijar o pescoço. Ela tava adorando e puxava a cabeça dele, convidando pra beijar os peitos dela. Ele entendeu a ideia e desabotoou a blusa dela, tirou o sutiã com uma facilidade danada, nunca... Eu tinha visto os mamilos da minha mulher daquele jeito, eles estavam bem durinhos, lindos, moreninhos e firmes. O moleque viu e enlouqueceu, começou a passar a língua neles e a morder, mas desesperadamente, o que fez minha mulher ficar ainda mais fogosa. Ficaram assim por uns minutos, minha mulher já não conseguia controlar os gemidos. Foi então que percebi que o moleque já tinha puxado a tanga dela pro lado e, pelo visto, já estava masturbando ela, porque ela abriu mais as pernas. Dava pra ver que o moleque queria mais, mas não conseguia porque a parte da frente da caminhonete impedia ele de fazer outras posições ou movimentos. Então ele chamou ela pra ir pra trás da caminhonete, e quando ela passou, não sei se de propósito, ela ficou de quatro e praticamente mostrou a bunda toda pra ele. O moleque, ao ver a bundona da minha mulher, segurou ela como estava, puxou a tanga pro lado e começou a chupar o cu dela. Minha mulher enlouqueceu, nunca vi ela gemir com tanta intensidade. Pra ser sincero, eu nunca chupei o cu dela, só cheguei a beijar a buceta dela, mas o cu nunca tive coragem. Aquele moleque abria as nádegas dela e passava a língua de cima pra baixo e de trás pra frente, ela tava adorando. Ela se soltou como pôde e sentou com as pernas abertas no banco de trás. A buceta dela tava linda, depiladinha, viçosa, os lábios vaginais molhados mas juntinhos. Ela ficou assim, de pernas abertas, olhando fixamente pro macho dela, convidando ele com o olhar. Mordendo os próprios lábios. O moleque tirou a camisa e, como pôde, passou pro banco de trás. Começou a beijar a boca da minha mulher e com a mão esfregava o clitóris dela. Minha mulher tava muito, mas muito quente, tanto que parou de abraçar o pescoço dele pra descer a mão até a calça do moleque. Tirou o cinto, desabotoou a calça dele. O moleque entendeu o recado e, desesperado, tirou a calça e a cueca, ficando totalmente nu. Se acomodou bem e sentou do lado da minha mulher. Eu pude ver a pica grande que ele tinha. Era muito maior e mais grosso que o meu, tranquilamente deve ter uns 18 cm.
Minha mulher assim que viu essa pica enorme, agarrou e disse pra ele: "como é grande e dura". Ele respondeu: "tudo isso é pra você", segurou a cabeça dela e guiou até o pauzão dele. Minha mulher abriu a boca e começou a chupar delicadamente, acho que tava com medo de engasgar com um cacete daquele. Ele, pelo contrário, empurrava a cabeça dela em direção à pica, queria que ela chupasse tudo. Ficaram assim por um tempo, pegaram o ritmo e minha mulher já tava engasgando, de vez em quando parava pra respirar. Tava se afogando, mas a cara de prazer dela mostrava que tava adorando. Enquanto isso, ele só olhava e gemia cada vez mais, até que mandou ela parar porque queria meter.
Ela mal ouviu isso, virou sozinha e ficou de quatro. Minha mulher tinha deixado a pica do cara bem lubrificada e a buceta dela tava escorrendo, toda molhada. Ele pegou a pica, colocou na entrada da buceta dela e começou a esfregar, mas não metia. Ficou assim, rebolando a cintura e ela também, pra trás e pra frente. Até que ela não aguentou mais, virou a cabeça e praticamente implorou pra ele meter.
Ele olhou pra ela e colocou um dedo na boca dela, ela chupou bem safado. Aí ele, com a outra mão, encaixou a pica na entrada da buceta da minha mulher, e foi ela que se jogou pra trás bem devagar, pra pica do cara entrar na boceta dela, que tava super lubrificada. Ele não se mexia, dava pra dizer que era ela quem tava fodendo ele. Ela começou a gritar como eu nunca tinha ouvido, tava aproveitando ao máximo.
Parece que ele também queria furar ela, então virou ela, sentou e colocou a pica entre os peitos da minha mulher. Ela juntou os peitões, prendendo a pica dele, e começou a fazer uma siririca russa, mas cada movimento era uma estocada tanto nos peitos quanto na boca dela. Não sei por quê, mas aquela pica parecia que continuava crescendo.
Depois ele desceu, agarrou as pernas dela e colocou ela em cima dele. ombro, para começar a penetrá-la bem bruscamente. Ela gritava, mas dava pra ver que era de prazer. Ele, por outro lado, estava concentrado em fazer aquela pica toda entrar na buceta dela. Ficaram assim por um bom tempo, até que ele diminuiu os movimentos e disse que ia gozar. Minha mulher saiu de cima daquela pica e ofereceu a boquinha, colocando a língua pra fora e os peitos, pra receber todo o sêmen dele. Isso me ofendeu, porque ela nunca me deixou fazer isso, mesmo eu tendo pedido várias vezes. Ela olhava nos olhos dele com desejo, e ele, ao vê-la, começou a se esvaziar. Jorrou uma porra branca e grossa; o rosto dela ficou todo manchado daquele líquido branco. Ele pegou com as mãos e começou a levar aquele líquido pra boca da minha mulher, e ela, inacreditavelmente, estava engolindo tudo.
Os dois ficaram parados, com a respiração ofegante, descansando daquela puta foda. Passaram dois minutos e o celular do cara tocou. Ele fez sinal pra minha mulher ficar quieta e atendeu: "Oi, amor", "Tô chegando, já. Você sabe como são essas reuniões de trabalho, mas em 30 minutos tô em casa. Esquenta a janta pra mim, que preciso recuperar as energias". E sorriu, olhando pra minha mulher. Desligou a chamada.
E disse pra minha esposa: "Bom, hora de ir. Onde você quer que eu te deixe?" Ela, meio pasma, respondeu: "Pensei que a gente fosse ficar até amanhecer." "Já são 4 da manhã, não posso chegar nesse horário em casa. Falei pro meu marido que ia ficar na casa da Pamela." Ele, muito cara de pau, disse: "Não sabia que você tinha marido. Um dia me apresenta, hahaha. Bom, desculpa, mas minha esposa tá me esperando em casa, não quero arrumar problema. Que tal se eu te deixar bem perto da sua casa e você fala pro seu marido que conseguiu um táxi?"
Bom, minha mulher aceitou, parece que não tinha outra opção.
Eu montei na minha moto e dirigi rápido pra casa. Cheguei, coloquei o pijama e fiquei esperando pela janela a chegada dela. minha esposa, os minutos eram eternos, comecei a pensar: e se ela foi pra outro lugar? de novo a incerteza me invadia, querendo saber o que tava rolando, até que vi a caminhonete estacionar na esquina perto de casa. passou 1 minuto e ela não descia, de repente a caminhonete ligou e chegou mais perto da minha casa. consegui ver eles se despedindo com um beijinho, ela desceu e a caminhonete foi embora na hora. ela entrou sem fazer muito barulho, eu corri pra minha cama. ela entrou no nosso quarto, pegou o pijama e foi pro banheiro, tava se lavando e escovando os dentes, eu fingi que tava dormindo. até que ela deitou e eu abracei ela como se tivesse sonâmbulo, não falei nada, continuei fingindo que tava dormindo. aquele cheirinho de sexo que ela tava não me deixava dormir, ainda tinha as imagens do que vi ela fazer. já eram 8 da manhã, ela acordou e foi rapidinho pro chuveiro. eu falei da cama: "Oi amor, que horas você chegou? não te senti", e ela respondeu: "Faz só 20 minutos, amor, não te acordei porque não quis te incomodar". comecei a me arrumar pro trabalho, quando ela saiu do chuveiro, saiu com a toalha no cabelo e outra no corpo, e tava muito alegre, sorridente, com um brilho especial. já ia saindo pro trabalho quando vi ela tirar a toalha do corpo pra passar os cremes, pude ver a bunda dela, marcada de vermelho, acho que ainda dava pra ver uns dedos das palmadas que ela tinha levado, não falei nada, ela continuava passando creme. quando virou pra arrumar a toalha no cabelo, também percebi 3 chupões bem perto dos mamilos dela, além disso a buceta ainda tava peluda. fingi que não tinha notado nada e me despedi dela com um beijinho e fui pro trabalho.

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