Tava só começando toda a loucura da Covid um ano atrás. Cheguei como qualquer outro dia pra trabalhar na fábrica. Mandaram todo mundo de volta pra casa. Deus, foi tão gostoso quando soube que iam me pagar pelo menos 2 semanas sem precisar trabalhar. Eram 9 da noite, normalmente eu entrava às 7 e saía às 7 da manhã. Um turno de 12 horas. Cheguei em casa, bem silencioso. Minha mãe com certeza já tinha voltado da academia, não queria acordar ela. Subi pro meu quarto... e no caminho, vi uma camiseta de homem jogada junto com uns sapatos no corredor. A porta do quarto da minha mãe tava aberta e a luz acesa. Dava pra ouvir vozes vindo de lá. Minha mente instantaneamente foi pra ideia de que, talvez, alguém da academia tinha acompanhado ela até em casa e agora tavam dividindo a cama. Meu pau duríssimo, pensar na minha mãe sempre me deixava excitado... 7 anos solteira, uma mulher com um corpo tão gostoso. Era lógico que ela transava, devia transar direto, mas nunca pensei que fosse fazer isso em casa. Tinha que ver ela, tinha que ver aquela cinturinha fina, aquele abdômen definido, a bunda enorme e os peitos lindos dela. Parecia que meu pau ia rasgar o jeans da minha calça e só de pensar senti o líquido pré-gozo molhando a cabeça dele. Espiei lá dentro e vi ela. As pernas abertas, ela se tocando nos lábios da buceta inchados e vermelhos. Vi os olhos grandes e lindos verdes dela olhando pro lado esquerdo da cama, as bochechas brancas coradas e os mamilos duros com as aréolas vermelhas. Me movi um pouco mais pra ver quem ela tava olhando. Parado do lado da cama, vendo ela e batendo uma punheta pro pauzão enorme dele com as duas mãos, tava meu melhor amigo. Caleb tava completamente pelado, igual ela. -Fala que hoje é o dia -Caleb falou pra minha mãe, o corpo moreno dele tava mais definido do que eu imaginava. O abdômen bem trincado enquanto ele puxava a pica gigante dele. Deus, que pau enorme, pensei quando vi. Hoje eu sei que tem 22 centímetros de comprimento. e tem uma largura parecida com a de uma lata. Eu invejei muito, mas não posso negar que fiquei ainda mais excitado ao saber que era ele. Era algo doloroso ao mesmo tempo que excitante. Meu próprio amigo e minha mãe...
Mesma idade que eu naquela época. 21 anos. Minha mãe tinha cuidado muito de nós dois durante a infância. Ela sabe como ele gosta dos ovos, das quesadilhas, o que colocar e o que não colocar nos sanduíches dele, que comida fazer quando ele vem nos visitar. Pelo jeito que fomos criados, com o Caleb sempre na nossa casa enquanto a mãe dele trabalhava, ele era como um irmão para mim... e eu achava que era como um filho para minha mãe.
- Sabe que não podemos fazer isso, bebê - Minha mãe respondeu enquanto continuava se masturbando, olhando direto pro pau do Caleb.
- Não é justo - Caleb começou a apertar as bolas dele com força.
- Posso te chupar, se quiser.
- Quero sentir você, Annie... me deixa te penetrar hoje. Faz muitos anos que você não deixa um homem entrar.
Caleb se aproximou da cama e engatinhou até ficar em cima da minha mãe.
- Você não tá nem de camisinha - Minha mãe respondeu, cobrindo a buceta com uma mão sem parar de se masturbar.
Caleb colocou um braço no ombro dela e aproximou o pau da mão que cobria a buceta da minha mãe. Começou a beijar o pescoço dela, desceu depois pros peitos e beijou com suavidade uma das tetas firmes e lindas da minha mãe, se aproximando devagar do mamilo. Quando começou a chupar o mamilo, minha mãe começou a gemer como não tinha feito até aquele momento. Os olhos dela fechados e a mão livre no cabelo preto do Caleb, acariciando a cabeça dele com carinho.
- Você não acha que eu já mereci isso, amor? - Perguntou Caleb, largando o mamilo e subindo pra dar um beijo apaixonado na boca da minha mãe.
Deus... eles pareciam perfeitos juntos. Acho que é hora de descrever os dois com mais detalhes.
Minha mãe tem 1,65 de altura. É de pele branca e cabelo castanho claro um pouco abaixo dos ombros. Não daria pra descrever ela de outro jeito senão linda. Olhos verdes, Nariz fina e empinada, uma boca pequena com lábios finos, mas com um formato muito bonito, as orelhas dela são um pouco grandes e às vezes aparecem por entre o cabelo. Sutiã 32F natural, cheguei a comprar vários sutiãs pra ela antes de tudo isso. Da última vez que ajudei ela a medir, ela tinha 106 de busto e 62 de cintura. Uma bunda digna de ser elogiada. Uma pinta bem no meio da bunda esquerda dela. O corpo dela é atlético, o abdômen é definido e as pernas também, embora os braços sejam um pouco mais flácidos, pra ser sincero.
Caleb tem 1,75 de altura. O corpo dele é atlético e ele malha na mesma academia que a minha mãe. Na minha opinião, acho que ele é um homem gostoso. O corpo dele é bem definido, tem uma bunda grande e um maxilar bem marcado. Dos dois, diria que o corpo dele é mais trabalhado, embora seja verdade que eu tenho os ombros mais largos e minha compleição é mais musculosa que a dele. Ele tem olhos castanhos, a pele é morena e ele tinha cabelo curto naquela época.
Minha mãe aproveitou o beijo e quando os lábios se separaram, ela roubou mais um, mas rápido.
– Mmmm... a gente não pode...
– Eu sou um homem bom – Caleb começou a falar num tom mais sério. – Sempre cuidei do José Manuel na escola, tentava ajudar vocês dois sempre que podia... ele com as tarefas e você em casa. Lembro quando seu ex-marido te largou, Anna. Lembra que você chorou horas e horas comigo? Você me disse que nem sua família queria te ver... e o José estava bravo com você. E você dormiu chorando do meu lado naquele sofá.
– E você acha que isso te dá direito de me comer ou o quê? – Minha mãe respondeu brava e se arrastou pra fora do alcance do Caleb, que ficou ajoelhado na cama.
– Não é isso, Annie... só tô dizendo que fiz tudo isso porque você realmente importa pra mim... você importa pra mim desde sempre.
Ele se levantou na cama. O pau dele era realmente grande, pude ver claramente agora e parecia maior do que quando as mãos dele ou as pernas da minha mãe cobriam. Ele andou até mim. Mamãe e ela, sem responder nada, enfiou na boca dele.
—E eu gosto muito que a gente esteja mais próximo agora... mas... —saiu um gemido dela— quero que você me aceite de verdade.
Ele empurrou ela e fez ela cair de costas na cama.
—Eu te amo, Anna. Amo estar com você... amo seu filho e quero...
—Eu também, Caleb, eu também... mas acho que não consigo... sei lá, eu vi você crescer.
—E é por isso mesmo que eu te amo mais do que jamais amarei outra mulher.
Minha mãe ficou em silêncio, só ficou deitada na cama, desviando o olhar. Caleb se colocou de novo em cima dela e, quando aproximou o pau dos lábios dela, rapidamente ela se cobriu com a mão.
—Toda vez que eu transava com a Karolina... pensava em você —Karolina era a ex do Caleb—. Pensava em você toda vez que me masturbava enquanto crescia. Pensava em você toda vez que via algo romântico, em como você reagiria se eu pudesse fazer algo assim por você.
—Ah, Caleb —Minha mãe passou o braço em volta do pescoço dele— Acho que nunca vou estar pronta pra isso.
—Se deixa levar. Você mesma disse que desde que o Alex te largou não teve nenhum homem dentro... Pra que procurar em outro lugar se pode ter alguém que te ama? Deixa eu te fazer feliz.
Minha mãe tirou a mão que cobria a buceta dela.
—O Alex tinha pequeno... então vai devagar, por favor —Ela falou pro Caleb, desviando o olhar.
Ele ia mesmo deixar ele fazer aquilo... Não consegui ver o pau entrando, mas consegui ouvir. Um grito abafado e depois vários suspiros.
—Calma, love, calma, já já chega na metade —Disse Caleb enquanto as cadeiras dele afundavam entre as pernas da minha mãe.
—Ai, Deus, você é muito grande mesmo... quando foi que cresceu tanto? —Perguntou enquanto começavam a se beijar.
Dava pra ouvir pequenos gemidos entre um beijo e outro. Doía, ele tava machucando ela, mas pelo jeito que ela passava as mãos no corpo do Caleb, pelos gemidos, pelos beijos e por como mexia as cadeiras, eu soube que minha mãe tava aproveitando o pau do meu melhor amigo, de alguém que eu considerava meu irmão. Gozei. Nem toquei no meu pau, nem tinha tirado ele da calça, só senti a viscosidade, o calor e a umidade se acumulando na minha cueca. Tirei o pau pra fora e, frustrado, puto da vida, chorando e morrendo de inveja do Caleb, comecei a bater uma com força. Gotas pesadas de porra caindo no chão. Eu odiava aquilo. Tava realizando meu sonho. Ele era meu melhor amigo, porra, e mesmo assim tava comendo a minha mãe. E mesmo assim, nunca parei de olhar. Nunca parei de curtir o jeito que a bunda dele se mexia, metendo e tirando a pica enorme do buraquinho molhado da minha mãe.
Ela gritava, gemia, chorava e ria, beijava ele, suava, ficava quieta e olhava pra ele, tudo no jeito dela mostrava prazer e amor pelo Caleb.
— Ai, meu Deus — disse minha mãe — ai, meu Deus do céu... nunca — as palavras falhavam — acho que vou gozar.
O Caleb tirou na hora que ela falou isso e, puxando ela com força, obrigou ela a se ajoelhar na cama e, pegando ela por trás, meteu sem piedade.
— Assim você vai sentir mais gostoso.
Ele segurou os braços dela, colocou pra trás das costas e começou a meter mais rápido. Parecia que minha mãe tava ficando louca. A bunda dela se mexia furiosa, como se quisesse fugir do Caleb, mas ele sempre mantinha ela firme pelos braços, segurando ela na mesma posição enquanto fazia as nádegas dela estralarem a cada metida. O "clap, clap, clap" vinha junto com um som molhado, sujo. Os dois suados, os corpos refletindo a luz do abajur que iluminava tão bem o quarto.
— Ai, ai, ai, caralho, caralho!
Minha mãe começou a gritar e a soltar a bunda sem parar de se contorcer, enquanto o rosto dela mostrava um sorriso e um gemido ao mesmo tempo. As sobrancelhas dela indicavam que tava doendo, mas os lábios curvados mostravam que ela tava gostando e, antes dos braços dela tocarem o colchão quando o Caleb soltou, eu vi uma cachoeira de gozo cair no lençol preto da cama e ela se arrastar pra longe do Caleb, o pau dele pulsando. enquanto ela se posicionava do outro lado da cama.
—Ei... que delícia de rebolado —disse minha mãe para Caleb, a buceta dela ainda soltando jorros grossos de fluidos.
Caleb não disse nada, mas se aproximou rápido e brusco e enfiou um dedo na buceta da minha mãe e, com movimentos suaves, nada apressados, prolongou ainda mais o orgasmo que acabara de dar nela.
—Tira, gostosa, me dá tudo.
Minha mãe obedeceu. Os quadris dela se contraíam no ritmo da mão dele e cada vez mais jorros saíam da buceta dela, molhando o braço de Caleb e deixando uma mancha de umidade cada vez maior na cama.
—Me fode, me fode —ela disse pra Caleb, agarrando o pau dele pela cabeça.
Ele obedeceu na hora e, entre os lábios dela e o pinto dele, saíam cascatas de gozo. Ele tava fodendo ela enquanto fazia ela gozar.
—Já tô quase, Anna. Já tô quase gozando, princesa.
—Não tira, goza dentro.
—Ah, meu amor —Caleb beijou ela e a envolveu com os braços. Agora era ela que aguentava o peso dos dois e os corpos estavam mais juntos do que nunca. Eu conseguia ver as pernas abertas da minha mãe, a buceta dela recebendo o monstro grosso e cheio de veias de Caleb, e como ele subia e descia, fazendo ela gritar a cada estocada até que, inevitavelmente, os dois pararam de se mexer e ele, com o pau tão dentro dela que os colhões dele tampavam minha visão da buceta dela, começou a gozar lá dentro.
As bolas dele se contraíram pra caralho e, depois de ficar um tempão assim, ele saiu de cima da minha mãe e, com o pau ainda meio duro, puxou ela e colocou ela em cima dele. Eu conseguia ver o cu da minha mãe, vermelhinho, pequenininho, lindo... e como fios grossos de porra escorriam pra fora da buceta dela enquanto ele batia uma rapidão no pau pulsante com uma mão, o prepúcio cobrindo parcialmente a cabeça quase roxa a cada puxada. Não disseram nada. Beijo, carícia, puxada e chupada, foi só isso que fizeram por um ou dois minutos até Caleb gozar de novo antes de perder a rigidez no pau.
—Desculpa —ele se desculpou, tentando recuperar o fôlego. ereção apertando a base do pau dele.
—Por que, desculpa? —Minha mãe apoiou as duas mãos e a cabeça no peito dele, um sorriso lindo no rosto dela—. Esse foi o melhor sexo que já tive na minha vida.
—Sério?
—Juro por Deus.
Eles se beijaram por uns minutos. A respiração deles acelerada.
—Você cresceu muito —minha mãe disse pro Caleb, segurando o pau mole dele e fazendo ele "dançar".
—Você gosta que eu tenha crescido? —ele perguntou, dando um beliscão forte no mamilo dela.
Ela respondeu torcendo as bolas dele. Os dois riram.
—Posso dormir aqui? —Caleb perguntou.
Ela virou pra olhar ele, passou a mão no rosto dele e pegou o celular na mesinha de cabeceira.
—Vou colocar o despertador pras 6:30, pra dar tempo da gente tomar café antes de você ir.
—Que horas o José Manuel sai da fábrica?
—Não vamos falar do meu filho... mas é às 7.
Caleb deu uma palmada na bunda dela enquanto ela configurava o alarme.
—Nosso filho... ou meu enteado.
Ela deu um tapa forte na rola dele e depois outro no peito.
—Não fica me provocando, Caleb...
Parecia que ela tinha ficado brava de verdade.
—Olha quem você acordou.
O pau de Caleb começou a pulsar... ia ficar duro de novo. O chão e a parede na minha frente estavam banhados nas maiores gozadas que eu já tinha soltado na vida inteira. Meu pau doía... e eles iam fazer de novo. Minha mãe deixou o celular na mesinha de novo e, dessa vez, ela montou no Caleb. Eu vi eles transarem por mais uma hora e meia até as 11... Vi como, uma vez e outra, ela cobria ele de fluidos, como da buceta dela escapavam as gozadas que o Caleb enfiava nela. Uma e outra vez, aquele pau monstruoso ficava mole só pra ficar duro de novo em poucos minutos, momentos em que eu ouvia palavras doces dos dois lados. Declarações de amor, elogios pro corpo um do outro, elogios mútuos...
Quando finalmente apagaram a luz, eu fiquei ali, perto da porta, e quando meus olhos se acostumaram com o escuro, vi o Caleb deitado com minha mãe dormindo no peito dele. O Invejei tanto. Fui até a cozinha e, usando desinfetante e lenços, limpei todo o esperma seco do chão e da parede. Eles continuaram dormindo. Saí de casa e me masturbei várias vezes no quintal. Chorei muito, chorei porque minha linda mãe não transava há anos, porque eu pensava que de vez em quando talvez ela... e doía pensar que, depois do meu pai, o Caleb foi o único que conseguiu, e não eu. Gozei uma vez atrás da outra enquanto pensava nisso. E, quando percebi que eram 2 da manhã, levantei a calça, fui até um parque perto de casa e passei a noite vendo vídeos, pensando no que tinha acontecido.
Não queria fazer aquilo, mas minha mente me levava até lá.
Quando amanheceu, deixei as horas passarem e só voltei pra casa às 8. Minha mãe me recebeu com um beijo na bochecha, pensei que aquele pênis nojento tinha acabado de estar na boca dela, mas não evitei, não queria que ela desconfiasse. Ela cheirava a perfume e parecia feliz. A roupa de cama na máquina de lavar e tudo como se nada tivesse acontecido.
Me joguei na cama e dormi.
Naquela noite, duas coisas aconteceram: minhas meias-irmãs foram concebidas... e Caleb e minha mãe formaram um laço que terminaria em casamento. Sem saber, isso me levaria a realizar meu sonho e poder ficar com ela, mesmo que fosse só no cu e sem o amor que eu tinha imaginado nas minhas fantasias de adolescente.
Mesma idade que eu naquela época. 21 anos. Minha mãe tinha cuidado muito de nós dois durante a infância. Ela sabe como ele gosta dos ovos, das quesadilhas, o que colocar e o que não colocar nos sanduíches dele, que comida fazer quando ele vem nos visitar. Pelo jeito que fomos criados, com o Caleb sempre na nossa casa enquanto a mãe dele trabalhava, ele era como um irmão para mim... e eu achava que era como um filho para minha mãe.
- Sabe que não podemos fazer isso, bebê - Minha mãe respondeu enquanto continuava se masturbando, olhando direto pro pau do Caleb.
- Não é justo - Caleb começou a apertar as bolas dele com força.
- Posso te chupar, se quiser.
- Quero sentir você, Annie... me deixa te penetrar hoje. Faz muitos anos que você não deixa um homem entrar.
Caleb se aproximou da cama e engatinhou até ficar em cima da minha mãe.
- Você não tá nem de camisinha - Minha mãe respondeu, cobrindo a buceta com uma mão sem parar de se masturbar.
Caleb colocou um braço no ombro dela e aproximou o pau da mão que cobria a buceta da minha mãe. Começou a beijar o pescoço dela, desceu depois pros peitos e beijou com suavidade uma das tetas firmes e lindas da minha mãe, se aproximando devagar do mamilo. Quando começou a chupar o mamilo, minha mãe começou a gemer como não tinha feito até aquele momento. Os olhos dela fechados e a mão livre no cabelo preto do Caleb, acariciando a cabeça dele com carinho.
- Você não acha que eu já mereci isso, amor? - Perguntou Caleb, largando o mamilo e subindo pra dar um beijo apaixonado na boca da minha mãe.
Deus... eles pareciam perfeitos juntos. Acho que é hora de descrever os dois com mais detalhes.
Minha mãe tem 1,65 de altura. É de pele branca e cabelo castanho claro um pouco abaixo dos ombros. Não daria pra descrever ela de outro jeito senão linda. Olhos verdes, Nariz fina e empinada, uma boca pequena com lábios finos, mas com um formato muito bonito, as orelhas dela são um pouco grandes e às vezes aparecem por entre o cabelo. Sutiã 32F natural, cheguei a comprar vários sutiãs pra ela antes de tudo isso. Da última vez que ajudei ela a medir, ela tinha 106 de busto e 62 de cintura. Uma bunda digna de ser elogiada. Uma pinta bem no meio da bunda esquerda dela. O corpo dela é atlético, o abdômen é definido e as pernas também, embora os braços sejam um pouco mais flácidos, pra ser sincero.
Caleb tem 1,75 de altura. O corpo dele é atlético e ele malha na mesma academia que a minha mãe. Na minha opinião, acho que ele é um homem gostoso. O corpo dele é bem definido, tem uma bunda grande e um maxilar bem marcado. Dos dois, diria que o corpo dele é mais trabalhado, embora seja verdade que eu tenho os ombros mais largos e minha compleição é mais musculosa que a dele. Ele tem olhos castanhos, a pele é morena e ele tinha cabelo curto naquela época.
Minha mãe aproveitou o beijo e quando os lábios se separaram, ela roubou mais um, mas rápido.
– Mmmm... a gente não pode...
– Eu sou um homem bom – Caleb começou a falar num tom mais sério. – Sempre cuidei do José Manuel na escola, tentava ajudar vocês dois sempre que podia... ele com as tarefas e você em casa. Lembro quando seu ex-marido te largou, Anna. Lembra que você chorou horas e horas comigo? Você me disse que nem sua família queria te ver... e o José estava bravo com você. E você dormiu chorando do meu lado naquele sofá.
– E você acha que isso te dá direito de me comer ou o quê? – Minha mãe respondeu brava e se arrastou pra fora do alcance do Caleb, que ficou ajoelhado na cama.
– Não é isso, Annie... só tô dizendo que fiz tudo isso porque você realmente importa pra mim... você importa pra mim desde sempre.
Ele se levantou na cama. O pau dele era realmente grande, pude ver claramente agora e parecia maior do que quando as mãos dele ou as pernas da minha mãe cobriam. Ele andou até mim. Mamãe e ela, sem responder nada, enfiou na boca dele.
—E eu gosto muito que a gente esteja mais próximo agora... mas... —saiu um gemido dela— quero que você me aceite de verdade.
Ele empurrou ela e fez ela cair de costas na cama.
—Eu te amo, Anna. Amo estar com você... amo seu filho e quero...
—Eu também, Caleb, eu também... mas acho que não consigo... sei lá, eu vi você crescer.
—E é por isso mesmo que eu te amo mais do que jamais amarei outra mulher.
Minha mãe ficou em silêncio, só ficou deitada na cama, desviando o olhar. Caleb se colocou de novo em cima dela e, quando aproximou o pau dos lábios dela, rapidamente ela se cobriu com a mão.
—Toda vez que eu transava com a Karolina... pensava em você —Karolina era a ex do Caleb—. Pensava em você toda vez que me masturbava enquanto crescia. Pensava em você toda vez que via algo romântico, em como você reagiria se eu pudesse fazer algo assim por você.
—Ah, Caleb —Minha mãe passou o braço em volta do pescoço dele— Acho que nunca vou estar pronta pra isso.
—Se deixa levar. Você mesma disse que desde que o Alex te largou não teve nenhum homem dentro... Pra que procurar em outro lugar se pode ter alguém que te ama? Deixa eu te fazer feliz.
Minha mãe tirou a mão que cobria a buceta dela.
—O Alex tinha pequeno... então vai devagar, por favor —Ela falou pro Caleb, desviando o olhar.
Ele ia mesmo deixar ele fazer aquilo... Não consegui ver o pau entrando, mas consegui ouvir. Um grito abafado e depois vários suspiros.
—Calma, love, calma, já já chega na metade —Disse Caleb enquanto as cadeiras dele afundavam entre as pernas da minha mãe.
—Ai, Deus, você é muito grande mesmo... quando foi que cresceu tanto? —Perguntou enquanto começavam a se beijar.
Dava pra ouvir pequenos gemidos entre um beijo e outro. Doía, ele tava machucando ela, mas pelo jeito que ela passava as mãos no corpo do Caleb, pelos gemidos, pelos beijos e por como mexia as cadeiras, eu soube que minha mãe tava aproveitando o pau do meu melhor amigo, de alguém que eu considerava meu irmão. Gozei. Nem toquei no meu pau, nem tinha tirado ele da calça, só senti a viscosidade, o calor e a umidade se acumulando na minha cueca. Tirei o pau pra fora e, frustrado, puto da vida, chorando e morrendo de inveja do Caleb, comecei a bater uma com força. Gotas pesadas de porra caindo no chão. Eu odiava aquilo. Tava realizando meu sonho. Ele era meu melhor amigo, porra, e mesmo assim tava comendo a minha mãe. E mesmo assim, nunca parei de olhar. Nunca parei de curtir o jeito que a bunda dele se mexia, metendo e tirando a pica enorme do buraquinho molhado da minha mãe.
Ela gritava, gemia, chorava e ria, beijava ele, suava, ficava quieta e olhava pra ele, tudo no jeito dela mostrava prazer e amor pelo Caleb.
— Ai, meu Deus — disse minha mãe — ai, meu Deus do céu... nunca — as palavras falhavam — acho que vou gozar.
O Caleb tirou na hora que ela falou isso e, puxando ela com força, obrigou ela a se ajoelhar na cama e, pegando ela por trás, meteu sem piedade.
— Assim você vai sentir mais gostoso.
Ele segurou os braços dela, colocou pra trás das costas e começou a meter mais rápido. Parecia que minha mãe tava ficando louca. A bunda dela se mexia furiosa, como se quisesse fugir do Caleb, mas ele sempre mantinha ela firme pelos braços, segurando ela na mesma posição enquanto fazia as nádegas dela estralarem a cada metida. O "clap, clap, clap" vinha junto com um som molhado, sujo. Os dois suados, os corpos refletindo a luz do abajur que iluminava tão bem o quarto.
— Ai, ai, ai, caralho, caralho!
Minha mãe começou a gritar e a soltar a bunda sem parar de se contorcer, enquanto o rosto dela mostrava um sorriso e um gemido ao mesmo tempo. As sobrancelhas dela indicavam que tava doendo, mas os lábios curvados mostravam que ela tava gostando e, antes dos braços dela tocarem o colchão quando o Caleb soltou, eu vi uma cachoeira de gozo cair no lençol preto da cama e ela se arrastar pra longe do Caleb, o pau dele pulsando. enquanto ela se posicionava do outro lado da cama.
—Ei... que delícia de rebolado —disse minha mãe para Caleb, a buceta dela ainda soltando jorros grossos de fluidos.
Caleb não disse nada, mas se aproximou rápido e brusco e enfiou um dedo na buceta da minha mãe e, com movimentos suaves, nada apressados, prolongou ainda mais o orgasmo que acabara de dar nela.
—Tira, gostosa, me dá tudo.
Minha mãe obedeceu. Os quadris dela se contraíam no ritmo da mão dele e cada vez mais jorros saíam da buceta dela, molhando o braço de Caleb e deixando uma mancha de umidade cada vez maior na cama.
—Me fode, me fode —ela disse pra Caleb, agarrando o pau dele pela cabeça.
Ele obedeceu na hora e, entre os lábios dela e o pinto dele, saíam cascatas de gozo. Ele tava fodendo ela enquanto fazia ela gozar.
—Já tô quase, Anna. Já tô quase gozando, princesa.
—Não tira, goza dentro.
—Ah, meu amor —Caleb beijou ela e a envolveu com os braços. Agora era ela que aguentava o peso dos dois e os corpos estavam mais juntos do que nunca. Eu conseguia ver as pernas abertas da minha mãe, a buceta dela recebendo o monstro grosso e cheio de veias de Caleb, e como ele subia e descia, fazendo ela gritar a cada estocada até que, inevitavelmente, os dois pararam de se mexer e ele, com o pau tão dentro dela que os colhões dele tampavam minha visão da buceta dela, começou a gozar lá dentro.
As bolas dele se contraíram pra caralho e, depois de ficar um tempão assim, ele saiu de cima da minha mãe e, com o pau ainda meio duro, puxou ela e colocou ela em cima dele. Eu conseguia ver o cu da minha mãe, vermelhinho, pequenininho, lindo... e como fios grossos de porra escorriam pra fora da buceta dela enquanto ele batia uma rapidão no pau pulsante com uma mão, o prepúcio cobrindo parcialmente a cabeça quase roxa a cada puxada. Não disseram nada. Beijo, carícia, puxada e chupada, foi só isso que fizeram por um ou dois minutos até Caleb gozar de novo antes de perder a rigidez no pau.
—Desculpa —ele se desculpou, tentando recuperar o fôlego. ereção apertando a base do pau dele.
—Por que, desculpa? —Minha mãe apoiou as duas mãos e a cabeça no peito dele, um sorriso lindo no rosto dela—. Esse foi o melhor sexo que já tive na minha vida.
—Sério?
—Juro por Deus.
Eles se beijaram por uns minutos. A respiração deles acelerada.
—Você cresceu muito —minha mãe disse pro Caleb, segurando o pau mole dele e fazendo ele "dançar".
—Você gosta que eu tenha crescido? —ele perguntou, dando um beliscão forte no mamilo dela.
Ela respondeu torcendo as bolas dele. Os dois riram.
—Posso dormir aqui? —Caleb perguntou.
Ela virou pra olhar ele, passou a mão no rosto dele e pegou o celular na mesinha de cabeceira.
—Vou colocar o despertador pras 6:30, pra dar tempo da gente tomar café antes de você ir.
—Que horas o José Manuel sai da fábrica?
—Não vamos falar do meu filho... mas é às 7.
Caleb deu uma palmada na bunda dela enquanto ela configurava o alarme.
—Nosso filho... ou meu enteado.
Ela deu um tapa forte na rola dele e depois outro no peito.
—Não fica me provocando, Caleb...
Parecia que ela tinha ficado brava de verdade.
—Olha quem você acordou.
O pau de Caleb começou a pulsar... ia ficar duro de novo. O chão e a parede na minha frente estavam banhados nas maiores gozadas que eu já tinha soltado na vida inteira. Meu pau doía... e eles iam fazer de novo. Minha mãe deixou o celular na mesinha de novo e, dessa vez, ela montou no Caleb. Eu vi eles transarem por mais uma hora e meia até as 11... Vi como, uma vez e outra, ela cobria ele de fluidos, como da buceta dela escapavam as gozadas que o Caleb enfiava nela. Uma e outra vez, aquele pau monstruoso ficava mole só pra ficar duro de novo em poucos minutos, momentos em que eu ouvia palavras doces dos dois lados. Declarações de amor, elogios pro corpo um do outro, elogios mútuos...
Quando finalmente apagaram a luz, eu fiquei ali, perto da porta, e quando meus olhos se acostumaram com o escuro, vi o Caleb deitado com minha mãe dormindo no peito dele. O Invejei tanto. Fui até a cozinha e, usando desinfetante e lenços, limpei todo o esperma seco do chão e da parede. Eles continuaram dormindo. Saí de casa e me masturbei várias vezes no quintal. Chorei muito, chorei porque minha linda mãe não transava há anos, porque eu pensava que de vez em quando talvez ela... e doía pensar que, depois do meu pai, o Caleb foi o único que conseguiu, e não eu. Gozei uma vez atrás da outra enquanto pensava nisso. E, quando percebi que eram 2 da manhã, levantei a calça, fui até um parque perto de casa e passei a noite vendo vídeos, pensando no que tinha acontecido.
Não queria fazer aquilo, mas minha mente me levava até lá.
Quando amanheceu, deixei as horas passarem e só voltei pra casa às 8. Minha mãe me recebeu com um beijo na bochecha, pensei que aquele pênis nojento tinha acabado de estar na boca dela, mas não evitei, não queria que ela desconfiasse. Ela cheirava a perfume e parecia feliz. A roupa de cama na máquina de lavar e tudo como se nada tivesse acontecido.
Me joguei na cama e dormi.
Naquela noite, duas coisas aconteceram: minhas meias-irmãs foram concebidas... e Caleb e minha mãe formaram um laço que terminaria em casamento. Sem saber, isso me levaria a realizar meu sonho e poder ficar com ela, mesmo que fosse só no cu e sem o amor que eu tinha imaginado nas minhas fantasias de adolescente.
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