Duas semanas depois que a mamãe começou a me "disciplinar" e me transformar na "putinha virgem" dela, como ela me chamava, eu já tinha feito grandes progressos. Os castigos estavam cada vez menos frequentes e não era raro a mamãe provocar certas situações pra poder me punir quando eu ficava uns dias me comportando perfeitamente. Isso não me preocupava muito, porque eu já estava começando a curtir tanto os castigos quanto as recompensas. A única coisa que me frustrava de certa forma era que, apesar de tudo, eu continuava "virgem". Mesmo a mamãe enfiando no meu cu com o cintaralho quase todo dia, ela se recusava a me dar o que eu mais queria. O "plano educacional" da mamãe incluía várias gozadas durante o dia e a noite, mas elas sempre vinham pelas mãos, pés, boca ou peitos dela, me negando a buceta que, por outro lado, eu chupava com frequência. Nas vezes que eu pedi, implorando, a mamãe recusou com a desculpa de que eu ainda tinha muito que aprender. Naquele dia, eu estava especialmente nervoso e excitado. A Vicky, a gata que a gente conheceu na cidade, ia nos visitar no povoado e a mamãe me prometeu uma "brincadeira especial" pra quando ela chegasse. Por isso, o dia inteiro eu não gozei, porque a mamãe queria que eu guardasse energia pra brincadeirinha que ela tinha planejado pra noite. A Vicky chegou ao anoitecer. Vestia um top curto que deixava ver a barriga lisa e perfeita dela e uma saia que não deixava muito pra imaginação. Quando a gente se encontrou na cidade, ela tinha o cabelo tingido de mogno, agora tava com uma linda cabeleira loira. Ela cumprimentou a mamãe com dois beijos, que fez vários elogios sobre a mudança de visual. A gata se aproximou de mim, que tava amarrado com as mãos pra trás, de joelhos e amordaçado. Me deu um beijo carinhoso na bochecha enquanto apertava meu pacote, naquele dia coberto com uma daquelas calcinhas infantis que a mamãe parecia adorar. — Oi, putinha. Vejo que você tá feliz em me ver. — Disse. enquanto eu verificava que por baixo daquelas calcinhas estampadas eu estava duro. — Tô com ele pronto pro nosso experimento. — Mamãe se aproximou de mim e eu vi entre os dedos dela um pequeno comprimido azul. Era um daqueles comprimidos usados pra curar disfunção erétil, pra que os velhos pudessem continuar empurrando apesar da idade. — Isso vai te manter duro a noite inteira, mesmo que você goze várias vezes. — Disse mamãe enquanto colocava o comprimido na minha boca e me fazia engolir com um gole d’água. — Você vai ver como a gente vai se divertir essa noite. Hoje vamos ordenhar a putinha. — Ela completou com um sorriso safado. Elas jantaram enquanto conversavam animadas. Eu estava de joelhos aos pés da mesa e de vez em quando me davam pedaços de comida, mastigados por elas antes, direto na minha boca. Eu não sabia se o comprimidinho azul tinha feito efeito, porque eu já estava terrivelmente tarado e duro. Quando terminaram de jantar, mamãe me levou pro quarto dela. As duas ficaram só de calcinha e sutiã. Mamãe usava um conjunto rosa claro, que contrastava com a pele morena dela. Já a Vicky tinha escolhido um conjunto de fio dental e sutiã vermelho, com meia-calça e liga combinando. Me amarraram na cama em cruz, com as mãos na cabeceira e as pernas no pé da cama, bem abertas. Mamãe se deitou do meu lado e começou a brincar com os dedos, acariciando meu peito e beliscando de leve meus mamilos. — Essa noite é especial, por isso você tem permissão pra gozar quantas vezes quiser. — Ela agarrou meu volume com força. — Hoje vamos ordenhar seu pintinho virgem até não aguentar mais. — Eu não consegui responder porque tinha a mordaça na boca de novo. Mamãe começou a me acariciar com mais paixão e passou a mão no meu pau. Eu me arqueei, buscando aquele contato, desesperado. — Olha como a putinha se contorce. — Vicky zombou enquanto se aproximava de mim. Ela se ajoelhou na cama e lambeu o volume do meu pau, molhando a calcinha com a saliva dela. Eu dei um pulo de prazer, de desespero. – Tem paciência, putinha, que hoje você vai gozar mais vezes do que pode imaginar. – Mamãe completou. – Me permite? – Vicky perguntou pra mamãe, que concordou com a cabeça. A jovem baixou o suficiente minha calcinha pra tirar meu pau pra fora e colocou na boca dela com suavidade. O boquete lento me fazia me contorcer na cama, enquanto mamãe acariciava meu rosto e corpo, dando um tratamento especial nos meus mamilos, beliscando e molhando eles com saliva. – Quer gozar na minha boquinha? – Perguntou Vicky sensual, tirando meu pau da boca devagar enquanto olhava no meu rosto. Não esperou resposta e engoliu de novo, gulosa. Aceitei a permissão tácita da minha mãe pra gozar e me relaxei, aproveitando aquela boca habilidosa. Sentia a língua de Vicky na cabecinha, os lábios dela envolvendo meu pau, os dedos dela, que tinham passado por baixo da calcinha e faziam cócegas nas minhas bolas. Aproveitei aquele boquete até que, finalmente, gozei, abundantemente, naquela boca quente. Vicky continuou até a última gota do meu sêmen estar na boca dela e se separou, subindo pelo meu corpo. Mamãe abaixou a mordaça, deixando ela no meu pescoço, enquanto Vicky se aproximava do meu rosto. Me abriu a boca com um beijo e deixou cair toda a minha gozada na minha boca. Por um instante, senti nojo do meu próprio sêmen, mas Vicky me beijava com paixão enquanto a mão dela tinha começado uma masturbação frenética. Nossas salivas se misturaram com minha gozada na minha boca. – Engole, putinha. – Era a voz da mamãe, uma voz que eu só podia obedecer. Quando a boca de Vicky se separou da minha, algumas gotas do meu sêmen desciam quentes pelo canto da boca. Mamãe as recolheu com os dedos e colocou na minha boca. Eu lambi aqueles dedos com paixão até ficarem limpos e brilhantes. Vicky continuava com uma masturbação forte e eu gemia. Meu pau não perdeu dureza nenhum momento depois do orgasmo. Mamãe aproximou a boca da dela... Vicky a beijou com paixão. O sutiã da Vicky caiu na cama e a mamãe começou a brincar com os mamilos dela, acariciando e endurecendo eles com os dedos habilidosos. A novinha largou meu pau e começou a acariciar a mamãe até que uma das mãos dela sumiu por baixo da calcinha da minha mãe. Mamãe começou a ofegar fundo. Eu observava tudo deitado e amarrado na cama enquanto elas se esfregavam do meu lado ou diretamente em cima de mim, como se eu não estivesse ali naquele momento. Vicky também soltou os peitos da mamãe do sutiã e, sem parar de masturbá-la, se jogou nos peitos dela com a mesma avidez que eu. Quando finalmente a mamãe gozou, ela se deitou do meu lado, satisfeita, enquanto a Vicky começou a passar os mesmos dedos que tinham estado dentro da minha mãe na minha boca. — Saboreia sua mamãe putinha. — E pegou meu pau de novo com a outra mão e começou a masturbar com força. Parou um segundo para se colocar em cima de mim, de pernas abertas. Levantou um pouco o tecido da calcinha fio dental e prendeu meu pau entre o tecido e a pele depilada da buceta dela. Ela estava molhada e naquele momento só consegui pensar no quão quente devia ser a boceta dela, na vontade que eu tinha de meter nela. Ela começou a se mexer como se a gente estivesse transando. Mamãe interrompeu meus pensamentos colocando a calcinha molhada dela, que tinha tirado depois de se recuperar do orgasmo, na minha boca. De novo o gosto da mamãe inundou minha boca. — Quer meter nela, putinha? — Mamãe, deitada do meu lado, continuava brincando com meus mamilos. Me iludi por um segundo pensando que aquela seria finalmente a noite em que a mamãe me tiraria do meu erro. — Não vai poder ser ainda não, putinha virgem. Você tem tanta coisa pra aprender. Mas essa noite eu te garanto que você vai gozar como a putinha que você é. — A verdade é que eu já estava curtindo pra caralho com aquela punheta que a Vicky tava me dando com a buceta e a calcinha fio dental. — Vai, raposinha, goza pra mim. — Disse a novinha entre gemidos. — Imagina minha bucetinha quente engolindo seu pauzinho. — Mamãe apertou com força um dos meus mamilos. momento em que viu como da ponta do meu pau, que aparecia por cima da calcinha fio dental, saíam novos jatos de esperma grosso que se estouravam na barriga da Vicky. Mordi a calcinha na boca, curtindo aquele segundo orgasmo. Vicky desabou em cima de mim sem soltar meu pau daquela prisão doce, tirou a calcinha da minha boca e abriu ela pra eu cuspir dentro. Mamãe se levantou do meu lado, mas não consegui ver o que ela fazia, porque minha atenção tava nos beijos que a Vicky tava me dando. Meu pau continuava duro, tanto por causa do comprimido quanto pelo tesão que aquelas duas gostosas tavam me dando. Vicky se separou e eu pude ver o corpo nu da mamãe, vestida só com o cinto de arnês. Diria que fiquei excitado, esperando que mamãe me arrombasse o cu, mas eu já tava louco de tesão. Mamãe me compartilhar daquele jeito, me exibir pra uma novinha gata como uma rabuda me deixava estranhamente fora de mim. E era assim que eu tava quando Vicky levantou da cama, tirou a calcinha fio dental e colocou na minha boca. Também pegou a calcinha da mamãe que tava do meu lado na cama e juntou aqueles dois pedaços de pano enchendo minha boca. Mamãe e Vicky começaram a se beijar em pé do lado da cama. Quando mamãe colocou Vicky de quatro em cima de mim e se posicionou atrás dela, percebi que o arnês não era pro meu cu. Mamãe penetrou a Vicky e começou a foder ela com o arnês. A cara da novinha e a minha ficavam perpendiculares. Dava pra ver como as feições dela mudavam, deformadas pelo prazer. Ela tirou a calcinha da minha boca, perdendo um pouco o equilíbrio quando mamãe dava fortes estocadas. Na barriga dela e nos peitos ainda dava pra ver restos da minha gozada anterior. Alguns escorregavam preguiçosos e se estouravam na minha barriga. Ela pegava com os dedos as gotonas, tanto do corpo dela quanto do meu, e colocava na minha boca. Eu lambia como se fosse o mel mais doce do mundo. — Que foda que sua mamãe tá me dando... Você queria ser Você, vadiazinha?... Quer me ver de quatro?... – Ela gemia. Dava pra ver os peitos dela, brilhando de suor, balançando no ritmo da foda da mamãe. – Pobrezinho do filhinho da mamãe... é pequeno demais pra deixar comer... ou será que é tão piranha que só gosta de levar no cu?... – Eu olhava pra aquele corpo magnífico, impotente. Queria agarrar aqueles peitos, beijar e mamar igual um bebê, mas não podia, amarrado daquele jeito. Claro que minha impotência também era porque sim, eu queria ela de quatro e foder ela igual minha mãe tava fazendo, mas eu era só uma vadiazinha obediente. De repente, mamãe parou a foda e virou a Vicky. Ela ficou deitada em cima de mim, as costas dela contra meu peito, meu pau e minhas bolas esmagados contra a bunda magnífica dela. Mamãe meteu de novo na Vicky e começou a foder sem parar. A bunda dela esfregava no meu pau. Quando Vicky gozou, mamãe se levantou em cima dela e começou a beijá-la. Eu fiquei esmagado pelo peso daqueles dois corpos. As duas se levantaram e, olhando pra mim e uma pra outra com um sorriso safado, começaram a me soltar da cama. Terminaram de me despir, porque eu ainda tava de calcinha, mesmo com o pau e as bolas de fora. Mamãe mandou eu apoiar as mãos na parede, arquear um pouco o corpo e abrir as pernas. Por trás, senti um puxão no cabelo e a mamãe fazendo um rabo de cavalo em mim. Se eu tinha alguma dúvida do que viria a seguir, aquilo esclareceu. Mamãe adorava sodomizar com violência enquanto puxava meu cabelo. Ela cuspiu um pouco no meu cu indefeso, colocou as mãos nos meus quadris e, com uma porrada forte, enfiou o pau de plástico inteiro. – Isso, mamãe... arrebenta o cu da sua vadiazinha... – eu disse entre gemidos. Depois de algumas bombadas, mamãe soltou um dos meus quadris e me pegou pelo rabo de cavalo, puxando pra trás. – Isso... isso... sou uma piranha que adora levar no cu. – Mamãe aumentava o ritmo enquanto puxava mais forte. força do meu cabelo. Com a outra mão, ela pegou no meu pau e começou um sobe e desce frenético.
— Mais... mais forte... mamãe... por favor.
Mamãe virou meu rosto puxando meu rabo de cavalo e eu pude ver a Vicky, deitada de lado na cama com as pernas abertas, se acariciando a buceta.
— Você gosta de se exibir, né, foxy? — Era a voz da mamãe, que continuava fodendo meu cu e me punhetando. — Você gosta que te vejam sendo a putinha que você é.
— Sim, mamãe... eu gosto que me vejam... gosto que você mostre o quão foxy eu sou...
Eu estava perto do êxtase de novo quando a mamãe tirou a pica de plástico do meu cu. Ela me puxou pelo cabelo, me arrastando até o lado da cama, e me deixou cair no chão. Começou a tirar o arnês quando a mão da Vicky me pegou pelo rabo de cavalo e me levantou até eu ficar na cama.
— Agora é minha vez, minha foxy. — Ela imobilizou minhas mãos atrás das costas e colocou as algemas. Mamãe passou o arnês pra ela e sentou na cabeceira da cama com as pernas abertas. Eu fiquei de quatro, com a cabeça entre as coxas da mamãe. Sabendo o que era esperado de mim e sem esperar a Vicky começar a me foder, enfiei minha língua na mata peluda da mamãe. Não demorou muito pra eu sentir o arnês entrando no meu cu até o fundo, e a Vicky começou a bombar com força, mas eu só gemi um pouco, de dor e prazer, antes de me afundar de novo entre as coxas da mamãe.
— Sim, sua putinha comedora de bocetas... cada dia você melhora... come a buceta da mamãe...
Eu bebia da buceta dela, sedento. Quando a mamãe gozou, a Vicky me virou sem parar de me penetrar. Eu fiquei de pernas abertas, deitado de costas, com as mãos amarradas. Mamãe se levantou um pouco e desceu com a língua pelo meu corpo até colocar meu pau na boca dela. A Vicky, que tinha diminuído o ritmo depois de me virar, acelerou de novo sem piedade. As batidas no meu cu balançavam meu corpo inteiro e faziam com que, naquele momento, fosse eu quem fodesse a boca da mamãe, em vez de ela me fazer um boquete. Foi assim que gozei por terceira vez naquela noite, na doce boca da minha mãe sendo fodido pela Vicky com uma pica de plástico. Mamãe engoliu toda a porra. Ela me olhou enquanto a Vicky me desamarrava e eu caía, exausto e suado, na cama. — A mamãe também gosta de porra. — Disse com a voz mais provocante. Fomos os três pro banheiro e entramos no chuveiro pra tirar o suor. A Vicky e a mamãe começaram a me ensaboar, dando um tratamento especial pro meu pau, que, graças ao comprimido azul e às carícias das duas mulheres, continuava duro. Foi ali que pude me deliciar com os corpos das duas. Primeiro, ensaboei a mamãe. Fiquei de joelhos e, com minhas mãos e um pouco de sabão, percorri as pernas dela, dos tornozelos até as coxas. Beijei a boceta peluda dela antes de passar as mãos e esfregar com suavidade. Segui pela barriga dela, me levantando e terminei nos dois peitões enormes. Ali me demorei e acariciei aqueles balões, amassei eles devagar, como se estivesse pesando. — Você gosta demais das tetas da mamãe… — Era uma bronca, mas o tom dela era satisfeito. — Temos uma convidada. Não vai limpar ela também? — Eu me virei e vi a Vicky esperando a vez dela. Comecei o mesmo tratamento que com a mamãe. Pernas e coxas primeiro, pra depois passar minha mão cheia de espuma pela boceta lisinha dela, pela barriga e aqueles dois pêssegos duros que ela tinha, nos quais me deliciei. Mamãe ligou o chuveiro rindo. — Não sei qual das duas é mais gostosa. — Eu, ao ver a água levando o sabão dos bicos duros da Vicky, me joguei neles, beijando e chupando. — Acho que você já tem sua resposta. — Respondeu a Vicky, rindo também. Ela me afastou das tetas dela com um puxão de cabelo. Eu olhei pra cima, pro rosto dela, quase tão submisso a ela quanto era à mamãe. Ela me soltou e pegou uma das minhas mãos. Fechou na palma da minha mão os dedos mindinho e anelar e, me segurando pelo pulso, me levou até a boceta dela. Guiado pelo braço dela, penetrei a Vicky com dois dedos com facilidade, graças à boceta molhada dela. Começou um movimento com o braço dela. Ela tava usando minha mão como se fosse um consolo. Meu dedo indicador e médio enfiavam nela sem parar enquanto com o polegar eu esfregava o clitóris dela. Com a outra mão, ela grudou minha cabeça na dela. Nossos olhos se encaravam enquanto ela gemia. Ela cuspiu na minha cara. — Vai, putinha… me faz gozar… me come com os dedos… Imagina que é sua piroquinha virgem… — Mamãe, que já tinha se lavado e se secado, tinha saído do chuveiro e nos observava enquanto se tocava. Ficamos assim até a Vicky gozar nos meus dedos. Ela tirou eles da buceta dela e, sem soltar minha mão, colocou na minha boca. Depois olhou pra mamãe e pediu desculpa. — Desculpa monopolizar sua putinha, me deixa com muito tesão ela ser tão puta. — Fica tranquila — ela disse com um sorriso. Chegou perto de mim, que já tinha saído do banho, e segurou minha cara com força. — A culpa é dessa puta aqui que tá te provocando. Acho que ela merece um castigo bem dado. (…) Mamãe me amordaçou e prendeu minhas mãos atrás das costas com as restrições de couro. Me segurando pelas bolas, me levou pro quarto de castigo, com meu pau duro pra fora. Eu não conseguia andar direito e ia tropeçando com as pernas abertas, tentando não cair. A Vicky vinha atrás, se divertindo. Mamãe entrou no quarto de castigo e a Vicky olhou curiosa pra cama com o colchão e o armário. Mamãe pegou um par de chinelos e o cinto e me empurrou no colchão. Me colocou de joelhos, com a bunda pra cima e a cabeça apoiada na cama, e me deu uma porrada forte com o cinto na bunda. Deu outra e mais outra. — Você é uma vadiazinha provocante. — Ela dizia enquanto completava a série até chegar a cinco golpes. A Vicky puxou meu cabelo, levantando minha cara. Meus olhos estavam cheios de lágrimas de dor. — Fez a mamãe te fazer chorar? Coitadinha. — Cuspiu na minha cara e esfregou a saliva nas minhas bochechas, nos lábios e na bola da mordaça. — Às vezes eu também castigo ela com o chinelo. Os filhinhos da mamãe que se comportam mal ganham uma boa Surra na bunda. – Dito isso, sentou na cama e me colocou em cima dela de barriga pra baixo, com a bunda preparada pra receber a surra que tinha falado. A punição com a chinela não costumava ser tão dolorosa quanto com a pá ou o cinto, mas minhas nádegas já estavam doloridas da surra anterior e, com o primeiro golpe, mordi a mordaça com força. Meu pau, por isso, tava duro entre as coxas quentes da mamãe. A Vicky e ela riam a cada golpe. Riram mais ainda quando a mamãe me levantou e me colocou de joelhos na cama, com o tronco ereto, e meu pau apontou pra elas desafiador. – Ele é tão degenerado que fica com tesão quando eu castigo ele. – Disse a mamãe enquanto a Vicky se aproximava de mim e apertava minhas bolas. – Você é uma puta promíscua e fica com tesão de ser castigado? – Falou com voz debochada. Soltou minhas bolas e me deu um tapa forte. A mamãe também se aproximou e o alívio nas minhas bolas acabou quando ela também apertou elas com força enquanto começava a bater uma pra mim. – Vai ver como ele gosta. – Aumentava o ritmo da punheta na mesma medida que aumentava a força da mão apertando minhas bolas. Por sorte, não demorei pra gozar e o sêmen saiu disparado contra a barriga da mamãe. Não tinha muito, porque era a quarta vez que eu gozava naquela noite. Me soltando, disse: – Olha como me deixou, agora vai ter que me limpar. Eu fiz, obediente, de joelhos, depois que tiraram a mordaça. Quando a barriga dela ficou limpa, baixei meu rosto uns centímetros e lambi a buceta da mamãe. Enquanto eu tava ali, entre as coxas da minha mãe, castigado, amarrado e humilhado, a Vicky saiu do quarto e voltou vestindo o cinto de arnês. Ela me afastou da mamãe e me deixou ajoelhado aos pés da cama, de novo amordaçado. As duas começaram a se beijar e se tocar, e a Vicky deitou a mamãe na cama com as pernas abertas e começou a penetrar ela com o arnês enquanto não parava de beijar ela. A mamãe gemia baixinho. – Você gosta de ver como eu como a sua mamãe? – A Vicky provocava. – Pobrezinha slutty que não deixam ela foder. – Aquela visão despertava em mim sentimentos contraditórios. Por um lado, eu estava desesperado pra ser eu quem penetrasse a mamãe, me sentia impotente, frustrado e até meio ciumento. Por outro, a visão da Vicky fodendo minha mãe com o cinto era perturbadoramente excitante. A Vicky colocou ela de quatro e continuou com aquele vai e vem frenético, enquanto mamãe gemia. Depois de um tempo, trocaram de posição e era a Vicky quem estava deitada na cama enquanto mamãe montava nela. – Ah… sim… – mamãe olhou pra mim. – …um dia… slutty… vai ser… você… se se comportar… direitinho. – Com essas palavras, mamãe chegou ao orgasmo. As duas se separaram e olharam pra mim. Meu pau continuava duro, tanto por causa do comprimido quanto pelo espetáculo magnífico que eu acabara de testemunhar. Mamãe me pegou com aquela força surpreendente dela e me deitou de barriga pra cima na cama. As duas mulheres se deitaram na cama, uma de cada lado meu. Foi a mamãe quem começou a chupar meu pau primeiro, enquanto a Vicky levava a língua pros meus ovos. Elas foram trocando de posição, colocavam as bocas de cada lado do meu pau e começavam a subir e descer… enfim, me deixaram louco com aquelas duas bocas. Dessa vez, aguentei, aproveitando cada segundo daquela mamada dupla, mas no final gozei pela quinta vez. Assim, nas palavras da mamãe, terminaram de me ordenhar. Meu pau doía, mas finalmente ficou mole depois de cinco gozadas e várias horas daquele sexo estranho que a gente praticava – eu, minha mãe e, naquela noite, a Vicky. Voltamos pro quarto da mamãe e, depois de nos lavarmos, caímos exaustos na cama. Não demorei a pegar no sono, cansado e feliz, entre aquelas duas mulheres. Continua…
— Mais... mais forte... mamãe... por favor.
Mamãe virou meu rosto puxando meu rabo de cavalo e eu pude ver a Vicky, deitada de lado na cama com as pernas abertas, se acariciando a buceta.
— Você gosta de se exibir, né, foxy? — Era a voz da mamãe, que continuava fodendo meu cu e me punhetando. — Você gosta que te vejam sendo a putinha que você é.
— Sim, mamãe... eu gosto que me vejam... gosto que você mostre o quão foxy eu sou...
Eu estava perto do êxtase de novo quando a mamãe tirou a pica de plástico do meu cu. Ela me puxou pelo cabelo, me arrastando até o lado da cama, e me deixou cair no chão. Começou a tirar o arnês quando a mão da Vicky me pegou pelo rabo de cavalo e me levantou até eu ficar na cama.
— Agora é minha vez, minha foxy. — Ela imobilizou minhas mãos atrás das costas e colocou as algemas. Mamãe passou o arnês pra ela e sentou na cabeceira da cama com as pernas abertas. Eu fiquei de quatro, com a cabeça entre as coxas da mamãe. Sabendo o que era esperado de mim e sem esperar a Vicky começar a me foder, enfiei minha língua na mata peluda da mamãe. Não demorou muito pra eu sentir o arnês entrando no meu cu até o fundo, e a Vicky começou a bombar com força, mas eu só gemi um pouco, de dor e prazer, antes de me afundar de novo entre as coxas da mamãe.
— Sim, sua putinha comedora de bocetas... cada dia você melhora... come a buceta da mamãe...
Eu bebia da buceta dela, sedento. Quando a mamãe gozou, a Vicky me virou sem parar de me penetrar. Eu fiquei de pernas abertas, deitado de costas, com as mãos amarradas. Mamãe se levantou um pouco e desceu com a língua pelo meu corpo até colocar meu pau na boca dela. A Vicky, que tinha diminuído o ritmo depois de me virar, acelerou de novo sem piedade. As batidas no meu cu balançavam meu corpo inteiro e faziam com que, naquele momento, fosse eu quem fodesse a boca da mamãe, em vez de ela me fazer um boquete. Foi assim que gozei por terceira vez naquela noite, na doce boca da minha mãe sendo fodido pela Vicky com uma pica de plástico. Mamãe engoliu toda a porra. Ela me olhou enquanto a Vicky me desamarrava e eu caía, exausto e suado, na cama. — A mamãe também gosta de porra. — Disse com a voz mais provocante. Fomos os três pro banheiro e entramos no chuveiro pra tirar o suor. A Vicky e a mamãe começaram a me ensaboar, dando um tratamento especial pro meu pau, que, graças ao comprimido azul e às carícias das duas mulheres, continuava duro. Foi ali que pude me deliciar com os corpos das duas. Primeiro, ensaboei a mamãe. Fiquei de joelhos e, com minhas mãos e um pouco de sabão, percorri as pernas dela, dos tornozelos até as coxas. Beijei a boceta peluda dela antes de passar as mãos e esfregar com suavidade. Segui pela barriga dela, me levantando e terminei nos dois peitões enormes. Ali me demorei e acariciei aqueles balões, amassei eles devagar, como se estivesse pesando. — Você gosta demais das tetas da mamãe… — Era uma bronca, mas o tom dela era satisfeito. — Temos uma convidada. Não vai limpar ela também? — Eu me virei e vi a Vicky esperando a vez dela. Comecei o mesmo tratamento que com a mamãe. Pernas e coxas primeiro, pra depois passar minha mão cheia de espuma pela boceta lisinha dela, pela barriga e aqueles dois pêssegos duros que ela tinha, nos quais me deliciei. Mamãe ligou o chuveiro rindo. — Não sei qual das duas é mais gostosa. — Eu, ao ver a água levando o sabão dos bicos duros da Vicky, me joguei neles, beijando e chupando. — Acho que você já tem sua resposta. — Respondeu a Vicky, rindo também. Ela me afastou das tetas dela com um puxão de cabelo. Eu olhei pra cima, pro rosto dela, quase tão submisso a ela quanto era à mamãe. Ela me soltou e pegou uma das minhas mãos. Fechou na palma da minha mão os dedos mindinho e anelar e, me segurando pelo pulso, me levou até a boceta dela. Guiado pelo braço dela, penetrei a Vicky com dois dedos com facilidade, graças à boceta molhada dela. Começou um movimento com o braço dela. Ela tava usando minha mão como se fosse um consolo. Meu dedo indicador e médio enfiavam nela sem parar enquanto com o polegar eu esfregava o clitóris dela. Com a outra mão, ela grudou minha cabeça na dela. Nossos olhos se encaravam enquanto ela gemia. Ela cuspiu na minha cara. — Vai, putinha… me faz gozar… me come com os dedos… Imagina que é sua piroquinha virgem… — Mamãe, que já tinha se lavado e se secado, tinha saído do chuveiro e nos observava enquanto se tocava. Ficamos assim até a Vicky gozar nos meus dedos. Ela tirou eles da buceta dela e, sem soltar minha mão, colocou na minha boca. Depois olhou pra mamãe e pediu desculpa. — Desculpa monopolizar sua putinha, me deixa com muito tesão ela ser tão puta. — Fica tranquila — ela disse com um sorriso. Chegou perto de mim, que já tinha saído do banho, e segurou minha cara com força. — A culpa é dessa puta aqui que tá te provocando. Acho que ela merece um castigo bem dado. (…) Mamãe me amordaçou e prendeu minhas mãos atrás das costas com as restrições de couro. Me segurando pelas bolas, me levou pro quarto de castigo, com meu pau duro pra fora. Eu não conseguia andar direito e ia tropeçando com as pernas abertas, tentando não cair. A Vicky vinha atrás, se divertindo. Mamãe entrou no quarto de castigo e a Vicky olhou curiosa pra cama com o colchão e o armário. Mamãe pegou um par de chinelos e o cinto e me empurrou no colchão. Me colocou de joelhos, com a bunda pra cima e a cabeça apoiada na cama, e me deu uma porrada forte com o cinto na bunda. Deu outra e mais outra. — Você é uma vadiazinha provocante. — Ela dizia enquanto completava a série até chegar a cinco golpes. A Vicky puxou meu cabelo, levantando minha cara. Meus olhos estavam cheios de lágrimas de dor. — Fez a mamãe te fazer chorar? Coitadinha. — Cuspiu na minha cara e esfregou a saliva nas minhas bochechas, nos lábios e na bola da mordaça. — Às vezes eu também castigo ela com o chinelo. Os filhinhos da mamãe que se comportam mal ganham uma boa Surra na bunda. – Dito isso, sentou na cama e me colocou em cima dela de barriga pra baixo, com a bunda preparada pra receber a surra que tinha falado. A punição com a chinela não costumava ser tão dolorosa quanto com a pá ou o cinto, mas minhas nádegas já estavam doloridas da surra anterior e, com o primeiro golpe, mordi a mordaça com força. Meu pau, por isso, tava duro entre as coxas quentes da mamãe. A Vicky e ela riam a cada golpe. Riram mais ainda quando a mamãe me levantou e me colocou de joelhos na cama, com o tronco ereto, e meu pau apontou pra elas desafiador. – Ele é tão degenerado que fica com tesão quando eu castigo ele. – Disse a mamãe enquanto a Vicky se aproximava de mim e apertava minhas bolas. – Você é uma puta promíscua e fica com tesão de ser castigado? – Falou com voz debochada. Soltou minhas bolas e me deu um tapa forte. A mamãe também se aproximou e o alívio nas minhas bolas acabou quando ela também apertou elas com força enquanto começava a bater uma pra mim. – Vai ver como ele gosta. – Aumentava o ritmo da punheta na mesma medida que aumentava a força da mão apertando minhas bolas. Por sorte, não demorei pra gozar e o sêmen saiu disparado contra a barriga da mamãe. Não tinha muito, porque era a quarta vez que eu gozava naquela noite. Me soltando, disse: – Olha como me deixou, agora vai ter que me limpar. Eu fiz, obediente, de joelhos, depois que tiraram a mordaça. Quando a barriga dela ficou limpa, baixei meu rosto uns centímetros e lambi a buceta da mamãe. Enquanto eu tava ali, entre as coxas da minha mãe, castigado, amarrado e humilhado, a Vicky saiu do quarto e voltou vestindo o cinto de arnês. Ela me afastou da mamãe e me deixou ajoelhado aos pés da cama, de novo amordaçado. As duas começaram a se beijar e se tocar, e a Vicky deitou a mamãe na cama com as pernas abertas e começou a penetrar ela com o arnês enquanto não parava de beijar ela. A mamãe gemia baixinho. – Você gosta de ver como eu como a sua mamãe? – A Vicky provocava. – Pobrezinha slutty que não deixam ela foder. – Aquela visão despertava em mim sentimentos contraditórios. Por um lado, eu estava desesperado pra ser eu quem penetrasse a mamãe, me sentia impotente, frustrado e até meio ciumento. Por outro, a visão da Vicky fodendo minha mãe com o cinto era perturbadoramente excitante. A Vicky colocou ela de quatro e continuou com aquele vai e vem frenético, enquanto mamãe gemia. Depois de um tempo, trocaram de posição e era a Vicky quem estava deitada na cama enquanto mamãe montava nela. – Ah… sim… – mamãe olhou pra mim. – …um dia… slutty… vai ser… você… se se comportar… direitinho. – Com essas palavras, mamãe chegou ao orgasmo. As duas se separaram e olharam pra mim. Meu pau continuava duro, tanto por causa do comprimido quanto pelo espetáculo magnífico que eu acabara de testemunhar. Mamãe me pegou com aquela força surpreendente dela e me deitou de barriga pra cima na cama. As duas mulheres se deitaram na cama, uma de cada lado meu. Foi a mamãe quem começou a chupar meu pau primeiro, enquanto a Vicky levava a língua pros meus ovos. Elas foram trocando de posição, colocavam as bocas de cada lado do meu pau e começavam a subir e descer… enfim, me deixaram louco com aquelas duas bocas. Dessa vez, aguentei, aproveitando cada segundo daquela mamada dupla, mas no final gozei pela quinta vez. Assim, nas palavras da mamãe, terminaram de me ordenhar. Meu pau doía, mas finalmente ficou mole depois de cinco gozadas e várias horas daquele sexo estranho que a gente praticava – eu, minha mãe e, naquela noite, a Vicky. Voltamos pro quarto da mamãe e, depois de nos lavarmos, caímos exaustos na cama. Não demorei a pegar no sono, cansado e feliz, entre aquelas duas mulheres. Continua…
0 comentários - Disciplina da mamãe. Cap. #8: o comprimido azul