Mamãe brincava com meu pau debaixo da mesa com o pé dela. Eu sentia a pressão da ponta do salto dela no meu pênis e tentava não deixar transparecer no meu rosto o quanto eu estava excitado. Ela conversava normalmente com a Júlia, que sentada do meu lado, ignorava o que rolava debaixo da mesa. Naquela mesma manhã, mamãe tinha pago pra Ana as roupinhas que ela tinha escolhido na loja e a gente tinha se despedido daquela gorda, não sem antes combinar que ela viria nos visitar na cidade algum fim de semana. Com a Vicky, a gostosa de olhos claros, a gente tinha marcado pra jantar naquela noite no quarto do nosso hotel. Depois a gente pegou o carro e mamãe dirigiu até o centro onde, como ela tinha prometido, a gente comeu num restaurante chique. A própria mamãe escolheu o que eu comi, sem me deixar falar na frente do garçom solícito. Ela me tratava como um menininho. Depois a gente fez mais umas paradas em algumas lojas, mas mamãe não me deixou sair do carro e eu não sabia o que ela tinha comprado. Finalmente a gente foi pro nosso encontro com a Júlia. Quando ela se aproximou da gente e me cumprimentou com dois beijos, lembrei como ela era linda: O rosto dela tinha um ar de inocência e bondade, acentuado por traços finos, olhos azuis, pele branca e uma linda cabeleira castanho claro, quase loira. Ela era magra, um pouco mais baixa que eu. Não se destacava pelos peitos grandes, mas por baixo da regata de verão eu podia imaginar duas maçãs durinhas coroadas por uns mamilos deliciosos. Depois das apresentações com mamãe, a gente sentou numa mesa da cafeteria e começou a conversar sobre banalidades. Logo mamãe e ela começaram a papear, me deixando meio de lado. Naquele momento, senti um pé me acariciando e apertando meu pacote e fiquei ainda mais calado, tentando disfarçar minha ereção e nervosismo. Eu temia que mamãe, num surto de sinceridade, mostrasse as fotos e vídeos que ela tinha gravado de mim, temia que ela mandasse eu me baixei as calças pra Júlia poder ver a calcinha fio dental vermelha da minha irmã que eu tava usando. Mamãe, porém, se comportava perfeitamente, exceto pelo pé dela. — Então você leu meus dois primeiros livros. — Sim, Doutora Gómez. Sinceramente, acho que a senhora tem razão, precisamos substituir os homens na liderança da nossa sociedade se não quisermos nos autodestruir. — A voz de Júlia soava doce, firme e cheia de idealismo. — O que não sei é como conseguir isso. — Disso eu falei em outros livros, mas ficaram fora de catálogo. Os velhos e machistas professores achavam que eram muito "escandalosos e radicais" e os fizeram desaparecer. Agora só dá pra encontrar em certos círculos. Se me der seu endereço, vou te mandar. — Acho que Júlia não vai se interessar. — Interrompi, alarmado. Não sabia muito sobre esses livros, mas pelo que a Vicky tinha dito na loja, eles falavam exatamente sobre como dominar um homem, igualzinho mamãe tava fazendo comigo. — Querido, não seja mal-educado. — O tom de voz de mamãe era de leve repreensão. Eu sabia que quando ficássemos sozinhos, ela me faria pagar pelo meu comentário. Pensar no castigo aumentou minha excitação. — Sua mãe tem razão. — Continuou Júlia, divertida. — Com certeza são muito interessantes, Doutora. — Por favor, me chame de María, faz anos que não exerço e você é amiga do meu filho. — A conversa entre elas continuou. Júlia perguntou pra mamãe por que ela tinha se aposentado, e ela deu uma série de razões. Falou do machismo e da hostilidade dos outros acadêmicos, do casamento e da maternidade, e finalmente sobre as viagens que tinha feito depois de se aposentar. Eu tinha descoberto naquela mesma manhã, pelas conversas que elas tiveram com a Ana e a Vicky, que durante esse tempo mamãe tinha atuado como uma espécie de Amante ou Dominatrix sexual. — E como é a vida na cidade? — Me perguntou Júlia. — Não fica entediado? — Imagina. — Respondeu mamãe por mim. Ela tava me tratando como um moleque na frente da Júlia, e aquilo me deixou puto e me fez recuperar parte do orgulho que ela havia perdido nos últimos dois dias e meio. Ela continuou falando. – Passamos muito tempo juntos, recuperando o tempo perdido. Além disso, estamos nos aficionando pela fotografia, digamos, “artística”. Já temos uma boa coleção. Talvez um dia você queira ver… - Acho que Júlia não vai se interessar pelas nossas fotos. – Interrompi. Na hora que falei, percebi que, quando ficássemos a sós, a mamãe me castigaria. O olhar dela deixava claro o quanto ela não gostou da minha interrupção. Me encolhi e calei a boca pra não piorar a situação. - Claro que eu gostaria. – Respondeu Júlia com aquele sorriso gostoso dela. (…) Depois de mais um tempinho de conversa, nos despedimos e a mamãe fez Júlia prometer que nos visitaria na cidade. Quando chegamos no carro, ela apertou o pacote com força e, com a voz mais autoritária, disse: - Muito mal, meu bem. Achei que você ia se comportar, mas foi mal-educada e interrompeu minha conversa com a Júlia. Uma boa putinha não faz isso com a sua mamãe. Quando chegarmos no hotel, vou ter que te castigar. Não demoramos muito pra chegar. A mamãe pegou algumas das coisas que tinha comprado e subimos pro quarto. Ainda faltavam umas duas horas pra Vicky chegar, e a gente tinha tempo pra mamãe aplicar o castigo. O quarto era o típico quarto de hotel, com uma cama grande, uma mesa com algumas cadeiras e um banheiro com banheira. Quando entramos, a mamãe largou as sacolas e começou a se despir, enquanto me mandava fazer o mesmo, mas ficar só de tanga. Ela também não se despiu completamente e ficou só de calcinha, era cor da pele, o mais longe possível de uma roupa íntima sexy que alguém podia imaginar. Pra mim, porém, aquela visão era excitante e, por baixo da minha tanga, meu pau começou a crescer. A mamãe me mandou acompanhá-la até o banheiro, e eu segui aquele rabo redondo. Ela sentou no vaso e, sem tirar a calcinha, começou a mijar. Rapidinho o tecido ficou encharcado de xixi. Quando terminou, tirou a calcinha e me mandou abrir. a boca. Quando a calcinha molhada da mamãe entrou na minha boca, senti um gosto forte e desagradável. Segurei uma ânsia de nojo. — Será que minha putinha não gosta da calcinha mijada da mamãe? — Ela me deu dois tapas fortes e, puxando meu cabelo, me levou até o quarto. De uma das sacolas, mamãe tirou a mordaça com a bola vermelha que tinha comprado na loja da Ana e colocou em mim por cima da calcinha. Com a mordaça e a calcinha da mamãe, eu sentia minha boca cheia, mas ao ver que conseguia respirar bem pelo nariz, fiquei aliviado. Em seguida, mamãe tirou um par de estranhas pulseiras de couro e as colocou em mim. Tirou minha tanga, dobrou meus braços com força para trás das costas e prendeu as pulseiras com um fecho que elas tinham. Me colocou de joelhos na cama, com a bunda empinada. — Minha putinha virgem merece um castigo bem dado. — Ela me deu dois tapas fortes com a mão nua. Levantou-se e, de outra sacola, tirou uma pá de uns quatro dedos de largura e um palmo e meio de comprimento. Mostrou bem para mim. — Assim você perde a vontade de interromper a mamãe quando ela estiver falando. — A primeira palmada nas minhas nádegas foi realmente dolorosa. Logo perdi a conta. Uns minutos depois, minha bunda ardia de dor. Mamãe parou e me agarrou pelo saco. Meu pau estava completamente mole de novo. Ela começou a me acariciar e mudou o tom de voz, de autoritário para infantil e brincalhão. — Coitadinho do filhinho da mamãe. Fui muito dura com minha putinha virgem? — Mamãe me virou, e eu fiquei de barriga para cima com as pernas abertas. Ela colocou meu pau na boca dela, e ele rapidamente endureceu. Logo comecei a esquecer a dor na minha bunda para me concentrar no prazer. Ela tirou o pau da boca e se levantou por cima de mim. Acariciou minha bochecha. — Calma, meu filho. Quer que a mamãe te solte? Quer que a mamãe seja boazinha com você? — Eu concordei. — Muito bem, a mamãe vai te soltar, e você vai tomar um banho e lavar bem os dentes e a boca. Não queremos que, quando a Vicky chegar, sua boca cheire a mijo da mamãe. — Mamãe me desamarrou, me tirou a mordaça e as calcinhas sujas da minha boca. Nus os dois, ela me observou enquanto eu limpava a boca e os dentes com cuidado. Quando terminei, me levou pro chuveiro e começou a me esfregar e lavar. Ela também se ensaboou e enxaguou. – Amor, por que você não ajuda a mamãe a relaxar? – Ela mostrou a buceta peluda e eu, que já sabia o que queria, me ajoelhei na banheira. Mamãe não demorou muito pra gozar. (…) Vicky chegou na hora. Tava com a mesma roupa da manhã, um vestido justo e preto. Mamãe tava de roupão do hotel e por baixo eu tinha visto que ela colocou um conjunto de lingerie preto que deixava pouco pra imaginação. Vicky e mamãe se cumprimentaram com dois beijos. – Ufa. Que dia. – Disse a moça. – Nem tive tempo de passar em casa e tomar um banho. – Enquanto falava isso, me olhou. Eu tava deitado na cama. Depois de nos lavarmos, mamãe tinha limpado bem a mordaça e colocado de novo em mim. De novo, ela amarrou minhas mãos atrás das costas e me vestiu com umas calcinhas minúsculas das que ela tinha comprado naquela manhã. Eram umas calcinhas brancas com desenhos animados estampados, mais próprias pra uma menina. Tavam pequenas em mim e ainda mais agora que eu tava de pau duro, porque mamãe tinha passado o resto da tarde me provocando sem deixar eu gozar. Mamãe também tinha me penteado, e meu cabelo, que era meio comprido, tava enfeitado com duas maria-chiquinhas que subiam de cada lado da minha cabeça. – Como tá minha putinha? – Ela se aproximou e me cumprimentou esfregando meu pau ereto por cima das calcinhas. – Que gostosa você tá com essas calcinhas. – Ela se inclinou sobre meu rosto e lambeu meus lábios e a bola da mordaça. – Tá com tesão. – Respondeu mamãe por mim. – Tive que castigar ele e não deixei ele gozar. – Coitadinha da putinha. – Respondeu Vicky enquanto pegava o menu do hotel que mamãe estendia pra ela. Elas pediram o jantar e mandaram servir no quarto. Mamãe pediu pra Vicky me levar pro banheiro enquanto os garçons preparavam a mesa e deixavam o jantar no quarto. Quando estávamos lá, a Vicky tirou o vestido e me mostrou o corpo dela com o mesmo conjunto de lingerie azul transparente que eu já tinha visto naquela manhã. Vi os lábios da buceta dela através da tecidinho azul e fiquei ainda mais excitado. Eu continuava amarrado e amordaçado. Ela me deitou no chão frio e começou a esfregar o pé dela no volume da minha calcinha. — Tá feliz em me ver, sua putinha? — Só consegui gemer. Com os dedos do pé, ela puxou o tecido e liberou meu pau. — Já vi que sim. — Sentou em cima de mim de pernas abertas, pegou meu pau e, levantando um pouco a calcinha fio dental, encaixou ele entre o tecido e a ppk depilada dela, e começou a me punhetar com a buceta e a calcinha. — Quer me foder, sua putinha virgem? Eu também quero, mas não pode. Sua mamãe tem essa primazia. — Ela se inclinou sobre mim e lambeu meu rosto. Sussurrou a centímetros de mim, num tom sensual: — Mas não se preocupa. Sua mamãe me prometeu que hoje à noite vou foder esse seu cuzinho apertado. — Instantes antes de eu gozar, a mamãe nos interrompeu entrando no banheiro, frustrando minha gozada e me deixando ainda mais tarado. — O jantar tá pronto. — A Vicky levantou de cima de mim e subiu minha calcinha de novo. Me arrastou por uma das marias-chiquinhas do cabelo até o quarto. Lá, em cima da mesa, tinha alguns pratos com comida, uma garrafa de vinho e duas taças. — Acho que contei pra Vicky o quanto você é putinha e como gosta de ser alimentada. — Me colocaram de joelhos aos pés da mesa e tiraram minha mordaça. As duas, de lingerie, começaram a jantar enquanto eu olhava pra elas. Riam e conversavam. Quando a mamãe achou que era hora, colocou um pedaço de peixe com molho na boca e mastigou devagar, me encarando. Se inclinou sobre mim e eu abri a boca, sabendo o que esperava. Mamãe deixou cair o pedaço de peixe e saliva na minha boca. Engoli com fome. — Obrigado, mamãe. — Falei enquanto a Vicky comemorava com uma risada. — Deixa eu provar, Maria. — Ela mastigou um pedaço de carne e imitou a mamãe. Eu agradeci. complacido. —Não enche, que já comprei sua janta antes. —Esperei elas terminarem de comer, ansioso pra saber qual seria a janta e, mais importante, como seria servida. Quando terminaram, mamãe se levantou e fez o mesmo comigo. Ela soltou minhas mãos rapidamente pra amarrá-las de novo atrás do encosto da cadeira onde eu estava sentado. De uma das sacolas, tirou mais daquelas restrições de couro e colocou nos meus pés, me amarrando às pernas da cadeira, mantendo minhas pernas abertas. Pra completar, baixou minha calcinha o suficiente pra liberar meu pau e minhas bolas, que ficavam apertadas no tecido amassado. De outra sacola, mamãe tirou dois potes de papinha de bebê e uma colher. —Acho que é o certo pra um filhinho virgem da mamãe como você. —Mamãe e Vicky soltaram uma gargalhada. Mamãe abriu o primeiro pote e sentou numa das minhas pernas. Cuspiu numa colherada generosa e colocou na minha boca. O gosto era horrível, mas engoli com uma careta de nojo. —A putinha não gostou da papinha dela? —Ela deu duas batidinhas no pote e apontou pro outro que tava em cima da mesa. —Se a putinha não comer toda a papinha dela, não vai ter sobremesa. —Dessa vez, cuspiu várias vezes dentro da papinha enquanto mexia com a colher. Me deu outra colherada de novo, e engoli tentando ignorar o gosto nojento. Mamãe continuou me dando uma colherada atrás da outra. —Vamos, come, putinha, que você tem que pegar força pra essa noite. Não vai fazer a mamãe passar vergonha na frente da Vicky, vai? —Ao ouvir isso, senti a mão daquela mulher linda acariciando minha orelha por trás. Ela aproximou a boca do meu ouvido. —Vamos, putinha, come, que se você se comportar bem, a mamãe e eu temos uma sobremesa deliciosa planejada. Me disseram que você adora manjar branco. —Lembrei da primeira noite com mamãe, como ela tinha espalhado o manjar branco pelo corpo e pela buceta peluda, e eu tinha devorado aquele tesão. Excitado, terminei rapidinho o primeiro pote de papinha. —Quer que a Vicky te dê o segundo pote? —Perguntou mamãe, e sem me deixar responder, ela... Levantou da minha perna e automaticamente foi a Vicky que se sentou numa das minhas pernas com o mingau e uma colher na mão. De novo, de perto, admirei aquele corpo coberto por aquele conjunto minúsculo de lingerie transparente. Reparei nos mamilos dela, que estavam duros e colados no tecido. Vicky, igualzinho à mamãe, soltou cusparadas generosas enquanto mexia o mingau. Encheu uma colherada e, em vez de colocar na minha boca, espalhou pelo meu peito, perto do sutiã. — Que atrapalhada que eu sou! Por que você não me ajuda a me limpar um pouquinho? — A voz dela era debochada. Eu me inclinei o máximo que pude e comecei a lamber até que aquele pedaço de pele ficasse brilhando. Ela encheu outra colherada e dessa vez foi descendo até deixar o mingau cair no meu pau. Um enorme gotão de mingau começou a escorrer pelo tronco da rola. O mingau estava frio e eu tive um calafrio. Com a mesma colher, Vicky pegou o mingau e colocou na minha boca. Eu comi avidamente. Naquele momento, eu estava com tanto tesão que teria comido qualquer coisa que aquelas duas deusas me dessem. — Que putinha você é. — Vicky me disse com um sorriso. Cuspiu de novo dentro do pote e dessa vez colocou a colherada direto na minha boca. Várias vezes ela alternou entre me dar o mingau direto na boca ou espalhar pelo decote dela, e eu comi obediente até não sobrar nada. — Vicky, querida. Por que você não dá pra putinha a primeira parte da sobremesa? — Mamãe nos observava satisfeita. Mais de uma vez eu tinha procurado o olhar dela. Era de reconhecer que a Vicky era, a princípio, muito mais gostosa que minha mãe, pra começar tinha mais de vinte anos a menos. Mas mamãe era minha dona. Eu tinha entregado minha vontade pra ela fazia menos de três dias e não me arrependia da minha decisão. No fundo, adorava que ela me dividisse com a Vicky, mas não trocaria de dona por nada. Vicky parou de ficar sentada na minha perna e se ajoelhou. Começou a lamber com suavidade meu pau e limpar os restos de mingau que tinha deixado. cair por ele. Olhou pra mamãe com uma careta de nojo. —Olha que ruim que é essa papinha. Acho que a putinha merece um prêmio bem gostoso. — Colocou a cabecinha na boca e foi engolindo meu pau até o fundo. Subiu devagar de novo com a cabeça e no meio da minha rola fechou os lábios e começou um sobe e desce profundo. Gemi e olhei pra mamãe implorando a permissão dela pra gozar. —Goza na boca da Vicky, meu amor. — Disse acariciando meu cabelo. A boca da Vicky se movia pra cima e pra baixo numa velocidade do caralho. Gemi e gozei só alguns segundos depois que o boquete tinha começado. A Vicky se levantou com a boca cheia do meu leite, destampou uma tigela que tava em cima da mesa e cuspiu minha porra abundante nela. Pude ver que a tigela tava cheia de creme. Enquanto ela começava a mexer, eu olhei pra mamãe assustado. Ela rapidamente sentou de novo em cima da minha perna, pegou minha rola que ainda tava dura depois da gozada e começou a bater uma punheta forte. Com a outra mão puxou com força uma das minhas tranças, me obrigando a colocar a cara debaixo da dela. Abri a boca e ela deixou cair um cuspe grosso. Percebi que meu pau continuava duro. —Fica tranquilo, meu bebezinho. Só colocamos um pouco mais de proteína no seu creme. — Pra me manter excitado, mamãe descobriu um dos peitos e colocou o mamilo na minha boca. Chupei avidamente enquanto ela continuava me batendo uma. Mamãe conseguiu o objetivo dela, evitando que minha cabeça esfriasse depois do orgasmo e me deixou quase tão quente quanto segundos antes de gozar. Aquelas duas pedaços de carne morena me deixavam louco. Mamava o mamilo como um neném. Pude ver a Vicky cuspindo na tigela e continuando a mexer. Ela aproximou a tigela da mamãe, que também deixou cair a saliva dela nela. Mamãe tirou o peito da minha boca e uma colherada que a Vicky já tinha preparado apareceu na frente da minha cara. Apesar da tesão, hesitei. Mamãe puxou minha trança de novo enquanto abria minha boca. A Vicky deixou cair o conteúdo da colher na minha boca e eu pude ver a Espessa mistura amarelada onde dava pra ver uns grumos brancos de esperma. Só consegui engolir. — Que puta que é. — Vicky falou pra minha mãe. Ela se levantou e terminou de se despir. Olhei pros peitões dela, com as veias azuis em volta das aréolas, olhei a barriga ainda lisa apesar da idade, as pernas fortes e a moita peluda que ela tinha. Olhei pra ela pensando que, se eu tinha que comer o creme com a minha própria porra, melhor que fosse em cima do corpo da minha mãe. Ela me atendeu. Me soltaram da cadeira, mas deixaram minhas mãos amarradas nas costas. Mamãe terminou de tirar minha calcinha e se deitou numa toalha em cima da cama com as pernas bem abertas. Vicky se ajoelhou do lado dela com a tigela de creme e a colher. Me arrastaram até eu ficar de joelhos na frente do corpo da mamãe. — Vamos ver onde a putinha quer comer o creme. — A voz da Vicky era brincalhona. Ela deixou cair umas gotas da mistura de creme, sêmen e saliva entre os peitos da mamãe. Passei a língua com vontade, sem deixar nenhum vestígio na pele. Vicky ia derramando creme pelo corpo todo da minha mãe, e eu, rápido, acabava com os restos da minha sobremesa. Lambi os peitos da mamãe, lambi a barriga dela, as coxas, o pescoço, enfiei a língua no umbigo dela procurando restos da mistura. — Assim mesmo, putinha virgem. Sê uma boa vadiazinha e deixa a mamãe bem limpinha. — Dizia minha mãe. — Que puta que é, já vi umas vagabundas, mas nunca vi uma igual a essa. — Respondia Vicky. Finalmente, ela deixou cair o resto da mistura na buceta da mamãe. Limpei de cima a baixo e lambi quase pelo a pelo, procurando qualquer gota, por menor que fosse, da minha sobremesa. Quando a buceta tava bem limpa, me concentrei em dar prazer pra mamãe. De repente, senti um puxão forte numa das minhas marias-chiquinhas e fiquei de bruços aos pés da mamãe. Vicky ocupou o lugar onde eu tava há poucos segundos. — Assim que se come uma buceta, gostosa. — E Vicky enfiou a cara na moita de pelo da mamãe. Em Naquele momento, eu odiei ela. Aquela buceta era minha e era eu quem devia comer. Por outro lado, a imagem daquela gostosa dando prazer pra mamãe era uma visão excitante. Realmente, a Vicky fazia muito melhor do que eu e mamãe não demorou a gozar. Vicky puxou meu cabelo de novo até colocar minha cara na altura da dela e me deu um beijo onde pude sentir o gosto do orgasmo de mamãe. As mãos de mamãe separaram a Vicky de mim e as pernas dela me empurraram com suavidade, mas firmeza, para os pés da cama. Mamãe começou a beijar a Vicky com paixão. Tirou o sutiã dela e começou a acariciar o peito dela. Colocou um mamilo na boca e molhou ele, voltou pros lábios e com os dedos começou a brincar com o mamilo. Eu via tudo aquilo tão impotente quanto tarado, com as mãos amarradas atrás das costas e meu pau duro e sedento de carícias no ar. Elas ficaram assim, se beijando e se tocando, por um bom tempo até a Vicky se deitar sobre mamãe, apoiando as costas no peitão da minha mãe, com as pernas abertas. Com outro puxão nos meus rabos de cavalo, eu fiquei na frente da buceta da Vicky e vi, perfeitamente, como a mão de mamãe deslizava por baixo da calcinha azul transparente. Através do tecido, pude ver como mamãe começava a masturbar a Vicky. Ela torcia o corpo lindo e flexível enquanto os dedos de mamãe penetravam na vagina dela freneticamente, acariciavam clitóris e lábios e finalmente provocaram um orgasmo que encharcou a calcinha de fluidos. Vicky e mamãe se beijaram ternamente. Foi mamãe quem quebrou o beijo. — Você é magnífica. — Obrigada, Maria. — Pobrezinha da putinha virgem. Tá com ciúmes de a gente brincar sozinhas? — Mamãe tirou a calcinha molhada da Vicky pra colocar na minha boca. O sabor do orgasmo da garota era sublime. — Calma, mamãe não se esqueceu de você. Tenho um presentinho pra você. — Mamãe se levantou da cama. De uma das sacolas da loja erótica, tirou um cinto de arnês. Era um cinto do qual pendia um ameaçador e duro pau de plástico. Mamãe começou a colocar e amarrar as tiras. — Gostou, sua putinha gulosa? Agora sua mamãe vai arrebentar sua bunda e depois eu vou. Você vai ver como vai gozar igual uma puta. — A Vicky me colocou de joelhos, de bruços, com a cabeça apoiada no travesseiro, cuspiu no meu cu, espalhou um pouco da saliva e enfiou dois dedos bruscamente. — Hoje você vai virar uma putinha morde-travesseiro. — Ela zombou de mim enquanto enfiava um terceiro dedo e começava a me bater uma com a outra mão. Virei o rosto e vi a mãe passando um gel estranho na pica de plástico. Ela se aproximou, levantou meu rosto com carinho e me beijou na bochecha. A calcinha da Vicky estava um pouco para fora da minha boca, e a mãe enfiou ela completamente com os dedos. Beijou meus lábios com amor maternal, apesar de tudo que estava rolando. — Agora vou arrebentar seu cu, putinha, você vai ver como vai gostar. — A mãe se levantou e ficou atrás de mim. A Vicky se deitou ao meu lado. Senti a mão da mãe no meu quadril e, logo em seguida, uma pressão na entrada do meu cu. A pica de plástico foi entrando, devagar e firme. Quando estava no meio, eu já não aguentava mais, mas a mãe continuava me penetrando sem parar. A mão da Vicky deslizou entre minhas pernas e começou a me bater uma com força. Minhas bolas batiam na mão dela a cada punheta violenta. Senti a segunda mão da mãe no outro quadril e ela começou um vai e vem lento. Duas lágrimas de dor escorreram pelo meu rosto, mas a punheta da Vicky já estava fazendo efeito, e ela ainda lambeu minhas lágrimas com uma mistura de luxúria e carinho. A mãe foi aumentando o ritmo. — Vamos, putinha virgem. A mamãe está abrindo sua bunda. — Aos poucos, entrei de novo naquela espiral em que perdia toda noção de mim mesmo, dando lugar a sensações mais fortes que eu. A dor, o prazer, a humilhação… tudo se juntava, me levando a algo perto do êxtase. De repente, a mãe enfiou o consolo no meu cu até o fundo, soltou meus quadris e pegou minhas marias-chiquinhas, puxando com força. Elas. Minhas costas arquearam. A calcinha da minha boca caiu no travesseiro e eu comecei a gemer. — Sim, mamãe, sim… fode meu cu, mamãe… sou uma putinha e mereço ser tratada como tal. Siiim… mamãe, arrebenta o cu da sua putinha… — Assim que eu gosto, putinha. Aproveita. — Mamãe continuava me fodendo no ritmo dos puxões de cabelo. Tentei gemer de novo, mas a Vicky tinha soltado meu pau e começou a me beijar com paixão. A língua dela penetrava minha boca igual a mamãe penetrava meu cu com o cinto. Ela se afastou um pouco do meu rosto, cuspiu na minha boca e disse com um sorriso: — Me deixam tão puta umas vadias como você. Amo você. — Vicky sentou na cabeceira da cama com as pernas abertas. Mamãe parou de puxar meu cabelo e me esmagou contra aquela buceta linda, perfeitamente depilada. Eu comecei a chupá-la com luxúria enquanto mamãe apoiava o peso do corpo no meu. Meus joelhos começaram a se afastar e acabaram colados na cama, bem separados. Mamãe continuava me penetrando, dessa vez não só com a força dela, mas com todo o peso do corpo, me esmagando. Vicky gemia baixinho com minhas lambidas. Perdi a noção do tempo e não sei quanto tempo ficamos assim, até que um gemido da Vicky anunciou o orgasmo que inundou minha boca. Mamãe parou de me penetrar e se deitou ao meu lado, acariciando minhas costas. Mamãe me virou enquanto Vicky se levantava, que me agradeceu pelo orgasmo com um beijo e uma carícia no meu pau duro. Dessa vez foram os lábios da mamãe que me beijaram enquanto me desamarrava. Estiquei meus braços doloridos. — Minha putinha, você é muito melhor do que eu jamais esperei. — Ela me acariciava enquanto eu recuperava o fôlego. — Quer descansar? — Não. — Respondi firme. Não queria descansar. — Mamãe prometeu meu cu pra Vicky. Ela me olhou com luxúria. — É isso que você quer, putinha? — Quero que a Vicky foda meu cu, quero que vocês me levem ao limite, quero fazer a mamãe gozar, quero que me castiguem se eu gozar sem permissão. — Eu não conseguia pensar em outra coisa e falei rápido. entre gemidos. —Te amo, meu menino. —Mamãe me beijou, se levantou e começou a tirar o arnês. Passou pra Vicky, que vestiu rapidinho. A figura esbelta dela com aquele apêndice de plástico pra fora era perturbadoramente gostosa. Não consegui ver mais porque mamãe, montada, sentou na minha cara, esmagando aquele mato peludo no meu rosto. Minha língua percorreu a buceta dela, tentando devolver todo o prazer que ela tinha me dado. Instantes depois, senti a Vicky abrir bem minhas pernas, levantar um pouco minhas costas e, de uma só vez, enfiar até o fundo a pica de plástico no meu cu. Abafei um grito, tanto de dor quanto de prazer, enfiando mais a língua na racha da mamãe. Vicky me comeu com força enquanto me punhetava. Não era tão boa quanto mamãe, mas era habilidosa e parava pra beliscar meus mamilos e minhas bolas quando achava que meu orgasmo tava perto. Mamãe gemia enquanto ouvia, abafada pelas coxas dela que me rodeavam, a voz da Vicky. — Cê gosta de como eu como teu cu, raposinha? Vai gozar, vadiazinha? Pobre vadiazinha cachorra que não aguenta. Finalmente mamãe gozou, levantou da minha cara e eu pude ver a Vicky me penetrando. Os peitos dela balançavam no ritmo da foda. Gotas de suor brilhavam na pele linda e macia dela. Mamãe, também com o corpo suado, deitada do meu lado, começou a sussurrar no meu ouvido: — Vamos, vadiazinha. Pede pra gozar. — Eu pedi. — A vadiazinha pede pra gozar. Por favor, mamãe. Por favor. — Mamãe olhou pra Vicky. — Pobre vadiazinha. Acho que ela merece. — Tanto mamãe quanto Vicky envolveram minha pica com as mãos. Vicky continuava me comendo e as duas me punhetavam. Aumentaram o ritmo. Gemi, sem aguentar o calor e o movimento daquelas duas mãos, e minha pica não demorou a soltar vários jatos de porra que caíram, principalmente, na minha barriga. Vicky parou de me penetrar e deixou o consolo cair no chão. As duas limparam minha gozada com a boca e depois me beijaram e se beijaram entre si. Não demoramos pra dormir os três, abraçados, com nossos Corpos suados e exaustos. Continua...
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