Caprichos da cunhada na quarentena 2

A quarentena continuava e continuava, mas em algumas coisas aliviou, não em tudo, mas em algumas sim. Entre elas, comecei a ir de vez em quando pro escritório, o que de certa forma era bom… Recuperar um pouco da normalidade, sair do confinamento de um apartamento de 40 metros quadrados… O que não voltaram foram as aulas, em nenhum nível… E minha cunhada não podia voltar pras aulas, mas continuava estudando virtual. Como ela morava com meus sogros, as reclamações por ter que aguentar os pais eram constantes com a irmã dela, minha namorada… Virginia, minha namorada, não teve ideia melhor do que dizer pra ela vir uns dias pra cá, pra tirar ela daquele ambiente de confinamento na casa dos meus sogros, e dar uma aliviada dos pais, que tava deixando ela bem mal… bah, quem não tava mal com essa quarentena que não deixava a gente fazer nada, e ela ainda presa com os pais…??? O que Virginia não sabia era o que tinha rolado na época com a Mica, depois que voltei daquela viagem pela Europa… Quando ela me contou que tinha convidado ela pra ficar uns dias em casa, fiquei com sentimentos misturados. Por um lado, gostei da ideia, eu também tava sozinho em casa, e além de alguma reunião virtual com o pessoal do trabalho, ou de trocar mensagem com amigos, não fazia nada, então talvez fosse uma distração legal. Por outro lado, senti um frio na espinha ao pensar em ter ela por perto, dela fazer alguma das dela, e estragar tudo com a minha mina… Combinaram que no domingo a gente ia buscá-la, pra ela já ficar a semana toda em casa. A cara dos meus sogros quando fomos buscá-la era meio de alegria… imagino que eles também queriam o espaço deles. Ela entrou no carro com a bolsinha dela, colocou os fones de ouvido, e não falou uma palavra durante toda a viagem. A cara dela não era das melhores… Eu já tava vendo uma semana difícil… Ao chegar em casa, descemos e ela se jogou no sofá da sala (lugar que seria a cama dela por essa semana) com os Fones de ouvido colocados, enquanto eu mexericava no celular. Me perguntei por que minha namorada a teria convidado, se ela ia ficar assim o tempo todo, como se ignorasse o mundo ao redor. Cozinhamos algo rápido com a Vir, e sentamos pra comer, colocamos um filme e a noite foi passando... No outro dia, a Vir levantou e foi trabalhar. Eu acordei um pouco mais tarde e me conectei ao meu trampo. Como as chamadas do trabalho eram sem câmera, eu costumava ficar de camiseta ou até pelado, e de shortinho de futebol. Sentei na sala, de boa, com o café, como toda manhã. Daí a pouco ela acordou, com cara de bunda, porque tinha acordado com minhas ligações... Quando se levantou pra ir ao banheiro, pude ver como ela estava vestida pra dormir... Camiseta comprida, desgastada, e sem short nem calça na parte de baixo, ou seja, só de calcinha... Isso já começou a me dar um certo tesão e foi difícil me concentrar na ligação que eu tava atendendo. Quando saiu do banheiro, serviu um café e sentou no sofá pra ver TV, mas continuou vestida do mesmo jeito. Um tempo depois, levantou e entrou no meu quarto, com as coisas da faculdade, pra ter uma aula. Acho que precisava de um certo silêncio pra aula dela. Uma hora e meia depois, vi ela sair do quarto, pegar a bolsinha e entrar de novo no cômodo. Ouvi música por um bom tempo, quase uma hora, e aí vi ela sair e entrar no banheiro. O pouco que consegui ver quando ela saiu do quarto era que ela tinha colocado uma leggings e um topzinho, então imaginei que devia ter feito algum exercício. Quando saiu do banho, se ofereceu pra fazer o almoço, coisa que agradeci porque tava meio atarefado. Quando a comida ficou pronta, encerrei a ligação que tava atendendo e fui almoçar. Só aí a gente conseguiu conversar um pouco. Ela me contou um monte de coisas que tava vivendo com meus sogros durante a quarentena, o quanto os dois estavam intensos com tudo aquilo... Não deixavam ela Sair pra nada, nem pra fazer compras, e muito menos pra ver o namorado que tinha, por isso acabaram se separando... Sem falar em transar... Se não conseguia ver o namorado, menos ainda ia dar pra ele. Quando perguntei sobre isso, ela soltou: tô com teia de aranha lá embaixo já... de tanto tempo que passou sem usar... kkkkkkk A gente riu e continuou conversando sobre outras coisas. Mica: Como é que você e a Vir tão? Eu: Eu? Bem... Sei lá... Coisas de casal antigo... Coisas normais... M: Pelo que você diz, parece que tá entediado... Um telefonema me salvou de ter que responder aquela sentença... Daí em diante, fiquei nervoso, pensando que a qualquer momento ia começar a me sentir desconfortável com alguma das tiradas dela... A tarde seguiu tranquila, vi ela se conectar a outra aula da faculdade e me oferecer uns mates à tarde. A gente tava nessa quando a Vir chegou. Sentou pra tomar mate com a gente e daí a pouco levantei pra ir tomar banho, deixando elas sozinhas pra conversar um pouco. Quando tava quase entrando no chuveiro, ouço a Vir falar pra Mica que ia sair pra comprar umas coisas pro jantar, e a Mica disse que ficava. Entrei no chuveiro. Dois minutos depois, ouço a porta do banheiro abrir, e a Mica me diz: M: Licença, cunhado, preciso fazer xixi... Meu coração acelerou, porque era uma situação desconfortável, e a Vir podia voltar e nos pegar em algo, no mínimo, estranho... Tentei me concentrar em tomar banho e não me tentar a olhar pra ela. Ouvi ela terminar de fazer xixi e sair do banheiro. Aí me acalmei um pouco. Quando já tava me secando e me vestindo de novo, ouço a porta do apê e a Virgi entrando, recém-chegada das compras. Na sequência, foi ela quem foi tomar banho. Comecei a preparar o jantar, e tive que aguentar a Mica passar atrás de mim umas duas vezes pra ir na geladeira, me roçando várias vezes. Comecei a pensar que a mina tava começando a me provocar... Como toda boa caprichosa que era... A noite seguiu sem mais percalços. No dia seguinte, mais ou menos a mesma coisa. Vir foi trabalhar, eu comecei a trabalhar, Mica levantou de novo com aquele "pijama" de camiseta comprida e calcinha. Dessa vez não foi pro quarto, ficou o dia inteiro vendo TV, indo e vindo pra cozinha, pro banheiro, pra geladeira, dando voltas pelo apê, no pijama improvisado dela. Tava me provocando na cara dura, e eu não conseguia evitar de olhar, vendo se aparecia algo a mais quando ela levantava um pouco a camiseta ou não... tentando adivinhar que tipo de calcinha ela tava usando, que cor... Me peguei sentindo uma pressão dentro da calça... Uma das vezes que levantei pra ir ao banheiro, vejo ela deitada no sofá, de bruços, olhando pro sacada que ficava do outro lado de onde eu sentava na mesa, e mexendo no celular, e aí sim pude ver a rabeta dela aparecendo por baixo da camiseta. A fio dental sumia entre as nádegas. Entrei no banheiro e fiquei um tempão, esperando a ereção que aquela imagem me causou baixar. Era mais ou menos a hora que Virgínia chegava do trabalho. Mandei mensagem pra ela e ela disse que tava no busão, umas 5 ou 6 paradas antes de descer, aí falei que ia buscá-la. Saí do banheiro e avisei a Mica que ia buscar a irmã dela no ponto de ônibus. M: okis... caminha um pouquinho com a imagem da minha rabeta na cabeça... Cunhado... – Ela falou, safada, com um sorriso maroto... – Te vi pelo reflexo da janela, como você ficou olhando antes de entrar no banheiro... Não respondi, peguei a máscara, as chaves, o celular e vazei. No elevador, a imagem veio na minha cabeça, e o volume marcou na calça. O caminho até o ponto do busão me fez relaxar, e baixou. Vir chegou, aproveitamos pra fazer umas compras pro jantar e fomos pra casa. Quando saímos do elevador, dava pra ouvir música num volume meio alto saindo do nosso apê. Ao abrir a porta, encontramos Micaela fazendo ginástica no meio da sala... De quatro, calcinha tipo shortinho, topzinho esportivo, dando chutes de glúteo... M: Ai! Oi, gente! Não ouvi vocês chegarem! Desculpa, precisava fazer um negócio, vocês se importam se eu continuar? V: Não, não, de jeito nenhum, fica à vontade. Eu não falei nada, mas a Vir viu como eu fiquei pasmo com o espetáculo... E me deu uma cotovelada pra eu parar de olhar... Saí do transe e fui pra cozinha. Ouvi a Virgínia falando algo com a irmã, e ela baixou a música. A Vir foi tomar banho. Eu comecei a preparar o jantar, e com a Virgínia no banheiro, a Mica veio caçar... Passou por trás de mim, abriu a geladeira, pegou uma garrafinha de água gelada, e me olhando: M: Uffa, que calor que faz! Não acha, cunhado? Quando me virei pra ver ela, ela tava bebendo água no bico da garrafa, e deixou cair um pouco de água entre os peitos... O topzinho apertava, mas formava aquele canal entre as tetinhas que deixava a água escorrer por ali. Ela me olhava fixo, sabia que me provocava... Deixou a água na geladeira de novo, e passando por trás de mim, encostou as tetas nas minhas costas. M: Cozinha pra mim, gostoso cunhado! — falou enquanto encostava as tetas e com a mão acariciou meu volume... Y: Vaza daqui, girl! Tua irmã tá no banheiro! Pode dar merda! Ela saiu da cozinha me sorrindo, sabendo que me deixava com tesão, a filha da puta... Depois do jantar, sentamos no sofá pra ver uma série. A Vir tava quase dormindo, então quando o episódio acabou, fomos dormir. Quando acordei no outro dia, quarta-feira já, a Vir já tinha ido trabalhar, e eu sentei na mesa da sala pra trabalhar. Levantei pra preparar um mate, e aí me deparei com o espetáculo na minha frente. A Mica tava dormindo no sofá, meio coberta pelo cobertor que usava, mas dava pra ver que ela não tava com a camiseta de sempre, e sim com uma regata velha, bem mais curta que a camiseta que ela costumava usar, e por isso deixava a bunda toda de fora. A A calcinha fio dental que ela tava usando, preta com tirinhas nas laterais, sumia de novo no meio daquelas bundonas. Sentei pra tomar chimarrão na mesa, enquanto entrava numa reunião que eu praticamente só precisava ouvir, e admirar o espetáculo daquela raba gostosa que tava na sala de casa. Daqui a pouco ela acordou, foi pro banheiro. Dava pra ver que a regata mal cobria os peitos dela, de lado, a parte das axilas era bem grande, então dava pra adivinhar a redondeza daqueles peitinhos. Quando saiu do banheiro, sentou na minha frente, ofereci um mate pra ela, e olhando nos meus olhos, pegou o mate com as duas mãos, levou até a boca, e enfiou a bombinha até o fundo da garganta, fechou os lábios, e devagarzinho puxou fazendo sucção, sem tirar os olhos dos meus. Meu pau ficou duro na hora. Quase derrubei a garrafa térmica. A reunião foi pro terceiro plano. Não conseguia me concentrar na reunião, até que alguém fez uma pergunta e eu tive que responder. Ela me devolveu o mate e, como eu tava concentrado na resposta que tava dando e não tinha visto que ela devolveu, ela me tocou com o pé por baixo da mesa... É... Ali... Na virilha... Ela tocou com os dedinhos do pé o volume que eu tava, e quando sentiu, ficou brincando... Eu gaguejei por dois segundos, e tentei me concentrar no que tava falando. Quando terminei de responder, olhei pra ela com toda a raiva que eu tinha. Ela me sorriu, levantou da mesa, e foi pro banheiro enquanto continuava rindo. A manhã tava linda, já era novembro, e as temperaturas estavam mais que amenas. Vejo ela sair do banheiro com um biquíni vestido. Não consegui evitar de olhar. Era um biquíni amarelo, de triângulos. A parte de cima era de tirinhas, com uns triângulos que cobriam bem os peitos, já que não são muito grandes, e a parte de baixo era tipo fio dental com uns fechos nas laterais. Ela falou baixinho que ia pra sacada pegar sol. Não consegui nem responder. Da mesa da sala, vi como ela Eu passei bronzeador no corpo todo e depois me acomodei no chão da varanda, em cima de uma toalha, e não consegui tirar o olho da rabeta dela por um bom tempo. Ela enfiou a calcinha da bikini bem pra dentro da rabeta, acho que pra não ficar com marcas grandes. Minha cabeça começou a bolar planos. A safada me provocava e me esquentava o tempo todo. Eu tentava resistir. Terminada a reunião, decidi pagar na mesma moeda, de certa forma. Fui pra varanda, peguei uma cadeira, e fiquei só de shortinho, tomando sol perto dela, onde ela pudesse me ver. Enrolei o short pra cima, até ficar quase como uma sunga, fazendo o volume ficar bem marcado. Ela saiu do transe, se virou umas duas vezes pra poder olhar meu volume mais à vontade. Vendo que meu plano tava funcionando, voltei pro apê, com a desculpa de cozinhar algo. Enquanto a comida ficava pronta, fiquei navegando na internet e fiz umas compras numa dessas plataformas de e-commerce, com entrega rápida. Almoçamos e tive que me conectar de novo com o trabalho. Ela dormiu um pouco no sofá, e mais tarde acordou e se trocou pra fazer ginástica de novo, mas dessa vez foi pra varanda, fazer os exercícios no sol. Terminada a rotina, foi tomar banho. No meu plano de me vingar ou dar o troco, quando ouvi que ela já tava no chuveiro, entrei no banheiro. E: "com licença, cunhada, preciso fazer xixi... Muito mate, né?" Passei a piroca pra fora e comecei a mijar. Só ouvi ela dizer "pode sim". Terminei e saí. Ela saiu do banho enrolada numa toalha, com outra na cabeça. "Olha pro lado, cunhado, que tenho que me vestir" – falou a filha da puta... Não esperou eu olhar pro lado e deixou a toalha cair. Tava de fio dental de novo, mas sem nada em cima, embora de costas quase não desse pra ver nada. A única coisa que fez foi vestir a regata que tinha de manhã e foi pra cozinha. Saiu com o tereré pronto. Tomamos uns dois e chegou a hora de Que chegue a Vir. Por via das dúvidas, mandei uma mensagem pra ver por onde ela andava e fui procurá-la no ponto de ônibus. Quando saí do apê, me toquei que a Mica ainda tava vestida com aquela regata e de fio dental, e rezei pra ela se ligar e vestir algo mais normal pra quando chegássemos com a irmã dela. Fizemos as compras da tarde, e quando entramos no apê de novo, encontramos ela sentada na mesa, conectada numa aula da faculdade, vestindo um shortinho jeans e uma camiseta… respirei aliviado. Pra não atrapalhar, eu e Vir fomos pro quarto. Eu tava meio excitado com tudo que tinha rolado no dia, então comecei a investir na Vir, mas ela não deixava eu fazer muito "porque a minha irmãzinha tá aqui!!!". Insisti até conseguir enfiar os dedos na pussy dela, e aí ela amoleceu. E: deixa eu pelo menos te fazer gozar… V: hmmm, tá, mas rápido… Enfiei uns dedos na pussy dela e, com a palma da mão, massageava o clitóris. Masturbei ela um pouco enquanto beijava o pescoço dela, e em menos de 5 minutos ela gozou. Olhando fixo pra ela, enfiei os dedos que tinham acabado de estar na pussy dela na boca, saboreando os sucos dela. Com a respiração ainda ofegante, ela se ajeitou e foi tomar banho. Eu fui preparar a comida. Na quinta de manhã, bem cedo, antes do despertador tocar, acordo com a Virgínia me fazendo um boquete. Que jeito bom de acordar!!! Olho pra ela, e ela faz sinal pra eu ficar quieto. Ela continuou chupando minha cock e me punhetando com as duas mãos por um tempinho, até que eu quis avisar que ia gozar, mas ela não me deu tempo nem de falar, e eu gozei… soltei toda a cum na boca dela… 4 ou 5 jatos intensos, que me faziam apertar os dentes pra não gritar ou gemer. Ela engoliu tudo, sem derramar uma mísera gota. Me olhou, sorriu, me deu um beijo na boca e foi pro banheiro. Pouco depois, volta pro quarto, se veste e se despede. V: lembra que Hoje não volto até amanhã, tenho que cobrir o plantão da Ivana (sim, ela é da saúde, por isso na quarentena continuava indo trabalhar).
E: ok, se cuida, love
V: você também…

Isso eu já sabia, naquela quinta ela não voltaria até sexta à tarde. Levantei um tempo depois, porque eu acordava mais tarde já que trabalhava de casa, e me conectei no escritório.
Umas 9h30, minha cunhada acordou. Eu já estava trocado.

E: Mica, me escuta. Preciso sair, deu um problema no escritório com uns servidores, e tenho que ir ver o que aconteceu.
M: hmm tá… — falou ainda meio dormindo
E: por favor, fica de olho que vão trazer umas coisas pra mim.
M: ok, ok
E: tchau, se comporta

2 comentários - Caprichos da cunhada na quarentena 2