capítulo anteriorhttp://www.poringa.net/posts/relatos/4300538/Mi-prima-mi-martirio-Capitulo-8-2.htmlCapítulo 9: A intervenção dos meus avós e….
Felizmente, a inspeção minuciosa do apartamento por parte da Oma e do avô foi superada tanto por mim quanto pela Fer, apesar de eu ter sido o que ia atrás deles dando explicações para cada caso que apresentava alguma anomalia. Depois a Oma preparou o jantar e enquanto isso acontecia, o avô me chamou na sala dizendo pra eu sentar na frente dele, enquanto a Fer ajudava a Oma na cozinha.
Avô: Senta, Cláudio
Eu: Sim, avô
Avô: O que você fez pra sua prima que ela chegou em casa chorando?
Eu: Nada, não sei por que ela tá brava ou triste…. A verdade é que a gente se dá muito bem…
Avô: Mas alguma coisa aconteceu, senão não é normal ela chegar assim… chorosa
Eu: A verdade (mentindo), não sei o que pode ter chateado ela…
Oma: Não seria que você desiludiu ela com alguma coisa?... disse ela passando pra pegar algo na sala de jantar.
Eu: Isso eu não sei, Oma
Avô: Não sei o que rola entre vocês dois, mas precisam resolver, porque a gente não pode vir toda vez que vocês não se entenderem…
Eu: Claro, Avô, pode ficar tranquilo… vou tentar não provocar ela
A conversa se estendeu bastante, foi quase um interrogatório, mas minhas respostas finalmente acalmaram e satisfizeram ele, além disso a Oma chamou a gente pra sentar. O jantar foi estupendo porque a Oma cozinhou, mas mesmo assim foi bem silencioso, já que a tagarela da Fer tava muda, então o peso da conversa ficou comigo e com a Oma, porque o avô nunca foi muito falante… na verdade eu diria que ele nunca deixou de ser sério, com exceção das comemorações das grandes vitórias da Fer, então esse dia não era o caso.
Como todos os dias, acordei no meu horário, com a diferença de que quando cheguei na cozinha, a Oma tava preparando o café da manhã pra mim e pra Fer, o que me deixou feliz. Em poucos segundos a Fer chegou, que como sempre tava linda, com uma única diferença: hoje não tava vestida pra matar… diria que tava vestida pra “adorar”, porque se Parecia adorável… sim! Essa é a melhor forma de descrever como ela estava.
A Oma sentou com a gente no café da manhã, e a gente conversou sobre tudo e nada. A verdade é que finalmente a personalidade natural da Fer apareceu, então entre as duas, elas me distraíram, a ponto de eu só conseguir falar uns monossílabos. O comportamento estranho da Fer tinha sumido, mas, mesmo assim, eu desconfiava que nem tudo estava bem. Na hora de sair pra facul, a Oma me deu um lanche pra mim e pra Fer, dizendo:
Pra vocês não passarem fome durante o dia, um pra você e outro pra Fer.
Eu: Valeu, Oma, mas a Fer vai no carro dela…
Oma: Assim como você, que também vai no carro dela…
Eu: Mas Oma, a gente tem horários diferentes e…
Oma: Hoje você se adapta a ela, eu tô pedindo, é preciso que vocês conversem…
Como vocês devem imaginar, tive que me adaptar ao horário da Fer, que, como sempre, saiu em cima da hora, o que me deixou desesperado, mas ela, com aquele sorriso angelical, jogou as chaves do carro pra mim e mandou eu dirigir. Provavelmente ela não se atrevia a fazer isso porque a gente teve que sair correndo pra não chegar atrasado nas aulas.
Eu: Fer! O que você disse pros avós?!
Fer: Nada…
Eu: Não pode ter sido nada! Porque sua mãe ligou pra minha e você chegou com eles.
Fer: Bom… só que você não era muito considerado comigo, e não me avisava se ia ou vinha pro apê, e eu ficava preocupada…
Eu: Mas por que eu tenho que te falar o que vou fazer? Isso não faz parte dos acordos…
Fer: Mas mesmo assim, eu me preocupo com suas idas e vindas, sem falar do seu comportamento com a Coté e a Nora…
Eu: Você não tem que se meter na minha vida social.
Fer: Só social? Vamos, você come elas.
Eu: Também não tem que se meter na minha vida sexual ou no que eu faço com elas, além disso, terminei com a Coté…
Fer: É, ela era bonita, mas não era a mulher que você precisa…
Eu: Talvez você tenha razão, foi o que a Nora me disse.
Fer: Viu, eu tava certa, você transa com a Nora…
Eu: E daí se eu transo?!
Fer: Você é um tarado, que ainda depois de ficar com Elas vêm pra tocar nas minhas tetas… é isso que acontece…
Eu: Você começou… com isso, ainda…
Fer: Ainda?…
Eu: Não sei mais o quê…
Naquele dia e nos seguintes, a rotina em casa era dominada pelos avós, que não mostravam nenhuma intenção de voltar pra casa. Já na universidade, embora eu encontrasse Nora e Coté, pouco dava pra fazer por ser período de provas e outras atividades acadêmicas delirantes que exigiam muito estudo.
Naqueles dias, não consegui dar vazão à minha ansiedade juvenil, ou, pra ser mais direto, nenhum encontro com Nora pra descarregar nossos desejos mais básicos. Então, não fiz nada além do meu já quase adquirido costume de uma punheta toda noite. Dentro do ruim, o bom é que Fer não me provocava em nada, pois tava na mesma que eu, mas pra meu azar, só de vê-la já me excitava, então mais de uma punheta no segredo do meu quarto eu bati em homenagem a ela.
Graças a Deus, chegou sexta-feira, o único dia em que eu podia me dar ao luxo de relaxar, já que os outros dias estavam ocupados, tipo sábado e domingo. Então, me ocorreu convidar a Nora pra uma “noite louca” ou simplesmente nos distrair. Saí pra procurá-la e encontrei um dos colegas dela, que me disse que ela tava com a Fer na biblioteca.
Cheguei na biblioteca, à primeira vista não as vi, então pensei que podiam estar nos estúdios. Comecei a olhar um por um, felizmente, por ser sexta à tarde, os estúdios já estavam vazios e só dois estavam ocupados. Então, olhei os monitores das câmeras de vigilância no balcão principal, onde a única bibliotecária de plantão me indicou qual sala elas estavam. Espiei lá dentro pra falar com as duas (não queria ser muito óbvio) e as cumprimentei:
Oi, meninas, como vocês tão?
Nora: Claudinho, ainda perambulando pela universidade!
Eu: Sim, tô esperando a motorista da minha carona.
Fer: Ei Não sou seu motorista!
Eu: É sim, porque a Oma me obriga a vir com você, hahaha
Fer: Você vai ter que me esperar um pouco…
Eu: Tá bom, falei entrando.
No fim, sentei pra esperar e, como se não quisesse nada, fiquei observando elas com atenção enquanto fingia ler umas anotações. Elas passaram um tempão falando dos assuntos delas até ficarem satisfeitas com o progresso… aí me olharam. Tinha dois anjos do inferno me encarando, esperando algo. Fiz que não percebia que estava sendo observado, até que a Nora perguntou:
“Vocês vão fazer algo hoje à noite?”
Fer: “Eu não, porque tenho que estudar supercondutores. E você?”
Nora: “Que pena pra você, Fer. Eu não tenho muito o que estudar… vou deixar pra sábado à tarde. E você, Cláudio?”
Eu: “Na real, tenho muita coisa pra fazer… mas vou deixar pra sábado…”
Nora: “A gente podia ir comer uns petiscos e tomar uns drinks, pra relaxar, hehehe”
Eu: “Boa ideia. Que horas passo aí?”
Fer: “Vocês vão sair?!”
Nora: “Sim, você ainda pode vir…” – disse apostando que a matéria que a Fer dizia ter que estudar era complicada pra qualquer um, até pra alguém tão inteligente quanto ela.
Fer: “Eu adoraria, mas não posso. A prova é amanhã de manhã, sábado.”
A jogada da Nora tinha sido perfeita. A Fer não podia evitar que a gente saísse junto… Minha priminha ficou com a pulga atrás da orelha. Eu, por mim, não tinha só intenção de comer uns petiscos…
A gente se despediu na saída da biblioteca, porque a Nora foi pro ponto de ônibus na direção da casa dela e eu acompanhei uma Fer silenciosa até o carro dela, bem longe de onde estávamos, já que a gente tinha chegado de manhã… Quando a Nora já tava se afastando da gente, minha prima quieta me pergunta:
“Você vai foder a Nora?”
Eu: “Não sei, mas adoraria, ela é uma gostosa!”
Fer: “Ela é uma raposa de cuidado, além de ser dois anos mais velha que você…”
Eu: “Quando a gente se aposentar, nem vai dar pra notar, hahaha… além disso, você mesma garante que eu tô enrascado com ela.”
Fer: “E é verdade! Você acabou de me responder…”
Eu: “Com ciúmes?”
Fer: “Eu, com ciúmes?!”
Eu: “Parece que sim.” Pois é, mas eu tô "solteiro", posso sair com quem eu quiser
Fer: E eu com isso?!
Eu: O que você quer de mim?
Fer: ……
Eu: Qual é, não fica assim, só vou sair com ela pra relaxar, foi uma semana pesada, além do mais a gente ainda não é namorado, hahaha
Fer: Melhor a gente ir pra casa…
Fer, quase como de costume, me jogou as chaves pra eu dirigir, mas dessa vez não continuou com aquelas conversas animadas que ela me acostumou, só colocou o cinto de segurança e ficou olhando pra rua pela janela… Do mesmo jeito, sentou de um jeito que não me deixava ver as pernas lindas dela, mesmo com a saia curta, porque colocou a mochila em cima delas… Será que tava me castigando?!… Ela tava realmente puta.
Em casa, cumprimentou os avós e não falou mais nada, sentou pra estudar enquanto eu me preparava pra uma noite de relaxar e esquecer um pouco os estudos e ela. Lá pelas 19h, a Oma nos deu um jantar que até agradecia, mas não queria, porque meus planos eram outros. O jantar foi acompanhado pela minha prima desgraçada, que puxou o assunto de que eu ia sair com a Nora, coisa que a Oma não gostou, mas o avô sim, principalmente quando mostrei a foto da minha amante gostosa.
Durante essa conversa, se é que dá pra chamar assim, a Fer, apoiada pela Oma, começou a falar "dos vários defeitos e/ou problemas da Nora", o que me dava muita graça, porque dava pra ver o ciúme da Fer aflorando, mesmo eu me cuidando pra não fazer cara feia e não dar a satisfação de ser descoberto pela mente maquiavélica da minha prima. Acho que enquanto eu escutava minha priminha, ficou claro que a Nora não tinha nada de bom, o que simplesmente mostrava que era mais uma víbora bem parecida com ela… Resumindo, uma rival à altura da beleza e inteligência da minha priminha… e isso deixava ela furiosa.
Estranhamente, na hora de sair, a Fer chegou perto da porta, vestindo um pijama que era um shortinho que me deixava perturbado e uma camiseta apertada que mostrava que ela tava sem Sutiã… ela tinha trocado de roupa
enquanto eu tomava banho e me preparava pra sair com a Nora… a bruxa astuta
tinha vestido um roupão por cima do pijama pra não ser repreendida pelos avós,
que só abriu quando eu me despedia dela. Por um instante, estive a ponto
de desistir de sair e pular em cima dela, mas duas coisas me impulsionavam a
sair… na verdade, três coisas: primeiro, por que não fazê-la sofrer?...
segundo, os avós estavam ali, e terceiro, eu ia foder a Nora, a segunda mina
mais gostosa da universidade, que ainda era simpática e carinhosa comigo.
Fer: Não ia se despedir?
Eu: Não quis te atrapalhar nos seus estudos…
Fer: Cê tá perfumado demais… vai espantar ela com esse cheiro de patchouli…
Eu: Qual é, Fer, é só loção pós-barba, vai sumir em
alguns minutos, além disso, patchouli usado numa fragrância boa atrai as mulheres…
Fer: Me olhando feio e fechando o roupão, disse: Pra que você se barbeou?...
assim você não é bom o suficiente pra ela?
Eu: Porra, cê tá parecendo minha mãe, hahaha
Fer: Não quer me pedir nada antes de ir?
Eu: Tipo o quê?
Fer: Algo que você queira de verdade…
Eu: Não vamos nessa de novo, Fer, além disso, você trouxe os
avós e deixou claro que a gente tinha ido longe demais. Tenho que ir,
Nora tá me esperando…
O rosto dela endureceu ainda mais quando recusei a oferta,
acho que naquela cabeça louca ela pensou que eu ia ficar com ela ao vê-la tão sexy.…
não ia cair num truque tão óbvio, mesmo que tenha sido difícil negar
aqueles manjares dos deuses.
Quando cheguei pra buscar a Nora, ela disse pra esperar e que
descia na hora, o que fiz pacientemente por uns cinco a dez minutos,
mas valeu a pena a espera, ela tava deslumbrante, com um vestido preto curto,
meias bordadas combinando, jaqueta branca “peluda”, lábios carmim e uma
maquiagem que fazia ela parecer modelo de revista, realmente impressionante,
tanto que do meu coração saiu:
Uau!!, cê tá linda…
Nora: Obrigada... Valeu a pena a espera?
Eu: Sim, de qualquer forma…
Apesar de que Oma tinha me dado um bom pé na bunda, saímos pra jantar numa trattoria pequena, onde se come massas boas, gostosas e baratas, a verdade é que me surpreendeu ela escolher um lugar que cabia no meu bolso e no dela, conversamos muito. Embora já tivéssemos intimidade e falássemos de várias coisas antes, pela primeira vez a conheci num clima de “casal”, ou quase namorada… ou na verdade comecei a conhecê-la sem aquelas típicas paqueras de quando se tá na conquista…. Ela parecia com a Fer em tantos aspectos, mesmo sendo diferente em outros tantos.
Depois do jantar, fomos cantar e dançar num Karaokê, que depois de algumas horas, quando não tinha mais cantores, virava um lugar onde dava pra dançar com música gravada. Obviamente cantamos… ela é bem desafinada, mas por ser tão gostosa, vários caras aplaudiram mesmo assim, mas eu não conseguia esquecer meu “martírio” que tinha ficado em casa… sei lá, mas ela não sai dos meus pensamentos.
Pra fechar a noite mágica, fomos pra casa dela, no caminho minha consciência me chamava à razão, meus pensamentos iam pra minha prima pérfida, tudo de bom que eu tinha passado se desfazia numa melancolia talvez idiota, mas sou um bobo, não consigo evitar.
Quando chegamos na porta dela, a Nora, com a malícia que tem, para e num gesto quase teatral, me olha com seus lindos olhos claros, se empina um pouco e oferece a boca pra eu beijar, hesitei um pouco, mas não resisti em abraçá-la e apertá-la contra mim, mesmo que a imagem da Fer aparecesse como um fantasma e não me largasse… eu tinha na minha frente uma mina incrível… que era a amante que qualquer um sonharia, me pedindo com o olhar pra beijá-la e amá-la com paixão, mas…
Nora: Aconteceu alguma coisa?
Eu: É… a Fer…
Nora: Esquece ela por um momento e me fode, não vou contar pra ninguém…
Eu: É, mas não sei se é bom a gente continuar…
Nora: Vai, não seja bobo, entra e vamos aproveitar, não vou te matar, é só sexo.
Eu: Tem certeza?
Nora: Tenho. Tô sabendo, já sei que ela é o seu coração…
Eu: Mas eu…
Nora: Você nunca disse isso pra ela… eu sei…
Eu: Como você sabe?
Nora: Sou amiga dela e acho que confidente, além disso ela me falou pra não chegar perto de você, hehehe… acho que ela me teme e isso me encanta!
Eu: Por quê?
Nora: Mesmo que você goste dela, o simples fato de você estar aqui me faz sentir bem… pode ser vaidade, carinho, algum sentimento que não consigo definir… não sei, mas ter você só pra mim por um tempo me faz bem, você é um cara legal…
Eu: Mesmo gostando de outra…
Nora: Sim, mesmo gostando de outra e não de mim, hehehe… como diz a música “Prefiro ele compartilhado. Do que esvaziar minha vida. Não é perfeito, mas se aproxima do que eu. Simplesmente sonhei”
Eu: Tem certeza?
Nora: Sim, certeza… Vamos, a gente pode fechar essa noite de um jeito mágico…
Eu: Você acha?
Nora: Sim, vem, disse ela pegando na minha mão e me fazendo entrar
Diferente das outras vezes, a Nora se comportou com uma doçura especial… E me pegando pela mão me fez passar, quase por precaução perguntei pelos pais dela, mas ela respondeu que estavam operando e, igual da outra vez, só chegariam ao meio-dia de sábado, porque precisavam aproveitar o centro cirúrgico da clínica que estava disponível pra eles.
Ela me sentou na sala, me ofereceu algo pra beber, mas eu recusei, depois apagou as luzes e sentou montada em cima de mim, me beijando à vontade dela. Me deixei levar pelos carinhos suaves dela e continuamos a noite mágica, então rapidamente minha melancolia sumiu e me entreguei à minha amante maravilhosa, talvez a única mulher no mundo que conseguia neutralizar o feitiço da Fer.
Por algum motivo estranho, quase não nos despimos, nossas carícias foram com a roupa no corpo, só abríamos o suficiente pra nos dar prazer, foi assim que ela tirou meu amiguinho do esconderijo e eu puxei a calcinha dela pro lado, os dois estavam loucos um pelo outro, então enfiei tudo até bater a buceta dela com a minha virilha, depois levantei ela um pouco até quase tirar e deslizei de novo. Suave e devagar, repeti o movimento de levantá-la pra depois deslizar de novo, já não tão suave… Nora começou a gemer e pedir pra eu continuar assim, que eu fodesse ela bem fodida.
Nora: Sim, pardalzinho, assim… enfia até o fundo!, ai que grande você tem, vai
Eu: Tá gostando, meu bem?
Nora: Mmmm sim, você é maravilhoso… continua, me dá mais… vai fundo no seu coração…
Enquanto segurava as nádegas dela e repetia o “exercício”, comecei a observar seu lindo rosto, me perdendo no olhar dela… Nora é realmente uma garota linda, até em certo sentido mais gostosa que a Fer. Talvez porque a Fer não seja tão esbelta e sua beleza voluptuosa seja mais selvagem na aparência… Meu Deus, não parava de pensar como seria ter a Fer assim… entregue a mim, por um instante pensei no maravilhoso que seria ter as duas como minhas amantes… seria possível?
Cada vez que eu metia, um gemido de prazer escapava da boca dela, sentia como a bucetinha dela se abria admitindo toda a minha pica, se ajustando como uma luva. Minha luxúria deixava pra trás minha melancolia e agora eu só sentia cada roçada da buceta molhada da minha amante, tudo como se fosse o ato mais sublime do mundo…
Meus movimentos ficaram mais rápidos e profundos, se possível, agora tanto ela quanto eu ofegávamos de paixão e pelo esforço de foder. Pela segunda vez na minha história com a Nora, notei que ela gemia com uma doçura graciosa, parecia quando se acaricia uma gatinha… toda a situação e o ambiente estavam cheios de carinho e prazer, acho que minha amante estava gostando demais de foder comigo, mesmo sabendo que parte do meu coração estava com a “amiga-inimiga” dela.
Nora: Ahhhhhh… mmmmm… assim… assim, Claudinho!... Ohh!!... que bom que você é
Eu: Sim, gostosa, e você é mágica.
Nora: Quanto?
Eu: Muito…
Nora: Tanto pra esquecer a Fer por um instante?
Eu: Suficiente pra desejar que a gente fique junto pra sempre… e possa esquecer a Fer por um tempo, confessei.
Nora: Mmmm, serei sua amante eterna?
Eu: Sim, se você quiser…
Continuamos fodendo em Esse sofá, até que gozamos juntos num orgasmo longo que nos deixou completamente satisfeitos. Depois, ela pegou na minha mão e me levou até o quarto dela. Antes de entrar, peguei ela no colo de novo e atravessei a porta como se fosse uma noiva… Nora sorriu pela minha gracinha e me beijou com ternura.
Deitei ela na cama e comecei a despir ela, o que não foi difícil com a ajuda que ela deu. Nisso, ao ver ela completamente nua, fiquei maravilhado de novo com tanta perfeição… ver a bocetinha dela toda inchada me deu uma vontade danada, então abri as pernas dela e comecei a chupar a bucetinha dela com uma paixão louca. Mas Nora me surpreendeu de novo, porque a bucetinha dela agora tinha um piercing. Por um momento, lembrei da amiga pequena e gostosa da Coté. Sim! Parecia a buceta da Bea… (será que elas trocaram ideia? cheguei a pensar). Como eu disse, a bocetinha inchada dela agora estava enfeitada com uma joia e a umidade brilhante dos fluidos vaginais dela, parecia muito tentador… talvez “suculento” fosse mais exato pra descrever, então, depois de me recuperar da surpresa, coloquei nos meus lábios e puxei de leve, e depois me atrevi a perguntar.
Uhm, que surpresa!... Como?...
Nora: Pode ser bobo, mas fiz pensando em você…
Eu: Não é bobo, não… É espetacular… Não dói?
Nora: Não, agora não… É só pra você…
Mergulhei a cabeça entre as pernas dela de novo e, com minha língua na bucetinha dela, continuei brincando com a joia e o botãozinho mágico… passava a língua e chupava o néctar dela como se nunca tivesse feito aquilo… Nora acariciava meu cabelo e pedia mais e mais, tava louca de tesão!, então logo gozou que nem uma égua.
Agora, a gozada dela tinha gosto de glória pra mim… eram os fluidos da minha mulher!, uma que pensava em mim e fazia loucuras por mim… Era uma loucura total, além disso, a joia dela me dava muito tesão, só de pensar que ela tinha colocado pra mim, já tinha me encantado, talvez tanto quanto ela, que confessou que era a única que me fazia superar em alguma coisa. pensar na Fer.
Nora: Ai, pardillo, me matou, você come a buceta como um mestre…
Eu: Gostou?
Nora: Uhmm! Adoro… Agora me fode.
Eu: Claro, coração, fica de quatro…
Nora: Mas não quero pelo cu…
Eu: Não se preocupa, vai ser pela bucetinha…
Nora: Nesse caso… assim tá bom? Ela disse ao ficar de quatro.
Eu: Perfeito!
Fiquei atrás dela enquanto enfiava até o fundo da buceta… minhas pernas batiam na bunda da Nora, fazendo um barulho parecido com palmas que eu achava super erótico. Olhando ela por trás, me lembrei da vez que no quarto da Fer eu a fodia… agora, apesar dos quartos serem bem parecidos, a única diferença notável é que não tinha tanta sacanagem, era mais paixão misturada com carinho e doçura.
Nora: Mmm, você é maravilhoso…
Eu: Você também, falei sem nenhum esforço da minha imaginação.
Nora: Ahhh, como você me preenche, coração…
Eu: Gosto de te encher, sua putinha…
Continuei dando estocadas fundas enquanto me segurava na cintura dela, ela em um momento enfiou a cabeça no travesseiro e gemia baixinho, tentando não gritar. Eu percebia que meu ritmo de mete e tira a deixava à beira do orgasmo, então tentei prolongar ao máximo o prazer dos dois. De repente, Nora começou a se mexer de um jeito que aprofundava minhas estocadas, e já não conseguia parar de gemer alto.
Nora: Ohh… ahh… mm… ahhh…!!!... tá tão bom, me dá…
Eu: Gosta que eu te dê, coração? Como você gosta?
Nora: De todo jeito, se for você, me dá, ahhhhh…
Nora e eu estávamos quase gozando, então acelerei pra valer, igual um garanhão desenfreado, e metia com tudo na bucetinha febril dela, que apertava minha pica como se quisesse espremer… Pelos gemidos, suspiros fundos e as respiradas ofegantes tentando pegar ar, tinha certeza de que estava fodendo a Nora do jeito que ela gostava…
Nora: Ohh!... aaahhhh.... sim, pardillo, sim, arrebenta minha buceta, vai.... ahhh!
Esses gemidos eróticos fizeram eu também me contorcer numa gozada violenta, enquanto O que eu tirei meu pau, deixando ela apoiada naquele rabo perfeito. Nessa posição, continuei despejando meu gozo no buraquinho mágico dela…
Nora: Você é fantástico, amor… Gostou?
Eu: Sim, adorei, tanto que lembrei da vez que te comi na cama do Fer.
Nora: Sério!?... Gostou tanto assim!? hahaha
Eu: Sim, desse tanto, hahaha
Nora: Deita do meu lado, amor
Eu: Sim, amor
Deitei ao lado dela e nos acariciamos com ternura por um bom tempo, a noite estava perfeita, mas tudo tem que acabar uma hora, e como os avós estavam em casa, eu tinha que ir antes que fosse tarde demais e levasse uma bronca deles, especialmente da Oma, que achava que só os homens que podiam sustentar uma família podiam fazer o que quisessem, os outros tinham que seguir as regras dos mais velhos até conseguir a "independência".
Depois de uma longa despedida da Nora, consegui sair da casa dela lá pelas duas da manhã, chegando em casa umas duas e meia, quase congelado por causa da viagem de moto… Precisava comprar um conjunto de couro!, ou pelo menos a jaqueta….
No sábado, lá pelas 10:30, fui acordado pelo Fer, que tinha voltado do teste de "supercondutores", e ele estava a mando da Oma, porque segundo ele, a Oma mandou: eu levantar, arrumar o quarto e depois de um bom banho estudar, que era pra isso que meus pais pagavam a faculdade… Fui pro banho e encontrei o vô lendo o jornal com um café, ele me olhou e disse:
Quem faz, paga, hahaha…. Noites alegres, manhãs tristes, hahaha
Eu: Bom dia, vô, hehehe
Tomei banho e fiz o que mandaram, sentei como de costume na frente do Fer pra estudar. Diferente dos últimos dias, o Fer, dentro do recato que exigia ter os avós em casa, estava vestida pra "provocar", sem ser a assassina de sempre vestida pra "matar"… Assim que sentei, ela voltou com a maldita mania de colocar os peitos em cima dos livros, coisa que com certeza sabe que me deixa maluco, e como de costume tentei focar no meu.
Passou o tempo até que os avós disseram que a gente ia sair pra almoçar em algum restaurante, porque a Oma queria isso, a gente, obediente, seguiu eles. Quando já estávamos no carro, o avô perguntou pra onde a gente podia ir que fosse bom, bonito e barato, já que a Fer não falou nada, eu sugeri a trattoria onde fui com a Nora no dia anterior.
A verdade é que eu devia ter pensado melhor, mas o avô aceitou na hora.
Mal entramos, o dono nos recebeu super simpático e nos levou até a mesa, tudo ia bem até que o cara fala pra mim e pra Fer:
Pelo que vejo, gostaram do jantar de ontem…
Eu: Sim, por isso viemos, hehe
Fer: Eu não vim, devia ter sido outra…
Maître: Desculpa, me confundi, o jovem… me desculpem, vou deixar vocês com o cardápio, já volto…
Oma: Você já tinha vindo?
Eu: Sim, ontem com uma amiga…
Fer: Nora?, ela falou com uma cara inexpressiva, de pôquer
Eu: Sim, com ela…
Avô: Ela é bonita?
Eu: Ehh… sim, bastante.
Fer: Ela é meio magrela e um pouco sem vergonha…
Eu: Ela não é sem vergonha…
Oma: Vamos, não briguem e aproveitem o almoço.
Ficou por isso, almoçamos bem e por um bom tempo reinou a paz, mais ainda, a Fer começou a voltar a ser a garota encantadora que pode ser quando quer e está na presença dos avós, especialmente do "avô". Terminado o agradável almoço, voltamos pra casa e tanto ela quanto eu fomos estudar, enquanto os avós foram tirar uma soneca.
Sentei como sempre, e como sempre minha priminha começou a se fazer notar, primeiro me pedindo um lápis grafite, coisa que por causa da minha faculdade tenho aos montes, depois uma borracha, coisa que também tenho, depois uma régua, enfim, não parava de me encher o saco, até que me pediu a calculadora, coisa que foi a gota d'água, porque ela tinha a dela do lado:
Eu: Qualé, não me enche o saco, e a sua?
Fer: Tá descarregada e acabei de colocar pra carregar…
Eu: Tá bom, aqui ó, falei passando a minha.
Fer: Valeu… Você comeu a Nora?
Eu: Que pergunta é essa?
Fer: Uma simples e direta, pode responder sim ou não…
Eu: Sim
Fer: Por quê?
Eu: Para de encher o saco… é problema meu
Fer: Repito a pergunta, por quê?
Eu: Já que você insiste e não vai me deixar em paz… é porque não posso te foder, satisfeita?
Fer: Sou sua prima…
Eu: Eu sei, mas mesmo assim você gosta de me provocar… já peguei nas suas tetas, só falta te comer…
Fer: Não vou deixar, aliás, se fizer algo vou contar pro vô…
Eu: É mesmo?...
Levantei do meu lugar e fui até onde ela estava, fiquei atrás da cadeira dela e, bem devagar, meti minhas mãos por baixo da blusa e do sutiã dela, agarrando os melões que ela tem de peitos, ela deu um pulo, mas estava presa…
Eu: Xiiiu!!, os avós estão dormindo, falei enquanto amassava aquelas tetas enormes dela.
Fer: O que você tá fazendo!, vou gritar
Eu: Grita… falei sem parar de brincar com elas.
Fer: Você tá abusando de mim…
Eu: Você faz isso sempre, cala a boca e aproveita…
Fer: Mas me solta…
Eu: Tá bom, se você tirar minhas mãos daqui, não encho mais o saco, falei enquanto apertava um pouco os bicos que tinham endurecido.
Ela não fez nada, se deixou amassar os peitos quietinha, a verdade é que era um sonho que eu tinha há tempos, tinha nas mãos os melões provocantes da minha priminha, em um minuto ela, sem dizer nada, soltou o fecho do sutiã e fiquei livre para ampliar minhas carícias… Mas tudo que é bom acaba, num instante, com a Fer totalmente entregue às minhas carícias, senti a porta do quarto dos avós se abrindo… Tirei minhas mãos dos peitos da Fer e fiquei ao lado dela como se estivesse explicando algo…
Oma: Assim que gosto de ver vocês… se ajudando um ao outro
Fer: Pensei que você estivesse dormindo, Oma
Oma: Seu avô é o dorminhoco, eu vou fazer um chá, querem alguma coisa, crianças?
Nós: Não, Oma, respondemos quase em uníssono
Voltei pro meu lugar e comecei a estudar, ou pelo menos tentava, enquanto a Fer arrumava o sutiã e a blusa me olhando com cara de quem quer matar, quase me tinham pegado ela com a mão na massa, perdão, nos peitos.
Fer: Você é um tarado, disse em voz baixa
Eu: Mas você gostou… não pode negar…
Ela não respondeu e se enfiou nos cadernos dela pra continuar fazendo o que quer que estivesse fazendo, eu por minha parte continuei com meus assuntos ou pelo menos tentei, porque ainda sentia o calor dos peitos dela e tentava gravar na mente aquela sensação.
De tarde o Roro chegou pra trabalhar num projeto que a gente tinha junto, ele apesar de ser muito trabalhador e focado, não parava de fazer “olhinhos” pra Fer, o que me dava muita risada… Se ele soubesse!… Lá pelas nove da noite ele foi embora, mas não sem antes me perguntar se podia chamar a Coté pra sair agora que ela não tava mais comigo:
Eu: Mas Roro, ela acabou de terminar comigo por outro…
Roro: Por isso mesmo, não tô nem aí se agora ela dá gaia pra outro que não é meu amigo…
Eu: Nisso você tem razão, mas tem muitas outras minas na faculdade…
Roro: Mas ninguém tem a bunda da Coté… Fala sério!
Eu: Mas tem vários booties gostosos…
Roro: Mas tão tudo ocupado, porra…
Eu: Kkkk, não é verdade, kkkk
Roro: Sim, essas tão tudo doida por você, kkkk
No fim eu respondi que não tinha problema, mas duvidava que ela aceitasse, a verdade é que eu não conseguiria sair com a ex de um amigo, seja qual for o motivo e por mais gostosa que ela seja.
Voltei pros meus temas da universidade até que a Oma interrompeu nossos estudos pedindo pra gente ajudar a pôr a mesa pro jantar, enquanto o avô via as notícias na tv. Diante do pedido, guardamos os cadernos e fomos pra lida.
Sentamos na mesa quando, de repente, o avô sugeriu que a gente visse um filme da conta de tv a cabo dele antes de dormir, coisa que depois de tanto estudo me pareceu ótima, então jantamos rápido e nos preparamos, mas o avô gosta de curtir uns petiscos e snacks durante o “cinema como em casa”, então Fer e eu nos oferecemos pra preparar, assim a Oma descansava um pouco.
Fomos os Fomos pra cozinha, a Fer na minha frente com um rebolado sensual me distraía enquanto eu a seguia, Mmm!, a bunda dela rivalizava com os peitos, ver ela se mexer daquele jeito era quase hipnótico, ainda mais porque ela tava usando uma calça jeans que vestia como uma luva. Mas voltei a focar na missão de achar algo pra comer durante o filme, sem pensar em nada específico, revistamos a despensa onde sempre tínhamos algo pra curtir ou enganar o estômago.
Como vocês sabem, a cozinha é pequena, e a despensa é menor ainda. Como sou mais alto, fiquei atrás dela pra procurar… ela procurava embaixo e eu, atrás dela, algo em cima… Logo a Fer achou latas de atum e biscoitos, e eu encontrei umas azeitonas recheadas com amêndoa que estavam na parte de cima. Me estiquei pra pegá-las, roçando a bunda dela com meu pacote, não foi intencional, mas o contato despertou todo meu desejo e safadeza, então agarrei a cintura dela e apoiei minha piroca animada na bunda dela, ela deu um gritinho…
Fer: Ai!
Avô: O que houve, crianças?
Fer: Nada, vô, quase deixei o atum cair, respondeu enquanto eu tava totalmente encostado nela.
Fer: Me larga, deixa minha bunda em paz… falou baixinho.
Mas eu não liguei nenhum, então ela se ergueu e tentou tirar a bunda da minha piroca, depois se virou com as coisas na mão e me empurrou de lado… Voltei à realidade e ao recato, então peguei as azeitonas da despensa, e começamos a montar o lanche, mas minha libido já tinha escapado do controle, então enquanto ela se encostou no balcão pra preparar o que levaríamos pro filme, eu fiquei atrás e, com toda cara de pau, encostei de novo, fazendo ela sentir toda minha masculinidade naquela bunda grande e durinha, rival à altura da da Coté e muito superior à da Nora… será que lembrei da Nora!?
Fer: Me larga, se não sair daí vou chamar o vô…
Eu: E o que você vai dizer?
Fer: Que você tá me enchendo o saco…
Eu: Te enche o saco sentir o quanto eu tô doido por você?
Fer: Sim, você tá doido e a gente não pode continuar, sai da minha raba, seu tarado. Minha consciência reagiu e eu saí na hora, depois falei "desculpa", peguei os biscoitos e comecei a passar atum com maionese neles, o que foi providencial, porque a Oma apareceu perguntando se precisávamos de ajuda. Terminei de preparar tudo, incluindo um pouco de presunto cru e batatas saladas, e fui pro sofá.
Eu tava excitado, mas os avós felizmente não perceberam. Essa excitação aumentou quando a Fer sentou do meu lado... mas não dava pra fazer nada. Depois de um tempo, começamos a ver o filme, que por sorte me distraiu o suficiente pra baixar a revolução que tava na minha mente. Quando o filme acabou, fui pra cama e bati uma punheta tremenda em homenagem à minha priminha. Caralho, tava de novo sob a influência maligna dela.
O domingo foi mais tranquilo, talvez porque acordei depois das dez. Trabalhei com o Roro e outro garoto na nossa parada, enquanto a Fer continuava na dela. Almoçamos com os avós e o Roro, coisa que meu amigo agradeceu de coração, porque segundo ele, a mãe dele cozinha mal. Umas seis horas, a Nora ligou pra sair pra tomar uns sorvetes numa confeitaria, e eu aceitei de boa pra fugir um pouco do confinamento, mas quando já tava saindo, a Oma apareceu e falou:
— Leva a Fer, ela estudou muito.
Eu: — Mas Oma!... Vou sair com a Nora.
Oma: — Leva ela, não vai te fazer mal, e o avô vai te dar um dinheiro pra convidar as duas.
Não adiantava discutir, e mesmo que a Fer também não tivesse muito a fim de sair de penetra, no final ela foi comigo. Mais ainda, fomos buscar a Nora no carro dela. Durante o caminho, o silêncio reinou, a Fer não falava comigo nada.
Finalmente, quando chegamos pra pegar a Nora, pude ver a cara de decepção da minha linda amante. Mas não dava pra fazer nada! Felizmente, depois do cumprimento inicial bem tenso, as atitudes de nós três relaxaram e não correu sangue de ninguém, então conseguimos passear pela orla tomando sorvete de boa, conversando sobre futilidades da faculdade e outras coisas. Boa tarde, mas obviamente era uma trégua armada… tudo tranquilo até que, ao voltar da caminhada, a Fer abriu o fogo.
Fer: Nora, o que você quer com o Claudio?
Nora: A mesma coisa que você, mas eu não sou cínica…
Eu: O que está acontecendo com vocês?
Fer: Não se meta.
Eu: Mas eu estou envolvido, querendo ou não.
Nora: Moleque, isso é briga de loba, cachorro não se mete.
Fer: Mais que loba, você é uma raposa…
Nora: E você, o que é, que só quer foder ele?
Fer: Não é verdade…
Nora: É sim, só que “você é como o cachorro do hortelão, não come nem deixa o dono comer”.
Fer: Pelo visto você já comeu ele…
Nora: Sim, e adorei!… Inveja!
Eu: Chega, parem, parecem umas loucas, não quero mais discussão… Fer, é verdade, transei com a Nora e adorei, também adoraria te foder até cair de pau duro, se você quiser. Melhor ainda, foderia vocês duas até morrer… mas chega de besteira, não quero mais briga, se quiserem ficar comigo, têm que se comportar.
Não deixei elas falarem, tinha explodido, então soltei tudo… elas ficaram mudas, como se estivessem surpresas e talvez meio envergonhadas. Na volta, deixamos a Nora em casa, claro que o caminho foi bem silencioso, tudo ia bem até que na entrada do prédio da Nora; minha linda amante, ao se despedir, me deu um beijão de tirar o fôlego… Isso enfureceu a Fer, que fez menção de agredir ela, mas eu a segurei a tempo, pegando pelos pulsos, e sem soltar, beijei ela com força. Ela tentou evitar, mas no fim se entregou… não foi o melhor beijo do mundo, nem dava pra um filme antigo, mas foi um beijo. Depois, com ela ainda presa pelos pulsos, me virei e beijei de novo a Nora na boca, que entrou em casa sorrindo.
Levei uma Fer puta da vida segurando um dos pulsos dela até o carro, quase arrastando, mas não tinha outra opção, porque eu tinha as chaves e não podia deixar ela me dar o cano de novo. Entramos no carro e ela, na hora, “vomitou todo tipo de” de ofensas que não vou repetir e só vou me limitar a comentar o relevante
Fer: Você é um porco tarado que quer comer as duas, mas está enganado, você não me causa nem um mísero cócegas na língua, seu pervertido, não sou nenhuma puta incestuosa… coma a sua puta quantas vezes quiser, mas de mim você não vai conseguir nada
Eu: Chega, deixa eu me concentrar em dirigir, com você gritando igual uma louca não vamos chegar vivos em casa…
Fer: Louca eu, mas você é um degenerado, idiota, imbecil, paspalho que não sabe nada e não é capaz de fazer nada, continuou com a sua lengalenga.
Parei o carro no meio de uma rua e encostei, pra depois me virar e beijá-la com paixão, ela que estava cega inventando besteiras pra me dizer não viu chegando, e encaixou meu beijo sem reagir a tempo. Eu, sem medo de perder a língua, enfiei até a garganta, depois, sem hesitar, com minha mão esquerda agarrei um dos seus deliciosos melões e amassei enquanto com a direita aparava os tapas que ela me dava no braço direito e no peito.
Incrivelmente, enquanto me batia com toda a força, que não era pouca, continuava me beijando e não tirava minha mão ousada que já tinha entrado por baixo da blusa dela e brincava com o mamilo, aos poucos ela parou de me bater e me abraçou com uma paixão furiosa. Não sei quanto tempo ficamos naquilo, mas não foi pouco, quando os beijos e carícias ficaram um pouco mais "carinhosos", parei e sem dizer uma palavra retomei a viagem e voltamos pra casa.
Felizmente os avós não notaram nada estranho na cara da Fer quando voltamos, talvez porque ela estava quase normal, claro que perguntaram como tinha sido, pergunta que só eu respondi. À noite jantamos com os avós e conversamos sobre o passeio e as atividades da semana, nessa conversa descobri que os avós ficariam mais uma semana inteira.
Quando fui pra cama ao colocar o pijama percebi que alguns dos tapas da minha linda arpia tinham me deixado Deixou uns quantos
hematomas, mas quando olhei pra eles não me importei e sorri, porque a situação com a Fer
tinha mudado, não muito, mas o suficiente.
A vó, como de costume, nos deu boa noite pela
porta, e o vô também se juntou ao cumprimento, então peguei
um romance que há tempos tentava ler pra me dar sono e
dormir sem me masturbar, hahaha.
Já tava vidrado na leitura, quando uns dez minutos depois
minha porta se abre e a Fer entra silenciosa no meu quarto, olhei pra ela meio
assustado, porque por um instante pensei que ela vinha se vingar pela minha
ousadia e me levantei o mais rápido que pude pra me defender.
Fer: Te assustei, né, pardal? — disse ela baixinho.
Eu: Não só me…
Fer: Tava se preparando pra fugir como a vil sabichona que você é?
Assim que terminou de falar, me beijou com paixão, se agarrando no meu
corpo, o que despertou todo tipo de sentimento, hormônio, e sei lá mais o quê…
meu coração acelerou, meu amigão cresceu, endureceu como nunca…
sem dúvida ela deve ter sentido, porque minha pijama é larga o suficiente pra
levantar uma barraca enorme. Na sequência, abracei ela,
enquanto ela acariciava minha cabeça e minhas costas, minhas mãos percorreram as costas dela até
pousar naquela bunda deliciosa. Nisso, ela me diz:
Não se empolga muito, que é só um beijo de boa
noite.
Eu: Só de boa noite?
Fer: Sim, pra você sonhar comigo e não com a putinha da sua
amante…
Eu: Qual é, não continua com isso…
Fer: Não vou continuar, você vê o que quer ou quem quer,
agora me deixa em paz que vou pra minha cama…
Eu: Não vai não…
Fer: Os avós estão aí e você sabe que não daria pra explicar eu
estar aqui, e você menos ainda com essa coisa dura, hehehe, amanhã é outro dia e outra
semana, pardal, boa noite
Eu: Boa noite, Fer
Depois disso, me masturbei ferozmente pensando nela, e
quando já não saía mais nada de mim, continuei lendo até dormir,
pensando no que a semana seguinte me reservaria… Continua...
Felizmente, a inspeção minuciosa do apartamento por parte da Oma e do avô foi superada tanto por mim quanto pela Fer, apesar de eu ter sido o que ia atrás deles dando explicações para cada caso que apresentava alguma anomalia. Depois a Oma preparou o jantar e enquanto isso acontecia, o avô me chamou na sala dizendo pra eu sentar na frente dele, enquanto a Fer ajudava a Oma na cozinha.
Avô: Senta, Cláudio
Eu: Sim, avô
Avô: O que você fez pra sua prima que ela chegou em casa chorando?
Eu: Nada, não sei por que ela tá brava ou triste…. A verdade é que a gente se dá muito bem…
Avô: Mas alguma coisa aconteceu, senão não é normal ela chegar assim… chorosa
Eu: A verdade (mentindo), não sei o que pode ter chateado ela…
Oma: Não seria que você desiludiu ela com alguma coisa?... disse ela passando pra pegar algo na sala de jantar.
Eu: Isso eu não sei, Oma
Avô: Não sei o que rola entre vocês dois, mas precisam resolver, porque a gente não pode vir toda vez que vocês não se entenderem…
Eu: Claro, Avô, pode ficar tranquilo… vou tentar não provocar ela
A conversa se estendeu bastante, foi quase um interrogatório, mas minhas respostas finalmente acalmaram e satisfizeram ele, além disso a Oma chamou a gente pra sentar. O jantar foi estupendo porque a Oma cozinhou, mas mesmo assim foi bem silencioso, já que a tagarela da Fer tava muda, então o peso da conversa ficou comigo e com a Oma, porque o avô nunca foi muito falante… na verdade eu diria que ele nunca deixou de ser sério, com exceção das comemorações das grandes vitórias da Fer, então esse dia não era o caso.
Como todos os dias, acordei no meu horário, com a diferença de que quando cheguei na cozinha, a Oma tava preparando o café da manhã pra mim e pra Fer, o que me deixou feliz. Em poucos segundos a Fer chegou, que como sempre tava linda, com uma única diferença: hoje não tava vestida pra matar… diria que tava vestida pra “adorar”, porque se Parecia adorável… sim! Essa é a melhor forma de descrever como ela estava.
A Oma sentou com a gente no café da manhã, e a gente conversou sobre tudo e nada. A verdade é que finalmente a personalidade natural da Fer apareceu, então entre as duas, elas me distraíram, a ponto de eu só conseguir falar uns monossílabos. O comportamento estranho da Fer tinha sumido, mas, mesmo assim, eu desconfiava que nem tudo estava bem. Na hora de sair pra facul, a Oma me deu um lanche pra mim e pra Fer, dizendo:
Pra vocês não passarem fome durante o dia, um pra você e outro pra Fer.
Eu: Valeu, Oma, mas a Fer vai no carro dela…
Oma: Assim como você, que também vai no carro dela…
Eu: Mas Oma, a gente tem horários diferentes e…
Oma: Hoje você se adapta a ela, eu tô pedindo, é preciso que vocês conversem…
Como vocês devem imaginar, tive que me adaptar ao horário da Fer, que, como sempre, saiu em cima da hora, o que me deixou desesperado, mas ela, com aquele sorriso angelical, jogou as chaves do carro pra mim e mandou eu dirigir. Provavelmente ela não se atrevia a fazer isso porque a gente teve que sair correndo pra não chegar atrasado nas aulas.
Eu: Fer! O que você disse pros avós?!
Fer: Nada…
Eu: Não pode ter sido nada! Porque sua mãe ligou pra minha e você chegou com eles.
Fer: Bom… só que você não era muito considerado comigo, e não me avisava se ia ou vinha pro apê, e eu ficava preocupada…
Eu: Mas por que eu tenho que te falar o que vou fazer? Isso não faz parte dos acordos…
Fer: Mas mesmo assim, eu me preocupo com suas idas e vindas, sem falar do seu comportamento com a Coté e a Nora…
Eu: Você não tem que se meter na minha vida social.
Fer: Só social? Vamos, você come elas.
Eu: Também não tem que se meter na minha vida sexual ou no que eu faço com elas, além disso, terminei com a Coté…
Fer: É, ela era bonita, mas não era a mulher que você precisa…
Eu: Talvez você tenha razão, foi o que a Nora me disse.
Fer: Viu, eu tava certa, você transa com a Nora…
Eu: E daí se eu transo?!
Fer: Você é um tarado, que ainda depois de ficar com Elas vêm pra tocar nas minhas tetas… é isso que acontece…
Eu: Você começou… com isso, ainda…
Fer: Ainda?…
Eu: Não sei mais o quê…
Naquele dia e nos seguintes, a rotina em casa era dominada pelos avós, que não mostravam nenhuma intenção de voltar pra casa. Já na universidade, embora eu encontrasse Nora e Coté, pouco dava pra fazer por ser período de provas e outras atividades acadêmicas delirantes que exigiam muito estudo.
Naqueles dias, não consegui dar vazão à minha ansiedade juvenil, ou, pra ser mais direto, nenhum encontro com Nora pra descarregar nossos desejos mais básicos. Então, não fiz nada além do meu já quase adquirido costume de uma punheta toda noite. Dentro do ruim, o bom é que Fer não me provocava em nada, pois tava na mesma que eu, mas pra meu azar, só de vê-la já me excitava, então mais de uma punheta no segredo do meu quarto eu bati em homenagem a ela.
Graças a Deus, chegou sexta-feira, o único dia em que eu podia me dar ao luxo de relaxar, já que os outros dias estavam ocupados, tipo sábado e domingo. Então, me ocorreu convidar a Nora pra uma “noite louca” ou simplesmente nos distrair. Saí pra procurá-la e encontrei um dos colegas dela, que me disse que ela tava com a Fer na biblioteca.
Cheguei na biblioteca, à primeira vista não as vi, então pensei que podiam estar nos estúdios. Comecei a olhar um por um, felizmente, por ser sexta à tarde, os estúdios já estavam vazios e só dois estavam ocupados. Então, olhei os monitores das câmeras de vigilância no balcão principal, onde a única bibliotecária de plantão me indicou qual sala elas estavam. Espiei lá dentro pra falar com as duas (não queria ser muito óbvio) e as cumprimentei:
Oi, meninas, como vocês tão?
Nora: Claudinho, ainda perambulando pela universidade!
Eu: Sim, tô esperando a motorista da minha carona.
Fer: Ei Não sou seu motorista!
Eu: É sim, porque a Oma me obriga a vir com você, hahaha
Fer: Você vai ter que me esperar um pouco…
Eu: Tá bom, falei entrando.
No fim, sentei pra esperar e, como se não quisesse nada, fiquei observando elas com atenção enquanto fingia ler umas anotações. Elas passaram um tempão falando dos assuntos delas até ficarem satisfeitas com o progresso… aí me olharam. Tinha dois anjos do inferno me encarando, esperando algo. Fiz que não percebia que estava sendo observado, até que a Nora perguntou:
“Vocês vão fazer algo hoje à noite?”
Fer: “Eu não, porque tenho que estudar supercondutores. E você?”
Nora: “Que pena pra você, Fer. Eu não tenho muito o que estudar… vou deixar pra sábado à tarde. E você, Cláudio?”
Eu: “Na real, tenho muita coisa pra fazer… mas vou deixar pra sábado…”
Nora: “A gente podia ir comer uns petiscos e tomar uns drinks, pra relaxar, hehehe”
Eu: “Boa ideia. Que horas passo aí?”
Fer: “Vocês vão sair?!”
Nora: “Sim, você ainda pode vir…” – disse apostando que a matéria que a Fer dizia ter que estudar era complicada pra qualquer um, até pra alguém tão inteligente quanto ela.
Fer: “Eu adoraria, mas não posso. A prova é amanhã de manhã, sábado.”
A jogada da Nora tinha sido perfeita. A Fer não podia evitar que a gente saísse junto… Minha priminha ficou com a pulga atrás da orelha. Eu, por mim, não tinha só intenção de comer uns petiscos…
A gente se despediu na saída da biblioteca, porque a Nora foi pro ponto de ônibus na direção da casa dela e eu acompanhei uma Fer silenciosa até o carro dela, bem longe de onde estávamos, já que a gente tinha chegado de manhã… Quando a Nora já tava se afastando da gente, minha prima quieta me pergunta:
“Você vai foder a Nora?”
Eu: “Não sei, mas adoraria, ela é uma gostosa!”
Fer: “Ela é uma raposa de cuidado, além de ser dois anos mais velha que você…”
Eu: “Quando a gente se aposentar, nem vai dar pra notar, hahaha… além disso, você mesma garante que eu tô enrascado com ela.”
Fer: “E é verdade! Você acabou de me responder…”
Eu: “Com ciúmes?”
Fer: “Eu, com ciúmes?!”
Eu: “Parece que sim.” Pois é, mas eu tô "solteiro", posso sair com quem eu quiser
Fer: E eu com isso?!
Eu: O que você quer de mim?
Fer: ……
Eu: Qual é, não fica assim, só vou sair com ela pra relaxar, foi uma semana pesada, além do mais a gente ainda não é namorado, hahaha
Fer: Melhor a gente ir pra casa…
Fer, quase como de costume, me jogou as chaves pra eu dirigir, mas dessa vez não continuou com aquelas conversas animadas que ela me acostumou, só colocou o cinto de segurança e ficou olhando pra rua pela janela… Do mesmo jeito, sentou de um jeito que não me deixava ver as pernas lindas dela, mesmo com a saia curta, porque colocou a mochila em cima delas… Será que tava me castigando?!… Ela tava realmente puta.
Em casa, cumprimentou os avós e não falou mais nada, sentou pra estudar enquanto eu me preparava pra uma noite de relaxar e esquecer um pouco os estudos e ela. Lá pelas 19h, a Oma nos deu um jantar que até agradecia, mas não queria, porque meus planos eram outros. O jantar foi acompanhado pela minha prima desgraçada, que puxou o assunto de que eu ia sair com a Nora, coisa que a Oma não gostou, mas o avô sim, principalmente quando mostrei a foto da minha amante gostosa.
Durante essa conversa, se é que dá pra chamar assim, a Fer, apoiada pela Oma, começou a falar "dos vários defeitos e/ou problemas da Nora", o que me dava muita graça, porque dava pra ver o ciúme da Fer aflorando, mesmo eu me cuidando pra não fazer cara feia e não dar a satisfação de ser descoberto pela mente maquiavélica da minha prima. Acho que enquanto eu escutava minha priminha, ficou claro que a Nora não tinha nada de bom, o que simplesmente mostrava que era mais uma víbora bem parecida com ela… Resumindo, uma rival à altura da beleza e inteligência da minha priminha… e isso deixava ela furiosa.
Estranhamente, na hora de sair, a Fer chegou perto da porta, vestindo um pijama que era um shortinho que me deixava perturbado e uma camiseta apertada que mostrava que ela tava sem Sutiã… ela tinha trocado de roupa
enquanto eu tomava banho e me preparava pra sair com a Nora… a bruxa astuta
tinha vestido um roupão por cima do pijama pra não ser repreendida pelos avós,
que só abriu quando eu me despedia dela. Por um instante, estive a ponto
de desistir de sair e pular em cima dela, mas duas coisas me impulsionavam a
sair… na verdade, três coisas: primeiro, por que não fazê-la sofrer?...
segundo, os avós estavam ali, e terceiro, eu ia foder a Nora, a segunda mina
mais gostosa da universidade, que ainda era simpática e carinhosa comigo.
Fer: Não ia se despedir?
Eu: Não quis te atrapalhar nos seus estudos…
Fer: Cê tá perfumado demais… vai espantar ela com esse cheiro de patchouli…
Eu: Qual é, Fer, é só loção pós-barba, vai sumir em
alguns minutos, além disso, patchouli usado numa fragrância boa atrai as mulheres…
Fer: Me olhando feio e fechando o roupão, disse: Pra que você se barbeou?...
assim você não é bom o suficiente pra ela?
Eu: Porra, cê tá parecendo minha mãe, hahaha
Fer: Não quer me pedir nada antes de ir?
Eu: Tipo o quê?
Fer: Algo que você queira de verdade…
Eu: Não vamos nessa de novo, Fer, além disso, você trouxe os
avós e deixou claro que a gente tinha ido longe demais. Tenho que ir,
Nora tá me esperando…
O rosto dela endureceu ainda mais quando recusei a oferta,
acho que naquela cabeça louca ela pensou que eu ia ficar com ela ao vê-la tão sexy.…
não ia cair num truque tão óbvio, mesmo que tenha sido difícil negar
aqueles manjares dos deuses.
Quando cheguei pra buscar a Nora, ela disse pra esperar e que
descia na hora, o que fiz pacientemente por uns cinco a dez minutos,
mas valeu a pena a espera, ela tava deslumbrante, com um vestido preto curto,
meias bordadas combinando, jaqueta branca “peluda”, lábios carmim e uma
maquiagem que fazia ela parecer modelo de revista, realmente impressionante,
tanto que do meu coração saiu:
Uau!!, cê tá linda…
Nora: Obrigada... Valeu a pena a espera?
Eu: Sim, de qualquer forma…
Apesar de que Oma tinha me dado um bom pé na bunda, saímos pra jantar numa trattoria pequena, onde se come massas boas, gostosas e baratas, a verdade é que me surpreendeu ela escolher um lugar que cabia no meu bolso e no dela, conversamos muito. Embora já tivéssemos intimidade e falássemos de várias coisas antes, pela primeira vez a conheci num clima de “casal”, ou quase namorada… ou na verdade comecei a conhecê-la sem aquelas típicas paqueras de quando se tá na conquista…. Ela parecia com a Fer em tantos aspectos, mesmo sendo diferente em outros tantos.
Depois do jantar, fomos cantar e dançar num Karaokê, que depois de algumas horas, quando não tinha mais cantores, virava um lugar onde dava pra dançar com música gravada. Obviamente cantamos… ela é bem desafinada, mas por ser tão gostosa, vários caras aplaudiram mesmo assim, mas eu não conseguia esquecer meu “martírio” que tinha ficado em casa… sei lá, mas ela não sai dos meus pensamentos.
Pra fechar a noite mágica, fomos pra casa dela, no caminho minha consciência me chamava à razão, meus pensamentos iam pra minha prima pérfida, tudo de bom que eu tinha passado se desfazia numa melancolia talvez idiota, mas sou um bobo, não consigo evitar.
Quando chegamos na porta dela, a Nora, com a malícia que tem, para e num gesto quase teatral, me olha com seus lindos olhos claros, se empina um pouco e oferece a boca pra eu beijar, hesitei um pouco, mas não resisti em abraçá-la e apertá-la contra mim, mesmo que a imagem da Fer aparecesse como um fantasma e não me largasse… eu tinha na minha frente uma mina incrível… que era a amante que qualquer um sonharia, me pedindo com o olhar pra beijá-la e amá-la com paixão, mas…
Nora: Aconteceu alguma coisa?
Eu: É… a Fer…
Nora: Esquece ela por um momento e me fode, não vou contar pra ninguém…
Eu: É, mas não sei se é bom a gente continuar…
Nora: Vai, não seja bobo, entra e vamos aproveitar, não vou te matar, é só sexo.
Eu: Tem certeza?
Nora: Tenho. Tô sabendo, já sei que ela é o seu coração…
Eu: Mas eu…
Nora: Você nunca disse isso pra ela… eu sei…
Eu: Como você sabe?
Nora: Sou amiga dela e acho que confidente, além disso ela me falou pra não chegar perto de você, hehehe… acho que ela me teme e isso me encanta!
Eu: Por quê?
Nora: Mesmo que você goste dela, o simples fato de você estar aqui me faz sentir bem… pode ser vaidade, carinho, algum sentimento que não consigo definir… não sei, mas ter você só pra mim por um tempo me faz bem, você é um cara legal…
Eu: Mesmo gostando de outra…
Nora: Sim, mesmo gostando de outra e não de mim, hehehe… como diz a música “Prefiro ele compartilhado. Do que esvaziar minha vida. Não é perfeito, mas se aproxima do que eu. Simplesmente sonhei”
Eu: Tem certeza?
Nora: Sim, certeza… Vamos, a gente pode fechar essa noite de um jeito mágico…
Eu: Você acha?
Nora: Sim, vem, disse ela pegando na minha mão e me fazendo entrar
Diferente das outras vezes, a Nora se comportou com uma doçura especial… E me pegando pela mão me fez passar, quase por precaução perguntei pelos pais dela, mas ela respondeu que estavam operando e, igual da outra vez, só chegariam ao meio-dia de sábado, porque precisavam aproveitar o centro cirúrgico da clínica que estava disponível pra eles.
Ela me sentou na sala, me ofereceu algo pra beber, mas eu recusei, depois apagou as luzes e sentou montada em cima de mim, me beijando à vontade dela. Me deixei levar pelos carinhos suaves dela e continuamos a noite mágica, então rapidamente minha melancolia sumiu e me entreguei à minha amante maravilhosa, talvez a única mulher no mundo que conseguia neutralizar o feitiço da Fer.
Por algum motivo estranho, quase não nos despimos, nossas carícias foram com a roupa no corpo, só abríamos o suficiente pra nos dar prazer, foi assim que ela tirou meu amiguinho do esconderijo e eu puxei a calcinha dela pro lado, os dois estavam loucos um pelo outro, então enfiei tudo até bater a buceta dela com a minha virilha, depois levantei ela um pouco até quase tirar e deslizei de novo. Suave e devagar, repeti o movimento de levantá-la pra depois deslizar de novo, já não tão suave… Nora começou a gemer e pedir pra eu continuar assim, que eu fodesse ela bem fodida.
Nora: Sim, pardalzinho, assim… enfia até o fundo!, ai que grande você tem, vai
Eu: Tá gostando, meu bem?
Nora: Mmmm sim, você é maravilhoso… continua, me dá mais… vai fundo no seu coração…
Enquanto segurava as nádegas dela e repetia o “exercício”, comecei a observar seu lindo rosto, me perdendo no olhar dela… Nora é realmente uma garota linda, até em certo sentido mais gostosa que a Fer. Talvez porque a Fer não seja tão esbelta e sua beleza voluptuosa seja mais selvagem na aparência… Meu Deus, não parava de pensar como seria ter a Fer assim… entregue a mim, por um instante pensei no maravilhoso que seria ter as duas como minhas amantes… seria possível?
Cada vez que eu metia, um gemido de prazer escapava da boca dela, sentia como a bucetinha dela se abria admitindo toda a minha pica, se ajustando como uma luva. Minha luxúria deixava pra trás minha melancolia e agora eu só sentia cada roçada da buceta molhada da minha amante, tudo como se fosse o ato mais sublime do mundo…
Meus movimentos ficaram mais rápidos e profundos, se possível, agora tanto ela quanto eu ofegávamos de paixão e pelo esforço de foder. Pela segunda vez na minha história com a Nora, notei que ela gemia com uma doçura graciosa, parecia quando se acaricia uma gatinha… toda a situação e o ambiente estavam cheios de carinho e prazer, acho que minha amante estava gostando demais de foder comigo, mesmo sabendo que parte do meu coração estava com a “amiga-inimiga” dela.
Nora: Ahhhhhh… mmmmm… assim… assim, Claudinho!... Ohh!!... que bom que você é
Eu: Sim, gostosa, e você é mágica.
Nora: Quanto?
Eu: Muito…
Nora: Tanto pra esquecer a Fer por um instante?
Eu: Suficiente pra desejar que a gente fique junto pra sempre… e possa esquecer a Fer por um tempo, confessei.
Nora: Mmmm, serei sua amante eterna?
Eu: Sim, se você quiser…
Continuamos fodendo em Esse sofá, até que gozamos juntos num orgasmo longo que nos deixou completamente satisfeitos. Depois, ela pegou na minha mão e me levou até o quarto dela. Antes de entrar, peguei ela no colo de novo e atravessei a porta como se fosse uma noiva… Nora sorriu pela minha gracinha e me beijou com ternura.
Deitei ela na cama e comecei a despir ela, o que não foi difícil com a ajuda que ela deu. Nisso, ao ver ela completamente nua, fiquei maravilhado de novo com tanta perfeição… ver a bocetinha dela toda inchada me deu uma vontade danada, então abri as pernas dela e comecei a chupar a bucetinha dela com uma paixão louca. Mas Nora me surpreendeu de novo, porque a bucetinha dela agora tinha um piercing. Por um momento, lembrei da amiga pequena e gostosa da Coté. Sim! Parecia a buceta da Bea… (será que elas trocaram ideia? cheguei a pensar). Como eu disse, a bocetinha inchada dela agora estava enfeitada com uma joia e a umidade brilhante dos fluidos vaginais dela, parecia muito tentador… talvez “suculento” fosse mais exato pra descrever, então, depois de me recuperar da surpresa, coloquei nos meus lábios e puxei de leve, e depois me atrevi a perguntar.
Uhm, que surpresa!... Como?...
Nora: Pode ser bobo, mas fiz pensando em você…
Eu: Não é bobo, não… É espetacular… Não dói?
Nora: Não, agora não… É só pra você…
Mergulhei a cabeça entre as pernas dela de novo e, com minha língua na bucetinha dela, continuei brincando com a joia e o botãozinho mágico… passava a língua e chupava o néctar dela como se nunca tivesse feito aquilo… Nora acariciava meu cabelo e pedia mais e mais, tava louca de tesão!, então logo gozou que nem uma égua.
Agora, a gozada dela tinha gosto de glória pra mim… eram os fluidos da minha mulher!, uma que pensava em mim e fazia loucuras por mim… Era uma loucura total, além disso, a joia dela me dava muito tesão, só de pensar que ela tinha colocado pra mim, já tinha me encantado, talvez tanto quanto ela, que confessou que era a única que me fazia superar em alguma coisa. pensar na Fer.
Nora: Ai, pardillo, me matou, você come a buceta como um mestre…
Eu: Gostou?
Nora: Uhmm! Adoro… Agora me fode.
Eu: Claro, coração, fica de quatro…
Nora: Mas não quero pelo cu…
Eu: Não se preocupa, vai ser pela bucetinha…
Nora: Nesse caso… assim tá bom? Ela disse ao ficar de quatro.
Eu: Perfeito!
Fiquei atrás dela enquanto enfiava até o fundo da buceta… minhas pernas batiam na bunda da Nora, fazendo um barulho parecido com palmas que eu achava super erótico. Olhando ela por trás, me lembrei da vez que no quarto da Fer eu a fodia… agora, apesar dos quartos serem bem parecidos, a única diferença notável é que não tinha tanta sacanagem, era mais paixão misturada com carinho e doçura.
Nora: Mmm, você é maravilhoso…
Eu: Você também, falei sem nenhum esforço da minha imaginação.
Nora: Ahhh, como você me preenche, coração…
Eu: Gosto de te encher, sua putinha…
Continuei dando estocadas fundas enquanto me segurava na cintura dela, ela em um momento enfiou a cabeça no travesseiro e gemia baixinho, tentando não gritar. Eu percebia que meu ritmo de mete e tira a deixava à beira do orgasmo, então tentei prolongar ao máximo o prazer dos dois. De repente, Nora começou a se mexer de um jeito que aprofundava minhas estocadas, e já não conseguia parar de gemer alto.
Nora: Ohh… ahh… mm… ahhh…!!!... tá tão bom, me dá…
Eu: Gosta que eu te dê, coração? Como você gosta?
Nora: De todo jeito, se for você, me dá, ahhhhh…
Nora e eu estávamos quase gozando, então acelerei pra valer, igual um garanhão desenfreado, e metia com tudo na bucetinha febril dela, que apertava minha pica como se quisesse espremer… Pelos gemidos, suspiros fundos e as respiradas ofegantes tentando pegar ar, tinha certeza de que estava fodendo a Nora do jeito que ela gostava…
Nora: Ohh!... aaahhhh.... sim, pardillo, sim, arrebenta minha buceta, vai.... ahhh!
Esses gemidos eróticos fizeram eu também me contorcer numa gozada violenta, enquanto O que eu tirei meu pau, deixando ela apoiada naquele rabo perfeito. Nessa posição, continuei despejando meu gozo no buraquinho mágico dela…
Nora: Você é fantástico, amor… Gostou?
Eu: Sim, adorei, tanto que lembrei da vez que te comi na cama do Fer.
Nora: Sério!?... Gostou tanto assim!? hahaha
Eu: Sim, desse tanto, hahaha
Nora: Deita do meu lado, amor
Eu: Sim, amor
Deitei ao lado dela e nos acariciamos com ternura por um bom tempo, a noite estava perfeita, mas tudo tem que acabar uma hora, e como os avós estavam em casa, eu tinha que ir antes que fosse tarde demais e levasse uma bronca deles, especialmente da Oma, que achava que só os homens que podiam sustentar uma família podiam fazer o que quisessem, os outros tinham que seguir as regras dos mais velhos até conseguir a "independência".
Depois de uma longa despedida da Nora, consegui sair da casa dela lá pelas duas da manhã, chegando em casa umas duas e meia, quase congelado por causa da viagem de moto… Precisava comprar um conjunto de couro!, ou pelo menos a jaqueta….
No sábado, lá pelas 10:30, fui acordado pelo Fer, que tinha voltado do teste de "supercondutores", e ele estava a mando da Oma, porque segundo ele, a Oma mandou: eu levantar, arrumar o quarto e depois de um bom banho estudar, que era pra isso que meus pais pagavam a faculdade… Fui pro banho e encontrei o vô lendo o jornal com um café, ele me olhou e disse:
Quem faz, paga, hahaha…. Noites alegres, manhãs tristes, hahaha
Eu: Bom dia, vô, hehehe
Tomei banho e fiz o que mandaram, sentei como de costume na frente do Fer pra estudar. Diferente dos últimos dias, o Fer, dentro do recato que exigia ter os avós em casa, estava vestida pra "provocar", sem ser a assassina de sempre vestida pra "matar"… Assim que sentei, ela voltou com a maldita mania de colocar os peitos em cima dos livros, coisa que com certeza sabe que me deixa maluco, e como de costume tentei focar no meu.
Passou o tempo até que os avós disseram que a gente ia sair pra almoçar em algum restaurante, porque a Oma queria isso, a gente, obediente, seguiu eles. Quando já estávamos no carro, o avô perguntou pra onde a gente podia ir que fosse bom, bonito e barato, já que a Fer não falou nada, eu sugeri a trattoria onde fui com a Nora no dia anterior.
A verdade é que eu devia ter pensado melhor, mas o avô aceitou na hora.
Mal entramos, o dono nos recebeu super simpático e nos levou até a mesa, tudo ia bem até que o cara fala pra mim e pra Fer:
Pelo que vejo, gostaram do jantar de ontem…
Eu: Sim, por isso viemos, hehe
Fer: Eu não vim, devia ter sido outra…
Maître: Desculpa, me confundi, o jovem… me desculpem, vou deixar vocês com o cardápio, já volto…
Oma: Você já tinha vindo?
Eu: Sim, ontem com uma amiga…
Fer: Nora?, ela falou com uma cara inexpressiva, de pôquer
Eu: Sim, com ela…
Avô: Ela é bonita?
Eu: Ehh… sim, bastante.
Fer: Ela é meio magrela e um pouco sem vergonha…
Eu: Ela não é sem vergonha…
Oma: Vamos, não briguem e aproveitem o almoço.
Ficou por isso, almoçamos bem e por um bom tempo reinou a paz, mais ainda, a Fer começou a voltar a ser a garota encantadora que pode ser quando quer e está na presença dos avós, especialmente do "avô". Terminado o agradável almoço, voltamos pra casa e tanto ela quanto eu fomos estudar, enquanto os avós foram tirar uma soneca.
Sentei como sempre, e como sempre minha priminha começou a se fazer notar, primeiro me pedindo um lápis grafite, coisa que por causa da minha faculdade tenho aos montes, depois uma borracha, coisa que também tenho, depois uma régua, enfim, não parava de me encher o saco, até que me pediu a calculadora, coisa que foi a gota d'água, porque ela tinha a dela do lado:
Eu: Qualé, não me enche o saco, e a sua?
Fer: Tá descarregada e acabei de colocar pra carregar…
Eu: Tá bom, aqui ó, falei passando a minha.
Fer: Valeu… Você comeu a Nora?
Eu: Que pergunta é essa?
Fer: Uma simples e direta, pode responder sim ou não…
Eu: Sim
Fer: Por quê?
Eu: Para de encher o saco… é problema meu
Fer: Repito a pergunta, por quê?
Eu: Já que você insiste e não vai me deixar em paz… é porque não posso te foder, satisfeita?
Fer: Sou sua prima…
Eu: Eu sei, mas mesmo assim você gosta de me provocar… já peguei nas suas tetas, só falta te comer…
Fer: Não vou deixar, aliás, se fizer algo vou contar pro vô…
Eu: É mesmo?...
Levantei do meu lugar e fui até onde ela estava, fiquei atrás da cadeira dela e, bem devagar, meti minhas mãos por baixo da blusa e do sutiã dela, agarrando os melões que ela tem de peitos, ela deu um pulo, mas estava presa…
Eu: Xiiiu!!, os avós estão dormindo, falei enquanto amassava aquelas tetas enormes dela.
Fer: O que você tá fazendo!, vou gritar
Eu: Grita… falei sem parar de brincar com elas.
Fer: Você tá abusando de mim…
Eu: Você faz isso sempre, cala a boca e aproveita…
Fer: Mas me solta…
Eu: Tá bom, se você tirar minhas mãos daqui, não encho mais o saco, falei enquanto apertava um pouco os bicos que tinham endurecido.
Ela não fez nada, se deixou amassar os peitos quietinha, a verdade é que era um sonho que eu tinha há tempos, tinha nas mãos os melões provocantes da minha priminha, em um minuto ela, sem dizer nada, soltou o fecho do sutiã e fiquei livre para ampliar minhas carícias… Mas tudo que é bom acaba, num instante, com a Fer totalmente entregue às minhas carícias, senti a porta do quarto dos avós se abrindo… Tirei minhas mãos dos peitos da Fer e fiquei ao lado dela como se estivesse explicando algo…
Oma: Assim que gosto de ver vocês… se ajudando um ao outro
Fer: Pensei que você estivesse dormindo, Oma
Oma: Seu avô é o dorminhoco, eu vou fazer um chá, querem alguma coisa, crianças?
Nós: Não, Oma, respondemos quase em uníssono
Voltei pro meu lugar e comecei a estudar, ou pelo menos tentava, enquanto a Fer arrumava o sutiã e a blusa me olhando com cara de quem quer matar, quase me tinham pegado ela com a mão na massa, perdão, nos peitos.
Fer: Você é um tarado, disse em voz baixa
Eu: Mas você gostou… não pode negar…
Ela não respondeu e se enfiou nos cadernos dela pra continuar fazendo o que quer que estivesse fazendo, eu por minha parte continuei com meus assuntos ou pelo menos tentei, porque ainda sentia o calor dos peitos dela e tentava gravar na mente aquela sensação.
De tarde o Roro chegou pra trabalhar num projeto que a gente tinha junto, ele apesar de ser muito trabalhador e focado, não parava de fazer “olhinhos” pra Fer, o que me dava muita risada… Se ele soubesse!… Lá pelas nove da noite ele foi embora, mas não sem antes me perguntar se podia chamar a Coté pra sair agora que ela não tava mais comigo:
Eu: Mas Roro, ela acabou de terminar comigo por outro…
Roro: Por isso mesmo, não tô nem aí se agora ela dá gaia pra outro que não é meu amigo…
Eu: Nisso você tem razão, mas tem muitas outras minas na faculdade…
Roro: Mas ninguém tem a bunda da Coté… Fala sério!
Eu: Mas tem vários booties gostosos…
Roro: Mas tão tudo ocupado, porra…
Eu: Kkkk, não é verdade, kkkk
Roro: Sim, essas tão tudo doida por você, kkkk
No fim eu respondi que não tinha problema, mas duvidava que ela aceitasse, a verdade é que eu não conseguiria sair com a ex de um amigo, seja qual for o motivo e por mais gostosa que ela seja.
Voltei pros meus temas da universidade até que a Oma interrompeu nossos estudos pedindo pra gente ajudar a pôr a mesa pro jantar, enquanto o avô via as notícias na tv. Diante do pedido, guardamos os cadernos e fomos pra lida.
Sentamos na mesa quando, de repente, o avô sugeriu que a gente visse um filme da conta de tv a cabo dele antes de dormir, coisa que depois de tanto estudo me pareceu ótima, então jantamos rápido e nos preparamos, mas o avô gosta de curtir uns petiscos e snacks durante o “cinema como em casa”, então Fer e eu nos oferecemos pra preparar, assim a Oma descansava um pouco.
Fomos os Fomos pra cozinha, a Fer na minha frente com um rebolado sensual me distraía enquanto eu a seguia, Mmm!, a bunda dela rivalizava com os peitos, ver ela se mexer daquele jeito era quase hipnótico, ainda mais porque ela tava usando uma calça jeans que vestia como uma luva. Mas voltei a focar na missão de achar algo pra comer durante o filme, sem pensar em nada específico, revistamos a despensa onde sempre tínhamos algo pra curtir ou enganar o estômago.
Como vocês sabem, a cozinha é pequena, e a despensa é menor ainda. Como sou mais alto, fiquei atrás dela pra procurar… ela procurava embaixo e eu, atrás dela, algo em cima… Logo a Fer achou latas de atum e biscoitos, e eu encontrei umas azeitonas recheadas com amêndoa que estavam na parte de cima. Me estiquei pra pegá-las, roçando a bunda dela com meu pacote, não foi intencional, mas o contato despertou todo meu desejo e safadeza, então agarrei a cintura dela e apoiei minha piroca animada na bunda dela, ela deu um gritinho…
Fer: Ai!
Avô: O que houve, crianças?
Fer: Nada, vô, quase deixei o atum cair, respondeu enquanto eu tava totalmente encostado nela.
Fer: Me larga, deixa minha bunda em paz… falou baixinho.
Mas eu não liguei nenhum, então ela se ergueu e tentou tirar a bunda da minha piroca, depois se virou com as coisas na mão e me empurrou de lado… Voltei à realidade e ao recato, então peguei as azeitonas da despensa, e começamos a montar o lanche, mas minha libido já tinha escapado do controle, então enquanto ela se encostou no balcão pra preparar o que levaríamos pro filme, eu fiquei atrás e, com toda cara de pau, encostei de novo, fazendo ela sentir toda minha masculinidade naquela bunda grande e durinha, rival à altura da da Coté e muito superior à da Nora… será que lembrei da Nora!?
Fer: Me larga, se não sair daí vou chamar o vô…
Eu: E o que você vai dizer?
Fer: Que você tá me enchendo o saco…
Eu: Te enche o saco sentir o quanto eu tô doido por você?
Fer: Sim, você tá doido e a gente não pode continuar, sai da minha raba, seu tarado. Minha consciência reagiu e eu saí na hora, depois falei "desculpa", peguei os biscoitos e comecei a passar atum com maionese neles, o que foi providencial, porque a Oma apareceu perguntando se precisávamos de ajuda. Terminei de preparar tudo, incluindo um pouco de presunto cru e batatas saladas, e fui pro sofá.
Eu tava excitado, mas os avós felizmente não perceberam. Essa excitação aumentou quando a Fer sentou do meu lado... mas não dava pra fazer nada. Depois de um tempo, começamos a ver o filme, que por sorte me distraiu o suficiente pra baixar a revolução que tava na minha mente. Quando o filme acabou, fui pra cama e bati uma punheta tremenda em homenagem à minha priminha. Caralho, tava de novo sob a influência maligna dela.
O domingo foi mais tranquilo, talvez porque acordei depois das dez. Trabalhei com o Roro e outro garoto na nossa parada, enquanto a Fer continuava na dela. Almoçamos com os avós e o Roro, coisa que meu amigo agradeceu de coração, porque segundo ele, a mãe dele cozinha mal. Umas seis horas, a Nora ligou pra sair pra tomar uns sorvetes numa confeitaria, e eu aceitei de boa pra fugir um pouco do confinamento, mas quando já tava saindo, a Oma apareceu e falou:
— Leva a Fer, ela estudou muito.
Eu: — Mas Oma!... Vou sair com a Nora.
Oma: — Leva ela, não vai te fazer mal, e o avô vai te dar um dinheiro pra convidar as duas.
Não adiantava discutir, e mesmo que a Fer também não tivesse muito a fim de sair de penetra, no final ela foi comigo. Mais ainda, fomos buscar a Nora no carro dela. Durante o caminho, o silêncio reinou, a Fer não falava comigo nada.
Finalmente, quando chegamos pra pegar a Nora, pude ver a cara de decepção da minha linda amante. Mas não dava pra fazer nada! Felizmente, depois do cumprimento inicial bem tenso, as atitudes de nós três relaxaram e não correu sangue de ninguém, então conseguimos passear pela orla tomando sorvete de boa, conversando sobre futilidades da faculdade e outras coisas. Boa tarde, mas obviamente era uma trégua armada… tudo tranquilo até que, ao voltar da caminhada, a Fer abriu o fogo.
Fer: Nora, o que você quer com o Claudio?
Nora: A mesma coisa que você, mas eu não sou cínica…
Eu: O que está acontecendo com vocês?
Fer: Não se meta.
Eu: Mas eu estou envolvido, querendo ou não.
Nora: Moleque, isso é briga de loba, cachorro não se mete.
Fer: Mais que loba, você é uma raposa…
Nora: E você, o que é, que só quer foder ele?
Fer: Não é verdade…
Nora: É sim, só que “você é como o cachorro do hortelão, não come nem deixa o dono comer”.
Fer: Pelo visto você já comeu ele…
Nora: Sim, e adorei!… Inveja!
Eu: Chega, parem, parecem umas loucas, não quero mais discussão… Fer, é verdade, transei com a Nora e adorei, também adoraria te foder até cair de pau duro, se você quiser. Melhor ainda, foderia vocês duas até morrer… mas chega de besteira, não quero mais briga, se quiserem ficar comigo, têm que se comportar.
Não deixei elas falarem, tinha explodido, então soltei tudo… elas ficaram mudas, como se estivessem surpresas e talvez meio envergonhadas. Na volta, deixamos a Nora em casa, claro que o caminho foi bem silencioso, tudo ia bem até que na entrada do prédio da Nora; minha linda amante, ao se despedir, me deu um beijão de tirar o fôlego… Isso enfureceu a Fer, que fez menção de agredir ela, mas eu a segurei a tempo, pegando pelos pulsos, e sem soltar, beijei ela com força. Ela tentou evitar, mas no fim se entregou… não foi o melhor beijo do mundo, nem dava pra um filme antigo, mas foi um beijo. Depois, com ela ainda presa pelos pulsos, me virei e beijei de novo a Nora na boca, que entrou em casa sorrindo.
Levei uma Fer puta da vida segurando um dos pulsos dela até o carro, quase arrastando, mas não tinha outra opção, porque eu tinha as chaves e não podia deixar ela me dar o cano de novo. Entramos no carro e ela, na hora, “vomitou todo tipo de” de ofensas que não vou repetir e só vou me limitar a comentar o relevante
Fer: Você é um porco tarado que quer comer as duas, mas está enganado, você não me causa nem um mísero cócegas na língua, seu pervertido, não sou nenhuma puta incestuosa… coma a sua puta quantas vezes quiser, mas de mim você não vai conseguir nada
Eu: Chega, deixa eu me concentrar em dirigir, com você gritando igual uma louca não vamos chegar vivos em casa…
Fer: Louca eu, mas você é um degenerado, idiota, imbecil, paspalho que não sabe nada e não é capaz de fazer nada, continuou com a sua lengalenga.
Parei o carro no meio de uma rua e encostei, pra depois me virar e beijá-la com paixão, ela que estava cega inventando besteiras pra me dizer não viu chegando, e encaixou meu beijo sem reagir a tempo. Eu, sem medo de perder a língua, enfiei até a garganta, depois, sem hesitar, com minha mão esquerda agarrei um dos seus deliciosos melões e amassei enquanto com a direita aparava os tapas que ela me dava no braço direito e no peito.
Incrivelmente, enquanto me batia com toda a força, que não era pouca, continuava me beijando e não tirava minha mão ousada que já tinha entrado por baixo da blusa dela e brincava com o mamilo, aos poucos ela parou de me bater e me abraçou com uma paixão furiosa. Não sei quanto tempo ficamos naquilo, mas não foi pouco, quando os beijos e carícias ficaram um pouco mais "carinhosos", parei e sem dizer uma palavra retomei a viagem e voltamos pra casa.
Felizmente os avós não notaram nada estranho na cara da Fer quando voltamos, talvez porque ela estava quase normal, claro que perguntaram como tinha sido, pergunta que só eu respondi. À noite jantamos com os avós e conversamos sobre o passeio e as atividades da semana, nessa conversa descobri que os avós ficariam mais uma semana inteira.
Quando fui pra cama ao colocar o pijama percebi que alguns dos tapas da minha linda arpia tinham me deixado Deixou uns quantos
hematomas, mas quando olhei pra eles não me importei e sorri, porque a situação com a Fer
tinha mudado, não muito, mas o suficiente.
A vó, como de costume, nos deu boa noite pela
porta, e o vô também se juntou ao cumprimento, então peguei
um romance que há tempos tentava ler pra me dar sono e
dormir sem me masturbar, hahaha.
Já tava vidrado na leitura, quando uns dez minutos depois
minha porta se abre e a Fer entra silenciosa no meu quarto, olhei pra ela meio
assustado, porque por um instante pensei que ela vinha se vingar pela minha
ousadia e me levantei o mais rápido que pude pra me defender.
Fer: Te assustei, né, pardal? — disse ela baixinho.
Eu: Não só me…
Fer: Tava se preparando pra fugir como a vil sabichona que você é?
Assim que terminou de falar, me beijou com paixão, se agarrando no meu
corpo, o que despertou todo tipo de sentimento, hormônio, e sei lá mais o quê…
meu coração acelerou, meu amigão cresceu, endureceu como nunca…
sem dúvida ela deve ter sentido, porque minha pijama é larga o suficiente pra
levantar uma barraca enorme. Na sequência, abracei ela,
enquanto ela acariciava minha cabeça e minhas costas, minhas mãos percorreram as costas dela até
pousar naquela bunda deliciosa. Nisso, ela me diz:
Não se empolga muito, que é só um beijo de boa
noite.
Eu: Só de boa noite?
Fer: Sim, pra você sonhar comigo e não com a putinha da sua
amante…
Eu: Qual é, não continua com isso…
Fer: Não vou continuar, você vê o que quer ou quem quer,
agora me deixa em paz que vou pra minha cama…
Eu: Não vai não…
Fer: Os avós estão aí e você sabe que não daria pra explicar eu
estar aqui, e você menos ainda com essa coisa dura, hehehe, amanhã é outro dia e outra
semana, pardal, boa noite
Eu: Boa noite, Fer
Depois disso, me masturbei ferozmente pensando nela, e
quando já não saía mais nada de mim, continuei lendo até dormir,
pensando no que a semana seguinte me reservaria… Continua...
1 comentários - Minha prima, meu martírio Cap. 9