Minha prima, meu tormento Capítulo 8.2

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Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Ao chegar na casa da Nora à noite, mal trocamos um cumprimento sem graça, porque eu ainda tava pensando na Fer… acho que ela percebeu, pelos olhos dela eu notei uma mistura de alegria, preocupação e um deboche sacana.Nora: Oi Cláudio… sou a Nora, caso você não tenha notado…
Eu: Desculpa, Norinha, é que eu tava pensando…
Nora: Na sua ex, na Fer ou na nova?
Eu: Nova?
Nora: Eu, ué.
Eu: Ah!… Na nova, claro, hahaha…
Nora: E a ex?
Eu: Ah sim, minha ex, hahaha…
Nora: Você tem ex…?
Eu: A Coté terminou comigo…
Nora: Sério?!… Então você tá solteiro!
Eu: Bom, digamos solteiro, solteiro, não sei, hehehe
Nora: Essas dúvidas?
Eu: É que, mesmo não podendo começar outro namoro logo depois de terminar um, já te tenho como namorada… você…
Nora: Qual é, não sou… ainda não, o que os outros vão pensar se eu for?!
Eu: Acho que nada…
Nora: Mentira, todo mundo ia dizer que sou uma piranha… não me importaria de ser uma piranha, por você, hahaha
Eu: Você seria minha putinha!!
Nora: Qual é, é brincadeira… como amigos com benefícios tá bom por enquanto… nós dois temos que estudar, hahaha, então Claudinho, nada de namoradas, ouviu, hahaha
Eu: Claro… não vou me entregar por aí pra primeira que aparecer, hehehe
No fim, saí com Nora, primeiro fomos a um pequeno bistrô francês perto da casa dela, depois dançar, mas lá pela meia-noite eu disse pra irmos pra casa, e ela respondeu:
Beleza, vamos pra sua casa e passamos a noite lá…
Eu: Mas e seus pais?
Nora: Têm duas cirurgias longas e vão passar na clínica, não aparecem até sábado no almoço ou talvez mais tarde.
Eu: Nesse caso, vamos…
Ao chegar em casa, o porteiro nos cumprimentou me olhando com cara de cúmplice ao ver que eu chegava com uma gostosa naquela hora, por um momento pensei no meu avô, provavelmente saberia da minha “aventura no precioso apartamento dele”, mas me perguntei: qual seria o pior que poderia acontecer?…
Subimos no elevador e Nora se pendurou no meu pescoço, apontei a câmera de segurança e ela, sem vergonha, se virou e mandou um beijo pro ar na direção da câmera, não tive escolha a não ser acenar pra câmera, esperando alguma cumplicidade do cara que tava no turno da noite na portaria.
Chegamos na porta de casa e entre brincadeiras eu peguei Abracei minha linda Nora como se fosse uma namorada, verdade seja dita, não lembrava que minha amante gostosa não era tão levinha… me vieram as lembranças da praia, hahaha… Sim! Nora, apesar de ser esbelta, é uma garota alta e nada magricela, então quando entrei com ela e a coloquei no sofá da sala, não resisti e fiz o comentário.
Ufa, sorte que não preciso repetir essa entrada todo dia, hehehe…
Nora: Ei, eu tenho um corpo privilegiado e só peso 68 quilos para meus 1,76 metro.
Eu: Eu sei, amor, o problema é que sou muito fraquinho, hehehe.
Nora: Hahaha… agora que vamos foder, espero que você não seja fraco, hahaha.
Eu: Não vou ser, sua putinha, hahaha.
Nora: Tem algo pra beber?
Eu: Quer uma cerveja ou um refri…?
Nora: Me dá um refri.
Eu: Não vai embora, sua vadiazinha, volto já.
Nora: Tô esperando ansiosa, hehehe.
Eu: Eu vou voltar ansioso, hehehe.

Quando voltei da cozinha, ela se aproximou e, enlaçando meu pescoço com os braços, me beijou apaixonadamente, enquanto eu, com todo cuidado, soltava o broche do vestido dela e deslizava o zíper que terminava um pouco antes da bunda deliciosa dela. Nessa altura, já estava completamente excitado. Nora abaixou os braços para me deixar deslizar a peça fina e ficar só de conjunto e meia, algo de dar um infarto — parecia uma modelo da Victoria’s Secrets. Depois, se afastou e disse:
Me espera só um instante…
Eu: Por quê?...
Nora: O banheiro….

Ela se virou e, como uma modelo, foi rebolando mais do que o normal, então eu me despi rapidamente e, acreditem ou não, fiquei só de cueca, armando uma barraca descomunal, e me sentei para esperar.
Minutos depois, ela saiu do banheiro. Se antes já estava linda, agora estava impactante com o cabelo solto e um sorriso maravilhoso. Tudo nela transbordava sensualidade, e aqueles peitos realçados pelo sutiã me provocavam a devorá-los com paixão…. Rapidamente me levantei, e ela novamente me enlaçou com os braços, e nos beijamos.
Minha libido estava no auge, e só Pensava em foder ela até meu pau cair aos pedaços, então levantei ela pegando pela bunda e levei até a cama dos meus avós… agora não ligava mais pra nada, se meu avô me expulsasse, já tinha profanado a cama dele. Nesse curto trajeto, ela me beijava com paixão e acariciava meu cabelo, mas assim que a coloquei no chão, minhas mãos agarraram os peitos gloriosos dela. Todo esse excesso de paixão só foi interrompido por ela:
— Amor, tem certeza que quer foder aqui?…
Eu: — Sim! Por quê?
Nora: — Não quero sujar a cama com… bom, você sabe…
Eu: — Já não importa, vamos foder na cama do meu avô e vamos quebrar ela, hehehe
Nora: — Pra mim não importa, mas vamos colocar alguma coisa… pra ele não te expulsar do apartamento, hahaha

Minha amante desejada pensava mais que eu nesses detalhes, mas isso prolongava minha agonia e vontade de foder ela e esquecer a Fer. Felizmente, ela só pegou minha toalha do banheiro e colocou debaixo da gente… enquanto fazia isso, eu via a bunda linda dela mal coberta por um triângulo e uma tira que se enfiava entre as nádegas, então não aguentei mais e encostei minha masculinidade nela, enquanto segurava sua cintura e, sem dizer mais nada, comecei a esfregar meu pau por toda a rachinha e o cu dela.
Nora: — Nossa, que impaciente… mas tá muito bom.
Eu: — Você não sabe o quanto te desejo
Nora: — Que bom, meu tigrão, agora vamos foder como eu queria desde a primeira vez que a gente fez.

Continuei provocando ela enquanto ela subia na cama e ficava de quatro. Tirei meu pau e coloquei na boca dela enquanto acariciava a bunda e o cabelo sedoso dela. Minha luxúria estava solta e ela cooperava, rebolando a bunda linda pra mostrar que tava gostando e com vontade.

Toquei a bucetinha dela, que na minha opinião já tava molhada o suficiente, então pensei que era hora de seguir em frente na nossa demonstração de desejo e paixão que nos unia nessa amizade estranha.

Tirei a calcinha dela, que saiu molhada de tesão. No começo, tava presa nas nádegas e na bucetinha, então… ela, pra me ajudar, separou um pouco as pernas, depois levantou elas quando foi preciso. Eu libertei ela da peça delicada com muito tesão e vontade, então me ajoelhei e comecei a chupar a bucetinha e o cuzinho dela, estavam deliciosos! Pelo menos pra mim parecia.

Nora: Ahhh!... O que cê tá fazendo, bobão?... mmm continua, tá muito... muito gostoso.

Eu: Mmm, você que é muito gostosa... vou meter em você...

Nora: Sim, mas quando for meter, quero olhar nos seus olhos...

Eu: Ok, mas tira o sutiã, porque eu também quero olhar e chupar seus peitos, hehehe.

Nora: Por que você gosta tanto dos meus peitos?

Eu: Não sei, mas sempre gostei, hehehe.

Quando ela se deitou na cama, eu fui pra cima dela pra meter o mais fundo possível, tentando não pesar muito. Ela pegou meu pau e apontou pra entrada da buceta dela... sem dúvida, também me queria dentro dela.

Fui metendo devagar, sentia o quanto ela era apertada. Nora abriu mais as pernas pra facilitar o serviço. Eu avançava cada centímetro, curtindo a fricção leve de uma buceta inundada de lubrificação, enquanto ela suspirava e gemia baixinho.

Comecei um vai e vem suave, que Nora acompanhou com delicadeza. Sentia como a bucetinha apertada e molhada dela me abraçava, me dando um prazer imenso. Meus beijos e carícias eram correspondidos com gemidos, suspiros e arrepios. Continuamos nessa até que Nora me disse:

— Mais rápido... me dá...

Eu: — Vai gozar? — perguntei que nem um idiota...

Nora: — Mmm sim, me dá mais... ahhh... ahhh

Comecei a meter como ela queria, sem ser muito bruto, mas mais rápido. Ao mesmo tempo, ela me envolveu com as pernas e apertou meu pau furioso, fazendo com que eu também ficasse à beira do orgasmo... De repente, Nora começou a gritar meu nome e uma enxurrada de fluidos se misturou dentro dela. Nós dois gozamos pra caralho, e eu fiquei por cima dela, tentando não esmagá-la. Olhei nos olhos dela e vi que estava chorando. Pensei que tinha machucado ela, mas ela disse antes que eu perguntasse:

— São lágrimas de prazer. Felicidade… você é incrível…
Eu: Que bom, meu bem, disse beijando ela.
Pouco depois, quando meu amiguinho murchou dentro da minha Nora, saí de cima dela e me deitei ao seu lado. Ela se virou, se agarrou a mim e começou a me acariciar, e eu retribuí até que, depois de tantos carinhos, estávamos os dois amassando nossos corpos de novo com caricias febris. Já louco pela minha amante, por um instante esqueci a Fer, aproveitando o sexo sem complicações que a Nora me oferecia.
Voltando ao ataque, agarrei os dois peitos dela e meti os bicos na minha boca, verdade seja dita: minha euforia era tremenda! Enquanto isso, ela se estremecia de prazer e me empurrava para que eu ficasse de costas de novo. Sem pensar muito, fiz isso. Então a Nora montou em mim, se movendo para esfregar meu pau duro na frestinha da buceta. Nisso, ela olha pra mão e me diz…
Uff, tá toda melada… vou limpar…
Eu: Mas que diferença faz!?
Nora: Você vai ver!, disse se abaixando pra chupar meu pau de novo.
Ela limpou tanto que quase gozei, então tirei ele de lá, mas antes ela beijou a ponta da glande… A Nora era uma puta! Tava fazendo em completa liberdade o que queria, não tínhamos nenhuma restrição.
Seguimos com nossos carinhos. A Nora tava excitadíssima de novo, se levantou um pouquinho pra guiar meu pau na entrada da boceta dela, depois foi descendo com todo cuidado até chegar no fundo. Pegou minhas mãos, que acariciavam as coxas dela, e colocou nos peitos dela, dizendo:
Amassa eles bem e vou te mostrar o que é bom, hehehe
Eu: O que você mandar, meu bem… hummm, que gostoso…
Nora: Tá gostando, bobinho?
Eu: Tô ficando louco, se continuar assim vou gozar sem jeito
Nora: Goza como quiser… essa boceta é sua…
Ela começou a rebolar como se fosse um redemoinho suave, e enquanto me acariciava os braços, eu passava a mão nos peitos dela, ajudado pelas mãos dela que se juntaram às minhas. A Nora não parava de me olhar enquanto me cavalgava de um jeito que eu nunca tinha aproveitado. Os movimentos dela me matavam, tanto que aos Em poucos minutos, peguei ela pela cintura, marcando meu próprio ritmo até esvaziar minha semente dentro dela... infelizmente sem fazer ela chegar ao clímax.
Nora: Gostou, otário?
Eu: Sim, mas você...
Nora: Não gozei, cheguei perto, mas o bom é que você conseguiu.
Eu: Agora é sua vez, hehehe

Com isso, decidi dar a ela o prazer que faltava com minha língua e dedinhos. Deitei ela na cama, abri suas pernas e mergulhei na bucetinha dela. Minha língua passava pela rachinha, que agora tinha um gosto diferente... seria a mistura dos nossos fluidos?... já não me importava mais nada além de dar prazer a ela.

Nora estava adorando como se o mundo fosse acabar... ela estava muito molhada de tesão, então minha língua e dedos deslizavam fácil pela rachinha delicada da buceta dela. A cada passada da minha língua no clitóris, ela se arrepiada, sem dúvida estava prestes a gozar! E foi isso mesmo, de repente ela fechou as pernas na minha cabeça e com as mãos apertou meu roto contra a bucetinha rosada dela... foi incrível.

Os dois ficamos exaustos de tanto sexo, então nos aninhamos um do lado do outro e entre carícias dormimos. A verdade é que Nora sabia aproveitar e compartilhava o prazer comigo, sem complicações existenciais, era só sexo...

Não sei que horas eram, mas com certeza era de madrugada, porque ainda não tinha amanhecido quando senti uma boca chupando meu pau, que acordou junto comigo. Olhei e vi uma Nora sorridente agarrada no meu amiguinho. Parei ela um pouco e puxei ela pra mim pra beijar. Enquanto isso, Nora montou em mim de novo pra se enfiar até o fundo, depois voltou a me dar o tratamento que ela tinha me ensinado, com movimentos sensuais e eróticos em círculo, mas eu parei ela. Não queria gozar sem que ela gozasse comigo, então segurando ela pela cintura, impus minhas condições até os dois gozarmos juntos. Nessa hora, os passarinhos já estavam cantando.

Eu: Que despertar gostoso.
Nora: Adorei, mas fiquei com muita fome, hahaha
Eu: Você tem Fome?
Nora: Sim, seu bobinho do meu coração, a gente se exercitou bastante.
Eu: Vamos na cozinha ver o que tem.

Fizemos ovos com presunto e café, que devoramos, brincamos de carícias um pouco e voltamos pra cama do vô. Já sem nenhuma vergonha entre nós, deitamos pra conversar sobre tudo e nada, como bons amigos que éramos, até que sem perceber pegamos no sono. Tinha sido uma noite incrível mesmo.

Não sei que horas eram... mas nosso novo despertar foi uma das coisas mais eróticas que já vivi. Porque num instante meus sonhos viraram realidade: tinha um anjo cuidando do meu pau com beijos suaves e lambidas... sim, a Nora não era só um anjo pra mim, era minha amiga, confidente e amante, além de que a "safada" tinha acordado bem brincalhona.

Eu: Hummm, mas que despertar gostoso, coração.
Nora: Gostou, amor?
Eu: Amei, hehehe.
Nora: Então relaxa e aproveita...
Eu: Eu até queria, mas prefiro estar dentro de você...
Nora: Eu adoraria, coração, se você quiser.
Eu: Uhummm, a gente nunca usou o caminho alternativo!, hehehe.
Nora: Seu depravado, quer me arrebentar a bunda, hehehe.
Eu: Mmm!... Sim!

Ela se levantou e fez menção de fugir, mas fui rápido o bastante pra pegar ela antes que entrasse no banheiro. Abracei ela por trás, encaixando meu pau entre as pernas dela e a bunda — que delícia colocar toda minha masculinidade naquele triângulo. Nora deu um gritinho de surpresa, mas era mais risada e o formigamento na buceta dela que a deixava feliz.

Levantei ela e levei pra cama, onde ainda de pé trocamos beijos e carícias, sem deixar de amassar os peitos lindos da minha mina — coisa que ela agradecia com uma punheta suave no meu pau. Pela cara dela, sei que adora quando amasso eles.

Quando já estávamos os dois fervendo de prazer, coloquei ela de quatro na cama, peguei um dos meus preservativos lubrificados da carteira e, com a língua, comecei a brincar com aquela bunda perfeita enquanto enfiava a camisinha no meu pau. Nora se fazia de "inocente"... eu brincava que ia partir a bunda dela sem misericórdia… pra acostumar um pouco, também passei meus dedos na saliva e fui enfiando eles
Nora: Ai!, que isso!?...
Eu: Meus dedinhos…
Nora: Só isso?...
Eu: Depois vem um pauzão.
Nora: Vai me dar uma paulada? kkkk… eu não fiz nada, kkkk
Eu: Vou meter o pau grande e grosso nessa bunda perfeita que você tem
Nora: Mas é muito grande?...
Eu: Sim, vou deixar sua bunda boa pra nada, kkkk
Nora: Mas eu quero minha bunda.
Eu: Eu também quero e vou deixar ela só própria pra mim, kkkk.
Nora: Nesse caso, enfia o pauzinho!, kkkk
Eu: Nada de pauzinho, kkkk, vou meter a paulada.
Nora: Ai que medo!, hahaha

Quando meus dedos babados já tinham feito o trabalho, comecei a enfiar meu pau devagar… Mesmo assim, ela ainda falava besteiras, mas o tom da voz dela mudou de alegre pra “tesuda” e me incentivava a arrebentar a bunda dela, que meu “pauzinho” já não assustava e outras bobagens.
Quando finalmente meu quadril bateu na bunda dela, mudou de “pauzinho” pra “paulada” e começou a rebolar como uma possessa. Minha tesão era tão alta quanto a dela, e minhas carícias na bunda dela viraram agarradas apaixonadas e amassadas de bochechas, que minha amada agradecia com suspiros e gemidos profundos.
Nora: Você me deixa louca, amorzinho… arrebenta minha bunda, é!, continua assim.
Eu: Sim, coração, sua bunda vai ser partida e só minha.

Minha amante em algum momento enfiou a mão na bucetinha enquanto eu partia a bunda dela e começou a anunciar que ia gozar mais uma vez, então acelerei o vai e vem e comecei a encher a camisinha que segurava meu gozo pra não inundar aquela bunda linda e perfeita. Os dois ficamos exaustos, ela se deitou atravessada na cama enquanto eu me instalava ao lado dela, onde continuamos com beijos e carícias até que ela disse:
Vamos levantar e tomar café, me deu fome.
Eu: Já tá com fome?
Nora: Sim, além disso, depois tenho que ir, senão vou ter que dar muitas explicações pros meus pais, hahaha
Eu: Tá bem coração, a gente toma café e depois te levo em casa.
A gente tomou banho juntos, cheio de carícias, depois se vestiu com mais carícias ainda e, mal terminamos o café, fomos pra casa da Nora. Chegamos um pouco antes dos pais dela, exaustos, voltarem pra casa. Os coitados estavam tão cansados que foram dormir, mandando a Nora me convidar pra almoçar em algum lugar, que eles pagavam.
Com esse convite, a Nora me fez esperar na sala enquanto se trocava pra sair pra passear pela cidade, e foi o que a gente fez. Como se fôssemos uns adolescentes, visitamos o aquário, compramos um golfinho e uma orca de pelúcia. A verdade é que com ela tudo flui fácil (quando ela quer, pelo que ouvi dizer).
Almoçamos num bistrô pequeno que servia uma comida francesa mediterrânea deliciosa, já que adoro esse tipo de comida. Mas uma necessidade fisiológica urgente me obrigou a ir ao banheiro... Quando voltei do lavabo, vi que minha Nora estava falando no telefone com alguém, mas quando cheguei perto dela, ela desligou sem me dizer nada. Então perguntei:
— Com quem você tava falando?
Nora: — Com a Fer. Ela me ligou pra perguntar uma coisa do super trabalho.
Eu: — Ah...
Nora: — Ela perguntou por você!...
Eu: — O que você disse?…
Nora: — Que a gente tava almoçando junto e que ontem à noite a gente tinha transado pra caralho.
Eu: — O quê?! — falei quase engasgado.
Nora: — É brincadeira, não se assusta. Só falei que a gente tava almoçando e que você tinha ido ao banheiro.
Um pouco surpreso com a ligação, deixei pra lá, porque chegaram as sobremesas e os cafés. Claro que minha mente voltou pra Fer e todos os meus sentimentos me atacaram de novo. Por quê? Por um bom tempo eu tinha esquecido dela.
Terminados os últimos pratos, e depois de pagar a conta, voltamos pra casa da Nora. Deixei ela lá pra cada um estudar ou fazer o que quisesse, bem tranquilo. Acho que era umas 15h30.
Quando cheguei em casa, senti ela vazia. Tanto que fui dar uma olhada no quarto da Fer. Olhei e, nisso, vi o típico diário de vida das garotas. Era estranho, eu achava que já Não usavam mais hoje em dia, eu tava curioso e com vontade de ler, já que tava aberto, inclusive peguei ele do criado-mudo, mas quando fui abrir me arrependi, não queria saber o que ela pensava de mim, ou se tava pouco se lixando pra mim, ou se me queria do jeito que eu queria ela… não queria criar expectativas nem desilusões. Deixei com todo cuidado no mesmo lugar e posição e saí do quarto. O que restou do sábado eu estudei, com exceção de um jogo entre o Real Madrid e a Real Sociedad, depois jantei, pela primeira vez em anos me encomendei a Deus e dormi. No domingo acordei cedo e fui correr, depois tomei café da manhã e pela primeira vez no ano fui à missa, por algum motivo minhas apreensões precisavam de ajuda divina, na saída da missa comprei umas comidas prontas pra sentar num banco da praça e comer em paz. Cheguei em casa na hora boa de tirar um cochilo, com o objetivo de trabalhar nuns projetos que tinha que entregar na segunda, tinha tempo e paz, quase como se a vinda da Fer não existisse. Assim meu espírito inquieto voltava à calma, até que lá pelas seis da tarde, quando já tava terminando o trabalho e pensava em chamar a Nora pra dar um passeio, senti a porta da frente abrir… olhei pra ela e com surpresa vi minha avó seguida pela Fer… Eu: — Oi Oma… que surpresa! Oma: — Oi Claudinho, vai ajudar seu avô... Fer: — E aí, bocó, não vai me cumprimentar? Eu: — Oi Fer, que surpresa te ver, pensei que tinham te raptado, porque você não me falou nada sobre viajar… Fer: — Foi uma decisão de última hora, sua mãe devia ter te avisado… Eu: — Vou ajudar o vô… Oma: — O carro do seu avô deve estar em algum lugar, provavelmente num estacionamento emprestado, pergunta pro porteiro…. Desci até a portaria onde me informaram o estacionamento onde o carro do vô tava, que encontrei sem muita dificuldade, meu pobre avô, já tinha descarregado o carro, pela quantidade de malas, soube que a estadia deles ia ser longa, coisa incomum nessa época do ano onde o Vovô não largava o negócio dele nem por sol nem por sombra, provavelmente alguém da família ia cuidar disso.
Eu: Oi vovô, vim te ajudar…
Vovô: Oi Cláudio, obrigado por vir me ajudar.
Quando ouvi ele me chamar de Cláudio, tive certeza de que não vinha em paz e que não ia me divertir nada. Peguei as malas maiores e, em silêncio, comecei a levá-las até o elevador, seguido pelo vovô, que não tinha falado nem perguntado nada. Uma vez no elevador, apertei o botão do andar e começou a lenga-lenga do meu avô…
Continua...

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