Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Tava um calor do caralho naquele dia. Mesmo depois que o sol já tinha se posto, o calor ainda reverberava no ar. Eu suava até em lugares que nunca tinha suado antes, e a calçada tava quente igual frigideira. Andar de salto naquele clima era uma tortura de verdade, e eu só pensava em chegar em casa, tomar um banho bem gelado e me jogar na cama. Talvez nem levantar até o dia seguinte. Graças a Deus já era sexta, e eu só esperava que no sábado o calor não fosse tão cruel.
Subi as escadas do prédio até meu apartamento no segundo andar. O ar na caixa da escada tava quente igual sauna e eu só esperava que meu filho Manuel tivesse tido a ideia de abrir todas as janelas do apê pra deixar esse calor infernal sair.
Não só abriu as janelas, como também ligou os três ventiladores da casa e colocou na sala pra se refrescar enquanto fazia os serviços domésticos. O que eu não esperava era encontrar ele quase pelado, só de cueca e meia, varrendo a casa com o som no talo. Ele nem ouviu quando eu abri a porta, então deu tempo de apreciar o espetáculo inusitado que me esperava ao entrar em casa.
Eu tava incrédula ao pensar que meu filho já era um homem feito. Mas quando vi ele naquele momento, percebi que esses vinte e cinco anos não passaram em vão. Meu filho é um gostoso, másculo e musculoso. E como não seria? Se é idêntico ao pai, e ainda joga futebol americano, o que ajuda ele a ter esse corpo de Adônis. Quando entrei, a primeira coisa que vi foram as costas musculosas dele e os braços largos e fortes. Quando ele se virou, pude ver o peito peludo, o abdômen trincado e o suor escorrendo da testa até a cintura. A primeira coisa que senti foi uma inveja danada, imaginava o orgulho que a namorada dele devia sentir por ter um homem como meu filho, e isso me dava uma certa raiva, mas acho que é normal numa mãe que, como eu, vive sozinha com o filho único há quase 15 anos.
Depois de cumprimentar meu filho bonitão com um beijo carinhoso na bochecha, fui tomar aquele banho frio que eu tava doida desde que saí do escritório. Entrei no meu quarto e comecei a me despir, as sapatilhas voaram longe com dois movimentos ágeis dos meus pés, tirei a blusa e a saia em questão de segundos e me sentei na cama pronta pra tirar as meias e a roupa íntima. Minha calcinha tava molhada de tanto suar e andar o dia inteiro no escritório. Ser secretária executiva é um trampo pesado pra uma mulher de 45 anos.
Me enrolei numa toalha e fui direto pro banheiro com a missão de abrir o chuveiro e esquecer o calor. Só que não contei que meu filho ia deixar a pá de lixo no meio do caminho e eu ia tropeçar nela. Caí de joelhos e soltei um grito tão alto que deu pra ouvir até com a música no talo. Manuel correu na hora pra me socorrer, e eu, na minha dor, nem tinha percebido que tava de quatro e com a toalha totalmente solta. Meu filho deve ter levado o susto da vida ao ver a mãe naquela posição, mas a urgência de me ver precisando de ajuda falou mais alto, e ele me ajudou a levantar sem fazer nenhum comentário. Foi quando fiquei de pé que me toquei da situação. Peguei a toalha do chão e me tampei sem jeito enquanto mancava. Manuel me levou até o sofá e me ajudou a sentar. Depois que passou o primeiro impacto, percebi que meu joelho tava doendo, e quando falei pro meu filho, ele começou a massagear um pouco, na esperança de aliviar a dor. Eu não conseguia pensar direito, minha mente tava nublada, em parte pela dor, mas mais pela vergonha de ter deixado meu filho me ver daquele jeito. Mas ele parecia não se importar, só se preocupava com meu bem-estar — ou pelo menos era o que eu achava.
Depois que a dor passou, o Manuel mandou eu tomar um banho e que ele ia pegar o creme de arnica pra me passar melhor depois que eu saísse do chuveiro. Concordei e finalmente entrei no banho. Pendurei a toalha e fiquei debaixo do chuveiro, quando a água gelada tocou minha pele, não só o calor do clima foi embora, mas também o calor na minha cabeça. Mas tinha uma coisa me atormentando, e não era a dor no meu joelho — que na verdade nem era grande coisa —, era que eu tinha certeza de ter visto um volume enorme por baixo da cueca do meu filho enquanto ele passava a mão no meu joelho e me deixava assim, vulnerável e praticamente pelada na frente dele.
Será que meu próprio filho ficou excitado ao me ver nua? Com certeza foi minha imaginação, talvez o ciúme que senti ao vê-lo seminu me fez criar ilusões e imaginar besteiras. Ou será que eram meus próprios desejos impuros que me faziam pensar essas coisas?
A água fria não tava me ajudando em nada a clarear minha mente, eu tava tremendo e duvido muito que tenha sido a temperatura da água que me deixou assim. Mas depois de uns minutos remoendo esse pensamento na minha cabeça, decidi esquecer tudo e parar com essas loucuras. Eu seria uma idiota se acreditasse por um segundo que meu amado Manuel poderia sequer me desejar sexualmente, e eu tava totalmente dodói da cabeça por ficar pensando no ciúme que sentia ao imaginar meu filho com outra mulher, ou me imaginar sendo a parceira do meu próprio filho. Os anos de abstinência tavam começando a pesar.
É que nos 15 anos que passei viúva, nunca consegui ter um relacionamento sério com outro homem. Nos primeiros anos, fiquei de luto, e quando finalmente me animei a sair com outros caras, fui colecionando fracasso atrás de fracasso. Cada homem que eu encontrava me deixava um gosto ruim na boca, nenhum chegava aos pés do meu marido, nem em personalidade, nem em inteligência, nem em beleza, mas principalmente na cama — ninguém me comia como ele. No fim, decidi parar de tentar e já fazia quase 7 anos que eu nem chegava perto de um homem. Pra mim, a vida sexual tinha acabado. Mas meu subconsciente me traía de vez em quando.
Saí do chuveiro e fui direto pro meu quarto sem olhar pra trás, na esperança de que meu filho tivesse esquecido de passar a mão no meu joelho. Coloquei meu babydoll e meu roupão pra dormir e decidi nem sair pra jantar se desse pra evitar.
Mas eu estava enganada. Manuel bateu na minha porta poucos minutos depois de eu ter terminado de me vestir. Deixei ele entrar, meio nervosa, e vi que ele tinha vestido uma bermuda e uma camiseta. Ele estava com o creme de arnica na mão e me pediu para deixar ele passar na minha joelho pra evitar que inflamasse. Eu aceitei, claro — não podia deixar minhas ideias perversas afastarem de mim a única pessoa querida que me restava no mundo. Meu filho é um amor, um anjo; sempre foi um bom aluno, agora tá começando o mestrado, além de ser prendado e responsável em casa. Enquanto ele massageava meu joelho machucado, eu ficava pensando se Manuel tinha algum defeito, algo que estragasse aquela imagem idealizada que eu tinha dele. Mas não vinha nada na cabeça. Se ao menos eu tivesse encontrado um homem como ele na minha vida, não estaria sozinha como estou agora.
Minha mente viajava a anos-luz de distância, o cheiro da arnica me ajudava a relaxar e me deixar levar por aquele fio de pensamento. Meu filho era idêntico ao pai em todos os sentidos, era perfeito, e em mim nascia um desejo impuro de tê-lo dentro de mim, de me entregar a ele, de foder com ele, de ser dele. Definitivamente, eu estava enlouquecendo.
Mas de repente voltei ao mundo real, como um raio percebi que meu filho não tava mais passando a mão no meu joelho, mas na minha coxa. Eu tava com as pernas abertas de par em par e tinha esquecido de colocar calcinha! Diante daquele espetáculo, meu filho não tirava os olhos da minha buceta molhada, a mão dele se aproximava devagar da minha entreperna e eu não conseguia me mexer, tava como hipnotizada, e o Manuel também, nem precisava falar, agora eu percebia que não tinha imaginado aquela ereção do meu filho, ele me queria tanto quanto eu queria ele.
A primeira coisa que pensei em fazer foi afastá-lo de mim, fechar as pernas, dar um tapa nele, empurrá-lo pra longe, dizer que ele era louco, que eu era a mãe dele e que ele tinha que me respeitar. Mas isso teria sido a maior hipocrisia do mundo, eu me sentia lisonjeada e excitada por provocar num homem como Manuel algo assim, e a ideia de me entregar pro meu filho me deixava com muito tesão, não dava pra negar. Vocês têm que se colocar no meu lugar e pensar se seriam capazes de resistir a essa tentação.
Não fiz nada do que uma mãe decente e recatada deveria ter feito; não fechei as pernas, abri ainda mais; não dei um tapa no meu filho, mas acariciei o cabelo dele enquanto a mão dele começava a acariciar minha buceta encharcada; não o empurrei para longe, deixei que ele se aproximasse de mim devagar; não disse que ele era louco nem nada do tipo, fiquei quieta e nenhuma palavra saiu da minha boca, só suspiros ao sentir os dedos dele acariciando meus lábios vaginais. O que eu fiz foi revirar os olhos quando os dedos dele começaram a me penetrar; o que eu fiz foi buscar os lábios dele quando os dele começaram a beijar meu pescoço, para dar ao meu filho um beijo tão magnífico que senti que ele roubaria minha alma; o que eu fiz foi puxar meu filho para cima da cama e abraçá-lo com todas as minhas forças enquanto continuava beijando-o com uma paixão louca, enquanto nossas línguas se confundiam em uma só e nos entregávamos sem pensar em mais nada; o que eu fiz foi tirar a camiseta dele e desabotoar a calça, puxar o pau dele e acariciá-lo com ternura.
Meu filho começou a afastar os lábios dos meus, as mãos dele apertavam minhas tetas que tinham escapado do babydoll, e os lábios dele foram se aproximando devagarinho dos meus bicos, que estavam durinhos como duas pérolas, pra ele poder mordiscar. O jeito que ele chupava minhas tetas, o calor da saliva dele escorrendo em jorros, a maciez das mãos dele, tudo me fazia sentir como se uma corrente elétrica percorresse meu corpo, me sentia feita de pura energia enquanto os lábios e as mãos do meu filho me davam aquele prazer monumental.
Mas ele mal tinha começado, seus lábios se afastaram dos meus peitos e começaram a deslizar pela minha barriga. Ele levantou minha camisola e a língua dele brincou uns segundos com meu umbigo, mas dava pra ver que tava bem impaciente pra chegar no meu templo do amor.
Primeiro, ele encheu de beijos minha bela pelve pubiana e depois a ponta da língua percorria meus lábios da buceta, eu me contorcia na cama, delirando de prazer. Então, a língua e os dedos dele começaram a me penetrar, o silêncio era quebrado pelos meus gemidos abafados de prazer. Aos poucos, a intensidade daquele cunnilingus foi chegando ao clímax até que, finalmente, gozei na cara do meu próprio filho. Não podia acreditar, não tinha um orgasmo assim há anos, não lembrava da última vez que tinha ficado tão alterada.
Tinha que retribuir o favor pro meu filho amado. Na hora, mandei ele ficar de pé, terminei de tirar a calça dele junto com a cueca e me ajoelhei na frente daquela pica enorme. Embora já tivesse sentido ela nas minhas mãos, foi só naquele momento que percebi de verdade o quão bem dotado meu filho era. Era muito maior que o próprio pai dele e do que qualquer outro homem que já tinha tido na minha cama. Peguei aquela pica enorme do meu filho com as duas mãos e, mesmo assim, parte da cabeça ainda ficava fora do meu alcance. Comecei a beijar ela com carinho, primeiro a ponta várias vezes, dava pra sentir ela pulsando entre minhas mãos, ainda mais quando sentia meus lábios pousando nela. Fui descendo devagar, beijando cada centímetro daquela pica enorme até chegar nas bolas dele. Comecei a chupar os ovos dele, sugando com toda força que conseguia, até que não aguentei mais a vontade de engolir a pica dele inteira. Coloquei meu rosto na frente da ponta do pau dele e abri minha boca o máximo que pude, fui enfiando o membro dele devagar dentro da minha boca, mas era impossível enfiar tudo. Depois de meia dúzia de tentativas, senti as mãos do meu filho na minha cabeça, porque ele, vendo minha inabilidade pra chupar, decidiu tomar o assunto nas mãos dele, literalmente.
Senti como o cacete do meu filho entrando até a garganta, ele tava comendo minha boca de um jeito quase selvagem, eu me sentia sufocando com aquele pedaço enorme de carne que bloqueava minha respiração, senti meus olhos revirarem e quase desmaiei, quando ele viu isso, tirou o pau seguido de um jorro enorme de saliva acumulada atrás dele. Mas ele ainda não tinha terminado de usar minha boca, assim que viu que eu pegava ar suficiente, enfiou o membro de novo na minha boca pra repetir a mesma operação.
Quatro vezes ela fez a mesma coisa com a minha cabeça, aí meu filho quebrou o silêncio que tinha reinado até aquele momento.
— Quero te foder, mãe. — Foi a única coisa que ele disse, tão calmamente como se estivesse me perguntando as horas.
Ajoelhada na frente dele, com minha saliva escorrendo pelos cantos da boca, do jeito que tava, eu encarei ele nos olhos. Sabia que não podia negar depois do que a gente tinha feito, mas ao mesmo tempo sentia que não era a mesma coisa um amasso, uma punheta ou um boquete comparado com uma penetrada. Hesitei um pouco antes de responder.
— Tem certeza, filhinho? Lembra que sou sua mãe. A gente pode se arrepender.
— Tô totalmente certo, gostosa, te desejo como você nem imagina.
Enquanto me levantava, aproximei meus lábios dos dele, beijei-o com ternura e paixão, não como uma mãe beija o filho, mas como uma mulher beija seu homem. Tirei minha roupa e sussurrei no ouvido dele — Se você realmente me deseja, não hesite, me faça sua, filho meu, fode a sua mãe, me come!
Manuel me empurrou de leve na cama e eu puxei ele pra mim, o corpo dele se deitou sobre o meu que já esperava de pernas abertas, e num instante nossa loucura se consumou, ele me penetrou na hora, tão molhada que eu tava que o pauzão enorme dele escorregou sem nenhum esforço pra dentro de mim, meu filho tinha me feito totalmente dele e eu tava que não cabia em mim de felicidade.
— Te amo, mamãe. — Ele me dizia enquanto o pau dele deslizava por completo dentro de mim, tão comprido e grosso como era.
— Te amo, filho. — Respondi assim que ele estava completamente dentro de mim. Nunca na minha vida um pau tão grande tinha me penetrado.
Então ele começou a me comer com ternura, devagar mas com muita paixão, cada estocada que ele dava arrancava um suspiro de mim, cada vez que eu sentia ele bater no fundo, uma corrente elétrica percorria minha espinha.
— Tá se sentindo bem, gostosa? Fala pra sua mãe o quanto você adora comer ela — falei de repente.
— Adoro, mãe, adoro te foder. — ele me respondeu enquanto me dava mais uma estocada.
A intensidade só aumentava, cada vez ele metia mais rápido e mais bruto, era como se aos poucos ele fosse se transformando numa besta selvagem, como se tivesse esquecendo que era a própria mãe que ele tava fodendo e no lugar dela eu fosse uma puta qualquer que ele podia usar e abusar à vontade. Mas eu não reclamava, pelo contrário, tava adorando cada vez mais. Nunca desde que fiquei viúva um homem tinha me feito sentir assim, como uma verdadeira puta na cama, e meu filho tava conseguindo, tava me transformando na putinha particular dele.
Depois de um tempo, a gente trocou de posição, agora ele me comia de quatro e eu sentia ele me penetrando mais fundo que antes, lugares nas minhas entranhas que nunca tinham sentido um homem estavam sentindo agora e eu gozava uma vez atrás da outra sem controle.
— Cê gosta assim fundo, mãe? Cê gosta que teu filho te coma? — Ele me dizia enquanto me penetrava.
— Sim, filho, enfia bem fundo, enfia na buceta da sua mãe, me come, me faz gozar de novo, me faz sua puta. — Falei, deixando pra trás todo pudor e qualquer resquício de recato e decência. Só queria sentir prazer, gozar uma e outra vez com meu filho dentro de mim.
— Você é minha putinha? Diz que é minha putinha. — ele gritou enquanto começava a me dar tapas na bunda ao mesmo tempo que me metia com mais força.
— Sim, filho, sim, sou sua, sou sua putinha! — Respondi entre gemidos de dor e prazer.
Voltamos a trocar de posição, dessa vez era minha vez de montar no meu filho. Ficamos de frente um pro outro e comecei a pular na buceta dele com uma loucura insaciável.
— Não acredito que meu filho tá me comendo. — Falei enquanto cavalgava ele. — E eu tô adorando! Sua pica é uma delícia, filho.
— Sim, mãe, eu poderia te foder o dia inteiro e a noite toda. — Me respondeu meu filho enquanto apertava meus peitos com força.
Enquanto dizíamos essas coisas e muitas outras, enquanto eu gemia, uivava e suspirava de prazer, meu filho me fez gozar umas seis vezes. Ele era um verdadeiro garanhão, exatamente o que eu precisava nesses anos, e pensar que estava debaixo do meu próprio teto — não podia acreditar o quanto eu tinha desperdiçado esse homem.
Meu filho me fez virar e ficar de costas pra ele, queria que eu cavalgasse assim pra aumentar a intensidade, o pau dele pulsava dentro de mim a cada estocada. Sentia como se um ferro em brasa me penetrasse, o calor do verão tinha ficado pra trás, meu filho era um vulcão que ardia de paixão e luxúria pela mãe dele, já não era o verão que me fazia queimar, era meu macho que agora me tomava como sua e me queimava por dentro.
— Você fode melhor que seu pai, — falei já completamente entregue à minha loucura — Você é mais homem que seu pai, filho.
De repente, depois de falar isso, meu filho me pegou pela cintura e com toda a força me levantou no ar sem nem tirar a pica da minha buceta, me tirou da cama e me fez me inclinar sobre a cômoda, assim curvada continuou me comendo. Eu sentia minhas pernas ficarem fracas, como se estivessem virando gelatina. Não conseguia nem sustentar meu próprio peso e, a cada estocada da pica do meu filho, minhas forças iam se acabando.
— Você é minha amante, mamãe. De agora em diante, você é minha, entendeu? — Meu filho me disse com autoridade, e eu respondi.
— Sim, meu amor, meu bebê, filho meu, eu sou sua.
Só de falar já tava difícil, sentia que ia desmaiar, mas meu filho me segurava com toda força e me mantinha de pé enquanto recebia a pica dele dentro de mim.
— Faz eu gozar, gostosa, faz eu gozar! — Ele gritou pra mim enquanto me penetrava mais forte do que nunca.
— Sim, bebê, me enche, me enche todinha. — Foi o pouco que consegui dizer antes de sentir uma explosão de líquido grosso e quentinho dentro de mim.
O Manuel deixou o pau dele dentro de mim por uns segundos enquanto mais jatos de porra morna continuavam saindo, foi uma gozada tremenda e eu podia sentir os espasmos do membro dele enquanto se aliviava dentro de mim. No final, ele tirou o pau e, atrás dele, um jorro enorme de porra e dos meus fluidos vaginais escorreu quase até meus joelhos. Com o pouco de força que ainda tinha, meu filho me penetrou mais algumas vezes antes de finalmente me soltar devagar na minha cama.
Eu tava encharcada dos nossos sucos amorosos, meu Manuel também tava todo melado de todo tipo de fluido. Eu me deitei de barriga pra cima com as pernas ainda bem abertas. Meu filho encarou como um convite e na hora enfiou a cara entre minhas pernas e começou a me lamber dos joelhos até a minha buceta, que ainda escorria a porra que ele mesmo tinha entornado litros dentro de mim. Eu já nem conseguia pensar, tava prestes a desmaiar quando meu filho se ergueu sobre meu corpo e me deu um último beijo apaixonado. Nossa saliva se misturou com o leite do meu filho e nosso suor, se eu não tivesse tão exausta naquela hora, teria pedido pra ele me possuir de novo, mas em vez disso fechei os olhos e dormi que nem um bebê, a última coisa que lembro daquela noite foi a voz do meu filho me dizendo: — Te amo, mãe.
Acordei sábado quase meio-dia, a primeira coisa que aconteceu foi uma pontada me lembrar que meu joelho tava levemente machucado. Mas a segunda coisa foi lembrar das coisas que rolaram ontem à noite. Engoli seco e me preparei pra levantar e falar com o Manuel. Quando saí pra sala, vi que o café da manhã já tava servido. Meu filho tava terminando de arrumar a mesa quando me olhou sorrindo. Me perguntou se eu tava melhor do joelho e me pegou pela mão, me levou até a sala de jantar, puxou a cadeira e me convidou pra sentar. Tava tudo perfeito e ele agia como se nada tivesse acontecido. Por um momento pensei que tudo tinha sido um sonho, mas sabia que não era, nenhum sonho podia se comparar com as coisas que rolaram na noite anterior. Café da manhã juntos e quando terminou, ele levantou e recolheu a mesa. Quando eu ia me levantar, ele segurou meu braço e me ajudou a ficar de pé. As mãos dele faziam minha pele se arrepiar, sentir ele me fazia lembrar de tudo que ele tinha feito e dito na noite passada. De pé, ele me abraçou por trás e sussurrou no meu ouvido: — Se teu joelho tá doendo, posso te dar uma massagem igual a de ontem à noite, mamãe, com final feliz e tudo.
Pude sentir o pau dele roçando na minha bunda quando me abraçou daquele jeito, eu respondi na hora: — Claro que sim, filho, acho que agora tá doendo um pouco. Seria muito incômodo você me passar a mão agora?
Esse foi o começo do fim de semana mais quente do ano, no jornal disseram que a gente tinha batido os 35 graus centígrados na sombra. Uns culpavam o aquecimento global, outros diziam que o fim do mundo tava chegando, mas pra mim o calorão era culpa da paixão e da luxúria incestuosa de uma mãe e seu filho, que se entregavam pros desejos mais baixos sem se importar com os tabus.
Subi as escadas do prédio até meu apartamento no segundo andar. O ar na caixa da escada tava quente igual sauna e eu só esperava que meu filho Manuel tivesse tido a ideia de abrir todas as janelas do apê pra deixar esse calor infernal sair.
Não só abriu as janelas, como também ligou os três ventiladores da casa e colocou na sala pra se refrescar enquanto fazia os serviços domésticos. O que eu não esperava era encontrar ele quase pelado, só de cueca e meia, varrendo a casa com o som no talo. Ele nem ouviu quando eu abri a porta, então deu tempo de apreciar o espetáculo inusitado que me esperava ao entrar em casa.
Eu tava incrédula ao pensar que meu filho já era um homem feito. Mas quando vi ele naquele momento, percebi que esses vinte e cinco anos não passaram em vão. Meu filho é um gostoso, másculo e musculoso. E como não seria? Se é idêntico ao pai, e ainda joga futebol americano, o que ajuda ele a ter esse corpo de Adônis. Quando entrei, a primeira coisa que vi foram as costas musculosas dele e os braços largos e fortes. Quando ele se virou, pude ver o peito peludo, o abdômen trincado e o suor escorrendo da testa até a cintura. A primeira coisa que senti foi uma inveja danada, imaginava o orgulho que a namorada dele devia sentir por ter um homem como meu filho, e isso me dava uma certa raiva, mas acho que é normal numa mãe que, como eu, vive sozinha com o filho único há quase 15 anos.
Depois de cumprimentar meu filho bonitão com um beijo carinhoso na bochecha, fui tomar aquele banho frio que eu tava doida desde que saí do escritório. Entrei no meu quarto e comecei a me despir, as sapatilhas voaram longe com dois movimentos ágeis dos meus pés, tirei a blusa e a saia em questão de segundos e me sentei na cama pronta pra tirar as meias e a roupa íntima. Minha calcinha tava molhada de tanto suar e andar o dia inteiro no escritório. Ser secretária executiva é um trampo pesado pra uma mulher de 45 anos.
Me enrolei numa toalha e fui direto pro banheiro com a missão de abrir o chuveiro e esquecer o calor. Só que não contei que meu filho ia deixar a pá de lixo no meio do caminho e eu ia tropeçar nela. Caí de joelhos e soltei um grito tão alto que deu pra ouvir até com a música no talo. Manuel correu na hora pra me socorrer, e eu, na minha dor, nem tinha percebido que tava de quatro e com a toalha totalmente solta. Meu filho deve ter levado o susto da vida ao ver a mãe naquela posição, mas a urgência de me ver precisando de ajuda falou mais alto, e ele me ajudou a levantar sem fazer nenhum comentário. Foi quando fiquei de pé que me toquei da situação. Peguei a toalha do chão e me tampei sem jeito enquanto mancava. Manuel me levou até o sofá e me ajudou a sentar. Depois que passou o primeiro impacto, percebi que meu joelho tava doendo, e quando falei pro meu filho, ele começou a massagear um pouco, na esperança de aliviar a dor. Eu não conseguia pensar direito, minha mente tava nublada, em parte pela dor, mas mais pela vergonha de ter deixado meu filho me ver daquele jeito. Mas ele parecia não se importar, só se preocupava com meu bem-estar — ou pelo menos era o que eu achava.
Depois que a dor passou, o Manuel mandou eu tomar um banho e que ele ia pegar o creme de arnica pra me passar melhor depois que eu saísse do chuveiro. Concordei e finalmente entrei no banho. Pendurei a toalha e fiquei debaixo do chuveiro, quando a água gelada tocou minha pele, não só o calor do clima foi embora, mas também o calor na minha cabeça. Mas tinha uma coisa me atormentando, e não era a dor no meu joelho — que na verdade nem era grande coisa —, era que eu tinha certeza de ter visto um volume enorme por baixo da cueca do meu filho enquanto ele passava a mão no meu joelho e me deixava assim, vulnerável e praticamente pelada na frente dele.
Será que meu próprio filho ficou excitado ao me ver nua? Com certeza foi minha imaginação, talvez o ciúme que senti ao vê-lo seminu me fez criar ilusões e imaginar besteiras. Ou será que eram meus próprios desejos impuros que me faziam pensar essas coisas?
A água fria não tava me ajudando em nada a clarear minha mente, eu tava tremendo e duvido muito que tenha sido a temperatura da água que me deixou assim. Mas depois de uns minutos remoendo esse pensamento na minha cabeça, decidi esquecer tudo e parar com essas loucuras. Eu seria uma idiota se acreditasse por um segundo que meu amado Manuel poderia sequer me desejar sexualmente, e eu tava totalmente dodói da cabeça por ficar pensando no ciúme que sentia ao imaginar meu filho com outra mulher, ou me imaginar sendo a parceira do meu próprio filho. Os anos de abstinência tavam começando a pesar.
É que nos 15 anos que passei viúva, nunca consegui ter um relacionamento sério com outro homem. Nos primeiros anos, fiquei de luto, e quando finalmente me animei a sair com outros caras, fui colecionando fracasso atrás de fracasso. Cada homem que eu encontrava me deixava um gosto ruim na boca, nenhum chegava aos pés do meu marido, nem em personalidade, nem em inteligência, nem em beleza, mas principalmente na cama — ninguém me comia como ele. No fim, decidi parar de tentar e já fazia quase 7 anos que eu nem chegava perto de um homem. Pra mim, a vida sexual tinha acabado. Mas meu subconsciente me traía de vez em quando.
Saí do chuveiro e fui direto pro meu quarto sem olhar pra trás, na esperança de que meu filho tivesse esquecido de passar a mão no meu joelho. Coloquei meu babydoll e meu roupão pra dormir e decidi nem sair pra jantar se desse pra evitar.
Mas eu estava enganada. Manuel bateu na minha porta poucos minutos depois de eu ter terminado de me vestir. Deixei ele entrar, meio nervosa, e vi que ele tinha vestido uma bermuda e uma camiseta. Ele estava com o creme de arnica na mão e me pediu para deixar ele passar na minha joelho pra evitar que inflamasse. Eu aceitei, claro — não podia deixar minhas ideias perversas afastarem de mim a única pessoa querida que me restava no mundo. Meu filho é um amor, um anjo; sempre foi um bom aluno, agora tá começando o mestrado, além de ser prendado e responsável em casa. Enquanto ele massageava meu joelho machucado, eu ficava pensando se Manuel tinha algum defeito, algo que estragasse aquela imagem idealizada que eu tinha dele. Mas não vinha nada na cabeça. Se ao menos eu tivesse encontrado um homem como ele na minha vida, não estaria sozinha como estou agora.
Minha mente viajava a anos-luz de distância, o cheiro da arnica me ajudava a relaxar e me deixar levar por aquele fio de pensamento. Meu filho era idêntico ao pai em todos os sentidos, era perfeito, e em mim nascia um desejo impuro de tê-lo dentro de mim, de me entregar a ele, de foder com ele, de ser dele. Definitivamente, eu estava enlouquecendo.
Mas de repente voltei ao mundo real, como um raio percebi que meu filho não tava mais passando a mão no meu joelho, mas na minha coxa. Eu tava com as pernas abertas de par em par e tinha esquecido de colocar calcinha! Diante daquele espetáculo, meu filho não tirava os olhos da minha buceta molhada, a mão dele se aproximava devagar da minha entreperna e eu não conseguia me mexer, tava como hipnotizada, e o Manuel também, nem precisava falar, agora eu percebia que não tinha imaginado aquela ereção do meu filho, ele me queria tanto quanto eu queria ele.
A primeira coisa que pensei em fazer foi afastá-lo de mim, fechar as pernas, dar um tapa nele, empurrá-lo pra longe, dizer que ele era louco, que eu era a mãe dele e que ele tinha que me respeitar. Mas isso teria sido a maior hipocrisia do mundo, eu me sentia lisonjeada e excitada por provocar num homem como Manuel algo assim, e a ideia de me entregar pro meu filho me deixava com muito tesão, não dava pra negar. Vocês têm que se colocar no meu lugar e pensar se seriam capazes de resistir a essa tentação.
Não fiz nada do que uma mãe decente e recatada deveria ter feito; não fechei as pernas, abri ainda mais; não dei um tapa no meu filho, mas acariciei o cabelo dele enquanto a mão dele começava a acariciar minha buceta encharcada; não o empurrei para longe, deixei que ele se aproximasse de mim devagar; não disse que ele era louco nem nada do tipo, fiquei quieta e nenhuma palavra saiu da minha boca, só suspiros ao sentir os dedos dele acariciando meus lábios vaginais. O que eu fiz foi revirar os olhos quando os dedos dele começaram a me penetrar; o que eu fiz foi buscar os lábios dele quando os dele começaram a beijar meu pescoço, para dar ao meu filho um beijo tão magnífico que senti que ele roubaria minha alma; o que eu fiz foi puxar meu filho para cima da cama e abraçá-lo com todas as minhas forças enquanto continuava beijando-o com uma paixão louca, enquanto nossas línguas se confundiam em uma só e nos entregávamos sem pensar em mais nada; o que eu fiz foi tirar a camiseta dele e desabotoar a calça, puxar o pau dele e acariciá-lo com ternura.
Meu filho começou a afastar os lábios dos meus, as mãos dele apertavam minhas tetas que tinham escapado do babydoll, e os lábios dele foram se aproximando devagarinho dos meus bicos, que estavam durinhos como duas pérolas, pra ele poder mordiscar. O jeito que ele chupava minhas tetas, o calor da saliva dele escorrendo em jorros, a maciez das mãos dele, tudo me fazia sentir como se uma corrente elétrica percorresse meu corpo, me sentia feita de pura energia enquanto os lábios e as mãos do meu filho me davam aquele prazer monumental.
Mas ele mal tinha começado, seus lábios se afastaram dos meus peitos e começaram a deslizar pela minha barriga. Ele levantou minha camisola e a língua dele brincou uns segundos com meu umbigo, mas dava pra ver que tava bem impaciente pra chegar no meu templo do amor.
Primeiro, ele encheu de beijos minha bela pelve pubiana e depois a ponta da língua percorria meus lábios da buceta, eu me contorcia na cama, delirando de prazer. Então, a língua e os dedos dele começaram a me penetrar, o silêncio era quebrado pelos meus gemidos abafados de prazer. Aos poucos, a intensidade daquele cunnilingus foi chegando ao clímax até que, finalmente, gozei na cara do meu próprio filho. Não podia acreditar, não tinha um orgasmo assim há anos, não lembrava da última vez que tinha ficado tão alterada.
Tinha que retribuir o favor pro meu filho amado. Na hora, mandei ele ficar de pé, terminei de tirar a calça dele junto com a cueca e me ajoelhei na frente daquela pica enorme. Embora já tivesse sentido ela nas minhas mãos, foi só naquele momento que percebi de verdade o quão bem dotado meu filho era. Era muito maior que o próprio pai dele e do que qualquer outro homem que já tinha tido na minha cama. Peguei aquela pica enorme do meu filho com as duas mãos e, mesmo assim, parte da cabeça ainda ficava fora do meu alcance. Comecei a beijar ela com carinho, primeiro a ponta várias vezes, dava pra sentir ela pulsando entre minhas mãos, ainda mais quando sentia meus lábios pousando nela. Fui descendo devagar, beijando cada centímetro daquela pica enorme até chegar nas bolas dele. Comecei a chupar os ovos dele, sugando com toda força que conseguia, até que não aguentei mais a vontade de engolir a pica dele inteira. Coloquei meu rosto na frente da ponta do pau dele e abri minha boca o máximo que pude, fui enfiando o membro dele devagar dentro da minha boca, mas era impossível enfiar tudo. Depois de meia dúzia de tentativas, senti as mãos do meu filho na minha cabeça, porque ele, vendo minha inabilidade pra chupar, decidiu tomar o assunto nas mãos dele, literalmente.
Senti como o cacete do meu filho entrando até a garganta, ele tava comendo minha boca de um jeito quase selvagem, eu me sentia sufocando com aquele pedaço enorme de carne que bloqueava minha respiração, senti meus olhos revirarem e quase desmaiei, quando ele viu isso, tirou o pau seguido de um jorro enorme de saliva acumulada atrás dele. Mas ele ainda não tinha terminado de usar minha boca, assim que viu que eu pegava ar suficiente, enfiou o membro de novo na minha boca pra repetir a mesma operação.
Quatro vezes ela fez a mesma coisa com a minha cabeça, aí meu filho quebrou o silêncio que tinha reinado até aquele momento.
— Quero te foder, mãe. — Foi a única coisa que ele disse, tão calmamente como se estivesse me perguntando as horas.
Ajoelhada na frente dele, com minha saliva escorrendo pelos cantos da boca, do jeito que tava, eu encarei ele nos olhos. Sabia que não podia negar depois do que a gente tinha feito, mas ao mesmo tempo sentia que não era a mesma coisa um amasso, uma punheta ou um boquete comparado com uma penetrada. Hesitei um pouco antes de responder.
— Tem certeza, filhinho? Lembra que sou sua mãe. A gente pode se arrepender.
— Tô totalmente certo, gostosa, te desejo como você nem imagina.
Enquanto me levantava, aproximei meus lábios dos dele, beijei-o com ternura e paixão, não como uma mãe beija o filho, mas como uma mulher beija seu homem. Tirei minha roupa e sussurrei no ouvido dele — Se você realmente me deseja, não hesite, me faça sua, filho meu, fode a sua mãe, me come!
Manuel me empurrou de leve na cama e eu puxei ele pra mim, o corpo dele se deitou sobre o meu que já esperava de pernas abertas, e num instante nossa loucura se consumou, ele me penetrou na hora, tão molhada que eu tava que o pauzão enorme dele escorregou sem nenhum esforço pra dentro de mim, meu filho tinha me feito totalmente dele e eu tava que não cabia em mim de felicidade.
— Te amo, mamãe. — Ele me dizia enquanto o pau dele deslizava por completo dentro de mim, tão comprido e grosso como era.
— Te amo, filho. — Respondi assim que ele estava completamente dentro de mim. Nunca na minha vida um pau tão grande tinha me penetrado.
Então ele começou a me comer com ternura, devagar mas com muita paixão, cada estocada que ele dava arrancava um suspiro de mim, cada vez que eu sentia ele bater no fundo, uma corrente elétrica percorria minha espinha.
— Tá se sentindo bem, gostosa? Fala pra sua mãe o quanto você adora comer ela — falei de repente.
— Adoro, mãe, adoro te foder. — ele me respondeu enquanto me dava mais uma estocada.
A intensidade só aumentava, cada vez ele metia mais rápido e mais bruto, era como se aos poucos ele fosse se transformando numa besta selvagem, como se tivesse esquecendo que era a própria mãe que ele tava fodendo e no lugar dela eu fosse uma puta qualquer que ele podia usar e abusar à vontade. Mas eu não reclamava, pelo contrário, tava adorando cada vez mais. Nunca desde que fiquei viúva um homem tinha me feito sentir assim, como uma verdadeira puta na cama, e meu filho tava conseguindo, tava me transformando na putinha particular dele.
Depois de um tempo, a gente trocou de posição, agora ele me comia de quatro e eu sentia ele me penetrando mais fundo que antes, lugares nas minhas entranhas que nunca tinham sentido um homem estavam sentindo agora e eu gozava uma vez atrás da outra sem controle.
— Cê gosta assim fundo, mãe? Cê gosta que teu filho te coma? — Ele me dizia enquanto me penetrava.
— Sim, filho, enfia bem fundo, enfia na buceta da sua mãe, me come, me faz gozar de novo, me faz sua puta. — Falei, deixando pra trás todo pudor e qualquer resquício de recato e decência. Só queria sentir prazer, gozar uma e outra vez com meu filho dentro de mim.
— Você é minha putinha? Diz que é minha putinha. — ele gritou enquanto começava a me dar tapas na bunda ao mesmo tempo que me metia com mais força.
— Sim, filho, sim, sou sua, sou sua putinha! — Respondi entre gemidos de dor e prazer.
Voltamos a trocar de posição, dessa vez era minha vez de montar no meu filho. Ficamos de frente um pro outro e comecei a pular na buceta dele com uma loucura insaciável.
— Não acredito que meu filho tá me comendo. — Falei enquanto cavalgava ele. — E eu tô adorando! Sua pica é uma delícia, filho.
— Sim, mãe, eu poderia te foder o dia inteiro e a noite toda. — Me respondeu meu filho enquanto apertava meus peitos com força.
Enquanto dizíamos essas coisas e muitas outras, enquanto eu gemia, uivava e suspirava de prazer, meu filho me fez gozar umas seis vezes. Ele era um verdadeiro garanhão, exatamente o que eu precisava nesses anos, e pensar que estava debaixo do meu próprio teto — não podia acreditar o quanto eu tinha desperdiçado esse homem.
Meu filho me fez virar e ficar de costas pra ele, queria que eu cavalgasse assim pra aumentar a intensidade, o pau dele pulsava dentro de mim a cada estocada. Sentia como se um ferro em brasa me penetrasse, o calor do verão tinha ficado pra trás, meu filho era um vulcão que ardia de paixão e luxúria pela mãe dele, já não era o verão que me fazia queimar, era meu macho que agora me tomava como sua e me queimava por dentro.
— Você fode melhor que seu pai, — falei já completamente entregue à minha loucura — Você é mais homem que seu pai, filho.
De repente, depois de falar isso, meu filho me pegou pela cintura e com toda a força me levantou no ar sem nem tirar a pica da minha buceta, me tirou da cama e me fez me inclinar sobre a cômoda, assim curvada continuou me comendo. Eu sentia minhas pernas ficarem fracas, como se estivessem virando gelatina. Não conseguia nem sustentar meu próprio peso e, a cada estocada da pica do meu filho, minhas forças iam se acabando.
— Você é minha amante, mamãe. De agora em diante, você é minha, entendeu? — Meu filho me disse com autoridade, e eu respondi.
— Sim, meu amor, meu bebê, filho meu, eu sou sua.
Só de falar já tava difícil, sentia que ia desmaiar, mas meu filho me segurava com toda força e me mantinha de pé enquanto recebia a pica dele dentro de mim.
— Faz eu gozar, gostosa, faz eu gozar! — Ele gritou pra mim enquanto me penetrava mais forte do que nunca.
— Sim, bebê, me enche, me enche todinha. — Foi o pouco que consegui dizer antes de sentir uma explosão de líquido grosso e quentinho dentro de mim.
O Manuel deixou o pau dele dentro de mim por uns segundos enquanto mais jatos de porra morna continuavam saindo, foi uma gozada tremenda e eu podia sentir os espasmos do membro dele enquanto se aliviava dentro de mim. No final, ele tirou o pau e, atrás dele, um jorro enorme de porra e dos meus fluidos vaginais escorreu quase até meus joelhos. Com o pouco de força que ainda tinha, meu filho me penetrou mais algumas vezes antes de finalmente me soltar devagar na minha cama.
Eu tava encharcada dos nossos sucos amorosos, meu Manuel também tava todo melado de todo tipo de fluido. Eu me deitei de barriga pra cima com as pernas ainda bem abertas. Meu filho encarou como um convite e na hora enfiou a cara entre minhas pernas e começou a me lamber dos joelhos até a minha buceta, que ainda escorria a porra que ele mesmo tinha entornado litros dentro de mim. Eu já nem conseguia pensar, tava prestes a desmaiar quando meu filho se ergueu sobre meu corpo e me deu um último beijo apaixonado. Nossa saliva se misturou com o leite do meu filho e nosso suor, se eu não tivesse tão exausta naquela hora, teria pedido pra ele me possuir de novo, mas em vez disso fechei os olhos e dormi que nem um bebê, a última coisa que lembro daquela noite foi a voz do meu filho me dizendo: — Te amo, mãe.
Acordei sábado quase meio-dia, a primeira coisa que aconteceu foi uma pontada me lembrar que meu joelho tava levemente machucado. Mas a segunda coisa foi lembrar das coisas que rolaram ontem à noite. Engoli seco e me preparei pra levantar e falar com o Manuel. Quando saí pra sala, vi que o café da manhã já tava servido. Meu filho tava terminando de arrumar a mesa quando me olhou sorrindo. Me perguntou se eu tava melhor do joelho e me pegou pela mão, me levou até a sala de jantar, puxou a cadeira e me convidou pra sentar. Tava tudo perfeito e ele agia como se nada tivesse acontecido. Por um momento pensei que tudo tinha sido um sonho, mas sabia que não era, nenhum sonho podia se comparar com as coisas que rolaram na noite anterior. Café da manhã juntos e quando terminou, ele levantou e recolheu a mesa. Quando eu ia me levantar, ele segurou meu braço e me ajudou a ficar de pé. As mãos dele faziam minha pele se arrepiar, sentir ele me fazia lembrar de tudo que ele tinha feito e dito na noite passada. De pé, ele me abraçou por trás e sussurrou no meu ouvido: — Se teu joelho tá doendo, posso te dar uma massagem igual a de ontem à noite, mamãe, com final feliz e tudo.
Pude sentir o pau dele roçando na minha bunda quando me abraçou daquele jeito, eu respondi na hora: — Claro que sim, filho, acho que agora tá doendo um pouco. Seria muito incômodo você me passar a mão agora?
Esse foi o começo do fim de semana mais quente do ano, no jornal disseram que a gente tinha batido os 35 graus centígrados na sombra. Uns culpavam o aquecimento global, outros diziam que o fim do mundo tava chegando, mas pra mim o calorão era culpa da paixão e da luxúria incestuosa de uma mãe e seu filho, que se entregavam pros desejos mais baixos sem se importar com os tabus.
2 comentários - Meu filho me tira o calor