Soy la puta de mi ahijado (VII)

Eu baixei a cabeça em direção aos meus peitos e não consegui evitar começar a chorar, mas não fui capaz de dizer nada nem censurar o comportamento dele. Com meu silêncio, aceitei naquele momento pertencer e ser parte ativa do negócio dele.
Então o Manolo se aproximou e, pegando na minha bochecha, me disse:
Não chora, que uma mulher tão gostosa e maravilhosa como você não devia fazer isso. Com o quanto de puta e fogosa que a gente já viu que você é, não vai demorar nada pra se acostumar com seu novo ofício e vai ver como você vai se sentir bem praticando ele. Sei que tudo isso parece estranho pra você, ainda mais sabendo que faz menos de um mês que você só tinha transado com seu marido e não fazia ideia da puta e safada que tinha dentro de você.
Então Raul, pegando as calças dele e tirando a caixa com os comprimidos para "os nervos", pegou mais dois e, pegando água de novo, me deu o copo e os comprimidos e disse:
Parece que os comprimidos que te dei antes não te acalmaram o suficiente, já que os nervos estão te fazendo chorar e não é bom que você fique triste, porque a festa tem que continuar e você é o protagonista mais importante dela. Toma mais dois e vai ver que daqui a pouco você já vai estar mais calminha.
Eu já não tive coragem de dizer não pra ele, mesmo achando que era demais tomar mais dois comprimidos para os nervos. Peguei o copo e os comprimidos e tomei (naquele momento eu não sabia que os comprimidos eram afrodisíacos, pois achava mesmo que eram calmantes para não ficar nervosa e tomei eles. Raul queria que eu ficasse bem excitada e me comportasse como uma verdadeira puta ninfomaníaca, me dando os afrodisíacos pra isso. Com esses que acabei de tomar, já eram quatro, quando o recomendado era um e os efeitos duravam entre 2,5 a 3 horas, então vocês podem imaginar como eu ia ficar quando começássemos de novo. Mas meu gostoso, meu afilhado, só queria que eu me comportasse como a maior puta da terra com os amigos dele, sem se importar com as consequências que tomar tantos comprimidos poderia me trazer).
Eles pegaram uma cerveja cada um e me deram outra. Aí foi o Manolo que, chegando perto de mim de novo, falou:
Maribel, você é a mulher mais gostosa e que eu mais desejo agora, e adoro que o Raúl tenha te transformado em puta. Pode ter certeza que pelo menos eu vou vir muitas vezes aqui ou onde você exercer essa nova profissão, pra te foder, sua filha da puta.
Dizendo isso, começou a derramar a cerveja dele no meu corpo e, depois, sentou nos meus peitos, tirou minha cerveja da minha mão e começou a jogar no pau dele. Em seguida, aproximou ele da minha boca pra eu chupar, me falando:
Quer cerveja? Então tá bom, abre essa boquinha, vai provar de um jeito que nunca bebeu antes e que a gente chama de cerveja cock. Vai ver como tu vai gostar, ainda mais quando eu gozar dentro dessa tua boca de puta mamadora que tu tem e misturar meu leite com a cerveja. Chupa de uma vez, tá esperando o quê, vagabunda?
Eu abri a boca, ele empurrou um pouco pra entrar mais, e comecei a chupar ele e gostei do gosto que tinha. Pensei como mudei em poucos dias, antes achava isso uma putaria e foi difícil fazer isso com o Raul na primeira vez, e agora tô fazendo com esse cara, e antes fiz com o Juan, e provavelmente quando o Manolo terminasse, eu ia ter que chupar ele e também comer o Nacho. O cara, ao sentir minha boca no pau dele, não conseguiu se segurar e disse:
Ahhhh... siiiim... que delícia você me dá, Maribel, com essa boquinhaaa. Chupa, chupa com vontade, quero gozar na sua bocaaaa aaaahhhh...
Os outros dois, ao verem o Manolo, não ficaram parados. Como não podiam pegar nos meus peitos, porque o amigo deles estava sentado em cima deles, o Juan resolveu ficar me beijando e lambendo o corpo todo, enquanto o Nacho se colocou entre minhas pernas, chegou a boca direto na minha buceta molhada e começou a chupar e engolir tudo que saía de mim. Ficamos assim por quase três quartos de hora, até minha buceta ir se fechando e voltando ao normal. Nesse tempo, os três caras foram se revezando de lugar e nos meus buracos, cada um passando por todas as posições (ou seja, na minha boca pra eu fazer um boquete, na minha buceta pra chupar, e beijando e lambendo meu corpo inteiro), sem parar de me apalpar e me tocar.
Quando passou esse tempo, o Raul, que tava controlando as câmeras pelo computador e vendo que minha buceta já tava praticamente no estado normal. Nessa hora, só meus lábios vaginais ainda estavam mais inchados por causa da excitação e do tesão que os afrodisíacos tavam me dando. Ele chamou o Manolo e mostrou como funcionava o programa do computador. Quando terminou de ensinar, o Raul continuou no computador e aí falou pros amigos:
Amigos, a minha puta já voltou ao normal, a dilatação da buceta dela já baixou, e vejo que vocês, assim como eu, já estão bem armados, com os paus duros e prontos pra guerra. Que tal a gente começar de novo?
Dizendo isso, Nacho levou uma das mãos até a minha buceta toda molhada e, enfiando primeiro um dedo e depois mais dois, começou a movê-los em círculo para depois meter e tirar com muito cuidado e delicadeza. Ficou assim por um tempo até eu começar a gemer de prazer com aquilo.
Aaaahhh siiiim, continuaaa, continuaaa querido não paraaa que prazer você tá me dandooo siiiim assiiim me fodeee com seus dedoooos aaaahhh que gostoooso você tá me dandooo continuaaa, continuaaa...
Mas quando ela percebeu que eu tava prestes a gozar, parou de repente, cortando o orgasmo que já tava chegando. Eu, com um fio de voz saindo da minha boca quase imperceptível, quase implorando, falo pra ela:
Por favor, não para, não quero que você pare, continua por favor, não me deixa assim, por favor…
Ele fingindo que não tinha me ouvido e, pra me humilhar e fazer os outros me ouvirem implorando, falou:
O que é que cê tá dizendo, que não tô te ouvindo? Cê quer que eu continue... é isso que cê tá falando?
Eu então não respondi, não queria admitir que tava adorando e muito tesuda e que tudo que estavam fazendo comigo tava me agradando. Não queria ser eu a dizer que precisava ser comida e que tava morrendo de vontade. Aí, como não recebeu resposta de mim, ele falou:
Tá tranquilo se você não quiser que eu continue, eu paro.
Então eu não aguentei mais, tava tão necessitada e com tanto tesão que dessa vez, com uma voz já normal, meio alta, falei pra ele:
Por favor, não para! Não me deixa assim!
Nacho no final tinha conseguido me levar onde queria, eu tava salgadíssima e com um tesão danado, só queria que me comessem. Mas Nacho queria mais, queria me humilhar na frente dos amigos dele um pouco mais e me fala:
Quer que a gente te coma, putinha? Pois é pra isso que a gente te pagou, fala pra mim: cê quer que a gente te coma?
Eu, já gritando, falo pra ela:
Sim, me fodam de uma vez, sua puta, não aguento mais e preciso que todos me fodam, por favor, não me torturem mais, me fodam de uma vez, por favor".
Então o Nacho fala bem alto:
Ouviram isso, amigos? A tal de puta, que perante a sociedade toda e até agora se faz de senhora direita, agora quer que a gente coma ela.
Não satisfeito com os comentários humilhantes que tava fazendo pros meus colegas, ele continuou pra que eu implorasse de novo pra ele, me falando outra vez:
Grita que você é uma puta, que é uma vagabunda e uma porca, e que quer nossos paus dentro de todos os buracos desse corpo de puta que você tem, fala se quer que a gente te coma.
Eu (sem saber ainda que estava assim por causa dos efeitos dos comprimidos de afrodisíaco que meu afilhado tinha me dado, me fazendo acreditar que eram para os nervos) não entendia como estava ou como aqueles jovens tinham conseguido me deixar tão excitada. Lá no fundo, eu lutava pra me manter firme e me entregar a eles sem demonstrar tesão e vontade de que me fizessem deles. Porque eu tinha que me deixar foder e me prostituir, já que meu amante queria que fizessem isso comigo, mas não queria dar a eles o prazer de ver que eu tava participando e gozando naquilo — e no entanto era exatamente o que eu queria e precisava. O que estava acontecendo comigo? Até aquela manhã, eu era uma mulher decente que só tinha pertencido ao meu marido e tinha tido aquele deslize que me levou a tudo isso com meu afilhado. Enquanto pensava nessas coisas, não sei como, as seguintes palavras escaparam de mim:
Sou uma porca e quero os rabos de vocês, as picas de vocês, quero elas dentro de mim, SIIIIIM, AGORAAAAA…
Eu, ao me ouvir, fiquei surpresa com o que acabei de dizer. No fim, a excitação e a vontade do meu corpo falaram mais alto que meus sentimentos e minha consciência.
Então todos, ao ouvirem minhas palavras implorando pra me possuírem, caíram na gargalhada e o Nacho me disse:
Agora vou te foder, você mereceu. Mas primeiro espera eu pegar e colocar uma camisinha, tem que fazer as coisas com segurança, mesmo que eu preferisse meter sem nada, mas sei que você não gosta e não vai querer que eu faça assim, né?
Então, quando eu ia responder, o Raúl se adiantou e falou:
Não, não precisa colocar camisinha nem proteção nenhuma, vocês vão comer ela no pelo, sem proteção. Ela é saudável, só transou com o corno do marido dela e comigo, e vocês, pelo que sei, também são saudáveis e não vão passar nada pra ela. E o risco de engravidar, a gente não tem, porque como vocês sabem pelos vídeos que viram dela e porque ela mesma me confirmou ontem, ela já tá grávida e fui eu que engravidei ela. Então, bora todo mundo aproveitar o prazer que o calor e o contato da nossa pica nua com o interior dessa buceta de puta que você tem, Maribel.
Eu, com a puta tesão que tava, não falei nada, só queria meter logo uma daquelas pirocas adolescentes gostosas pra dentro de mim. Nacho se deitou por cima de mim, apoiou as mãos nos meus joelhos, fez eu dobrar as pernas até meus coxas encostarem no meu peito e foi enfiando devagar, sem nenhuma dificuldade, dentro da minha buceta. O filho da puta queria curtir o momento, porque quando chegou na metade, parou e ficou imóvel, esperando que eu fizesse o trabalho, já que era pra isso que ele tava me pagando. Eu, desesperada, joguei meu corpo e minha pélvis pra encontrar o pau dele, querendo que o resto da vara do moleque entrasse tudo. Quando senti ele todo dentro de mim, comecei a me mexer pra frente e pra trás, depois em círculo, pra sentir a piroca toda batendo e roçando nas paredes da minha boceta. Eu me esforçava com meus movimentos pra enfiar o pau do Nacho o mais fundo possível. Tava como se tivesse possuída, já tinha esquecido todos os meus preconceitos e convicções morais e tava começando a gozar com aquela piroca dentro de mim, comecei a gemer de tanto prazer que tava sentindo.
Ahhhh… ahhhh… siiiim… siiiim… mas mexe você também, não seja filho da puta, não quer que eu faça tudooo sozinha… siiiim, haaa que prazer que eu tô sentindo com seu pau lá dentrroo, mexeee, mexeee você também…
Ele deixou a atitude passiva de lado e começou a se mover no ritmo que eu tinha marcado, dava pra ver que ele também tava começando a ficar muito excitado. Quando a gente tava nessa, o telefone que temos em cima do criado-mudo tocou. Olhei e na tela dele vi o número do escritório do meu marido, mas não dei bola, só queria continuar com a minha foda e que meu amante casual me acompanhasse naquela foda no ritmo que a gente já tinha pegado. Aí o Nacho, com a voz entrecortada, me disse:
“Quem ééé… que agoraaa está tão inoportunooo?”
Eu não respondi e ele enfiou um dedo de uma vez no meu cu, me machucando um pouco, e perguntou de novo:
Que buceta é essa, puta?
Eu, então, puta da vida, falo pra ele:
É meu marido, não liga pra ele e continua me fodendo, seu filho da puta, é meu marido.
Então ele, sorrindo pra mim, pegou o telefone e deixou ele em cima dos meus peitos, enquanto continuava e até aumentava o ritmo da fodida. O filho da puta queria que eu falasse com meu marido enquanto ele me comia. Fiquei com um pouco de medo, sem saber o que fazer, e com receio de que meu marido percebesse o que eu tava fazendo.
O telefone ficou uns segundos em cima das minhas tetas, aí eu soltei uma das minhas mãos das cadeiras dela e peguei o fone, levando ele até meu ouvido, e pude ouvir meu marido me dizendo:
Maribel?... Cê tá aí?... Por que cê não me escuta?
Eu, com minha voz trêmula de tesão, prazer e cansaço do exercício que tava fazendo, mal consigo falar pra ele:
Sim, gatinho, tô aqui, como assim você liga nesse horário?
Eu tava com dificuldade até pra falar direito, não só pela violência da situação, mas porque o filho da puta do Nacho sabia o que tava fazendo e, por mais que eu tentasse negar o que tava rolando, meu corpo não conseguia. A única coisa que eu sentia era uma rola jovem e experiente entrando e saindo dentro da minha buceta, me deixando louca. E os amigos do cara que tava me comendo, ao saberem que era meu marido e verem a situação que eu tava, caíam na risada, segurando o riso pra ele não ouvir. Meu marido continuou me dizendo:
Porra, que buceta mole, cê não tava me ouvindo não?
Sim, amor, é que eu tava limpando e o celular caiu na hora de responder.
Tava ligando pra avisar que não vou conseguir chegar em casa até mais tarde hoje, porque tenho que jantar com uns clientes e, cê sabe, depois do jantar vem uns drinks e tal, a gente vai acabar tarde. Liguei pra você não me esperar, se ficar tarde e eu não chegar, vai deitar, não fica me esperando acordada. Desculpa, amor, hoje à noite não vou poder te satisfazer na cama como a gente tem feito ultimamente, meu amor, te amo.
Eu, morrendo de vontade de gozar, respondo pra ela:
Muito bem, meu bem, não se preocupa não, amanhã a gente faz em dobro e eu te compenso pelo que hoje não posso te dar, também te amo, meu amor.
Eu tentava não gemer com as investidas do Nacho, e o filho da puta sabia disso. Às vezes ele levantava o olhar pra me ver falando com meu marido, e eu podia ouvir o barulho que o pau dele fazia entrando e saindo da minha buceta.
Meu marido continuou me falando:
Não fica brava, amor, é assim que o trabalho funciona. Também vou te compensar amanhã quando a gente estiver junto na nossa cama.
Não, não se preocupa, meu bem, não tô brava não.
Ele, ao me ouvir falar de forma entrecortada, me diz:
O que foi, Maribel, você tá passando mal? Por que você tá falando assim, todo cortado? Cê tá sozinha? Tô ouvindo um murmuro aí no fundo.
Eu digo pra ela:
Sim, sim, meu bem, tô sozinha, é que tô limpando e quando me abaixooo, por isso que treme e minha voz sai cortada. Aquele barulho de fundo que cê tá ouvindo deve ser o rádio que deixei ligado.
Nacho continuava com minhas pernas sobre os ombros dele, e agora a cabeça dele enfiada entre meu cabelo e o travesseiro, e ele tinha levado a mão até meus mamilos, que ele apertava de vez em quando com força pra me fazer gritar enquanto falava com meu marido. Eu mordia o lábio pra impedir que meu esposo percebesse qualquer coisa. E aí, pra gozar, não deixei meu marido continuar falando e me despedi dele dizendo:
Tá bom, amor, vou desligaar, porque tô me distraindo e tenho muita coisa pra fazeer, um beijo, minha vidaaa
Quando gozei, desliguei e levei minha mão de volta à cintura da minha jovem amante para apertá-la e puxá-la mais para perto de mim, queria que ela continuasse me bombando com força e eu comecei a mexer minha bacia com mais intensidade. Ela então me disse:
Que situação, sua puta. Você dando enquanto fala com o corno e ele nem desconfiando do que você tá fazendo, que puta e vagabunda você é. Ao ouvir você falar com seu marido enquanto eu te comia, me deixou com muito tesão e tô quase gozando, raposa, rebola gostoso que quero gozar já, rebola gostoso, rebolaaaa
Eu empurrava e me movia com vontade, gemia de prazer, já não conseguia mais esconder o tesão que sentia. Juan, ao me ouvir, começou a bater uma, e Manolo, vendo ele, fez o mesmo — queriam estar prontos pra quando o Nacho terminasse e assumisse o lugar. Eu também tava quase chegando ao meu orgasmo, e isso me deixava fora de mim; eu tentava acelerar mais meus movimentos, mas já não dava pra ir mais rápido, até que senti o orgasmo chegando, gozando de novo, e comecei a gritar:
Ahhh… Ahhh… siiiiiiiim… Ummm… Me dá mais rápido… mais forteee… tô gozandooo já tá aqueendoo continua seu filho da puta não paraa me beija no pescoço, me mordeee não paraa agoraaa continuaa pelo amorrrr aperta meus peitooos isso me excita muito seu filho da putaaa faz issoo tô gozando que nem a puta promíscua que eu sooo…
O Nacho continuava bombando com força e me mordendo no pescoço, do jeito que eu pedia, enquanto apertava meus peitos, meus bicos, ao mesmo tempo que me dizia:
Vai, sua puta, goza de novo! Hoje a gente vai te deixar seca, seu pedaço de puta. Chupa, chupa você também que eu tô quase gozando, chupa, vagabunda. Com certeza o viadinho do teu marido não te fode assim, né, filha da puta? Fala, filha da puta...
E eu, fora de mim, respondo pra ela:
Não… Aiii… Não me fode assim…
Então ele acelerando as estocadas me dizia:
vadia… Toma… Vou arrebentar essa sua buceta, filha da puta…
Quando finalmente o orgasmo chegou pra ela, ela me deu um tapa na bunda e acelerou forte até parar, se curvando pra trás e bufando na minha cara. E eu, com a boca aberta, ofegando pelo meu estado de tesão e pelo orgasmo recente, recebia na minha boca o hálito dela, engolindo enquanto ao mesmo tempo sentia os jorros abundantes de porra dentro da minha buceta. Jorros intermitentes que me enchiam, enquanto ela, gritando e me dando tapas nas nádegas, me dizia:
UNNNmmm… tô gozandooo oooohhhh filha da putaaaa, como você é gostosaaa, caralho… que bucetaaa você tem é uma maravilhaaa que delíciaaa… siiiim toma todo meu leiteeee cachorraaa… que transa mais boaaa aaaahhh siiiiiii… que prazerrrrrr…
Ele se deixou cair sobre meu corpo, ficando um tempo ainda dentro de mim, até que Juan, dando um tapinha nas costas dele, indica que saia de mim, pra ele ocupar o lugar. Sem me deixar descansar nem um segundo, ele toma a posição. Então o Nacho se colocou ao lado do meu rosto e, encostando o pau nos meus lábios, ainda molhado da minha buceta, me disse:
Limpa essa porra pra mim, vadia, assim você vai saborear meu gozo e ao mesmo tempo seus próprios fluidos, aposto que você gosta, puta promíscua...
Manolo então pegou minha mão direita e a levou até a piroca dele, me fazendo bater uma pra ele. Juan, uns quinze minutos mais ou menos, gozou dentro da minha buceta gritando:
Siiiiim... putaaa... como você gozaaa... vadiiiinha... aaaaiiii... Maaaribeeel... isso é divinooo... que prazer você tá me dando, putiiiinha... como você fode bem... pra ser a primeiraaa vez que você se prostitui... que puta você se tornouuu... você vai ser a melhor slut de toda a terraaa... aaahhhh... tô gozandooo... siiiim... jáaa... jáaa... tô com ela aqui... tô gozandooo... siiiim... cachorraaa... toma todo meu leiteee... pegaaa... tô gozandooo... aaahhhh pegaaa... putaaa... vadiiiinha... todo meuuuu... leiteee... é seu... oooohhh
Eu, enquanto isso, não parava de ter orgasmos atrás de orgasmos, tava cansada mas queria mais e também gritava:
“Aaaahhh… siiiim… siiiim… assiiim… assiiim… com forçaaa… que prazer que eu tô sentindooo… OOOOhhhh Senhor… me perdoaaa… mas isso é… deliciosooo… aaahhh… não paraaa… não paraaa, filho da puta, joga tudo dentro de mim… agoriiiinha… oooohhh… tô morrendooo… Meu Deeeus… quantooo… prazeer…”
Ele acaba de sair e enquanto Manolo me substitui, minha buceta tá vazia, acho que ninguém vai continuar e eu grito toda excitada:
Por favor, que outro me coma, não me deixem aiiii, por favor, alguém Siiii… siiiiguaa… me comendooooo… do jeito que quiserem… mas pelo amorrrr… me fodam de novooo de uma vezzzz… pelo amorrrr…
Manolo ocupa o lugar deixado por Juan, e ele também leva o pau dele pra minha boca pra eu limpar. O adolescente que tava me comendo, depois de ver como os dois colegas dele me comiam, ficou muito excitado e durou pouco, gozando dentro de mim na hora, gritando:
Aihhhh, tô gozandooo... tô gozandooo... aahhhh, tomaaa... putaaa... vagabundaaa... você tá me fazendo sentir uma coisa maravilhosaaa, Maaribeelll, toma todo meu leiteeee
Eu animo ela dizendo:
Siiiii continuaa… continua queridooo, tô adorandooo demaiss, sinto todinha sua porra entrandooo oooohhhh isso é uma delíciaaa, sinto seu pau me enchendo todinha aaahhh que prazerrr, vocês tão me dando tudooo…”
Só me deixam descansar uns segundos quando logo chega o Juan e me manda levantar. Ele se deita de barriga pra cima no lugar da cama onde eu tava e faz eu montar em cima, virada pra ele, enfiando o pau dele na minha buceta. O Nacho se posiciona atrás de mim e, sem me preparar, mete de uma vez o pau lindo dele no meu cu, me fazendo sentir uma dor danada e me obrigando a gritar de dor. Agora tão fodendo minha buceta e meu cu ao mesmo tempo, e quando meu afilhado percebe isso, fala pro Manolo: "Sobe na cabeça dela e enfia o pau na boca dela, fode ela por ali, assim ela vai ter os três buracos ocupados." O Manolo obedece e mete o pau dele, ainda duro, até bater na minha campainha, e começa a fazer os mesmos movimentos que tinha feito antes na minha buceta. Aí o Raúl, sem parar de mexer no computador, vendo a cena, começa a se masturbar. Nunca antes tinha me visto numa situação assim, sendo fodida em todos os meus buracos, e juro que tava adorando. E eles também, claro, adoravam me xingar e fazer comentários sobre meu marido, falando que a gente devia deixar ele ver como tão me fodendo pra ele aprender, e um monte de coisa assim, além de não pararem de me chamar de puta, vagabunda e mil outras gentilezas do tipo.
Ficamos assim por um bom tempo. Quando um gozava, descansava e outro ocupava o lugar; sempre rodavam, de modo que em nenhum momento pararam de me foder, mas meu corpo começava a doer inteiro. Essa roda de fodas durou bastante até que cada um gozou dentro do meu corpo pelo menos três ou quatro vezes, e eu já tinha perdido a conta de quantas vezes também tinha gozado. Estávamos todos exaustos, suados e ofegantes, e eu tinha o corpo todo, por dentro e por fora, cheio de porra e doía tudo, mas mesmo assim continuava pedindo (por causa do efeito dos comprimidos) que queria que continuassem me fodendo. Eles queriam continuar, mas precisavam descansar. Raúl disse pro Juan:
Juan, sai do computador, agora é minha vez de me divertir um pouco com a minha putinha. Meu acordo com ela é foder pelo menos uma vez por dia e ainda não fiz isso, e pelo visto ela precisa de uma rola dentro dela agora, então vou dar pra ela e satisfazer. Enquanto isso, vocês descansem um pouco pra continuar, porque podemos ficar mais um tempo, pelo menos até as 2:30, já que o marido não vai vir e dá tempo dela descansar e arrumar tudo pra quando o corno chegar não perceber o que rolou aqui.
Levantaram e foram buscar mais cerveja, enquanto meu afilhado me comia de um jeito muito especial, como nunca tinha feito antes. Era verdade que ele ficava excitado vendo outros homens me possuindo, e ainda mais quando eu fazia papel de puta. Ele tava com tanta vontade e força que não deu nem dez minutos e já tinha gozado. Mas não tirou de dentro, conseguiu gozar de novo sem tirar de dentro do meu corpo cinco minutos depois. Eu, o tempo todo, não parei de ter orgasmos atrás de orgasmos. Aí ele se deixou cair sobre mim e ficou descansando nos meus peitos, aproveitando pra enfiar um dos meus mamilos na boca e começar a chupar como se tivesse mamando ali. Depois de uns minutos, o Manolo chegou com duas cervejas e deu uma pra cada um. Eu tive que beber a minha, mesmo sem vontade, só queria que eles se recuperassem logo pra continuar curtindo aqueles corpos e aquelas pirocas lindas desses quatro adolescentes (todos tinham 18 anos, sendo o mais velho meu afilhado, que tava quase fazendo 19 e talvez por isso era o líder do grupo). O Raúl levantou de cima de mim e, deitando do meu lado na cama, nos recostamos na cabeceira e começamos a beber a cerveja. Ele não parava de tocar meu corpo, principalmente meus peitões, e eu com a mão acariciava o pau dele e de vez em quando nos beijávamos, passando de uma boca pra outra a cerveja que tínhamos. Bateu uma vontade de mijar, talvez por causa da cerveja, e eu falei:
Desculpa, tenho que ir no banheiro
Saí da cama e, quando estava saindo do quarto pra entrar no banheiro que temos nele, o Manolo me agarrou e falou:
Vai mijar?
Eu respondo pra ela:
Sim, tô com muita vontade e já não aguento mais.
Ele, sorrindo pra mim, responde:
Por que ir até o banheiro? Faz aqui mesmo.
De repente todo mundo se animou e começou a me incentivar pra eu mijar ali mesmo no chão na frente deles, porque diziam que era muito excitante ver uma mulher mijando. Não sei por que fiz aquilo, talvez pelo estado de excitação que eu tava, ou sei lá, o fato é que me abaixei, fiquei de cócoras e comecei a soltar meu jato. Eles me olhavam fascinados e cheios de tesão, até meu afilhado, enquanto eu soltava meu jato de mijo no chão, respingando nos meus pés e nas minhas pernas. Aí o Manolo chegou perto de onde eu tava de cócoras mijando. Ele segurou o pau dele com a mão, apontando pro meu corpo, e começou a mijar em cima de mim enquanto dizia:
Ao ver você mijar e por causa das cervejas que tomei, também me deu vontade de mijar".
Eu então soltei um grito e falei pra ela:
Ah, o que cê tá fazendo! Não seja porco, vai sujar tudo e me dá nojo, nunca ninguém mijou em cima de mim, não seja porco.
Os outros, ao verem ele, vieram correndo pra onde a gente tava e também começaram a mijar em mim e a gritar comigo.
Abre a boca, puta. Promíscua, mijona de merda, abre a boca e senta no chão em cima do teu próprio mijo.
Eu fiz o que me mandavam (que jeito, se não queria contrariar meu querido e amado Raul), abri a boca e recebi o mijo dele na minha boca e pelo meu corpo todo. Quando comecei a deixar escorrer e não engolir, foi meu afilhado quem me disse.
Maribel, não tá certo você não engolir esse líquido tão gostoso que a gente tá te oferecendo, por favor, engole tudo, não quero que deixe escapar nem uma gota, entendeu, sua putinha?
Seguindo o que ele mandou, abri mais minha boca e comecei a engolir o mijo de todos eles. Enquanto fazia isso, dava ânsia, mas aguentei até o último parar de mijar no meu corpo. Quando terminaram, me deixaram lá, toda banhada e pingando numa poça de mijo. Quando eu tava indo pro banheiro tomar um banho, o Raúl falou:
Não, minha querida madrinha, isso você vai fazer quando a gente terminar e seus clientes forem embora. Enquanto isso, você tem que continuar atendendo eles e se entregando a tudo que pedirem e quiserem, é pra isso que te pagam.
Eu ia me virar pra cama e me deitei de novo nela, molhando completamente todos os lençóis e até o colchão. Depois me colocaram de quatro e de novo duas vezes todos passaram por todos os meus buracos, incluindo dessa vez meu querido afilhado.
Quando eles terminaram, eram três e meia da tarde. Fiquei deitada de bruços na cama, não queria me mexer, embora ainda estivesse muito excitada e minha buceta estivesse ardendo além de doer, mas queria que eles fossem embora logo e ficar só com o Raúl. Queria aproveitar que meu marido não voltaria a tarde toda e só chegaria tarde da noite para a gente se amar sozinhos e eu me entregar completamente a ele, ser só dele. Eles jogaram em cima do meu corpo, cada um, os cinquenta euros que meu afilhado tinha dito que custava a sessão de sexo comigo (um deles, não sei quem, jogou os cinquenta euros em dez notas de cinco, os outros jogaram numa nota só), todos se molhando com a quantidade de urina, fluidos meus e porra que tinha na cama e no meu corpo. Eles entraram no banheiro, uns se lavaram, outros tomaram banho, se vestiram devagar e quando ficaram prontos, os três, antes de ir embora, me deram um beijo — uns nas minhas costas, outros na minha bunda e o Juan nos meus peitos — e disseram:
Maribel, foi um prazer ser seus primeiros clientes e que você estreie com a gente como puta. De verdade, foi um puta prazer e você nos deu muito tesão foder com uma gostosa tão boa igual você. E fica sabendo que, a partir de agora, vamos te visitar pra caralho, onde quer que você exerça sua nova profissão. E pra você, Raúl, valeu por lembrar da gente pra sua madrinha estrear como puta. Espero que nesse negócio que você começou com sua mãe e agora com sua madrinha, vá bem e que daqui a pouco você tenha bem mais vagabundas, e que todas, se possível, sejam como essa. Mas acho que isso vai ser impossível, porque a gente tem certeza que a melhor puta que você vai ter no seu curral vai ser a Maribel, sua madrinha.
Se despediram do meu afilhado e foram embora. Então o Raúl se aproximou de mim e, acariciando meu corpo com muito carinho e delicadeza, me disse:
Valeu, Maribel, você mandou muito bem, madrinha. Gostou?
Eu então falei pra ela:
E aí, você gostou do meu jeito e de como tudo saiu?
Ele me responde:
Sim, adorei, sabia que dentro de você tinha uma grande puta. E mesmo que agora seja difícil pra você admitir lá no fundo que curtiu e que já é uma prostituta, ou como costumam dizer, uma mulher da vida, você sabe que isso te excita e que você foi feita e nasceu pra ser a maior puta que este mundo já teve.
Eu então respondo pra ela:
Se você gostou e curtiu isso, então eu também gostei e curti. Não tem nada que me dê mais prazer, meu amor, do que ver você feliz e se divertindo com o que me pede e quer que eu faça. Repito de novo: sou completamente sua, sou sua putinha pra tudo o que você quiser, por mais pesado e intenso que seja o que me pedir, meu amor.
A verdade é que eu tinha curtido pra caralho, mas não quis falar isso pra ele. Naquele momento, só queria continuar fodendo e amando ele, por isso me joguei no pescoço dele e falei:
Meu amor, agora que estamos sozinhos, me fode, meu amor, quero ser só sua, por favor.
Ele então, me afastando dele, disse:
Vai se lavar, enquanto isso eu vou dar uma arrumada no quarto e depois a gente sai pra comer num restaurante perto daqui pra voltar rápido e continuar nossa tarde/noite de love, temos que aproveitar que hoje seu marido não tá.
Eu então falo pra ela:
Tá bom, vou tomar um banho e me arrumar um pouco, mas não precisa arrumar o quarto, porque seria besteira já que depois a gente vai continuar e vai bagunçar tudo de novo. Depois, antes de você ir, me ajuda a arrumar, limpar e deixar tudo em ordem. Quando eu sair do banho, a gente se veste e vai, mesmo que seja no McDonald's aqui do lado, comer um hambúrguer e volta. Tá bom pra você, meu amor? Quero passar o máximo de tempo possível aproveitando você, minha vida.
Ele me responde:
Tá bom, você tem razão, com essa hora já deve ser o único lugar onde vão nos dar alguma coisa pra comer.
Quando eu terminei, fomos no McDonald's e comemos rapidamente um hambúrguer cada um e voltamos pra minha casa, onde passamos a tarde e a noite inteirinha nos amando de todas as formas possíveis. Ele me comeu divinamente na minha buceta e me deu duas vezes no meu cu, gozando outras duas vezes na minha boca enquanto eu fazia os dois boquetes. Na hora do gozo, pensei que tinha feito um bom negócio se todo dia fosse ter ele e ele fosse me amar e fazer amor como fez naquela tarde-noite.
Lá pelas 9h30, eu já mais calma e com os efeitos dos afrodisíacos passando (ele me contou sobre os comprimidos quando eu disse que não sabia como era possível ter ficado tão excitada o dia inteiro, com tanta vontade de foder, algo que nunca tinha acontecido comigo. Quando falei isso, ele confessou a enganação dos comprimidos, que na verdade, em vez de serem para os nervos, eram afrodisíacos e que tinha me dado mais do que o normal para me excitar e me manter excitada por tanto tempo), a gente guardou tudo, coloquei os lençóis, a colcha e a capa do colchão na máquina de lavar e trocamos a cama. Abrimos o quarto para sair o cheiro forte de suor, porra e sexo que estava lá, pra quando meu marido voltasse não sentir nada. Depois disso, preparei um jantar rápido, a gente comeu, e ele ficou até o dia seguinte, no horário de sempre.
Quando meu marido voltou, às 2h30 da madrugada, eu tava dormindo. Meu corpo todo tava dolorido e eu tava exausta, nem percebi quando ele chegou — ele me contou a hora no dia seguinte, quando voltou do trabalho às 18h. De manhã, quando ele foi embora, eu ainda tava dormindo, tava acabada e só acordei às 10h, quando José Enrique bateu na porta. Coloquei o roupão por cima da camisola e fui abrir pra ele.

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