Le hice el culo a mi mama 10 - enfiestada

Continuando a saga de histórias sobre como eu e a mamãe transamos pra caralho e as perversões que descobri que existem na minha família, vou contar o que aconteceu depois que a gente começou a mandar fotos e vídeos pro papai enquanto fodia.

Como tudo, acho, a excitação e o tesão de mandar fotos ou vídeos pro papai de como eu estava comendo a esposa dele (minha mãe), e dela confessar que tinha um amante permanente, digamos, foi diminuindo e não gerava tanta adrenalina entre a gente, principalmente na minha mãe, que acabou sendo uma degenerada tarada que adorava humilhar o papai e com os chifres que enfiava nele.

Mesmo transando direto, 3 ou 4 vezes por semana no mínimo, comecei a notar que ela já não ficava desesperada pra foder, e uma tarde enquanto estava dando uma boa fodida anal nela, notei que ela não estava tão fogosa como de costume, então perguntei o que tava acontecendo.

Ela, um pouco triste ou desiludida, me disse que precisava de algo mais emocionante, que mesmo curtindo muito comigo, também precisava de algo diferente.

Eu tentava investigar um pouco o que ela queria, mas ela não dizia nada concreto, ficava dando voltas e voltas. Eu já estava ficando um pouco cansado de tanta enrolação e tentei algo que tinha funcionado antes: comecei a tratá-la como uma puta.

Coloquei ela de quatro, agarrei forte no cabelo e enfiei o pau no cu dela com força, fodendo com vontade enquanto bombardeava a bunda dela e comecei a dizer: "Vai, puta, o que você quer que eu faça?". Ela continuava sem me dizer nada específico, mas notei que os gemidos dela iam ficando mais intensos, então continuei metendo com força e perguntando o que ela queria, até que finalmente, num momento, ela falou. Quase gritando, ela disse:

Mamãe: Quero que vários machos me enfiem, que me fodam toda por horas...

Eu: Quantos paus a minha puta quer? Pede os que quiser que eu consigo pra você, mamãe...

Mamãe: Não sei, vários paus...

Eu: Vai, puta, não fica de frescura agora, quantos paus juntos você quer?

Ela demorou alguns instantes pra responder, até que... Ela disse "quero 4 paus, 4 machos juntos dentro de mim". Eu disse que ia arrumar mais 3 paus e a gente ia arrebentar ela, e ela só respondeu com um sonoro SIM e começou a gemer que nem louca enquanto eu continuava metendo forte nela.

Aquela tarde terminou com a mamãe escorrendo porra pelo cu e eu pensando em como realizar o desejo dela. Passei a noite toda bolando um plano, mas precisava da aprobação dela, porque era meio arriscado considerando que ela é minha mãe.

No dia seguinte depois do almoço, com o papai no trabalho, eu disse que já sabia como realizar o desejo dela de ser enfiestada e expliquei basicamente o que tinha pensado.

A coisa era simples se pensar bem: era enfiestar ela junto com uns colegas da faculdade que não conheciam ela e que ela ainda teria que colocar uma máscara ou algo do tipo pra preservar a privacidade dela e a minha. Ela pensou uns instantes e obviamente aceitou, então eu disse pra botar meu plano em ação. Falei pra ela colocar aquele legging branco que me deixava louco e ir pro meu quarto.

Ela me obedeceu e em poucos minutos já estava vestida como eu tinha mandado. Disse pra ela se ajoelhar na minha frente e chupar meu pau enquanto eu tentava organizar a festinha. Como boa puta que é, ela me obedeceu e enquanto eu mandava mensagens ela estava me dando um boquete formidável. Comecei a conversar no WhatsApp com um colega da facul que mora sozinho num apartamento.

Eu: E aí Nico, como tá?
Nico: Tudo bem, e você?
Eu: Melhor impossível. Preciso de um favor.
Nico: O que foi?
Eu: Tá sozinho?
Nico: Tô, por quê?
Eu: Pra conversar tranquilo.
Nico: Ok, fala aí, o que foi?
Eu: Olha, tô com uma gostosinha que eu como de vez em quando e a putinha me diz que quer que eu enfieste ela com outros caras, você topa?
Nico: Quê?!?!?!
Eu: O que eu te falei, a gostosa quer vários paus juntos, você topa ou não?
Nico: Siiiim, claro. E ela é gostosa?

Fiz a mamãe parar de costas empinando a bunda e mandei uma foto pro meu colega. Eu: Me diz aí se ela é gostosa ou não.
Nico: nooooo filho da puta!!! que mulherão!!!! Tô dentro!!! Manda mais fotos
Eu: Te mando mais fotos, mas preciso de outro favor antes.
Nico: uhhh o que você quer? manda foto dos peitos
Eu: Beleza, te mando, mas preciso que você arrume mais 2 caras pra festa. Que sejam discretos, óbvio.
Nico: peraaaa 2 caras a mais?!?!?! Sério mesmo que você tá me dizendo?
Eu: Sim, claro, ela quer 4 paus, o que você quer que eu faça... olha o tamanho desses peitos. Com certeza você consegue gente fácil. (mandei uma foto dos peitos da mamãe)
Nico: uhhhh que peitão!!!! Posso passar as fotos? Com certeza com essas fotos eu consigo gente na hora.
Eu: Sim, pode passar essas fotos, sem problema, e passa essa também (mandei uma foto da mamãe só de calcinha) Só que arruma gente boa, não traz qualquer otário.
Nico: Beleza, tranquilo, eu cuido disso. Pra quando a festinha?
Eu: Sexta à noite, se você topa.
Nico: Sim, beleza. Onde?
Eu: No seu apartamento.
Nico: não, não, pera, não quero confusão aqui.
Eu: Qual é, cara, não vai dar confusão, mas eu preciso conhecer o lugar, então vai ser na sua casa, se você topar a ideia vai ser o primeiro a comer o cu dela, ela tá dizendo.
Nico: tá de sacanagem que ela tá lendo o chat?!?!
Eu: (mamãe mandou um áudio com uma voz sensual) "Sim, lindo, tô lendo e você vai ser o primeiro a comer meu cuzinho, bebê".

A conversa continuou um pouco mais, onde basicamente meu colega ficava mandando mensagem dizendo que estava muito excitado, etc etc e pedia mais fotos, e mandamos mais algumas. Naquela mesma noite Nico já me disse que tinha conseguido os outros 2 participantes. Um ele conhecia da faculdade, de ter feito algumas matérias juntos, e o outro ele não conhecia, mas ele garantiu que eram de boa, então combinamos que sexta às 10 da noite iríamos para o apartamento dele.

Eu cheguei primeiro e expliquei como seria a parada. Disse que a gostosa (minha mãe) estaria de máscara, que não poderiam tirar em momento algum, e também expliquei que ela era uma mulher casada e que em algum momento Eu ia fazer uma videochamada com o marido para mostrar, mas sem que ninguém aparecesse de rosto, só ela. Essa parte da videochamada não agradou muito, mas mostrei algumas fotos da mamãe, principalmente de quatro, e acabaram aceitando o pedido.

Mandei mensagem para a mamãe dizendo que estava tudo certo e, pouco depois, ela me avisou que estava embaixo. Obviamente ela não ia andar na rua de máscara, então desci para abrir e, enquanto subíamos para o apartamento, ela foi se ajustando para não mostrar o rosto. Ela colocou uma máscara que cobria bem o rosto. Mesmo que ninguém devesse conhecê-la, não custava manter um pouco de privacidade.

Quando entramos no apartamento, ficou um silêncio meio constrangedor. Os caras estavam olhando para ela com um pouco de vergonha, então a mamãe decidiu tomar a iniciativa e foi direto cumprimentá-los. Eu fui apresentando cada um, e ela dava um beijinho em todos.

Quando chegou a vez de cumprimentar o Nico (o dono do apartamento e quem tinha conseguido os outros participantes), ela disse com um tom de putinha: "Pra você eu prometi uma coisa, lembra?". Ele engoliu seco e balançou a cabeça que sim, mas os nervos não deixavam ele falar.

A situação continuava um pouco tensa. Todos estavam meio receosos e não se soltavam, e a mamãe percebeu que ia ter que "começar" ela a festinha. Pediu ao Nico o celular para colocar música e perguntou se não tinha algo para beber. Obviamente ela sabia que eu tinha levado várias garrafas de champanhe, uma bebida que relaxa qualquer um.

Enquanto o Nico procurava as taças e a primeira garrafa de champanhe, a mamãe começou a dançar sozinha. Ela se mexia com sensualidade e deixava à mostra um pouco dos seus atributos, o que deixou os outros dois caras hipnotizados, sem perder nenhum detalhe da dança dela.

Com as taças cheias, a mamãe propôs um brinde "por uma noite inesquecível" e começamos a beber e dançar junto com ela.

Os outros não se aproximavam muito da mamãe, então fui o primeiro a ficar atrás dela e comecei a apoiar com vontade. Ela seguia o ritmo e esfregava a bunda descaradamente enquanto se contorcia, deixando claro que estava gostando.
Fiz sinal para os outros se aproximarem, e quando já estavam a poucos centímetros da gente, virei a mamãe de modo que sua boca ficasse de frente pra mim e a bunda apontando para os convidados. Comecei a meter e apalpar ela enquanto os outros, timidamente, começavam a tocar um pouco na sua bunda.

Em um momento, ela parou de me beijar, virou um pouco a cabeça e pegou a mão de um deles, olhando firme nos olhos dele e disse: "Agarra bem minha bunda, com vontade, amor", e em seguida colocou a mão do cara em uma de suas nádegas. O cara obedeceu e começou a apalpar com vontade a bunda da mamãe, que começou a gemer e mover os quadris lentamente em sinal de aprovação.
Os outros não demoraram e as mãos começaram a voar por todo o corpo da mamãe, principalmente a bunda e os peitos, que eram apertados com vontade por 8 mãos ao mesmo tempo.

Nessa altura, já tínhamos feito uma roda em volta dela e íamos revezando um tempo cada um. Ela, feliz com tanta atenção junta, gemia cada vez mais alto e o calor começava a ser sentido. A rodada de apalpões foi interrompida por um pedido da mamãe: ela queria mais champanhe. Serviram uma taça cheia até a borda, e ela, rindo, disse: "Gente!!! Vocês querem me embebedar?". Todos rimos sem dizer nada, e continuamos dançando com ela, mas agora mais de boa, não tinha mais tanto apalpão descarado, era mais um amasso da dança em si.

Terminada a garrafa de champanhe, mamãe pediu para ir ao banheiro, e enquanto ia, disse para o Nico baixar um pouco as luzes, o que ele fez, ficando só uma lâmpada acesa e a luz do corredor. A mamãe deve ter demorado uns 10 minutos no banheiro, que nos pareceram uma eternidade, e já estávamos ficando nervosos, mas quando a vimos sair, quase morremos, eu incluso, porque não esperava por aquilo.
Ela apareceu vestida com um body de renda colado ao corpo, luvas e botas altas, que junto com a máscara faziam o conjunto ficar perfeito.
Ela se apoiou na parede numa pose sexy e disse: "O que acham, meninos? Gostaram?"
Dá pra ouvir a voz dos quatro falando "uffff", "tremenda", "que mulherão" etc etc, e eu falei: "Mostra como fica de costas". Ela, sorrindo, se virou, apoiou as mãos na parede e empinou a bunda o máximo que pôde.

Essa pose foi tremenda, vê-la empinando a bunda pra plateia, e ainda com aquele body que dividia literalmente aquele traseiro enorme no meio era alucinante, era algo sublime e a gente deixou bem claro com todo tipo de elogio, até que um disse: "Tá tremenda, mamita". Ela se virou na hora e perguntou quem tinha falado isso. Um dos caras, meio receoso, disse que tinha sido ele e já pediu desculpas, achando que ela não tinha gostado do comentário, mas longe de ficar brava, a mamãe se aproximou, ficou na frente dele e disse: "Quer que eu seja sua mamita, bebê?" enquanto acariciava suavemente o rosto dele. Ele só conseguiu dizer: "Sim, o que você quiser, linda", mas ela insistiu, parecia que aquele comentário tinha acendido ela, e falou: "O que você quer que sua mamita faça?". O cara ou não tava entendendo bem o jogo dela, ou não tava tão a fim daquele clima, sei lá, mas ele continuou meio evitando a pergunta dela, aí eu agarrei ela e falei: "Eu quero que mamita chupe bem o meu pau".

Ela sorriu e quase imediatamente se ajoelhou na minha frente, baixou minha calça e, sem mais delongas, começou a me fazer um boquete incrível. Eu comecei a gemer e continuei incentivando ela e os outros a chamarem ela de mamita... "Vai, mamita, engole ele todinho como você sabe".
Ela não só obedeceu, como antes de fazer disse: "Mamita vai fazer o que vocês quiserem". Enquanto ela engolia meu pau todinho, os outros já tinham tirado as calças e estavam se masturbando e se deliciando com o boquete que ela tava me dando.
Eu interrompi e falei: "Mamita, acho que eles também querem um boquete". Ela Ele olhou para eles e disse: "se disserem a senha 'mamita', ela faz o que vocês quiserem".

Nico foi o primeiro, se aproximou, virou a cabeça dela para si e quase enfiando o pau à força na boca dela, disse: "vai, mamita, chupa bem esse pau". Ela obedeceu, claro, e começou a chupar gostoso, só largava o pau dele para pegar o meu, até que, poucos instantes depois, os quatro paus estavam rodeando o rosto da mamãe ao grito de "chupa, mamita".

Ela, como podia, distribuía a boca um pouco para cada um e, entre uma chupada e outra, continuava alimentando o tesão: "gostam de como a mamita chupa?" "gostam da boquinha da mamãe?" "mamita vai tirar todo o leitinho de vocês".

Já estávamos os quatro com muito tesão e dizíamos barbaridades: "isso, mamita, chupa, chupa" "que putinha que a mamita virou" "como a mamita chupa bem" entre outras.

A coisa já estava descontrolada, mamãe estava com o batom borrado, a boca brilhante de tanto chupar pau e os peitos ao ar e vermelhos de tanto serem apalpados. Já no limite, eu disse: "vou te comer, mamita, não aguento mais". Ela disse que sim, mas que primeiro queria que chupássemos a boceta, então a ajudamos a se levantar e ela ficou quase de quatro no sofá.

Pediu que Nico fosse o primeiro e assim aconteceu, ele se posicionou atrás dela, puxou o body e enterrou o rosto na vagina da mamãe. O maluco comia a boceta dela com fúria e só saía dali para respirar e dizer: "que gostosa você está, mamita". Por razões óbvias, as lambidas não iam só para a vagina dela, mas também comíamos o cu dela com vontade, coisa que ela celebrava com gemidos altos.

Ninguém aguentava mais, todos queríamos foder, estávamos com muito tesão, nos revezando na virilha dela ou na boca para que ela chupasse vários ao mesmo tempo, até que ela disse: "mamita quer que a foda com força". Quase imediatamente, um dos caras que estava chupando a boceta e o cu dela se levantou, apontou o pau e enfiou de uma vez na vagina da mamãe, Ela soltou um gemido longo de prazer.

O cara estava agarrado nas nádegas dela, metendo com vontade e dizendo "assim que você gosta, mamita", "você gosta do meu pau, sua putinha". Ela respondia como podia, sempre dizendo que sim e pedindo mais. O maluco a gente teve que tirar quase na força porque ele não queria dar a vez pros outros, e embora no início não quisesse liberar o lugar, logo entrou na razão e pediu desculpas, dizendo que tinha se empolgado.

Todos fomos passando na mamãe, cada um a comia um pouco e ela não parava de gemer e ter orgasmo atrás de orgasmo, e não era pra menos: tinha 4 picas se revezando pra meter nela com vontade e sem parar um segundo.

Eu aproveitei pra mandar uma mensagem pro papai perguntando se ele queria ver como a gente estava arrebentando a esposa dele, e claro que ele respondeu que sim. Aí avisei pros outros que ia fazer a chamada de vídeo, que só ia aparecer o rosto dela e que ninguém dissesse nomes. Todos toparam, e diferente de quando eu tinha sugerido a ideia da videochamada no começo e eles não tinham gostado, agora estavam ansiosos e com vontade que eu ligasse pro corno ver como estavam comendo a mulher dele.

Todos ficamos quietos, apontei a câmera só pro rosto da mamãe e liguei. Quando o papai atendeu, a primeira coisa que ele viu foi o rosto dela, todo desarrumado, com o batom borrado, e ela disse: "Corno, estão me partindo ao meio e eu tô adorando, olha". Aí me afastei um pouco e foquei a mamãe de quatro no sofá, sendo brutalmente penetrada pelo Nico. Ela gemia que nem louca enquanto Nico a comia com vontade. Assim foram passando um a um — eu, claro, não, primeiro porque estava com a câmera e também não queria que ele reconhecesse meu corpo.

Eu via a mamãe sendo comida pra valer por 3 caras e na tela via o papai se masturbando como um descontrolado vendo aquilo. A coisa não continuou muito mais até que um não aguentou mais e encheu a mamãe de porra, liberando o lugar pros outros fazerem o mesmo. Dois gozaram dentro e o O terceiro tirou e gozou nas costas dela. Eu fui até a cara da mamãe, que já dava pra ver que estava um pouco cansada, e enfiei meu pau na boca dela enquanto continuava filmando. Ela entendeu e começou a me chupar até tirar minha porra, que obviamente ela engoliu sob o olhar atento do papai.

Com as bolas vazias, cortei a chamada e mandei mensagem dizendo que ligava de novo mais tarde, que ficasse atento.
A gente se jogou tudo pra descansar, tinha sido uma foda frenética e cansativa, principalmente pra mamãe que aguentou quatro caras metendo com força por um tempão. Ela ficou quase deitada no sofá onde a gente tinha comido ela, com as pernas entreabertas e escorrendo porra pra caralho.

Sentado na mesa, eu tinha uma vista perfeita de todo mundo no quarto, e dava pra ver a cara de felicidade dos caras e principalmente da mamãe, ela tava contente e sorridente.

Passado um tempinho e depois de respirar um pouco, um dos caras fala: "Mamãe, você aguenta um segundo round?" Ela não ficou atrás e respondeu: "Claro, o que vocês têm pra oferecer pra mamãe agora?" disse com voz de puta no cio. Eu, que conheço os vícios da mamãe, imaginei o que ela queria, mas ninguém ia ter coragem de falar, então meti o bedelho e disse: "Agora a gente vai fazer o cu da mamãe e uma boa dupla penetração, topa?" Ela só disse "UFFFF" como sinal de aprovação e o grito de comemoração foi geral.

Os caras já se levantaram pra continuar o serviço, mas mamãe os segurou: "Calma, rapaziada, tranquilos que a noite é longa. Vamos pro quarto que é mais confortável, se vocês toparem". Óbvio que ninguém recusou e se aproximaram pra "ajudar" ela a levantar. Enquanto "acompanhavam" ela pro quarto, iam dando umas belas apalpadas e ela pediu pra gente esperar na cama, que ela ia ao banheiro se refrescar.

Ela demorou uns 10 ou 15 minutos até a mamãe aparecer em cena de novo. Agora ela estava "arrumada" de novo, tinha pintado os lábios, arrumado o cabelo, acho que se lavou um pouco, mas nem parecia muito. Ela não estava nem aí se os caras estavam a fim, ela queria ficar novinha em folha de novo.

Ela olhou para nós quatro e disse para um: "O que você ainda está fazendo de cueca? Tira isso, bebê, e sentem um do lado do outro na cama."

Nós obedecemos, e ela foi se aproximando bem devagar até chegar perto da gente. Ela se agachou na minha frente e começou a me chupar com vontade, mas suave. Ficou um tempinho com cada um, deixando nossos paus bem duros. As frases que ela soltava eram um tesão e só faziam a gente ficar mais excitado (exatamente o que ela queria). O tempo todo ela dizia: "Que paus gostosos", "Quero todos no meu cuzinho", "Vou tirar todo o leitinho de vocês". Era demais ouvir ela elogiando cada pau que chupava.

Terminada a rodada de boquetes, ela disse para o Nico que queria que ele preparasse a bunda dela e perguntou se ele sabia como fazer (ela viu que ele estava meio em dúvida, né). Ele disse que sim, mas mesmo assim, mamãe foi orientando ele no que fazer.

Primeiro, ela ficou de quatro na cama e disse para ele começar chupando a bunda. Nico, desesperado, começou a comer o cu dela como um louco, e mamãe gemeu cada vez mais alto com a gente olhando atentamente. Depois de um tempo, ela disse para ele começar a meter um dedo, devagar, e ela iria pedindo mais. Foi assim até ele ter três dedos enfiados no cu.

Nessa altura, já estávamos todos um pouco impacientes, e ela percebeu. Então, ela disse para o Nico experimentar. Eles se posicionaram, e Nico começou a passar o pau no cu dela, enquanto mamãe gemia que nem uma gata. Ele perguntou: "Meto, mamãe?" e ela, visivelmente excitada com essas palavras, respondeu: "Faz o cuzinho de mamãe, por favor". O tesão estava absurdo, e Nico fez um pouco de pressão, sem exagerar, e o cu dela começou a engolir o pau do meu amigo.

Ele foi indo devagar, com medo de machucar, eu acho, mas mamãe já passou por várias guerras e começou a agitar: "Vai, arromba a bunda de mamãe, vai com força, destrói meu cuzinho". Nico começou a se soltar e, agarrando forte nas nádegas dela, começou a meter com Forte e fundo.
Ela continuou rebolando e dizia "mmmm isso, assim, me arromba a bunda, vai, faz a bunda da mamãe". Nessa altura, quem estava olhando já estava ficando descontrolado, me coloquei na frente da mamãe e disse "chupa, mamãe, vai" e enfiei o pau na boca dela.

Agora ela já não conseguia dizer nada além de gemer e se entregar para nós. O Nico estava dando uma enrabada feroz e profunda enquanto dava tapas na bunda e curtia o cu da mamãe. Deixei meu lugar para outro cara que logo enfiou o pau na boca dela, e eu disse ao Nico para me dar o lugar dele no cu da mamãe.
Assim fomos nos revezando, um tempo cada um na boca da mamãe e depois no seu cu, que já não oferecia resistência nenhuma, estava bem aberto de tanto pau.

"Bom, mamãe, chegou a hora do duplo, você aguenta?" perguntei, e ela, entre gemidos, respondeu que sim. Acomodei os caras, eu tinha que fazer a videochamada para o papai, então não participei. Um deitou de costas e a mamãe montou nele, o outro posicionou o pau na boca da mamãe, e o Nico se ajeitou para enfiar no cu dela.
Cada um fez sua parte e, em poucos segundos, a mamãe já estava com três paus ao mesmo tempo, todos os seus buracos estavam sendo comidos, e chegou a hora da videochamada.

Mal o papai atendeu e eu vi seu rosto, percebi o prazer que ele sentiu ao se deparar com aquela imagem da esposa sendo fodida por todos os lados. Sem que eu esperasse, o Nico soltou uma frase que desencadeou a loucura: "Olha, corno, como a gente fode sua esposa" e começou a meter com fúria no cu da mamãe, que, como podia, pedia mais e mais.

A mamãe gemía e gritava como uma louca, dava para ver que ela estava tendo orgasmos violentos e seguidos, e pedia mais. Os caras continuavam super excitados e zoavam o papai, dizendo: "Olha como a gente come sua esposa, corno", "É disso que essa puta precisa, bons paus, não igual o seu", "Vamos devolvê-la com o cu arrombado de tanto cornear", até o Nico me dizia para me aproximar e focar em como ele estava penetrando o cu da mamãe, coisa que fiz, claro.
O papai parecia... hipnotizado vendo como enfiavam a esposa dele, e ao fundo dava pra ouvir ela gemendo e pedindo mais.

O filho da puta do Nico tirava o pau por completo pra mostrar o quanto o cu da mamãe tava aberto e enfiava de novo com tudo, enquanto perguntava se ela queria mais rola, e ela gritava que sim. A dupla penetração não durou muito mais porque queriam trocar de posição, era óbvio que todo mundo queria comer o cu da mamãe, então deitaram ela e começaram a se revezar pra arrombar o cu dela um pouco cada um, em posições diferentes.

De quatro, pernas pro alto, de ladinho, tudo valia, não importava como a mamãe ficava na cama, algum pau entrava no cu dela com certeza, tava tudo descontrolado e me pareceu que a mamãe tava um pouco cansada, então pedi pra deixarem ela descansar, mas poucos segundos depois de pararem de sodomizar ela, a vadia começou a dizer "quero rola, quero rola". Pensei, foda-se, coloquei ela de quatro como deu e enfiei o pau até o fundo enquanto falava "quer rola, puta? Toma rola então". Ela gemeu aprovando e de novo começamos a nos alternar, cada um um tempinho no cu da mamãe.

Já tava uma zona total, sem ordem nem coordenação, era só se revezar pra saciar aquele instinto de arrombar o cu da mamãe, ajudado pelos gemidos e pedidos dela que só deixavam os caras mais descontrolados.

Perguntei onde ela queria a porra, se no cu ou se queria tomar a de todos os quatro, e ela respondeu "onde vocês quiserem". Olhei pros caras e perguntei "o que as putas boas fazem com a porra?" De forma unânime, todos disseram "tomam tudo". Segurando o rosto da mamãe, falei "então tá, mamãe, já ouviu, não pode cair uma gota". Ela abriu a boca em resposta e eu disse "beleza, rapaziada, quem vai primeiro?" Nico foi o primeiro a se posicionar e oferecer o pau, dizendo "vai, puta, toma essa porra". Ela começou a chupar e pouco depois Nico encheu a boca dela de porra, que a mamãe, claro, engoliu com vontade. Passou o segundo e ele também Enchi a boca dela de porra e, quando ela tava no terceiro boquete, eu me coloquei atrás e comecei a meter, dizendo: "Você não vai sair com o cu vazio, não, mamãe". Ela não falou nada, só continuou chupando o último cara, e nós gozamos quase ao mesmo tempo – ele na boca dela e eu no seu cu.

Agora sim dava pra ver que mamãe tava cansada, e era verdade. Ela tinha levado uma foda intensa – foram umas duas horas com quatro caras metendo sem parar, por todos os lados.

Terminado o serviço, mamãe deitou de costas, com as pernas abertas e flexionadas, descansando. Mesmo tentando engolir toda a porra dos três caras, não conseguiu – a boca e os lábios estavam melados de gozo, e o cu, tão aberto que a gente deixou, deixava escorrer fios de porra sem resistência nenhuma.

Os caras foram pra sala tomar alguma coisa, fumar um cigarro, conversar… sei lá. Eu fiquei com mamãe e perguntei se ela tava bem, depois da foda desenfreada que levou. Ela, sorrindo, disse que sim. Dava pra ver que ela tava feliz – era óbvio que precisava de uma surra de rola como aquela e que aguentava bem vários homens juntos.

Depois de um tempo, perguntei se ela queria ir embora, mas a resposta me surpreendeu.

Um pouco desconcertada, ela disse: "O quê? Já acabou a festa?!?!"

Eu não acreditei. Mamãe, mesmo depois de mais de duas horas apanhando de quatro homens, queria mais. Não sabia o que dizer e soltei um simples: "Sei lá, você quer continuar?" Ela, rindo, respondeu: "Bom… mais um tempinho eu gostaria, mas antes quero tomar alguma coisa e descansar, se você achar bom".

Respondi que não tinha problema, acompanhei ela até o banheiro e fui me reunir com os caras na sala. Contei a intenção dela, e eles não acreditaram que ela queria mais – mas, claro, não recusaram e pediram a mesma coisa: descansar um pouco.

Devemos ter ficado mais de meia hora falando besteira, tomando umas e descansando, até que… Ela queria continuar, mas dessa vez um por um, não queria todos juntos. Aceitamos a proposta dela e ela disse que iria para o quarto, que o primeiro podia ir quando quisesse. Em silêncio acompanhamos com o olhar enquanto ela se afastava e depois tivemos que decidir a ordem, então resolvemos tirar cartas e o número mais alto começava, e assim por diante.

Um dos caras que eu não conhecia tirou primeiro, eu fiquei em segundo, Nico em terceiro e o outro em quarto.

Passaram uns 10 minutos e fui checar o que estava acontecendo, só por precaução. Espiei e a mamãe estava de quatro, sendo penetrada por trás, não sei se no cu ou na buceta, mas ele estava metendo com vontade enquanto filmava com o celular como ele a comia. Mamãe estava gemendo gostoso, então não me preocupei e voltei para os outros.

Passou mais um tempo e o cara apareceu tranquilo e disse "pronto, pode passar o próximo". Eu fui para o quarto e mamãe me recebeu, dizendo "oi, bebê, o que você quer que mamãe faça?".

Eu disse "começa com um bom boquete, depois a gente vê". Ela sorrindo me fez deitar na cama e começou a me chupar muito bem. No meio do boquete fui perguntando o que o primeiro tinha feito e ela disse "o que você acha que ele fez?". A resposta lógica foi "o cu", ao que ela rindo disse "óbvio". Comentei que ele estava tirando fotos, se ela sabia e ela disse que sim, que ela tinha permitido e que não eram fotos, era um vídeo.

Já bem excitado, disse para ela montar em mim e tirar meu leite, e quando ela perguntou por onde eu queria, disse que era por onde ela mais gostasse. Acho que ela não pensou muito, subiu em cima de mim, pegou meu pau e, se deixando cair, enfiou no cu e começou a cavalgar.

Não houve muita conversa além do clássico "gosta no cu, mamãe?", "vai, tira meu leite" etc, e depois de um tempo gozei o que tinha bem dentro do cu dela. Ela disse para chamar o próximo e me despediu com um beijo. A putinha estava jogando na prostituta ou algo assim.
O próximo foi o Nico, que ficou cerca de meia hora com a mamãe e, por último, o que faltava, que deve ter demorado mais ou menos o mesmo tempo.

Depois que todos passaram de novo pelo corpo da mamãe, ela se trocou, não quis tomar banho, e fomos para casa. No caminho, fui perguntando algumas coisas sobre essa última rodada, por exemplo, por onde a tinham comido, e, embora tenha sido por todos os lados, todos dedicaram mais tempo ao seu cu e todos tinham gozado lá. Eu disse, rindo: "é que sua bunda desperta paixões, mamãe". Ela ria e concordava comigo e me disse algo que me surpreendeu: "agora ainda falta mais uma volta no meu bum-bum". Eu a olhei um pouco confuso, a primeira coisa que pensei foi que outra transa já não dava para aguentar, mas ela logo me esclareceu que agora era a vez do papai quando chegássemos em casa.

Eu não conseguia acreditar e disse:
Eu: você quer continuar transando?
Mamãe: nãooooo, mas coitado, ele me viu a noite toda com outros, tenho que dar algum prêmio a ele. Além disso, por que você acha que não tomei banho? hahaha
Eu: nãoooo, tá me zoando que você leva a porra pro papai?!?!?!
Mamãe: bem, levo um pouco, a maior parte ficou na cama do seu amiguinho.

Já estávamos quase chegando e ela me disse para deixá-la na esquina, esperar um pouco e entrar em casa sem fazer barulho, que, se tivesse sorte e o papai não gozasse em 5 minutos, eu iria ouvi-los transando enquanto ela contava. Pensei comigo: "que perversa ela se mostrou", mas não disse nada e obedeci, só disse: "faz ele segurar, quero ouvir como você finge os orgasmos". Ela, rindo, disse: "não seja invejoso, ou quer que depois eu passe no seu quarto?" Não respondi nada.

Deixei-a na esquina como ela pediu e esperei até que ela entrasse em casa. Enquanto a via andando, dava para notar a calça toda molhada atrás, era evidente que ela estava escorrendo porra e andava meio devagar, como dava, suponho, depois de ter levado tanto no cu.
Cinco minutos depois, entrei sem fazer barulho. Ao passar pelo quarto deles, dava para Eu ouvia a mamãe gemer enquanto ela contava como tinham fodido ela a noite toda e o papai safado respondia que ela era a maior puta do mundo e coisas assim.

Acho que o papai nem percebeu que eu tinha voltado, porque do meu quarto nunca tinha ouvido eles transando, mas dessa vez eu ouvi tudo, estavam aos gritos. A situação tinha me deixado excitado de novo, ouvir ela gemer e o papai dizendo que a gente tinha destruído o cu dela era demais, mas o que mais me deixou com tesão foi quando ele aos berros disse "que delícia tá o leite dos seus machos, puta". O grande corno de merda devia estar chupando o cu cheio de porra dela e ainda gostava.

Nessa altura eu já estava de pau duro de novo e pensei em entrar lá e que se foda tudo, mas por sorte reagi e mandei uma mensagem dizendo "quando terminar com o corno vem pra cozinha que preciso de um boquete urgente, mamãe". Sem fazer barulho, esperei um tempo na cozinha.

Quando eu já estava quase voltando a dormir, ela finalmente apareceu.

Mamãe: O que você tá fazendo?!?! Vai dormir

Eu: Não, quero um boquete, vai

Eu tirei meu pau e comecei a balançar pra ela chupar, mas ela dizia que não e que o papai podia aparecer. Não liguei pra nada e agarrei a nuca dela, fiz ela se ajoelhar na minha frente e comecei a foder a boca dela furiosamente. Ela não podia falar muito, se levantasse a voz o papai ia descobrir, então ela optou por me fazer gozar o mais rápido possível, o que não foi difícil também, e eu gozei pela quarta vez na noite, dessa vez na boca dela.

Tratando ela como uma puta, bati algumas vezes com meu pau na cara dela e disse "agora leva pro corno, puta". Deixei ela ajoelhada ali e fui dormir placidamente.

4 comentários - Le hice el culo a mi mama 10 - enfiestada