Provei com minha língua a base dos ovos grandes e maduros do meu tio de 46 anos, uma cópia do meu pai, mas com um shape melhor.
Quando minha boca começa a subir pela base do tronco, com meus lábios molhados e minha língua saboreando cada centímetro, o telefone do meu tio toca.
Era minha mãe, ligando sem parar, a ponto do meu tio atender.
Ela estava no portão da casa, tinha pegado um táxi porque não queria me deixar sozinha.
Em alguns minutos, meu tio veste a cueca e a calça de novo enquanto desce as escadas.
Eu tiro o vestido vermelho e pego uma camiseta que usava na piscina.
Quando meu tio abre a porta pra receber minha mãe, nós dois nos encontramos lá embaixo.
Meu tio ajuda ela com a mala de roupas pra passar uns dias.
Ele está descalço, só de calça, com o torso nu.
Eu estou de camiseta e a calcinha fio dental vermelha, faço um esforço pra esticar a camiseta e cobrir mais, mas mal esconde minha bunda.
Minha mãe vai dormir comigo na cama do tio. No quarto, ela me diz:
"Você devia ter pedido um moletom pro tio, não pode andar vestida assim na frente dele."
Se ela soubesse o que interrompeu, morreria.
E ainda faz comentários sobre a maquiagem, diz que se eu uso maquiagem, tenho que tirar pra dormir porque senão vou manchar a cama do meu tio. Vou reclamando feito uma adolescente pro banheiro e percebo que meu batom borrou. Claramente, por onde minha boca passou, fez o batom escorrer.
Mas pra minha mãe, é só um descuido de não ter tirado a maquiagem pra dormir.
De manhã, num descuido, fico com a camiseta levantada e minha mãe acordada me pergunta de onde eu tinha tirado aquela calcinha fio dental vermelha minúscula.
Expliquei que era de uma ex-namorada do tio, que era nova, etc.
Ela me chamou de puta, disse que aquela roupa não era de uma garota decente e de boa família. Tudo isso enquanto procurava no bolso uma calcinha minha, tira uma calcinha comum rosa com uma florzinha na frente e joga na minha cama, mandando eu trocar.
Descemos pra tomar café da manhã com um jogging e uma regata.
Tô com vergonha de olhar na cara do meu tio. Ele age como se nada tivesse acontecido na noite anterior.
Passamos os dois dias mais chatos da minha vida, eu tomava sol e entrava na piscina com a minha mãe, que ficava de biquíni inteiro mandando áudios pras irmãs e amigas dela.
Meu tio aparecia de vez em quando, mas quase não ficava com a gente. Dizia que tinha que trabalhar. Só estávamos juntos na hora das refeições.
Cansei dessa monotonia toda, falei pra minha mãe que queria ir embora. E ela disse que tava adorando, que queria ficar mais uns dias.
Meu pai arrumou o carro e veio nos buscar depois dos meus chiliques de adolescente.
Peguei umas roupas novas escondido, com a minha mãe reclamando. A única coisa que ela não deixou eu levar foi a roupa íntima.
Voltei sem falar com ela a viagem inteira, como é que eu ia usar aqueles vestidos fininhos e sexy com aquelas calcinhas de algodão enormes?
Quando cheguei em casa, recebi um convite pra uma festa. Já tinha quase tudo na cabeça do que ia vestir, menos a roupa íntima.
Peguei o número do meu tio, que tava salvo no celular do meu pai.
Falei pra ele não contar nada, que precisava de roupa íntima, mas em segredo.
Meu plano era ir buscar na casa dele e depois seguir pra festa. Mas é muito longe e eu não tenho carro nem quem me leve.
Ele disse que não podia vir até onde eu moro porque tinha reuniões, mas que pagaria um Uber pra mim até a casa dele.
Chegou o dia da festa e minha mãe me proibiu de ir com o vestido vermelho e os saltos, me chamou de puta de novo. Depois de gritos e choro, acabei indo com uma calça jeans branca e um top, e claro, uma calcinha de algodão rosa.
Meu pai me deixou na casa onde seria a festa. Lá, só me restava esperar o Uber que meu tio pediu.
Me senti meio mal por mentir pros meus pais, mas tava cansada de ser tratada como criança, sendo que já sou maior de idade.
Cheguei na casa do meu tio e lá estava ele, com uma camisa polo justa e uma calça bege.
Cumprimentei ele rápido e fui direto pro Quarto.
Escolho e experimento todo tipo de roupa e também de lingerie.
Finalmente fico com uma saia curta na altura do quadril, branca. E uma regatinha colada ao corpo com decote pronunciado, dourada.
A calcinha fio-dental é de renda com transparências, branca, com umas tirinhas nas laterais.
Nisso, bate na porta do quarto meu tio. Ele entra e me mostra onde estão os perfumes da ex dele.
Fico louca com os aromas, todos caros e finos.
Experimento o que acho mais gostoso e pergunto se ele gosta.
Ele se aproxima do meu pescoço e sinto a respiração dele. Eu começo a ficar agitada igual na outra noite.
Ele beija meu pescoço delicadamente, segura meu rosto com a mão e abre minha boca com o polegar maduro dele.
Instintivamente fecho os olhos e deixo o polegar dele entrar na minha boca, meus lábios dão boas-vindas, mas o alvo é minha língua.
Meu tio é uma cabeça mais alto que eu, então ele consegue ver bem como eu arqueio a cabeça pra receber o polegar dele.
Com a outra mão, ele envolve minha cintura nua, me empurrando contra o corpo dele.
Minhas mãos descansam nos braços dele, meus peitos tocam a parte superior da barriga dele, sinto o pau duro dele fazendo pressão na minha barriga, mesmo através da calça.
Sinto o polegar dele sair da minha boca, que fica aberta. Nesse instante, meu tio aproveita pra meter a língua dele dentro da minha boca de adolescente.
Nossas línguas brincam, e eu quero que ele não pare de me beijar. A mão livre dele desce até meus peitinhos. Com aquela regata decotada e solta, não é difícil pra ele meter a mão dentro do decote e alcançar meus seios brancos.
Os dedos dele encontram meus mamilos rosados, e isso causa uma eletricidade no meu corpo.
Minha perna sobe igual a dos apaixonados, mas é o reflexo de uma mulher que está sendo estimulada sexualmente, e o sexo tenta espalhar o prazer pelo corpo todo.
Minhas mãos deslizam por baixo da camiseta dele, arranhando os abdominais e subindo pra levantar a camiseta.
Ele começa a me empurrar, me levando contra uma parede. Ao minhas costas chegam ao destino, ela tira a camiseta e me beija de novo apaixonadamente, uma mão nos meus peitos e a outra vai pra minha perna, procurando o fim da minha saia branca curta.
Quando encontra esse fim, a mão dela entra por dentro, tocando as duas partes internas das minhas coxas. No meio do beijo, escapa um gemido meu.
Ela continua subindo e os dedos tocam o tecido suave e transparente da microtanga branca.
Através dela, ela se propõe a me estimular e faz isso com maestria. Não consigo mais beijá-la, preciso de bocadas de ar. Minhas mãos vão por debaixo dos braços dela, tentando me segurar nas costas dela, e me dá vontade de morder o ombro dela.
Os dedos dela afastam a tanga e tocam meus lábios vaginais jovens. Eles estão encharcados, o cheiro de sexo começa a inundar o quarto.
Ela brinca por vários minutos, curtindo que eu não consigo parar de ofegar e suspirar forte. Nunca tinha sentido nada igual.
De repente, ela enfia dois dedos dentro de mim, abro os olhos arregalados, não acredito no que tá rolando. Meu tio, o irmão gêmeo do meu pai, tá masturbando a sobrinha de 18 anos.
Ele tira e enfia de novo, e eu solto um grito de prazer que ecoou pela casa toda. Me seguro na parede, mas minhas pernas tremem. Meu tio não para de enfiar e tirar com suavidade os dedos grandes e maduros da minha buceta.
Minhas pernas fraquejam e acabo deslizando pro chão, meu tio em nenhum momento tira os dedos de dentro de mim. Ele me acompanha até embaixo.
Minhas pernas estão abertas, minha tanga corrida, eu sentada apoiada na parede. Meu tio na minha frente enfiando e tirando os dedos, e eu ofegando, molhada.
Ele me agarra pelo pescoço e tira os dedos da minha vulva. Eles saem molhados com meu fluido, e ele me mostra como leva à boca dele. Meu tio tava provando o que tinha provocado em mim.
Depois, ele enfia de novo e, ao tirar, leva os dedos à minha boca. Nunca teria levado aquilo à boca, mas tava tão excitada que, mal tocaram meus lábios, recebi de boa.
Senti meus próprios sucos, aquele sabor agridoce e ácido. Me estimulou muito mais. Meus mamilos ficaram mais duros.
Ali naquela posição, meu tio se levanta e abaixa a calça e a cueca.
De novo eu via aquela monstruosidade.
Ele não me deixou levantar, assim como eu estava sentada, colocou a glande nos meus lábios.
Quando tentei pegar com a mão, ele disse: sem mãos.
Então só minha boca ia estimular, eu abri, deixei entrar. Era enorme, tava quente, tinha aquele cheiro de homem.
Ele meteu e eu chupei, minha língua rodeou. Tentei enfiar até o fundo da garganta, deu ânsia, mas continuei.
Minhas mãos estavam no chão, só pra me apoiar e não cair, minhas pernas meio dobradas mas abertas, uma mão dele no meu cabelo e na minha nuca guiando.
A rímel escorreu, o suor fez o dele com a base. O batom vermelho tava espalhado no pau dele.
A saliva escorria pelo tronco até as bolas.
Eu via o abdômen perfeito e maduro dele, aquela pele que já não é lisa, contrastando com minha pele macia, sem rugas.
Depois de longos minutos, ele termina explodindo minha boca com o leite quente dele. Eram tantas sacudidas que iam até minha garganta e escorriam pelo canto da boca, caindo no meu corpo, nos meus peitos e nas minhas pernas.
Aí ele tira o pau da minha boca, me obrigando a deixar limpa. Depois solta minha cabeça.
E vem um momento de relaxamento tão grande que tenho que deitar no chão, tentando recuperar o ar e as forças.
A cena sou eu jogada no carpete com a saia levantada e a calcinha fio dental molhada e de lado. Minha cara suada com maquiagem borrada, cabelo bagunçado. Dá pra ver um peito por causa do movimento e da blusa decotada que deslizou.
Tem gozo na minha cara, nos meus peitos, na minha perna.
Meu tio se veste e me fala pra me arrumar que vai pedir o Uber pra eu ir embora.
Continua...
Quando minha boca começa a subir pela base do tronco, com meus lábios molhados e minha língua saboreando cada centímetro, o telefone do meu tio toca.
Era minha mãe, ligando sem parar, a ponto do meu tio atender.
Ela estava no portão da casa, tinha pegado um táxi porque não queria me deixar sozinha.
Em alguns minutos, meu tio veste a cueca e a calça de novo enquanto desce as escadas.
Eu tiro o vestido vermelho e pego uma camiseta que usava na piscina.
Quando meu tio abre a porta pra receber minha mãe, nós dois nos encontramos lá embaixo.
Meu tio ajuda ela com a mala de roupas pra passar uns dias.
Ele está descalço, só de calça, com o torso nu.
Eu estou de camiseta e a calcinha fio dental vermelha, faço um esforço pra esticar a camiseta e cobrir mais, mas mal esconde minha bunda.
Minha mãe vai dormir comigo na cama do tio. No quarto, ela me diz:
"Você devia ter pedido um moletom pro tio, não pode andar vestida assim na frente dele."
Se ela soubesse o que interrompeu, morreria.
E ainda faz comentários sobre a maquiagem, diz que se eu uso maquiagem, tenho que tirar pra dormir porque senão vou manchar a cama do meu tio. Vou reclamando feito uma adolescente pro banheiro e percebo que meu batom borrou. Claramente, por onde minha boca passou, fez o batom escorrer.
Mas pra minha mãe, é só um descuido de não ter tirado a maquiagem pra dormir.
De manhã, num descuido, fico com a camiseta levantada e minha mãe acordada me pergunta de onde eu tinha tirado aquela calcinha fio dental vermelha minúscula.
Expliquei que era de uma ex-namorada do tio, que era nova, etc.
Ela me chamou de puta, disse que aquela roupa não era de uma garota decente e de boa família. Tudo isso enquanto procurava no bolso uma calcinha minha, tira uma calcinha comum rosa com uma florzinha na frente e joga na minha cama, mandando eu trocar.
Descemos pra tomar café da manhã com um jogging e uma regata.
Tô com vergonha de olhar na cara do meu tio. Ele age como se nada tivesse acontecido na noite anterior.
Passamos os dois dias mais chatos da minha vida, eu tomava sol e entrava na piscina com a minha mãe, que ficava de biquíni inteiro mandando áudios pras irmãs e amigas dela.
Meu tio aparecia de vez em quando, mas quase não ficava com a gente. Dizia que tinha que trabalhar. Só estávamos juntos na hora das refeições.
Cansei dessa monotonia toda, falei pra minha mãe que queria ir embora. E ela disse que tava adorando, que queria ficar mais uns dias.
Meu pai arrumou o carro e veio nos buscar depois dos meus chiliques de adolescente.
Peguei umas roupas novas escondido, com a minha mãe reclamando. A única coisa que ela não deixou eu levar foi a roupa íntima.
Voltei sem falar com ela a viagem inteira, como é que eu ia usar aqueles vestidos fininhos e sexy com aquelas calcinhas de algodão enormes?
Quando cheguei em casa, recebi um convite pra uma festa. Já tinha quase tudo na cabeça do que ia vestir, menos a roupa íntima.
Peguei o número do meu tio, que tava salvo no celular do meu pai.
Falei pra ele não contar nada, que precisava de roupa íntima, mas em segredo.
Meu plano era ir buscar na casa dele e depois seguir pra festa. Mas é muito longe e eu não tenho carro nem quem me leve.
Ele disse que não podia vir até onde eu moro porque tinha reuniões, mas que pagaria um Uber pra mim até a casa dele.
Chegou o dia da festa e minha mãe me proibiu de ir com o vestido vermelho e os saltos, me chamou de puta de novo. Depois de gritos e choro, acabei indo com uma calça jeans branca e um top, e claro, uma calcinha de algodão rosa.
Meu pai me deixou na casa onde seria a festa. Lá, só me restava esperar o Uber que meu tio pediu.
Me senti meio mal por mentir pros meus pais, mas tava cansada de ser tratada como criança, sendo que já sou maior de idade.
Cheguei na casa do meu tio e lá estava ele, com uma camisa polo justa e uma calça bege.
Cumprimentei ele rápido e fui direto pro Quarto.
Escolho e experimento todo tipo de roupa e também de lingerie.
Finalmente fico com uma saia curta na altura do quadril, branca. E uma regatinha colada ao corpo com decote pronunciado, dourada.
A calcinha fio-dental é de renda com transparências, branca, com umas tirinhas nas laterais.
Nisso, bate na porta do quarto meu tio. Ele entra e me mostra onde estão os perfumes da ex dele.
Fico louca com os aromas, todos caros e finos.
Experimento o que acho mais gostoso e pergunto se ele gosta.
Ele se aproxima do meu pescoço e sinto a respiração dele. Eu começo a ficar agitada igual na outra noite.
Ele beija meu pescoço delicadamente, segura meu rosto com a mão e abre minha boca com o polegar maduro dele.
Instintivamente fecho os olhos e deixo o polegar dele entrar na minha boca, meus lábios dão boas-vindas, mas o alvo é minha língua.
Meu tio é uma cabeça mais alto que eu, então ele consegue ver bem como eu arqueio a cabeça pra receber o polegar dele.
Com a outra mão, ele envolve minha cintura nua, me empurrando contra o corpo dele.
Minhas mãos descansam nos braços dele, meus peitos tocam a parte superior da barriga dele, sinto o pau duro dele fazendo pressão na minha barriga, mesmo através da calça.
Sinto o polegar dele sair da minha boca, que fica aberta. Nesse instante, meu tio aproveita pra meter a língua dele dentro da minha boca de adolescente.
Nossas línguas brincam, e eu quero que ele não pare de me beijar. A mão livre dele desce até meus peitinhos. Com aquela regata decotada e solta, não é difícil pra ele meter a mão dentro do decote e alcançar meus seios brancos.
Os dedos dele encontram meus mamilos rosados, e isso causa uma eletricidade no meu corpo.
Minha perna sobe igual a dos apaixonados, mas é o reflexo de uma mulher que está sendo estimulada sexualmente, e o sexo tenta espalhar o prazer pelo corpo todo.
Minhas mãos deslizam por baixo da camiseta dele, arranhando os abdominais e subindo pra levantar a camiseta.
Ele começa a me empurrar, me levando contra uma parede. Ao minhas costas chegam ao destino, ela tira a camiseta e me beija de novo apaixonadamente, uma mão nos meus peitos e a outra vai pra minha perna, procurando o fim da minha saia branca curta.
Quando encontra esse fim, a mão dela entra por dentro, tocando as duas partes internas das minhas coxas. No meio do beijo, escapa um gemido meu.
Ela continua subindo e os dedos tocam o tecido suave e transparente da microtanga branca.
Através dela, ela se propõe a me estimular e faz isso com maestria. Não consigo mais beijá-la, preciso de bocadas de ar. Minhas mãos vão por debaixo dos braços dela, tentando me segurar nas costas dela, e me dá vontade de morder o ombro dela.
Os dedos dela afastam a tanga e tocam meus lábios vaginais jovens. Eles estão encharcados, o cheiro de sexo começa a inundar o quarto.
Ela brinca por vários minutos, curtindo que eu não consigo parar de ofegar e suspirar forte. Nunca tinha sentido nada igual.
De repente, ela enfia dois dedos dentro de mim, abro os olhos arregalados, não acredito no que tá rolando. Meu tio, o irmão gêmeo do meu pai, tá masturbando a sobrinha de 18 anos.
Ele tira e enfia de novo, e eu solto um grito de prazer que ecoou pela casa toda. Me seguro na parede, mas minhas pernas tremem. Meu tio não para de enfiar e tirar com suavidade os dedos grandes e maduros da minha buceta.
Minhas pernas fraquejam e acabo deslizando pro chão, meu tio em nenhum momento tira os dedos de dentro de mim. Ele me acompanha até embaixo.
Minhas pernas estão abertas, minha tanga corrida, eu sentada apoiada na parede. Meu tio na minha frente enfiando e tirando os dedos, e eu ofegando, molhada.
Ele me agarra pelo pescoço e tira os dedos da minha vulva. Eles saem molhados com meu fluido, e ele me mostra como leva à boca dele. Meu tio tava provando o que tinha provocado em mim.
Depois, ele enfia de novo e, ao tirar, leva os dedos à minha boca. Nunca teria levado aquilo à boca, mas tava tão excitada que, mal tocaram meus lábios, recebi de boa.
Senti meus próprios sucos, aquele sabor agridoce e ácido. Me estimulou muito mais. Meus mamilos ficaram mais duros.
Ali naquela posição, meu tio se levanta e abaixa a calça e a cueca.
De novo eu via aquela monstruosidade.
Ele não me deixou levantar, assim como eu estava sentada, colocou a glande nos meus lábios.
Quando tentei pegar com a mão, ele disse: sem mãos.
Então só minha boca ia estimular, eu abri, deixei entrar. Era enorme, tava quente, tinha aquele cheiro de homem.
Ele meteu e eu chupei, minha língua rodeou. Tentei enfiar até o fundo da garganta, deu ânsia, mas continuei.
Minhas mãos estavam no chão, só pra me apoiar e não cair, minhas pernas meio dobradas mas abertas, uma mão dele no meu cabelo e na minha nuca guiando.
A rímel escorreu, o suor fez o dele com a base. O batom vermelho tava espalhado no pau dele.
A saliva escorria pelo tronco até as bolas.
Eu via o abdômen perfeito e maduro dele, aquela pele que já não é lisa, contrastando com minha pele macia, sem rugas.
Depois de longos minutos, ele termina explodindo minha boca com o leite quente dele. Eram tantas sacudidas que iam até minha garganta e escorriam pelo canto da boca, caindo no meu corpo, nos meus peitos e nas minhas pernas.
Aí ele tira o pau da minha boca, me obrigando a deixar limpa. Depois solta minha cabeça.
E vem um momento de relaxamento tão grande que tenho que deitar no chão, tentando recuperar o ar e as forças.
A cena sou eu jogada no carpete com a saia levantada e a calcinha fio dental molhada e de lado. Minha cara suada com maquiagem borrada, cabelo bagunçado. Dá pra ver um peito por causa do movimento e da blusa decotada que deslizou.
Tem gozo na minha cara, nos meus peitos, na minha perna.
Meu tio se veste e me fala pra me arrumar que vai pedir o Uber pra eu ir embora.
Continua...
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