Leiam o relato anterior onde conto como terminei vestida só com uma inocente calcinha branca de algodão, esbarrando no meu tio que sai do banho.
Ele me pergunta se quero tomar um banho pra quebrar o clima e me cobre com a toalha dele pra aliviar meu constrangimento.
Vou em direção ao banheiro que fica dentro do quarto do meu tio, sem olhar pra trás. Sabendo que atrás de mim estava meu tio de 46 anos, pelado.
Fecho a porta do banheiro, tiro a toalha molhada do meu tio e, tremendo, tiro a calcinha branca de algodão.
Abro a água quente e entro pra tomar o banho necessário.
Quando termino, saio do chuveiro e percebo que não tenho toalha limpa nem roupa.
Me seco como posso com a toalha molhada do meu tio, me visto com a única peça que tinha, minha calcinha branca de algodão usada.
Abro timidamente a porta do banheiro, não tinha ninguém.
Mas imediatamente fora da porta tem uma cadeira com toalhas, umas sacolas e um bilhete.
No bilhete, meu tio escreve:
"não sei se você tinha roupa íntima limpa, te deixo essas novas que tinha comprado pra minha ex-namorada, usa a roupa que quiser do closet também, te espero lá embaixo pra jantar"
Como se estivesse com medo de um caçador, só estiquei uma mão, peguei tudo e coloquei no banheiro.
A roupa íntima era muito sexy, rendas, micro, transparente. Pra uma mulher que quer arrasar na sensualidade.
Só de ver aquela roupa, que nunca tinha usado, já me dava vergonha.
Vesti uma tanga vermelha, minúscula. Combinaria com o vestido que eu tinha experimentado.
Saí com timidez do banheiro e fui pro closet, onde descansava o lindo vestido curto vermelho colado ao corpo.
Dessa vez vou me pentear e encontro maquiagem, claramente da ex-namorada do meu tio. Ela foi embora sem levar nada? Meio estranho.
Passei a base, os lábios bem vermelhos, delineei e dei volume aos cílios.
Desci as escadas até a sala de jantar como uma princesa.
Ao chegar, meu tio estava terminando de cozinhar. E enquanto espero, ele me oferece outra taça de vinho.
Conversamos sobre Muitas coisas, do futuro principalmente, não quero parecer uma menina falando da escola. Então falo sobre o que quero estudar, como seria uma boa advogada, que usaria muito aquele computador que ele me deu e como eu valorizava aquele presente.
Ele me diz para aproveitar e estudar, ele não pôde, que teve sorte na vida, mas que na vida nem sempre as coisas acontecem como com ele, me incentiva a não sonhar acordada, mas a trabalhar duro.
Queria que meu pai tivesse falado assim comigo, pro meu pai, eu tinha que estudar de qualquer jeito porque era pra isso que eles se matavam trabalhando, ele passava isso como um peso, não como uma motivação.
Finalmente sentamos à mesa, jantamos nós dois sozinhos. Ele me diz que o vestido caía muito bem em mim, melhor do que na ex-namorada dele.
Fico vermelha, agradeço. E continuo comendo como dá.
Depois de comer, conversamos sobre tudo um pouco, sobre família, brigas, ex-namoradas e ex-namorados de cada um.
Ele me convida pra ir pra sala tomar um champanhe antes de dormir e brindar por um futuro promissor.
Brindamos, e tomamos o champanhe olhando nos olhos um do outro, como de costume.
Ele desce o olhar pelo meu corpo e me diz:
"Você não tá usando meia?"
Digo que não, com 18 anos recém-completados, não precisava delas pra notar a suavidade e a perfeição das minhas pernas adolescentes.
Depois de alguns segundos de silêncio constrangedor, decido perguntar onde eu dormiria.
Não tinha preparado o quarto de hóspedes, então me convidou pra dormir na cama dele. Meu tio dormiria no sofá.
Digo que não tinha problema em dormir no sofá, não queria incomodar, mas ele insiste.
Ele me acompanha até o quarto, subimos as escadas. De novo vou na frente, e a cada degrau o vestido vermelho curto e justo sobe um pouco mais, deixando à mostra a parte de baixo das minhas nádegas e com certeza a thong vermelha minúscula que eu estreava.
Não ia ajeitar o vestido, isso deixaria meu tio desconfortável. Não sei se ele olharia, mas a oportunidade estava ali.
Uma vez no quarto, ele me mostra como ligar. sua smart TV, o ar condicionado, o blackout, etc.
Ele pega a escova de dentes e uma toalha de mão pra levar.
A gente se despede dando boa noite, ele se aproxima e me dá um beijo estalado na bochecha, segurando meu rosto e minha cintura com as mãos.
Eu respondo dando outro beijo estalado no canto dos lábios dele, apoiando minhas mãos nos peitorais duros dele.
Aquele instante é eterno, quando a gente se separa, minhas mãos instintivamente descem um pouco abaixo do peito dele enquanto ele se afasta. Já a mão dele na cintura desliza pra baixo, tocando a parte de cima da minha bunda.
Sozinha, fico tirando dezenas de fotos que posto nos meus stories, tava num quarto espetacular, com meu vestido vermelho e uns saltos dos sonhos.
Meus stories nas redes sociais bombavam de reações. Eu tava adorando tudo aquilo.
Contava pra algumas amigas o que tava vivendo e elas falavam pra eu apresentar meu tio. Aquilo não me agradou, e meio que fiquei puta.
Nisso, percebo que quase não tenho bateria, tinha esquecido o carregador lá embaixo. Não dava pra continuar minha noite sem celular.
Decido descer, mas dessa vez sem os saltos, só com o vestido vermelho.
As luzes estão apagadas, só entra a luz da lua pela janela.
Chego onde tava meu carregador e me arrisco a olhar pro sofá onde meu tio dormia.
Ele tava só de cueca box colada, dava pra ver um volume grande que me fez corar. As pernas trabalhadas dele, os abdominais definidos apareciam clarinhos mesmo no escuro.
Meu celular no silêncio continua recebendo notificações me perguntando sobre meu tio, e também chega uma do meu ex-namorado, me chamando de puta.
Fico cheia de ódio naquele instante, não por ele me chamar de puta, mas pela cara de pau de se fazer de galã depois de todas as traições. Respondo com raiva que eu era puta, mas não pra ele.
Uma troca furiosa de perguntas e suposições em um minuto, tudo a metros do meu tio que dormia tranquilamente.
Meu namorado termina me dizendo que eu terminei porque ela era uma menininha e que eu não dava o que um homem queria, coisa que uma das minhas amigas deu pra ele. Depois disso, ele me manda uma foto que tinha tirado deles na cama.
Eu me machuquei e quase gritei na hora, mas me segurei.
Puto da vida, vou até meu tio e abaixo as alças do vestido pra deixar meus peitos nus. Me agacho bem perto da cueca dele e do volume, e tiro uma selfie de um jeito que parecia que eu tava "pelada" do lado de um homem bem definido com um belo volume naquela mesma noite.
Essa selfie foi na hora pro meu ex-namorado, mas deu uma merda. Saiu com flash.
Isso acordou meu tio, e ele me encontrou me virando, deixando meus peitos à vista dele com o vestido ainda vestido e a centímetros do volume dele.
Levanto e, nervosa, saio correndo sem falar nada até o quarto.
O pânico me domina, até tropeço nas escadas e quase caio na subida.
Fecho a porta do quarto e me meto na cama, subindo as alças do vestido e me cobrindo com os lençóis até a cabeça.
Desabo a chorar, tinha feito uma burrice, tudo pra causar ciúme num ex-namorado.
Nisso, batem na porta, é meu tio. Ele diz que quer entrar, que tá tudo bem, só quer conversar, que eu não me preocupe.
Demoro pra responder, mas finalmente falo pra ele entrar.
Ele vem vestido só com uma calça, o torso nu. Senta na beirada da minha cama e pergunta o que tinha acontecido.
Só meus olhos aparecem de tão coberta que eu tô.
Conto a verdade sobre meu ex-namorado, meu tio leva na brincadeira. Isso me alivia.
Ele perguntou o que meu ex tinha respondido. Olho o celular do lado dele, nessa altura já tinha saído da proteção do lençol, tava mostrando meu vestido vermelho de novo pro meu tio.
"Montagem bonita, essa foto é mais falsa que você", meu ex tinha respondido.
Meu tio ri, e meio que zoa a atitude de adolescente do meu ex, ri da imaturidade dele e isso me agrada.
Meu tio pergunta se pode ver a foto. Levo uns segundos, mas falo que sim, também não tinha visto como tinha saído. Quando a gente olha, dá pra ver em primeiro plano meus peitos e meu rosto borrado, e a cueca do meu tio bem escura porque o flash tinha batido nos meus peitos. Não dava pra distinguir que era eu, também não dava pra ver direito que era uma cueca atrás, muito menos um homem. "Quer mandar uma bem feita pra ele?" meu tio me pergunta. E vai pegar um tripé e conecta algo da TV no celular, e a gente consegue ver em 100 polegadas o que a gente ia fazer. A gente coloca o temporizador e começa a posar, mas dessa vez vestidos. Minhas mãos apoiam nos abdominais dele, meu rosto perto da cueca dele e só uma alça caída pra dar sensualidade na imagem. A gente confere e eu mando, continuo com outras fotos. Meu tio sugere que eu coloque minha boca entreaberta perto dos abdominais dele e minha mão como se tentasse puxar a cueca pra baixo. Sinto o calor do corpo dele e tenho sensações estranhas no meu corpo por estar tão perto do pau dele. Meu celular avisa que a bateria tá fraca. Mas dá pra essa foto, mando pro meu ex, que me xinga dizendo que eu era uma puta barata. Meu tio se oferece pra continuar com uma câmera profissional que tira as fotos automaticamente. Quando tudo tá montado, a gente testa outras poses, dessa vez, meu tio beijando meu pescoço e levantando um pouco meu vestido, deixando pra imagem a parte de baixo da minha bunda e a calcinha fio dental enfiada entre minhas nádegas pra lente. Senti calor nessa foto, muito calor, minhas pernas se abriram instintivamente. Minha barriga encostou no pau dele que emanava calor apesar do tecido da cueca e do meu vestido vermelho. Senti necessidade de retribuir o favor e beijei o pescoço dele, enquanto apertava os bíceps musculosos dele. Minha boca aberta beijava os ombros dele, ficando na ponta dos pés. Desci pelos peitorais dele e, já que beijava com boca aberta e molhada, minha língua também entrou no jogo. Nem percebi e meus olhos estavam fechados. Continuei descendo devagar, meu tio não falava nada. Só se ouvia o Barulho do chupão da minha boca. Sem querer, escaparam uns gemidinhos ao beijar a parte de cima do abdômen do meu tio.
Nas 100 polegadas da smartv dele dava pra ver clarinho como eu ia descendo pelo corpo dele e minha raba ia pra baixo aproveitando o que ele tinha levantado do meu vestido vermelho.
Parei no umbigo dele e beijei com paixão, minhas mãos estavam nas coxas dele e eu queria meter minha língua em todo lugar.
Cada vez mais seguido escapava um "mmmmm" e os gemidinhos de quem curte fazer o outro gozar.
Meus joelhos finalmente tocaram o chão, meu vestido por causa da posição subiu totalmente deixando minha bunda adolescente em alta definição pro meu tio.
Abri meus olhos e levantei o olhar pros olhos do meu tio, gêmeo do meu pai.
Enquanto olhava nos olhos dele, abri minha boca e minha língua saiu pra umedecer meus lábios.
Seguindo ele com o olhar, minhas mãos pousaram no elástico da cueca, fazendo pressão pra baixo.
Um segundo depois a cueca tava nos joelhos dele, outro segundo e tava nos tornozelos.
Meus olhos viram pela primeira vez um pau maduro, largo, comprido, com experiência. Quente, com veias grossas. Um saco enorme que balançava.
Minhas mãos delicadas subiram pelas pernas dele até chegar no lugar proibido.
Uma mão foi tocar o pau, a outra acariciar aquelas bolas.
Não sei quanto media aquela monstruosidade mas não cabiam 3 mãos, então devia ter mais de 20 cm.
O tamanho me assustou, mas não parei.
Aproximei, sempre olhando nos olhos dele, minha boca aberta em direção às bolas dele.
O toque dos meus lábios e da minha língua nas bolas dele fez uma corrente elétrica percorrer minha buceta.
Meu tio pela primeira vez deixou escapar um gemido alto seguido de um
"ufff girl slut"
Isso me esquentou muito mais, e fiz ele sofrer passando minha língua bem devagar pelas bolas dele.
Enquanto isso, a câmera pegava minha bunda e como eu, ajoelhada, tava lambendo e beijando os ovos maduros dele. Era uma imagem extremamente erótica. Tudo Lento, tudo quente.
Saboreei cada um dos ovos dele, cada um deles eu coloquei na boca.
Não podia acreditar que estava fazendo aquilo com meu tio, que era um identikit do meu pai.
Quando começo a subir pela base do tronco com meus lábios molhados e minha língua provando o sabor de cada centímetro, o telefone do meu tio toca.
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Ele me pergunta se quero tomar um banho pra quebrar o clima e me cobre com a toalha dele pra aliviar meu constrangimento.
Vou em direção ao banheiro que fica dentro do quarto do meu tio, sem olhar pra trás. Sabendo que atrás de mim estava meu tio de 46 anos, pelado.
Fecho a porta do banheiro, tiro a toalha molhada do meu tio e, tremendo, tiro a calcinha branca de algodão.
Abro a água quente e entro pra tomar o banho necessário.
Quando termino, saio do chuveiro e percebo que não tenho toalha limpa nem roupa.
Me seco como posso com a toalha molhada do meu tio, me visto com a única peça que tinha, minha calcinha branca de algodão usada.
Abro timidamente a porta do banheiro, não tinha ninguém.
Mas imediatamente fora da porta tem uma cadeira com toalhas, umas sacolas e um bilhete.
No bilhete, meu tio escreve:
"não sei se você tinha roupa íntima limpa, te deixo essas novas que tinha comprado pra minha ex-namorada, usa a roupa que quiser do closet também, te espero lá embaixo pra jantar"
Como se estivesse com medo de um caçador, só estiquei uma mão, peguei tudo e coloquei no banheiro.
A roupa íntima era muito sexy, rendas, micro, transparente. Pra uma mulher que quer arrasar na sensualidade.
Só de ver aquela roupa, que nunca tinha usado, já me dava vergonha.
Vesti uma tanga vermelha, minúscula. Combinaria com o vestido que eu tinha experimentado.
Saí com timidez do banheiro e fui pro closet, onde descansava o lindo vestido curto vermelho colado ao corpo.
Dessa vez vou me pentear e encontro maquiagem, claramente da ex-namorada do meu tio. Ela foi embora sem levar nada? Meio estranho.
Passei a base, os lábios bem vermelhos, delineei e dei volume aos cílios.
Desci as escadas até a sala de jantar como uma princesa.
Ao chegar, meu tio estava terminando de cozinhar. E enquanto espero, ele me oferece outra taça de vinho.
Conversamos sobre Muitas coisas, do futuro principalmente, não quero parecer uma menina falando da escola. Então falo sobre o que quero estudar, como seria uma boa advogada, que usaria muito aquele computador que ele me deu e como eu valorizava aquele presente.
Ele me diz para aproveitar e estudar, ele não pôde, que teve sorte na vida, mas que na vida nem sempre as coisas acontecem como com ele, me incentiva a não sonhar acordada, mas a trabalhar duro.
Queria que meu pai tivesse falado assim comigo, pro meu pai, eu tinha que estudar de qualquer jeito porque era pra isso que eles se matavam trabalhando, ele passava isso como um peso, não como uma motivação.
Finalmente sentamos à mesa, jantamos nós dois sozinhos. Ele me diz que o vestido caía muito bem em mim, melhor do que na ex-namorada dele.
Fico vermelha, agradeço. E continuo comendo como dá.
Depois de comer, conversamos sobre tudo um pouco, sobre família, brigas, ex-namoradas e ex-namorados de cada um.
Ele me convida pra ir pra sala tomar um champanhe antes de dormir e brindar por um futuro promissor.
Brindamos, e tomamos o champanhe olhando nos olhos um do outro, como de costume.
Ele desce o olhar pelo meu corpo e me diz:
"Você não tá usando meia?"
Digo que não, com 18 anos recém-completados, não precisava delas pra notar a suavidade e a perfeição das minhas pernas adolescentes.
Depois de alguns segundos de silêncio constrangedor, decido perguntar onde eu dormiria.
Não tinha preparado o quarto de hóspedes, então me convidou pra dormir na cama dele. Meu tio dormiria no sofá.
Digo que não tinha problema em dormir no sofá, não queria incomodar, mas ele insiste.
Ele me acompanha até o quarto, subimos as escadas. De novo vou na frente, e a cada degrau o vestido vermelho curto e justo sobe um pouco mais, deixando à mostra a parte de baixo das minhas nádegas e com certeza a thong vermelha minúscula que eu estreava.
Não ia ajeitar o vestido, isso deixaria meu tio desconfortável. Não sei se ele olharia, mas a oportunidade estava ali.
Uma vez no quarto, ele me mostra como ligar. sua smart TV, o ar condicionado, o blackout, etc.
Ele pega a escova de dentes e uma toalha de mão pra levar.
A gente se despede dando boa noite, ele se aproxima e me dá um beijo estalado na bochecha, segurando meu rosto e minha cintura com as mãos.
Eu respondo dando outro beijo estalado no canto dos lábios dele, apoiando minhas mãos nos peitorais duros dele.
Aquele instante é eterno, quando a gente se separa, minhas mãos instintivamente descem um pouco abaixo do peito dele enquanto ele se afasta. Já a mão dele na cintura desliza pra baixo, tocando a parte de cima da minha bunda.
Sozinha, fico tirando dezenas de fotos que posto nos meus stories, tava num quarto espetacular, com meu vestido vermelho e uns saltos dos sonhos.
Meus stories nas redes sociais bombavam de reações. Eu tava adorando tudo aquilo.
Contava pra algumas amigas o que tava vivendo e elas falavam pra eu apresentar meu tio. Aquilo não me agradou, e meio que fiquei puta.
Nisso, percebo que quase não tenho bateria, tinha esquecido o carregador lá embaixo. Não dava pra continuar minha noite sem celular.
Decido descer, mas dessa vez sem os saltos, só com o vestido vermelho.
As luzes estão apagadas, só entra a luz da lua pela janela.
Chego onde tava meu carregador e me arrisco a olhar pro sofá onde meu tio dormia.
Ele tava só de cueca box colada, dava pra ver um volume grande que me fez corar. As pernas trabalhadas dele, os abdominais definidos apareciam clarinhos mesmo no escuro.
Meu celular no silêncio continua recebendo notificações me perguntando sobre meu tio, e também chega uma do meu ex-namorado, me chamando de puta.
Fico cheia de ódio naquele instante, não por ele me chamar de puta, mas pela cara de pau de se fazer de galã depois de todas as traições. Respondo com raiva que eu era puta, mas não pra ele.
Uma troca furiosa de perguntas e suposições em um minuto, tudo a metros do meu tio que dormia tranquilamente.
Meu namorado termina me dizendo que eu terminei porque ela era uma menininha e que eu não dava o que um homem queria, coisa que uma das minhas amigas deu pra ele. Depois disso, ele me manda uma foto que tinha tirado deles na cama.
Eu me machuquei e quase gritei na hora, mas me segurei.
Puto da vida, vou até meu tio e abaixo as alças do vestido pra deixar meus peitos nus. Me agacho bem perto da cueca dele e do volume, e tiro uma selfie de um jeito que parecia que eu tava "pelada" do lado de um homem bem definido com um belo volume naquela mesma noite.
Essa selfie foi na hora pro meu ex-namorado, mas deu uma merda. Saiu com flash.
Isso acordou meu tio, e ele me encontrou me virando, deixando meus peitos à vista dele com o vestido ainda vestido e a centímetros do volume dele.
Levanto e, nervosa, saio correndo sem falar nada até o quarto.
O pânico me domina, até tropeço nas escadas e quase caio na subida.
Fecho a porta do quarto e me meto na cama, subindo as alças do vestido e me cobrindo com os lençóis até a cabeça.
Desabo a chorar, tinha feito uma burrice, tudo pra causar ciúme num ex-namorado.
Nisso, batem na porta, é meu tio. Ele diz que quer entrar, que tá tudo bem, só quer conversar, que eu não me preocupe.
Demoro pra responder, mas finalmente falo pra ele entrar.
Ele vem vestido só com uma calça, o torso nu. Senta na beirada da minha cama e pergunta o que tinha acontecido.
Só meus olhos aparecem de tão coberta que eu tô.
Conto a verdade sobre meu ex-namorado, meu tio leva na brincadeira. Isso me alivia.
Ele perguntou o que meu ex tinha respondido. Olho o celular do lado dele, nessa altura já tinha saído da proteção do lençol, tava mostrando meu vestido vermelho de novo pro meu tio.
"Montagem bonita, essa foto é mais falsa que você", meu ex tinha respondido.
Meu tio ri, e meio que zoa a atitude de adolescente do meu ex, ri da imaturidade dele e isso me agrada.
Meu tio pergunta se pode ver a foto. Levo uns segundos, mas falo que sim, também não tinha visto como tinha saído. Quando a gente olha, dá pra ver em primeiro plano meus peitos e meu rosto borrado, e a cueca do meu tio bem escura porque o flash tinha batido nos meus peitos. Não dava pra distinguir que era eu, também não dava pra ver direito que era uma cueca atrás, muito menos um homem. "Quer mandar uma bem feita pra ele?" meu tio me pergunta. E vai pegar um tripé e conecta algo da TV no celular, e a gente consegue ver em 100 polegadas o que a gente ia fazer. A gente coloca o temporizador e começa a posar, mas dessa vez vestidos. Minhas mãos apoiam nos abdominais dele, meu rosto perto da cueca dele e só uma alça caída pra dar sensualidade na imagem. A gente confere e eu mando, continuo com outras fotos. Meu tio sugere que eu coloque minha boca entreaberta perto dos abdominais dele e minha mão como se tentasse puxar a cueca pra baixo. Sinto o calor do corpo dele e tenho sensações estranhas no meu corpo por estar tão perto do pau dele. Meu celular avisa que a bateria tá fraca. Mas dá pra essa foto, mando pro meu ex, que me xinga dizendo que eu era uma puta barata. Meu tio se oferece pra continuar com uma câmera profissional que tira as fotos automaticamente. Quando tudo tá montado, a gente testa outras poses, dessa vez, meu tio beijando meu pescoço e levantando um pouco meu vestido, deixando pra imagem a parte de baixo da minha bunda e a calcinha fio dental enfiada entre minhas nádegas pra lente. Senti calor nessa foto, muito calor, minhas pernas se abriram instintivamente. Minha barriga encostou no pau dele que emanava calor apesar do tecido da cueca e do meu vestido vermelho. Senti necessidade de retribuir o favor e beijei o pescoço dele, enquanto apertava os bíceps musculosos dele. Minha boca aberta beijava os ombros dele, ficando na ponta dos pés. Desci pelos peitorais dele e, já que beijava com boca aberta e molhada, minha língua também entrou no jogo. Nem percebi e meus olhos estavam fechados. Continuei descendo devagar, meu tio não falava nada. Só se ouvia o Barulho do chupão da minha boca. Sem querer, escaparam uns gemidinhos ao beijar a parte de cima do abdômen do meu tio.
Nas 100 polegadas da smartv dele dava pra ver clarinho como eu ia descendo pelo corpo dele e minha raba ia pra baixo aproveitando o que ele tinha levantado do meu vestido vermelho.
Parei no umbigo dele e beijei com paixão, minhas mãos estavam nas coxas dele e eu queria meter minha língua em todo lugar.
Cada vez mais seguido escapava um "mmmmm" e os gemidinhos de quem curte fazer o outro gozar.
Meus joelhos finalmente tocaram o chão, meu vestido por causa da posição subiu totalmente deixando minha bunda adolescente em alta definição pro meu tio.
Abri meus olhos e levantei o olhar pros olhos do meu tio, gêmeo do meu pai.
Enquanto olhava nos olhos dele, abri minha boca e minha língua saiu pra umedecer meus lábios.
Seguindo ele com o olhar, minhas mãos pousaram no elástico da cueca, fazendo pressão pra baixo.
Um segundo depois a cueca tava nos joelhos dele, outro segundo e tava nos tornozelos.
Meus olhos viram pela primeira vez um pau maduro, largo, comprido, com experiência. Quente, com veias grossas. Um saco enorme que balançava.
Minhas mãos delicadas subiram pelas pernas dele até chegar no lugar proibido.
Uma mão foi tocar o pau, a outra acariciar aquelas bolas.
Não sei quanto media aquela monstruosidade mas não cabiam 3 mãos, então devia ter mais de 20 cm.
O tamanho me assustou, mas não parei.
Aproximei, sempre olhando nos olhos dele, minha boca aberta em direção às bolas dele.
O toque dos meus lábios e da minha língua nas bolas dele fez uma corrente elétrica percorrer minha buceta.
Meu tio pela primeira vez deixou escapar um gemido alto seguido de um
"ufff girl slut"
Isso me esquentou muito mais, e fiz ele sofrer passando minha língua bem devagar pelas bolas dele.
Enquanto isso, a câmera pegava minha bunda e como eu, ajoelhada, tava lambendo e beijando os ovos maduros dele. Era uma imagem extremamente erótica. Tudo Lento, tudo quente.
Saboreei cada um dos ovos dele, cada um deles eu coloquei na boca.
Não podia acreditar que estava fazendo aquilo com meu tio, que era um identikit do meu pai.
Quando começo a subir pela base do tronco com meus lábios molhados e minha língua provando o sabor de cada centímetro, o telefone do meu tio toca.
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