Explorando o exibicionismo

Uns meses atrás, embarquei numa aventura pelas costas do meu namorado com uma amiga da yoga. (Quem sabe um dia eu detalhe). Como fui pega no flagra, tive que compensar o Ale. Ele não queria terminar, mas eu entendi claramente que era uma questão de confiança. Pra resolver a situação, ofereci como recompensa e prova de fé que seria escrava dele por um dia e que ele fizesse o que quisesse, tipo um dia de solteiro. Ele topou e disse que escolheria o dia. Me avisou numa sexta de manhã que no sábado viria e que aquele seria o dia dele. Me arrumei como uma princesa pra receber o garanhão do meu príncipe. Ele chega, abre a porta, me cumprimenta e deixa umas roupas no sofá, pedindo pra eu vestir, que seria meu uniforme. Era uma camiseta larga, bem decotada, azul clarinho, uma legging branca, um tênis branco, e ele completa: "se pinta como uma puta porque vamos sair..." Até aí eu não entendia muito... Ele acrescenta: "não coloca calcinha..." E quando pego a roupa, cai uma caixinha com um vibrador sem fio de dupla penetração. Examinei a roupa e era o que eu imaginava, uniforme de campanha. Eu seria uma promotora e com roupa usada. Não queria que ninguém me visse, mas me enfiei o vibrador como pude, me vesti e saí... Entrei na caminhonete, e ele me leva ao shopping. No caminho, aproveitava cada semáforo pra me estimular com o aparelhinho, lutando pra ele não cair. Estacionou num supermercado. E me diz: "não vamos de carro." Pegamos o metrô e ele fala: "você vai em pé e eu vou te observar." Me excitou a situação de ele me ver de um canto, sozinhos no metrô. Logo o trem começou a andar e o jogo começou com impulsos fortes e repentinos que me deixaram toda molhada. Não percebi quando o trem parou e uns caras entraram no vagão, vinham do futebol. Eu tava tão tesuda que sentia o cheiro deles, e o vibrador rodava na minha buceta que literalmente espirrava. Sabia que Dava pra ver claramente que entre as pernas aparecia um volume visível a metros de distância, e eu tentei evitar ser descoberta. Mas a Ale aumentou a frequência dos pulsos e a intensidade, os caras não percebiam nada, e eu, gemendo por dentro, engolia o orgasmo. Minhas pernas tremiam e eu já não conseguia mais ficar em pé direito, enquanto eles começavam a notar que algo estranho tava rolando comigo. Um deles perguntou se eu tava bem, e com a cara cheia de prazer, eu respondi, quase gemendo, que sim... Aí um deles cochichou no ouvido do outro e me olharam com malícia. Não aguentei mais e comecei a gemer... Os caras não acreditavam, tinha um que até esfregava o pau e, numa espécie de cumplicidade, gemia um pouco menos sutil pra me encorajar a tirar aquele pedaço de carne. Eu atingi um estado de frenesi, um orgasmo interminável na frente dos 4 caras, meio apoiada no balcão e sobrecarregada, levantando a bunda e apertando as pernas... A sensação da penetração no cu era tão boa que parecia que eu tava mesmo dando. A viagem entre as estações foi interminável até a porta abrir, e a Ale desligou o aparelho. Eu fiquei lá, tentando recuperar o fôlego, enquanto um deles começou a aplaudir. Morri de vergonha. Eles desceram, e a Ale, rindo, me perguntou: "Como você tá se sentindo?" Eu, puta da vida, com tesão e gozada pela metade, respondi: "Se você fizer isso de novo comigo, pode esquecer que eu existo." Ela disse: "Se não quiser, pode parar e ir pra casa." Não tive escolha, mas por dentro eu tava explodindo de tesão... Continua...

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