Argentina gostosa no Paraguai

Sou argentino, mas minha família materna é do Paraguai, então de vez em quando vou visitar.
Numa dessas visitas, eu levava meu sobrinho quase todo dia pra praça. Num desses rolês, eu tava alheio ao mundo como sempre, mas uma coisa que não passou despercebida foi uma morena de cabelo cacheado, altura média, corpo bonito, uns peitões importantes e uma bunda que, mesmo não sendo enorme, tava tudo no lugar, uma gostosa.

A tarde passou sem graça nem glória, fui pra casa da minha irmã e comecei a fuçar as redes sociais (contas que criei pra essa viagem, por precaução — sempre prefiro ser uma pessoa nova) quando, de repente, chega uma notificação no Facebook. Sim, era a morena da praça. Na hora não percebi, então (como sempre faço) cumprimentei e perguntei educadamente se a gente se conhecia. Me chamou a atenção que no perfil dela dizia que era argentina, e o meu era novo (feito no Paraguai). Até hoje me pergunto como ela me encontrou.

Começamos a conversar e ela me contou que me viu na praça, que eu chamei a atenção dela e que a prima (de 15 anos) disse que eu era bonito e que ela devia falar comigo. Resumindo, papeamos um tempo e combinamos de nos ver no dia seguinte à noite (com a desculpa de que no outro dia eu teria que voltar pra Argentina, o que era verdade). Por sorte, ela topou e ficou assim.

No dia seguinte, pedi o carro emprestado pra minha irmã, que me perguntou quem eu ia ver e essas coisas kkkk. Contei pra ela, e ela disse: "Tá, no porta-luvas tem camisinha" kkkk, foda demais.

Fui buscar a jovem em questão. Não sei se foi destino ou o quê, mas ela morava a umas três quadras da casa da minha irmã, e a praça onde a gente se viu da primeira vez fica do outro lado da cidade. Coincidências da vida, ou o destino queria que eu comesse ela.

Ela entrou no carro e a gente arrancou. A cidade não é muito grande, então não tinha muito pra onde ir. Primeiro fomos no posto de gasolina e comprei umas cervejas, umas... Porrones. A gente sentou na praça da igreja (não é onde a gente se viu na primeira vez) e começou a conversar.
Batemos um papo nos conhecendo, conversa vai, conversa vem, nada demais, a gente deve ter ficado umas hora e meia, mais ou menos. Começamos a andar ao redor da praça, e paramos na área dos brinquedos das crianças (e o tempo todo a gente não parava de beber). Brincando, brincando e bebendo, eu encurralo ela numa espécie de casinha daquelas que têm os canos pra escalar, onde mais de um já deve ter se lascado feio. Encurralo ela, olho nos olhos, e beijo ela de língua. Naquele momento confirmei o que já tava pensando há um tempo: ESSA mina HOJE EU like a motherfucker.

A gente ficou um tempão se pegando, o álcool já tava batendo em mim e nela também, aí a gente subiu no carro e deu mais umas voltas, comprou mais umas cervejas e continuou. Eu não tinha percebido, mas ela passou de alegre e tarada pra querer vomitar. A gente parou em outra praça (dessa vez sim, onde a gente se viu na primeira vez, por isso falo do destino). Ela sentou num banco e pediu pra eu me afastar, pra não olhar, aquelas vergonhas que as minas têm, saca? E vomitou. Vomitou um pouco e depois eu perguntei, e ela disse que já tava se sentindo melhor.

A praça é um retângulo, de um lado faz divisa com casas e do outro lado com um miniestádio de futebol. Ela tomou uns goles de cerveja pra enxaguar a boca e a gente conversou um pouco. Começamos a nos beijar no banco e, como as coisas tavam esquentando, fomos pro carro. Eu tava muito tarado e, pra minha surpresa, não me incomodou nem um pouco que ela tinha vomitado um tempo atrás. Beijei ela de língua e ali começou tudo. A gente ficou se pegando um tempão, cada vez com mais intensidade, as mãos iam mudando de lugar cada vez mais rápido. Minhas mãos começaram na cintura dela, subiram pro rosto dela, segurando pelo pescoço e acariciando a bochecha dela com o polegar. Entre um beijo e outro, fui descendo a mão, primeiro pela parte de baixo do pescoço dela, depois no meio dos peitos dela, rapaziada. Sempre comecem pelo meio, não vão direto pras tetas, brinquem, façam a mulher desejar aquilo, isso esquenta muito mais. Depois, as tetas por baixo da camiseta até descer pra entre as pernas dela, e ela, longe de fechar as pernas, abriu mais. E a mão dela não ficava atrás: passou do meu pescoço pro meu peito, depois pela barriga e, por último, me agarrou a cock. Ela fez esses passos mais rápido, mas começou quando eu tava indo pro peito dela.

Naquele momento, baixei meio decibel e falei: "Para, a gente tá do lado de uma casa. Vamos pra lá do outro lado, onde tem a quadra." Ela disse: "Dale." Liguei o carro, dei a volta e, antes que eu desligasse, já tinha ela tentando tirar minha cock da calça. Aí, como pude (porque ela não parava de me beijar), falei pra irmos pro banco de trás. Ela foi primeiro, e enquanto eu ia, ela já tava tirando a calça e o sutiã, que era o que tinha sobrado. A camiseta, já não lembro quando voou. Eu tava só de calça, ela de tanguinha.

Sentei no banco de trás e ela subiu em cima de mim, e começou a me devorar de beijos. Quando começamos a nos beijar os pescoços, aproveitei e comecei a devorar aquele par de tetas lindas que ela tinha, que eram mais lindas nuas do que vestidas. Devorava aquelas tetas, um tempo numa, um tempo na outra, muita língua. Aí começaram os gemidos. Ela pegou minha cara, me deu um beijo forte, me empurrou pra trás e desceu. Eu sabia o que vinha...

Ela desceu e começou: beijos pelo meu torso enquanto com uma mão me agarrava a cock e com a outra me desabotoava a calça. Quando tirou minha cock, parou. Olhei pra ela, e ela começou a chupar como uma filha da puta. Mamou forte, muita língua, muita baba e fundo. Um boquete que dava pra classificar como perfeito, enquanto minhas mãos tavam por todo o corpo dela. Afastei ela por um segundo e fui até o porta-luvas — a bendita porta-luvas da minha irmã. Coloquei a camisinha e ela, como se tivesse ansiosa por aquele momento há tempos, sentou de uma vez e começou a cavalgar. Juro que me lembro e fico duro. botou ela dura, a gente deve ter ficado umas uma hora e meia, duas horas mais ou menos. transando nas posições que um carro permite, ela por cima, papai e mamãe e de quatro, claro. entre uma posição e outra ela me chupava a pica, vocês não sabem como a filha da puta gritava, eu até fiquei com medo de um vizinho aparecer e mandar a gente tomar no cu, ainda tenho a imagem na cabeça, metendo de quatro e ela com metade da cabeça pra fora da janela gritando, literalmente. a gente transou e transou e eu não perdia um segundo sem chupar os peitos dela. tava de papai e mamãe e quando senti que ia gozar, agarrei ela pelo pescoço e fiz ela chupar do jeito que ela sabia, enchi a boca dela de porra, foi lindo, quando soltei tudo, a linda baixou o vidro e cuspiu tudo pra fora, bem na praça onde os sobrinhos dela e o meu brincam.. A gente ficou um tempo ofegante se recuperando, se hidratando e continuamos pelados. Aí pensei, isso ainda não acabou, agarrei ela de novo e começamos a nos beijar, como a gente tinha acabado de transar, sabíamos o que queríamos e não enrolemos, as apalpadas e beijos foram só pra acelerar o processo de esquentar, e sem perceber já estávamos transando de novo, mas nem eu nem ela aguentávamos mais (é muito desconfortável transar num carro) e eu falei "onde tem um motel, vamos". ela respondeu "na saída da cidade tem um". a gente se vestiu de qualquer jeito (ela não achava a calcinha fio dental dela hahaha, mas no fim da noite apareceu). Chegamos no motel, um motel super pobre, daqueles que você chama a recepção batendo palma e sai um velho com o travesseiro na orelha, pedimos o quarto e entramos, nunca fui num motel tão pobre, um quartinho, TV de tubo que não passava nada, um banheiro mal rebocado, e a cama era de cimento com um colchonete e um lençol super velho. Entramos e não perdemos tempo, tinha algo pra terminar, e continuamos com beijos, chupada de pica, (cada vez menos etapas) e eu já tava colocando a camisinha de novo, deve ter sido meia hora, entre o álcool, o carro e a trepada que a gente deu, a gente tava que não aguentávamos mais, metemos quase as mesmas posições, obviamente a filha da puta continuava gritando, com menos euforia, mas continuava. Coloquei ela de joelhos e enchi a boca dela de porra de novo. Ela cuspiu no banheiro. E a gente foi embora.
Deixei ela em casa e fui dormir 2 horas porque em 3 já saía o micro-ônibus.
Toda vez que lembro em detalhe dessa foda e o quão puta essa novinha se comportou transando, sinto uma cócega no pau impressionante, tomara que um dia eu cruze com ela de novo...Una argentina en paraguay..

5 comentários - Argentina gostosa no Paraguai

Obbt che kp!!!
Exelente relato, en Paraguay nos sentimos más libres y me parece que se coge mucho más que en Argentina. Soy de un pueblo pequeño y cuando voy me pongo a chusmear y me entero que se cogen entre todos (casi)
kpo79 +1
jajajja paraguay jamas defrauda unas maravillas ess mujeres las amo