Me chamo Adrián e tenho 21 anos. Sou de uma cidade no norte da Espanha, mas atualmente moro em Madrid, dividindo apartamento com alguns colegas da faculdade.
A história que vou contar aconteceu numa sexta-feira de janeiro. Naquele dia, minha tia, a irmã mais nova da minha mãe, estava em Madrid. Ela tinha chegado naquela mesma manhã de carro para uma reunião com um fornecedor da sua pequena livraria e, depois da reunião, voltaria para a cidade. Eu ia aproveitar a viagem da minha tia para ir também para a cidade e passar uns dias lá.
Saí da faculdade no meio da manhã e preparei minha mala. Só me restava esperar minha tia terminar a reunião e vir me buscar. A televisão anunciava que naquela tarde uma tempestade forte ia cair sobre Madrid, e as previsões mais pessimistas diziam que havia chances de nevar pesado, algo nada comum por lá.
Foi às seis da tarde quando minha tia me ligou, dizendo que já estava saindo da reunião, e eu mandei minha localização para ela me pegar. Desci para a rua para esperá-la, porque na área onde moro é impossível estacionar. O céu já estava completamente preto e, depois de dez minutos esperando, ela apareceu.
_ Oi, Ana, como você está? – falei entrando no carro
_ Muito bem, sobrinho – disse ela, me dando dois beijos
_ Como foi a reunião?
_ Não foi tão mal, pelo menos resolvemos as diferenças, mas estou morta. Acordei às quatro da manhã para vir pra cá
Mal se passaram alguns minutos e as primeiras gotas caíram no para-brisa do carro, e em questão de segundos começou a cair um verdadeiro dilúvio.
_ A coisa tá feia – disse minha tia
_ É só água, a gente vai um pouco mais devagar e pronto. Assim que sairmos de Madrid, não deve ter problema.
Depois de meia hora, mal tínhamos conseguido sair da cidade. A quantidade de água no asfalto fazia todos os carros irem especialmente devagar. A gente pensava que, assim que entrássemos na rodovia, já Teríamos problema, mas a gente se enganou. Assim que pegamos a rodovia, começaram a cair os primeiros flocos de neve.
— Pois é, no final os que falaram que ia nevar estavam certos.
— Pois é, eu não esperava ver neve na cidade, mas já estamos na rodovia. Aqui acho que não vamos ter problema — respondi, tentando ser positivo.
Passaram dez minutos e a neve começou a ficar mais forte. O asfalto começava a ficar branco, só dava pra ver as marcas dos pneus dos carros e cada vez todo mundo andava mais devagar.
— Parece que está nevando em toda a região — falei, olhando a informação no celular.
— E a quantos quilômetros estamos de sair? — perguntou minha tia, preocupada.
— Pelo menos cinquenta quilômetros.
— Pois na velocidade que a gente tá, isso vai levar pelo menos uma hora debaixo da neve.
Nós dois sabíamos que a coisa tava complicando, a neve agora era muito forte, o asfalto já estava completamente branco e a gente mal andava a trinta quilômetros por hora. Nossa preocupação era grande, mas aumentou quando vimos os primeiros carros atolados na neve e parecia que a nevasca só piorava.
— Sobrinho, o que a gente faz? Vai ser impossível sair daqui.
— Não sei — falei, também preocupado — parece que isso não vai parar e também não vamos conseguir dar meia-volta, só podemos ir pra frente.
Cada vez mais carros a gente via atolados na neve, já éramos um dos poucos que parecia que ainda conseguia andar, mas a sensação era que a qualquer momento a gente também ia ficar preso. Depois de mais uns dois quilômetros, vimos uma placa anunciando um motel na próxima saída da rodovia.
— Você viu aquilo? — disse minha tia, já preocupada com a nevasca, apontando pra placa — talvez a gente devesse sair e tentar chegar no motel e passar a noite lá.
— Sim, acho que é a melhor opção — respondi, resignado, sabendo que era impossível sair de Madrid.
Minha tia pegou a saída e a gente entrou num polígono já completamente branco por causa da neve. Neve. Não foi difícil encontrar o motel. Estacionamos no primeiro lugar que vimos, saímos do carro, peguei minha mala e fomos correndo na neve até a entrada do motel. Aquele pequeno trajeto correndo foi o suficiente pra chegar encharcados na entrada do motel.
Por fora, parecia um motel humilde, de apenas dois andares, mas o importante era ter onde passar aquela noite. Entramos no motel, por dentro parecia estar realmente bom, uma decoração bonita, paredes brancas, muitos cartazes com promoções do motel, uma área com mesas e sofás até chegar na recepção.
_Bem-vindos ao Pouk Motel – disse a recepcionista ao nos ver – vocês têm reserva?
_Não – disse minha tia, completamente molhada da neve – mas me diz que tem algum quarto vago, por favor
Comecei a reparar nos cartazes pendurados nas paredes, todos os slogans iam na mesma direção:Pouk Motel, uma experiência única", "Pouk Motel, viva um momento íntimo com seu parceiro(a)", "Pouk Motel, descubra nossas suítes e serviços para curtir a dois"…— Não se preocupe, temos dois quartos livres — disse a recepcionista digitando no computador — vocês querem o quarto por noite ou só por quatro horas?
— Só por quatro horas? Aquilo não parecia um motel normal, parecia mais um puteiro pra ir com uma amante ou até com uma prostituta.
— Para a noite toda — disse minha tia, estranhando — já que é impossível sair daqui.
— Entendo — respondeu a recepcionista — temos livre a Suíte Vals por 85 euros a noite e a Suíte Tantra por 379 euros a noite.
— 379 euros a noite? — disse minha tia, assustada com o preço — não, não, melhor a de 85. Você não se importa de dividir o quarto, né? — disse ela me olhando.
— Sem problema — respondi.
Minha tia passou os dados dela pra recepcionista, que começou a preparar o check-in. Depois de nos dar a chave do quarto, fomos pra lá. O corredor estava cheio de uns quadros que exalavam um certo erotismo. Aquilo só aumentava minha crença de que aquilo era mais um puteiro do que um motel comum, e ao entrar no quarto, minhas suspeitas se confirmaram.
Logo na entrada tinha uma salinha com uma mesa, duas cadeiras e um aparador, nada fora do normal. Uma meia-parede separava aquela salinha do resto do quarto, que nos deixou ambos perplexos. O quarto era completamente branco, tinha uma cama grande com lençóis brancos e uma cabeceira acolchoada também branca. Da parte de cima da cabeceira saía uma grade de metal prateado e, sobre ela, um quadro grande. No quadro, via-se uma mulher em preto e branco, da altura dos peitos até a cabeça. Os peitos dela estavam cobertos pelo sutiã branco e o rosto por uma máscara preta, e nas mãos ela segurava uma maçã de um vermelho intenso. Na parede que separava os dois cômodos, tinha um espelho enorme que refletia a cama inteira, e ao levantar os olhos, outro espelho no teto sobre a cama, rodeado de luzes.
— Onde é que a gente foi se meter? — falei, surpreso de ver uma coisa daquelas.
— Eu também não sei. Queria não dizer nada, mas parece o que parece... bom, o importante é ter onde passar a noite.
Entramos no último cômodo do quarto, o banheiro. Era um banheiro enorme de mármore branco com vários detalhes em prata. Na minha opinião, era meio brega, mas era realmente grande, com duas pias e um chuveiro gigante. Além disso, parecia vir com todo tipo de mimos: escovas de dente, pasta de dente, xampu, secador de cabelo e roupões.
— Ainda bem, roupões — disse minha tia ao vê-los —. Minha roupa está encharcada.
Eu não tinha esse problema, estava com a mala que preparei para passar uns dias no sítio.
— Vou vestir o roupão e colocar a roupa para secar perto do aquecedor — ela disse.
— Tá bom, vou aproveitar pra ligar pra mãe e avisar que no fim não chegamos.
Saí do banheiro e fechei a porta para minha tia se trocar sossegada. Me deitei na cama e liguei pra minha mãe, contei o que tinha acontecido e que aquela noite ficaríamos num hotel. Depois de falar com minha mãe, ouvi minha tia também falando ao telefone no banheiro, obviamente ligando pro meu tio e contando o que tinha rolado. Liguei a tela enorme da TV que estava na frente da cama enquanto esperava minha tia sair do banheiro. Enquanto isso, não parava de reparar em todos os detalhes daquele quarto. Ao lado do interruptor da luz, tinha um botão giratório. Quando girei, as luzes em cima da cama ficaram azuis, iluminando todo o quarto. Depois de girar de novo, ficaram num roxo intenso, antes de eu dar mais uma volta pra voltar à cor normal.
Em cima da mesinha de cabeceira, tinha um folheto do serviço de quarto do motel, detalhando o que podíamos pedir pra comer no quarto. Mas minha surpresa foi quando peguei o folheto e embaixo tinha outro. Nesse folheto, eles eram bem claros:Catálogo de brinquedos eróticos, peça pelo Room Service e receba discretamente no seu quarto".A primeira coisa que aparecia no catálogo era vários tipos de camisinha, gel e até ofereciam Viagra. Depois vinham três fantasias femininas: uma de empregada, uma de enfermeira e uma de colegial. Em seguida, uma quantidade enorme de diferentes tipos de consolo, muitos dos quais eu nem sabia o que eram direito nem como se usavam. Tinha outros artigos que não consegui olhar porque minha tia saiu do banheiro na hora e eu escondi o catálogo rapidinho na minha mesa de cabeceira.
Minha tia apareceu na porta do banheiro vestida só com o roupão branco do motel. Não consegui evitar olhar pra ela, ela estava realmente uma gostosa. Eu nunca tinha reparado na minha tia de um jeito sexual, mas era completamente consciente do quanto ela era boa. Na minha família, sempre diziam que ela era a garota mais bonita da escola e deixava todos os homens malucos.
Agora, aos 38 anos, Ana continuava sendo uma mulher espetacular. Sempre foi muito vaidosa e nunca deixou de se cuidar. Tinha 1,65m, a pele sempre com um bronzeado bonito, o cabelo não muito comprido sempre tingido de loiro, os olhos castanhos e a pele bem cuidada faziam ela parecer uma mulher de trinta e poucos anos. O corpo era realmente perfeito: as pernas finas e firmes não tinham nenhum defeito da idade, a bunda não muito grande mas bem redondinha, a barriga lisa e os peitos operados, tamanho 95, faziam ela exibir um físico que poucas mulheres tinham.
Já tinha visto minha tia de biquíni várias vezes, mas por algum motivo nunca me senti como naquele momento ao vê-la só de roupão, e minha mente se perguntava: será que tem alguma coisa por baixo?
— Já ligou pra sua mãe? — ela perguntou ao se aproximar da cama.
— Ahh... sim — respondi nervoso — Já terminou no banheiro?
— Sim, claro. Pode ir se quiser.
Levantei, andei rápido até o banheiro e fechei a porta. Fiquei realmente nervoso com aquela situação. Me olhei no espelho e estava suando.
— O que está acontecendo comigo? — falei. em voz baixa, me olhando no espelho
Joguei um pouco de água no rosto e, depois de secar, meu olhar foi pro radiador onde minha tia tinha deixado a roupa dela. Lá estavam a calcinha e o sutiã preto dela, completamente molhados, então… ELA NÃO TAVA USANDO NADA DEBAIXO DO ROUPÃO! Senti meu pau reagindo àquilo, eu respirava fundo tentando tirar aquele pensamento da cabeça. Depois de me acalmar um pouco, saí do banheiro. Lá estava minha tia vendo TV, deitada na cama com o roupão dela, que agora eu sabia que não tinha nada por baixo.
— Sei que é muito cedo ainda — disse minha tia ao me ver —, mas vou pedir pra trazerem algo pra comer no quarto e já deitar. Tô moída, foi um dia longo pra caralho e passei horas dirigindo.
— Tudo bem.
Pedimos pra trazerem o jantar no quarto. Eu pedi um hambúrguer e minha tia, uma salada. O hambúrguer tava uma delícia, mas o melhor do jantar era a vista. A gente tava sentado na mesa da sala, um de frente pro outro. O roupão caía um pouco, mostrando aquele canalinho gostoso dela. Não sabia o que tava rolando comigo naquela noite, mas por sorte ou por azar, não durou muito.
— Vou dormir agora — disse ela, visivelmente cansada, sem ter terminado a salada.
— Beleza, tia. Ainda vou demorar um pouco pra dormir. Vou deixar a TV baixinha pra não te incomodar.
— Valeu — disse ela, se levantando.
Terminei o jantar e aproveitei que minha mala tava ali pra vestir meu pijama antes de ir pra cama. Minha tia já tava dormindo na cama, ainda de roupão, e tinha se deitado do lado do espelho na parede. Eu me enfiei devagarinho pelo outro lado da cama e liguei a TV no volume bem baixo pra não acordar ela.
Já tava há uma hora vendo TV, o volume tão baixo que mal dava pra ouvir, quando de repente comecei a escutar outra coisa…Aaahhh, ahhhgg, ohhhEsses sons vinham do quarto ao lado, que dava para a nossa cabeceira. Abaixei o volume da TV completamente e comecei a ouvi-los com mais clareza.
_¡¡ahhh porra!! ¡¡ahhh….!! – dava pra ouvir uma mulher claramente- ¡ahhh sim! Me dá… me dá… mais! Mais forte!
Só aqueles sons já tinham feito meu pau endurecer em segundos, olhei pra minha tia que continuava completamente dormindo e encostei mais meu ouvido na cabeceira pra escutar melhor.
_mmm sim – a mulher se ouvia de novo- continua me comendo! Não para…
_que puta que você é! – ouvi o homem- vale a pena o que você cobra por noite
Não parecia ter dúvida, no quarto ao lado tinha um homem que tinha contratado os serviços de uma prostituta. Continuei ouvindo os gemidos daquele casal por mais alguns minutos, meu pau parecia que ia estourar a calça do meu pijama.
_você gosta, hein? Jajaja, eu sei como satisfazer uma puta – dava pra ouvir os bufos daquele homem sem pensar que provavelmente a prostituta tava fingindo- você gostaria que todos os seus clientes fossem como eu, né?
_¡¡Ahhh sim…!! Sim… é verdade. Você é o melhor! O que melhor me come de todos – ela mentia com certeza- ¡Aayyy! Continua… não para… me dá mais!
Eu não aguentava mais, precisava ir pro banheiro e bater uma punheta, mas do banheiro não daria pra ouvir a foda daquelas duas pessoas. Demorei uns segundos pra me decidir, olhava fixamente pra minha tia que parecia estar profundamente dormida até que decidi abaixar a calça do pijama e a cueca até a altura dos joelhos. Tentando ser o menos barulhento possível, peguei meu pau e comecei a bater uma enquanto ouvia aquele espetáculo.
_você gosta, hein? ¡ahhhgg! Me fala o quanto você gosta, puta
_¡Ahhh sim! Adoro… que comida que você tá me dando ¡Ahhh que prazer!
Eu tava batendo uma completamente tarado e perdendo o controle, meu olhar se dirigiu pra minha tia que tava de costas pra mim. Decidi levantar um pouco o lençol e fiquei olhando pra bunda dela completamente marcada no roupão. Tava sendo uma das melhores punhetas da minha vida.
_me fala, puta – ouvi o homem de novo – o que cê acha do meu pau?
_é um pauzão! uffff! ninguém nunca me encheu tanto quanto você… sinto você me enchendo!
Mesmo sem parar de ouvi-los, meu olhar agora tava focado na bunda da minha tia, nunca tinha rolado algo assim, mas agora parecia que meu pau pensava por mim. Devagarzinho comecei a abaixar o lençol até um pouco abaixo da cintura dela, minha ideia era poder admirar melhor aquela bunda, mas acabei vendo algo ainda melhor. Pelo espelho na parede e com a pouca luz da TV, dava pra ver completamente o decote da minha tia, o roupão devia ter se mexido enquanto ela dormia e dava pra ver boa parte do peito dela.
_cê acha que meu pau cabe na sua boca, puta? Experimenta – ouvi aquele homem dizer
Isso fez o barulho dos sons diminuir consideravelmente, embora eu naquele momento tivesse mais preocupado com minha tia. Não sei o que passou pela minha cabeça, mas dei um toquinho nas costas dela.
_cê tá dormindo, Ana? – falei baixinho
Por sorte não recebi resposta. Peguei o roupão dela na altura do ombro e dei um puxãozinho, pelo espelho vi que isso fez um dos peitos dela escapar completamente do roupão. Meu pau pulsou com aquilo enquanto minha mão batia cada vez mais rápido.
_Hmmmggff… slurp… churlp… hmmggff – ouvia bem levemente a puta chupando
_Ahhh porra… buceta, como cê chupa bem, puta!
Eu já tava quase gozando, aqueles sons e ver o reflexo do peitão da minha tia já era demais. Tava no meu ponto máximo de excitação, enquanto minha mão direita batia violentamente no meu pau, minha mão esquerda pousou de leve na bunda da minha tia e começou a apalpar bem sutilmente, mal roçando.
_ahhh porra! Como cê chupa! Vou gozar, já tô gozando! Cê vai engolir, rabuda?
_mmgggfff… chiii – ela soou com a boca cheia – vou engolir todito
_¡¡Bufff!! ¡¡AHrggg!! ¡toma porra foxy! ¡OHHHH! ¡ENGOLE TUDO! –gritou o
Eu enquanto notava que meu pau ia explodir, era questão de segundos. Tirei minha mão da bunda da minha tia bem na hora que saiu o primeiro jato que foi direto pro roupão dela, na altura da bunda.
_¡ohhh sim, porra! –escapou da minha boca baixinho
Mais dois jatos seguiram na mesma altura até que os dois seguintes, com menos força, caíram na cama entre nós dois.
_uffffff –respirei fundo depois do último jato
Demorei uns segundos pra recuperar o fôlego antes de perceber o que tinha acabado de fazer. Comecei a me sentir meio mal, mas tava mais preocupado em limpar a bagunça. Peguei papel higiênico no banheiro pra tirar o esperma que tinha caído na cama e, com cuidado pra ela não perceber, limpei o esperma do roupão dela. Por fim, puxei o lençol de volta pra cima dela antes de cair no sono ao lado.
A próxima coisa que lembro foi minha tia me acordando…
_¡Adrián! ¡Adrián acorda! –ouvi ela dizer enquanto eu dormia- ¡vamos! Precisamos conversar
Não tinha aberto os olhos, mas minha mente lembrou do que eu tinha feito na noite anterior, e aquelas palavras da minha tia tavam me fazendo pensar que talvez ela soubesse.
_ehh… sim? –falei abrindo os olhos- O que foi? –perguntei, morrendo de medo
Minha tia tava de pé, já vestida com a roupa do dia anterior, me olhando com uma cara feia.
_vem, levanta –ela ordenou
_que foi? –falei me levantando da cama
_olha –ela disse apontando pra janela- tem mais de um metro de neve lá fora e nos noticiários tão dizendo que as estradas tão fechadas até novo aviso
_porra –falei surpreso ao ver tanta neve, enquanto também me acalmava por saber que o humor dela não tinha nada a ver com a noite anterior
_vamos ter que ficar aqui pelo menos mais uma noite –sentenciou minha tia
CONTINUA…
A história que vou contar aconteceu numa sexta-feira de janeiro. Naquele dia, minha tia, a irmã mais nova da minha mãe, estava em Madrid. Ela tinha chegado naquela mesma manhã de carro para uma reunião com um fornecedor da sua pequena livraria e, depois da reunião, voltaria para a cidade. Eu ia aproveitar a viagem da minha tia para ir também para a cidade e passar uns dias lá.
Saí da faculdade no meio da manhã e preparei minha mala. Só me restava esperar minha tia terminar a reunião e vir me buscar. A televisão anunciava que naquela tarde uma tempestade forte ia cair sobre Madrid, e as previsões mais pessimistas diziam que havia chances de nevar pesado, algo nada comum por lá.
Foi às seis da tarde quando minha tia me ligou, dizendo que já estava saindo da reunião, e eu mandei minha localização para ela me pegar. Desci para a rua para esperá-la, porque na área onde moro é impossível estacionar. O céu já estava completamente preto e, depois de dez minutos esperando, ela apareceu.
_ Oi, Ana, como você está? – falei entrando no carro
_ Muito bem, sobrinho – disse ela, me dando dois beijos
_ Como foi a reunião?
_ Não foi tão mal, pelo menos resolvemos as diferenças, mas estou morta. Acordei às quatro da manhã para vir pra cá
Mal se passaram alguns minutos e as primeiras gotas caíram no para-brisa do carro, e em questão de segundos começou a cair um verdadeiro dilúvio.
_ A coisa tá feia – disse minha tia
_ É só água, a gente vai um pouco mais devagar e pronto. Assim que sairmos de Madrid, não deve ter problema.
Depois de meia hora, mal tínhamos conseguido sair da cidade. A quantidade de água no asfalto fazia todos os carros irem especialmente devagar. A gente pensava que, assim que entrássemos na rodovia, já Teríamos problema, mas a gente se enganou. Assim que pegamos a rodovia, começaram a cair os primeiros flocos de neve.
— Pois é, no final os que falaram que ia nevar estavam certos.
— Pois é, eu não esperava ver neve na cidade, mas já estamos na rodovia. Aqui acho que não vamos ter problema — respondi, tentando ser positivo.
Passaram dez minutos e a neve começou a ficar mais forte. O asfalto começava a ficar branco, só dava pra ver as marcas dos pneus dos carros e cada vez todo mundo andava mais devagar.
— Parece que está nevando em toda a região — falei, olhando a informação no celular.
— E a quantos quilômetros estamos de sair? — perguntou minha tia, preocupada.
— Pelo menos cinquenta quilômetros.
— Pois na velocidade que a gente tá, isso vai levar pelo menos uma hora debaixo da neve.
Nós dois sabíamos que a coisa tava complicando, a neve agora era muito forte, o asfalto já estava completamente branco e a gente mal andava a trinta quilômetros por hora. Nossa preocupação era grande, mas aumentou quando vimos os primeiros carros atolados na neve e parecia que a nevasca só piorava.
— Sobrinho, o que a gente faz? Vai ser impossível sair daqui.
— Não sei — falei, também preocupado — parece que isso não vai parar e também não vamos conseguir dar meia-volta, só podemos ir pra frente.
Cada vez mais carros a gente via atolados na neve, já éramos um dos poucos que parecia que ainda conseguia andar, mas a sensação era que a qualquer momento a gente também ia ficar preso. Depois de mais uns dois quilômetros, vimos uma placa anunciando um motel na próxima saída da rodovia.
— Você viu aquilo? — disse minha tia, já preocupada com a nevasca, apontando pra placa — talvez a gente devesse sair e tentar chegar no motel e passar a noite lá.
— Sim, acho que é a melhor opção — respondi, resignado, sabendo que era impossível sair de Madrid.
Minha tia pegou a saída e a gente entrou num polígono já completamente branco por causa da neve. Neve. Não foi difícil encontrar o motel. Estacionamos no primeiro lugar que vimos, saímos do carro, peguei minha mala e fomos correndo na neve até a entrada do motel. Aquele pequeno trajeto correndo foi o suficiente pra chegar encharcados na entrada do motel.
Por fora, parecia um motel humilde, de apenas dois andares, mas o importante era ter onde passar aquela noite. Entramos no motel, por dentro parecia estar realmente bom, uma decoração bonita, paredes brancas, muitos cartazes com promoções do motel, uma área com mesas e sofás até chegar na recepção.
_Bem-vindos ao Pouk Motel – disse a recepcionista ao nos ver – vocês têm reserva?
_Não – disse minha tia, completamente molhada da neve – mas me diz que tem algum quarto vago, por favor
Comecei a reparar nos cartazes pendurados nas paredes, todos os slogans iam na mesma direção:Pouk Motel, uma experiência única", "Pouk Motel, viva um momento íntimo com seu parceiro(a)", "Pouk Motel, descubra nossas suítes e serviços para curtir a dois"…— Não se preocupe, temos dois quartos livres — disse a recepcionista digitando no computador — vocês querem o quarto por noite ou só por quatro horas?
— Só por quatro horas? Aquilo não parecia um motel normal, parecia mais um puteiro pra ir com uma amante ou até com uma prostituta.
— Para a noite toda — disse minha tia, estranhando — já que é impossível sair daqui.
— Entendo — respondeu a recepcionista — temos livre a Suíte Vals por 85 euros a noite e a Suíte Tantra por 379 euros a noite.
— 379 euros a noite? — disse minha tia, assustada com o preço — não, não, melhor a de 85. Você não se importa de dividir o quarto, né? — disse ela me olhando.
— Sem problema — respondi.
Minha tia passou os dados dela pra recepcionista, que começou a preparar o check-in. Depois de nos dar a chave do quarto, fomos pra lá. O corredor estava cheio de uns quadros que exalavam um certo erotismo. Aquilo só aumentava minha crença de que aquilo era mais um puteiro do que um motel comum, e ao entrar no quarto, minhas suspeitas se confirmaram.
Logo na entrada tinha uma salinha com uma mesa, duas cadeiras e um aparador, nada fora do normal. Uma meia-parede separava aquela salinha do resto do quarto, que nos deixou ambos perplexos. O quarto era completamente branco, tinha uma cama grande com lençóis brancos e uma cabeceira acolchoada também branca. Da parte de cima da cabeceira saía uma grade de metal prateado e, sobre ela, um quadro grande. No quadro, via-se uma mulher em preto e branco, da altura dos peitos até a cabeça. Os peitos dela estavam cobertos pelo sutiã branco e o rosto por uma máscara preta, e nas mãos ela segurava uma maçã de um vermelho intenso. Na parede que separava os dois cômodos, tinha um espelho enorme que refletia a cama inteira, e ao levantar os olhos, outro espelho no teto sobre a cama, rodeado de luzes.
— Onde é que a gente foi se meter? — falei, surpreso de ver uma coisa daquelas.
— Eu também não sei. Queria não dizer nada, mas parece o que parece... bom, o importante é ter onde passar a noite.
Entramos no último cômodo do quarto, o banheiro. Era um banheiro enorme de mármore branco com vários detalhes em prata. Na minha opinião, era meio brega, mas era realmente grande, com duas pias e um chuveiro gigante. Além disso, parecia vir com todo tipo de mimos: escovas de dente, pasta de dente, xampu, secador de cabelo e roupões.
— Ainda bem, roupões — disse minha tia ao vê-los —. Minha roupa está encharcada.
Eu não tinha esse problema, estava com a mala que preparei para passar uns dias no sítio.
— Vou vestir o roupão e colocar a roupa para secar perto do aquecedor — ela disse.
— Tá bom, vou aproveitar pra ligar pra mãe e avisar que no fim não chegamos.
Saí do banheiro e fechei a porta para minha tia se trocar sossegada. Me deitei na cama e liguei pra minha mãe, contei o que tinha acontecido e que aquela noite ficaríamos num hotel. Depois de falar com minha mãe, ouvi minha tia também falando ao telefone no banheiro, obviamente ligando pro meu tio e contando o que tinha rolado. Liguei a tela enorme da TV que estava na frente da cama enquanto esperava minha tia sair do banheiro. Enquanto isso, não parava de reparar em todos os detalhes daquele quarto. Ao lado do interruptor da luz, tinha um botão giratório. Quando girei, as luzes em cima da cama ficaram azuis, iluminando todo o quarto. Depois de girar de novo, ficaram num roxo intenso, antes de eu dar mais uma volta pra voltar à cor normal.
Em cima da mesinha de cabeceira, tinha um folheto do serviço de quarto do motel, detalhando o que podíamos pedir pra comer no quarto. Mas minha surpresa foi quando peguei o folheto e embaixo tinha outro. Nesse folheto, eles eram bem claros:Catálogo de brinquedos eróticos, peça pelo Room Service e receba discretamente no seu quarto".A primeira coisa que aparecia no catálogo era vários tipos de camisinha, gel e até ofereciam Viagra. Depois vinham três fantasias femininas: uma de empregada, uma de enfermeira e uma de colegial. Em seguida, uma quantidade enorme de diferentes tipos de consolo, muitos dos quais eu nem sabia o que eram direito nem como se usavam. Tinha outros artigos que não consegui olhar porque minha tia saiu do banheiro na hora e eu escondi o catálogo rapidinho na minha mesa de cabeceira.
Minha tia apareceu na porta do banheiro vestida só com o roupão branco do motel. Não consegui evitar olhar pra ela, ela estava realmente uma gostosa. Eu nunca tinha reparado na minha tia de um jeito sexual, mas era completamente consciente do quanto ela era boa. Na minha família, sempre diziam que ela era a garota mais bonita da escola e deixava todos os homens malucos.
Agora, aos 38 anos, Ana continuava sendo uma mulher espetacular. Sempre foi muito vaidosa e nunca deixou de se cuidar. Tinha 1,65m, a pele sempre com um bronzeado bonito, o cabelo não muito comprido sempre tingido de loiro, os olhos castanhos e a pele bem cuidada faziam ela parecer uma mulher de trinta e poucos anos. O corpo era realmente perfeito: as pernas finas e firmes não tinham nenhum defeito da idade, a bunda não muito grande mas bem redondinha, a barriga lisa e os peitos operados, tamanho 95, faziam ela exibir um físico que poucas mulheres tinham.
Já tinha visto minha tia de biquíni várias vezes, mas por algum motivo nunca me senti como naquele momento ao vê-la só de roupão, e minha mente se perguntava: será que tem alguma coisa por baixo?
— Já ligou pra sua mãe? — ela perguntou ao se aproximar da cama.
— Ahh... sim — respondi nervoso — Já terminou no banheiro?
— Sim, claro. Pode ir se quiser.
Levantei, andei rápido até o banheiro e fechei a porta. Fiquei realmente nervoso com aquela situação. Me olhei no espelho e estava suando.
— O que está acontecendo comigo? — falei. em voz baixa, me olhando no espelho
Joguei um pouco de água no rosto e, depois de secar, meu olhar foi pro radiador onde minha tia tinha deixado a roupa dela. Lá estavam a calcinha e o sutiã preto dela, completamente molhados, então… ELA NÃO TAVA USANDO NADA DEBAIXO DO ROUPÃO! Senti meu pau reagindo àquilo, eu respirava fundo tentando tirar aquele pensamento da cabeça. Depois de me acalmar um pouco, saí do banheiro. Lá estava minha tia vendo TV, deitada na cama com o roupão dela, que agora eu sabia que não tinha nada por baixo.
— Sei que é muito cedo ainda — disse minha tia ao me ver —, mas vou pedir pra trazerem algo pra comer no quarto e já deitar. Tô moída, foi um dia longo pra caralho e passei horas dirigindo.
— Tudo bem.
Pedimos pra trazerem o jantar no quarto. Eu pedi um hambúrguer e minha tia, uma salada. O hambúrguer tava uma delícia, mas o melhor do jantar era a vista. A gente tava sentado na mesa da sala, um de frente pro outro. O roupão caía um pouco, mostrando aquele canalinho gostoso dela. Não sabia o que tava rolando comigo naquela noite, mas por sorte ou por azar, não durou muito.
— Vou dormir agora — disse ela, visivelmente cansada, sem ter terminado a salada.
— Beleza, tia. Ainda vou demorar um pouco pra dormir. Vou deixar a TV baixinha pra não te incomodar.
— Valeu — disse ela, se levantando.
Terminei o jantar e aproveitei que minha mala tava ali pra vestir meu pijama antes de ir pra cama. Minha tia já tava dormindo na cama, ainda de roupão, e tinha se deitado do lado do espelho na parede. Eu me enfiei devagarinho pelo outro lado da cama e liguei a TV no volume bem baixo pra não acordar ela.
Já tava há uma hora vendo TV, o volume tão baixo que mal dava pra ouvir, quando de repente comecei a escutar outra coisa…Aaahhh, ahhhgg, ohhhEsses sons vinham do quarto ao lado, que dava para a nossa cabeceira. Abaixei o volume da TV completamente e comecei a ouvi-los com mais clareza.
_¡¡ahhh porra!! ¡¡ahhh….!! – dava pra ouvir uma mulher claramente- ¡ahhh sim! Me dá… me dá… mais! Mais forte!
Só aqueles sons já tinham feito meu pau endurecer em segundos, olhei pra minha tia que continuava completamente dormindo e encostei mais meu ouvido na cabeceira pra escutar melhor.
_mmm sim – a mulher se ouvia de novo- continua me comendo! Não para…
_que puta que você é! – ouvi o homem- vale a pena o que você cobra por noite
Não parecia ter dúvida, no quarto ao lado tinha um homem que tinha contratado os serviços de uma prostituta. Continuei ouvindo os gemidos daquele casal por mais alguns minutos, meu pau parecia que ia estourar a calça do meu pijama.
_você gosta, hein? Jajaja, eu sei como satisfazer uma puta – dava pra ouvir os bufos daquele homem sem pensar que provavelmente a prostituta tava fingindo- você gostaria que todos os seus clientes fossem como eu, né?
_¡¡Ahhh sim…!! Sim… é verdade. Você é o melhor! O que melhor me come de todos – ela mentia com certeza- ¡Aayyy! Continua… não para… me dá mais!
Eu não aguentava mais, precisava ir pro banheiro e bater uma punheta, mas do banheiro não daria pra ouvir a foda daquelas duas pessoas. Demorei uns segundos pra me decidir, olhava fixamente pra minha tia que parecia estar profundamente dormida até que decidi abaixar a calça do pijama e a cueca até a altura dos joelhos. Tentando ser o menos barulhento possível, peguei meu pau e comecei a bater uma enquanto ouvia aquele espetáculo.
_você gosta, hein? ¡ahhhgg! Me fala o quanto você gosta, puta
_¡Ahhh sim! Adoro… que comida que você tá me dando ¡Ahhh que prazer!
Eu tava batendo uma completamente tarado e perdendo o controle, meu olhar se dirigiu pra minha tia que tava de costas pra mim. Decidi levantar um pouco o lençol e fiquei olhando pra bunda dela completamente marcada no roupão. Tava sendo uma das melhores punhetas da minha vida.
_me fala, puta – ouvi o homem de novo – o que cê acha do meu pau?
_é um pauzão! uffff! ninguém nunca me encheu tanto quanto você… sinto você me enchendo!
Mesmo sem parar de ouvi-los, meu olhar agora tava focado na bunda da minha tia, nunca tinha rolado algo assim, mas agora parecia que meu pau pensava por mim. Devagarzinho comecei a abaixar o lençol até um pouco abaixo da cintura dela, minha ideia era poder admirar melhor aquela bunda, mas acabei vendo algo ainda melhor. Pelo espelho na parede e com a pouca luz da TV, dava pra ver completamente o decote da minha tia, o roupão devia ter se mexido enquanto ela dormia e dava pra ver boa parte do peito dela.
_cê acha que meu pau cabe na sua boca, puta? Experimenta – ouvi aquele homem dizer
Isso fez o barulho dos sons diminuir consideravelmente, embora eu naquele momento tivesse mais preocupado com minha tia. Não sei o que passou pela minha cabeça, mas dei um toquinho nas costas dela.
_cê tá dormindo, Ana? – falei baixinho
Por sorte não recebi resposta. Peguei o roupão dela na altura do ombro e dei um puxãozinho, pelo espelho vi que isso fez um dos peitos dela escapar completamente do roupão. Meu pau pulsou com aquilo enquanto minha mão batia cada vez mais rápido.
_Hmmmggff… slurp… churlp… hmmggff – ouvia bem levemente a puta chupando
_Ahhh porra… buceta, como cê chupa bem, puta!
Eu já tava quase gozando, aqueles sons e ver o reflexo do peitão da minha tia já era demais. Tava no meu ponto máximo de excitação, enquanto minha mão direita batia violentamente no meu pau, minha mão esquerda pousou de leve na bunda da minha tia e começou a apalpar bem sutilmente, mal roçando.
_ahhh porra! Como cê chupa! Vou gozar, já tô gozando! Cê vai engolir, rabuda?
_mmgggfff… chiii – ela soou com a boca cheia – vou engolir todito
_¡¡Bufff!! ¡¡AHrggg!! ¡toma porra foxy! ¡OHHHH! ¡ENGOLE TUDO! –gritou o
Eu enquanto notava que meu pau ia explodir, era questão de segundos. Tirei minha mão da bunda da minha tia bem na hora que saiu o primeiro jato que foi direto pro roupão dela, na altura da bunda.
_¡ohhh sim, porra! –escapou da minha boca baixinho
Mais dois jatos seguiram na mesma altura até que os dois seguintes, com menos força, caíram na cama entre nós dois.
_uffffff –respirei fundo depois do último jato
Demorei uns segundos pra recuperar o fôlego antes de perceber o que tinha acabado de fazer. Comecei a me sentir meio mal, mas tava mais preocupado em limpar a bagunça. Peguei papel higiênico no banheiro pra tirar o esperma que tinha caído na cama e, com cuidado pra ela não perceber, limpei o esperma do roupão dela. Por fim, puxei o lençol de volta pra cima dela antes de cair no sono ao lado.
A próxima coisa que lembro foi minha tia me acordando…
_¡Adrián! ¡Adrián acorda! –ouvi ela dizer enquanto eu dormia- ¡vamos! Precisamos conversar
Não tinha aberto os olhos, mas minha mente lembrou do que eu tinha feito na noite anterior, e aquelas palavras da minha tia tavam me fazendo pensar que talvez ela soubesse.
_ehh… sim? –falei abrindo os olhos- O que foi? –perguntei, morrendo de medo
Minha tia tava de pé, já vestida com a roupa do dia anterior, me olhando com uma cara feia.
_vem, levanta –ela ordenou
_que foi? –falei me levantando da cama
_olha –ela disse apontando pra janela- tem mais de um metro de neve lá fora e nos noticiários tão dizendo que as estradas tão fechadas até novo aviso
_porra –falei surpreso ao ver tanta neve, enquanto também me acalmava por saber que o humor dela não tinha nada a ver com a noite anterior
_vamos ter que ficar aqui pelo menos mais uma noite –sentenciou minha tia
CONTINUA…
2 comentários - Noite de hotel com minha tia gostosa