Esclarecimento 1: essa história não é de minha autoria, foi escrita pelo adrianreload que já não está mais aqui no P!, estou repostando porque também gostei muito na época.
Esclarecimento 2: todos os personagens são maiores de idadeDepois de alguns minutos de beijos e carícias, nos separamos, ainda cansados mas sem sono. Nós dois deitados de lado, frente a frente, só nos olhávamos e sorríamos. A gente se recusava a dar fim àquele momento mágico. Só ela se atreveu a perguntar:
Cê acha que isso é normal?, sabe, fazer isso tantas vezes numa noite…
Bom, acho que no começo é assim… a gente fode que nem coelho… em todo lugar que dá e em todas as posições possíveis… Isso nunca aconteceu com você antes?…
Isso de ficar assim… talvez umas 2 ou 3 vezes, quem sabe 4 seja meu recorde… mas não 6 vezes numa noite!... o seu já é um abuso… ela me disse meio na brincadeira, meio na reclamação.
Mas lembra quem me provocou no chuveiro…
Tá bom, mas você já parece o coelhinho daquelas pilhas Duracell...
Talvez eu tenha exagerado com ela, mas mesmo que pareça tosco, machista e sem noção a analogia: eu tava igual um moleque com brinquedo novo… não me cansava dela… não queria soltar… tava enfeitiçado, encantado, extasiado com a Mili, com a silhueta gostosa dela, a entrega quente, a personalidade divertida. Não soube como falar na hora, só disse:
É que você me deixa assim… expliquei e beijei o pescoço dela de novo. Nessa altura, já via que essa carícia não surtia tanto efeito como antes, ela só me sorria com carinho.
Não, não vai funcionar contigo… depois dessa noite eu tô imune aos teus truques… ela disse, cheia de graça.
Nessas circunstâncias, minha manobra não funcionava. Acho que primeiro eu devia dar uma incentivada nela e, se ainda estivesse meio relutante, beijando o pescoço dela, poderia dar o golpe final... só em casos de emergência, em situações extremas, eu usaria essa tática. Não queria que a Mili ficasse imune a esse carinho. Naquele momento, eu estava cansado e com a virilha meio dolorida pelo uso contínuo. Só queria brincar com a ideia.
Sabe de uma? O número 6 não me agrada… vamos pro 7… eu propus.
Não… você vai chegar só no 7… não conta comigo… respondeu com uma careta de surpresa e cansaço.
Depois daquela conversinha rápida, decidimos sair da cama, testemunha da iniciação anal da Mili e também do nosso último encontro. Ainda era cedo, mas o sol já espalhava sua claridade e calor com mais força.
Mili pediu pra tomar banho sozinha, não queria arriscar, já tava satisfeita com as 6 vezes que a gente transou naquele fim de semana. Além disso, o cu dela ficou vermelho, meio irritado, era compreensível que ela quisesse me afastar da tentação de chegar no sétimo encontro sexual daquele fim de semana.
Tomei um banho e, ao voltar pro meu quarto, vi a Mili vestida com a calça branca dela, mas com a minha camisa, tentando arrumar a blusa dela… uma coisa era ir pra minha casa mostrando um decote provocante, outra era voltar pra casa dela, na frente dos pais, eles iam notar o estrago na blusa.
Tem agulha, linha e botão?... acho que meus pais não... Ai... meus pais!... falei que ia fazer um trabalho, mas não avisei que ia ficar fora... devem estar preocupados... falou com um ar de culpa.
Se quiser, te empresto meu celular pra você ligar pra eles…
Não, é muito cedo, vou mandar uma mensagem pro celular do meu pai… Se ele falar alguma coisa, vou dar a desculpa que foi culpa da rede telefônica que demorou pra enviar a mensagem…
Tirei o celular da bolsa dela e, quando fui ver, a expressão dela mudou: primeiro foi de surpresa pela quantidade de chamadas perdidas e mensagens… depois veio a preocupação ao perceber que todas eram dos pais dela… no final, uma certa decepção por não encontrar nenhuma do Javier… pelo visto, a amiguinha safada dele o manteve tão ocupado quanto eu mantive a Mili.
No começo, notei o jeito incomodado dela por aquela falta de atenção do Javier, mas depois pareceu não ligar mais, afinal, com o que rolou na minha casa, acho que ela já tinha se vingado o suficiente.
A gente se dedicou a costurar os botões da blusa dela, mesmo que tenha ficado bom, era óbvio que não eram os originais, além disso tinha uns arranhões típicos do jeito bruto que eu tinha aberto a blusa dela no banheiro da faculdade.
Não dava pra voltar assim pra casa. A Mili lembrou da camisa polo da minha prima que viu no meu armário e decidiu usar, era melhor que a blusa dela. Como eu imaginava, ficou meio pequena e apertada, tipo um top. Como o sutiã dela, que tava rasgado, ficou no banheiro da faculdade, ela tava protegida só pela camisa. Os biquinhos dela mal cabiam ali. No fim, ela ficou mais ou menos como na foto.
Depois fomos tomar café da manhã. Dessa vez ela não se ofereceu pra limpar a mesa, tava com medo pela própria bunda. Enquanto eu limpava a mesa, ela lavava as xícaras.
De costas pra mim, ela terminava o serviço dela, os movimentos não eram tão provocantes como quando limpa minha mesa, mas as curvas dela, aquela bunda… era de comer ela… simplesmente cheguei por trás e abracei ela…
O que você tá fazendo?... protesto de brincadeira.
Nada… gosto de te ver assim… prendada… falei carinhosamente, sentindo as bundas dela perto da minha virilha.
Não vamos chegar na sétima… ela me avisou, toda sorridente.
Parece que a Mili já tinha sentido o volume da minha virilha nas bundas carnudas dela, mas mesmo assim eu não me afastava. Com certeza ela gostava que eu abraçasse ela daquele jeito, gostava de me sentir. Quando terminei o serviço dela:
Valeu… falei pra ela.
Não, obrigado a você… por tudo… respondeu, depois virou o rosto, entendi que queria me dar um beijo e correspondi.
Ficamos assim por alguns segundos, até que ela sentiu meu pau endurecendo, aí se afastou…
Não… fica quietinho… vou acabar me atrasando… meus pais devem estar preocupados… ela disse se desculpando.
Tá bom… falei com voz de moleque ressentido.
Fica pra próxima… ela me disse carinhosamente e me deu outro beijo.
Puxa, achei que nossa história sexual ia acabar naquele dia, sabia que não devia criar muita expectativa, mas o comentário dele(a) tava me deixando uma porta meio aberta, que eu devia bater ou empurrar pra entrar… não tava me negando essa possibilidade…
Ela se afastou de mim, pegou a bolsa dela e, como me viu meio desanimado porque a gente não chegou ao sétimo encontro sexual, me pediu pra acompanhar ela. Coitada da Mili, não sabia que o número sete tava mais perto do que ela imaginava.
Caminhamos pela minha sala, eu atrás dela, observando maravilhado o balanço daquela bunda, daquele andar provocante que ela exibia pra mim, sabia que eu tava olhando. Ela tava pronta pra sair e acabar com o sofrimento dela na minha casa… só que a vaidade pregou uma peça nela…
Perto da minha porta tem um espelho bem grande, ele fica em cima de um sofá. Minha mãe colocou ele ali porque queria dar uma última olhada na roupa ou no cabelo antes de sair, coisas de mulher… Mili não foi exceção nessa olhada final, deu uma última parada na frente desse espelho... e meu pau também tinha uma última parada de despedida reservada pra ela.
Se eu me olho no espelho, enquanto dava os últimos retoques na maquiagem dela, eu ficava atrás e abraçava ela. Só que dessa vez meu pau tava mais visivelmente duro e se encaixava entre as bundas redondas dela.
Te falei que não vamos chegar ao sete… ela disse sem largar a bolsa enquanto procurava seus trecos de maquiagem, mas senti que ela empinou um pouco a bunda, não sei se por alerta ou pela fascinação que a minha rola dura causava nela, tentando separar as suas bundas gordas.
Só te abraço… me desculpei sem parar de pressionar meu volume na racha dela.
Agora minhas mãos puxavam a cintura dela pra mim, empurrando a bunda dela contra minha virilha. Ela não reclamava, continuava mais preocupada com a aparência. Beijei o pescoço dela, pelo espelho vi que agora sim tava fazendo efeito, ela semicerrô os olhos, por um momento esqueceu da maquiagem, depois voltou a si:
Não, Chris, já chega… olha, tive que passar creme hidratante pra aliviar a ardência que tava… protesto de um jeito meigo.
Desculpa… é que não consigo te largar… se quiser, te dou um pote inteiro de creme hidratante… eu mesmo passo em você… falei num tom de súplica engraçada.
Ai… você é terrível… ela disse cedendo um pouco, mas se fez de difícil de novo: já é tarde… seus pais vão chegar.
Em outros tempos, isso teria feito minha ereção murchar, mas nessas circunstâncias, sentindo o corpo da Mili, essa desculpa não colava. Além disso, eram quase oito horas, era muito cedo.
Meus pais com certeza vão chegar mais tarde… falei, subindo minhas mãos pela barriga dela em busca dos peitos.
Tem certeza?" — perguntou Mili, recuando na sua recusa, mas avançando na pressão que a bunda dela fazia contra mim.
Minhas mãos já não seguravam nem apertavam a cintura dela contra minha virilha, mas a bunda dela continuava empurrando contra meu pau. A Mili tava fazendo do jeito que queria, sentindo meu pau duro entre as nádegas suculentas dela e tava adorando, queria sentir mais perto, abrindo mais e por isso não parava de fazer pressão. Meus dedos massageavam os peitos dela por cima do tecido, sentindo a agitação crescente.
Tô certo de que vão chegar daqui a umas duas horas…
Não… eles podem nos pegar… respondeu, mas essa ideia só aumentava a adrenalina da situação, pelo tom da voz dela eu senti.
Não importa… falei bem perto do ouvido dela, beijando atrás da orelha.
Ela se arrepiou, a cabeça dela caiu pra trás, enquanto deixava minhas mãos e minha pica acariciarem ela por cima da roupa. Talvez a ideia do sétimo encontro não fosse tão desagradável pra ela, afinal… ou era a vingança final dela por não receber ligação ou recado nenhum do corno do namorado dela.
Não devemos fazer isso… podem nos ver… dizia visivelmente excitada, passava a mão por trás, tocando minha cintura, segurando e empurrando de vez em quando contra o corpo dela.
As cortinas estão fechadas, na rua não tem ninguém… falei pra ela.
Não respondia nada, mas sentia o calor do corpo dela, o jeito como procurava roçar minha virilha com os quadris… não se afastava, me procurava… levei isso como um sinal de aprovação.
Desci uma das minhas mãos até a cintura dela e, como pude, comecei a puxar a calça apertada dela por um lado… ela pegou minha mão pra impedir… mas não ofereceu muita resistência… beijei o pescoço dela, ela mexeu a cabeça nervosamente, com os olhos fechados… agora a mão dela me ajudava a puxar a calça pra baixo…
Aii… Por que eu tô fazendo isso?... se perguntava Mili, surpresa com a própria atitude, com aquela ansiedade de ser penetrada de novo.
A calça justa dela e a pequena fio dental deixavam escapar as nádegas dela, que pareciam mais empinadas. A mão dela por cima da minha calça massageava meu pau, eu sorria ao sentir ele duro… ela sabia que ela, o corpo dela, os gestos dela provocavam essas ereções constantes… naquele momento eu não sabia quem era o escravo e quem era o dono… quem abusava de quem… talvez nós dois fôssemos vítimas das circunstâncias…
Tira isso agora… ela pedia, se referindo à minha calça.
Não precisei me fazer de difícil, baixei a calça o mais rápido que pude, minha pica saiu disparada e praticamente quicou na bunda dela. Ela se surpreendeu ao sentir minha rigidez, e eu me surpreendi ao sentir a firmeza da bunda dela com minha pica dolorida.
Ao sentir, a Mili se inclinou um pouco, pensei que queria que eu a penetrasse, mas notei que a calça dela ainda estava acima do púbis. No entanto, ao se inclinar, o pau roçou o cu dela… um leve traço de dor surgiu nos lábios dela… a mão dela me afastou, ela queria que eu deixasse ela abaixar a calça…
Não seja desesperado… me recrimino.
Quando a calça dele chegou na altura dos joelhos, não aguentei com meu pau e fui pra frente. Mili tentou reagir, subir no sofá, mas já era tarde. Com as pernas ainda presas na calça, a tentativa dela de pular no móvel não deu certo; pelo contrário, ela foi repelida quando os joelhos bateram... caiu pra trás... onde meu pau, ansioso e estoicamente de pé, a esperava…
Aiii... hmm... Eu grito surpresa com a brusquidão da ação e a certeza do meu instinto de acertar bem no buraco dela.
Quis acreditar que meu pau entrou no cu dela, mas pela forma rápida que meu pinto praticamente deslizou pra dentro, a lubrificação que tinha era própria da buceta dela, além disso, pelo jeito dela, percebi que a dor não era de uma penetração anal.
Mili tinha metade da pica enfiada na buceta molhada, as costas dela se contraíram um pouco com o impacto, os dedos arranhando o encosto do sofá.
Contigo nunca se… ahhh… ahhh…
Não deixa ela reclamar, só peguei a cintura fina dela com minhas mãos e comecei a puxar e empurrar aquelas cadeironas enormes. Os lábios da buceta dela, pouco usados naquela noite, apertavam com gosto meu pau... agradecidos por eu finalmente lembrar deles...
Que delícia que isso é… ahm… dizia a Mili.
Agora minhas caderas empurravam pra frente e a bunda dela quicava contra minha virilha. Com o tronco inclinado pra frente e as mãos apoiadas no móvel, ela aguentava minhas investidas. Pelo espelho na minha frente, eu via a Mili de olhos fechados e mordendo o lábio (talvez pra não ser ouvida na rua) curtindo o meu trabalho. A blusa apertada dela ia subindo com o vai e vem do corpo… a bunda gorda dela vibrava no meu ritmo…
Ahhh sim… assiiim…. Ahhhh…. Mais….…pedia a Mili.
Agora eu a puxava e empurrava com mais força, o percurso era maior… meus olhos se fixaram na rachadura dela, do jeito que abria e fechava quando meu pau entrava e saía… vi o cuzinho dela… rosado igual ao creme que tinham passado… sabia que não devia… mas…
Abaixa bem a calça… eu disse, praticamente ordenei, puxando minha rola pra fora, me afastando um pouco pra deixar ela agir.
Com o rosto ardendo, ela me olhou pelo espelho. Não hesitei em obedecer, puxei sua calça branca e a tanguinha o mais rápido que pude, sem me importar que sujasse o chão. Ela estava tão excitada, pensava que aquele pedido escondia uma mudança de posição, que permitiria que ela se juntasse àquela putaria...
Ela se inclinou pra soltar uma das pernas da calça, aproveitei essa distração, essa inclinação que deixava o cu dela na minha altura, pra enfiar meu pau naquele buraquinho.
Aiiii… porra… auuu… tô gemendo de dor.
Num reflexo, tento fugir, ela subiu no móvel, mas eu fui atrás, não deu mais pra escapar… ajoelhada no sofá, com o corpo duro de dor, os braços apoiados no encosto do sofá, as mãos fechadas em punho, o rosto vermelho e dolorido… e claro, um quarto de pau no cu fodido dela…
Ai ai ai… você é uma merd… auuuu… agora sim você arrebentou minha bucetaaaa… aiii… disse ele soluçando, apoiando a testa no encosto do sofá, não deixaria que ela o visse sofrer através do espelho.
Meu pau também sofreu as consequências, quase senti ele entortar nesse movimento brusco… mas tive minha recompensa… A Mili estava presa entre meu corpo, o sofá, o espelho, a parede… não tinha como fugir… tava encurralada… eu tinha o buraquinho quentinho dela e aquela rabuda enorme à minha disposição…
Aiiii… minha bucetinha… auuuu… reclamava.
Sei que o meu negócio já tava beirando a loucura, era uma obsessão por possuir ela daquele jeito… tava brincando com fogo, talvez depois daquela porra de ato anal brutal a Mili se afastasse de vez de mim, quem sabe fosse melhor, afinal depois que ela passasse pela minha porta não tinha garantia que a nossa parada continuasse… ou talvez fosse um reflexo do meu subconsciente, queria arrebentar a buceta dela pra ninguém mais provocar aquele prazer obscuro que eu fiz ela descobrir… muito menos o idiota do Javier… só de pensar nisso já me dava uma raiva do caralho…
Não… não… não faz isso… aiiii…
A primeira e forçada penetração tinha acabado, a última foda anal tava começando na minha casa… era quase um estupro… ouvia os gemidos e pedidos dela, mas não parava, sem muita resistência da parte dela e de posse da cintura dela, continuei enfiando meu pau com mais força… enquanto as costas dela se contraíam a cada estocada, ela levantou o rosto, sofrimento, raiva, dava pra ver na expressão dela…
Uiiii… aiii… Tá gostando, né?... auuu… com certeza a frígida da sua namorada não te satisfaz tanto assim… aiii… ela disse com a voz entrecortada, tomada pela raiva, talvez já nem ligasse mais se ouvissem lá fora.
Cala a boca!… ordenei e dei um tapa na bunda trêmula dela.
Presa da raiva por aquela cavalgada anal forçada, ela queria se vingar com as palavras, me machucar daquele jeito. Ela não sabia que aquilo também me encheria de ódio e que o cuzinho dela pagaria as consequências… esqueci o quanto as penetrações eram ásperas e dolorosas, só aumentei meu ritmo de forma impiedosa…
Ayyy… ahhh… ahhh… ela reclamava, gemia louca de tesão.
Pela fúria que me tomou, nem percebi que as costas dela, que antes rígidas aguentavam minhas investidas, agora se arqueavam. Ela tinha aberto mais as pernas e empinado a bunda, tentando receber meu pau até o fundo. Ela também começava a curtir essa loucura de sexo anal…
Viu... Cê gosta, não é? Será que ele te faz gozar assim?... enfiei enfezado.
Como namorados ciumentos, a gente se cobrava pelos nossos outros rolos, talvez naquele encontro selvagem a gente tava extravasando toda a tensão daquela relação ainda indefinida.
Não… não… aaaahhh… aaaahhh… gemia a Mili quase sem fôlego.
Não é?... Não gosta? O Javier não te faz gozar assim?... respondi enlouquecido.
O rosto dela, que antes se escondia, tentando não me ver pelo espelho, finalmente encarou… o rosto dela todo vermelho de tão agitado que foi nosso encontro, a expressão não era de dor, era de prazer, de um prazer sujo…
Ahhh… Eu gosto disso… uhmmm… ela disse com um tom de loucura.
O que mais?... exigi enquanto dava mais um tapa na bunda gorda dela.
Agora eu cavalgava com mais força e, mesmo sentindo que ela estava prestes a desfalecer, a Mili empurrava aquele rabão contra mim, quicando na minha virilha com fúria… o som produzido por essa batida, as palmadas que eu dava nela, meus gemidos, os gemidos dela, nossos gritos exaltados… a gente ia ter sorte se ninguém nos ouvisse, e pelo barulho selvagem qualquer freguês podia até chamar a polícia denunciando um suposto estupro… mas a gente não tava nem aí, a Mili mal tinha ar pra gemer, não conseguia articular palavras… ou não queria me dar razão nas minhas perguntas… até que finalmente…
Uhhhmmmm… Não… ninguém… ahhh… ninguém faz como você… ahhh… ela disse virando o rosto enquanto o corpo dela tremia com minhas estocadas selvagens, queria me confessar isso olhando nos meus olhos.
Fico cheio de satisfação ouvindo ela, mas não quis diminuir o suplício que tava dando pra ela. Acariciei as costas dela, ela se reconfortou… mas eu queria ver os peitos dela tremendo, a blusa apertada dela terminou arregaçada por cima dos peitos…
Ahhh… ohhh… uhhmmmm..
Me olhei surpresa no espelho, não conseguia acreditar que minha energia fazia os peitos dela balançarem daquele jeito. Às vezes, uma expressão de sofrimento doce, depois desfalecendo, mas voltava a ser apaixonada… tesão total, à beira do clímax…
Acaba… acaba comigo… ohhh… ahhh
Sentindo que estava prestes a acabar aquele encontro brutal, minhas mãos largaram a cintura dela, que ia e vinha se punindo sozinha, e as coloquei nos ombros dela, pra empurrar com mais força o corpo dela contra o meu, enquanto meu pau, num ritmo alucinado, entrava e saía do cu dela…
Ahhhh… jááá… Uhmmmm… ufff… exclamo sendo invadida por um orgasmo brutal.
A coluna dela se contraía enquanto meu pau cuspia porra pela sétima vez nas suas intimidades ardentes. A racha do cu dela ficou escancarada, as bundas carnudas amassadas contra minha virilha.
Exausto, me inclinei nela, minhas mãos soltaram seus ombros e foram pros peitos dela, que ainda tremiam de prazer, sentia a respiração ofegante dela... A Mili se apoiava com os cotovelos no móvel... com uma expressão de êxtase, agradecia minhas carícias nos melões dela, ainda respirava acelerado pela boca...
Quando a respiração dela voltou ao normal, virei, ainda com meu pau no cu dela, os peitos dela nus e com uma expressão de tesão, ela segurou na ponta da minha camisa, me puxou… eu beijei ela….
Não quero ser só a que você come toda vez que tem vontade, entende?... ela disse angustiada, me olhando com desejo, carinho.
Não queria que ela me visse como minha puta particular, aquela que eu só usava pra saciar meus desejos carnais. Era óbvio que ela não queria ser tratada só como objeto, como um corpo que sabia que despertava um monte de tesão nos homens, ela queria algo mais… um relacionamento amoroso talvez..
Você vai terminar com ela?... fico me perguntando, ela quase me pediu.
Não soube o que responder pra ela… uma coisa era o carinho de um relacionamento como o que eu tinha com a Viviana… outra era o sexo louco, o prazer levado ao extremo que eu sentia com a Mili… talvez com a Mili também desse pra chegar naqueles momentos gostosos de um relacionamento de namorados, naquela convivência harmoniosa… na hora não soube o que falar… e fui salvo por um instante…
O barulho do portão da minha garagem se abrindo… alguém tinha acionado pelo controle remoto… O carro dos meus velhos… Tavam perto…
Temos que nos arrumar... falei enquanto ouvia o motor de um carro se aproximando.
Me responde… ele exigiu, quase soluçando, puxando minha camisa.
Tá bom… vou fazer… falei, olhando fixo pra ela. Naquele momento, o carro entrava na minha garagem…
Sorriu com certo alívio, alegria… me deu outro beijo… aí eu afastei ela rapidinho… ouvi o motor do carro desligando… iam descer…
Esclarecimento 2: todos os personagens são maiores de idadeDepois de alguns minutos de beijos e carícias, nos separamos, ainda cansados mas sem sono. Nós dois deitados de lado, frente a frente, só nos olhávamos e sorríamos. A gente se recusava a dar fim àquele momento mágico. Só ela se atreveu a perguntar:
Cê acha que isso é normal?, sabe, fazer isso tantas vezes numa noite…
Bom, acho que no começo é assim… a gente fode que nem coelho… em todo lugar que dá e em todas as posições possíveis… Isso nunca aconteceu com você antes?…
Isso de ficar assim… talvez umas 2 ou 3 vezes, quem sabe 4 seja meu recorde… mas não 6 vezes numa noite!... o seu já é um abuso… ela me disse meio na brincadeira, meio na reclamação.
Mas lembra quem me provocou no chuveiro…
Tá bom, mas você já parece o coelhinho daquelas pilhas Duracell...
Talvez eu tenha exagerado com ela, mas mesmo que pareça tosco, machista e sem noção a analogia: eu tava igual um moleque com brinquedo novo… não me cansava dela… não queria soltar… tava enfeitiçado, encantado, extasiado com a Mili, com a silhueta gostosa dela, a entrega quente, a personalidade divertida. Não soube como falar na hora, só disse:
É que você me deixa assim… expliquei e beijei o pescoço dela de novo. Nessa altura, já via que essa carícia não surtia tanto efeito como antes, ela só me sorria com carinho.
Não, não vai funcionar contigo… depois dessa noite eu tô imune aos teus truques… ela disse, cheia de graça.
Nessas circunstâncias, minha manobra não funcionava. Acho que primeiro eu devia dar uma incentivada nela e, se ainda estivesse meio relutante, beijando o pescoço dela, poderia dar o golpe final... só em casos de emergência, em situações extremas, eu usaria essa tática. Não queria que a Mili ficasse imune a esse carinho. Naquele momento, eu estava cansado e com a virilha meio dolorida pelo uso contínuo. Só queria brincar com a ideia.
Sabe de uma? O número 6 não me agrada… vamos pro 7… eu propus.
Não… você vai chegar só no 7… não conta comigo… respondeu com uma careta de surpresa e cansaço.
Depois daquela conversinha rápida, decidimos sair da cama, testemunha da iniciação anal da Mili e também do nosso último encontro. Ainda era cedo, mas o sol já espalhava sua claridade e calor com mais força.
Mili pediu pra tomar banho sozinha, não queria arriscar, já tava satisfeita com as 6 vezes que a gente transou naquele fim de semana. Além disso, o cu dela ficou vermelho, meio irritado, era compreensível que ela quisesse me afastar da tentação de chegar no sétimo encontro sexual daquele fim de semana.
Tomei um banho e, ao voltar pro meu quarto, vi a Mili vestida com a calça branca dela, mas com a minha camisa, tentando arrumar a blusa dela… uma coisa era ir pra minha casa mostrando um decote provocante, outra era voltar pra casa dela, na frente dos pais, eles iam notar o estrago na blusa.
Tem agulha, linha e botão?... acho que meus pais não... Ai... meus pais!... falei que ia fazer um trabalho, mas não avisei que ia ficar fora... devem estar preocupados... falou com um ar de culpa.
Se quiser, te empresto meu celular pra você ligar pra eles…
Não, é muito cedo, vou mandar uma mensagem pro celular do meu pai… Se ele falar alguma coisa, vou dar a desculpa que foi culpa da rede telefônica que demorou pra enviar a mensagem…
Tirei o celular da bolsa dela e, quando fui ver, a expressão dela mudou: primeiro foi de surpresa pela quantidade de chamadas perdidas e mensagens… depois veio a preocupação ao perceber que todas eram dos pais dela… no final, uma certa decepção por não encontrar nenhuma do Javier… pelo visto, a amiguinha safada dele o manteve tão ocupado quanto eu mantive a Mili.
No começo, notei o jeito incomodado dela por aquela falta de atenção do Javier, mas depois pareceu não ligar mais, afinal, com o que rolou na minha casa, acho que ela já tinha se vingado o suficiente.
A gente se dedicou a costurar os botões da blusa dela, mesmo que tenha ficado bom, era óbvio que não eram os originais, além disso tinha uns arranhões típicos do jeito bruto que eu tinha aberto a blusa dela no banheiro da faculdade.
Não dava pra voltar assim pra casa. A Mili lembrou da camisa polo da minha prima que viu no meu armário e decidiu usar, era melhor que a blusa dela. Como eu imaginava, ficou meio pequena e apertada, tipo um top. Como o sutiã dela, que tava rasgado, ficou no banheiro da faculdade, ela tava protegida só pela camisa. Os biquinhos dela mal cabiam ali. No fim, ela ficou mais ou menos como na foto.
Depois fomos tomar café da manhã. Dessa vez ela não se ofereceu pra limpar a mesa, tava com medo pela própria bunda. Enquanto eu limpava a mesa, ela lavava as xícaras.
De costas pra mim, ela terminava o serviço dela, os movimentos não eram tão provocantes como quando limpa minha mesa, mas as curvas dela, aquela bunda… era de comer ela… simplesmente cheguei por trás e abracei ela…
O que você tá fazendo?... protesto de brincadeira.
Nada… gosto de te ver assim… prendada… falei carinhosamente, sentindo as bundas dela perto da minha virilha.
Não vamos chegar na sétima… ela me avisou, toda sorridente.
Parece que a Mili já tinha sentido o volume da minha virilha nas bundas carnudas dela, mas mesmo assim eu não me afastava. Com certeza ela gostava que eu abraçasse ela daquele jeito, gostava de me sentir. Quando terminei o serviço dela:
Valeu… falei pra ela.
Não, obrigado a você… por tudo… respondeu, depois virou o rosto, entendi que queria me dar um beijo e correspondi.
Ficamos assim por alguns segundos, até que ela sentiu meu pau endurecendo, aí se afastou…
Não… fica quietinho… vou acabar me atrasando… meus pais devem estar preocupados… ela disse se desculpando.
Tá bom… falei com voz de moleque ressentido.
Fica pra próxima… ela me disse carinhosamente e me deu outro beijo.
Puxa, achei que nossa história sexual ia acabar naquele dia, sabia que não devia criar muita expectativa, mas o comentário dele(a) tava me deixando uma porta meio aberta, que eu devia bater ou empurrar pra entrar… não tava me negando essa possibilidade…
Ela se afastou de mim, pegou a bolsa dela e, como me viu meio desanimado porque a gente não chegou ao sétimo encontro sexual, me pediu pra acompanhar ela. Coitada da Mili, não sabia que o número sete tava mais perto do que ela imaginava.
Caminhamos pela minha sala, eu atrás dela, observando maravilhado o balanço daquela bunda, daquele andar provocante que ela exibia pra mim, sabia que eu tava olhando. Ela tava pronta pra sair e acabar com o sofrimento dela na minha casa… só que a vaidade pregou uma peça nela…
Perto da minha porta tem um espelho bem grande, ele fica em cima de um sofá. Minha mãe colocou ele ali porque queria dar uma última olhada na roupa ou no cabelo antes de sair, coisas de mulher… Mili não foi exceção nessa olhada final, deu uma última parada na frente desse espelho... e meu pau também tinha uma última parada de despedida reservada pra ela.
Se eu me olho no espelho, enquanto dava os últimos retoques na maquiagem dela, eu ficava atrás e abraçava ela. Só que dessa vez meu pau tava mais visivelmente duro e se encaixava entre as bundas redondas dela.
Te falei que não vamos chegar ao sete… ela disse sem largar a bolsa enquanto procurava seus trecos de maquiagem, mas senti que ela empinou um pouco a bunda, não sei se por alerta ou pela fascinação que a minha rola dura causava nela, tentando separar as suas bundas gordas.
Só te abraço… me desculpei sem parar de pressionar meu volume na racha dela.
Agora minhas mãos puxavam a cintura dela pra mim, empurrando a bunda dela contra minha virilha. Ela não reclamava, continuava mais preocupada com a aparência. Beijei o pescoço dela, pelo espelho vi que agora sim tava fazendo efeito, ela semicerrô os olhos, por um momento esqueceu da maquiagem, depois voltou a si:
Não, Chris, já chega… olha, tive que passar creme hidratante pra aliviar a ardência que tava… protesto de um jeito meigo.
Desculpa… é que não consigo te largar… se quiser, te dou um pote inteiro de creme hidratante… eu mesmo passo em você… falei num tom de súplica engraçada.
Ai… você é terrível… ela disse cedendo um pouco, mas se fez de difícil de novo: já é tarde… seus pais vão chegar.
Em outros tempos, isso teria feito minha ereção murchar, mas nessas circunstâncias, sentindo o corpo da Mili, essa desculpa não colava. Além disso, eram quase oito horas, era muito cedo.
Meus pais com certeza vão chegar mais tarde… falei, subindo minhas mãos pela barriga dela em busca dos peitos.
Tem certeza?" — perguntou Mili, recuando na sua recusa, mas avançando na pressão que a bunda dela fazia contra mim.
Minhas mãos já não seguravam nem apertavam a cintura dela contra minha virilha, mas a bunda dela continuava empurrando contra meu pau. A Mili tava fazendo do jeito que queria, sentindo meu pau duro entre as nádegas suculentas dela e tava adorando, queria sentir mais perto, abrindo mais e por isso não parava de fazer pressão. Meus dedos massageavam os peitos dela por cima do tecido, sentindo a agitação crescente.
Tô certo de que vão chegar daqui a umas duas horas…
Não… eles podem nos pegar… respondeu, mas essa ideia só aumentava a adrenalina da situação, pelo tom da voz dela eu senti.
Não importa… falei bem perto do ouvido dela, beijando atrás da orelha.
Ela se arrepiou, a cabeça dela caiu pra trás, enquanto deixava minhas mãos e minha pica acariciarem ela por cima da roupa. Talvez a ideia do sétimo encontro não fosse tão desagradável pra ela, afinal… ou era a vingança final dela por não receber ligação ou recado nenhum do corno do namorado dela.
Não devemos fazer isso… podem nos ver… dizia visivelmente excitada, passava a mão por trás, tocando minha cintura, segurando e empurrando de vez em quando contra o corpo dela.
As cortinas estão fechadas, na rua não tem ninguém… falei pra ela.
Não respondia nada, mas sentia o calor do corpo dela, o jeito como procurava roçar minha virilha com os quadris… não se afastava, me procurava… levei isso como um sinal de aprovação.
Desci uma das minhas mãos até a cintura dela e, como pude, comecei a puxar a calça apertada dela por um lado… ela pegou minha mão pra impedir… mas não ofereceu muita resistência… beijei o pescoço dela, ela mexeu a cabeça nervosamente, com os olhos fechados… agora a mão dela me ajudava a puxar a calça pra baixo…
Aii… Por que eu tô fazendo isso?... se perguntava Mili, surpresa com a própria atitude, com aquela ansiedade de ser penetrada de novo.
A calça justa dela e a pequena fio dental deixavam escapar as nádegas dela, que pareciam mais empinadas. A mão dela por cima da minha calça massageava meu pau, eu sorria ao sentir ele duro… ela sabia que ela, o corpo dela, os gestos dela provocavam essas ereções constantes… naquele momento eu não sabia quem era o escravo e quem era o dono… quem abusava de quem… talvez nós dois fôssemos vítimas das circunstâncias…
Tira isso agora… ela pedia, se referindo à minha calça.
Não precisei me fazer de difícil, baixei a calça o mais rápido que pude, minha pica saiu disparada e praticamente quicou na bunda dela. Ela se surpreendeu ao sentir minha rigidez, e eu me surpreendi ao sentir a firmeza da bunda dela com minha pica dolorida.
Ao sentir, a Mili se inclinou um pouco, pensei que queria que eu a penetrasse, mas notei que a calça dela ainda estava acima do púbis. No entanto, ao se inclinar, o pau roçou o cu dela… um leve traço de dor surgiu nos lábios dela… a mão dela me afastou, ela queria que eu deixasse ela abaixar a calça…
Não seja desesperado… me recrimino.
Quando a calça dele chegou na altura dos joelhos, não aguentei com meu pau e fui pra frente. Mili tentou reagir, subir no sofá, mas já era tarde. Com as pernas ainda presas na calça, a tentativa dela de pular no móvel não deu certo; pelo contrário, ela foi repelida quando os joelhos bateram... caiu pra trás... onde meu pau, ansioso e estoicamente de pé, a esperava…
Aiii... hmm... Eu grito surpresa com a brusquidão da ação e a certeza do meu instinto de acertar bem no buraco dela.
Quis acreditar que meu pau entrou no cu dela, mas pela forma rápida que meu pinto praticamente deslizou pra dentro, a lubrificação que tinha era própria da buceta dela, além disso, pelo jeito dela, percebi que a dor não era de uma penetração anal.
Mili tinha metade da pica enfiada na buceta molhada, as costas dela se contraíram um pouco com o impacto, os dedos arranhando o encosto do sofá.
Contigo nunca se… ahhh… ahhh…
Não deixa ela reclamar, só peguei a cintura fina dela com minhas mãos e comecei a puxar e empurrar aquelas cadeironas enormes. Os lábios da buceta dela, pouco usados naquela noite, apertavam com gosto meu pau... agradecidos por eu finalmente lembrar deles...
Que delícia que isso é… ahm… dizia a Mili.
Agora minhas caderas empurravam pra frente e a bunda dela quicava contra minha virilha. Com o tronco inclinado pra frente e as mãos apoiadas no móvel, ela aguentava minhas investidas. Pelo espelho na minha frente, eu via a Mili de olhos fechados e mordendo o lábio (talvez pra não ser ouvida na rua) curtindo o meu trabalho. A blusa apertada dela ia subindo com o vai e vem do corpo… a bunda gorda dela vibrava no meu ritmo…
Ahhh sim… assiiim…. Ahhhh…. Mais….…pedia a Mili.
Agora eu a puxava e empurrava com mais força, o percurso era maior… meus olhos se fixaram na rachadura dela, do jeito que abria e fechava quando meu pau entrava e saía… vi o cuzinho dela… rosado igual ao creme que tinham passado… sabia que não devia… mas…
Abaixa bem a calça… eu disse, praticamente ordenei, puxando minha rola pra fora, me afastando um pouco pra deixar ela agir.
Com o rosto ardendo, ela me olhou pelo espelho. Não hesitei em obedecer, puxei sua calça branca e a tanguinha o mais rápido que pude, sem me importar que sujasse o chão. Ela estava tão excitada, pensava que aquele pedido escondia uma mudança de posição, que permitiria que ela se juntasse àquela putaria...
Ela se inclinou pra soltar uma das pernas da calça, aproveitei essa distração, essa inclinação que deixava o cu dela na minha altura, pra enfiar meu pau naquele buraquinho.
Aiiii… porra… auuu… tô gemendo de dor.
Num reflexo, tento fugir, ela subiu no móvel, mas eu fui atrás, não deu mais pra escapar… ajoelhada no sofá, com o corpo duro de dor, os braços apoiados no encosto do sofá, as mãos fechadas em punho, o rosto vermelho e dolorido… e claro, um quarto de pau no cu fodido dela…
Ai ai ai… você é uma merd… auuuu… agora sim você arrebentou minha bucetaaaa… aiii… disse ele soluçando, apoiando a testa no encosto do sofá, não deixaria que ela o visse sofrer através do espelho.
Meu pau também sofreu as consequências, quase senti ele entortar nesse movimento brusco… mas tive minha recompensa… A Mili estava presa entre meu corpo, o sofá, o espelho, a parede… não tinha como fugir… tava encurralada… eu tinha o buraquinho quentinho dela e aquela rabuda enorme à minha disposição…
Aiiii… minha bucetinha… auuuu… reclamava.
Sei que o meu negócio já tava beirando a loucura, era uma obsessão por possuir ela daquele jeito… tava brincando com fogo, talvez depois daquela porra de ato anal brutal a Mili se afastasse de vez de mim, quem sabe fosse melhor, afinal depois que ela passasse pela minha porta não tinha garantia que a nossa parada continuasse… ou talvez fosse um reflexo do meu subconsciente, queria arrebentar a buceta dela pra ninguém mais provocar aquele prazer obscuro que eu fiz ela descobrir… muito menos o idiota do Javier… só de pensar nisso já me dava uma raiva do caralho…
Não… não… não faz isso… aiiii…
A primeira e forçada penetração tinha acabado, a última foda anal tava começando na minha casa… era quase um estupro… ouvia os gemidos e pedidos dela, mas não parava, sem muita resistência da parte dela e de posse da cintura dela, continuei enfiando meu pau com mais força… enquanto as costas dela se contraíam a cada estocada, ela levantou o rosto, sofrimento, raiva, dava pra ver na expressão dela…
Uiiii… aiii… Tá gostando, né?... auuu… com certeza a frígida da sua namorada não te satisfaz tanto assim… aiii… ela disse com a voz entrecortada, tomada pela raiva, talvez já nem ligasse mais se ouvissem lá fora.
Cala a boca!… ordenei e dei um tapa na bunda trêmula dela.
Presa da raiva por aquela cavalgada anal forçada, ela queria se vingar com as palavras, me machucar daquele jeito. Ela não sabia que aquilo também me encheria de ódio e que o cuzinho dela pagaria as consequências… esqueci o quanto as penetrações eram ásperas e dolorosas, só aumentei meu ritmo de forma impiedosa…
Ayyy… ahhh… ahhh… ela reclamava, gemia louca de tesão.
Pela fúria que me tomou, nem percebi que as costas dela, que antes rígidas aguentavam minhas investidas, agora se arqueavam. Ela tinha aberto mais as pernas e empinado a bunda, tentando receber meu pau até o fundo. Ela também começava a curtir essa loucura de sexo anal…
Viu... Cê gosta, não é? Será que ele te faz gozar assim?... enfiei enfezado.
Como namorados ciumentos, a gente se cobrava pelos nossos outros rolos, talvez naquele encontro selvagem a gente tava extravasando toda a tensão daquela relação ainda indefinida.
Não… não… aaaahhh… aaaahhh… gemia a Mili quase sem fôlego.
Não é?... Não gosta? O Javier não te faz gozar assim?... respondi enlouquecido.
O rosto dela, que antes se escondia, tentando não me ver pelo espelho, finalmente encarou… o rosto dela todo vermelho de tão agitado que foi nosso encontro, a expressão não era de dor, era de prazer, de um prazer sujo…
Ahhh… Eu gosto disso… uhmmm… ela disse com um tom de loucura.
O que mais?... exigi enquanto dava mais um tapa na bunda gorda dela.
Agora eu cavalgava com mais força e, mesmo sentindo que ela estava prestes a desfalecer, a Mili empurrava aquele rabão contra mim, quicando na minha virilha com fúria… o som produzido por essa batida, as palmadas que eu dava nela, meus gemidos, os gemidos dela, nossos gritos exaltados… a gente ia ter sorte se ninguém nos ouvisse, e pelo barulho selvagem qualquer freguês podia até chamar a polícia denunciando um suposto estupro… mas a gente não tava nem aí, a Mili mal tinha ar pra gemer, não conseguia articular palavras… ou não queria me dar razão nas minhas perguntas… até que finalmente…
Uhhhmmmm… Não… ninguém… ahhh… ninguém faz como você… ahhh… ela disse virando o rosto enquanto o corpo dela tremia com minhas estocadas selvagens, queria me confessar isso olhando nos meus olhos.
Fico cheio de satisfação ouvindo ela, mas não quis diminuir o suplício que tava dando pra ela. Acariciei as costas dela, ela se reconfortou… mas eu queria ver os peitos dela tremendo, a blusa apertada dela terminou arregaçada por cima dos peitos…
Ahhh… ohhh… uhhmmmm..
Me olhei surpresa no espelho, não conseguia acreditar que minha energia fazia os peitos dela balançarem daquele jeito. Às vezes, uma expressão de sofrimento doce, depois desfalecendo, mas voltava a ser apaixonada… tesão total, à beira do clímax…
Acaba… acaba comigo… ohhh… ahhh
Sentindo que estava prestes a acabar aquele encontro brutal, minhas mãos largaram a cintura dela, que ia e vinha se punindo sozinha, e as coloquei nos ombros dela, pra empurrar com mais força o corpo dela contra o meu, enquanto meu pau, num ritmo alucinado, entrava e saía do cu dela…
Ahhhh… jááá… Uhmmmm… ufff… exclamo sendo invadida por um orgasmo brutal.
A coluna dela se contraía enquanto meu pau cuspia porra pela sétima vez nas suas intimidades ardentes. A racha do cu dela ficou escancarada, as bundas carnudas amassadas contra minha virilha.
Exausto, me inclinei nela, minhas mãos soltaram seus ombros e foram pros peitos dela, que ainda tremiam de prazer, sentia a respiração ofegante dela... A Mili se apoiava com os cotovelos no móvel... com uma expressão de êxtase, agradecia minhas carícias nos melões dela, ainda respirava acelerado pela boca...
Quando a respiração dela voltou ao normal, virei, ainda com meu pau no cu dela, os peitos dela nus e com uma expressão de tesão, ela segurou na ponta da minha camisa, me puxou… eu beijei ela….
Não quero ser só a que você come toda vez que tem vontade, entende?... ela disse angustiada, me olhando com desejo, carinho.
Não queria que ela me visse como minha puta particular, aquela que eu só usava pra saciar meus desejos carnais. Era óbvio que ela não queria ser tratada só como objeto, como um corpo que sabia que despertava um monte de tesão nos homens, ela queria algo mais… um relacionamento amoroso talvez..
Você vai terminar com ela?... fico me perguntando, ela quase me pediu.
Não soube o que responder pra ela… uma coisa era o carinho de um relacionamento como o que eu tinha com a Viviana… outra era o sexo louco, o prazer levado ao extremo que eu sentia com a Mili… talvez com a Mili também desse pra chegar naqueles momentos gostosos de um relacionamento de namorados, naquela convivência harmoniosa… na hora não soube o que falar… e fui salvo por um instante…
O barulho do portão da minha garagem se abrindo… alguém tinha acionado pelo controle remoto… O carro dos meus velhos… Tavam perto…
Temos que nos arrumar... falei enquanto ouvia o motor de um carro se aproximando.
Me responde… ele exigiu, quase soluçando, puxando minha camisa.
Tá bom… vou fazer… falei, olhando fixo pra ela. Naquele momento, o carro entrava na minha garagem…
Sorriu com certo alívio, alegria… me deu outro beijo… aí eu afastei ela rapidinho… ouvi o motor do carro desligando… iam descer…
3 comentários - Mili de rabo 9