Amor sem barreiras

Eu, Pedro, tenho 20 anos e desde que fiz 18, sou o amante da minha mãe, que tem 39 anos, com um par de peitões enormes, uma barriga chapada e uma bunda de dar inveja.

Como começou? Quando minhas poluções noturnas me acordavam e eu sentia medo ou culpa pelo que ainda não entendia, meus pensamentos buscavam algo para atribuir aquelas explosões de sêmen.

Minha mãe sempre se vestia confortável em casa. Vestidos leves e abertos na frente, que deixavam ver suas coxas, notar seus mamilos escuros e grandes como azeitonas, e o mais excitante: dava para vislumbrar a sombra da sua pelugem pubiana, que me tirava o sono. Consequentemente, depois de uma polução involuntária, eu me masturbava até ter outra ejaculação consciente, motivada por aquela mulher que dormia no outro quarto com o marido — meu pai.

As noites passavam e minha libido ficava alerta. De noite, eu me aproximava do quarto do casal e observava minha provocadora enquanto dormia: carnes brancas, duras, quase nuas, cobertas apenas por uma camisola curta, uma calcinha fio-dental minúscula perdida no meio da sua bunda, decote aberto e a borda dos peitos aparecendo como um convite para serem beijados. Quando ela se virava e ficava de barriga para cima, o monte de Vênus carnudo, com pelinhos aparecendo pela borda da calcinha, era uma tentação. Meu pai dormia como uma pedra, longe da mulher. Minhas visitas noturnas ficavam cada vez mais ousadas; eu já me atrevia a chegar perto e me masturbar olhando de perto suas nádegas, tomando cuidado para gozar numa toalha e não deixar rastros.

Num fim de semana, meu pai precisou viajar e ficaria fora. Naquela noite, me aproximei da cama da minha mãe e fui além do normal. Toquei suas nádegas. Fiquei tão excitado que gozei nos lençóis da cama dela.

Me assustei e voltei para meu quarto. Depois de um tempo, minha ereção voltou com tudo e me incentivou a olhar de novo para aquela deusa pagã do sexo. Ela estava de barriga para cima, com as pernas abertas e a xota exposta debaixo de uma fio dental branca quase transparente. Sentei ao lado dela, acariciei aquela protuberância com delicadeza e aspirei o aroma dos seus sucos sexuais. Era lindo, era afrodisíaco. Quando minha mão audaciosamente pousou com vontade sobre aquela carne divina, Mamãe se mexeu e minha mão ficou aberta sobre sua pussy coberta. Acariciei sua vulva, beijei suas coxas e me masturbei com gosto. Quando gozei dentro da minha mão, saí do quarto e voltei pro meu. Dormi como um anjinho. Ao acordar, mamãe veio ao meu quarto, estava divina, de fio dental e sutiã preto. "Oi, love, como dormiu?", perguntou. Minha surpresa se manifestou numa ereção que eu tentava esconder com o lençol. Ela sentou na minha cama, pediu pra eu ligar a TV e se deitou ao meu lado, disse que ia ver a corrida de Fórmula 1. Eu me afastei sem parar de me cobrir, e ela apoiou a mão na minha cabeça. Eu brincava de tesão, ela brincava com os dedos na minha cabeça e, de repente, me abraçou pela cintura e a perna dela ficou sobre minha rola dura. Ajeitou bem a coxa, apertando meu corpo com força, e apoiou a cabeça no meu ombro. Eu coloquei minha mão sobre a dela, quase perto do peito dela, que estava ereto, e o mamilo aparecia por baixo do sutiã preto. Ela me acariciava lascivamente, e o joelho dela brincava sobre minha rola dura. "Tá bem, love?", perguntou. "Gosta das minhas carícias?" "Sim", respondi. "Porque eu adoro as suas, sabia? Especialmente as que você faz de noite." Eu, perturbado, quis reagir, e ela, me acalmando, continuou: "Fica tranquilo, love, somos adultos, homem e mulher, e é lógico que a gente se sente atraído." Ela me beijou no mamilo e a mão dela acariciava meu abdômen rumo à borda da minha cueca. "Ontem à noite, lambi tudo que você derramou no meu lençol, agora quero mais", disse, enquanto a mão dela descobria minha rola e a boca buscava aquele broto de carne. Eu acariciei as nádegas dela, abri minhas pernas e deixei mamãe fazer o que quisesse. Ela enfiou a rola na boca, e minha mão se perdeu entre a bunda dela e a pussy dela, que estava suculenta e aromática como poucas vezes vi.
Minha mão livre buscou os peitos dela e quando eu estava prestes a gozar, falei: Amor, vou gozar. E ela, sem parar de chupar, disse: Quero porra fresca e deixei ela terminar. Gozei como se fosse uma vaca leiteira. Amor tomou toda a porra e depois me abraçou, e nos fundimos num beijo longo, profundo, quente e molhado. Deitei sobre o corpo dela e ela, abrindo as pernas, encaixava meu pau na buceta dela, enquanto nossas mãos reconheciam os corpos à vontade.
Amor, faz tempo que tô com tesão em você, confessou. Obrigada por se aproximar, assim pude notar que você também me queria. Meu pau tava duro de novo, minha mão na buceta dela apalpava uns sucos viscosos. Subi em cima dela e, colocando a cabeça do pau nos lábios da buceta, perguntei: Quer ser minha mulher? Quer que eu te faça minha? Sim, amor, é o que mais quero nesse mundo. Enfiei até o fundo. As bolas batiam no corpo dela, e ela me apertou contra si enquanto as pernas se cruzavam na altura da minha cintura. Sim, amor, me faz sua, e os quadris dela começaram a girar. Meu pau entrava e saía daquela buceta materna, e ela primeiro suspirava, depois soluçava, até chegar a um grito estrondoso: Sou sua, amor. Eu, demorando pra gozar, me movia devagar, entrava e saía. Quando deixei ele na beirinha dos lábios da buceta, sem tirar, perguntei: Quer mais? Ou paramos por aqui? Ela, arranhando minhas costas, gritou: Te mato, amor, te mato, e acelerou o ritmo de vai e vem.
Gozou de novo e, quando suada e quase exausta, pediu: Me faz sua, amor, me dá sua porra. Minha sexualidade explodiu numa gozada violenta, que encheu de porra aquela buceta divina. Amor, você é divino! gritava enquanto os músculos da buceta apertavam meu pau até tirar a última gota.
Ela se levantou, me beijou nos lábios com suavidade e, antes de sair, disse: Fica na cama, amor, quando o almoço estiver pronto, te chamo. Posso escolher a sobremesa? perguntei, e ela respondeu: onde você quer comer? na mesa ou na cama? eu, enquanto me segurava na pica, respondi: onde você quiser, mas com esse garfo. Ela me mandou um beijo e eu dormi. Acorda, o almoço tá pronto, dizia a Mamãe que estava ao pé da minha cama completamente nua. Ela estava divina. Os peitos dela eram um convite à luxúria. Peguei a mão dela e puxei pra cima da cama. Ela caiu do meu lado e eu abracei com vontade, enquanto minha mão se agarrava na bunda dela e procurava o buraco desejado. Ela me beijou no pescoço e disse: essa é a sobremesa. Virei ela, beijei todas as costas e perdi minha língua naquela bunda divina. Lambi inteira, enchi de saliva e coloquei um dedo, depois outro, ela colocou o travesseiro debaixo da barriga e o cu ficou na posição de ser comido. Enfiei a ponta, ela fez força contra meu corpo e a cabeça entrou, depois o tronco. Ela gritou, mordeu o travesseiro e as mãos dela se crispavam nos lençóis. Love, gritava quase chorando. Tá doendo, ela disse. Quer que eu tire? perguntei. Não, quero ele dentro. Fiquei parado, acariciando os glúteos dela e em alguns segundos ela começou a rebolá-los. Os suspiros dela denunciavam o tesão e eu, segurando os quadris dela, entrava o mais fundo possível e saía até a borda dos esfíncteres. Minha pica queria explodir. Mamãe gozava como uma gostosa no cio, os orgasmos dela se repetiam e quando chegava no grande orgasmo, gritou: love, enche de porra e acabou com sons incompreensíveis que ela gritava aos quatro ventos. Acelerei o ritmo e enchi o cu dela de porra. Os fluidos escorriam pelas coxas dela e ela soluçava baixinho: love, você é divino, você é divino. Ficamos deitados um bom tempo e depois levantamos pra almoçar. O tempo passa tranquilamente. Meu pai divide a cama com a mulher dele e ela divide a vida comigo. Somos amantes fogosos. Nos desejamos a toda hora e transamos nos lugares mais inacreditáveis. Somos felizes. Ambos desejamos uma relação incestuosa, ambos somos casal, marido e mulher, macho e fêmea. denominação não é importante, o importante é: SE AMAR SEM BARREIRAS.

0 comentários - Amor sem barreiras