Que buena me salió mi segunda madre

Olha só, o que vou contar aconteceu de verdade comigo. Minha mãe biológica morreu quando eu tinha 10 anos, e meu pai só casou de novo 5 anos depois, com a Amparo. Ela não é má, mas tem um jeito muito estranho. Eu nunca tinha reparado nela como mulher até que uns amigos do colégio, no terceiro ano, fizeram um comentário quando a Amparo foi a um festival do Dia das Mães. Falaram que minha mãe era muito gostosa e perguntaram se podiam ir na minha casa estudar. Fiquei puto da vida e bati no cara que fez o comentário.

Desde então, não via mais a Amparo como minha mãe, mas como uma mulher muito sensual, com um corpo lindo e um rosto maravilhoso. Ela tem pele clara, quase perolada, olhos azuis e cabelo castanho claro. Tem 1,74 m de altura, medidas 93-61-90 e um corpo esbelto. Ela vem de uma família muito conservadora; ela e as irmãs estudaram numa escola particular de freiras, desde o primário até se formarem em contabilidade. Por causa da criação que teve, ela só namorou dois caras, e terminou com os dois porque eles quiseram passar da conta. Muitos homens que a conheciam já sabiam que não iam conseguir nem um amasso, muito menos sexo com ela. Ela conheceu meu pai, que a tratou do jeito que ela queria ser tratada, e ele casou com ela. Por isso, ela chegou virgem na noite de núpcias.

Quando comecei o ensino médio, reparava mais em mulheres mais velhas do que em garotas da minha idade. Uma vez, uns amigos me chamaram pra ver filme pornô no cinema, e isso virou um hábito: íamos toda semana. Naquela época, eu tinha 18 anos, a Amparo tinha feito 27, e meu pai, 42. Num desses filmes, o tema era um filho que estuprava a madrasta, que era muito gostosa e me lembrava a Amparo. Desde então, comecei a espionar a Amparo. Via meu pai transando com ela, e ela virava uma louca na hora do sexo.

Às vezes, chegava uma amiga dela que era... contador público e levava trabalho pra Amparo. Ele ficava olhando pra ela de um jeito que queria comer ela com os olhos. Eu espiei eles por várias semanas e percebi que ele abraçava ela por trás e passava a mão no corpo dela, quase deixava ela nua, ela ficava só de calcinha. Quando ele tentava tirar a calcinha, ela dava um tapa na cara dele. Ela só queria um amasso gostoso. Às vezes, ela pedia pra eu receber os papéis que o amigo dela trazia e falar que ela tava dormindo.

Como meu pai viaja muito, quase sempre fica fora uns 20 dias do mês. Quando ele não tá, eu percebi que Amparo se masturbava com um vibrador. E fui vendo que quando ela se masturbava, era dois ou três dias seguidos, justamente quando ela não recebia o amigo.

Então comecei a reparar quando ela se masturbava à noite. No dia seguinte, na cozinha, fiz ela ficar brava de propósito. Ela ficou furiosa. Depois de 3 horas, fui procurar ela. Ela tinha vestido um vestido com um decote não muito provocante e a saia na altura da coxa. Ela tava no escritório. Me aproximei pra pedir desculpas, mas minha intenção era outra, um amasso gostoso. Pedindo desculpas, peguei ela por trás e segurei ela igual o amigo fazia. Ela ficou parada e não disse nada. Eu segui com meu plano. Depois de alguns minutos, comecei a acariciar o corpo dela bem devagar. Ela não falava nada. Continuei, apertando um peito dela e depois o outro. Desci minhas mãos até a buceta dela, levantei devagar o vestido dela até sentir a calcinha e fui levantando mais, enquanto beijava o pescoço e as orelhas dela.

Ela encostou as costas no meu peito e se deixou acariciar do jeito que eu quis. Tirei o vestido dela. Ela ficou me olhando bem fixo, com uma cara de preocupação, mas com um sorrisinho. Por mais de uma hora, continuei acariciando ela. Sabia que duas irmãs dela iam vir jantar, então parei. Ela ficou muito excitada. Saí do escritório e fechei a porta, deixando uma frestinha pra olhar. Amparo tirou a calcinha e começou a se masturbar com os dedos. Eu tinha conseguido o que queria. Depois que as irmãs dela foram embora, umas 10 da noite, a Amparo veio no meu quarto, mas eu fingi que tava dormindo. Esperei uns minutos e espiei pela janela do quarto dela. Ela tava de camisola, deitada na cama, se masturbando. Esperei mais um pouco pra deixar ela esquentar bem, aí bati na porta e abri bem devagar pra dar tempo dela esconder o vibrador. Ela tava em pé na frente do toucador, tinha escondido o vibrador numa gaveta. Sem falar nada, abracei ela por trás e pedi desculpa pelo que rolou de manhã. Ela disse que já tinha me perdoado no escritório, que eu não lembrava? Falei que lembrava sim, mas que a gente tinha deixado aquela desculpa incompleta e que queria terminar aquilo com ela. Aí apertei os peitos dela com as mãos, beijando o pescoço dela, e ao mesmo tempo apertava minha pica contra a bunda dela. Quando sentiu minha pica, ela deu um suspiro. Enfiei a mão por baixo da camisola, tocando a buceta molhada dela. Eu olhava a cara de prazer dela no espelho enquanto tocava. Comecei a levantar a camisola dela, ela não resistiu. Joguei a camisola no chão, ela ficou pelada. Virei ela pra ver os peitos lindos dela, firmes, durinhos, os bicos com quase 2 cm, bem eretos. Fiquei admirando o corpo dela por uns minutos, ela parada que nem uma estátua.

Pedir pra ela deitar na beira da cama, ela obedeceu. Aí comecei a beijar a buceta dela e meter a língua pra estimular o clitóris. Fui subindo pelo corpo dela até chegar nos peitos, chupando com força. Ela tava muito excitada, cravou as unhas nas minhas costas e as pupilas dela tavam bem dilatadas. Aí eu me despi na frente dela. Quando tirei a cueca, ela olhou pra minha pica, que tem 22 cm de comprimento e 4 cm de largura. Ela exclamou: "É maior e mais grossa que a do seu pai." Peguei as pernas dela, levantei e abri pra encaixar minha pica na buceta dela. Comecei a penetrar ela, e qual não foi minha surpresa: a buceta dela era apertada, parecia que nunca tinha transado com homem. Empurrei e ela gritou: "Tá doendo!" Pensei: será que é minha? Noite de núpcias com ela, então decidi penetrá-la bem devagar pra aproveitar o momento e meter toda a minha pica na buceta dela. Depois de 15 minutos penetrando bem devagar, fui aumentando a velocidade da penetração até que ela soltou um grito de prazer pelo orgasmo que teve. Depois, coloquei ela de bruços, levantando o quadril dela pra penetrar o cu. Quando ela sentiu minha pica no cu dela, me disse que não, que não queria. Não liguei e meti. Ela ficou louca de êxtase e consegui que ela tivesse outro orgasmo, mas dessa vez pela penetração anal. Descansamos e pedi pra ela chupar minha pica. Ela nunca tinha feito antes e eu ensinei. Ela aprendeu rápido. Aquela noite foi incrível. De manhã, quando acordei, ela estava entre minhas pernas segurando minha pica. Ao acordar, ela disse: "O que a gente fez não vai nos condenar?" Levantei, deitei ela de bruços sem ela reclamar e meti forte. Ela só gemeu e disse: "Assim, meu filhinho, assim, mais, mais, não para." Eu não a reconhecia. Depois de tomarmos banho juntos, quando fomos tomar café, ela disse que aquilo seria um segredo nosso e que não se repetiria. O que não aconteceu, porque à noite entrei de novo no quarto dela. Ela resistiu um pouco, mas depois de alguns minutos ela mesma se despiu e começou a chupar minha pica de um jeito muito especial.

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