Começamos um novo capítulo, dessa vez com a Eva e a Chloé.
O tempo passou e, após o primeiro mês do nosso joguinho, a Eva decidiu que eu poderia fazer o que quisesse com ela... qualquer coisa... mas só uma vez por mês ou por semana, se fosse algo bem pesado, e algo mais normal sempre que eu quisesse. Ela tentou fazer o mesmo comigo, mas não colou... mesmo assim, nossos gostos coincidiam com frequência. Me surpreendeu que nossos pais não percebessem que os filhos deles estavam constantemente transando mês após mês, mas, infelizmente, tudo que é bom dura pouco. A Eva terminou o segundo ano do ensino médio e tirou uma nota boa pra entrar na faculdade... qual é o problema? Bem, o curso que ela queria ia separar ela de mim por muitos quilômetros — ela ia pra Madrid estudar por uns anos. A Eva recusou morar com a Chloe por razões óbvias: ou ela ia torturar a Chloe... ou ia dar tanto sexo que a Chloe não conseguiria nem estudar cinco minutos. Ela decidiu morar num apartamento de estudantes com outras garotas da turma dela, que eu nem conhecia. Mas, antes que tudo isso acontecesse, ainda tínhamos as férias de verão pela frente. Íamos passá-las com minha tia Chloe e também com o marido dela...
Depois de aproximadamente dois meses de sexo sem limites entre eu e a Eva, nos quais pude fazer praticamente tudo que quis com ela... realizei pequenas fantasias, como comer minha irmã vestida de várias super-heroínas, tipo Supergirl ou Mulher-Maravilha, entre outras, e também algumas personagens de animes femininas, dependendo do anime que eu tava assistindo na época... pois, sem eu falar nada, a Eva aparecia com um cosplay fabuloso e se jogava na minha boca ou no meu pau sem aviso prévio. Com um pouco mais de confiança, a gente se arriscava a fazer em lugares públicos, como parques nacionais... praias... (fora da água) e até em alguns banheiros de restaurantes.
Faltando meio mês pra gente se despedir da Eva e um pouco mais pra eu começar minhas aulas, meu tio e a Chloe decidiram nos visitar. Iam ficar um tempinho de férias. Infelizmente, como se fosse uma tradição... meus pais pediam férias pra ficar com meus tios também, e isso ia dificultar muito a gente se divertir, eu e a Eva... e se eu tivesse que passar muito tempo sem poder foder a Eva, não seria ruim que os últimos dias com ela fossem a sós, de preferência sem sair da cama por dias...
Acordei de manhã num sábado quente no meio do verão e, depois de sair do banheiro e ver o quarto dos meus pais vazio, resolvi olhar pela janela e confirmar que o carro do meu pai não estava. A casa era só nossa — por quanto tempo? Não sabia, mas já era alguma coisa... Entrei no quarto da Eva, onde ela tava completamente dormindo, tão profundamente que a cada três ou quatro respirações soltava um ronquinho bem fraquinho. Me enfiei na cama dela com todo cuidado e me grudei na Eva o máximo que pude. Ela tava de costas pra mim e, assim que comecei a roçar a pele dela e sentir os movimentos que eu fazia ao me deitar na cama, a Eva começou a se mexer um pouco. Parei e fui enfiando devagar a mão dentro do shortinho que ela usava pra dormir; por baixo não tinha nada, e comecei a procurar a abertura da bucetinha da Eva. Quando encontrei, comecei a enfiar um dedo devagar e tirar daquela bucetinha quentinha. Depois de um tempinho, ela começou a ficar molhada e a gemer bem baixinho... Achei que a Eva já tivesse acordada e só tivesse fingindo que tava dormindo... mas quando enfiei mais dois dedos e aumentei o ritmo... a Eva acordou de repente e bateu a nuca no meu olho.
- Ai! - Gritei entre risadas.
- Seu pervertido... se vai me fazer gozar, pelo menos me acorda - disse a Eva enquanto esfregava os olhos.
- Pra ser sincero, achei que você já tivesse acordada... pelo jeito que você gemia...
- Eu tava gemendo? Pois no meu sonho eu tava gemendo bem alto... tava sonhando que a gente "brincava" no meio da areia da praia.
- Hahaha não, você gemia baixinho, parecia uma princesinha tímida e inofensiva.
Eva, ofendida, começou a me bater com o shortinho que segurava nas mãos — ela tinha tirado enquanto a gente conversava, e mesmo assim... do que poderia parecer; uma cena violenta... nós dois estávamos rindo, até que Eva parou de rir: tirei seu top rosa folgado que ela só usava pra dormir no verão ou pra andar em casa, deixei ele com cuidado no chão e me joguei nos lábios dela, mas não sem antes observar o corpo nu dela por completo, não sei se é porque pensei que não a veria assim de novo por muito tempo e ainda mais estando a sós... pode ser que, fazendo as contas, imaginei que naquele mesmo fim de semana meus tios viriam... mas isso não importava mais, porque naquele momento a única coisa que eu queria era beijá-la e fazê-la gritar, soltar gemidos tão altos que nos ouvissem do outro lado da rua... infelizmente, Eva se seguraria pra não levantar suspeitas com os vizinhos... Nós dois estávamos sentados na cama, nos beijando e nos tocando em cada canto do corpo, quando de repente Eva me empurrou na cama, arrancou minha cueca de uma vez e montou em mim, enfiou meu pau de uma vez sem esforço nenhum, de tão molhada que estava, com as costas completamente retas... começou a cavalgar pra frente e pra trás sem parar de gemer a cada investida, as investidas dela eram rápidas e sem parar, uma atrás da outra, minha visão de Eva gemendo e olhando pro teto enquanto o cabelo dela pulava junto com as tetinhas... esses estímulos e o esforço de Eva conseguiram o resultado que ela queria, gozei dentro da bucetinha de Eva, mas Eva não parou de cavalgar, sem diminuir nem um pouco o ritmo, apesar de pelos meus sons ela perceber que eu já tinha gozado dentro dela, tirei uma das mãos da coxa dela e estendi até um dos peitos pra apertar com força, Eva não parou e ignorou o que eu fazia, me segurou pelos pulsos, um com cada mão, e os estendeu sobre o travesseiro, se tivesse continuado assim por mais tempo, juro que meu pau ia começar a doer, mas quando senti cada gotinha do jato de Eva ao gozar... percebi que ela ia parar... e foi o que aconteceu. Parou e se deixou cair sobre mim, esmagou as tetinhas dela no meu peito e encaixou a cabecinha de lado no meu ombro, meu pau ainda tava dentro da Eva, mas nenhum de nós queria sair daquela posição. Depois de um tempo, Eva se virou de lado e começou a se limpar com os lençóis, eu fiz o mesmo e ficamos mais um tempinho conversando. Quando terminamos, juntamos os lençóis e colocamos pra lavar antes que nossos pais ou tios aparecessem de surpresa....
No resto da manhã, tomamos banho separados e ficamos pensando no que ia rolar quando a gente se reunisse de novo. Se a Chloé e eu conseguimos fazer na nossa casa com todo mundo em casa... Será que a gente ia ser capaz de repetir essa façanha, mas incluindo a Eva? Infelizmente, tivemos que calar a boca quando vimos nossos pais entrando. Passamos um tempo com eles e, quando olhei pra Eva, trocamos um olhar que dizia tudo: "Subimos e fazemos em silêncio?" Eva subiu primeiro, mas logo teve que descer porque bateram na porta e era óbvio quem era...
Chloé e meu tio entraram no hall. Fiquei surpreso ao ver a Chloé de biquíni à mostra, um shorts jeans e umas sandálias, bem maquiada e com o cabelo preso num rabo de cavalo. Meu tio também já estava de sunga.
- Bom dia!!! E meus sobrinhos? - Disse a Chloé, toda eufórica, ao entrar.
- Bom dia, Chloé - Falei e fui dar dois beijos nela.
Juro que ela fez de propósito, porque quando dei o segundo beijo na bochecha, parei, mas a Chloé riu e me deu "como que por acidente" um terceiro beijo nos lábios. Foi um beijinho sem importância, mas por sorte ninguém viu. Ela cumprimentou o resto e foram entrando na sala aos poucos. Chloé e eu ainda estávamos na porta quando vimos a Eva descer. Elas se cumprimentaram com dois beijos, com a pequena diferença de que a Chloé enfiou a mão na calça da Eva e, pelo que imagino, meteu os dedos na buceta dela. Quando tirou a mão e viu que estava meio molhada, a Chloé sorriu e sussurrou "puta no cio". Eva.
Como sempre, começaram a nos dar sacolinhas com presentinhos, na maioria roupas. Depois de experimentarmos e nossos pais colocarem a conversa em dia sobre assuntos bestas, meu tio insistia pra gente se apressar e se arrumar todo mundo pra sair pra comer fora. Ele disse que tinha uma notícia importante pra contar e preferia fazer isso no restaurante, com uma bebida pra comemorar e um clima melhor. Tanto eu quanto Eva decidimos ir com a roupa que nos deram. Eva gostou muito, mas no meu caso foi mais preguiça de me trocar. Entramos nos carros, enquanto eu pensava na viagem que fizemos ao shopping Chloé e eu... infelizmente, nessa viagem meus tios foram no carro deles e nós com nossos pais. Eu não parava de pensar na notícia que eles queriam dar... estavam felizes demais pra ser uma separação... isso com certeza não era. Será que iam se mudar pra mesma cidade que a gente? Tomara, pensei... sem Eva em casa, ter a Chloé por perto na mesma cidade seria um sonho, haha... mas também não era. Já no mesmo restaurante da última vez, todos sentados à mesa, Eva não parava de pressionar pela notícia, mas meus pais não mostravam nenhum interesse, quase como se já soubessem. Meu tio insistia em esperar mais um pouco, até trazerem o que a gente pediu ou pelo menos algo pra beber. Anotaram nosso pedido e meu tio pediu duas garrafas boas de vinho e cervejas. Eu pedi refrigerante e Eva quis um rum com Booty, mas depois do cascudo da mãe dela, ficou só na Booty. Primeiro trouxeram as bebidas, o que já foi suficiente pra Eva exigir que contassem a notícia ou ela literalmente ia pular no pescoço deles no mordida.
- Daqui a dez meses vamos ser pais! Mais ou menos... - disse meu tio.
- Já era de se esperar, demoraram pra caralho - disseram meus pais.
- Vocês não querem dizer nove meses? - falou Eva, meio confusa.
- Kkkkkkkkk - Chloé caiu na risada.
- Não, do jeito normal não dá, por isso vai ser in vitro - explicou meu tio.
- Tio... atira fogo de festim? - perguntou Eva. uma forma muito séria e meu pai engasgou ao ouvir isso, segundo cascudo em Eva da minha mãe...
- A gente tem tentado e do jeito tradicional seria quase impossível conseguir, e como queremos logo... então vamos fazer assim - tentou explicar Chloé da forma mais séria que conseguiu, já que dava pra ver as risadas escapando por causa da "piada" da Eva.
- Bom, o importante é que finalmente vou virar tio - disse meu pai.
Eles começaram a comemorar, o que me deixou meio surpreso já que estavam só tentando... ainda não tinham conseguido... A comida estava sendo tranquila demais. Quando sentamos, Chloé ficou de frente pra mim e Eva do meu lado. Eu esperava alguma sacanagem como da última vez, quando Chloé me masturbou com os pés, só que agora a Eva poderia ver perfeitamente se olhasse pra minha virilha, já que a toalha de mesa cobria bem justinho... mas pra minha surpresa, não só Chloé... a Eva também se comportou durante toda a refeição. Depois de terminar e passar uma longa hora no restaurante conversando e bebendo, decidimos ir pra praia todos juntos dar um mergulho rapidinho e depois pra casa jogar cartas a tarde toda, como de costume. Não me importava muito com as cartas, já que se meus pais e tios jogassem, a gente teria toda a atenção desviada pra fazer o que quiséssemos no meu quarto.
Já na praia, meus olhos estavam grudados nos corpos da Eva e da Chloé de biquíni. Estavam de arrasar, mas infelizmente... muita gente ao redor pra eu ficar no modo babão. Entramos na água eu e a Eva, e depois meus tios e meu pai se juntaram, mas não aguentaram nada e logo fiquei só com a Eva e a Chloé. As ondas nos afastavam, mas não pro mar aberto, e sim pro lado. Quando tanto a Eva quanto a Chloé viram que nossos guarda-sóis já estavam longe, as duas se jogaram em cima de mim.
- Eu primeiro! Você tem ele o ano inteiro em casa - disse Chloé, se agarrando a mim e empurrando a Eva.
- Ok... - falou Eva, e começou a nadar um pouco mais afastada.
- Não é Cê tá pensando em fazer o que eu acho que cê quer fazer, não é, Chloé? — perguntei.
— Claro que sim, quero que você me foda debaixo d'água, hehe.
— Mas o pessoal vai ver tudo na maior clareza, cê é louca?
— Não vão ver nada, olha a praia... ninguém tá dentro, todo mundo tá tomando sol agora e se olharem, só vão ver um casalzinho se beijando... as ondas não deixam ver nada.
Chloé começou a se esfregar mais e mais em mim, por sorte a gente tava com os pés no chão e não afundava, ela baixou minha sunga só o suficiente pra tirar minha rola e começou a me masturbar pra me deixar excitado, demorou um pouquinho mas quando viu que já tava no tamanho que Chloé lembrava como ideal... ela me abraçou, enfiou e me enroscou com as pernas, com os braços também me enlaçando pelo pescoço, não tive outra opção senão colocar minhas mãos bem abertas em cada uma das nádegas dela e me ajudar com elas pra meter, no começo foi meio difícil porque nunca tinha feito daquele jeito, mas depois de um tempo peguei o jeito. Com Chloé bem agarrada em mim e sem parar de gemer e ofegar no meu ouvido, sussurrei que ia gozar, fiz menção de tirar, mas quando percebeu isso, Chloé me apertou muito forte com as pernas enfiando minha rola toda, não precisou fazer mais movimentos porque com os beijos e lambidas que tava me dando na orelha; foi o suficiente pra eu terminar, gozei no fundão da buceta da Chloé enquanto sentia os gemidos dela cada vez mais rápidos no meu ouvido, ficamos assim por um tempo, Chloé sem soltar as pernas mas sim os braços, sussurrou no meu ouvido: Você vai ser o pai do meu futuro filho ou filha e eu não ligo pro que você acha, você me deve uma enorme e vou cobrar assim. Chloé se afastou um pouco de mim sem afrouxar nada as pernas e sorriu. Depois de um tempo, desceu de mim, ajeitou o biquíni na parte de baixo pra não deixar ver a xereca e com as pernas bem juntinhas; ficou flutuando de barriga pra cima como se estivesse tomando sol. Quando vi como a gente ficou; Eva se aproximou Ela me perguntou se eu tava pronto pra uma segunda rodada, pedi mais um tempinho de descanso e ela topou na boa. Quando Eva achou que já era suficiente, chegou o mais perto que pôde de mim, virou de costas e pediu pra eu abraçar ela. Quando fiz isso, ela baixou a parte de baixo do biquíni e levantou a de cima, começou a esfregar a bunda no meu sungão e pegou minhas mãos pra levar até os peitos dela — "Me abraça... mais forte, que eu tô me afogando..." — disse Eva. Eu baixei meu sungão pra me esfregar melhor com ela e, depois de um tempo, quando fiz menção de meter, ela me parou com a mão.
— O que foi, Eva?
— Não quero que você me coma assim, quero ver você gozar só se esfregando na minha bucetinha e nas minhas coxas.
Eva colocou meu pau na entrada da buceta dela e fechou as coxas o máximo que pôde. Devagar, começou a se mexer e gemer. Como eu tinha gozado fazia pouco com a Chloé, aguentei mais. Depois de um tempo, pelos barulhos de Eva e uns espasmos pequenos, achei que ela tava gozando, mas não dava pra ter certeza porque não dava pra ver nenhum jato e sentir ela mais molhada debaixo d'água... pensando nisso, não vi motivo lógico pra me segurar e aguentar mais... aumentei o ritmo o máximo que pude e terminei gozando com uma última estocada que fez a ponta do meu pau aparecer na frente de Eva. Eva olhou pras coxas dela pra ver um jatinho branco saindo e se dissolvendo aos poucos no mar. Exausto, coloquei o sungão de volta e imitei a Chloé, me deixando levar pelas ondas, flutuando sem fazer nada. Eva me imitou, mas segurou minha mão pra não nos separarmos. A gente conversou um pouco e eu contei o que a Chloé sussurrou, que queria que eu fosse o pai. Ela não achou estranho nem ruim, pelo contrário, ficou pensando e fazendo conexões, tipo: se o filho fosse meu e da Chloé, eu não seria mais primo dela... eu seria tio, que nossos pais nunca seriam tios, só seriam avós, já que a Chloé não tinha parentesco de sangue, nosso tio só seria... tio-avô e padrasto? No dia que eu tivesse mais... Filhos, seriam meio-irmãos e primos políticos? Eva duvidava se essa palavra existia ou não... mas estava entretida com o quebra-cabeça mental que estava montando... deixamos o assunto de lado quando a Chloé se aproximou pra perguntar se a gente queria sair ou não. Vendo o quão longe a gente tinha ido, decidimos sair e ir andando até as toalhas. Achei estranho que a Eva não enchesse o saco da Chloé pela decisão que ela tomou ou pelo que ela tava fazendo com meu tio. Ela não só tava comendo o sobrinho e a sobrinha dele... queria enganá-lo e fazer ele acreditar que tinha um filho, quando na verdade era do sobrinho dele.
Pegamos um solzinho nas toalhas por um tempo e voltamos depois pros carros pra ir pra casa, não sem antes parar no supermercado pra comprar umas coisas pro jantar.
Ao entrar em casa, encontramos meus tios já banhados; eles se adiantaram enquanto a gente comprava as coisas. A Chloé literalmente só tava usando uma camisa de homem comprida que servia como vestido improvisado, com um cinto por cima, dava pra ver perfeitamente que por baixo não tinha nada, nadinha. Depois fomos tomando banho em turnos e, como eu imaginei, eles começaram a jogar cartas, mas meus tios e pais não aguentaram muito; a Chloé jogava tão mal que acabaram trocando ela pela Eva pra partida ficar mais divertida. A Chloé sentou do meu lado no sofá e, depois de um tempo, me perguntou se a gente podia jogar alguma coisa juntos, pediu pra subir pro meu quarto e jogar um pouco de videogame. Achei estranho que, assim que entrou no meu quarto, a Chloé pegou o controle do videogame, ligou ele e a TV também; pensei que ela só queria foder, mas quando me viu entrar e chegar perto, a Chloé puxou meu braço e me empurrou na cama. Ao cair na cama, senti a mão dela no meu peito me empurrando pra deitar, tirou minha calça e me deu o controle.
— Vamos ver como você joga enquanto sua querida titia te monta — disse a Chloé.
— E você não prefere que seja mais normalzinho? Assim eu prestaria mais atenção em você...
— Não, pra fazer assim a gente já vai ter outras oportunidades, agora tô a fim disso.
Comecei a jogar e na mesma hora a Chloé enfiou meu pau na boca dela devagar, me encarando fixamente. Quando olhei pra ela, ela me beliscou na região do quadril e, com a mesma mão, apontou pra TV. Achei que ela tava me chupando pra me deixar excitado, mas na real nem precisava muito, porque só de imaginar o que ela queria fazer comigo... Quando a Chloé viu que já era o suficiente, tirou a pouca roupa que tava vestindo e subiu em cima de mim, enfiou ele devagar e se virou de lado pra eu poder ver a TV. Começou a me montar; não muito bruscamente, com medo do barulho que as batidas da cama na parede poderiam fazer, e de vez em quando eu olhava pro rosto da Chloé. e podia ver como ela fazia força pra segurar os gemidos, depois me dava um tapinha ou algo assim pra me chamar a atenção por largar o jogo, como era de esperar, não aguentei muito as cavalgadas da Chloé e gozei de novo dentro da buceta dela, quando percebeu, ela tirou meu pau com cuidado e se deitou do meu lado, pegou um travesseiro e colocou na cintura dela.
- Emm... O que cê tá fazendo, Chloé?
- Te falei, quero ser mamãe e você vai ser o papai.
- Ok...
- Perfeito, não vazou nada, vamos, pequeninos!!! - disse Chloé sussurrando.
Eu achava estranho a Chloé falar essas coisas em voz alta em vez de pensar, e mais ainda vê-la agindo assim a centímetros de mim. É verdade que não me importava muito ela querer um filho meu... e se ainda por cima isso pagava uma dívida pendente... melhor ainda. Quando a Chloé cansou de ficar assim, vestiu a camisa de novo e agora sim; começou a jogar comigo. Depois de um tempo (longo), ouvi chamarem a gente pra jantar. Descemos e, por sorte, a Chloé e a Eva começaram a falar do que a gente tava jogando. Nessa altura, eu já tava pensando que iam começar a desconfiar do que a gente fazia, mas depois da conversa que todo mundo podia ouvir sobre o jogo... fiquei bem mais relaxado.
Terminamos de jantar e, por sorte ou por azar, todo mundo tava meio cansado e, como ainda tinha muitos dias de férias, decidiram ir dormir cedo. Sorte, pensei, porque eu também tava exausto. Quando me meti na cama, ouvi do outro lado da parede a Eva entrando no quarto dela também. Quando fez silêncio, recebi uma mensagem no celular, era da Eva.
Eva:
- Maninho, acho que a gente vai se divertir pouco a sós esses dias...
Eu:
- É, uma pena... mas desde que tudo começou, a gente se diverte muito, não importa se ficarmos uns dias sem intimidade, né?
Eva:
- Não vou negar, mas provavelmente quando os tios voltarem pra Madrid, eu vou ter que ir estudar no mesmo dia ou no seguinte.
- E não só isso... se eu você vai visitar, não poderíamos fazer nada, já que vou estar morando com umas amigas.
— Não sei! O que você acha? hehe
Eu:
— Bom... você pode nos visitar, né?
— No trem você aproveita pra estudar e vem nos ver em algum fim de semana...
— Também tem os feriados... pontes... réveillon... e essas coisas.
— A gente vai vendo... no pior dos casos, a gente rouba o apartamento da Chloé pra se divertir, hahaha
— Bom, vou nessa, dormir. Tchau e boa noite.
Joguei o telefone no sofá do meu quarto e agora sim, fui dormir.
Capítulo 17:http://www.poringa.net/posts/relatos/4350761/17-La-despedida-de-Eva-II.html
O tempo passou e, após o primeiro mês do nosso joguinho, a Eva decidiu que eu poderia fazer o que quisesse com ela... qualquer coisa... mas só uma vez por mês ou por semana, se fosse algo bem pesado, e algo mais normal sempre que eu quisesse. Ela tentou fazer o mesmo comigo, mas não colou... mesmo assim, nossos gostos coincidiam com frequência. Me surpreendeu que nossos pais não percebessem que os filhos deles estavam constantemente transando mês após mês, mas, infelizmente, tudo que é bom dura pouco. A Eva terminou o segundo ano do ensino médio e tirou uma nota boa pra entrar na faculdade... qual é o problema? Bem, o curso que ela queria ia separar ela de mim por muitos quilômetros — ela ia pra Madrid estudar por uns anos. A Eva recusou morar com a Chloe por razões óbvias: ou ela ia torturar a Chloe... ou ia dar tanto sexo que a Chloe não conseguiria nem estudar cinco minutos. Ela decidiu morar num apartamento de estudantes com outras garotas da turma dela, que eu nem conhecia. Mas, antes que tudo isso acontecesse, ainda tínhamos as férias de verão pela frente. Íamos passá-las com minha tia Chloe e também com o marido dela...Depois de aproximadamente dois meses de sexo sem limites entre eu e a Eva, nos quais pude fazer praticamente tudo que quis com ela... realizei pequenas fantasias, como comer minha irmã vestida de várias super-heroínas, tipo Supergirl ou Mulher-Maravilha, entre outras, e também algumas personagens de animes femininas, dependendo do anime que eu tava assistindo na época... pois, sem eu falar nada, a Eva aparecia com um cosplay fabuloso e se jogava na minha boca ou no meu pau sem aviso prévio. Com um pouco mais de confiança, a gente se arriscava a fazer em lugares públicos, como parques nacionais... praias... (fora da água) e até em alguns banheiros de restaurantes.
Faltando meio mês pra gente se despedir da Eva e um pouco mais pra eu começar minhas aulas, meu tio e a Chloe decidiram nos visitar. Iam ficar um tempinho de férias. Infelizmente, como se fosse uma tradição... meus pais pediam férias pra ficar com meus tios também, e isso ia dificultar muito a gente se divertir, eu e a Eva... e se eu tivesse que passar muito tempo sem poder foder a Eva, não seria ruim que os últimos dias com ela fossem a sós, de preferência sem sair da cama por dias...
Acordei de manhã num sábado quente no meio do verão e, depois de sair do banheiro e ver o quarto dos meus pais vazio, resolvi olhar pela janela e confirmar que o carro do meu pai não estava. A casa era só nossa — por quanto tempo? Não sabia, mas já era alguma coisa... Entrei no quarto da Eva, onde ela tava completamente dormindo, tão profundamente que a cada três ou quatro respirações soltava um ronquinho bem fraquinho. Me enfiei na cama dela com todo cuidado e me grudei na Eva o máximo que pude. Ela tava de costas pra mim e, assim que comecei a roçar a pele dela e sentir os movimentos que eu fazia ao me deitar na cama, a Eva começou a se mexer um pouco. Parei e fui enfiando devagar a mão dentro do shortinho que ela usava pra dormir; por baixo não tinha nada, e comecei a procurar a abertura da bucetinha da Eva. Quando encontrei, comecei a enfiar um dedo devagar e tirar daquela bucetinha quentinha. Depois de um tempinho, ela começou a ficar molhada e a gemer bem baixinho... Achei que a Eva já tivesse acordada e só tivesse fingindo que tava dormindo... mas quando enfiei mais dois dedos e aumentei o ritmo... a Eva acordou de repente e bateu a nuca no meu olho.
- Ai! - Gritei entre risadas.
- Seu pervertido... se vai me fazer gozar, pelo menos me acorda - disse a Eva enquanto esfregava os olhos.
- Pra ser sincero, achei que você já tivesse acordada... pelo jeito que você gemia...
- Eu tava gemendo? Pois no meu sonho eu tava gemendo bem alto... tava sonhando que a gente "brincava" no meio da areia da praia.
- Hahaha não, você gemia baixinho, parecia uma princesinha tímida e inofensiva.
Eva, ofendida, começou a me bater com o shortinho que segurava nas mãos — ela tinha tirado enquanto a gente conversava, e mesmo assim... do que poderia parecer; uma cena violenta... nós dois estávamos rindo, até que Eva parou de rir: tirei seu top rosa folgado que ela só usava pra dormir no verão ou pra andar em casa, deixei ele com cuidado no chão e me joguei nos lábios dela, mas não sem antes observar o corpo nu dela por completo, não sei se é porque pensei que não a veria assim de novo por muito tempo e ainda mais estando a sós... pode ser que, fazendo as contas, imaginei que naquele mesmo fim de semana meus tios viriam... mas isso não importava mais, porque naquele momento a única coisa que eu queria era beijá-la e fazê-la gritar, soltar gemidos tão altos que nos ouvissem do outro lado da rua... infelizmente, Eva se seguraria pra não levantar suspeitas com os vizinhos... Nós dois estávamos sentados na cama, nos beijando e nos tocando em cada canto do corpo, quando de repente Eva me empurrou na cama, arrancou minha cueca de uma vez e montou em mim, enfiou meu pau de uma vez sem esforço nenhum, de tão molhada que estava, com as costas completamente retas... começou a cavalgar pra frente e pra trás sem parar de gemer a cada investida, as investidas dela eram rápidas e sem parar, uma atrás da outra, minha visão de Eva gemendo e olhando pro teto enquanto o cabelo dela pulava junto com as tetinhas... esses estímulos e o esforço de Eva conseguiram o resultado que ela queria, gozei dentro da bucetinha de Eva, mas Eva não parou de cavalgar, sem diminuir nem um pouco o ritmo, apesar de pelos meus sons ela perceber que eu já tinha gozado dentro dela, tirei uma das mãos da coxa dela e estendi até um dos peitos pra apertar com força, Eva não parou e ignorou o que eu fazia, me segurou pelos pulsos, um com cada mão, e os estendeu sobre o travesseiro, se tivesse continuado assim por mais tempo, juro que meu pau ia começar a doer, mas quando senti cada gotinha do jato de Eva ao gozar... percebi que ela ia parar... e foi o que aconteceu. Parou e se deixou cair sobre mim, esmagou as tetinhas dela no meu peito e encaixou a cabecinha de lado no meu ombro, meu pau ainda tava dentro da Eva, mas nenhum de nós queria sair daquela posição. Depois de um tempo, Eva se virou de lado e começou a se limpar com os lençóis, eu fiz o mesmo e ficamos mais um tempinho conversando. Quando terminamos, juntamos os lençóis e colocamos pra lavar antes que nossos pais ou tios aparecessem de surpresa....
No resto da manhã, tomamos banho separados e ficamos pensando no que ia rolar quando a gente se reunisse de novo. Se a Chloé e eu conseguimos fazer na nossa casa com todo mundo em casa... Será que a gente ia ser capaz de repetir essa façanha, mas incluindo a Eva? Infelizmente, tivemos que calar a boca quando vimos nossos pais entrando. Passamos um tempo com eles e, quando olhei pra Eva, trocamos um olhar que dizia tudo: "Subimos e fazemos em silêncio?" Eva subiu primeiro, mas logo teve que descer porque bateram na porta e era óbvio quem era...
Chloé e meu tio entraram no hall. Fiquei surpreso ao ver a Chloé de biquíni à mostra, um shorts jeans e umas sandálias, bem maquiada e com o cabelo preso num rabo de cavalo. Meu tio também já estava de sunga.
- Bom dia!!! E meus sobrinhos? - Disse a Chloé, toda eufórica, ao entrar.
- Bom dia, Chloé - Falei e fui dar dois beijos nela.
Juro que ela fez de propósito, porque quando dei o segundo beijo na bochecha, parei, mas a Chloé riu e me deu "como que por acidente" um terceiro beijo nos lábios. Foi um beijinho sem importância, mas por sorte ninguém viu. Ela cumprimentou o resto e foram entrando na sala aos poucos. Chloé e eu ainda estávamos na porta quando vimos a Eva descer. Elas se cumprimentaram com dois beijos, com a pequena diferença de que a Chloé enfiou a mão na calça da Eva e, pelo que imagino, meteu os dedos na buceta dela. Quando tirou a mão e viu que estava meio molhada, a Chloé sorriu e sussurrou "puta no cio". Eva.
Como sempre, começaram a nos dar sacolinhas com presentinhos, na maioria roupas. Depois de experimentarmos e nossos pais colocarem a conversa em dia sobre assuntos bestas, meu tio insistia pra gente se apressar e se arrumar todo mundo pra sair pra comer fora. Ele disse que tinha uma notícia importante pra contar e preferia fazer isso no restaurante, com uma bebida pra comemorar e um clima melhor. Tanto eu quanto Eva decidimos ir com a roupa que nos deram. Eva gostou muito, mas no meu caso foi mais preguiça de me trocar. Entramos nos carros, enquanto eu pensava na viagem que fizemos ao shopping Chloé e eu... infelizmente, nessa viagem meus tios foram no carro deles e nós com nossos pais. Eu não parava de pensar na notícia que eles queriam dar... estavam felizes demais pra ser uma separação... isso com certeza não era. Será que iam se mudar pra mesma cidade que a gente? Tomara, pensei... sem Eva em casa, ter a Chloé por perto na mesma cidade seria um sonho, haha... mas também não era. Já no mesmo restaurante da última vez, todos sentados à mesa, Eva não parava de pressionar pela notícia, mas meus pais não mostravam nenhum interesse, quase como se já soubessem. Meu tio insistia em esperar mais um pouco, até trazerem o que a gente pediu ou pelo menos algo pra beber. Anotaram nosso pedido e meu tio pediu duas garrafas boas de vinho e cervejas. Eu pedi refrigerante e Eva quis um rum com Booty, mas depois do cascudo da mãe dela, ficou só na Booty. Primeiro trouxeram as bebidas, o que já foi suficiente pra Eva exigir que contassem a notícia ou ela literalmente ia pular no pescoço deles no mordida.
- Daqui a dez meses vamos ser pais! Mais ou menos... - disse meu tio.
- Já era de se esperar, demoraram pra caralho - disseram meus pais.
- Vocês não querem dizer nove meses? - falou Eva, meio confusa.
- Kkkkkkkkk - Chloé caiu na risada.
- Não, do jeito normal não dá, por isso vai ser in vitro - explicou meu tio.
- Tio... atira fogo de festim? - perguntou Eva. uma forma muito séria e meu pai engasgou ao ouvir isso, segundo cascudo em Eva da minha mãe...
- A gente tem tentado e do jeito tradicional seria quase impossível conseguir, e como queremos logo... então vamos fazer assim - tentou explicar Chloé da forma mais séria que conseguiu, já que dava pra ver as risadas escapando por causa da "piada" da Eva.
- Bom, o importante é que finalmente vou virar tio - disse meu pai.
Eles começaram a comemorar, o que me deixou meio surpreso já que estavam só tentando... ainda não tinham conseguido... A comida estava sendo tranquila demais. Quando sentamos, Chloé ficou de frente pra mim e Eva do meu lado. Eu esperava alguma sacanagem como da última vez, quando Chloé me masturbou com os pés, só que agora a Eva poderia ver perfeitamente se olhasse pra minha virilha, já que a toalha de mesa cobria bem justinho... mas pra minha surpresa, não só Chloé... a Eva também se comportou durante toda a refeição. Depois de terminar e passar uma longa hora no restaurante conversando e bebendo, decidimos ir pra praia todos juntos dar um mergulho rapidinho e depois pra casa jogar cartas a tarde toda, como de costume. Não me importava muito com as cartas, já que se meus pais e tios jogassem, a gente teria toda a atenção desviada pra fazer o que quiséssemos no meu quarto.
Já na praia, meus olhos estavam grudados nos corpos da Eva e da Chloé de biquíni. Estavam de arrasar, mas infelizmente... muita gente ao redor pra eu ficar no modo babão. Entramos na água eu e a Eva, e depois meus tios e meu pai se juntaram, mas não aguentaram nada e logo fiquei só com a Eva e a Chloé. As ondas nos afastavam, mas não pro mar aberto, e sim pro lado. Quando tanto a Eva quanto a Chloé viram que nossos guarda-sóis já estavam longe, as duas se jogaram em cima de mim.
- Eu primeiro! Você tem ele o ano inteiro em casa - disse Chloé, se agarrando a mim e empurrando a Eva.
- Ok... - falou Eva, e começou a nadar um pouco mais afastada.
- Não é Cê tá pensando em fazer o que eu acho que cê quer fazer, não é, Chloé? — perguntei.
— Claro que sim, quero que você me foda debaixo d'água, hehe.
— Mas o pessoal vai ver tudo na maior clareza, cê é louca?
— Não vão ver nada, olha a praia... ninguém tá dentro, todo mundo tá tomando sol agora e se olharem, só vão ver um casalzinho se beijando... as ondas não deixam ver nada.
Chloé começou a se esfregar mais e mais em mim, por sorte a gente tava com os pés no chão e não afundava, ela baixou minha sunga só o suficiente pra tirar minha rola e começou a me masturbar pra me deixar excitado, demorou um pouquinho mas quando viu que já tava no tamanho que Chloé lembrava como ideal... ela me abraçou, enfiou e me enroscou com as pernas, com os braços também me enlaçando pelo pescoço, não tive outra opção senão colocar minhas mãos bem abertas em cada uma das nádegas dela e me ajudar com elas pra meter, no começo foi meio difícil porque nunca tinha feito daquele jeito, mas depois de um tempo peguei o jeito. Com Chloé bem agarrada em mim e sem parar de gemer e ofegar no meu ouvido, sussurrei que ia gozar, fiz menção de tirar, mas quando percebeu isso, Chloé me apertou muito forte com as pernas enfiando minha rola toda, não precisou fazer mais movimentos porque com os beijos e lambidas que tava me dando na orelha; foi o suficiente pra eu terminar, gozei no fundão da buceta da Chloé enquanto sentia os gemidos dela cada vez mais rápidos no meu ouvido, ficamos assim por um tempo, Chloé sem soltar as pernas mas sim os braços, sussurrou no meu ouvido: Você vai ser o pai do meu futuro filho ou filha e eu não ligo pro que você acha, você me deve uma enorme e vou cobrar assim. Chloé se afastou um pouco de mim sem afrouxar nada as pernas e sorriu. Depois de um tempo, desceu de mim, ajeitou o biquíni na parte de baixo pra não deixar ver a xereca e com as pernas bem juntinhas; ficou flutuando de barriga pra cima como se estivesse tomando sol. Quando vi como a gente ficou; Eva se aproximou Ela me perguntou se eu tava pronto pra uma segunda rodada, pedi mais um tempinho de descanso e ela topou na boa. Quando Eva achou que já era suficiente, chegou o mais perto que pôde de mim, virou de costas e pediu pra eu abraçar ela. Quando fiz isso, ela baixou a parte de baixo do biquíni e levantou a de cima, começou a esfregar a bunda no meu sungão e pegou minhas mãos pra levar até os peitos dela — "Me abraça... mais forte, que eu tô me afogando..." — disse Eva. Eu baixei meu sungão pra me esfregar melhor com ela e, depois de um tempo, quando fiz menção de meter, ela me parou com a mão.
— O que foi, Eva?
— Não quero que você me coma assim, quero ver você gozar só se esfregando na minha bucetinha e nas minhas coxas.
Eva colocou meu pau na entrada da buceta dela e fechou as coxas o máximo que pôde. Devagar, começou a se mexer e gemer. Como eu tinha gozado fazia pouco com a Chloé, aguentei mais. Depois de um tempo, pelos barulhos de Eva e uns espasmos pequenos, achei que ela tava gozando, mas não dava pra ter certeza porque não dava pra ver nenhum jato e sentir ela mais molhada debaixo d'água... pensando nisso, não vi motivo lógico pra me segurar e aguentar mais... aumentei o ritmo o máximo que pude e terminei gozando com uma última estocada que fez a ponta do meu pau aparecer na frente de Eva. Eva olhou pras coxas dela pra ver um jatinho branco saindo e se dissolvendo aos poucos no mar. Exausto, coloquei o sungão de volta e imitei a Chloé, me deixando levar pelas ondas, flutuando sem fazer nada. Eva me imitou, mas segurou minha mão pra não nos separarmos. A gente conversou um pouco e eu contei o que a Chloé sussurrou, que queria que eu fosse o pai. Ela não achou estranho nem ruim, pelo contrário, ficou pensando e fazendo conexões, tipo: se o filho fosse meu e da Chloé, eu não seria mais primo dela... eu seria tio, que nossos pais nunca seriam tios, só seriam avós, já que a Chloé não tinha parentesco de sangue, nosso tio só seria... tio-avô e padrasto? No dia que eu tivesse mais... Filhos, seriam meio-irmãos e primos políticos? Eva duvidava se essa palavra existia ou não... mas estava entretida com o quebra-cabeça mental que estava montando... deixamos o assunto de lado quando a Chloé se aproximou pra perguntar se a gente queria sair ou não. Vendo o quão longe a gente tinha ido, decidimos sair e ir andando até as toalhas. Achei estranho que a Eva não enchesse o saco da Chloé pela decisão que ela tomou ou pelo que ela tava fazendo com meu tio. Ela não só tava comendo o sobrinho e a sobrinha dele... queria enganá-lo e fazer ele acreditar que tinha um filho, quando na verdade era do sobrinho dele.
Pegamos um solzinho nas toalhas por um tempo e voltamos depois pros carros pra ir pra casa, não sem antes parar no supermercado pra comprar umas coisas pro jantar.
Ao entrar em casa, encontramos meus tios já banhados; eles se adiantaram enquanto a gente comprava as coisas. A Chloé literalmente só tava usando uma camisa de homem comprida que servia como vestido improvisado, com um cinto por cima, dava pra ver perfeitamente que por baixo não tinha nada, nadinha. Depois fomos tomando banho em turnos e, como eu imaginei, eles começaram a jogar cartas, mas meus tios e pais não aguentaram muito; a Chloé jogava tão mal que acabaram trocando ela pela Eva pra partida ficar mais divertida. A Chloé sentou do meu lado no sofá e, depois de um tempo, me perguntou se a gente podia jogar alguma coisa juntos, pediu pra subir pro meu quarto e jogar um pouco de videogame. Achei estranho que, assim que entrou no meu quarto, a Chloé pegou o controle do videogame, ligou ele e a TV também; pensei que ela só queria foder, mas quando me viu entrar e chegar perto, a Chloé puxou meu braço e me empurrou na cama. Ao cair na cama, senti a mão dela no meu peito me empurrando pra deitar, tirou minha calça e me deu o controle.— Vamos ver como você joga enquanto sua querida titia te monta — disse a Chloé.
— E você não prefere que seja mais normalzinho? Assim eu prestaria mais atenção em você...
— Não, pra fazer assim a gente já vai ter outras oportunidades, agora tô a fim disso.
Comecei a jogar e na mesma hora a Chloé enfiou meu pau na boca dela devagar, me encarando fixamente. Quando olhei pra ela, ela me beliscou na região do quadril e, com a mesma mão, apontou pra TV. Achei que ela tava me chupando pra me deixar excitado, mas na real nem precisava muito, porque só de imaginar o que ela queria fazer comigo... Quando a Chloé viu que já era o suficiente, tirou a pouca roupa que tava vestindo e subiu em cima de mim, enfiou ele devagar e se virou de lado pra eu poder ver a TV. Começou a me montar; não muito bruscamente, com medo do barulho que as batidas da cama na parede poderiam fazer, e de vez em quando eu olhava pro rosto da Chloé. e podia ver como ela fazia força pra segurar os gemidos, depois me dava um tapinha ou algo assim pra me chamar a atenção por largar o jogo, como era de esperar, não aguentei muito as cavalgadas da Chloé e gozei de novo dentro da buceta dela, quando percebeu, ela tirou meu pau com cuidado e se deitou do meu lado, pegou um travesseiro e colocou na cintura dela.
- Emm... O que cê tá fazendo, Chloé?
- Te falei, quero ser mamãe e você vai ser o papai.
- Ok...
- Perfeito, não vazou nada, vamos, pequeninos!!! - disse Chloé sussurrando.
Eu achava estranho a Chloé falar essas coisas em voz alta em vez de pensar, e mais ainda vê-la agindo assim a centímetros de mim. É verdade que não me importava muito ela querer um filho meu... e se ainda por cima isso pagava uma dívida pendente... melhor ainda. Quando a Chloé cansou de ficar assim, vestiu a camisa de novo e agora sim; começou a jogar comigo. Depois de um tempo (longo), ouvi chamarem a gente pra jantar. Descemos e, por sorte, a Chloé e a Eva começaram a falar do que a gente tava jogando. Nessa altura, eu já tava pensando que iam começar a desconfiar do que a gente fazia, mas depois da conversa que todo mundo podia ouvir sobre o jogo... fiquei bem mais relaxado.
Terminamos de jantar e, por sorte ou por azar, todo mundo tava meio cansado e, como ainda tinha muitos dias de férias, decidiram ir dormir cedo. Sorte, pensei, porque eu também tava exausto. Quando me meti na cama, ouvi do outro lado da parede a Eva entrando no quarto dela também. Quando fez silêncio, recebi uma mensagem no celular, era da Eva.
Eva:
- Maninho, acho que a gente vai se divertir pouco a sós esses dias...
Eu:
- É, uma pena... mas desde que tudo começou, a gente se diverte muito, não importa se ficarmos uns dias sem intimidade, né?
Eva:
- Não vou negar, mas provavelmente quando os tios voltarem pra Madrid, eu vou ter que ir estudar no mesmo dia ou no seguinte.
- E não só isso... se eu você vai visitar, não poderíamos fazer nada, já que vou estar morando com umas amigas.
— Não sei! O que você acha? hehe
Eu:
— Bom... você pode nos visitar, né?
— No trem você aproveita pra estudar e vem nos ver em algum fim de semana...
— Também tem os feriados... pontes... réveillon... e essas coisas.
— A gente vai vendo... no pior dos casos, a gente rouba o apartamento da Chloé pra se divertir, hahaha
— Bom, vou nessa, dormir. Tchau e boa noite.
Joguei o telefone no sofá do meu quarto e agora sim, fui dormir.

Capítulo 17:http://www.poringa.net/posts/relatos/4350761/17-La-despedida-de-Eva-II.html
1 comentários - A despedida da Eva I