Férias sem meu marido… mas com meu filho

Vou começar descrevendo minha família e a mim mesma. Casei muito jovem, com 18 anos, com um homem por quem era perdidamente apaixonada, mas que é 11 anos mais velho que eu, ou seja, quando casamos ele tinha 30. Exatamente um ano depois tivemos nosso único filho, José. Ele tem agora 19 anos. É um garoto estupendo, carinhoso, bom aluno, embora eu deva dizer que é um pouco tímido com as garotas, e sem ser um modelo de beleza, não é nada feio. É um pouco mais alto que eu, apenas 2 cm, e eu sou uma mulher alta para minha geração, pois meço 1,78. Ele é moreno, como eu.

Quanto a mim, sou morena e, com um pouco de dieta e exercícios regulares, mantenho uma silhueta bem aceitável. Tenho sutiã tamanho 95, com aréolas médias e escuras, e mamilos igualmente escuros e bem grandes, que quando ficavam eretos apareciam até através da blusa e do sutiã. E uma bunda firme. Não acho que sou uma beleza de tirar o fôlego, mas sou gostosa, e mais de um homem vira a cabeça quando passo na rua.

Quando aconteceu tudo o que vou contar, eu tinha 35 anos e, como disse, meu filho 14. Meu marido naquela época já estava com 47, e fazia um tempo que parecia ter perdido o interesse por mim, já que só transávamos no sábado à noite e o resto da semana, nada. Apesar de tudo, ele era e é muito carinhoso e um bom pai. No começo, até pensei que ele pudesse ter uma amante, mas depois me convenci de que não.

Tanto eu quanto meu marido trabalhamos, então podemos viver confortavelmente, e até nos permitir alguns luxos, como uma boa casa e dois carros de segmento médio-alto.

Naquele ano, nas férias, eu e meu marido íamos viajar sozinhos, pois precisávamos descansar. Já meu filho iria com meus pais, que moram em Cádiz, para ficar com os primos e, claro, com os avós. Como a ideia era desconectar de tudo, decidimos ir para uma das ilhas. Gregas, meio exclusivas, mas ideais pra não ter contato com o mundo.
Faltando uma semana pra viagem, meu marido teve um problema sério no trabalho e teve que adiar as férias dele. Já eu não podia mais mudar as minhas, então fiquei com uma viagem que não poderia aproveitar. Mas aí meu marido disse pra eu levar o José pra ilha. No começo fiquei meio decepcionada, mas realmente precisava de umas férias, então aceitei. Fizemos as alterações na agência de viagens e preparamos tudo pra partida.

Chegamos na Grécia e tivemos que pegar um barco pra ir até a ilhazinha que seria nosso lugar de descanso. No começo percebi que meu filho tava meio triste por não poder ir com os primos, com quem ele se dá super bem, mas acho que pra não me deixar perceber ou por causa da emoção de sair da Espanha de férias, o humor dele foi melhorando.

O hotel onde íamos ficar é uma maravilha. Ficava perto de uma enseadinha e nosso quarto dava pro mar, a vista era incrível. No próprio dia da chegada, a gente se arrumou e deu uma volta pelo hotel. Tínhamos acesso direto pra enseada, e o hotel também tinha uma piscina enorme. Quando descemos, ela tava quase cheia, a maioria era gente jovem, principalmente casais, mas também famílias.

Percebi que meu filho ficava olhando pras mulheres que estavam de topless na piscina, que eram quase todas, mas como ele não fazia isso de um jeito escancarado, preferi não falar nada.

— José, cê prefere praia ou piscina?
— O que você preferir, mãe.
— Beleza, então vamos pra praia, ver como que tá.

Fomos pro quarto e, enquanto eu colocava meu biquíni no banheiro, meu filho vestiu a sunga dele no quarto. Sem ser uma família puritana, não era comum meu filho me ver de roupa íntima, e acho que ele nunca tinha me visto pelada. Pegamos as toalhas e fomos pra uma pequena enseada. Quando cheguei, levei um susto duplo: primeiro, porque a enseada era um paraíso, e segundo, porque reparei que quase todo mundo tava pelado ou, no máximo, as mulheres de topless, mas com umas tangas que mal cobriam alguma coisa. Sinceramente, fiquei meio assustada, não por mim, mas pelo meu filho — talvez aquilo fosse demais pra ele, já que não tava acostumado. Na minha terra, Cádiz, topless é raríssimo, e nudismo total... nada disso.

— Querido, como você tá?
— Bem, mãe, mas com certeza isso aqui não é igual à Praia da Vitória.
— Se você ficar desconfortável, a gente vai embora.
— Não se preocupa, mãe. Vim pra te acompanhar, mas se quiser, eu vou.
— Não, meu amor, eu tava falando por você.

Achamos um lugar pra esticar as toalhas e começamos a pegar sol. Acho que o José tava entediado, mas não falou nada — a verdade é que ele é um filho maravilhoso. Vimos uns jet skis e perguntei se ele queria dar uma volta. Os olhos dele se arregalaram e ele disse que sim. O cara que alugava deu uma notícia ruim: disse que, por ser menor de idade, ele não podia pilotar, mas que tinha uns de dois lugares e eu podia guiar. Mesmo nunca tendo pilotado um jet ski, pra não decepcionar meu filho, falei pro cara que tava ok, que eu levava.

Subimos no jet ski depois que me explicaram como funcionava e saímos pra dar uma volta. Meu filho se agarrou em mim, e aquela sensação foi estranha, mas não liguei. Depois do tempo que a gente tinha, voltamos. A cara do meu filho tava radiante. Ele me deu um beijo na bochecha e agradeceu.

Voltamos a pegar sol. A verdade é que eu era meio o centro das atenções, porque todo mundo tava com pouca roupa e eu era a única mulher de peitos cobertos. Sinceramente, não me importava de ficar de topless, mas me dava um pouco de vergonha por causa do meu filho. Depois de uns 15 20 olhares que me diziam "vai com a puritana", criei coragem pra tirar a parte de cima do biquíni
             Jóse, você reparou que todas as mulheres tão pelo menos de topless, e que aqui eu sou um "bicho estranho" usando biquíni
             É...
             Você acharia ruim se eu tirasse a parte de cima do biquíni?
             Não... bom... faz o que quiser...
             Por que você diz isso?
             É que você nunca fez topless...
             Bom, até já fiz uma vez ou outra, mas nunca em Cádiz, só em lugares onde não conhecia ninguém, você sabe que eu sou meio envergonhada com essas coisas
             E você não tem vergonha de eu ver seus peitos?
             Bom, Jóse, você é meu filho...
             Sim, mas nunca vi seus peitos...
             Até agora...
            
             Naquele momento, desabotoei o biquíni e meus dois peitos escaparam da prisão deles.
             Porra, mãe, que peitão... desculpa, por favor, mamãe, não queria falar isso...
             Bom...
             No começo não reagi, mas depois percebi o que tinha dito
             Jóse, por que você disse que não queria falar isso?
             É que... você é minha mãe...
             E daí?
             Ora, não posso dizer que minha mãe tem uns peitos bonitos...
             Puxa, há dois minutos eram peitão e agora são peitos... e por que você não pode dizer que eu tenho uns peitos bonitos?
             Ora... porque você é minha mãe!!
             Qual é o problema com isso? Você nunca disse que um vestido é muito bonito, ou que o penteado me caía bem?
             Sim, mas não é a mesma coisa...
             Por que não é a mesma coisa?
             Porque se eu disser que você tem uns peitos bonitos, você pode ficar brava comigo...
             Como vou ficar brava com isso... pelo contrário, é um elogio, seu próprio filho te dizer que você tem o peito... bom, os peitões bonitos, e do jeito que você falou é um baita elogio.
             Então tá, você tem uns peitos lindos. Acho que na praia não tem ninguém com umas mais bonitas que as suas…
Já chega, vai me deixar vermelha…
Acho que te demos uma educação conservadora demais…
Bom, na escola a gente tem aula de equação sexual…
Num colégio de padre? O que eles ensinam?
Bem, como os homens se reproduzem, como são os órgãos sexuais…
Te explicaram coisas como masturbação, ou você já viu alguma mulher pelada, ou como evitar uma gravidez indesejada…?

Meu filho ficou meio vermelho
Não, isso não…
Viu o que eu quero dizer? Acho que no seu colégio eles estão meio atrasados em alguns aspectos.
Passamos vários dias em que meu filho se acostumou a me ver de topless, até coloquei uma tanga que deixava quase toda a minha bunda de fora
Naquela noite jantamos no hotel. Pedimos uma garrafa de vinho da região, que era muito bom, mas um pouco forte. Meu filho costumava beber um pouco de vinho nos jantares fora de casa. Ficava pensando o tempo todo no meu filho e na "educação sexual" dele. Confesso que o assunto me excitava.

Ei, José, sobre o que a gente conversou outro dia na praia…
Foi mal mesmo, não devia ter falado aquilo…
Não é sobre isso, e além do mais eu te disse que foi um elogio… é sobre sua educação sexual. Acho muito importante você saber algumas coisas…
Tá bom, quando voltar pra aula eu pergunto
Acho que num colégio de padre nunca vão te ensinar a usar camisinha, ou a pílula no caso das minas…
Mãe…
Escuta, por favor. Me diz o que você sabe sobre sexo. Não se acanhe, que eu sou sua mãe
É justamente por isso que eu me acanho
Então imagina que eu sou uma amiga de muita confiança…
Isso é difícil…
Tenta…
Fala sério… a verdade é que não sei muito, como te falei, como se faz amor, e só — E sobre a masturbação, te falaram alguma coisa?
— Sim, que é pecado…
— Típico dos padres… mas pelo menos já não te dizem que você vai ficar cego ou que vai secar a medula.
— Não, isso não (ela riu).
— E você já viu alguma mulher nua ou sabe como colocar uma camisinha?
— Bom, claro que já vi mulheres nuas, por exemplo hoje na praia…
— Tô falando se você já viu uma buceta de perto, ou uns lábios maiores e menores…
— Só em revista…
— Te proponho um trato…
— Qual?
— Primeiro, você tem que me prometer que não vai contar isso pra ninguém…
— Prometo…
— O trato é: se você quiser, vou te dar umas aulas de educação sexual do século XXI…
— Como assim?
— O que eu falei: como usar camisinha, como é uma mulher, o que ela gosta… Quer ou não?
— Claro.
— Então, primeiro: amanhã na praia, vamos tomar sol sem roupa…
— Valeu…
— Agora, a primeira lição… a mulher.

Para o espanto do meu filho, tirei o vestido que estava usando e fiquei só de calcinha, já que não tinha colocado sutiã. Na mesma hora, tirei a calcinha e mostrei minha buceta pro meu filho pela primeira vez. Falei que aquilo eram os mamilos, as aréolas, e depois sentei na beira da cama. Pedi pra ele sentar no chão na minha frente. Abri as pernas e mostrei o que eram os lábios maiores e menores, a monte de vênus, o clitóris… Ele fez algumas perguntas, tipo qual era a função do clitóris. Falei que não sabia direito pra que servia, mas que dava muito prazer. Depois fiquei de quatro e mostrei a bunda. Falei que tem gente que curte sexo anal.

— Você curte sexo anal, mãe?

A pergunta me pegou meio de surpresa, mas não era hora de ter vergonha.
— A verdade é que sim, adoro, mas… Não pratico isso há muito tempo. A lição número dois é sobre masturbação. Não sei se é pecado ou não, mas te garanto que não é ruim. Por um lado, você aprende a conhecer seu corpo, e por outro, te dá prazer. Você já deve ter se masturbado alguma vez?
Sim, mas como achava que era pecado, depois me sentia meio mal.
Então, a partir de agora, pode se masturbar sem remorso.
Você também se masturba, mamãe?
Sim, pra ser sincera, mais do que eu gostaria.
Por que você diz isso?
A verdade é que isso é bem pessoal, mas papai quase não me come, só uma vez por semana ou a cada dez dias…
Pois eu não entendo…
O que, querido?
Que se eu tivesse uma mulher como você, não passava um dia sem.
Obrigada, filho, você é um amor.
A verdade é que eu estava cada vez mais excitada.
A próxima lição é como colocar uma camisinha. Vai, tira a roupa.
Mãe, é que…
O quê?
É que eu tô meio excitado…
Então isso é perfeito, porque camisinha sempre se coloca com o pau duro.
Peguei uma camisinha das que tinha preparado, pensando que viria com meu marido, já que não gosto de tomar pílula, e fui até meu filho.
Viu, você abre, nunca com algo que possa furar, pega pelo reservatório e vai desenrolando.
Achei que meu filho fosse explodir.
Mãe, quando um homem tá excitado, fica de pau duro, mas como eu percebo que uma mulher tá excitada?
Na verdade, não é tão chamativo quanto a ereção do homem, mas claro que tem sinais, como o olhar de desejo, os mamilos ficam duros, nossa buceta solta um líquido pra lubrificar…
Você agora tá com os mamilos duros… tá excitada?
Claro que sim.
E também tem esse líquido?
Sim.
Posso ver como é?
Isso é melhor sentir.
Posso Apalpar ele?
Já mal conseguia controlar meus atos
Pode fazer o que quiser, love…

Ele apontou um dos dedos pra minha buceta. Quando enfiou, soltei um gemidinho
Tá bem, mãe?
Tô no céu
É verdade… tu tem a buceta super molhada
Siiiiim, continua assim, devagar. Tu me mata de prazer…
Acho que eu também vou explodir

Senti uns espasmos na mão do meu filho quando ele gozou. Vi que a camisinha tinha enchido de porra. Tirei ela.
Nunca tinha gozado assim, mãe
É porque tu tá muito excitado, igual a mim. Vem cá.

Dei um beijinho nele. Ele me deu outro, até que aos poucos nossas línguas foram se entrelaçando.
Jóse, sabe o que é um 69?
Sei…
Então se prepara, que a gente vai fazer um

Comecei a chupar a rola dele enquanto ele, tímido, lambia minha buceta. Falei pra ele fazer sem medo. Ele começou a mexer a língua e até dava uns mordiscos no meu clitóris. Tava quase gozando e aumentei a velocidade do boquete
Mãe, vou gozar…
Eu também, meu love…

Tirei a rola do meu filho da boca bem na hora que ele gozava. Fiz algo que nunca tinha feito: joguei a porra do meu filho nos meus peitos. Depois lambi eles. Gostei do sabor do sêmen do meu filho.
Mãe, isso foi incrível. Tô como um touro…
E eu, meu love, nunca na minha vida gozei assim. Tô igual uma puta no cio…
Quero chupar seus peitos…
São teus, os dois…

Gozei de novo com o toque da língua do meu filho nos meus peitos, enquanto a mão dele acariciava minha buceta, quente igual um forno. Quando ele terminou, coloquei outra camisinha nele
Vamos derrubar a última barreira…
Qual?
Você vai me foder. Vai meter a rola na buceta pelo Você veio ao mundo, vai me fazer mulher…
Te amo, mamãe…
E eu você, meu amor…

Abri bem as pernas, enquanto meu filho guiava o pau dele na entrada do meu buraco. Seguindo minhas instruções, ele começou com um vai-e-vem devagar.

Assim, assim, assim, meu amor, me fode, porra, que delícia!

Meus gritos e gemidos ficavam cada vez mais fortes, até eu gozar. Mas meu filho ainda continuava com o pau bem duro…

Mamãe, você disse que gosta de sexo anal…

Sim, querido,… mas te falei que não faço isso há muito tempo. Como seu pai transa pouco, ele faz pela frente, e acho que nunca gostou muito de me foder o cu, então não sei…

Vou ser bem delicado…

Tá bom, mas faz o que eu mandar…

Lubrifiquei bem a entrada do meu ânus, depois mandei meu filho enfiar um pouco do pau dele no meu cu e deixar parado, pra eu me acostumar. Depois um pouco mais e, no final, a última enfiada pra seguir com um movimento frenético.

Que gostoso, José, como você rasga bem o meu cu…

É que você tem um cu maravilhoso, mamãe. Te amo, e quero te fazer amor todos os dias, pra você nunca mais precisar se masturbar…

Sim, meu amor, sou sua, sou sua mãe, sua puta, sua puta, sua escrava, sua amante… pode fazer comigo o que quiser, mas continua te mexendo… tô gozandooooo!

A partir daquele momento, íamos todos os dias pra praia pelados, fodíamos como loucos quando estávamos no quarto, e quando voltamos pra Espanha, continuávamos transando todas as tardes, antes do meu marido chegar do trabalho.

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