Acordando de boca cheia (conto gay)

Já fazia dois dias que eu tinha brigado com minha mina depois de 4 anos de namoro, porque ela me pegou traindo. Aí liguei pro Ulisses, um amigo com quem eu sempre saía pra curtir as noites. Ulisses é um cara forte, meio gordinho e bem peludo, 1,85 de altura e uns 120kg. Jogou rúgbi a vida toda até machucar o joelho. Um cara que não tinha problema em comer qualquer gatinha, praticamente toda noite ele pegava alguém. Eu sou normal, também meio gordinho, 1,70 e 90kg. A questão é que naquela noite eu só queria uma coisa: encher a cara e ficar bem virado pra tirar minha ex da cabeça e a culpa também. Cheguei na casa do Ulisses umas 20h com uma garrafa de rum e uma coca grande. Quando entrei, cumprimentei ele, já que não nos víamos há um tempo, contei um pouco da briga, mas não queria falar muito do assunto. A gente reclamou pra caramba do calor. Ulisses sempre foi super desinibido, e eu gostava disso nele. Então ele ficou de cueca desde que eu cheguei, algo que pra mim era super normal. Falei pra ele preparar algo pra beber, e ele trouxe umas cervejas que tinha na geladeira, dizendo que só tinham mais duas e que a gente deixava o rum pra depois. Depois de duas horas de conversa e de ter terminado todas as cervejas, comecei a sentir dor de cabeça e percebi que não tinha comido nada, e a cerveja já tava batendo. Sem mais, pedimos uma pizza com mais duas cervejas. Enquanto o pedido não chegava, tomamos uns copos de rum com coca. A pizza chegou, comemos e tomamos mais uns copos de rum com coca. Quando eu tava abrindo uma das cervejas do pedido, Ulisses anuncia que vai pro banheiro, porque a cabeça dele tava a mil. Depois de um tempo sozinho, o sono começou a bater, e vejo Ulisses saindo do banheiro só com a toalha amarrada na cintura. Ele fala algo que não consigo entender e entra no quarto. Apago as luzes e vou pro banheiro. Quando saio, entro no quarto dele e ele tava deitado de barriga pra cima na cama. cama cruzada na diagonal, peladinho. Aí entendi que o que ele me disse foi que ia se deitar. Normalmente eu durmo no sofá da sala, mas quando vi a cama e as luzes apagadas e o sono que eu tava, me aproximei, me despi até ficar de cueca e como não tinha jeito de entrar do lado, usei ele de travesseiro. Apoiei a cabeça de leve na barriga dele, notei que tava seco e tinha um cheirão de ovo, então deduzi que ele não tinha tomado banho. E com a pica a 4 cm do meu rosto, começo a pensar em quantas vezes tinham chupado aquela pica e quantas ele tinha comido. E de tesão, começo a ficar de pau duro e quase na hora percebo que ele também, e o pau dele foi endurecendo na direção do meu rosto, ficando a uns milímetros da minha boca, abaixo do meu nariz. Jogo a cabeça pra trás como pra me afastar, mas Ulisses respira fundo e infla a barriga. E acabo com os lábios colados no tronco e a pica toda encostada na cara. Mesmo não sendo uma pica gigante nem nada. Era a primeira vez na vida que eu tinha uma pica nessa posição e por uns instantes fiquei paralisado de medo de acordá-lo e a situação ser mal interpretada. Mas o pau dele não parava de pulsar no meu rosto. Devagar, tento pegar a pica dele com a mão esquerda pra tirar da minha cara sem mexer a cabeça. Quando quase consigo, sinto ele apoiar a mão na minha cabeça e por inércia solto a pica. Ulisses acaricia minha cabeça mas não tira a mão, embora eu pense que é um reflexo, a situação tava cada vez mais desconfortável. Depois de uns minutos que pareceram uma eternidade, o pau dele não para de se mexer e pulsar, enchendo minha cara de cheiro de ovo. Sinto de novo ele acariciar minha cabeça e ouço com uma voz sonolenta mas surpresa que diz: "Epa! Parece que a curiosidade matou a putinha!", sem tirar a pressão da mão na minha cabeça mas intensificando o carinho. Eu tento dizer que era um mal-entendido, mas cada palavra que queria falar tinha que calar porque o pau dele batia nos meus lábios. Só conseguia articular :- não... na...nada... nada que... não... :- não sabia que sempre teve vontade de me comer! Ela me interrompe, enquanto com a mão livre esfrega a pica na minha cara. E completa. :- se soubesse que queria provar, tinha tomado um banho, tô sem lavar desde anteontem, mas vejo que não te incomoda. Aí entendi por que tanto cheiro de ovo, mas já era o menor dos meus problemas. Tento tirar a mão dela que esfregava a pica, mas ela segura e leva pros ovos pra eu amassar. Consigo jogar a cabeça pra trás, mas a mão na nuca não sai e a pica volta a ficar na altura da minha boca. Ela solta a mão que eu usava pra massagear os ovos, segura a pica e roça nos meus lábios. E fala :- dá uns beijinhos! Olha como te encara e pega minha mão, que inconscientemente continuava apalpando os ovos dela, e leva pra pica, começando a se masturbar com minha mão bem devagar enquanto continua roçando nos meus lábios e completa :- dá só um beijo! Eu, já entregue, falo :- tá bom, só um beijo e nada mais! Faço bico como pra dar um selinho e fecho os olhos. Ela puxa a cabeça da pica, que já tava encharcada de líquido pré-seminal, e esfrega na minha boca toda. E completa :- falei um beijo, beijo é com língua! Como se fosse seu sorvete favorito, diz de brincadeira. Sem pensar, abro a boca timidamente e ela começa a pressionar com a pica enquanto vai dando instruções :- vai massageando a cabeça com a língua, cobre os dentes com os lábios, mais pra dentro. Enquanto com a mão na nuca apertava e soltava pra pica entrar e sair da minha boca, continuando a dar ordens que eu seguia sem nem pensar. E no meio do cheiro e gosto de ovo, de vez em quando dava ânsia, e Ulisses parecia adorar. Depois de um tempo, que pareceu horas, ela tira a pica e pega minha mão pra eu continuar masturbando. Aí eu falo :- já deu, já foi... Mas me ignorando, responde :- Só mais um pouquinho. mas, agora você sozinho. E antes que eu possa responder, ele enfia o pau na minha boca e me coloca perpendicular ao pau, embora nunca tenha tirado a mão da minha nuca. Com uma das minhas mãos apoiada entre as pernas dele e a outra ao lado do corpo dele, começo a chupar. E, mesmo ele tendo dito que queria que eu fizesse sozinho, só aumentava cada vez mais o ritmo com a mão na minha nuca e, de vez em quando, deixava o pau inteiro na minha boca. O pau não é muito grande, mas o suficiente para engasgar um novato. Depois de um bom tempo, ele tira minha cabeça, mas a deita de novo na barriga dele, entre minhas ânsias e tosses por ter me engasgado. Mas, antes que eu consiga me recuperar totalmente, ele me diz quase como uma ordem, embora entre gemidos: — Estica bem a língua e abre bem a boquinha. Quase sem pensar, obedeço e penso: "esse aí não vai querer gozar na minha boca..." Mas, antes de terminar de pensar, ele encosta a vara e um jato de porra sai direto na minha boca, seguido de mais dois jatos menores. E, antes que eu possa reagir e fechar a boca, ele enfia o pau de novo. E, entre o nojo e a tentativa frustrada de tirar o pau da boca, a única coisa que Ulisses dizia era: — Isso, vai, vai, porque a primeira vez tem que ser completa pra você aproveitar ao máximo. Engole tudo e continua chupando até deixar limpinho, mas você sozinho. Por algum motivo, continuei chupando o pau dele, engolindo toda a porra, até sentir que o pau estava limpo, embora nunca tenha amolecido de vez e sempre ficasse meio duro. Enquanto tento assimilar tudo o que aconteceu, sinto que ele está acariciando minha bunda, já que tinha abaixado minha cueca, e estava rodeando meu cu com um dedo claramente babado. Eu, petrificado, mas sem parar de chupar o pau dele, sentia como ele ficava duro de novo, feito um paralelepípedo... Em breve, a segunda parte.

1 comentários - Acordando de boca cheia (conto gay)

GIEGUI +1
Ojalá tuviera amigos así jijiji