A mão da minha irmã
A mão da minha irmã desabotoa a calça, e sem parar de beijar ele, enfia por baixo do elástico da cueca pra pegar na rola. Ela é grossa, mas o volume que faz dentro da calça com a mão da minha irmã faz ela parecer monstruosa.
Ela olha pra fora do carro, mais uma vez, e se convence de que ninguém tá vendo. Tira a rola pra fora da calça e bate uma punheta nela enquanto dá uns beijos no pescoço, mas o Nicolás empurra ela pra meter na boca. Os lábios provam, e depois a boca engole devagar.
Faço força com a mente, peço pro Nicolás desabotoar a calça da minha irmã e puxar um pouco pra baixo. Quero ver a tanga azul que ela vestiu hoje à tarde, depois do banho, pra sair com ele. Devo ser muito fraco, porque só o Nicolás enfia a mão dentro da calça da minha irmã e deixa ela ali, apoiada entre a roupa e a bunda macia enquanto ela chupa a rola dele dentro do carro.
Ela gosta de chupar pica. Contou numa roda de amigas, uma noite que não puderam sair pra dançar e ficaram bebendo na cozinha de casa, jogando verdade ou consequência. Sem ficar vermelha, disse que adorava muuuuito chupar. Tenho na minha frente a prova das afirmações dela na cabeça que sobe e desce pelo tronco da rola e dá beijos, segurando ela com as mãos.
O Nicolás sabe que meus pais tão em casa, que isso no carro é tudo que ele vai conseguir hoje, por isso se apressa em dar o gozo pra minha irmã. Na imaginação dele, já tá chegando no bar onde os amigos sem namorada passam o resto do sábado. Quer ir embora.
Ele bate punheta na boca da minha irmã, ela, obediente porque tá muito apaixonada, separa os lábios pra que, quando as primeiras gotas de porra espirrarem, enfiar tudo na boca.
Ela engole tudo. O Nicolás se sacode e empurra, ela não solta, é como uma domadora que com a boca amansa uma rola que, quando ela solta, aparece relaxada, cansada.
Me apresso pra entrar e espero escondido. Na cozinha. Ela atravessa o corredor e se tranca no quarto.
Aqui começa a segunda parte da noite.
Conheço ela, é minha irmã, mas também é a mulher que amo. Sei quando tá triste ou com ciúmes, quando quer conversar ou o que quer comer. Agora todos os meus sistemas de detecção dizem que ela tá excitada.
Espero um pouco, depois saio na sacada pra espiar o quarto dela. A persiana dela tá quebrada, posso espiar à vontade. Caindo, meus pais demoram pra consertar. Fiz, em alturas diferentes, buracos que me deixam ver através das ripas de madeira.
No começo vejo os preparativos… Ela coloca música e empilha, em cima de uma cadeira, a roupa que tava na cama, e gira, na frente do espelho, pra olhar a bunda. Ela acha que tem a bunda gorda e a calça apertada, concentra ela apertada e esticada. Mexe o quadril. Pergunta ao espelho quem tem a bunda mais gostosa e, sem esperar resposta, desabotoa e tira a calça, primeiro uma perna e depois a outra, com esforço, porque tá apertada.
A bunda dela se solta e cai de leve, as nádegas tremem e se separam.
A calcinha fio dental que ela vestiu pra sair com o Nicolás é apertada. Parte a bunda dela em duas metades e o azul escuro se destaca na pele branca dela. Vestida assim, blusinha curta acima do umbigo, decotada, e a calcinha, parece mais uma rainha de concurso de lingerie do que uma irmã prestes a dormir.
Ela tá repetindo o gesto de hoje à tarde, quando se vestia, mas agora carrega o álcool no sangue, os beijos e a lembrança da pica do Nicolás na boca dela.
Ela mexe a bunda pro espelho, como se fosse o Nicolás. Brinca com o elástico na cintura dela, sobe e desce pela coxa, quer excitar ele. Leio no rosto dela o desejo, nos mamilos dela a dureza que amarrota a blusa.
Com a mão, tira de entre as nádegas dela o fio, mas em vez de arrumar, cruza contra a nádega, deixa torto. O espelho reflete tudo isso e também a buceta escura que cruza. as pernas da minha irmã mal separadas. Tô com tanto medo de gozar que paro de me tocar. Ela molha o dedo na saliva e, levando a mão por trás do quadril, enfia entre as pernas. A boca se deforma num gemido leve, ela mostra a ponta da língua e mexe a bunda pra sentir o dedo, mas no fim, anda até o armário e procura, numa caixa de sapatos, o brinquedo que o Nicolás deu pra ela de presente pra Booty.
No dia que compraram, ela voltou cedo pra casa e se trancaram. Eu espiei, lógico, e vi o Nicolás enfiando um plug de silicone preto na Booty dela e subindo a calcinha de novo, fazendo ela andar pelo quarto, depois fazer o mesmo caminho de joelhos e subir na cama. Naquela tarde, ele deu tapas na Booty dela e minha irmã levantava pra receber mais e acabava se esfregando a pussy por cima da calcinha encharcada.
Hoje não rola tudo isso. Só vejo ela chupando o plug pra lubrificar e enfiando. De novo geme e os lábios se deformam como se desse um beijo. Ela anda assim com a fio dental desviada e o plug dentro da Booty e se joga de bruços na cama.
Ela tá gostosa. A mão direita se perde esmagada debaixo da barriga dela. De vez em quando empurra com a Booty, como se tivesse sendo metida, e em outros, sacode o quadril pros lados, como se o Nicolás, além de comer ela, a sacudisse.
Tento acompanhar o ritmo, mas ela tá muito gostosa. Acelera e de repente, se enterra na cama, apertando a Booty. Nós duas estamos imaginando o Nicolás enfiando nela enquanto goza, a carne venosa e pulsando, enchendo ela de cock e cum, e o clitóris dela manda sinais pro corpo inteiro da onda de orgasmo que a domina.
Passa um tempo que ela só respira e depois, tira o plug e deixa cair do lado da cama. Tão relaxada que começa a dormir assim, de bruços, com a fio dental desviada sobre uma nádega e a entreperna brilhando de lubrificação e luz.
Eu me masturbo mais um pouco, imaginando que acaricio ela enquanto dorme. que ela, antes de cair no sono, me pede que quando eu cansar de olhar pra bunda dela, cubra ela com um lençol porque tá com frio.
A mão da minha irmã desabotoa a calça, e sem parar de beijar ele, enfia por baixo do elástico da cueca pra pegar na rola. Ela é grossa, mas o volume que faz dentro da calça com a mão da minha irmã faz ela parecer monstruosa.
Ela olha pra fora do carro, mais uma vez, e se convence de que ninguém tá vendo. Tira a rola pra fora da calça e bate uma punheta nela enquanto dá uns beijos no pescoço, mas o Nicolás empurra ela pra meter na boca. Os lábios provam, e depois a boca engole devagar.
Faço força com a mente, peço pro Nicolás desabotoar a calça da minha irmã e puxar um pouco pra baixo. Quero ver a tanga azul que ela vestiu hoje à tarde, depois do banho, pra sair com ele. Devo ser muito fraco, porque só o Nicolás enfia a mão dentro da calça da minha irmã e deixa ela ali, apoiada entre a roupa e a bunda macia enquanto ela chupa a rola dele dentro do carro.
Ela gosta de chupar pica. Contou numa roda de amigas, uma noite que não puderam sair pra dançar e ficaram bebendo na cozinha de casa, jogando verdade ou consequência. Sem ficar vermelha, disse que adorava muuuuito chupar. Tenho na minha frente a prova das afirmações dela na cabeça que sobe e desce pelo tronco da rola e dá beijos, segurando ela com as mãos.
O Nicolás sabe que meus pais tão em casa, que isso no carro é tudo que ele vai conseguir hoje, por isso se apressa em dar o gozo pra minha irmã. Na imaginação dele, já tá chegando no bar onde os amigos sem namorada passam o resto do sábado. Quer ir embora.
Ele bate punheta na boca da minha irmã, ela, obediente porque tá muito apaixonada, separa os lábios pra que, quando as primeiras gotas de porra espirrarem, enfiar tudo na boca.
Ela engole tudo. O Nicolás se sacode e empurra, ela não solta, é como uma domadora que com a boca amansa uma rola que, quando ela solta, aparece relaxada, cansada.
Me apresso pra entrar e espero escondido. Na cozinha. Ela atravessa o corredor e se tranca no quarto.
Aqui começa a segunda parte da noite.
Conheço ela, é minha irmã, mas também é a mulher que amo. Sei quando tá triste ou com ciúmes, quando quer conversar ou o que quer comer. Agora todos os meus sistemas de detecção dizem que ela tá excitada.
Espero um pouco, depois saio na sacada pra espiar o quarto dela. A persiana dela tá quebrada, posso espiar à vontade. Caindo, meus pais demoram pra consertar. Fiz, em alturas diferentes, buracos que me deixam ver através das ripas de madeira.
No começo vejo os preparativos… Ela coloca música e empilha, em cima de uma cadeira, a roupa que tava na cama, e gira, na frente do espelho, pra olhar a bunda. Ela acha que tem a bunda gorda e a calça apertada, concentra ela apertada e esticada. Mexe o quadril. Pergunta ao espelho quem tem a bunda mais gostosa e, sem esperar resposta, desabotoa e tira a calça, primeiro uma perna e depois a outra, com esforço, porque tá apertada.
A bunda dela se solta e cai de leve, as nádegas tremem e se separam.
A calcinha fio dental que ela vestiu pra sair com o Nicolás é apertada. Parte a bunda dela em duas metades e o azul escuro se destaca na pele branca dela. Vestida assim, blusinha curta acima do umbigo, decotada, e a calcinha, parece mais uma rainha de concurso de lingerie do que uma irmã prestes a dormir.
Ela tá repetindo o gesto de hoje à tarde, quando se vestia, mas agora carrega o álcool no sangue, os beijos e a lembrança da pica do Nicolás na boca dela.
Ela mexe a bunda pro espelho, como se fosse o Nicolás. Brinca com o elástico na cintura dela, sobe e desce pela coxa, quer excitar ele. Leio no rosto dela o desejo, nos mamilos dela a dureza que amarrota a blusa.
Com a mão, tira de entre as nádegas dela o fio, mas em vez de arrumar, cruza contra a nádega, deixa torto. O espelho reflete tudo isso e também a buceta escura que cruza. as pernas da minha irmã mal separadas. Tô com tanto medo de gozar que paro de me tocar. Ela molha o dedo na saliva e, levando a mão por trás do quadril, enfia entre as pernas. A boca se deforma num gemido leve, ela mostra a ponta da língua e mexe a bunda pra sentir o dedo, mas no fim, anda até o armário e procura, numa caixa de sapatos, o brinquedo que o Nicolás deu pra ela de presente pra Booty.
No dia que compraram, ela voltou cedo pra casa e se trancaram. Eu espiei, lógico, e vi o Nicolás enfiando um plug de silicone preto na Booty dela e subindo a calcinha de novo, fazendo ela andar pelo quarto, depois fazer o mesmo caminho de joelhos e subir na cama. Naquela tarde, ele deu tapas na Booty dela e minha irmã levantava pra receber mais e acabava se esfregando a pussy por cima da calcinha encharcada.
Hoje não rola tudo isso. Só vejo ela chupando o plug pra lubrificar e enfiando. De novo geme e os lábios se deformam como se desse um beijo. Ela anda assim com a fio dental desviada e o plug dentro da Booty e se joga de bruços na cama.
Ela tá gostosa. A mão direita se perde esmagada debaixo da barriga dela. De vez em quando empurra com a Booty, como se tivesse sendo metida, e em outros, sacode o quadril pros lados, como se o Nicolás, além de comer ela, a sacudisse.
Tento acompanhar o ritmo, mas ela tá muito gostosa. Acelera e de repente, se enterra na cama, apertando a Booty. Nós duas estamos imaginando o Nicolás enfiando nela enquanto goza, a carne venosa e pulsando, enchendo ela de cock e cum, e o clitóris dela manda sinais pro corpo inteiro da onda de orgasmo que a domina.
Passa um tempo que ela só respira e depois, tira o plug e deixa cair do lado da cama. Tão relaxada que começa a dormir assim, de bruços, com a fio dental desviada sobre uma nádega e a entreperna brilhando de lubrificação e luz.
Eu me masturbo mais um pouco, imaginando que acaricio ela enquanto dorme. que ela, antes de cair no sono, me pede que quando eu cansar de olhar pra bunda dela, cubra ela com um lençol porque tá com frio.
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