Imprevistos dando o que falar

Tava tão enrolada com um monte de coisa da viagem que esqueci que tinha que buscar meu sobrinho no terminal, então liguei pra ele dizendo que não daria tempo e pedi um Uber pra ele voltar sozinho. Faz tempo que a gente não se via, uns 10 anos, acho. Ele tinha 10 anos quando me mudei com meu marido pra outro estado. Praticamente fui eu que criei ele, porque minha irmã trabalha pra caramba. Desde então, a gente foi perdendo o contato aos poucos e nem nas reuniões de família a gente ia, porque meu marido trabalhava muito e eu preferia ficar em casa.


Tava arrumando umas malas pra viagem e quando quase terminei, bateram na porta e fui abrir. Aí olhei pro meu sobrinho negão, um homem de 20 anos todo gostoso, me surpreendi. Ele se jogou em mim e me abraçou com muito carinho, demos um beijo e entramos. Por um momento senti um arrepio, porque senti meus peitos contra ele, mas também senti algo estranho, afinal era meu sobrinho e eu tinha muito carinho por ele. Começamos a conversar sobre como a gente tava, a escola, o trampo. Tudo fluía normal, mostrei a casa e onde ele podia encontrar as coisas. Ele tava todo fofo e tranquilo, como sempre foi.


Já de noite, quando a gente tava quase indo embora, meu marido me ligou falando que não ia conseguir chegar lá porque chegou uma exigência e eles tinham que auditar na semana que vem, então precisavam preparar tudo com urgência. Contei pro meu sobrinho e a gente foi mesmo assim pra não perder a viagem. Pegamos um táxi e fomos pro terminal, onde pegamos o ônibus. Infelizmente, essa noite choveu pra caramba, mas a gente conversou super de boa durante a viagem.


Depois de algumas horas, ele apagou e eu fiquei pensando no meu sobrinho, no que tinha sentido, e talvez fosse só confusão da minha parte. Continuei pensando na minha vida sexual, fazia tempo que não tinha uma aventura. Na real, essa ia ser a oportunidade com meu marido, mas infelizmente minha irmã precisou sair numa emergência e, como o Marco estava de férias, ela achou que era uma boa ideia. Eu não pude recusar, até porque não via ele há tantos anos. Tenho que admitir que sou uma senhora normal, com uns quilinhos a mais, tenho um bom quadril e um pouco de peito, sou esbelta, cabelo castanho e pele clara, nada de extraordinário.


Naquele momento, virei pra dormir e vi que ele tava profundamente adormecido. Não sei como, acabei colocando minha vida na direção da virilha dele e pude ver um volume enorme que me deixou muito mal. Dava pra ver uma salsicha grande entre as pernas dele, uns 15 cm, sei lá, mas marcava na calça. Isso me deixou com tesão e fiquei pensando nisso. Não parecia ereto, porque o volume não tava levantado, só tava ali, marcado, e se estendia um pouco mais, não dava pra ver se o pau dele ia além. Comecei a fantasiar sobre o tamanho, se minha mão daria volta ao segurar, se era pesado, se ficaria maior e quanto mais. Acho que comecei a pensar nisso porque nunca tive um pauzão desses nas mãos. Meu marido tem 12 cm já ereto, e ainda é fino. Enfim, não consegui dormir na viagem.


Como te falei, tava chovendo e fez o ônibus ficar mais devagar, aí atrasou tudo, duas horas a mais. Quando chegamos de noite, umas 12 horas, no hotel me falaram que minha reserva tinha sumido. Pedi outro quarto, mas tava tudo lotado. Me recomendaram outro hotel e a gente teve que sair na chuva, todo molhado. Marco ficava puxando papo comigo, mesmo eu estando puta, mas fazer o quê, não dava pra fazer nada. Ele me contava umas histórias engraçadas da escola e umas paradas que rolaram na natação, tipo uma vez que o calção dele caiu na hora de um mergulho na frente dos colegas.


Quando chegamos no outro hotel, nos disseram que tava ocupado e que só tinha um quarto simples. Como não quisemos ir pra outro lugar, decidimos ficar por lá mesmo.


Quando chegamos, trocamos de roupa. Coloquei um pijama leve porque tava calor por causa da chuva. Quando saí, ele tava vestindo o dele e pude ver a cueca justa dele de perfil, e tava pendurado um pedaço bom, um pouco menor que antes, então acho que tava mole e não era muito maior do que eu imaginava, mas também não me acalmei muito, porque era mais grossa que a do meu marido, sim.


Tava vendo um filme e trocando ideia com uma das minhas melhores amigas por mensagem, contei pra ela onde tava com meu sobrinho e confessei o que senti, ela começou a zoar comigo.
E contei pra ela o que vi, ela não estranhou e disse que se meu sobrinho era preto, o mais certo era que tivesse grande. Perguntei o quanto, e ela disse: "vou te mostrar uma coisa, você tá sozinha?" Ela perguntou. Falei que sim, que ele tava do lado, e ela disse: "cobre o celular". Na hora pensei que ela era doida e chegou uma foto dela com um pauzão preto na cara. Ela tava tão feliz, toda safada, e aquele pau preto brilhava. Não conseguia acreditar e fiquei louca. Tirei o telefone e fui ver TV, mas não conseguia tirar aquela imagem da cabeça.


Já era tarde quando fomos dormir e cada um virou pro seu lado. Ele se mexeu um pouco, mas depois ficou parado e dormiu. Eu não conseguia, tava muito excitada e sentia minha buceta escorrendo pelas minhas coxas, não podia nem me tocar, tava terrível.


Como pude me acalmei. Já de noite, tenho que dizer que durmo numa cama maior do que a que estávamos, e eu tinha meu braço esticado por cima dele, e ele estava de barriga pra cima, mas eu tinha minha mão perto da barriga dele. Não sei, mas de repente parei de estar sonolenta e fiquei a mil. Como pude, num movimento natural, desci minha mão e senti o pau dele, mole mas grosso, um pedaço bom. Senti como eu me molhava, sentia vontade de mijar. Mexi minha mão um pouco e senti mais do pau dele. Nisso, ele se mexeu na minha direção e minha mão só ficou ao lado dele. Eu, muito tesuda, me aninhei nele como se fizéssemos conchinha e senti aquele pauzão nas minhas nádegas. Meu Deus, só de lembrar me molho. Respirava forte, com certeza ele ouviria meu coração batendo forte. Sentia o pau dele, mas não se encaixava, ainda não estava duro. Eu não aguentava, queria tirar ele e morder, babar, apertar. Me afastei e continuei agitada. Uns 5 minutos depois, ouvi a voz dele: "Tia, tá bem? Te ouvi mal, consegue respirar?


Com a voz abafada, respondi que sim. Ele se levantou um pouco mais pra me olhar: "Tem certeza, tia?" "Sim, sim, filho, tá tudo bem, é que tá muito calor e ainda tive um pesadelo." "Bom, tia, não se preocupa. Ah, queria te perguntar uma coisa." "Pode falar, tia." "É que agora, enquanto a gente dormia, você se mexia muito. Consegue dormir bem?" Meio sem graça, ele disse: "É... sim, tia. É que é difícil dormir porque é pequeno e, bom, a gente quase não cabe, hahaha." "É verdade, é verdade. Ah, e você consegue dormir com isso que você tem?" "O quê, tia?" (com a voz trêmula) "Isso aqui." E peguei na pica dele. Um gemido escapou de mim. Ele tentou falar alguma coisa, mas não conseguiu. Apertei a pica dele com toda a força, e ela continuou crescendo na minha mão até que eu abri e não conseguia mais envolver ela. Ele só gemia e fechava os olhos. A gente tava muito perto. Comecei a puxar aquela pica enorme, depois peguei com as duas mãos, e ainda não era suficiente, sobrava um pouco. A vadia saiu de mim e comecei a bater uma pra ele. Virei ele de barriga pra cima e fui direto pra pica dele. Comecei a chupar, não cabia na minha boca. Tava ansiosa. Passei a pica dele pelo meu rosto inteiro, sentia o cheiro delicioso de pica, esfregava os sucos dele na minha cara, chupava, babava muito, me engasgava tentando chupar rápido.


Baixei o pijama dele e o meu, e montei nele igual uma possessa, cavalgando forte, senti toda aquela carne entrando em mim, me abrindo, me preenchendo e tirando meus sucos. Eu mexia minha cintura como nunca, sentia como apertava toda aquela pica preta, e ela se mexia dentro de mim, como se tivesse vida, mas era minha cintura que fazia ela se mover. Eu apertava a pica dele e sentia como se eu estivesse mordendo ela com minha buceta, tava muito louco, sentia meus sucos escorrendo e molhando tudo. Nós dois gemíamos forte, estávamos suando, ele apertava meus peitos e se levantou pra morder eles, pra morder meus bicos pretos e duros de tesão…

0 comentários - Imprevistos dando o que falar