Relato baseado em fantasias
Chegou um dia como qualquer outro em casa, quando entro no meu quarto e encontro 4 homens negros pelados, com uns paus enormes, uns 25 cm ou mais. Um deles se joga em cima de mim e me derruba na cama, me amordaça e amarra minhas mãos. Tentei me soltar, mas foi impossível. Outro se aproximou e, juntos, me despiraram. Comecei a chorar. Sem pensar, um deles se deitou de costas na cama, me pegou e enfiou o pau na minha buceta. Senti como se estivesse me rasgando. Ele começou a bombar, e eu sentia que ia morrer e perder a consciência. Era uma dor tremenda. Ele continuou bombando, ficou assim por um bom tempo, até que senti ele me encher de porra. Logo depois, o outro fez a mesma coisa. Eu estava meio inconsciente de tanta dor. Ele meteu com raiva por um longo tempo até gozar dentro de mim também.
— Que puta gostosa a gente encontrou.
Eu já sem forças, me sentaram e tiraram a mordaça. Sem esperar, seguraram minha cabeça e o terceiro enfiou o pau na minha boca, enquanto o quarto me fez sentar no pau dele, enfiando na minha buceta. Eles bombavam e bombavam até gozar, enchendo minha boca e minha buceta de porra. Engoli tudo porque ele não tirou. Desmaiei. De novo, me pegaram e me levantaram, me jogaram na cama e me estupraram de novo. Eu estava de bruços, recebendo dois paus na boca e dois na buceta até gozar, e depois trocavam de lugar. Assim por horas.
— Que delícia estuprar, ainda mais quando tá dormindo.
Quando acordei, não conseguia me mexer de tanta dor que sentia. Ainda estava sem forças. Eles passaram o fim de semana inteiro me estuprando, enchendo de porra tanto minha boca quanto minha buceta. Usaram o vídeo como chantagem, então podiam fazer o que quisessem comigo, tipo me compartilhar com outros negros. Mas isso seria no fim de semana seguinte, quando, numa sexta, andando na rua, sinto que me empurram para um beco. Sem conseguir reagir, me amordaçaram e amarraram minhas mãos com uma corda, vendaram meus olhos, iam me levar pro lugar onde eu ficaria submissa o fim de semana inteiro e não queriam que eu soubesse onde era. Quando cheguei, me jogaram numa cama e um falou: — Escuta o que vou te dizer, sua puta de merda, como sabe, você nos pertence. Essa noite, uns amigos e nós vamos aproveitar teu corpo quantas vezes quisermos. Eu tava aterrorizada, tiraram a venda e apareceram na porta quatro homens negros pelados, com uns paus entre 30 e 40 cm de comprimento e bem grossos, iam me destruir. Dois deles enfiaram os paus na minha buceta, igual aos quatro anteriores da outra vez, sem usar nenhum lubrificante. Quando eu gritava, só saía um gemido por causa da mordaça. De um jeito bestial, enfiavam até o fundo, a dor era o dobro da outra vez. Tiravam completamente e metiam com força até o fundo. Esses movimentos repetiram por vários minutos, tavam me partindo ao meio. Terminaram e vieram os outros dois. Tiraram minha mordaça, mas quando eu ia gritar, um dos meus captores — segundo eles, meus donos — enfiou o pau na minha boca, me estuprando por ali até gozar, e assim os outros três enquanto os dois negros continuavam estuprando selvagemente minha buceta até gozar. Fiquei assim, sendo estuprada por oito paus gigantes, mesmo dormindo ou desmaiada, o fim de semana inteiro, enchendo os dois buracos de porra. Às vezes me deixavam largada no chão, sem forças pra me mexer ou gritar, escorrendo porra da minha buceta, à mercê de qualquer um que entrasse e me estuprasse. Até que um dia voltaram com dois cachorros gigantescos, soltaram eles e os dois chegaram perto pra me cheirar. Me amordaçaram de novo, os cachorros começaram a mostrar os paus vermelhos. Eram dois paus enormes, uns 25 cm, grossos e com uma bola monstruosa na base. O primeiro cachorro subiu em cima de mim e, com o peso enorme, me esmagava contra o chão. imobilizava. Eu montei e ele começou a me foder, metia e tirava com velocidade e muita violência, até que numa grande estocada conseguiu enfiar a bola enorme dele, estava me partindo, chorei, ele ficou parado e começou a gozar dentro de mim inundando meu interior, mas como a bola da base do pau dele tinha entrado, fazia um tampão perfeito, de modo que minha buceta ficava selada. Quando o cachorro terminou de descarregar, passou a pata por cima de mim e ficou preso pelo pau de costas pra mim até se soltar. O segundo ocupou o lugar e de uma só estocada meteu e me estuprava do mesmo jeito que o anterior, até começar a soltar o sêmen dentro de mim. Quando terminou, passou a pata por cima e ficou preso, igual o companheiro, mas esse não se limitou a esperar pra poder tirar o rabo da minha buceta, começou a puxar pra se soltar mas não conseguia sair e tava me causando uma dor e um ardor inimaginável. Eu chorava e chorava, mas não podia fazer nada. Depois de uns minutos, conseguiu tirar o pau e saiu do quarto seguindo os passos do companheiro. — Você se saiu maravilhosamente, além dos choros que são normais. Não conseguia me mexer. De novo, tinham tudo gravado, então teria mais fins de semana assim.
Chegou um dia como qualquer outro em casa, quando entro no meu quarto e encontro 4 homens negros pelados, com uns paus enormes, uns 25 cm ou mais. Um deles se joga em cima de mim e me derruba na cama, me amordaça e amarra minhas mãos. Tentei me soltar, mas foi impossível. Outro se aproximou e, juntos, me despiraram. Comecei a chorar. Sem pensar, um deles se deitou de costas na cama, me pegou e enfiou o pau na minha buceta. Senti como se estivesse me rasgando. Ele começou a bombar, e eu sentia que ia morrer e perder a consciência. Era uma dor tremenda. Ele continuou bombando, ficou assim por um bom tempo, até que senti ele me encher de porra. Logo depois, o outro fez a mesma coisa. Eu estava meio inconsciente de tanta dor. Ele meteu com raiva por um longo tempo até gozar dentro de mim também.
— Que puta gostosa a gente encontrou.
Eu já sem forças, me sentaram e tiraram a mordaça. Sem esperar, seguraram minha cabeça e o terceiro enfiou o pau na minha boca, enquanto o quarto me fez sentar no pau dele, enfiando na minha buceta. Eles bombavam e bombavam até gozar, enchendo minha boca e minha buceta de porra. Engoli tudo porque ele não tirou. Desmaiei. De novo, me pegaram e me levantaram, me jogaram na cama e me estupraram de novo. Eu estava de bruços, recebendo dois paus na boca e dois na buceta até gozar, e depois trocavam de lugar. Assim por horas.
— Que delícia estuprar, ainda mais quando tá dormindo.
Quando acordei, não conseguia me mexer de tanta dor que sentia. Ainda estava sem forças. Eles passaram o fim de semana inteiro me estuprando, enchendo de porra tanto minha boca quanto minha buceta. Usaram o vídeo como chantagem, então podiam fazer o que quisessem comigo, tipo me compartilhar com outros negros. Mas isso seria no fim de semana seguinte, quando, numa sexta, andando na rua, sinto que me empurram para um beco. Sem conseguir reagir, me amordaçaram e amarraram minhas mãos com uma corda, vendaram meus olhos, iam me levar pro lugar onde eu ficaria submissa o fim de semana inteiro e não queriam que eu soubesse onde era. Quando cheguei, me jogaram numa cama e um falou: — Escuta o que vou te dizer, sua puta de merda, como sabe, você nos pertence. Essa noite, uns amigos e nós vamos aproveitar teu corpo quantas vezes quisermos. Eu tava aterrorizada, tiraram a venda e apareceram na porta quatro homens negros pelados, com uns paus entre 30 e 40 cm de comprimento e bem grossos, iam me destruir. Dois deles enfiaram os paus na minha buceta, igual aos quatro anteriores da outra vez, sem usar nenhum lubrificante. Quando eu gritava, só saía um gemido por causa da mordaça. De um jeito bestial, enfiavam até o fundo, a dor era o dobro da outra vez. Tiravam completamente e metiam com força até o fundo. Esses movimentos repetiram por vários minutos, tavam me partindo ao meio. Terminaram e vieram os outros dois. Tiraram minha mordaça, mas quando eu ia gritar, um dos meus captores — segundo eles, meus donos — enfiou o pau na minha boca, me estuprando por ali até gozar, e assim os outros três enquanto os dois negros continuavam estuprando selvagemente minha buceta até gozar. Fiquei assim, sendo estuprada por oito paus gigantes, mesmo dormindo ou desmaiada, o fim de semana inteiro, enchendo os dois buracos de porra. Às vezes me deixavam largada no chão, sem forças pra me mexer ou gritar, escorrendo porra da minha buceta, à mercê de qualquer um que entrasse e me estuprasse. Até que um dia voltaram com dois cachorros gigantescos, soltaram eles e os dois chegaram perto pra me cheirar. Me amordaçaram de novo, os cachorros começaram a mostrar os paus vermelhos. Eram dois paus enormes, uns 25 cm, grossos e com uma bola monstruosa na base. O primeiro cachorro subiu em cima de mim e, com o peso enorme, me esmagava contra o chão. imobilizava. Eu montei e ele começou a me foder, metia e tirava com velocidade e muita violência, até que numa grande estocada conseguiu enfiar a bola enorme dele, estava me partindo, chorei, ele ficou parado e começou a gozar dentro de mim inundando meu interior, mas como a bola da base do pau dele tinha entrado, fazia um tampão perfeito, de modo que minha buceta ficava selada. Quando o cachorro terminou de descarregar, passou a pata por cima de mim e ficou preso pelo pau de costas pra mim até se soltar. O segundo ocupou o lugar e de uma só estocada meteu e me estuprava do mesmo jeito que o anterior, até começar a soltar o sêmen dentro de mim. Quando terminou, passou a pata por cima e ficou preso, igual o companheiro, mas esse não se limitou a esperar pra poder tirar o rabo da minha buceta, começou a puxar pra se soltar mas não conseguia sair e tava me causando uma dor e um ardor inimaginável. Eu chorava e chorava, mas não podia fazer nada. Depois de uns minutos, conseguiu tirar o pau e saiu do quarto seguindo os passos do companheiro. — Você se saiu maravilhosamente, além dos choros que são normais. Não conseguia me mexer. De novo, tinham tudo gravado, então teria mais fins de semana assim.
1 comentários - Surpresa!!!