Surpresa!!!

Relato baseado em fantasias Cheguei em casa um dia como qualquer outro, entrei no meu quarto e encontrei 4 negões pelados, com umas picas enormes, uns 25 cm ou mais. Um deles pulou em cima de mim e me jogou na cama, me amordaçou e amarrou minhas mãos. Tentei me soltar, mas foi impossível. Outro se aproximou e, juntos, me despiraram. Comecei a chorar. Sem pensar, um deles se deitou de barriga pra cima na cama, me pegou e enfiou o pau na minha buceta. Senti como se estivesse rasgando, e ele começou a bombear. Senti que ia morrer e perder a consciência. Era uma dor tremenda, mas ele continuou bombando. Ficou assim por um bom tempo até que senti ele me encher de porra. Na hora, o outro fez a mesma coisa. Eu tava meio inconsciente de tanta dor. Ele meteu com força por um tempão até gozar dentro de mim também. — Que puta gostosa que a gente achou. Eu já sem forças, me sentaram e tiraram a mordaça. Sem esperar, seguraram minha cabeça e o terceiro enfiou o pau na minha boca, enquanto o quarto me fez sentar no pau dele, enfiando na minha buceta. Eles bombavam e bombavam até terminar, enchendo minha boca e minha buceta de porra. Engoli tudo porque ele não tirou. Desmaiei. De novo, me pegaram e me levantaram, me jogaram na cama e me estupraram de novo. Eu tava de bruços, recebendo duas picas na boca e duas na buceta até gozar, e depois trocavam de lugar. Assim por horas. — Que delícia estuprar, ainda mais quando tá dormindo. Quando acordei, não conseguia me mexer de tanta dor que tava. Ainda sem forças, eles passaram o fim de semana inteiro me estuprando, enchendo de porra tanto minha boca quanto minha buceta. Usaram o vídeo como chantagem, então podiam fazer o que quisessem comigo, tipo me compartilhar com outros negões. Mas isso seria no fim de semana seguinte, quando, numa sexta, andando na rua, sinto que me empurram pra um beco. Sem conseguir reagir, me amordaçaram e amarraram minhas mãos com uma corda, vendaram meus olhos, iam me levar pro lugar onde eu ficaria submissa o fim de semana inteiro e não queriam que eu soubesse onde era. Quando cheguei, me jogaram numa cama e um falou: — Escuta o que vou te dizer, sua puta de merda, como sabe, você nos pertence. Esta noite, uns amigos e nós vamos aproveitar teu corpo quantas vezes quisermos.

Eu estava aterrorizada. Tiraram a venda e apareceram pela porta quatro homens negros, nus, com seus paus medindo entre 30 e 40 cm de comprimento e bem grossos — iam me destruir. Dois deles enfiaram seus paus na minha buceta, igual aos quatro anteriores da outra vez, sem usar nenhum lubrificante. Quando eu gritava, só se ouvia um gemido por causa da mordaça. De forma bestial, enfiavam até o fundo, a dor era o dobro da vez passada. Tiravam completamente e metiam com força até o fundo. Esses movimentos repetiram por vários minutos, estavam me partindo ao meio. Gozaram e os outros dois continuaram. Tiraram minha mordaça, mas quando eu ia gritar, um dos meus captores — segundo eles, meus donos — enfiou o pau na minha boca, me estuprando ali até gozar, e assim os outros três, enquanto os dois negros continuavam estuprando selvagemente minha buceta até gozar.

Fiquei assim, sendo estuprada por oito paus gigantes, mesmo dormindo ou inconsciente, o fim de semana inteiro, enchendo os dois buracos de porra. Às vezes me deixavam largada no chão, sem forças pra me mexer ou gritar, escorrendo sêmen da minha buceta, à mercê de qualquer um que entrasse e me estuprasse. Até que um dia voltaram com dois cachorros gigantescos, soltaram eles e os dois se aproximaram pra me cheirar. Me amordaçaram de novo, e os cachorros começaram a mostrar suas pirocas vermelhas. Eram dois paus enormes, uns 25 cm, grossos e com uma bola monstruosa na base. O primeiro cachorro subiu em cima de mim e, com seu peso enorme, me esmagava contra o chão. imobilizava. Montei e ele começou a me foder, metia e tirava com velocidade e muita violência, até que numa grande estocada conseguiu enfiar a bola enorme dele, tava me partindo, chorei, ele ficou quieto e começou a gozar dentro de mim inundando meu interior, mas como a bola da base do pau dele tinha entrado, fazia um tampão perfeito, de modo que minha buceta ficava selada. Quando o cachorro terminou de descarregar, passou a pata por cima de mim e ficou preso pelo pau de costas pra mim até se soltar, o segundo ocupou o lugar e de uma só estocada meteu e me estuprava igual ao anterior, até começar a soltar o sêmen dentro de mim. Quando terminou, passou a pata por cima e ficou preso, igual ao companheiro, mas esse não ficou só esperando pra poder tirar o rabo da minha buceta, começou a puxar pra se soltar mas não conseguia sair e tava me causando uma dor e um ardor inimaginável. Eu chorava e chorava, mas não podia fazer nada. Depois de uns minutos, conseguiu tirar o pau e saiu do quarto seguindo os passos do companheiro. — Você se saiu maravilhosamente, além dos choros que é lógico. Não conseguia me mexer. De novo tinham tudo gravado, então teria mais fim de semana assim.

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